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	<title>Portal Cultura PE &#187; Moda</title>
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		<title>Oficina gratuita no Recife propõe a moda como ferramenta de protesto e expressão política</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 18:50:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação Aprovado no edital Funcultura Microprojeto 2023/2024, com apoio institucional da Faculdade Senac, a oficina Roupa-Protesto acontece em março na Faculdade Senac e oferece 20 vagas para artistas, estudantes, designers e pessoas interessadas na moda como proposta de expressão. A oficina é voltada especialmente para pessoas negras e da comunidade LGBTQIAPN+. As inscrições estão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-09-at-15.45.22.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123248" alt="WhatsApp Image 2026-03-09 at 15.45.22" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-09-at-15.45.22-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Aprovado no edital Funcultura Microprojeto 2023/2024, com apoio institucional da Faculdade Senac, a oficina<em> Roupa-Protesto</em> acontece em março na Faculdade Senac e oferece 20 vagas para artistas, estudantes, designers e pessoas interessadas na moda como proposta de expressão. A oficina é voltada especialmente para pessoas negras e da comunidade LGBTQIAPN+. As inscrições estão abertas até o dia 14 de março. Os resultados serão divulgados no dia 15.</p>
<p>Como a roupa pode se transformar em linguagem política? Essa é a pergunta que norteia a oficina <em>Roupa-Protesto</em>, que acontece nos dias 16, 17, 18, 23 e 24 de março, das 13h às 17h, na Faculdade Senac, em Santo Amaro. A formação é gratuita, tem 20 vagas e oferece acessibilidade comunicacional em Libras.</p>
<p>A proposta é investigar a moda como forma de protesto, expressão política e afirmação de identidades. Durante os encontros, os participantes serão convidados a criar peças de vestuário a partir de suas próprias histórias de vida, utilizando a técnica do upcycling como estratégia de transformação estética, crítica e sustentável.</p>
<p>Ministrada pelo estilista, costureiro e diretor de arte Thiago Amaral, com assistência de Vicente Queiroz, a oficina parte de referências como Zuzu Angel, Carol Barreto e Nazareth Pacheco para debater como a moda pode comunicar mensagens políticas e sociais.</p>
<p>&#8220;A oficina propõe compreender a roupa como uma linguagem simbólica e social, capaz de comunicar ideias, identidades e posicionamentos políticos. Por meio de processos criativos, a vestimenta deixa de ser apenas um objeto funcional e passa a atuar como um dispositivo de comunicação e manifestação&#8221;, explica Thiago.</p>
<p>Voltada para artistas, estudantes, designers e pessoas negras e LGBTQIAPN+, a formação busca estimular uma percepção ampliada da roupa como ferramenta de expressão e resistência. &#8220;Esperamos fortalecer a autonomia criativa dos participantes, incentivando práticas mais conscientes e experimentais na relação com a moda, entendendo-a não apenas como consumo, mas como linguagem cultural e instrumento de intervenção social&#8221;, completa o ministrante.</p>
<p>A oficina contará ainda com a participação do artista e produtor cultural Wagner Montenegro, em uma palestra sobre elaboração, gestão e produção cultural de projetos, como forma de incentivar profissionalização de artistas iniciantes.</p>
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		<title>Edital de Multilinguagens da Política Nacional Aldir Blanc cresce 44,5% no número de adesão ao Ciclo II e amplia acesso à cultura em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:00:59 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Edital-de-Multilinguagens.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122688" alt="Edital de Multilinguagens" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Edital-de-Multilinguagens-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: left;" align="center">O Edital de Multilinguagens, do Ciclo II da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), registrou aumento de adesão em Pernambuco. Ao todo, foram 3.255 inscrições válidas, um crescimento de 44,5% em comparação ao primeiro ciclo, que registrou 2.252 propostas. Com incentivo do Governo Federal, o resultado traduz o compromisso do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), em ampliar o acesso às políticas culturais e fortalecer a diversidade de expressões artísticas em todo o estado.</p>
<p style="text-align: left;">Com investimento total de R$ 19,5 milhões, a iniciativa visa apoiar projetos individuais e coletivos que movimentem cadeias produtivas, impulsionem economias locais e ampliem o acesso da população às artes, da tradição à contemporaneidade. Em Pernambuco, o aumento no quantitativo de propostas demonstra a confiança do setor cultural nas políticas públicas e na capacidade do edital de alcançar diferentes territórios, linguagens e públicos.</p>
