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	<title>Portal Cultura PE &#187; michelle assumpção</title>
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		<title>Debate marca lançamento do livro sobre os 30 anos do Festival de Inverno de Garanhuns</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 18:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), que se consagrou como o maior evento de arte e cultura de Pernambuco, e um dos mais importantes do Brasil e da América Latina, ganha na edição deste ano um livro que marca sua trajetória ao longo das últimas três décadas. Publicado pela Cepe Editora, o livro “Festival [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95459" aria-labelledby="figcaption_attachment_95459" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/livro-lancamento-30-anos-do-fig.jpeg"><img class="size-medium wp-image-95459" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/livro-lancamento-30-anos-do-fig-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A publicação rememora as três décadas do FIG</p></div>
<p>O Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), que se consagrou como o maior evento de arte e cultura de Pernambuco, e um dos mais importantes do Brasil e da América Latina, ganha na edição deste ano um livro que marca sua trajetória ao longo das últimas três décadas. Publicado pela Cepe Editora, o livro “Festival de Inverno de Garanhuns &#8211; 30 anos do maior festival de arte, cultura, formação e diversidade da América Latina” é uma das atrações da programação da Cepe Editora, na Praça da Palavra Carolina Maria de Jesus, na próxima quinta-feira (28), às 20h.</p>
<p>O bate-papo contará com a presença do secretário de Cultura Oscar Barreto, do coordenador geral do FIG, André Brasileiro, da jornalista Michelle de Assumpção, coordenadora da publicação, de Marcelo Pereira, presidente do Conselho Editoral da Cepe que editou o livro, e Tereza Amaral, gestora cultural e Coordenadora de Cultura Popular da Secult-PE. O livro não será comercializado e distribuído pela Secult em algumas ações durante o festival. E breve, haverá uma edição eletrônica da publicação, que estará disponível no site da Secult-PE e também da Cepe Editora.</p>
<p>Com 168 páginas e fartamente ilustrado, o livro recupera parte da memória do FIG, desde 1991 até 2022, quando está sendo comemorada sua 30ª edição. Adotando o formato de linha do tempo, textos jornalísticos focados em destaques da programação de cada ano são intercalados por depoimentos de artistas, realizadores culturais, gestores e ex-gestores, tanto da Fundarpe quanto da Secult-PE, realizadoras do evento. Com pesquisa e textos de Michelle de Assumpção, edição de Marcelo Pereira e projeto gráfico de Lucas Torres, a publicação contou com a pesquisadores de textos (Márcio Bastos), de imagem (Jan Ribeiro e Marcelo Soares) e colaboração de especialistas, como os jornalistas José Teles, Júlio Cavani e Leidson Ferraz, que assinam textos ao longo da obra.</p>
<p><em>&#8220;Acompanho o FIG desde os primeiros anos, quando ia para aproveitar os shows e atividades. Depois passei a ir como jornalista, fazendo a cobertura primeiro para o Jornal do Commércio, depois Diario de Pernambuco. Fui a 15 edições nessa função. Em 2011, entrei na Secretaria de Cultura e Fundarpe e tive a oportunidade de conhecer o FIG por dentro. Quem trabalha com a cultura sabe o quão importante é registrar e contar as histórias. No caso do FIG, essa publicação não só celebra, mas o posiciona no lugar que ele merece estar: como um dos maiores e mais importantes festivais do país e da América Latina&#8221;</em>, diz Michelle de Assumpção.</p>
<p>Múltiplo em diversidade de linguagens artísticas, abrigando do tradicional ao contemporâneo, do iniciante ao artista consagrado, o FIG impactou sob diversas formas a cadeia produtiva da cultura, como também social e economicamente a cidade que o acolhe. Consagrou nomes, lançou talentos, permitiu a formação de públicos e se tornou um importante instrumento de política pública, tendo quase a totalidade de sua grade montada com base em editais nacionais.</p>
<p>O livro, memória dessa jornada de trinta anos, resgata momentos importantes. E eles foram muitos. Como na edição de 1997, que em sua abertura registrou, em show inédito, o reencontro do casal Airto Moreira e Flora Purim com o percussionista Naná Vasconcelos. Ou a primeira apresentação da banda Nação Zumbi, em Pernambuco, após a morte de Chico Science em show que emocionou a plateia. <em>“Participei do primeiro FIG, como jornalista convidado pelo presidente da Fundarpe, Rubinho Valença, para testemunhar a transformação de um sonho em realidade, que acompanhei a cada julho de garoa e celebração. A cada ano, o festival foi se transformando, crescendo e ganhando corpo. Ao passear pela linha do tempo dos 30 festivais, o livro reaviva aqueles momentos no leitor e em quem os viveu”</em>, assegura Marcelo Pereira.</p>
<p>Em sua proposta editorial, o livro também assegura o protagonismo, através dos muitos depoimentos, aos personagens envolvidos no processo que consolidou o festival. Lá estão testemunhos como o do garanhuense Marcílio Lins Reinaux, professor de História da Arte da UFPE, que depois de conhecer os Festivais de Inverno de Ouro Preto (MG) e Campos do Jordão (SP), propôs ao prefeito Ivo Amaral a realização de um evento na cidade &#8211; que se tornaria realidade dez anos depois estando Marcílio e Ivo ainda na linha de frente.</p>
