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	<title>Portal Cultura PE &#187; Milton Nascimento</title>
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		<title>Musical gratuito celebra a obra de Milton Nascimento no Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 18:44:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A turnê 2017 do espetáculo “Milton Nascimento – Nada será como Antes” aporta no Cais da Alfândega no sábado, 7 de outubro. A partir das 19h, o público pernambucano terá a oportunidade de conferir, pela primeira vez no Recife, o musical que circula pelo Brasil desde 2012 e já foi aplaudido por mais de 400 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A turnê 2017 do espetáculo “Milton Nascimento – Nada será como Antes” aporta no Cais da Alfândega no sábado, 7 de outubro. A partir das 19h, o público pernambucano terá a oportunidade de conferir, pela primeira vez no Recife, o musical que circula pelo Brasil desde 2012 e já foi aplaudido por mais de 400 mil espectadores.</p>
<div id="attachment_54032" aria-labelledby="figcaption_attachment_54032" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Möeller & Botelho/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/Milton-Nascimento-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-54032" alt="Möeller &amp; Botelho/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/Milton-Nascimento-01-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo gratuito acontece no Cais da Alfândega</p></div>
<p>Dirigido por Charles Möeller &amp; Claudio Botelho, a obra é uma homenagem aos 50 anos de carreira de Milton, um dos maiores ícones da música brasileira, que produziu um imenso repertório de clássicos atemporais. No palco, treze artistas, entre atores e músicos, dão voz a questões centrais na música do homenageado, como amor, amizade, criação artística, negritude, brasilidade e solidão. “Não há uma divisão entre orquestra e atores: todos são uma única voz a serviço da brilhante obra musical de Milton”, explica Claudio Botelho.</p>
<p>O cenário, de Rogério Falcão, remete a uma tradicional casa mineira e os figurinos, assinados por Charles Möeller, tem um ar de ‘roupa vivida’, como se tivessem saído de um antigo baú. “Milton fala de temas fundamentais com um despojamento sem igual. A ideia maior do musical é colocar os atores como se fizessem parte de um grupo antigo, uma espécie de &#8216;clube da esquina&#8217; que ficou esquecido no interior”, resume Charles Möeller.</p>
<p>O roteiro do musical se divide em quatro atos correspondentes às estações do ano. Enquanto composições que remetem a um solar imaginário interiorano (&#8216;Bola de Meia, Bola de Gude&#8217;, &#8216;Aqui é o País do Futebol&#8217;) compõem o Verão, &#8216;A Cigarra&#8217;, &#8216;Um Girassol da Cor do seu Cabelo&#8217; e &#8216;Nuvem Cigana&#8217; dão colorido à Primavera. Clássicos que atravessaram gerações (&#8216;Cais&#8217;, &#8216;Caçador de Mim&#8217;, &#8216;Encontros e Despedidas&#8217; e &#8216;Faca Amolada&#8217;) moldam o Outono e continuam pelo Inverno, com &#8216;Nada Será como Antes&#8217; e &#8216;O que foi Feito Devera&#8217;.</p>
<p>MILTON NASCIMENTO – NADA SERÁ COMO ANTES conta desde 2014 com patrocínio exclusivo da REDE, através da Lei Rouanet. O espetáculo iniciou sua trajetória pelas cidades mineiras de Uberlândia, Belo Horizonte, Ouro Preto e Juiz de Fora. Em 2016, alcançou também as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Goiânia, sempre com apresentações ao ar livre, de acesso gratuito, em palcos montados nas praças públicas. Este ano, o musical conquista o Nordeste, com sessões em Fortaleza, Natal, Recife e Salvador.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>MILTON NASCIMENTO – NADA SERÁ COMO ANTES no Recife (PE)</strong><br />
Um espetáculo de CHARLES MÖELLER &amp; CLAUDIO BOTELHO<br />
Sábado, 7 de outubro | Às 19h<br />
Local: Cais da Alfândega, s/n/ Bairro do Recife<br />
Acesso gratuito | 2.000 lugares (cadeiras)<br />
Área reservada para pessoas com deficiência</p>
