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	<title>Portal Cultura PE &#187; Miró</title>
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		<title>Cepe Editora celebra o legado literário do poeta Miró na Praça da Palavra do 31o FIG</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 14:46:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) volta a patrocinar e integrar a programação da Praça da Palavra, polo literário do Festival de Inverno de Garanhuns, que chega a sua 31ª edição. Considerado um dos mais importantes festivais multiculturais do país, o FIG acontece de 21 a 30 de julho, com extensa programação, com coordenação da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_102791" aria-labelledby="figcaption_attachment_102791" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: João Freire</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/miródamuribecafotodejoaofreire_secultpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-102791" alt="Foto: João Freire" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/miródamuribecafotodejoaofreire_secultpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Poeta Miró da Muribeca é homenageado este ano no FIG</p></div>
<p dir="ltr">A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) volta a patrocinar e integrar a programação da Praça da Palavra, polo literário do Festival de Inverno de Garanhuns, que chega a sua 31ª edição. Considerado um dos mais importantes festivais multiculturais do país, o FIG acontece de 21 a 30 de julho, com extensa programação, com coordenação da Secretaria de Cultura do Estado e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p dir="ltr">Este ano, o polo literário recebe o nome de Luís Jardim (1901-1987), em memória do jornalista, escritor, tradutor, desenhista e pintor garanhuense, prestando ainda homenagem a outro grande pernambucano: o poeta Miró da Muribeca (1960-2022), um dos mais importantes nomes da poesia urbana contemporânea brasileira. Nesta edição, a Cepe faz um tributo ao escritor de Garanhuns Helder Herik, que empresta o seu nome ao estande/livraria a ser instalado na praça pela editora.</p>
<p dir="ltr">Localizada na Praça Souto Filho, a Praça da Palavra Luís Jardim contará com palco, estandes e área de convivência, para receber as programações da Cepe, secretarias de Cultura e de Educação do Estado, Sesc e parceiros. Bate-papos, recitais, performances, lançamentos de livros, contações de histórias integram as opções oferecidas ao público.</p>
<p dir="ltr">O editor da Cepe, jornalista Diogo Guedes, assegura que a programação tem a ideia de celebrar a obra de Miró, mostrar parte da produção recente da Cepe Editora e também aproveitar o espaço para discutir temas da literatura e dos livros. “As mesas e conversas vão da poesia às HQs, das fotografias à ficção, sempre com a palavra e os livros em destaque, nesse palco privilegiado da cultura pernambucana que é o FIG”, antecipa.</p>
<p dir="ltr">Entre os destaques da programação da Cepe Editora, o lançamento do livro Sonia em Fotobiografia, organizado pelo jornalista e designer Augusto Lins Soares, que já assinou as fotobiografias de Chico Buarque (Revela-te, Chico, Editora Bem Te Vi, 2018) e de Dom Helder Camara (O Santo Revelado, Cepe, 2019). Em mais de duzentas imagens, o título &#8211; primeira fotobiografia de Sonia Braga &#8211; revela a vida e trajetória da atriz, considerada pelo The New York Times como uma das melhores artistas de cinema do século 21. O lançamento acontecerá no palco da Praça da Palavra, sábado (29), a partir das 15h, com um bate-papo entre Augusto Lins e a editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<p dir="ltr">O poeta Miró, autor de livros do catálogo da Cepe, também pontua a programação da editora, em ações voltadas para o público infantil e em mesas como “Miró, os caminhos de uma biografia”. O bate-papo reunirá o escritor e editor Wellington de Melo, o jornalista, escritor e editor Thiago Corrêa, tendo na mediação a editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni. “A mesa será uma conversa sobre o processo de escrita da biografia de Miró, que está a meu encargo. Será uma conversa entre dois biógrafos, já que Thiago Corrêa escreveu para a Cepe a biografia de Gilvan Lemos. Há uma curiosidade, no sentido de que ambos biografados faleceram no meio do processo. Conversaremos sobre os desafios impostos a mim, o estágio da escrita, anteciparei algumas descobertas e deixarei o gostinho de algumas revelações que só serão dadas no livro”, avalia Wellington.</p>
<p dir="ltr">No domingo (30), das 16h às 17h, a Cepe promove a mesa “Fazer Literatura a partir de Garanhuns”, com os escritores garanhuenses Nivaldo Tenório, Helder Herik e Thiago Corrêa. “Acho ótima a oportunidade de conversar sobre o tema, ainda mais no FIG, quando temos um público fora da cidade que poderá se inteirar sobre o trabalho do escritor na nossa cidade e, com isso, se interessar por essa literatura”, destaca Nivaldo. Ele é autor de Verão (Cepe, 2022), Ninguém detém a noite (Confraria do Vento, 2017) e Dias de febre na cabeça (1ª edição pela U-Carbureto, 2012 e 2ª edição pela Confraria do Vento, 2014).</p>
<p dir="ltr">De acordo com Nivaldo, há um movimento crescente em Garanhuns, já há alguns anos, que pode ser chamado de cena literária. “Recife já se apercebeu disso, aqui há bons escritores, editores e gente que gosta de produzir jornal de cultura”, diz ele. “Quanto ao resto, temos as mesmas dificuldades de qualquer cidade do Brasil, é verdade que a internet estreitou as distâncias, não temos mais necessidade de ir para o Sudeste como fez Osman Lins, mas não é fácil colocar um livro na praça e ser lido e ter visibilidade, mesmo se tratando de um bom livro.”</p>
<p dir="ltr">Opção para crianças e adultos, a oficina do projeto Galeria Reciclada ensinará aos interessados como construir peças artesanais a partir de resíduos sólidos, como papel, garrafas, copos descartáveis. A proposta, criada em 2017, é uma ação de responsabilidade ambiental da Cepe idealizada e coordenada por Júlio Gonçalves, gerente de projetos sustentáveis da empresa. Além da oficina, o estande abrigará uma exposição do Galeria Reciclada. A oficina acontecerá no estande da editora, que também abrigará uma exposição com as peças do projeto.</p>
<p dir="ltr"><strong>HELDER HERIK </strong> - Poeta, editor e professor, Helder Herik Cavalcanti Soares nasceu em Garanhuns, em 1979. Escreve desde jovem e suas primeiras poesias e crônicas foram publicadas em jornais da cidade. Em 2008, lançou seu primeiro livro de poesias (A Morte) e logo depois As plantas crescem latindo (2009), Sobre a lápide: o musgo (2011) e A invenção dos avós (2013) pela editora U-Carbureto. Venceu o II Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro Rinoceronte dromedário (2015, Cepe Editora) e o Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura 2021 com Auto de Javalis e unguentos (2022, Cepe Editora). É também autor do livro infantil O menino mais estranho do mundo (2019, Cepe Editora), vencedor da categoria infantil do 1º Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil.</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação da Cepe Editora na Praça da Palavra </strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado &#8211; 22/07 </strong></p>
<p dir="ltr">Homenagem a Miró da Muribeca<br />
10h às 11h &#8211; Contação de história do livro infantil Atchim! (Cepe Editora, 2019), de Miró da Muribeca (textos) e Cau Gomez (ilustrações), com Yalle Feitosa.</p>
<p dir="ltr">17h às 18h &#8211; Mesa “Miró, os caminhos de uma biografia”, bate-papo entre o escritor e editor Wellington de Melo e o jornalista, escritor e editor Thiago Corrêa.</p>