<p><em>“O FIG é um case em termos de festival multilinguagem, sendo único no formato em que se apresenta: descentralizado por cerca de 24 polos de atração. São palcos e espaços para a música, cultura popular, circo, teatro, dança, literatura, artes visuais, artesanato, gastronomia, entre outros. Ocupa toda uma cidade, promovendo uma circulação de milhares de pessoas e de artistas. Para o público, é entretenimento, arte, cultura, formação. Para artistas, é uma fundamental plataforma de circulação de projetos e ideias. Para nós, gestores, uma política pública exitosa, que é uma referência para o país”</em>, destaca André Brasileiro, coordenador-geral do FIG.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Conversa sobre o livro Festival de Inverno de Garanhuns &#8211; 30 anos<br />
Quando: 28 de julho de julho de 2022 (quinta-feira), às 20h<br />
Onde: Auditório do Polo literário/Praça da Palavra Carolina Maria de Jesus/30º FIG</p>
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		<title>Live comemorativa pelos 30 anos do Manguebeat é adiada para 7 de junho</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/live-comemorativa-pelos-30-anos-do-manguebeat-e-adiada-para-7-de-junho/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2022 23:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A live “Manguebeat na era do 4.0: os 30 anos do Movimento Mangue”, que iria ao ar nesta terça (31 de maio), no canal que a Secult-PE e a Fundarpe mantêm no YouTube, precisou ser adiada para a próxima terça (7 de junho), pois um dos convidados não conseguiu acesso ao estúdio digital por dificuldades [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A live <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/secult-pe-debate-surgimento-do-movimento-manguebeat/" target="_blank"><strong>“Manguebeat na era do 4.0: os 30 anos do Movimento Mangue”</strong></a>, que iria ao ar nesta terça (31 de maio), no canal que a Secult-PE e a Fundarpe mantêm no YouTube, precisou ser adiada para a próxima terça (7 de junho), pois um dos convidados não conseguiu acesso ao estúdio digital por dificuldades técnicas ocasionadas por conta das chuvas que atingem o Recife nos últimos dias.</p>
<p>O programa Cultura em Rede trará os autores do manifesto “Caranguejos com Cérebro”, também conhecido como “Manifesto Mangue”, Fred Zero Quatro e Renato L, para uma conversa com a jornalista da Secult-PE, Michelle de Assumpção. O tema do debate são as mudanças tecnológicas das últimas décadas e a relação com o Manguebeat.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Live “Manguebeat na era 4.0: 30 anos depois”, com Fred Zero Quatro, Renato L e Michelle de Assumpção (mediação)<br />
Quando: 7 de junho de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="http://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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		<title>Cais do Sertão discute a participação feminina no Manguebeat</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 19:27:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre a lama e o mangue, a fonte de inspiração para um dos movimentos contraculturais mais importantes de Pernambuco. A partir dessa paisagem tão significativa, e agregando ainda elementos visuais de forte apelo social, a música pernambucana, depois de um bom tempo, ganhou a cena brasileira dos anos 90. O manguebeat promoveu reflexões e permitiu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70100" aria-labelledby="figcaption_attachment_70100" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/karina-buhr-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70100" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/karina-buhr-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Karina Buhr será uma das convidadas do bate-papo</p></div>
<p>Entre a lama e o mangue, a fonte de inspiração para um dos movimentos contraculturais mais importantes de Pernambuco. A partir dessa paisagem tão significativa, e agregando ainda elementos visuais de forte apelo social, a música pernambucana, depois de um bom tempo, ganhou a cena brasileira dos anos 90. O manguebeat promoveu reflexões e permitiu que as demandas urgentes das periferias de Olinda e do Recife saíssem do campo das ideias e adentrassem as emissoras de rádio e o dia a dia da população em geral.</p>
<p>Do encontro com as diversas expressões artísticas, o manguebeat mobilizou toda uma cadeia de profissionais de áreas variadas da cultura pernambucana. E muitos desses ofícios também foram desempenhados por mulheres. Tratando-se de um movimento de tamanha importância para o coletivo, torna-se importante, portanto, discutir a popularização do manguebeat também a partir da perspectiva de gênero. Pensando nisso, o Cais do Sertão traz, nesta quinta-feira (25), em seu canal no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/CaisdoSertao" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CaisdoSertao</strong></a>), às 20h, bate-papo reunindo as cantoras Karina Buhr e Stela Campos e a artista visual Isabela Farias.</p>
<p>As convidadas remetem ao tempo de atuação na década de 1990, no auge do manguebeat, em paralelo com a atualidade, a partir do tema “As mulheres no manguebeat: um recorte de gênero para pensar o movimento”. O debate conta ainda com mediação da jornalista Michelle Assumpção, que abre para a observação o papel da Imprensa na divulgação de artistas e movimentos culturais.</p>