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		<title>Pernambucanas dirigem musical com canções de Milton Nascimento e Liz Valente</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2015 12:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruno Souza Em meio ao boom de espetáculos musicais que tem atraído uma legião de espectadores aos palcos dos grandes teatros pelo Brasil, Recife desponta, no cenário nacional, como uma das capitais que mais recebem montagens do gênero no Nordeste. Aliando música, dança e diálogos falados, o musical parece ter caído de vez no gosto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26350" aria-labelledby="figcaption_attachment_26350" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernanda Acioly/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/ABRACO-2-por-Fernanda-Acioly-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-26350" alt="Fernanda Acioly/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/ABRACO-2-por-Fernanda-Acioly-1-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">No elenco, oito atores-cantores vivem os personagens Paulinha, Bebeto, Téo, Sacola, Soninha, Miguel, Maria e Gabi</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Em meio ao <em>boom</em> de espetáculos musicais que tem atraído uma legião de espectadores aos palcos dos grandes teatros pelo Brasil, Recife desponta, no cenário nacional, como uma das capitais que mais recebem montagens do gênero no Nordeste. Aliando música, dança e diálogos falados, o musical parece ter caído de vez no gosto dos pernambucanos. Para se ter ideia, só neste primeiro semestre, já passaram por aqui produções como: <em>Rita Lee mora ao lado</em>, <em>Viva Raul &#8211; o tributo</em> e <em>Noviças Rebeldes</em>. Entusiasmadas com a quantidade de montagens que desembarcaram na capital pernambucana nos últimos tempos, as atrizes/diretoras Duda Martins e Lívia Lins, da <a href="https://www.facebook.com/dispersosciadeteatro?fref=ts" target="_blank"><strong>Dispersos Companhia de Teatro</strong></a>, decidiram produzir seu próprio musical: <em>Abraço &#8211; Nunca estaremos sós</em>.</p>
<p>Com sotaque tipicamente nordestino e canções de Milton Nascimento e Liz Valente, além de composições autorais, o espetáculo narra a saga de oito jovens amigos que resolvem se aventurar no universo do teatro. Tendo como pano de fundo a década de 90 e todas as suas cores, modismos, figurinos, gírias e até os hits musicais que mais fizeram sucesso na época, a peça possui uma abordagem metalinguística, uma vez que, no desenrolar da história, os personagem tentam montar um musical. &#8220;É a paixão em comum pela música que move os jovens da nossa montagem. Mesmo que aconteçam alguns atropelos e desencontros nesse percusso, eles mostram que a arte é um caminho possível&#8221;, disse Duda Martins sobre o enredo.</p>
<div id="attachment_26434" aria-labelledby="figcaption_attachment_26434" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernanda Acioly/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/duda-martins-livia-lins.jpg"><img class="size-medium wp-image-26434" alt="Fernanda Acioly/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/duda-martins-livia-lins-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Duda Martins e Lívia Lins atuam e dirigem o musical</p></div>
<p>Ela, que assina a direção do espetáculo com Lívia Lins, contou à equipe do <strong>Portal Cultura.PE</strong> que está surpreendida com a aceitação do público recifense. &#8220;Desde a primeira temporada no Eva Hertz (Livraria Cultura do Shopping RioMar), temos tido casa cheia. É uma grata surpresa, e acho que isso se deve à temática da peça, que gera uma identificação imediata com a plateia&#8221;, afirmou na entrevista que você pode conferir abaixo, na íntegra.</p>
<p><b>1) Esta é a sua primeira incursão na direção de um musical? Quando surgiu a ideia de produzir o espetáculo?</b><br />
Sim. Essa é minha primeira experiência na direção de um espetáculo, bem como de Lívia Lins, que divide comigo a direção do musical e da companhia. Como o gênero ainda está se difundindo por aqui [no Recife], e, principalmente, tem pouca coisa com a nossa cara, a cara do Nordeste, queríamos montar um musical que unisse essas duas vertentes culturais das quais nós, nordestinos, somos feras: teatro e música. Depois disso, pensamos no tema, uma história de amizade que, além de ser excelente para musicar, gera uma identificação imediata no público. Afinal, todos nós temos amigos.</p>