<p dir="ltr"><strong>Domingo &#8211; 23/07 </strong></p>
<p dir="ltr">10h às 17h &#8211; Contação de história do livro infantil A vaca macaca (Cepe Editora, 2022), de Eduardo Cesar Maia (texto) e Ildembergue Leite (ilustrações), com Yalle Feitosa.</p>
<p dir="ltr">15h às 16h &#8211; Conversa sobre publicação e edição de revistas em quadrinhos, com João Lin e Christiano Mascaro (dois dos autores das HQs Ragu 8 &#8211; Cepe, 2021 e Ragu 9 &#8211; Cepe, 2022). Mediação de Diogo Guedes.</p>
<p dir="ltr">16h às 17h &#8211; Bate-papo com Clarice Hoffman e Greg, autores da HQ Pedra d’Água (Cepe, 2023), sobre a ligação de Clarice Lispector com o Recife. Mediação de Diogo Guedes.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado &#8211; 29/07 </strong></p>
<p dir="ltr">15 às 16h &#8211; Lançamento do livro Sonia em fotobiografia. Bate-papo entre o organizador da obra, Augusto Lins Soares, e a editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<p dir="ltr"><strong>Domingo &#8211; 30/07</strong></p>
<p dir="ltr">10 às 11h &#8211; Contação de história do livro infantil E eu, só uma pedra, (Cepe Editora, 2016), de Helton Pereira e Cau Gomez (ilustrações), com Yalle Feitosa.</p>
<p dir="ltr">Júlio Gonçalves e Sandra Raposo (no estande).</p>
<p dir="ltr">16h às 17h &#8211; Bate-papo “Fazer literatura a partir de Garanhuns” com os escritores Nivaldo Tenório, Helder Herik e Thiago Corrêa. Mediação da editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<p dir="ltr"><strong>Ações paralelas à Praça da Palavra: </strong></p>
<p dir="ltr">Projeto Caixa de Leitura &#8211; Doações de livros para bibliotecas e Organizações não Governamentais (ONGs) de Garanhuns.</p>
<p>Ação colaborativa dos projetos Livros nas Praças (Cepe Editora) e Livros Livres (Secult-PE/Fundarpe) &#8211; Distribuição de livros em praças públicas e ruas de Garanhuns.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco anuncia programação do  31º Festival de Inverno de Garanhuns</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-anuncia-programacao-do-31o-festival-de-inverno-de-garanhuns/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 15:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FIG 2023]]></category>
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		<description><![CDATA[Está no ar a programação cultural mais aguardada do Estado e começa agora o reinado da cultura pernambucana. Está liberado circular pelas ruas de Garanhuns e se maravilhar com artistas de todas as expressões, encontrar gente de todos os cantos, ouvir os cantos de muita gente. Artistas locais, personagens da música popular brasileira em vários [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_102648" aria-labelledby="figcaption_attachment_102648" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/Identidade-visual-do-FIG-2023-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-102648" alt="A identidade visual do FIG 2023 é assinada pelo artista e ilustrador Raoni Assis" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/Identidade-visual-do-FIG-2023-2-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A identidade visual do FIG 2023 é assinada pelo artista e ilustrador Raoni Assis</p></div>
<p>Está no ar a programação cultural mais aguardada do Estado e começa agora o reinado da cultura pernambucana. Está liberado circular pelas ruas de Garanhuns e se maravilhar com artistas de todas as expressões, encontrar gente de todos os cantos, ouvir os cantos de muita gente. Artistas locais, personagens da música popular brasileira em vários ritmos e vozes. O Governo de Pernambuco inicia a contagem regressiva para o 31º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG 2023), maior evento artístico do País. Coordenado pela Secretaria de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com a Prefeitura de Garanhuns, o FIG terá uma diversidade de polos culturais distribuídos pelo município. Confira <a href="https://drive.google.com/file/d/114lGNFDZthzfeikjlb99eO8ZUQlEfXZA/view"><b>aqui</b> </a>a programação do 31º FIG.</p>
<p>Ao todo, serão investidos R$ 11,215 milhões no festival. O Governo de Pernambuco está destinando R$ 10,820 milhões, por meio da Secult-PE e Fundarpe, da Secretaria  de Comunicação de Pernambuco, Conservatório de Música, Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), e o parceiro Sebrae aplicará R$ 430 mil em ações no FIG.</p>
<p>O público poderá apreciar atrações artísticas nas mais diversas linguagens. Além da programação musical, estão confirmadas ações de literatura, formação, teatro, circo, audiovisual, dança, cultura popular, patrimônio, design, moda, artes visuais, fotografia e artesanato. Serão 10 dias de celebração, de sol, friozinho gostoso e calor humano, de diversidade de sons, cores, aroma e sabores. De agora em diante a alegria impera, a economia se aquece e no alto da serra, Pernambuco ferve.</p>
<p>De 21 a 30 de julho, o público poderá conferir a programação em 24 polos: além da Esplanada onde é montado o Palco Mestre Dominguinhos, o FIG 2023 vai oferecer programação gratuita nas praças, nos parques, nos pavilhões, no teatro, na catedral, pelas ruas e em diversos outros espaços da cidade. A expectativa é que o município receba milhares de turistas durante o evento.</p>
<p>A força do FIG está não apenas no entretenimento que promove – shows, concertos, espetáculos, exposições, capacitações, seminários e encontros diversos -, mas também no fato de ser uma vitrine do que de mais atual está sendo produzido pelos artistas nacionais, das mais variadas linguagens da arte.</p>
<p>Nesta edição, o Festival apresenta várias novidades ao público. Uma delas é o Palco Regionalidades, no Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcanti, com início no dia 22 de julho e contando com duas apresentações por dia, às 17h e 18h30, até o final do evento. Alguns nomes que passam por este palco são Maciel Salú, Santanna O Cantador, Lucas dos Prazes, Escurinho e Quinteto Paraíba, Quinteto Violado, Terezinha do Acordeon, Jota Michiles (Patrimônio Vivo de Pernambuco) e Nena Queiroga.</p>
<p>Tem também o Palco Pernambuco Lo-Fi, criado com a missão de difundir a cena musical independente pernambucana. Com apresentação do secretário Estadual de Cultura, Silvério Pessoa, e do músico Zeca Viana, a proposta deste novo polo é apresentar ao público shows e debates sobre inovação, criação e circulação da produção musical da periferia e cultura popular, bem como um panorama da música contemporânea de Pernambuco. Alguns nomes da programação são Babi Jaques e Lasserre, Tonfil, N’Zambi, Jáder, Tagore, Abulidu, Tatupeba e Maracatu Pro Mundo.</p>
<p>A cultura popular também vai preencher todos os caminhos do Parque Euclides Dourado, um dos locais mais frequentados durante o Festival de Inverno de Garanhuns, com o Polo Itinerante. A programação conta com cortejos dentro do parque com apresentações da cultura popular pernambucana e atrações como o Bloco Afro Lamento Negro, o Maracatu Águia Misteriosa, a Quadrilha Junina Raízes do Nordeste, o Afoxé Omó Inã e o Bloco das Flores, além de Patrimônios Vivos de Pernambuco como o  Caboclinho Canindé e a Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo e o Clube de Boneco Seu Malaquias, dentre outras.</p>
<p>Outro destaque é a identidade visual do 31º FIG, criada pelo cenógrafo Walter Holmes e ilustrada pelo artista plástico Raoni Assis, com o tema A Cultura Reina. As ilustrações celebram o reisado, manifestação da cultura popular pernambucana que o Mestre Gonzaga de Garanhuns ajudou a manter viva por tantos anos. Clique<strong> <a href="https://drive.google.com/drive/u/1/folders/1G-UAaE2gcM4z1vTHuKRblFc5kRiTcR_O" target="_blank">AQUI</a></strong> e tenha acesso.</p>