<p><em>“Refletir sobre os movimentos artísticos tem sido de grande valia para o Cais do Sertão ao longo deste tempo. Nos permitimos ir do sertão ao litoral e avistar o mangue. Neste debate, em que se exalta a conjuntura musical do manguebeat, lançamos olhar sobre quem também contribuiu para conhecimento coletivo”</em>, analisa a gestora do museu, Maria Rosa Maia.</p>
<p>O manguebeat pode ser conferido ainda a partir das playlists temáticas no perfil do Spotify do Cais. Nesta semana, o DJ Dolores vasculhou as memórias, os afetos e as paisagens sonoras que compõem a musicalidade da década de 1990.</p>
<p>No perfil, os entusiastas da cultura popular podem acessar também seleções que destrincham o Sertão e o legado de Luiz Gonzaga e Zé Dantas. O agregador dispõe do mesmo modo de seleções dedicadas a Naná Vasconcelos, Marinês, Faces do Subúrbio e Genival Lacerda.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;As mulheres no manguebeat: um recorte de gênero para pensar o movimento&#8221;, com as participações de Karina Buhr, Stela Campos Isabela Farias e mediação de Michelle Assumpção<br />
Quando: 25 de março de 2021 (quinta-feira), às 20h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="https://www.youtube.com/CaisdoSertao" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CaisdoSertao</strong></a></p>
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		<title>Transmissão da live “Bandeira de Lei &#8211; Por que padronizar o símbolo maior de Pernambuco?”</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 21:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O canal oficial da Secult-PE/Fundarpe (www.youtube.com/SecultPE) vai transmitir ao vivo, nesta terça-feira (20), a partir das 19h, o bate-papo Bandeira de Lei &#8211; Por que padronizar o símbolo maior de Pernambuco?. Com as participações de Pedro Xavier, autor do desenho final do projeto; Sílvio Amorim, presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco (IAHGP); do historiador George Cabral, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O canal oficial da Secult-PE/Fundarpe (<a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>) vai transmitir ao vivo, nesta terça-feira (20), a partir das 19h, o bate-papo <strong>Bandeira de Lei &#8211; Por que padronizar o símbolo maior de Pernambuco?</strong>.</p>
<p>Com as participações de <strong>Pedro Xavier</strong>, autor do desenho final do projeto; <strong>Sílvio Amorim</strong>, presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco (IAHGP); do historiador <strong>George Cabral</strong>, e mediação da jornalista Michelle Assumpção, o debate vai mostrar todos os passos até a normatização da bandeira. O trabalho, que começou com uma pesquisa na internet sobre os elementos do símbolo estadual, passou por buscas nos arquivos da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro e chegou até os registros da Revolução de 1817, mostrou que havia disparidades que iam desde as cores do arco-íris até o formato e o tom do sol que é visto nos diversos desenhos. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>Lei de padronização da Bandeira de Pernambuco é tema de live no YouTube da Secult-PE</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 19:59:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para a maioria dos pernambucanos, é inconfundível a combinação de cores e imagens que compõem o maior símbolo do Estado. A padronização da Bandeira de Pernambuco, sancionada por lei pelo governador Paulo Câmara, em dezembro do ano passado, preservou de uma vez esse desenho presente no imaginário da população. Para debater a importância dessa medida, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81282" aria-labelledby="figcaption_attachment_81282" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/PEDRO-ALBUQUERQUE-XAVIER-002-1024x682.jpg"><img class="size-medium wp-image-81282" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/PEDRO-ALBUQUERQUE-XAVIER-002-1024x682-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O designer Pedro Albuquerque foi o responsável pelo manual de normatização da Bandeira de Pernambuco</p></div>
<p>Para a maioria dos pernambucanos, é inconfundível a combinação de cores e imagens que compõem o maior símbolo do Estado. A padronização da Bandeira de Pernambuco, sancionada por lei pelo governador Paulo Câmara, em dezembro do ano passado, preservou de uma vez esse desenho presente no imaginário da população. Para debater a importância dessa medida, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) promove a conversa virtual<strong> &#8220;Bandeira de Lei &#8211; Por que padronizar o símbolo maior de Pernambuco?&#8221;</strong>, com <strong>Pedro Xavier</strong>, autor do desenho final do projeto, <strong>Sílvio Amorim</strong>, presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco (IAHGP), e o historiador <strong>George Cabral</strong>. A transmissão será no próximo dia 19 de janeiro (terça-feira), às 19h, no <strong><a href="http://youtube.com/SecultPE" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/SecultPE&amp;source=gmail&amp;ust=1610651231803000&amp;usg=AFQjCNF83r2jtI8LNaBqSrUegzdQQBb5AQ">youtube.com/SecultPE</a></strong>, com mediação da jornalista <strong>Michelle Assumpção</strong>.</p>