<p>“O crescimento na adesão ao Multilinguagens mostra que a política cultural está chegando onde precisa chegar. São mais artistas, produtores e coletivos confiando nos nossos editais, participando, acessando e movimentando a cultura nos seus territórios. Isso é resultado da gestão Raquel Lyra, que aposta na democratização, na escuta e no retorno concreto para quem faz cultura no dia a dia. A Política Nacional Aldir Blanc, em Pernambuco, tem ampliado alcance, fortalecido redes e reafirmado a cultura como direito, trabalho e desenvolvimento para o nosso estado”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p>As propostas inscritas contemplam uma ampla diversidade de segmentos artístico-culturais, como Audiovisual, Artesanato, Artes Circenses, Artes Visuais, Cultura Popular e Tradicional, Cultura LGBTQIAPN+, Cultura Periférica, Dança, Design, Fotografia, Gastronomia, Literatura, Moda, Música, Ópera, Patrimônio e Teatro, reafirmando o caráter plural do edital.</p>
<p>Com esse avanço, a Secult-PE consolida uma política de fomento orientada pela inclusão, pela descentralização e pelo reconhecimento da cultura como direito e vetor de desenvolvimento para Pernambuco. Mais informações sobre o Edital de Multilinguagens estão disponíveis no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a> e no <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2819#info">Mapa Cultural de Pernambuco</a>.</p>
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		<title>Cadu Sales Apresenta Performance &#8220;Tela Viva&#8221; no IFPE Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 18:27:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) &#8211; Campus Olinda foi palco de uma experiência artística inovadora com a realização da performance &#8220;Tela Viva&#8221;, idealizada pelo performer e produtor de moda Cadu Sales e realizada com o incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco, através dos Editais da PNAB-PE. A obra propôs uma imersão na criação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) &#8211; Campus Olinda foi palco de uma experiência artística inovadora com a realização da performance &#8220;Tela Viva&#8221;, idealizada pelo performer e produtor de moda Cadu Sales e realizada com o incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco, através dos Editais da PNAB-PE. A obra propôs uma imersão na criação de estampas autorais, através da técnica da pintura livre, transformando o público, alunos do curso de Artes Visuais, em parte essencial do processo criativo.</p>
<p>A performance &#8220;Tela Viva&#8221; transcendeu o caráter contemplativo, convidando os participantes a realizarem uma intervenção direta no figurino de Cadu. Munidos de materiais de pintura para tecido (pincéis, tintas e canetas), os espectadores tiveram uma hora para estampar livremente o que desejavam na peça. O figurino apresentou-se inicialmente como uma tela em branco, evoluindo gradativamente, resultando em uma obra final que é um testemunho da criatividade compartilhada e da interação dinâmica entre o artista e o ambiente acadêmico.</p>
<p>Cadu Sales, vem desenvolvendo uma série que resgata e valoriza as técnicas artesanais e manuais na moda, utilizando a performance para desmistificar a arte, aproximando-a do cotidiano e ressaltando o valor do trabalho manual na construção de identidades culturais. A iniciativa convida à reflexão sobre a autoria, a efemeridade da arte e o impacto da coletividade na produção estética.</p>
<p>&#8220;Tela Viva&#8221; é a quarta performance de uma aclamada série interativa de desenvolvimento de estampas autorais. As edições anteriores incluíram: &#8220;Pernambuco Estampado&#8221; (Pesqueira, Festival Pernambuco Meu País, técnica do carimbo), &#8220;Listrado em Dois Atos&#8221; (Olinda, Fenearte, técnica do grafismo) e &#8220;Caruaru Estampado&#8221; (Caruaru, Festival Pernambuco Meu País, técnica do estêncil).</p>