<p><b>2) Embora a <em>Broadway</em> trabalhe há anos com montagens desse gênero, parece que só agora, no Brasil, o público tem criado/despertado interesse pelos musicais. A que se deve isso? E aproveitando o gancho: quais são as especifidades de um espetáculo como esse?</b><br />
O teatro sobrevive da sua reinvenção. Em meados de 60, o teatro brasileiro começou a importar alguns musicais, mas, logo em seguida, seguiu com as próprias pernas com espetáculos memoráveis como <i>Ópera do Malandro</i>, <i>Gota d&#8217;água</i>, <i>Roda Viva</i>, de Chico Buarque, todos brasileiros e bem engajados politicamente. Depois houve um esfriamento e a volta dos <i>broadwayanos</i> adaptados: <i>Hair</i>, <i>Godspell</i>, <i>O Rei Leão</i>, super produções. Às vezes, o público gosta de consumir o que vem de fora, dá pouco valor ao que é daqui. O dinheiro que estas produções têm alavanca o seu sucesso e por aí vai. Nós, da <i>Dispersos</i>, nos inspiramos em grupos que não desistiram de fazer musicais com a nossa cara. O<strong> <a href="http://www.grupopontodepartida.com.br/" target="_blank"><em>Ponto de Partida</em></a></strong>, de Minas Gerais, é uma grande inspiração. Desenvolveu uma linguagem própria, uma dramaturgia musicada, essencialmente brasileira, e hoje tem mais de 30 espetáculos no repertório. O <a href="http://www.grupogalpao.com.br/" target="_blank"><strong><em>Galpão</em></strong></a> (também de MG) é ainda outro exemplo de resistência, qualidade e sucesso. Queremos falar e cantar a nossa língua. Usar os nossos instrumentos, nossos arranjos, falar da gente.</p>
<p><b>3) O <i>Abraço &#8211; Nunca estaremos sós</i> traz em seu repertório canções de Milton Nascimento, Liz Valente e também composições autorais. Você poderia comentar as referências – textos, músicas, etc. – que embasaram o trabalho? Comentamos um pouco mais acima sobre a sinopse, mas de que se trata o enredo do musical? Quem assina a dramaturgia do espetáculo?</b><br />
Tudo foi feito a partir de uma pesquisa sobre o gênero musical. “O que queremos cantar?” &#8220;Que músicas remetem à amizade, à nostalgia de um tempo que não volta, à saudade, sonhos, às relações longe da era tecnológica?” Impossível deixar Milton Nascimento, Clube da Esquina e Lô Borges fora disso. Enquanto outros estavam exilados, estes artistas resistiram falando de esperança. <a href="https://lizvalente.bandcamp.com/" target="_blank"><strong>Liz Valente</strong></a> apresenta também essa raiz mineira, mas é uma voz nova no cenário musical, e seu disco <i>Pipa Amarela</i> caiu como uma luva para pensarmos estas relações. Os temas das músicas foram o mote para compor outras canções e também o nosso texto, construído por Bruno Gueiros e umas pinceladas do grupo. Com o <i>Abraço</i> queremos resistir falando de esperança, embora isso soe um pouco meloso.</p>
<div id="attachment_26400" aria-labelledby="figcaption_attachment_26400" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernanda Acioly/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/ABRACO-por-Fernanda-Acioly.jpg"><img class="size-medium wp-image-26400" alt="Fernanda Acioly/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/ABRACO-por-Fernanda-Acioly-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Atores são acompanhados por um banda, que executa as músicas ao vivo</p></div>
<p><b>4) Deu trabalho colocar os atores para cantarem em cena? Como foi o processo de escolha dos atores para o espetáculo? Vocês são acompanhados por uma banda durante a encenação da montagem?</b><br />
Não deu trabalho porque todos já cantavam. Esse foi o primeiro critério. Alguns estão tendo sua primeira experiência enquanto atores. Sim, dá trabalho, mas é maravilhoso ver um ator nascendo e despertando a paixão pelo teatro, além da música. A banda, que chamamos de “conjunto”, como diziam nos anos 90, é formada por quatro excelentes músicos, dois deles são os nossos diretores musicais: o maestro Victor Bertonny e Leila Chaves.</p>
<p><b>5) Agora falando da parte técnica. Qual a maior dificuldade para produzir um musical?</b><br />