<p>A conversa vai mostrar todos os passos até a normatização da bandeira. O trabalho, que começou com uma pesquisa na internet sobre os elementos do símbolo estadual, passou por buscas nos arquivos da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro e chegou até os registros da Revolução de 1817, mostrou que havia disparidades que iam desde as cores do arco-íris até o formato e o tom do sol que é visto nos diversos desenhos. Para definir a versão final, Pedro Xavier buscou respeitar o imaginário do pernambucano.</p>
<p><em>“A questão aqui não é apenas a normatização técnica, mas dar embasamento à memória popular, ao que o povo reconhece como sendo sua bandeira, como sendo o manto do Estado. Não estamos mudando a bandeira, mas dizendo que, a partir de agora, a bandeira hasteada no palácio do governo, numa escola pública, no interior, em qualquer lugar, oficialmente, é a mesma. Não é questão de determinar, por exemplo, que um artesão que for imprimir uma bandeira numa canga de praia vai ter que fazer desse jeito. Mas, agora, sabemos que essa bandeira tem um desenho para registros oficiais”</em>, explicou o designer autor do desenho final.</p>
<p>Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/Manual-Bandeira-Pernambuco-Normatizacao-2020.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o Manual da normatização da Bandeira de Pernambuco, e <a href=" http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/BANDEIRA_RGB_V2-1.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>, a versão final da normatização.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Bate-papo virtual &#8220;Bandeira de Lei &#8211; Por que padronizar o símbolo maior de Pernambuco?&#8221;, com Pedro Xavier, Sílvio Amorim, George Cabral e mediação de Michelle Assumpção<strong><br />
</strong>Quando: 19 de janeiro (terça-feira), às 19h<br />
Onde: <strong><a href="http://youtube.com/SecultPE" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/SecultPE&amp;source=gmail&amp;ust=1610651231803000&amp;usg=AFQjCNF83r2jtI8LNaBqSrUegzdQQBb5AQ">youtube.com/SecultPE</a> </strong></p>
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		<title>Outras Palavras Digital debate o filme &#8220;Pantera Negra&#8221;, fenômeno das HQ&#8217;s e das telonas</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 22:58:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O programa Outras Palavras, em sua versão digital, está de cara nova. Com canal próprio no YouTube, o projeto da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), que tem como objetivo a promoção do diálogo entre a Cultura e a Educação, realizará mais uma edição, nesta segunda (28), às 20h30, pelo www.youtube.com/outraspalavrasdigital. Nessa restreia, o Outras [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O programa Outras Palavras, em sua versão digital, está de cara nova. Com canal próprio no YouTube, o projeto da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), que tem como objetivo a promoção do diálogo entre a Cultura e a Educação, realizará mais uma edição, nesta segunda (28), às 20h30, pelo <a href="https://www.youtube.com/channel/UCJKngcMJx5cASdJMVKr4iGg" target="_blank"><strong>www.youtube.com/outraspalavrasdigital</strong></a>.</p>
<p>Nessa restreia, o Outras Palavras vai promover um debate em torno do <em>blockbuster</em> do cinema americano, o filme &#8220;Pantera Negra&#8221;, lançado em 2018, mas ainda um campeão de audiência, discussões e pesquisas acadêmicas. O filme que se passa no reino fictício de Wakanda e apresenta a saga do super herói negro T’Challa para defender seu povo, se consagrou como a maior referência que a indústria do entretenimento já produziu para o empoderamento do povo preto e para a desconstrução da África como um continente infértil e estereotipado em sua cultura.</p>
<p>No centro desse debate do Outras Palavras, está o publicitário <strong>Rodrigo Paiva</strong>, autor do livro<em> “Panther is the new black: representação e cultura na comunicação do filme Pantera Negra”</em>; a escritora, produtora de conteúdos digitais e especialista em cultura pop <strong>Mirela Paes</strong>; e a grafiteira, arte educadora e ativista negra <strong>Nathê Ferreira</strong>. A mediação será da jornalista <strong>Michelle de Assumpção</strong>, assessora de Comunicação da Secretaria de Cultura e da Fundarpe. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>Outras Palavras estreia novo canal do Youtube</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2020 23:03:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Após uma temporada no perfil oficial da Secult-PE/Fundarpe no Instagram, o @culturape, o projeto Outras Palavras estreia seu novo canal no YouTube, www.youtube.com/outraspalavrasdigital, nesta segunda-feira (10). Para a primeira edição na plataforma, o convidado da vez é escritor pernambucano Paulo Santos de Oliveira que possibilitará um verdadeiro mergulho nos personagens e fatos históricos das movimentações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após uma temporada no perfil oficial da Secult-PE/Fundarpe no Instagram, o <a href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank"><strong>@culturape</strong></a>, o projeto Outras Palavras estreia seu novo canal no YouTube, <a href="https://www.youtube.com/channel/UCJKngcMJx5cASdJMVKr4iGg" target="_blank"><strong>www.youtube.com/outraspalavrasdigital</strong></a>, nesta segunda-feira (10). Para a primeira edição na plataforma, o convidado da vez é escritor pernambucano Paulo Santos de Oliveira que possibilitará um verdadeiro mergulho nos personagens e fatos históricos das movimentações pela libertação de vários países da América Latina.</p>