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		<title>‘NaPerifa’: Secult-PE realiza consulta pública para mapear produção cultural nas comunidades até sexta-feira (21)</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 17:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“O que e quem move a arte e cultura na tua comunidade?”. É com esse mote que o  Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), está realizando uma consulta pública para mapear a produção cultural das periferias da Região Metropolitana do Recife. A ação integra a primeira etapa do NaPerifa: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_6730.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-121299" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_6730-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr"><strong>“O que e quem move a arte e cultura na tua comunidade?”</strong>. É com esse mote que o  Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), está realizando uma consulta pública para mapear a produção cultural das periferias da Região Metropolitana do Recife. A ação integra a primeira etapa do<em> NaPerifa: Circuito Gastronômico e Criativo</em>, projeto que visa promover experiências gastronômicas e criativas, valorizando a produção local e estimulando o intercâmbio entre diferentes públicos. As contribuições podem ser enviadas até a próxima sexta-feira (21), por meio de formulário on-line disponível no <a href="https://qualtricsxm7x898lkqw.qualtrics.com/jfe/form/SV_eQCp2arDWqdyMGa">link</a>.</p>
<p dir="ltr">Lançado em maio deste ano, o projeto busca reconhecer e fortalecer o potencial criativo das periferias do Grande Recife – que representam cerca de 26,9% da população da região, com mais de 1 milhão de moradores, vivendo em cerca de 728 comunidades, de acordo com dados do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Reconhecendo isso, o ‘NaPerifa’ chega como uma política de formação, incentivo e desenvolvimento baseada na escuta atenta e na construção coletiva desde a sua fase inicial, com as contribuições públicas sobre o que pulsa de cultura nesses territórios.</p>
<p dir="ltr">“O projeto fortalece um dos pilares da gestão da governadora Raquel Lyra, que é o de incentivar a geração de renda e o empreendedorismo por meio da economia criativa em territórios que são potências na criação, impulsionamento e salvaguarda da nossa cultura”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">Nesta primeira fase, o preenchimento do formulário contribuirá para identificar estabelecimentos, organizações, coletivos, centros culturais e agentes que movimentam a cena artístico-cultural em áreas como Gastronomia, Artes Visuais, Música, Design e Moda nas diferentes comunidades.</p>
<p dir="ltr">Para dúvidas e/ou mais informações sobre as contribuições, dois canais estão disponíveis: o e-mail <a href="mailto:naperifa@secult.pe.gov.br">naperifa@secult.pe.gov.br</a> e o Instagram oficial do projeto, o <a href="http://instagram.com/naperifa">@naperifa</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>NaPerifa </strong></p>
<p dir="ltr">Promovido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), o NaPerifa: Circuito Gastronômico e Criativo é um movimento que valoriza a riqueza cultural e a criatividade das periferias, reunindo experiências em gastronomia, design, moda, artes visuais e música. A iniciativa visa destacar a produção local e promover o intercâmbio entre diferentes públicos. Por meio de ações formativas e culturais, o projeto busca fortalecer e legitimar as expressões já existentes nesses territórios, ampliando o acesso da população à sua própria endocultura por meio de espaços e agentes culturais.</p>
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		<title>Exposição reúne acervos afetivos e históricos da identidade negra em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 19:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A designer de moda e pesquisadora Oluyiá França e  a artista e educadora Teresa França apresentam “Entre Linhas e Lutas: Indumentárias de Memórias em Movimento” no MuAfro. A exposição reúne 43 peças que fazem parte de acervos afetivos e históricos das múltiplas expressões da identidade negra em Pernambuco. São vestidos, saias, batas, camisas, bolsas e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Oluyia-Franca-e-Teresa-Franca_foto-Ubira-Machado-1-2-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-120048" alt="Foto: Ubira Machado/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Oluyia-Franca-e-Teresa-Franca_foto-Ubira-Machado-1-2-1-607x404.png" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">A designer de moda e pesquisadora Oluyiá França e  a artista e educadora Teresa França apresentam “Entre Linhas e Lutas: Indumentárias de Memórias em Movimento” no MuAfro. A exposição reúne 43 peças que fazem parte de acervos afetivos e históricos das múltiplas expressões da identidade negra em Pernambuco. São vestidos, saias, batas, camisas, bolsas e boinas, que contam histórias de resistência, afeto e pertencimento. A abertura da exposição acontece nesta quarta-feira (03 de setembro), às 19h, com entrada gratuita. Na ocasião, Oluyiá França também lança <a href=" https://oluyia.com.br" target="_blank">o site</a> com o resultado da pesquisa sobre a indumentária negra nos museus de Pernambuco.  O MuAfro está localizado na Rua Mariz e Barros, 328, no Bairro do Recife, com visitação de quarta a domingo, das 13h às 17h.</p>