Fazer com que as músicas e as coreografias sejam texto. Que não haja separação entre cantar, dançar e interpretar, o que é difícil, já que cada uma dessas habilidades artísticas exige muito do ator. No nosso caso, é ainda mais difícil porque eu e Lívia dirigimos e estamos em cena.</p>
<p><b>6) Como tem sido a receptividade do público pernambucano? Até quando vocês ficam em cartaz no Teatro Hermilo Borba Filho?</b><br />
Uma grata surpresa. Somos um grupo novo, esse é o nosso primeiro grande trabalho e já fizemos muitos amigos. As pessoas de fato se emocionam com as cenas, com a história da peça, nos escrevem contando suas histórias de amizade, fazem questão de nos abraçar ao final de cada espetáculo. Fizemos uma minitemporada de três dias no Eva Herz, da Livraria Cultura do RioMar, e as três sessões lotaram, com gente voltando para casa. Diante disso, pensamos em uma temporada de um mês no Hermilo e tem sido tão bacana quanto. Ficamos até o dia 28, aos sábados e domingos.</p>
<p><b>7) Há algum plano de viajar com o musical por outros estados do Nordeste? Quais são os próximos projetos da Dispersos Cia. Teatro?</b><br />
Claro. Fizemos o <i>Abraço</i> com nosso suor e dinheiro do nosso bolso. O que é difícil, mas massa, porque não esperamos nada para fazer teatro. Viajar sem grana não é o ideal, mas vamos fazer também, se for preciso. Recebemos alguns convites para o interior, estados próximos e estamos avaliando o que será viável. Os projetos da <i>Dispersos</i> visam, literalmente, dispersar a nossa arte por aí, sempre com teatro e música. Estamos lendo alguns textos, ouvindo alguns compositores, mas acredito que até o meio do próximo ano saia alguma produção nova por aí.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Musical Abraço &#8211; Nunca estaremos sós</em><br />
De 6 a 28 de junho, aos sábados e domingos.<br />
Local: Teatro Hermilo Borba Filho.<br />
Horário: sábados, às 19h | domingos, às 18h.<br />
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia) à venda antecipadamente pelo telefone 9.9574-7657 ou 2h antes, na bilheteria do teatro.</p>
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		<title>Diversidade de ritmos embala a noite no Palco Pop</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jul 2012 20:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Cecília Almeida “Nunca senti meu nome como um peso”, confessou Ylana Queiroga logo após sua apresentação no Palco Pop do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), numa sexta-feira (20/7) marcada pela mistura de ritmos. Filha de Nena Queiroga e do Maestro Spok, a jovem cantora considera que o sobrenome ajudou sua carreira: “É [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Por Cecília Almeida</p>
<p>“Nunca senti meu nome como um peso”, confessou Ylana Queiroga logo após sua apresentação no Palco Pop do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), numa sexta-feira (20/7) marcada pela mistura de ritmos. Filha de Nena Queiroga e do Maestro Spok, a jovem cantora considera que o sobrenome ajudou sua carreira: “É legal você fazer algo que o público já espera que seja bom. É uma responsabilidade talvez um pouco maior, a gente se cobra um pouco mais. Mas no final a gente tá aqui pra tentar fazer o melhor”, disse.</p>
<div id="attachment_6265" aria-labelledby="figcaption_attachment_6265" class="wp-caption img-width-350 aligncenter" style="width: 350px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-29.jpg"><img class="size-full wp-image-6265" alt="Ylana Queiroga foi segunda atração da noite e fez o público pedir bis. Foto:Costa Neto/Secult" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-29.jpg" width="350" height="461" /></a><p class="wp-caption-text">Ylana Queiroga foi segunda atração da noite e fez o público pedir bis. Foto:Costa Neto/Secult</p></div>
<p dir="ltr">Acompanhada por uma banda de excelente qualidade técnica, Ylana foi a segunda atração da noite, subindo ao palco após o show da banda garanhuense PE 5. Em sua primeira apresentação no FIG, a moça agradou o público com sua voz doce e firme. Após o show, ela exaltou a relevância do Festival, que, na opinião dela, já se tornou referência nacional: “Estava em São Paulo quando comentei que ia fazer um show no Festival de Inverno e as pessoas já conheciam o evento, sabiam onde era. É muito importante ter um circuito que apresenta a música pernambucana”.</p>