<p><strong></strong>O empresário Cyro Ferreira Costa e o Mestre Gonzaga de Garanhuns, do reisado e cordelista, Patrimônio Vivo de Pernambuco (i.m.) são os homenageados desta edição. O produtor cultural Zé da Macuca também recebe homenagem, dando nome ao antigo Palco Pop, que agora também conta com atrações que eram do Palco Forró na programação. Já o poeta Miró da Muribeca dá nome à Praça da Palavra deste ano.</p>
<p>O secretário de Cultura, Silvério Pessoa, destaca o empenho do Governo de Pernambuco em fazer um forte investimento para a realização da 31ª edição do FIG.<i> “No campo das artes, vamos garantir que o FIG seja um território livre para fruição da nossa diversidade, das experiências artísticas e culturais, e das expressões da nossa própria identidade. Desde os valores simbólicos que representam a cultura, ao viés do fortalecimento da economia da cultura, Pernambuco terá um evento que movimenta a cadeia produtiva do setor e muito nos orgulha enquanto pernambucanos”</i>, afirma o gestor.</p>
<p>De acordo com Renata Borba, presidente da Fundarpe, este vai ser u<i>m FIG à altura da cultura pernambucana e da cidade de Garanhuns. “</i>O FIG 2023 conta com uma grade de programação que atinge públicos diversos, desde os que querem os artistas mais aclamados, aos que desejam acompanhar a produção mais alternativa da música, das artes cênicas, da dança, do cinema, ou das famílias com crianças, que têm no FIG não apenas uma opção para as férias para os filhos, mas a chance de colocá-los, desde cedo, em contato com a produção cultural e artísticas do país. Por isso, para nós do Governo de Pernambuco é motivo de muita alegria realizar mais uma edição do Festival de Inverno de Garanhuns”.</p>
<p>“O Festival de Inverno de Garanhuns, com muita cultura, com muita tradição, espalhados nos quatro cantos da Cidade ocorrerá mais uma vez com muito sucesso. O esperado é uma movimentação da economia que ultrapasse os R$ 24 milhões, além, evidentemente, dos efeitos indiretos. Ocupação hoteleira chegando a 100%, e a expectativa é que atraia turistas não só de Pernambuco mas de todo o Brasil&#8221;, destaca o secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco, Daniel Coelho.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">DESTAQUES DO FIG 2023</span></b></p>
<p><b>MESTRE DOMINGUINHOS</b> – O palco principal do FIG, acostumado a receber dezenas de milhares de pessoas nos grandes shows realizados na Praça Mestre Dominguinhos, vai receber as apresentações de grandes nomes da música pernambucana e brasileira, como Orquestra Sanfônica Mestre Dominguinhos, Isaar, Lenine, Maneva, Lula Queiroga, O Teatro Mágico, Geraldo Azevedo, Priscilla Senna, Otto, Conde Só Brega, Academia da Berlinda, Pato Fu, Atitude 67, Tiago Iorc, Baile do Simonal, Mombojó, Arnaldo Antunes, Nação Zumbi, Frejat e Baby do Brasil, entre outros nomes.<b></b></p>
<p><b>PERNAMBUCO LO-FI &#8211; </b>O Palco Pernambuco Lo-Fi é uma das novidades do FIG em sua 31ª edição e foi criado cuidadosamente com a missão de difundir a cena musical independente pernambucana. Com apresentação de Silvério Pessoa e Zeca Viana, a proposta é apresentar ao público shows e debates sobre inovação, criação e circulação da produção musical da periferia e cultura popular, bem como um panorama da música contemporânea de Pernambuco. Alguns nomes da programação são Babi Jaques e Lasserre, Tonfil, N’Zambi, Jáder, Tagore, Abulidu, Tatupeba e Maracatu Pro Mundo.</p>
<p><b> PALCO POP</b> – O Palco Pop tem como novidade a incorporação do forró na sua programação, sendo o lugar para ficar antenado nas novidades da música contemporânea, sem esquecer de quem tem um trabalho consolidado. Este ano o polo homenageia Zé da Macuca (i.m.), fundador do Boi da Macuca. Além do cortejo do Boi da Macuca, haverá no local apresentações de atrações como o Projeto Cena Peixinhos, Mestre Ambrósio, Em Canto e Poesia, Assisão, Cascabulho, Zé Brown e Caju e Castanha, Black Pantera e Devotos, Mundo Livre S/A, Larissa Lisboa, Odair José, Clayton Barros, Tribo de Jah, Gabi da Pele Preta, Bonsucesso Samba Clube e Banda Eddie.</p>
<p><b>CULTURA POPULAR -</b> Começando no dia 22 e seguindo até o 30 de julho, último dia do FIG 2023, a programação do Polo Ariano Suassuna traz como destaques vários Patrimônios Vivos de Pernambuco, como o Maracatu Estrela de Ouro de Aliança, Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu, Velho Xaveco, Banda de Pífanos Folclore Verde, Cambinda Velha de Pesqueira e o Samba de Véio da Ilha de Massangano. Além disso, outras dezenas de atrações das mais diversas expressões da cultura popular pernambucana vão subir ao palco que este ano estará armado na Praça Dr. Manoel Jardim</p>
<p><b>POLO REGIONALIDADES &#8211; </b>Uma das novidades desta edição, o palco fica no Teatro Luiz Souto Dourado, no Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcanti, e terá shows de atrações como Rabecado, Maciel Salú, Cezzinha, Santanna O Cantador, André Macambira, Bande Pau e Corda, Colibri Brasil, Lucas dos Prazeres, Escurinho e Quinteto Paraíba, Banda Vinil Gonzagueira, Dudu do Acordeon, Banda Som da Terra, Isabela Moraes, Quinteto Violado, Terezinha do Acordeon, Jota Michiles, Ciel Santos e Nena Queiroga.</p>
<p><b>POLO ITINERANTE -</b> A cultura popular também vai preencher todos os caminhos do Parque Euclides Dourado,  um dos locais mais frequentados durante o Festival de Inverno de Garanhuns, com o Polo Itinerante. A programação conta com cortejos dentro do parque com apresentações da cultura popular pernambucana e atrações como o Bloco Afro Lamento Negro, o Maracatu Águia Misteriosa, a Quadrilha Junina Raízes do Nordeste, o Afoxé Omó Inã e o Bloco das Flores, além de Patrimônios Vivos de Pernambuco como o  Caboclinho Canidé, a Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo (PV) e o Clube de Boneco Seu Malaquias, dentre outras.</p>
<p><b>INSTRUMENTAL</b> – Considerado o polo mais charmoso do FIG, o palco localizado no Parque Ruber van der Linden recebe uma programação para quem curte música instrumental. Entre os dias 22 e 30 de julho, o público vai poder conferir apresentações de atrações musicais como Fábio Aladdin Trio, Ricardo Vignini, Quinteto Parambuco, Nino Alves, Betto do Bandolim, A Trombonada, Mobile Jazz Band, Júnior Cap, Gilú Amaral, Roberto Lima, Violeiro Bacurau Trio, Sagrama, Banda Us Cafuçu, Adilson Ramos e Dito Choro.</p>
<p><b>CASTAINHO -</b> O Palco Castainho, no Quilombo Castainho, Zona Rural de Garanhuns, será outro palco de apresentações culturais. Além de ações formativas, o território receberá atrações como Bloco Caravana Andaluza do Engenho Abreus, Grupo de Capoeira Angola Ifé Mestra Ana Lúcia, Mestre Galo Preto (Patrimônio Vivo de Pernambuco), Afoxé Oyá Alaxé, Cia de Dança Giselly Andrade e Grupo Coco dos Pretos, entre outras.</p>
<p><b>FIGUINHO -</b> Referência nacional quando o assunto é produção cultural para o público infantil, Pernambuco terá durante a 31ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns uma novidade voltada para a criançada: O Figuinho, que vai contar com uma série de atividades lúdicas como contação de histórias, oficinas, além de exibições de filmes, apresentações da cultura popular, teatrais, circenses e musicais. A programação acontecerá de 21 a 30 de julho, pela tarde e em vários horários, no Parque Euclides Dourado.</p>
<p><b>CATEDRAL</b> – Grupos instrumentais, formados no Conservatório Pernambucano de Música (CPM), instituição ligada à Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE), apresentam-se no palco da Catedral de Santo Antônio, no Centro do município. Alguns nomes da programação são a dupla Rafael Marques e Júlio César, no concerto Pernambuco e o Choro; o cavaquinista e compositor João Paulo Albertim convida o Quinteto Pernambuco e o bandolinista e compositor Marcos César; o Contracantos, comandado pelo maestro Flávio Medeiros; e o  quinteto Makamo, formado em sua maioria por mulheres, entre outros.</p>