<p>A mostra  “Entre Linhas e Lutas: Indumentárias de Memórias em Movimento” propõe um diálogo entre heranças familiares e o legado do movimento negro. A curadoria é de Teresa França e Oluyiá França, mãe e filha que dialogam em torno da arte, da educação e da militância no Movimento Negro. A produção é de Beatriz Arcoverde e a produção executiva é de Daniela Azevedo.</p>
<p>A exposição tem incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) por meio do edital Museus e Memória Social, do Governo de Pernambuco / Secretaria de Cultura / Fundarpe. Já a pesquisa foi desenvolvida com incentivo do Funcultura / Governo de Pernambuco / Secretaria de Cultura / Fundarpe e do SIC Recife /  Prefeitura do Recife.</p>
<p>A exposição conta com núcleos temáticos, iniciando com a exibição de vídeos da pesquisa sobre a indumentária negra nos museus de Pernambuco. Em seguida, a artista visual e designer Oluyiá França apresenta o seu percurso criativo. “É um espaço para compreender como as memórias, as histórias e as tradições visuais se entrelaçam ao meu trabalho, costurando passado, presente e futuro”, explica Oluyiá.</p>
<p>Posteriormente, o visitante é convidado a perceber como a estética negra é política. As peças e imagens expostas revelam que vestir é também um ato de resistência, afirmação e pertencimento. A narrativa destaca a pluralidade de expressões que compõem o “estilo da luta” e como dialogam com diferentes contextos do movimento negro.</p>
<p>Entre as peças expostas na mostra está uma bata de 1981, uma das primeiras vestimentas da Ala do Movimento Negro (MNU) para desfilar no Afoxé Ilê de África, organizado pelo mestre Zumbi Bahia. A peça foi costurada por Amélia Gomes do Nascimento, tia e mãe de criação de Teresa França. O desenho Àṣẹ de Xangô  foi idealizado por Jorge de Morais Barbosa, pai de Oluyiá.</p>
<p dir="ltr">Ao final, a exposição também estimula que o público se reconheça como parte dessa continuidade histórica e cultural. Cada visitante é incentivado a deixar sua marca em mural, escrevendo ou desenhando memórias vestidas.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre Oluyiá França</strong>  &#8211; Técnóloga em design de moda, especialista em modelagem e criação, técnica em figurino, especialista em Antropologia Social e Cultural, pesquisadora e educadora popular. Integrante do grupo de estudos acadêmicos GEPAR/UFPE e da rede de afro empreendedores de Pernambuco. Tem um marca autoral que leva seu nome e apresenta peças únicas, com bordados feitos com influência da cultura afro-latina-americana. Realiza pesquisas, palestras e oficinas sobre moda e identidade negra.</p>
<p dir="ltr">A artista e educadora Teresa França iniciou sua trajetória na escolinha de arte do Recife em 1968. A partir daí nunca mais abandonou o desenho, a pintura e a criatividade. Estudou pedagogia e alfabetizou muitas crianças em escolas e projetos educacionais. É uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado de Pernambuco (MNU &#8211; PE). Atualmente, atua como arte educadora no Instituto Capibaribe e inicia uma nova jornada como arteterapeuta.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Exposição “Entre Linhas e Lutas: Indumentárias de Memórias em Movimento”<br />
Abertura: 03 de setembro, das 19h às 21h<br />
Visitação até 28 de setembro<br />
Horário de visitação: De quarta a domingo, das 13h às 17h<br />
MuAfro: Rua Mariz e Barros, 328, Bairro do Recife<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Oficina gratuita &#8220;Inclusão e Diversidade na Moda&#8221; com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 16:33:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a oficina gratuita &#8220;Inclusão e Diversidade na Moda: Sonhos que se realizam numa passarela&#8221; que será ministrada por Marta Reis, modelo pernambucana que este ano completa 40 anos de passarela, com experiência em desfile de moda e de Carnaval. Com carga horária de 24 horas/aula, a oficina será realizada entre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119957" aria-labelledby="figcaption_attachment_119957" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Amanda Brindeiro/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Marta-Reis-foto_Amanda_Brindeiro.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119957" alt="Foto: Amanda Brindeiro/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Marta-Reis-foto_Amanda_Brindeiro-273x486.jpeg" width="273" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Aulas começam em setembro com a modelo pernambucana Marta Reis</p></div>
<p>Estão abertas as inscrições para a oficina gratuita &#8220;Inclusão e Diversidade na Moda: Sonhos que se realizam numa passarela&#8221; que será ministrada por Marta Reis, modelo pernambucana que este ano completa 40 anos de passarela, com experiência em desfile de moda e de Carnaval. Com carga horária de 24 horas/aula, a oficina será realizada entre 2 e 18 de setembro, das 13h às 16h, no Centro de Design do Recife, no Pátio de São Pedro, no Bairro de São José, com desfile aberto ao público no final. As inscrições são online e seguem até 30 de agosto. O formulário de inscrição está disponível no perfil do Instagram da oficina @idnamoda. Para se inscrever, é<br />