<p>A tradição musical pernambucana, aliás, é a base do primeiro álbum da moça, que foi produzido pelo irmão Yuri Queiroga e deve sair no segundo semestre deste ano. “A gente passou cinco anos preparando esse disco. Gravamos aqui, no Rio de Janeiro, e fomos juntando nossas experiências durante esse tempo”, declarou a cantora, que menciona entre suas influências artistas como Alceu Valença, Marisa Monte, Siba e a islandesa Björk.</p>
<p>Ylana estava ansiosa para curtir o restante da programação do dia no FIG: “É uma honra estar escalada no mesmo dia de Marcelo Jeneci, Lenine e Milton Nascimento. Vou correr para a Guadalajara pra acompanhar”. Os integrantes da banda paulista Cérebro Eletrônico, que encerrou a noite com sua sonoridade pós-tropicalista, concordam com a cantora. “Vamos fazer de tudo para conferir os shows”, declarou Fernando Maranho, guitarrista.</p>
<p>Foi a quarta vez do grupo em Pernambuco, mas a primeira no FIG. “Pra gente é um prazer enorme estar aqui num estado que tem uma relação tão legal com a música, permitindo que gerações e gerações consigam fazer um trabalho musical com muita qualidade”, apontou Tatá Aeroplano, vocalista da Cérebro Eletrônico. “Esse festival é uma prova de que o estado trabalha muito bem a sua música”, completou. Tatá e Fernando aproveitaram para elogiar o trabalho de músicos pernambucanos como Otto, Junio Barreto, Lirinha e Siba. O grupo pretende trabalhar no quarto disco ainda este ano.</p>
<div id="attachment_6269" aria-labelledby="figcaption_attachment_6269" class="wp-caption img-width-347 aligncenter" style="width: 347px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-30.jpg"><img class="size-medium wp-image-6269" alt="Da Argentina, Banda La Viajerita (Foto:Costa Neto/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-30-347x486.jpg" width="347" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Da Argentina, Banda La Viajerita (Foto:Costa Neto/Secult-PE)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Um dos grandes destaques da noite foi o show da simpática dupla argentina La Viajerita, composta por Mariela Carrara (voz e cojón) e Ornela Lanzilotto (voz, acordeon e cojón peruano). No repertório, músicas folclóricas argentinas, tango e até algumas homenagens a cantores brasileiros. A versão de Timoneiro, de Paulinho da Viola, foi um dos pontos altos da apresentação. “Muito bonita a homenagem que fizeram à música brasileira”, avaliou a garanhuense Ana Beatriz, que já acompanha o trabalho da dupla há algum tempo. “O show foi maravilhoso, tudo o que eu esperava”, disse, enquanto aguardava a saída das artistas, que cumprimentaram os fãs e distribuíram autógrafos após o show.</p>
<p>No sábado (21/7), último dia de FIG, a festa no Palco Pop está garantida com Daniel Peixoto, Rimocrata, Tibério Azul e Cascabulho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Jeneci, Lenine e Milton: três gerações da MPB no penúltimo dia do FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jul 2012 19:44:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sexta-feira (20/7) na Guadalajara foi marcada pela sintonia entre o público do festival e artistas Por Julya Vasconcelos De sobretudo preto, cachecol e violão em punho, Milton Nascimento entra como espécie de deus no palco Guadalajara nesta sexta-feira (20/7), penúltimo dia do FIG. “Um trem-de-ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Sexta-feira (20/7) na Guadalajara foi marcada pela sintonia entre o público do festival e artistas</p>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<div id="attachment_6192" aria-labelledby="figcaption_attachment_6192" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-18.jpg"><img class="size-medium wp-image-6192" alt="Milton Nascimento faz show emocionante na Esplanada Guadalajara (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-18-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Milton Nascimento faz show emocionante na Esplanada Guadalajara (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">De sobretudo preto, cachecol e violão em punho, Milton Nascimento entra como espécie de deus no palco Guadalajara nesta sexta-feira (20/7), penúltimo dia do FIG. “Um trem-de-ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, o dia, atravessou minha vida, virou só sentimento”. Os versos de Adélia Prado são citados por Milton para um público de cerca de 60 mil pessoas que lotavam a esplanada no centro de Garanhuns, e introduz a música “Encontros e Despedidas”, um dos grandes sucessos do compositor.</p>