<p><b>CINEMA </b>– A Mostra Audiovisual do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) acontece durante nove dias, de 22 a 30 de julho, no Cine Jardim do CPC do Sesc. Além da seleção de longas e curtas-metragens, há outras mostras inseridas na programação, oficinas, rodas de conversa e debates. Os destaques ficam por conta dos longas pernambucanos <i>Propriedade</i>, de Daniel Bandeira, e <i>Rio Doce</i>, de Fellipe Fernandes.</p>
<p><b>PRAÇA DA PALAVRA </b>- Prestando homenagem ao poeta pernambucano Miró da Muribeca, a Praça da Palavra desta 31º edição do FIG vai contar com recitais, contações de histórias, debates e lançamentos de livros. Além das atividades lúdicas e formativas, os visitantes poderão conferir os estandes de venda de livros e passar um tempo no lounge de leitura.</p>
<p>Um espaço pensado para todos os públicos que estimula a conexão e o mergulho no mundo da literatura. Assim como já acontece tradicionalmente, a Cepe, a Secretaria de Educação de Pernambuco, a Gerência Regional de Educação e o Sesc-PE compõem os parceiros da programação literária do festival. Autores como Wellington de Melo, Sidney Rocha, Clarice Hoffman, Pochyua Andrade, Odailta Alves e Nivaldo Tenório, entre muitos outros, estarão presentes.</p>
<p><b>CIRCO &#8211; </b>A programação das artes circenses no 31º Festival de Inverno de Garanhuns será realizada no polo Lona de Circo Índia Morena, homenageando uma das figuras mais emblemáticas da história do circo pernambucano, Patrimônio Vivo do estado, com 70 anos dedicados ao circo. O picadeiro ficará localizado no Parque Euclides Dourado e suas atividades começam no sábado (22) e ocorrerão sempre a partir das 14h, até o último dia do festival.</p>
<p><b>GALERIA GALPÃO E GALERIA ARTE, ARTESANATO E MODA &#8211; </b>Estes serão os centros das exposições de fotografia, artes visuais, design e moda da 31ª edição do FIG. O espaço estará aberto em todos os dias do festival, das 9h às 21h, na Avenida Euclides Dourado.</p>
<p><b>FOTOGRAFIA – </b>Ao todo são cinco projetos expostos durante o festival, além de duas intervenções urbanas, com lambe-lambes espalhados pela cidade. Elas são: <i>Encantados</i>, de Allan Luna; <i>Luz Quilombola &#8211; Castainho de Dentro pra Fora</i>, de Iezu Kaeru; <i>Ciano, Cidade</i>, de Gabriella Ambrosio; <i>Para Borboletas</i>, de Roberta Laleska; e <i>Nas Cinzas das Horas</i>, de Nivaldo Carvalho. Já as intervenções urbanas são: <i>Sorrir Junto</i>, de Gabriela Vasconcellos Cavalcante, e <i>Tamancos</i>, de Amannda Oliveira.</p>
<p><b>ARTES VISUAIS -</b> Nas artes visuais, um dos destaques é a inédita exposição <i>Miró Eterno </i>que celebra a memória do poeta Miró da Muribeca, homenageado que este ano dá nome à Praça da Palavra. A exposição foi pensada exclusivamente para a programação do FIG 2023 pelos artistas Mozart Santos, Rafael Buda e Tiago Delácio, com imagens reais e animadas do saudoso autor, que deixou seu legado no modo de se pensar poesia urbana periférica em Pernambuco e no Brasil.</p>
<p><b>DESIGN E MODA </b>- Dentro das iniciativas de design e moda, se destacam o projeto <i>Moda Periférica by Mendx</i>, ação formativa com exibição do mini fashion filme <i>Meu Style Margina</i>l, seguido de uma roda de conversa com o público presente sobre as vivências territoriais do artista MENDX e moda na periferia, em local ainda a ser definido. Também fazem parte da programação os projetos <i>Sublime Obscuro: Narrativas do Inconsciente Grotesco</i>, a exposição <i>Desafio Criativo MMA, Retratos Tipográficos In Memoriam</i>. A Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Adepe) leva ao FIG dois desfiles da Loja da Moda Autoral de Pernambuco e uma oficina de produção de moda com estágio na Passarela.</p>
<p><b>GASTRONOMIA &#8211; </b>Do dia 22 ao dia 30 de julho o CPC Sesc Garanhuns vai acolher parte da grade do polo Gastronomia e Cultura Alimentar. Dentre os destaques da programação estão as participações de Iran Xukuru com o debate &#8220;Kringó kronengo &#8211; o Bom comer Xukuru: alimento do corpo, mente e espírito&#8221;; a família de Dona Menininha, Patrimônio Vivo de Pernambuco e mestre em alfenim de agrestina; as visitações ao Museu do Queijo Coalho; e a intervenção do chef Thiago das Chagas.</p>
<p><b>FORMAÇÃO </b>– Voltadas para diversos públicos, as oficinas formativas do festival iniciam no dia 22 de julho e vão até o dia 30 deste mês. Será oferecida uma diversidade de cursos nas áreas de profissionalização (iluminação, sonorização, direção de palco e roadie, direção artística e cinema de animação), aperfeiçoamento (produção cultural e documentação) e sustentabilidade, todas voltadas para o fortalecimento da cadeia produtiva em Pernambuco.</p>
<p><b>ARTESANATO</b> – A parceria com o Sebrae está garantindo mais uma edição do Armazém das Artes e Negócios. Este ano, serão diversos estandes ocupados pelos artesãos selecionados pelo Sebrae ou por meio de um edital convocatório promovido pela Secult/Fundarpe para ocupação de espaços ou convidados, como a Associação Cultural dos Mamulengueiros e Artesãos de Glória do Goitá e o Mestre Assis Calixto, Patrimônio Vivo de Pernambuco. Por sua vez, a Adepe vai instalar uma loja de bebidas dentro do Armazém Sebrae com cervejas, cachaças, vinhos, espumantes e licores artesanais pernambucanos que serão comercializados durante todo o festival.</p>
<p><b>AÇÕES DO GOVERNO NO FIG</b> &#8211; Além da Secretaria de Cultura e Fundarpe, mais de uma dezena secretarias e órgãos estaduais estão envolvidos, como as Secretarias de Defesa Social, Saúde, Educação e Desenvolvimento Social, Criança e Juventude; Política de Prevenção às Drogas, Turismo, Mulher, Desenvolvimento Urbano e Habitação, Infraestrutura e Recursos Hídricos; Meio Ambiente e Sustentabilidade; Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, DER, Detran e Polícia Científica. Essas instituições governamentais estão levando serviços diversos, garantindo ações efetivas em diversas áreas, como segurança, saúde e infraestrutura. São ações voltadas para apoiar a população e os turistas durante os 10 dias do FIG, garantindo que esse, que é considerado o maior festival multiartístico do Brasil tenha sucesso mais uma vez.</p>
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		<title>Recital Viva Miró ocupa instalações do Teatro Fernando Santa Cruz</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 17:34:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60678" aria-labelledby="figcaption_attachment_60678" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266737405_0dce6ae0b9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60678" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266737405_0dce6ae0b9_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cida Pedrosa é uma das autoras convidadas do Recital Via Miró</p></div>
<p>Com a presença e participação dos escritores Fagner Valença, Gleison Nascimento, José Juva, Kerlle de Magalhães, Odailta Alves, Silvana Menezes, Susana Morais, Wellignton Melo, Wilson Freire e Cida Pedrosa, o Teatro Fernando Santa Cruz, localizado dentro do Mercado Eufrásio Barbosa em Olinda, abriga o recital Viva Miró, no próximo domingo (12), a partir das 18h. A iniciativa visa arrecadar fundos e fortalecer uma rede de afeto que se forma em torno do poeta Miró da Muribeca que, por conta de um tratamento de saúde, está afastado das ruas e dos palcos.</p>