necessário ser maior de 16 anos.  O projeto tem o apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) por meio do Política Nacional Aldir Blanc (PNAB – Pernambuco).<br />
<!--[endif]--></p>
<p>As palavras Inclusão, Diversidade e Sonhos presentes no título da oficina resumem o objetivo do projeto idealizado por Marta Reis com produção executiva de Marla Derzi. Pioneira das passarelas, Marta foi a única mulher negra a desfilar alta costura entre as décadas de 1980 e 1990 no Recife. No mesmo período, brilhou nas passarelas de concursos carnavalescos, desfilando máscaras e fantasias, e depois nas comissões julgadoras e nos bastidores de concursos, como o de Rei e Rainha do Carnaval, atuando na coordenação e preparação dos candidatos. “Desfile de moda e concurso de rei e rainha do Carnaval têm instruções distintas, mas postura e confiança na passarela é importante para todos”, destaca Marta.<br />
<!--[endif]--></p>
<p>Estão disponíveis 15 vagas, prioritariamente para integrantes de agremiações carnavalescas e quadrilhas juninas, mas a oficina está aberta para todos. “Conhecemos bem esse universo. São talentos que brilham no período das festividades e que precisam estar preparados para novos desafios”, afirma Marla Derzi. Além de ensinar conhecimentos técnicos e práticos, a formação tem como objetivo lançar um olhar diverso para a passarela, seja ela na moda ou nos concursos de beleza e carnavalesco.<br />
<!--[endif]--></p>
<p>Uma forma de fortalecer a representatividade e promover a autoestima. Marta Reis é bacharel em Turismo e Hotelaria e pós-graduada em Gestão Pública, e tem 40 anos dedicados à Cultura Popular, quando iniciou seus primeiros passos na passarela desfilando para grandes nomes da alta costura pernambucana.<br />
<!--[endif]--></p>
<p>Logo em seguida, a partir das suas inquietações, se apaixonou pelo mundo das fantasias e se tornou uma das maiores campeãs de concursos carnavalescos do Recife. Trabalhando na gestão pública, pôde desenvolver diferentes projetos para cultura e o turismo da cidade, integrando artes que sempre lhe acompanharam durante a sua carreira, passando por moda, design, cultura popular, artes visuais, entre outras.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong></p>
<p>Coordenação Geral &#8211; Marta Reis<br />
Produção Executiva &#8211; Marla Derzi<br />
Assistência de Produção &#8211; Denildo Costa<br />
Produção de Design &#8211; Adélia Collier e Denildo Costa<br />
Coordenador de Redes Sociais &#8211; Romero Araújo<br />
Social Media &#8211; Maria Júlia<br />
Fotografia (desfile) &#8211; Hugo Lucena<br />
Assessoria de Imprensa &#8211; Ana Nogueira<br />
Parceria &#8211; Centro de Design do Recife e Afoxé Oyá Alaxé</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p>Inclusão e Diversidade na Moda: Sonhos que se realizam numa passarela,<br />
com Marta Reis &#8211; GRATUITO<br />
Período de inscrição: 15 a 30 de agosto de 2025<br />
Formulário de inscrições: https://linklist.bio/idnamoda</p>
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		<item>
		<title>Jovens do Quilombo de Conceição das Crioulas desfilam peças de Thiago Amaral em Salgueiro</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 01:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design e moda]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Criativa]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[A história de resistência de mulheres da comunidade quilombola Conceição das Crioulas, carregada de simbolismos e significados ancestrais também traduzidos em uma estética autoral, é o que tem movido e inspirado as atividades que acontecem no País das Conexões Criativas do Festival Pernambuco Meu País 2025. Neste sábado (26/07), o polo da moda promoveu um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119280" aria-labelledby="figcaption_attachment_119280" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-26-at-22.27.38.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119280" alt="Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-26-at-22.27.38-607x401.jpeg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Desfile aconteceu na tarde deste sábado (26) em Salgueiro</p></div>