<p>A setlist de Milton foi recheada de clássicos conhecidos do grande público, como “Coração de Estudante”, “Bola de meia, bola de gude”, “Caxangá”, “Fé Cega, Faca Amolada” e “Maria, Maria”. O que, em se tratando de algum outro compositor, poderia se tornar apenas uma solução cômoda, no caso de Milton, não fez com que o seu show fosse menos tocante. No meio dos grandes clássicos, um inusitado cover da banda mineira Jota Quest quebrou um pouco o clima do show, mas sem comprometer.</p>
<p dir="ltr">“Canção da América”, pode-se dizer, foi interpretada por 60 mil pessoas . Milton, sentado numa cadeira, de olhos fechados, apenas guiou o ritmo com uma das mãos, e fez com que toda a Esplanada Guadalajara cantasse em coro o clássico.</p>
<p>O virtuosismo da banda de Milton que, apesar do repertório “óbvio”, não titubeou nas longas introduções, solos e reinterpretações, foi, definitivamente, o ponto alto da apresentação. Era possível ver, perto do palco, muitas pessoas visivelmente emocionadas. “Foi muito especial para mim. Eu só lembrava daquilo que Caetano fala, que Milton é muito espiritual”, diz a publicitária Lellye Lima, com os olhos marejados depois de ouvir “Travessia”.</p>
<p>A cumplicidade do público pernambucano com Lenine e Marcelo Jeneci</p>
<p>“Eu acho que do mesmo jeito que a gente acaba aproximando as pessoas que parecem com a gente quando a gente tá querendo namorar alguém, acontece a mesma coisa com o público daqui. Tem a ver com jogo de sedução. O resultado tem sido bonito”, afirmou Marcelo Jeneci sobre sua presença constante em palcos nordestinos. É a 3ª vez, em menos de um ano, que o músico pisa em solo pernambucano. Com um show descaradamente romântico, ele parece coroar a sua relação de intimidade e cumplicidade com o público da cidade.</p>
<div id="attachment_6193" aria-labelledby="figcaption_attachment_6193" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-19.jpg"><img class="size-medium wp-image-6193" alt="Marcelo Jeneci (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-19-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Jeneci (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)</p></div>
<p style="text-align: left;"> Jeneci abre o show com “Copo d’água” para um público que já lotava a Esplanada Guadalajara às 22h, depois da abertura da noite com a banda local Lux Time. Mas é quando o músico começa a tocar os primeiros acordes do seu característico acordeon na música “Felicidade”, que a platéia vibra. “Pra Sonhar”, “Dar-te-ei” e “Feito para acabar” geraram conexão instantânea com o público, composto por muito fãs do músico, que se espremiam no gargarejo cantando em coro todas as canções. Cleyton Muniz, de Caruaru, e Maria Luiza, de Recife, vieram ao festival exclusivamente para ver  o show de Marcelo Jeneci.</p>
<div id="attachment_6194" aria-labelledby="figcaption_attachment_6194" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-20.jpg"><img class="size-medium wp-image-6194" alt="Lenine na Guadalajara (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-20-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lenine na Guadalajara (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Lenine fez um show cheio de energia, que também evidenciou sua conexão com a plateia, que cantou em coro praticamente todas as músicas apresentadas pelo cantor, inclusive as do repertório do novo disco. Grandes sucessos como “Paciência”, “Relampiando”e “A Rede” dividiram espaço com as novas canções de “Chão”.</p>