<p>O poeta Miró publicou diversos livros de forma independente ou com a colaboração de amigos, entre eles, &#8220;Quem descobriu o azul anil?&#8221; (1985), &#8220;Ilusão de ética&#8221; (1995), &#8220;Pra não dizer que não falei de flúor&#8221; (2004), &#8220;DizCrição&#8221; (Andararte,2012) e &#8220;aDeus&#8221; (Mariposa Cartonera, 2015). Tem poemas traduzidos para o francês e para o espanhol. É uma das vozes mais inventivas da poesia independente do Brasil, tendo sido editado pela CEPE (Companhia Editora de Pernambuco) e dezenas de vezes homenageado e premiado nos mais diversos eventos literários.</p>
<p><em>&#8220;Um poeta completamente focado no seu fazer poético. Dono e senhor da sua narrativa, da sua verve, dos seus feitos-desfeitos-defeitos. Um poeta que sabe o caminho e a dança das palavras. Escreve de si para o mundo e do mundo para si. Um poeta que se acasalou com a poesia desde a juventude e que se diz um cronista lírico do cotidiano. Um poeta Miró e só!&#8221;</em>, declara a amiga e vencedora do Prêmio Jabuti de livro do ano de 2020, Cida Pedrosa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Recital Viva Miró<br />
Quando: 12 de setembro de 2021 (domingo), às 18h<br />
Onde: Teatro Fernando Santa Cruz – Mercado Eufrásio Barbosa (Largo do Varadouro, s/n – Varadouro, Olinda – PE)<br />
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada), pelo site Sympla: <a href="https://www.sympla.com.br/recital-viva-miro__1324019" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/recital-viva-miro__1324019</strong></a></p>
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		<title>Miró se renova e transpira sua poesia urbana no Outras Palavras</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2018 18:44:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias “Minha mãe dizia que eu não era poeta, era fofoqueiro, porque vocês vão perceber que na minha literatura, na minha forma de escrever, eu sou muito observador”. Foi com essas palavras que Miró respondeu a primeira de muitas perguntas sobre sua trajetória com a arte e a poesia urbana nesta última quarta-feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60680" aria-labelledby="figcaption_attachment_60680" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42121176922_285b2c94c1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60680" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42121176922_285b2c94c1_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A conversa foi mediada pela também escritora e poetiza Cida Pedrosa, amiga de longas datas do poeta recifense</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p><em>“Minha mãe dizia que eu não era poeta, era fofoqueiro, porque vocês vão perceber que na minha literatura, na minha forma de escrever, eu sou muito observador”.</em> Foi com essas palavras que Miró respondeu a primeira de muitas perguntas sobre sua trajetória com a arte e a poesia urbana nesta última quarta-feira (16), durante sua participação na edição do <strong>Outras Palavras</strong> realizada na Escola Sílvio Rabelo, no Centro do Recife. <em>“A poesia é tudo na minha vida”,</em> resumiu ele, que é atualmente um dos poetas urbanos mais conhecidos e estudados no Brasil.</p>
<p>A conversa foi mediada pela também escritora e poetiza Cida Pedrosa, amiga de longas datas de Miró – destacada por ele, inclusive, como sua segunda mãe, depois de Dona Joaquina. “<em>Mediar Miró é quase impossível porque ele é ‘imediável’. Mas como estou aqui, vou provocá-lo a falar sobre a sua vida. Você é um crítico que percebe essas coisas da cidade, um cronista urbano. Como que isso acontece?”</em>, questionou Cida Pedrosa.</p>
<div id="attachment_60678" aria-labelledby="figcaption_attachment_60678" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266737405_0dce6ae0b9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60678" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266737405_0dce6ae0b9_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Mediar Miró é quase impossível porque ele é ‘imediável’, brincou Cida Pedrosa antes de passar a palavra ao poeta</p></div>
<p><em>“Eu não precisei ir para a Universidade. Fiz vestibular para Jornalismo, mas não passei. E a poesia me veio através de um grande amigo, que é meu irmão até hoje, Maurício Silva, que eu conheci por volta dos anos 70 quando eu trabalhava na sua casa. Na época eu tinha uns 14 anos, e fazia uns serviços domésticos pra umas casas dali da região do Rosarinho pra ganhar uma grana. Uma época que a classe média do Recife ainda morava perto dos negros”,</em> começou a refletir Miró.</p>
<p><em>“O Maurício, que é poeta, uma vez me perguntou: ‘Miró, você sabe o que é poesia?’. Eu disse: ‘Sei, é Roberto Carlos’. Ele riu e me disse que ia dizer o que era uma. Eu já tinha uns 16 anos nessa época. Ai ele disse assim: Farda verde verde verde verde / Praça verde verde verde verde / e o coração bate continência a toda mulher que passa’. Eu fiquei na hora sem acreditar que aquilo era poesia, e fiquei com isso na cabeça. Se realmente era, eu podia fazer também”.</em></p>
<div id="attachment_60681" aria-labelledby="figcaption_attachment_60681" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42167513901_7f24983dbe_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60681 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42167513901_7f24983dbe_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na conversa, ele teve a oportunidade de falar para uma plateia jovem sobre como começou no mundo da poesia</p></div>
<p>Miró contou que depois de três meses estava na beira da ponte Duarte Coelho, na frente do Cinema São Luiz. <em>“Se em uma coisa que eu gosto de fazer é observar a rua, olhar o que passa nela. Ai é quando minha mãe tem razão, eu gosto muito de escutar conversa atrás de mim. Adoro”,</em> brincou o poeta. <em>“Nesse dia vi um policial arrastando um negro parecido comigo pela orelha. Achei aquilo estranho. Ai daqui a pouco passou um cara atrás de mim dizendo ‘bora cara, já vai dar quatro horas’. Foi quando tive o estalo pra escrever minha primeira poesia (batizada de <strong>Quatro horas e um minuto</strong>)”,</em> disse ele, declamando em seguida para os jovens, arrancando aplausos com sua performance.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/B3NveRADXaU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Ele seguiu narrando sua história, lembrando de quando trabalhou na década de 80 na antiga Sudene, como faxineiro. “<em>Um dia, enquanto eu lavava o banheiro e cantava Caetano Veloso, o poeta Wilson Araújo, que trabalhava por lá, ouviu e veio conversar comigo. Eu acabei falando que escrevia poesia e ele me pediu pra levar uns textos meus para que ele pudesse ler. Moral da estética. Wilson gostou do que leu e me pediu pra que eu levasse o que escrevia para uma amiga no Jornal do Commercio. Moral da histérica. Saiu no domingo, o dia de maior circulação do jornal, uma matéria de página completa sobre minha obra, com cinco poemas meus. Eles ainda arrumaram uma gráfica na época e fizeram uma surpresa pra mim, meu primo livro chamado Quem descobriu o azul anil”,</em> relembrou, emocionado.</p>
<div id="attachment_60682" aria-labelledby="figcaption_attachment_60682" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42167515311_6c2bb540bf_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60682 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42167515311_6c2bb540bf_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Aos 57 anos, Miró se prepara para lançar mais um livro. “Será uma espécie de diálogo entre mãe e filho, é o que posso contar agora”</p></div>