<p>A história de resistência de mulheres da comunidade quilombola Conceição das Crioulas, carregada de simbolismos e significados ancestrais também traduzidos em uma estética autoral, é o que tem movido e inspirado as atividades que acontecem no País das Conexões Criativas do Festival Pernambuco Meu País 2025. Neste sábado (26/07), o polo da moda promoveu um desfile assinado pelo criativo Thiago Amaral e o protagonismo foi todo voltado para jovens quilombolas, de todos os gêneros, que após participarem de aulas práticas de passarela desfilaram com as peças do estilista no Centro de Vocação Tecnológico (CVT) de Salgueiro.</p>
<p>&#8220;A gente veio com um projeto muito especial, direcionado pro Quilombo Conceição das Crioulas, que é um quilombo local que eu conheci ano passado durante a Fenearte, através da Mestra Lurdinha, que excepcionalmente é uma mulher muito potente. Lurdinha conseguiu reunir uma meninada, entre meninos e meninas muito jovens do quilombo, para uma série de atividades que começamos ontem, com o Fórum da Cadeia Produtiva Cultural, onde conseguimos discutir um pouco nossos processos criativos estruturais. Conseguimos ter aulas de postura, de andamento, de mercado de trabalho. Então um sonho foi prospectado desde o ano passado e justamente por essa potência feminina que o quilombo tem, de mulheres que plantam o próprio algodão, produzem o próprio tecido, bordam e costuram as próprias peças que trazem uma sabedoria ancestral né, politizada, porque são mulheres completamente engajadas dentro de culturas de empoderamento, poderes econômicos, poderes culturais. Todas as peças sempre trazem uma poesia abordada, sempre trazem uma mensagem de esperança, de afeto e por que não dizer assim: Conceição das Crioulas realmente é o que há de mais precioso em Salgueiro!&#8221;, expressa Nestor Mádenes, diretor criativo e editor de moda.</p>
<p>Maria de Lurdes da Silva, mais conhecida como Mestra Lurdinha do Quilombo de Conceição das Crioulas, é uma das grandes lideranças políticas e afetivas da comunidade, e foi quem articulou o grupo de jovens para participarem atividades de moda. &#8220;Gostaria de agradecer muito o projeto Pernambuco Meu País e dizer que dessa forma a gente tem se inserido nessas programações, porque a gente acha que é muito propício. A gente carrega não só a história de Conceição das Crioulas, mas de Salgueiro, de Pernambuco, do nosso País, né? Então lá no quilombo a gente trabalha há muito tempo, somos um grupo de mulheres que trabalha cortando o tecido, costurando e bordando. A gente trabalha com peças que têm a história da comunidade escrita nas saias, vestindo a gente. Fazemos questão de valorizar nossa cultura. Mostrar para as nossas crianças, para as pessoas, que em primeiro lugar precisamos falar de nós, falar de nós e mostrar para o mundo. E a dinâmica que eu trouxe para o fórum foi inspirada numa música que fala &#8216;Eu não posso mudar o mundo, mas eu balanço&#8217;, né? Então é essa dinâmica de ir observando, fazendo a contextualização do poder que as artes têm, da capacidade de criar. Então se uma peça é de uma forma, eu posso transformar, eu posso ir mudando&#8221;, ressalta Lurdinha, semeando sabedoria.</p>
<div id="attachment_119281" aria-labelledby="figcaption_attachment_119281" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-26-at-22.29.25.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119281" alt="Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-26-at-22.29.25-607x402.jpeg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Peças foram criadas por Thiago Amaral</p></div>
<p>&#8220;A coleção que os jovens do quilombo desfilaram é inspirada no DNA upcycling, uma transformação criativa. A gente pega peças ou resíduos e transforma em outras peças para dar uma vida mais longa a ela e a coleção é sobre isso. É basicamente feita todas de t-shirts reutilizadas, criando looks diferentes, formas, volumes. Eu também vou ministrar neste domingo (27) um workshop para mostrar as técnicas de upcycling, o que é o conceito, falar mais sobre esse tema que é tão importante pra gente debater, ressignificar as coisas e dar uma vida útil elas&#8221;, explica o criativo Thiago Amaral.</p>
<p>Eduarda Collier, assessora de Design e Moda da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), comentou um pouco sobre a experiência de troca com as mulheres e jovens do Quilombo de Conceição das Crioulas. &#8220;A gente trouxe um workshop de passarela e o nosso maior público veio do quilombo. Foram 15 modelos, 14 do quilombo. Desde ontem, a gente estava nesse processo, de elas aprendendo a desfilar todo o conceito, a autoestima, a postura, tudo isso. Aí, hoje aconteceu o desfile, foi lindo. E Thiago Amaral conseguiu desenvolver uma coleção linda, com reaproveitamento, com essa consciência ambiental. De você pensar no futuro, mas preocupado com o passado também. E neste domingo (27) a gente vai ter outro desfile, desta vez, de uma coleção do Quilombo de Conceição das Crioulas, que também é uma história de resistência do artesanato, das manualidades&#8221;, lembra Eduarda Collier.</p>