<p dir="ltr">Priscila Garcia e Karina Siqueira vieram em uma excursão com 16 pessoas de Caruaru somente para ver o show do compositor pernambucano: “Foi perfeito. Todos os shows dele até hoje sempre me surpreendem”, conta Karina enquanto espera pela aparição do cantor na porta do backstage.</p>
<p>Fechando a noite, Antúlio Madureira trouxe um show recheado de ritmos dançantes que fez o público se esquentar sob uma garoa fina que caía sobre a cidade por volta das 3h da manhã.</p>
<p>Amanhã, no último dia do FIG, estarão na Guadalajara:</p>
<p>21h – Andréa Amorim</p>
<p dir="ltr">22h – Edgard Scandurra</p>
<p dir="ltr">23h – Jorge Ben-Jor</p>
<p dir="ltr">00h30 – Lulu Santos</p>
<p dir="ltr">02h – N´Zambi, Buguinha Dub e Convidados</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Milton Nascimento &#8211; FIG 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jul 2012 16:11:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[FIG 2012]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 21/07/2012. Show de Milton Nascimento na Praça Guadalajara, em 20 de julho de 2012, durante o 22º Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
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		<title>Guadalajara recebe Milton Nascimento e Lenine</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2012 20:51:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Cantor paulista Marcelo Jeneci também é destaque na programação</p>
<p> Os compositores Milton Nascimento e Lenine são as grandes atrações da penúltima noite do 22° Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), prometendo encher a Esplanada Guadalajara de energia e muito romantismo. O cantor paulista Marcelo Jeneci será a segunda atração da noite, que também conta com a participação da banda Lux Time e do compositor instrumentista Antúlio Madureira.</p>
<div id="attachment_6279" aria-labelledby="figcaption_attachment_6279" class="wp-caption img-width-593 aligncenter" style="width: 593px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-33.jpg"><img class="size-full wp-image-6279" alt="Marcelo Jeneci é a segunda atração da Guadalajara na sexta-feira. Foto: Divulgação" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-33.jpg" width="593" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Jeneci é a segunda atração da Guadalajara na sexta-feira. Foto: Divulgação</p></div>
<p>A banda garanhuense Lux Time abre a programação do dia, que começa a partir das 21h na Esplanada Guadalajara. O compositor e multiinstrumentista Marcelo Jeneci assume o palco em seguida, trazendo no repertório músicas de “Feito pra acabar”, um dos melhores discos de 2012 segundo veículos como a revista Rolling Stone. O cantor paulista já fez músicas com Vanessa da Mata e Arnaldo Antunes.</p>
<p>Lenine é a terceira atração da noite, a partir das 23h. O cantor e compositor recifense apresenta no FIG a turnê “Chão”, inspirada no décimo álbum da sua carreira, que leva o mesmo título. O trabalho com dez canções inéditas pode ser definido como “eletrônico, orgânico e concreto”. Para Lenine, o disco é “pessoal, passional e intransferível”. Além das músicas do álbum, o show também conta com sucessos do compositor, como “Jack soul brasileiro”, “Leão do norte” e “Paciência”.</p>
<p>A energia inconfundível de Lenine é seguida pela apresentação de Milton Nascimento. Premiado mundialmente, Milton traz para a Guadalajara a turnê de seu álbum “E a gente sonhando”, 46° trabalho do “Bituca”, sem contar com as participações em outros projetos. Sua voz inesquecível e melodias marcantes prometem embalar o público a partir da meia noite e meia.</p>
<p>Para encerrar o penúltimo dia do FIG na Guadalajara, Antúlio Madureira apresenta o espetáculo “Cavaleiro de sol”, promovendo um encontro de sons e ritmos que vão do popular ao erudito. Antúlio percorre as muitas vertentes rítmicas da música brasileira. O show apresenta, em seu repertório, releituras de suas composições, além de antecipar ao grande público músicas que serão lançadas apenas em seu próximo trabalho.</p>
<p>Palco Guadalajara (sexta – 20/7)</p>
<p>21h00 – Lux Time</p>
<p dir="ltr">22h00 – Marcelo Jeneci</p>
<p dir="ltr">23h00 – Lenine</p>
<p dir="ltr">00h30 – Milton Nascimento</p>
<p dir="ltr">02h00 – Antúlio Madureira</p>
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