<p>A conversa marca as comemorações dos 170 anos de morte, ou de “passagem à imortalidade”, como dizem os argentinos, do general San Martín, que é o dia 17 de agosto. A data é feriado nacional na Argentina e é celebrada por meio de várias ações culturais. Em Pernambuco, a Secretaria Estadual de Cultura se une ao Consulado da Argentina no Recife em torno de algumas celebrações que serão feitas em homenagem ao líder revolucionário.</p>
<p>&#8212;</p>
<p><strong>SOBRE O CONVIDADO -</strong> Paulo dos Santos Oliveira é jornalista e cartunista, tendo colaborado com publicações como Jornal do Commercio, Diário da Noite, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil e da chamada “imprensa alternativa”, em publicações como Movimento, Em Tempo e O Rei da Notícia. Fundou e coordenou a ONG Equipe de Comunicação Sindical (Ecos). Seu romance histórico “O general das massas” foi premiado pela Academia Pernambucana de Letras. O seu livro mais vendido, “A noiva da revolução”, serviu de roteiro para o docudrama “1817, a revolução esquecida”, vencedor do prêmio TAL (Televisón América Latina) de 2018, dirigido por Tizuka Yamasaki. Também é autor da série infanto-juvenil “PernambuKids”. Sua próxima publicação deverá sair pela Cepe Editora até o final deste ano. Trata-se do livro “Pernambuco História e Personagens”, que reúne 65 ensaios biográficos sobre figuras da História pernambucana.</p>
<p><strong>SOBRE O OUTRAS PALAVRAS -</strong> Outras Palavras é um projeto da Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe, em parceria com a Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE-PE) com o apoio da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). O objetivo é fortalecer o diálogo entre a Cultura e a Educação paraformação cidadã de alunos dentro e fora da sala de aula.</p>
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		<title>Cais do Sertão realiza rodas de conversa sobre mulheres que são Patrimônios Vivos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 21:57:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para celebrar o mês dedicado às mulheres, o Centro Cultural Cais do Sertão, em parceria com a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper) promove rodas de conversa para destacar a trajetória das mulheres que são Patrimônio Vivo de Pernambuco, a exemplo da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar o mês dedicado às mulheres, o Centro Cultural Cais do Sertão, em parceria com a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper) promove rodas de conversa para destacar a trajetória das mulheres que são Patrimônio Vivo de Pernambuco, a exemplo da parteira Dona Prazeres e da repentista Mocinha de Passira.</p>
<p>Os encontros acontecem a partir desta quarta (11) e até a próxima sexta (13), sempre começando às 14h30, na Sala Todo Gonzaga, dentro do museu. Outro presente para as mulheres é a entrada gratuita no museu até domingo (15).</p>
<div id="attachment_58371" aria-labelledby="figcaption_attachment_58371" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundaré</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25769262597_d0a2ddbb38_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-58371" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundaré" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25769262597_d0a2ddbb38_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Dona dos Prazere, 82 anos, vai compartilhar sua experiência à frente dos mais de cinco mil partos que já realizou</p></div>
<p>Nesta quarta-feira (11), a temática é a atividade de partejar, mantida há mais de 60 anos por Maria dos Prazeres de Souza, a Dona Prazeres, 82 anos. Durante todo este tempo, foram mais de cinco mil partos &#8211; e nenhum óbito no currículo. Além dela, participam da roda de conversa a parteira Dani Siqueira e a psicóloga Dan Gayoso, que atua na preparação e assistência ao parto como educadora perinatal e doula. A mediação é da antropóloga Elaine Müller (UFPE).</p>
<p>Na quinta-feira (12), será a vez das mestras da cultura popular do Estado. O bate-papo vai reunir a repentista Mocinha de Passira, a circense Índia Morena e a brincante Cristina Andrade, mestra de ciranda, pastoril e urso. A conversa será sobre a riqueza das expressões culturais de Pernambuco, além de um pouco da trajetória de cada uma delas e contará com a mediação da jornalista Michelle de Assumpção (assessora da Secult-PE/Fundarpe). Haverá ainda uma homenagem às mulheres que são Patrimônios Vivos de Pernambuco, com um certificado. Selma do Coco e Ana das Carrancas, já falecidas, também serão rememoradas.</p>
<p>Para fechar a semana, na sexta-feira (13), o artesanato pernambucano ganha atenção. O papo será mediado pela coordenadora de Artesanato da AD Diper, Maria do Socorro Leão, e contará com a participação das artesãs Neguinha e Mauricéia Henrique Silva, da Associação de Artesãs Flor de Barro, de Caruaru. A gestora do Museu do Barro de Caruaru, Maria Amélia Carneiro Campello, e a doutora em design Ana Andrade, uma das criadoras do laboratório Imaginário, também participam. O acesso é gratuito.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Rodas de conversa com mulheres Patrimônio Vivo de Pernambuco<br />