<p><strong>História do Quilombo de Conceição das Crioulas</strong> &#8211; De acordo com relatos das pessoas mais velhas, a comunidade de Conceição das Crioulas teve início em meados do século XVIII, quando seis mulheres negras chegaram e fixaram suas moradias na localidade. Alguns historiadores da comunidade dizem que elas vieram de um lugar chamado Panela D‟água, outros dizem que elas conseguiram fugir ao desembarcarem no porto de Salvador, na Bahia. Portanto, não teriam sido escravizadas. O mais presente nas narrativas de seus descendentes, é que, aquelas mulheres plantavam e fiavam algodão e iam vender na cidade de Flores (PE). Com isso conseguiram comprar três léguas em quadra de terra.</p>
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		<title>Moda com raízes: País das Conexões Criativas promove encontro entre quilombo, tradição e passarela em Salgueiro</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jul 2025 18:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na manhã desta sexta-feira (26), o Festival Pernambuco Meu País foi palco de um encontro carregado de significado no Centro de Vocação Tecnológica (CVT) de Salgueiro. Com aulas práticas comandadas pelo editor de moda recifense Nestor Máedenes, o País das Conexões Criativas promoveu um diálogo entre tradição e futuro com a presença de alunos majoritariamente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119263" aria-labelledby="figcaption_attachment_119263" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-119263" alt="Aula prática com o editor de moda Nestor Máedenes - imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Aula prática com o editor de moda Nestor Máedenes &#8211; imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/Fundarpe).</p></div>
<p>Na manhã desta sexta-feira (26), o Festival Pernambuco Meu País foi palco de um encontro carregado de significado no Centro de Vocação Tecnológica (CVT) de Salgueiro. Com aulas práticas comandadas pelo editor de moda recifense Nestor Máedenes, o País das Conexões Criativas promoveu um diálogo entre tradição e futuro com a presença de alunos majoritariamente do Quilombo Conceição das Crioulas — comunidade com forte vínculo histórico com o cultivo do algodão e a produção de vestuário artesanal.</p>
<p>A formação, que utilizou peças criadas pelo estilista Thiago Amaral, também do Recife, não foi uma ação isolada. É fruto de uma conexão construída com afeto e admiração: durante a última edição da Fenearte, os dois estilistas conheceram o trabalho das mulheres do quilombo e se encantaram com a potência da costura feita à mão, enraizada em memória e resistência.</p>
<div id="attachment_119264" aria-labelledby="figcaption_attachment_119264" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto.jpg"><img class="size-medium wp-image-119264" alt="Formado maioritariamente por mulheres do quilombo, a aula prática mostrará seus resultados e dois desfiles durante o festival, com peças do estilista Thiago Amaral. Imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Formado maioritariamente por mulheres do quilombo, a aula prática mostrará seus resultados e dois desfiles durante o festival, com peças do estilista Thiago Amaral. Imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/Fundarpe).</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma dessas mulheres é mãe da aluna Amanda Martins — que agora, em plena aula de passarela, vive esse reencontro de mundos.</p>
<p>&#8220;A minha comunidade já tem um vínculo com a produção com o algodão, então, acho isso de suma importância, porque daqui pode sair futuras modelos, né?&#8221;, comentou Amanda.</p>
<p>O resultado dessa experiência será apresentado ao público em dois desfiles especiais, que acontecem neste sábado (27) e domingo (28), sempre às 16h, em frente ao CVT de Salgueiro.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Forma PE e Fórum Cadeia Produtiva estreiam no Festival Pernambuco Meu País</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jul 2025 03:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Ações inéditas da edição 2025 do Festival Pernambuco Meu País, o Forma PE e o Fórum aconteceram neste primeiro dia de festival em Salgueiro, no Centro de Vocação de Tecnológica (CVT), nesta sexta-feira (25), com a oficina Autogestão de Carreira para Artistas Independentes: Caminhos Possíveis, com a produtora cultural Tássia Seabra e o assunto do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ações inéditas da edição 2025 do Festival Pernambuco Meu País, o Forma PE e o Fórum aconteceram neste primeiro dia de festival em Salgueiro, no Centro de Vocação de Tecnológica (CVT), nesta sexta-feira (25), com a oficina Autogestão de Carreira para Artistas Independentes: Caminhos Possíveis, com a produtora cultural Tássia Seabra e o assunto do Fórum de Economia Criativa em Salgueiro deu-se pela intersecção entre Design e Moda, explorando as diversas facetas desse segmento dinâmico, com a participação de renomados profissionais, a exemplo de Thiago Amaral, Nestor Mádenes e Lourdinha (Conceição das Crioulas).</p>