<p><em>“Depois disso desandei a escrever essas fotografias urbanas que reparo na rua e desde 1985 que eu não trabalho pra ninguém no sentido obrigatório. A partir deste ano, me tornei um homem livre. Vivo da minha poesia. E isso no Brasil, sendo negro, é uma coisa que me deixa muito feliz. É raro, raríssimo, um preto da periferia viver da poesia”,</em> concluiu, com lágrimas nos olhos, adiantando que está em fase de produção do seu próximo livro. <em>“Será uma espécie de diálogo entre mãe e filho, é o que posso contar agora”.</em></p>
<div id="attachment_60679" aria-labelledby="figcaption_attachment_60679" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266741605_68c0852f49_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60679 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266741605_68c0852f49_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Hoje vivo da minha poesia. E isso no Brasil, sendo negro, é uma coisa que me deixa muito feliz. É raro, raríssimo, um preto da periferia viver da poesia”, disse orgulhoso o poeta</p></div>
<p>Dentre dezenas de perguntas, uma outra respondida por Miró foi a feita pela estudante Juliana, que quis saber qual o conselho que ele poderia dar pra quem quer começar a escrever poesias. <em>“Primeiro ler. Porque só lendo é que você vai tentar imitar alguém, como imitei o Maurício, e depois você vai ser você. Você vai juntando coisas que admira e acaba ficando original fazendo o seu. E observar o seu universo ao redor. Eu comecei a ler Drummond, que é o que eu mais amo. Eu li pouco, mas quem eu li que amei eu li tudo”.</em></p>
<p>Os estudantes também conversaram sobre música independente com a banda Dirimbó, que é conhecida pelo público por fazer uma mistura do carimbó do Pará com a cultura pernambucana, através do forró e do coco de roda. <em>“A gente começou a estudar os sons paraenses, como guitarra e lambada, e percebemos um elo entre a música nordestina e a música caribenha”,</em> explicou Rafa Lira, vocalista e guitarrista do conjunto.</p>
<div id="attachment_60677" aria-labelledby="figcaption_attachment_60677" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266736175_bfbad3f846_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60677 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266736175_bfbad3f846_k-607x357.jpg" width="607" height="357" /></a><p class="wp-caption-text">Já a banda Dirimbó compartilhou com a garotada como foi a sua sua turnê pelo Brasil pra divulgar o último EP, o Deixar Tu Loks</p></div>
<p>O grupo hoje, formado por Bruno Negromonte (bateria), Mário Zappa (baixo), Vitor Pequeno (guitarra) e Rafa Lira (vocal e guitarra), pincelou os fatos mais importantes da banda nos últimos três anos, como o lançamento do dois EPs lançados e disponíveis na internet (<strong>Dirimbó</strong> e <strong>Deixar Tu Loks</strong>), a turnê que fizeram pelo Brasil e a produção do primeiro disco autoral. <em>“Foi muito legal rodar o Brasil e ser bem aceito. Ir até cidades como Belém, Maceió, São Luís, Fortaleza, Natal, Aracaju e São Paulo e ver como a cultura pernambucana é bem quista em outros lugares. E como tem pernambucano em todo lugar do país, muita gente foi para os nossos shows só pra matar a saudade da terra e do sotaque”,</em> reforçou Bruno Negromonte, baterista da Dirimbó.</p>
<div id="attachment_60675" aria-labelledby="figcaption_attachment_60675" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266731325_cb9684b9bc_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60675 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266731325_cb9684b9bc_k-607x362.jpg" width="607" height="362" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo hoje é formado por Bruno Negromonte (bateria), Mário Zappa (baixo), Vitor Pequeno (guitarra) e Rafa Lira (vocal e guitarra) se prepara para gravar o primeiro disco autoral</p></div>
<p>Antonieta Trindade, gestora do <strong>Outras Palavras</strong>, celebrou mais uma edição do projeto que, segundo ela, tem o objetivo de <em>“melhorar a qualidade da escola pública para que a nossa juventude tenha acesso ao conhecimento, no sentido mais amplo possível. Nós trazemos a literatura e a música viva pra dentro das escolas, para conversar não só sobre sua produção, mas também sua trajetória. Mostrar quanta perseverança é preciso ter para chegar aonde eles chegaram”,</em> ressaltou.</p>
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		<title>Novas narrativas literárias e da comunicação marcam a Semana do Livro de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2016 18:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As novas narrativas da literatura, comunicação e leitura norteiam a programação da Semana do Livro de Pernambuco, que acontece no Museu do Estado (Mepe) de quarta (30) a domingo (4). Pautado pela temática Narrativas Possíveis do Presente, o encontro literário promoverá nos cinco dias de encontro uma série de debates, oficinas, mesas redondas, intervenções e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/14716152_1494597173890448_5044136928862634421_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-41551 aligncenter" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/14716152_1494597173890448_5044136928862634421_n-607x224.jpg" width="607" height="224" /></a></p>
<p>As novas narrativas da literatura, comunicação e leitura norteiam a programação da<strong> Semana do Livro de Pernambuco</strong>, que acontece no Museu do Estado (Mepe) de quarta (30) a domingo (4). Pautado pela temática <em>Narrativas Possíveis do Presente</em>, o encontro literário promoverá nos cinco dias de encontro uma série de debates, oficinas, mesas redondas, intervenções e apresentações culturais. Dentre os nomes confirmados na programação, que é gratuita, estão os de escritores e poetas como Miró, José Castello, Sidney Rocha e Elvira Vigna, além de atrações musicais como o Em Canto e Poesia e Josildo Sá.</p>
<p>Com curadoria de Schneider Carpeggiani, a Semana do Livro de Pernambuco é uma realização da Cia. de Eventos e Ideação, conta com apoio cultural do Ministério da Cultura e apoio do Governo de Pernambuco, por meio do Museu do Estado/Fundarpe/Secult-PE.</p>
<p>Sobre a temática escolhida para a primeira edição do evento, Schneider Carpeggiani afirma que a ideia é permitir reflexões sobre algumas questões que aconteceram neste ano envolvendo a comunicação literária. “<em>Na mesa de abertura, por exemplo, teremos uma discussão importante sobre o papel do juiz e da lei, dentro do conceito que foi o recente processo de impeachment no Brasil”,</em> explica.</p>
<div id="attachment_42541" aria-labelledby="figcaption_attachment_42541" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Bernardo-Kucinski.jpg"><img class="size-medium wp-image-42541" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Bernardo-Kucinski-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Bernardo Kucinski dialoga sobre literatura como estratégia para dar voz às vítimas da ditadura</p></div>
<p>Ainda durante a abertura, na quarta (30), o evento proporcionará um contato com o escritor e jornalista e crítico literário José Castello, que em 2011 venceu o prêmio Jabuti com o romance <strong>Ribamar</strong><em>.</em> <em>“Exclusivamente para a Semana do Livro, Castello preparou uma masterclass sobre <strong>O Processo</strong>, de Franz Kafka, e a sua relação com o nosso cenário político-social-literário contemporâneo”</em>, revela Schneider.</p>
<p>Ao longo da programação, as pautas, enfrentamentos e questões atuais relacionadas ao mercado editorial brasileiro serão colocadas em discussão por escritores, críticos literários, editores, livreiros e jornalistas. <em>&#8220;A escritora Elvira Vigna lança no mesmo dia  seu último romance (<strong>Como se Estivéssemos em Um Palimpsesto de Putas</strong>), talvez o livro mais importante lançado este ano no Brasil, por tratar de escolhas éticas que levam a extremos”</em>, avalia.</p>