De 11 a 13 de março, às 14h30<br />
Onde: Centro Cultural Cais do Sertão (Av. Alfredo Lisboa, s/n, Bairro do Recife)<br />
Informações: (81) 3182-8266<br />
Entrada franca</p>
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		<title>Luna Vitrolira poetiza o amor em seu primeiro livro</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2018 17:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Michelle Assumpção Aquenda – o amor às vezes é isso. O intrigante enunciado é o título do livro de poesias, o primeiro, da poetisa pernambucana Luna Vitrolira. Luna, recifense, que desde os quinze começou a recitar poesias e depois passou a escrever seus próprios textos, deixou a oralidade para registrar, no papel, não um amontoado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-3-cópia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-60275" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-3-cópia-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Michelle Assumpção</strong></p>
<p><i>Aquenda – o amor às vezes é isso.</i> O intrigante enunciado é o título do livro de poesias, o primeiro, da poetisa pernambucana Luna Vitrolira. Luna, recifense, que desde os quinze começou a recitar poesias e depois passou a escrever seus próprios textos, deixou a oralidade para registrar, no papel, não um amontoado de poesias produzidas ao longo desse tempo que passou recitando em festas literárias e saraus. A partir do que já havia escrito desde essa época, ela construiu um livro conceitual, no qual cada texto costura as etapas de uma história que está na base da criação de toda e qualquer mulher: a busca pelo amor idealizado, aquele para o qual somos ensinadas a viver (e a morrer, em alguns casos).</p>
<p>Pode ser sim a história de qualquer mulher, mas Luna vai na mulher que sofre ainda mais nessa busca: a negra, pela solidão que enfrenta, por estar fora dos padrões.</p>
<p><em>“Na verdade, acho que todas e todos nós somos criados e criadas para encontrar o amor da nossa vida. O amor ocupa um lugar na nossa vida que parece que não tem outra coisa. Só o amor pode ocupar, e a gente vive obsessivamente procurando isso, e nada faz sentido quando não temos uma pessoa do nosso lado. A gente é criado como se precisássemos da outra metade. A gente não é criado como um indivíduo inteiro, que precisa do outro para se tornar um ser humano inteiro. E a gente não sabe o quanto isso mexe com a nossa personalidade. A gente se torna dependente de outras pessoas e isso se reflete nas relações. Para gente, que é mulher, cresce esperando o príncipe encantado, e é educada para estar sempre linda para este ser encantado e não ser essa mulher sozinha que não deve viver solidão afetiva. Como funciona essa solidão para uma mulher que é negra e marginalizada na sociedade? Uma mulher que precisa construir essa independência para não ficar se sufocando pela solidão por que que passa? Porque ela não é aquela mulher que está dentro dos padrões, física e psicologicamente”</em>, conta a autora.  Sim, as poesias de Luna são uma porrada no amor romantizado, no amor de novela, de música sertaneja e de comédias românticas.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-109-cópia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-60276" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-109-cópia-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>O livro &#8211; que nasce dez anos após a entrada de Luna na poesia, pela via oral – será lançado neste sábado (5), na 11ª FestiPoa Literária, que está acontecendo em Porto Alegre, e que traz a escritora mineira Conceição Evaristo, tida como a principal voz da literatura de autoria negra no Brasil, como homenageada do evento. Além da pernambucana Luna Vitrolira, a programação conta com nomes como Djamila Ribeiro, Luedjiluna Luna, Chico César, Barbara Santos, Linn da Quebrada, Mel Duarte e Márcio Junqueira.</p>
<p><em>“O título diz isso: &#8216;se liga, o amor na prática não está muito ligado ao que a gente idealiza, aquela coisa bonita, utópica, a paixão&#8217;. Na prática, as pessoas são agressivas, possessivas&#8230; Isto é, o amor é o contrário dessa idealização. Sempre fiquei muito impressionada como a passionalidade é naturalizada nas relações. É impressionante como a gente acha que ciúme é prova de amor, e que briga de amor se resolve na cama. As pessoas ainda reverberam essa ideia. Isso sempre me machucou muito”</em>, coloca Luna.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-68-cópia-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-60277" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-68-cópia-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p><b>DISTRIBUIÇÃO </b>– Luna conta que não acharemos seu livro (que sai pela editora independente Patuá, de São Paulo) nas prateleiras das grandes livrarias, que costumam destinar os livros de poesias às prateleiras mais escondidas.  Ela quer andar com o material debaixo do braço, como sempre fez com a sua poesia. Vai recitar e vender em praças, feiras, festas, escolas, festivais e para mais onde for chamada com sua poesia. <em>“Eu sou uma poeta declamadora. Eu tiro o livro da estante para levar para as pessoas. Então, para mim é muito mais importante levar meu livro para oferecer em praças, festivais, sarau, evento na escola. Eu prefiro isso, entregar na mão. E falar sobre ele”</em>, afirma.</p>
