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	<title>Portal Cultura PE &#187; Metamorfismo de (R)existência</title>
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		<title>Com acesso gratuito, Grupo Totem encena novo espetáculo “ITAÊOTÁ” no Teatro Hermilo Borba Filho</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 16:55:19 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/Ensaio-ITAÊOTÁ_grupo-Totem_-por-Claudia-Rangel_2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96238" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/Ensaio-ITAÊOTÁ_grupo-Totem_-por-Claudia-Rangel_2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Grupo Totem inicia as comemorações de seus 34 anos de trajetória artística ininterrupta de um modo bem especial: com a estreia do novo espetáculo, “ITAÊOTÁ”. A produção, com direção e encenação de Fred Nascimento, será apresentada ao público pela primeira vez nesta quinta-feira (25), às 20h, no Teatro Hermilo Borba Filho, no Bairro do Recife, com entrada gratuita. O momento corresponde também à performance final da pesquisa “Metamorfismo de (R)existência”, que começou em 2019, e é conduzida pelo conceito de descolonização, tendo como referência os modos de resistir e existir de povos indígenas e africanos, para a construção de um futuro ancestral. A montagem conta com incentivo do Funcultura.</p>
<p>O Totem partiu da investigação de outras performances do grupo, a exemplo de “Ita” e “Caosmopolita”, até alcançar o palco do Teatro Hermilo e propor esta mudança prática entre todas as nossas relações. Em “Ita”, o grupo tratava do corpo primário, de um devir animal. Já em “Caosmopolita”, o intuito era refletir sobre o indivíduo contemporâneo mergulhado no caos civilizatório. Em ITAÊOTÁ, a ideia é mostrar uma maior comunhão, chamando as pessoas para a autoresponsabilidade em relação ao momento difícil que vivemos, de problemas sociais, econômicos, ambientais e até mentais, através de saberes não hegemônicos que podem nos conduzir para tempos de mais equilíbrio.</p>
<p>Para fazer esta conexão entre o lado do caos e a essência das pessoas, o que nos faz bem, vão sendo introduzidos em cena alguns elementos durante a performance, tais como instrumentos musicais (maracas, tambor, chocalho) e a pintura dos corpos com tinta feita de urucum. <em>“São elementos simbólicos, que fazem da ritualização em coletivo e da energia contente da rebeldia a força para abrir novos caminhos”</em>, ressalta Taína Veríssimo, produtora e uma das performers do Totem.</p>
<p><em>“Precisamos entender que não estamos sós e repensar nossos caminhos e o impacto da ação do homem no meio-ambiente, compreendendo que existem outras formas de socializar, com atenção e cuidado com o outro, com a terra, as plantas, os animais”, completa ela. Para Fred Nascimento é importante lembrar que “ITAÊOTÁ” levanta o conceito de teatro como cerimônia. “O Totem trabalha com a diluição das fronteiras entre as linguagens artísticas, a mistura de teatro, dança, ritual, performance, levando a uma hibridez e poética próprias”</em>, explica.</p>
<p>Durante a performance, o primeiro contato com o público em “ITAÊOTÁ” é através da exibição de vídeo com desenhos feitos à mão, quadro a quadro, por Airton Cardim. Também complementam a cena as projeções de Zé Diniz e pequenos textos de Fred Nascimento. A iluminação é assinada por Natalie Revorêdo, que já trabalhou com o Totem no elogiado espetáculo “Retomada”.</p>
<p><strong>OFICINA -</strong> Após a estreia, o Totem tem mais uma apresentação prevista, a convite do Festival Transborda, no Sesc Santo Amaro, no Recife, no dia 15 de setembro. Para o segundo semestre, também está programada uma nova turma da oficina “Corpo-Ritual”, projeto que chega à quinta edição, de forma gratuita para os participantes. É a segunda vez pelo Funcultura, pois as três primeiras foram realizadas de modo independente pelo grupo. A oficina é finalizada com uma mostra de performances nos jardins do Centro Cultural Luiz Freire, em Olinda. São 40 horas-aula de oficina, com 20 alunos e as vagas vêm sendo disputadas, pela oportunidade de entrar em contato com o imaginário e o fazer artístico do Totem.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Estreia de “ITAÊOTÁ”, do Grupo Totem<br />
Quando: 25 de agosto de 2022 (quinta-feira), às 20h<br />
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, 142, Bairro do Recife &#8211; Recife/PE)<strong></strong><br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Grupo Totem apresenta resultado da pesquisa “Metamorfismo de (R)existência”</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jan 2022 14:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Totem]]></category>
		<category><![CDATA[Metamorfismo de (R)existência]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/Bastidores-de-filmagem-de-Aêotá_por-Zé-Diniz.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90374" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/Bastidores-de-filmagem-de-Aêotá_por-Zé-Diniz-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Grupo Totem está sempre em busca de novos caminhos para refletir sobre o mundo através da arte. Agora, quando vem à tona o 3º Movimento de “Metamorfismo de (R)existência”, projeto de pesquisa que conta com o incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o grupo pernambucano segue provocando o debate e coloca sob os holofotes da performance o momento em que vivemos. Parte deste processo de pesquisa será revelado nos dias 14 e 15 de janeiro de 2022, com transmissão ao vivo pelo canal do Totem no YouTube, trazendo demonstração de trabalho em vídeo e bate-papo com a participação do elenco e de dois convidados (Ailce Moreira, artista e pesquisadora da dança, integrante do coletivo RecorDança e Jailson de Oliveira, professor, ator, poeta performático, historiador, ativista de movimentos sociopolíticos culturais e coordenador do POESIS, do Alto José do Pinho).</p>