<p>Ainda na quinta (1º), haverá um debate entre Maria Eduarda Rocha e Yvana Fechine, professoras do Departamento de Comunicação Social da UFPE, Chico Ludermir, jornalista e mestrando em Sociologia, e Dandara Luísa Alves, integrante do laboratório de Estudos em Sexualidade Humana. O grupo vai discutir sobre o espaço da universidade pública como campo de disputa política, e na ocasião Chico Ludermir lança seu livro <strong>A história incompleta de Brenda e de outras mulheres</strong>, pela Confraria do Vento.</p>
<p><strong>Música e Cultura Popular</strong></p>
<p>Na agenda musical, o <strong>Em Canto e Poesia</strong>, formado por netos do poeta popular Louro do Pajeú, fará apresentação às 20h, no Palco do Espaço Livro Aberto. &#8220;O show vai revelar toda a riqueza desta tradição, valorizando o legado de outros importantes personagens como Biu de Crisanto, Zé de Cazuza, Rogaciano Leite, Manoel Filó, João Batista de Siqueira (Cancão), Antônio Marinho, Jó Patriota, Zé Marcolino e Dedé Monteiro&#8221;, adianta o produtor do grupo, Amaro Filho.</p>
<div id="attachment_18306" aria-labelledby="figcaption_attachment_18306" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Em-Canto-e-Poesia-FPNC-Sertao-do-Moxoto-20131.jpg"><img class="size-medium wp-image-18306" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Em-Canto-e-Poesia-FPNC-Sertao-do-Moxoto-20131-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Em Canto e Poesia, que resgata a cantoria popular nordestina é uma das atrações</p></div>
<p>O Grupo <strong>Cacuriá de Dona Teté</strong>, personalidade maranhense reconhecida por seu trabalho similiar ao da pernambucana Selma do Coco, também integra a programação da quinta-feira (01), às 18h45. Seguindo a tradição da rezadeira e caixeira Almerice da Silva Santos, carinhosamente chamada por Dona Teté, o grupo apresentará um espetáculo alegre, dinâmico, ao som dos ritmos de carimbó, caroço, valsa e baião inspirado no carimbó de caixeiras.</p>
<p><strong>Mercado editorial</strong></p>
<p>O curador do evento também destaca outras ações, como o debate sobre o caráter ideológico e a função social das livrarias no Brasil que será realizado no sábado (3), às 17h30. <em>“Este ano tivemos o livro biográfico do Coronel Ustra como um dos mais vendidos no Brasil, segundo o Publish News. E uma das redes que mais tem vendido este livro é bastante conhecida no mercado editorial”,</em> conta. Participam do debate Lourival Holanda, professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e Daniel Louzada, livreiro e proprietário da Livraria da Vinci.</p>
<div id="attachment_16123" aria-labelledby="figcaption_attachment_16123" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tom Cabral/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/miro1.jpg"><img class="size-full wp-image-16123" alt="Tom Cabral/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/miro1.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta Miró também participa da programação da Semana do Livro com o lançamento do seu livro &#8217;20 – para pensar um pouco&#8217;</p></div>
<p>De acordo com o curador da Semana, o Museu do Estado foi escolhido por ser um espaço de fácil acesso no Recife e também pela possibilidade de utilização da área externa para as outras atividades. A agenda cultural do sábado (3) traz o lançamento e autógrafo do mais recente trabalho de Miró, a publicação <strong>20 – para pensar um pouco;</strong> show <em>Minha Pequena África</em>, do grupo Cordelândia; e a apresentação <em>Humor na Feira</em>, do escritor Zelito Nunes e Eugênio Jerônimo, Já no domingo (4), haverá nova oportunidade de conferir Miró recitando suas poesias e uma apresentação do show <em>Latada para crianças</em>, de Josildo Sá.</p>
<p>Confira a <a href="http://semanadolivrodepernambuco.com.br/programacao/" target="_blank"><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA</strong></a> e aproveite.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Semana do Livro de Pernambuco</em></strong><br />
Quarta (30/11) a domingo (4/12)<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960, Graças – Recife)<br />
Gratuito</p>
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		<title>Petrolina recebe 3ª Feira do Livro do Vale do São Francisco</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2016 17:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais de 70 ações literárias, entre palestras, oficinas, lançamentos e contação de histórias, movimentam a cidade de Petrolina a partir desta quinta-feira, 4 de agosto. É a 3ª Feira do Livro do Vale do São Francisco, que ocupa o Centro de Convenções da cidade até o domingo, 7/8. A programação é inteiramente gratuita e há [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 70 ações literárias, entre palestras, oficinas, lançamentos e contação de histórias, movimentam a cidade de Petrolina a partir desta quinta-feira, 4 de agosto. É a <strong>3ª Feira do Livro do Vale do São Francisco</strong>, que ocupa o Centro de Convenções da cidade até o domingo, 7/8.</p>
<div id="attachment_38882" aria-labelledby="figcaption_attachment_38882" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/miro_Felipe-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-38882" alt="Felipe Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/miro_Felipe-Ribeiro-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta recifense Miró da Muribeca lança seu novo livro no s[abado</p></div>
<p>A programação é inteiramente gratuita e há opções para todos os públicos. “A Feira se concretiza cada vez mais como um catalizador cultural e literário para a região, contribuindo não só com uma agenda própria de entretenimento mas ainda como fomentador de conhecimento através da literatura e de ações pautadas pela leitura”, diz Rogério Robalinho, empreendedor cultural e diretor da Cia. de Eventos, à frente da iniciativa.</p>
<p>Co-realizada pela Secretaria de Educação da Cidade, pela produtora Cia. de Eventos e pela Ideação, o evento contará com diversos nomes de destaque espalhados entre os quatro dias de programação, sempre das 13 às 21h. De acordo com Schneider Carpeggiani, curador da Feira, “a programação nesse ano é marcada pela fala do escritor <strong>Fernando Monteiro</strong>, que terá como tema o questionamento de como escrever sobre o contemporâneo, sobre o compromisso que o escritor tem na hora de começar a pensar em um livro e a publicar. Temos <strong>Antonio Carlos Viana</strong>, um dos maiores contistas do Brasil; o cronista <strong>Luís Henrique Pellanda</strong>, que ministrará uma oficina sobre a importância da crônica; além de <strong>Micheliny Verunschk</strong>, que está para lançar um romance sobre a história recente do Brasil e a sua própria história; o poeta <strong>Miró</strong> também lançará seu novo livro que fala do seu difícil processo de recuperação, o Penúltimo olhar sobre as coisas”.</p>
<div id="attachment_38883" aria-labelledby="figcaption_attachment_38883" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gilson Pereira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/feita-vale-sao-francisco_gilson-pereira.jpg"><img class="size-medium wp-image-38883" alt="Gilson Pereira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/feita-vale-sao-francisco_gilson-pereira-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">É sempre intensa a movimentação pelos estandes da Feira</p></div>