<p>Feito com a ajuda de vários parceiros, entre eles o escritor Marcelino Freire, que acompanha a trajetória de Luna desde muito cedo, o livro terá um disco também. Afinal, tudo começou com o som. Da voz de Luna, que agora também ganha o auxílio luxuoso das vozes de Lirinha e também de Marcelino Freire, e do piano de Amaro Freitas, produtor e arranjador do projeto.</p>
<p>É Luna para ler, ouvir, mas, sobretudo, pensar. Pensar no amor de outra maneira. Porque nas poesias finais a personagem vai se reconhecendo, descobrindo o próprio corpo, percebendo que ela não precisava encontrar o amor da vida, que ela independe de ter a outra metade da laranja, então ela descobre o amor por si mesma, o se dar prazer, a independência.</p>
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		<title>6º Fórum de Incentivo à Cultura reúne artistas, produtores e gestores públicos na FIEPE</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2015 12:35:33 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29957" aria-labelledby="figcaption_attachment_29957" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/cnic-recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-29957" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/cnic-recife-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lúcio Rodrigues (MinC), Márcia Souto (Fundarpe), Marcelino Granja (Secult-PE), Carlos Paiva (Sefic) e Willam Santana (Secretaria de Cultura do Recife) comandaram a mesa de abertura da CNIC</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Michelle Assumpção/<a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank">Bruno Souza</a></strong></p>
<p>A capital pernambucana sediou, na tarde desta quarta-feira (2), a 236ª Reunião da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), que envolveu o 6º Fórum de Incentivo à Cultura. O evento, no auditório da Federação da Indústrias do Estado do Pernambuco (FIEPE), reuniu empresários, contadores, produtores culturais e gestores públicos para discutir os principais mecanismos de captação de recursos e de fortalecimento para os setores culturais, como a Lei Rouanet e o Vale Cultura, que passam por uma reformulação atualmente. Quem comandou o encontro foi o secretário da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic) e gestor da Lei Rouanet, Carlos Paiva, que, de maneira clara e bem objetiva, esclareceu as principais dúvidas dos presentes em relação às leis de fomento.</p>
<p>“O financiamento da Cultura continua no mesmo marco dos anos 90, apesar da evolução das políticas de cultura. Atualmente a batalha é para modificar e implementar novos mecanismos de incentivo, que passam pela aprovação do Procultura no Congresso”, colocou ele. Paiva ofereceu aos participantes um panorama da distribuição atual dos recursos disponibilizados e captados via Lei Rouanet. Uma verdadeira distorção é observada quando se comparam números e gráficos. Fica evidente um dos principais defeitos da atual lei: a concentração dos seus recursos na região Sudeste do país, que captou, ano passado, 79% do total de recursos disponibilizados via Lei Rouanet. O Sul ficou com 13,7% da fatia, o Nordeste com 5,2%, o Centro-Oeste com 1,7% e o Norte com 0,73%.</p>
<p>Em 23 anos de Lei Rouanet – concluiu o secretário – existiram avanços, claro, como a profissionalização do setor da produção cultural, o crescente envolvimento da iniciativa privada, a implantação da política de editais nas empresas patrocinadoras, o estímulo à criação de leis de incentivo à cultura estaduais e municipais, dentre outros. Mas as fragilidades também ficam evidentes: não mais traduz o atual momento cultural brasileiro, promove concentração dos recursos em apenas dois estados brasileiros (Rio de Janeiro e São Paulo), exclui agentes que não tem acesso aos patrocinadores, entre outros.</p>
<p>Sendo assim, os desafios a enfrentar são muitos: aumentar a participação da iniciativa privada, desconcentrar recursos, descentralizar e estruturar novas ações, aumentar a participação da pessoa física como patrocinadora da cultura, aumentar a divulgação, mobilizar empresários regionais, fortalecer o Fundo Nacional de Cultura, etc.</p>
<p>O secretário Estadual de Cultura, Marcelino Granja, a presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Márcia Souto, o secretário-executivo de Gestão Cultural do Recife, Willam Santana, e o chefe-substituto da Representação Regional do MinC no Nordeste, Lúcio Rodrigues, marcaram presença no encontro e ressaltaram a importância do fórum para nossa região. &#8220;Encontros como esse servem para diminuir as distâncias que existem entre o poder público e os fazedores de cultura. E mostram que há, entre nós, um esforço em manter um diálogo contínuo com a cadeia produtiva cultural do Estado, a fim de reformular e aprimorar as políticas públicas integradoras que, num país gigantesco como o nosso, são as únicas que conseguem dar conta da diversidade de seu povo&#8221;, disse Granja.</p>