<p>Com previsão de estreia em meados de abril, em local ainda a definir, o novo espetáculo nascido de “Metamorfismo de (R)existência” será guiado a partir da ideia de descolonização e propõe uma experiência cênica potente e mobilizadora coletivamente.<em> “Pensar sobre descolonização e decolonização implica em considerar a pluralidade dos saberes. Assim, para este novo trabalho, estamos interessados em cultivar novas relações, com o mundo, com a natureza e com o outro, onde o sentir-pensar prevaleça, para que saíamos de um lugar de cada vez mais distanciamento em relação ao todo. É importante discutir as noções de sul e norte, de como os saberes hegemônicos foram sendo impostos e as culturas tradicionais apagadas. O resultado desandou em tudo: no meio-ambiente, na política. É preciso que outras vozes e possibilidades de mundo se façam presentes”</em>, ressalta Taína Veríssimo, uma das atrizes, performer e produtora do Totem, que está em cena ao lado de mais quatro artistas (Inaê Veríssimo, Íris Campos, Juliana Nardin e Lau Veríssimo).</p>
<p>Ela destaca que a demonstração da primeira fase da investigação se deu em dezembro de 2019, há dois anos, e foi em cima do espetáculo “Ita”, pertencente ao repertório do Totem, que buscava uma memória corporal mais animal, ancestral. Não havia ainda a pandemia de Covid e foi possível fazer o evento presencial, em Olinda. Um ano depois, já em formato virtual, vieram os resultados cênicos a partir de outra obra do grupo teatral performático, “Caosmopolita”, com trabalhos que exploravam as consequentes tensões da civilização, através de videoperformances produzidos por Zé Diniz.</p>
<p>A ideia para realizar a pesquisa “Metamorfismo de (R)existência” surgiu daí, já que estes dois espetáculos do grupo, estudados/pesquisados, são a base do projeto e vetores de partida, em mutação, para o surgimento de uma nova criação. A nascente disto é ainda anterior: a dissertação do mestrado do diretor do Totem, Fred Nascimento, de dez anos atrás, que se debruçou sobre aspectos presentes nestes trabalhos para analisar a encenação performática do grupo e que posteriormente virou o livro (“Grupo Totem &#8211; A infecção pela performance e a encenação performática”, lançado pelo Sesc Pernambuco), lançado há dois anos.</p>
<p><em>“Ainda que desde o primeiro momento, os temas das etapas venham sendo mesclados durante os processos de pesquisa e criação, neste terceiro capítulo, que tem como tema mobilizador o conceito de ‘descolonização’, o videoperformance, ‘Aêotá’, traz uma distinção de cada ‘tempo’ desse”</em>, aponta Taína, lembrando que entre as referências para o trabalho estão as discussões sugeridas pelo português Boaventura de Sousa Santos, além dos caminhos apontados por Ailton Krenak e Davi Kopenawa Yanomami, entre outros.</p>
<p><strong>Micropolítica -</strong> A trilha sonora é original, e assinada por Cauê Nascimento (guitarra), Fred Nascimento (percussão) e Zé Diniz (didgeridoo), que também assume a cinefotografia, montagem, finalização de imagem e som. “Tocamos no ato da gravação, mais com a intenção de criar um clima musical, para que a performance se desenvolvesse, e ficou legal. Cauê trouxe um tema e fomos criando em cima. E depois fomos tocando a partir da gravação, do que fomos vendo”, detalha Fred Nascimento.</p>
<p>Ele ajudou a fundar o Totem, ao lado de Lau Veríssimo, há mais de 30 anos, criando um grupo de raiz familiar, que até hoje mescla linguagens e mídias para seus questionamentos.<em> “Seguimos com nosso projeto artístico, num movimento de micropolítica, contra a necropolítica e o biopoder que aí estão, aprendendo a resistir e a nos mantermos vivos. Mesmo mediados por uma rede virtual, seguimos nos retroalimentando, pois estar em grupo é estar um pouco em nossa aldeia, evocando devires ancestrais e descobrindo como descolonizar o pensamento e a ação”</em>, avalia ele.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Metamorfismo de (R)existência &#8211; 3° Movimento:<br />
Projeto de pesquisa | 2022<br />
Transmissão pelo canal: <a href="https://www.youtube.com/GrupoTotemRecife" target="_blank"><strong>youtube.com/GrupoTotemRecife</strong></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Dia 14/1 (sexta-feira), às 20h</strong></span><br />
- 20h: live de compartilhamento da pesquisa com integrantes do grupo Totem</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Dia 15/1 (sábado), a partir das 17h</strong></span><br />
- 17h: Lançamento da videoperformance “Aêotá”<br />
- 17h30 às 19h: Mesa de conversa “Descolonização, Arte e Resistência” com a participação de Ailce Moreira e Jailson de Oliveira e mediação coletiva com os integrantes do grupo</p>
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