<p>Expoentes da região também mostram sua força na plataforma de lançamentos. Destaques para Flávia Maria de Brito Pedrosa, que apresenta os trabalhos <em>“Todos podem desenhar”</em> e <em>“Designare: pontes artístico/educativas na formação docente em Artes Visuais”</em>; Jackson Roberto Guedes, Raimundo Gonçalves, Ana Paula de Oliveira com <em>“ANNONACEAE”</em>; e Luciana Duccini com <em>“Diplomas e Decás. Identificação Religiosa de Membros da Classe Média no Candomblé”</em>. Um processo de reforço de novos e talentosos potenciais da nossa terra para o cenário literário pernambucano e brasileiro. “Penso que o Vale do São Francisco tem uma capacidade ainda não visualizada em nível do estado de Pernambuco quando se trata de literatura, há excelentes trabalhos, sejam científicos ou literários, que contribuem significativamente em diversas áreas. A meu ver, representa mais um passo para o estímulo à leitura tanto escrita quanto visual. Vivemos em um país de sério analfabetismo visual, isso afeta aspectos estéticos, históricos e criativos que vão de escolhas simples do cotidiano à complexidade do sentido de estar aqui e agora”, destaca Flávia Pedrosa Vasconcelos.</p>
<div id="attachment_38885" aria-labelledby="figcaption_attachment_38885" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/FlaviaPedrosaVasconcelo.jpg"><img class="size-medium wp-image-38885 " alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/FlaviaPedrosaVasconcelo-304x486.jpg" width="304" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Flávia Pedrosa vai apresentar os trabalhos &#8220;Todos podem desenhar” e “Designare: pontes artístico/educativas na formação docente em Artes Visuais”</p></div>
<p>A programação contempla ainda apresentações culturais, bate-papos e oficinas especialmente direcionadas a para professores, educadores e arte-educadores, contando com o apoio da ANL, Univasf, o Sebrae, o Museu Cais do Sertão, Iphan, Cia. do Lazer. Inscrições devem ser feitas no <a href="http://www.feiradovale.com.br/" target="_blank"><strong>site oficial</strong> </a>da III Feira do Livro do Vale do São Francisco. Acesse e confira também a programação completa.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<strong> III FEIRA DO LIVRO DO VALE DO SÃO FRANCISCO</strong><br />
Quando: De 04 a 07 de Agosto de 2016, das 14h às 21h<br />
Onde: Centro de Convenções Nilo Coelho de Petrolina</p>
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		<title>Um Miró da Muribeca mais existencial em &#8220;aDeus&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2015 20:14:04 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_28692" aria-labelledby="figcaption_attachment_28692" class="wp-caption img-width-585 alignnone" style="width: 585px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/miró.jpg"><img class="size-medium wp-image-28692" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/miró-585x486.jpg" width="585" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Miró e seu novo livro, &#8220;aDeus&#8221;</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong><br />
por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>“<em>Será que Deus tem dúvidas?</em>”. Certamente, ele não duvidou nem hesitou em atender a súplica delirante do poeta Miró da Muribeca e deixá-lo vivo para chegar a mais um capítulo de sua obra: <em>aDeus</em>, o seu novo livro de inéditas, que será lançado nesta quinta (6). A data é emblemática&#8230; neste dia, Miró completa 55 anos de idade e 1 mês e meio de renascimento, com fôlego renovado, limpo, e a sagacidade de sempre, que lhe rende, a todo instante, versos afiados na ponta da língua&#8230; esses que reverberam em seus gestos largos. O lançamento de <em>aDeus</em> será às 19h, no bar Teatro Bar Mamulengo (Bairro do Recife), no Recife. Lá, serão vendidos os únicos 150 exemplares desta primeira tiragem do livro, editado pelo selo Mariposa Cartonera.</p>
<p><em>aDeus</em> é o livro que salvou Miró, segundo ele próprio. Aterrorizado pelo profundo poço (quase sem fundo) do alcoolismo, num preocupante quadro de debilidade física, Miró sentiu sua vida por um fio. Mergulhado em solidão, questionou: “<em>Há Deus?</em>”, e sentiu que aquela poderia ser a hora do seu “<em>adeus</em>”. Neste delírio, o poeta, agarrado com unhas e dentes à sua arte, teve o insight e suplicou: “<em>Deus, não me deixe ir, não. Me dá essa força!</em>”, no que fora atendido. Miró, então, contrariou a “bolsa de aposta dos imbecis”, como ele diz. “<em>Corria uma conversa por aí, no ar, que eu seria o próximo poeta a morrer</em>”, revela. No entanto, reerguido, 13kg mais forte, dono de si e feliz pela verdade dos seus versos, fora atrás de publicar sua redenção, o seu atestado de renascimento. Começavam, então, a se manifestar os primeiros suspiros de <em>aDeu</em>s.</p>
<p>A ideia inicial era publicar o novo trabalho por uma editora consagrada, reunindo cerca de 100 poemas. Até que essa produção de Miró foi parar nas mãos de Wellington de Melo, que se interessou em publicá-la pelo selo Mariposa Cartonera. Depois de um enxugamento que condiz com o trabalho realizado pela editora, chegou ao número de 30 poemas. Alguns dias após algumas conversas sobre a publicação do livro, Miró localiza mais três poemas que casavam perfeitamente com a abordagem do livro, chegando, então, ao emblemático número de 33 poemas. “<em>É a idade que, dizem, Jesus tinha ao morrer</em>”, chama a atenção. Num trabalho realizado, segundo ele, a &#8220;dois olhos e quatro mãos&#8221;, sob o olhar atento de Wellington (fato que ele cita, recorrentemente, em sua fala), <em>aDeus</em> ganhou forma e, agora, existência.</p>
<p><em>aDeus</em> é o canto de libertação e de expurgo de Miró de uma fase que ele prefere deixar pra trás. “<em>Nesse delírio em que surgiu o nome, eu percebi que, na verdade, era o ADEUS que eu estava dando a esse Miró de antes</em>”, conta ele. No livro, a presença de Deus é uma constante. O nome aparece em quase todas as páginas. Mas não o Deus constituído e erigido pelo pensamento cristão. E sim um Deus existencial, que gera dúvidas, incertezas, solavancos de questionamentos. Um Deus que está presente nos mais minúsculos detalhes do cotidiano. Em sua linguagem, Miró coloca esse Deus num papel de um transeunte qualquer, mas com trânsito privilegiado nas observações mais prosaicas do que nos acontece diariamente, até mesmo nas situações que são farta matéria-prima para as tradicionais crônicas urbanas pelas quais Miró é conhecido.</p>
<p>Editado pela Mariposa Cartonera, <em>aDeus</em> sai com uma tiragem inicial de 150 exemplares, que serão vendidos no lançamento. São livros artesanais, com capas de papelão, pintadas a mão. Cada um tem uma cara diferente, particular. O projeto gráfico é da designer Patrícia Cruz Lima. Cada um dos 150 exemplares terá a assinatura de Miró, que, de próprio punho, registrou seu emblema, sua marca. Marca que está presente tanto em seu texto quanto no seu jeito, já conhecido, de dizer poemas. Renascido o poeta, o cronista irreverente ganha companhia na sua arma mais poderosa, o verso. “<em>Era Deus correndo atrás de mim, e eu correndo dele. Agora, eu corro junto com Deus!</em>”</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Lançamento de </em>aDeus<em>, novo livro de Miró</em><br />
Quinta (6), às 19h<br />
Bar Teatro Mamulengo | Rua da Guia, 207, Praça do Arsenal, Bairro do Recife – Recife/PE<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Miró na roda de poesia &#8211; FIP 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jun 2012 13:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[I Festival Internacional de Literatura do Recife]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado em 08/06/2012. Miró na roda de poesia do I Festival Internacional de Literatura do Recife]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 08/06/2012. Miró na roda de poesia do I Festival Internacional de Literatura do Recife</p>
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