<p>Márcia Souto, presidente da Fundarpe, reiterou o caráter formativo do evento e pediu que todos os participantes saíssem bem apropriados do conteúdo dos temas apresentados. &#8220;Temos aqui uma oportunidade única de aprendermos um pouco mais e nivelarmos as informações a respeito das leis brasileiras de incentivo à cultura. Espero que saíamos daqui mais firmes para essa luta&#8221;, pontuou.</p>
<p><strong>VALE CULTURA</strong><br />
Em sua palestra, &#8220;O Vale Cultura e números do Incentivo Fiscal&#8221; o secretário Carlos Paiva destacou ainda que, dentre as propostas do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC) estão o fortalecimento do Fundo Nacional de Cultura (FNC) e o Fundo de Investimento Artístico (Ficart), que atualmente são inexpressivos, e a racionalização da gestão do incentivo fiscal, através de investimentos diferenciados que possam suprir projetos que apresentem necessidades específicas. Paiva também destacou números do Vale Cultura, outro grande braço de fomento à cultura do MinC, que hoje atende 1.076 empresas em todo Brasil e, no momento, alcança um total de 363 mil trabalhadores. &#8220;Já tivemos um aporte de R$ 232 milhões. E, desse total, R$ 153 milhões foram consumidos. Entretanto, os empresários precisam se convencer das vantagens que oferecem aos seus funcionários quando aderem o Vale Cultura&#8221;, falou.</p>
<p><strong>CAPTADORES DE RECURSOS</strong><br />
Também foi importante no debate os esclarecimentos colocados pela Associação Brasileira de Captadores de Recursos, através da sua presidente Suelen Moreira. Com a missão de fomentar a mobilização de recursos no segmento cultural e buscar fontes alternativas de financiamento, Suelen também falou do cenário de captação hoje no estado de Pernambuco. “Os recursos em Pernambuco vem hoje através de 42 empresas incentivadoras, temos um cenário que é preciso fomentar mais”, colocou. Ano passado, segundo ela, Pernambuco aprovou cerca de R$ 103 milhões via Lei Rouanet, dos quais apenas R$ 22 milhões foram captados”. “Mas nem sempre o dinheiro captado é para investir em ação cultural dentro do estado. Às vezes, por exemplo, serve para projeto de patrimônio material, como o restauro de alguma igreja em outro estado do Nordeste”, apontou.</p>
<p><strong>MECENATO EM PERNAMBUCO</strong><br />
O secretário de Cultura de Pernambuco, Marcelino Granja, ressaltou a importância das políticas de financiamento à cultura, sobretudo em tempos de crise. Ele adiantou que até o final de setembro encaminhará para a Assembleia Legislativa de Pernambuco o projeto de Lei do Mecenato para financiamento da cultura no Estado. O edital pretenderá fortalecer eventos consagrados do calendário cultural do estado, bem como patrimônios materiais e imateriais, além dos equipamentos culturais. “Nossas expressões culturais podem ser grandes marcas. Esse mapa apresentado pelo Ministério da Cultura não pode permanecer”, diz o secretário. “Temos condições de ter participação mais ativa na classe empresarial. Pernambuco tem uma enorme e diversa riqueza cultural, que deve e será um vetor do nosso desenvolvimento econômico”, ressaltou.</p>
<p><strong>DÚVIDAS TÉCNICAS</strong><br />
Durante a tarde, o encontro na FIEPE transformou-se num momento de esclarecimentos sobre apresentação e prestação de contas de projetos culturais na Sefic. &#8220;No geral, costumamos classificar o pleiteamento de projetos na Sefic em duas grandes partes: aprovação e prestação de contas. Com a criação do Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura, o Salic, todo esse processo é digitalizado, e é preciso dizer que os proponentes precisam deixar muito claro, em suas propostas, o objetivo do projeto (etapas, itens orçamentários, cronograma de execução e, principalmente, indicar as medidas de democratização e acessibilidade que pretendem com ele) para que a análise técnica dele não fique comprometida. Uma vez analisado, chega a hora de entregar a documentação exigida no edital e, aqui nessa fase, não adianta fazer arranjos. Se não cumprir com todos os requisitos legais, o projeto não poderá seguir para fase seguinte de apreciação por parte dos integrantes da CNIC, que poderão aprová-lo ou não, e até sugerir algumas mudanças&#8221;, explicou Denise Terra, coordenadora-geral de Prestação de Contas e Projetos Culturais.</p>
<p><strong>PARCEIROS</strong><br />
O encontro, que reuniu 248 participantes, de 12 Estados brasileiros (AL, BA, CE, GO, MA, MG, PA, PB, PE, RJ, SP, SE) e do Distrito Federal, foi fruto de uma parceria entre o Ministério da Cultura, Secult-PE e Fundarpe, Secretaria de Cultura do Recife, Fundação de Cultura da Cidade do Recife, Santander Cultural e Representação Regional Nordeste do MinC, com apoio do Sistema FIEPE, do Porto Digital, da Jump Brasil, do Instituto Talento Brasil, da Fundação Joaquim Nabuco, da Universidade de Pernambuco e da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ) de Pernambuco. &#8220;Pernambuco, por toda sua vocação cultural, superou todas as nossas expectativas para esse encontro. O público eclético, das mais diferentes linguagens artísticas, compareceu em peso para conhecer mais de perto as propostas do MinC para Lei Rouanet e, como disse o secretário Carlos Paiva, fazer uso dela com mais inteirado de suas especificidades. Saímos daqui fortalecidos e um saldo super positivo, já que, nesses três dias de encontro, a nossa Comissão conseguiu analisar 569 projetos de todo o Brasil&#8221;, disse a coordenadora-geral da CNIC, Érika Freddi.</p>
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