<p>A Oficina Autogestão de Carreira para Artistas Independentes: Caminhos Possíveis tem como objetivo fortalecer a autonomia de artistas que atuam de forma independente, especialmente em contextos periféricos, por meio de estratégias práticas de autogestão. A proposta pedagógica é baseada na educação popular, com linguagem acessível, escuta ativa e valorização da troca de saberes entre os participantes.</p>
<p>“Nessa oficina, trazemos exemplos, dicas, informações e tudo aquilo que precisamos para ter uma carreira independente com estratégias que caibam no nosso bolso e se adequem a nossa realidade”, disse Tássia Seabra. “Falamos sobre construção de imagem, ´desenvolver uma estratégia para as redes sociais, direitos autorais, distribuição, com uma linguagem de fácil compreensão”.</p>
<p>O Fórum Cadeia Produtiva da Cultura: Da Criação ao Mercado é um espaço de diálogo direto, onde temas urgentes são debatidos de forma prática: Como transformar a criação artística em oportunidade de trabalho e renda? Como fortalecer redes de colaboração e circulação? Quais caminhos para acessar editais, políticas públicas e novos mercados?</p>
<p>Cada edição do fórum é adaptada à realidade cultural local, reunindo mediadores, convidados regionais e especialistas, que compartilham experiências, estratégias e caminhos para quem quer viver de cultura com mais organização, autonomia e sustentabilidade.</p>
<p>Já o “Fórum: Cadeia Produtiva da Cultura: da Criação ao Mercado – Design e Moda” trouxe à tona temas que inspiram atenção para pensar a cadeia criativa e a moda no Estado de Pernambuco. Entre os temas, Thiago Amaral, Nestor Mádenes e Lourdinha refletiram sobre reaproveitamento têxtil, sustentabilidade, as novas possibilidades do mercado, além da relação entre moda, memória e artesanato.</p>
<p>Para Amanda Martins, que atua como agente de sustentabilidade, ter o munícipio de Salgueiro como polo para o Fórum de Economia Criativa, Moda e Design dará oportunidade para que a comunidade Conceição da Crioulas, da qual faz parte, possa exibir um pouco de sua identidade a partir das peças. “Num evento grandioso como o Festival Pernambuco Meu País é importantíssimo que a moda consiga levar às pessoas história, identidade e inovação.Por meio deste desfile, queremos contar levar ao público o legado do nosso povo”, destaca.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fotolivro retrata universo do trabalho informal na indústria têxtil do Agreste de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fotolivro-retrata-universo-do-trabalho-informal-na-industria-textil-do-agreste-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 21:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[polo de confecções do agreste pernambucano]]></category>
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		<description><![CDATA[A versão impressa do fotolivro Ciano, Cidade propõe uma nova leitura sobre as relações de trabalho na cadeia têxtil do Agreste de Pernambuco. A obra, que tem apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), retrata toda a dinâmica de produção do jeans, desde a feitura, até a comercialização das peças, nas cidades de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-180839.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-118425" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-180839-607x392.png" width="607" height="392" /></a></p>
<p dir="ltr">A versão impressa do fotolivro Ciano, Cidade propõe uma nova leitura sobre as relações de trabalho na cadeia têxtil do Agreste de Pernambuco. A obra, que tem apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), retrata toda a dinâmica de produção do jeans, desde a feitura, até a comercialização das peças, nas cidades de Caruaru e Toritama, integrantes do Polo de Confecções do Agreste Pernambucano. O lançamento aconteceu no último dia 10 de junho, durante a programação do Salão de Fotografia de Pernambuco, no Fotolab-UFPE, o laboratório de fotografia dos cursos de Design e Comunicação Social da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Centro Acadêmico do Agreste (CAA).</p>
<p dir="ltr">A publicação mergulha no universo da confecção, transformando o território imagético da indústria têxtil em debate sobre trabalho e moda. Apresenta os processos de corte, costura, lavagem e comercialização do jeans. Tem como pano de fundo os cenários quase ficcionais das facções e lavanderias de Toritama e propõe uma discussão direcionada às relações de trabalho na cadeia responsável pela produção do artigo de moda. Com narrativa equilibrada entre os discursos acadêmico e artístico, as imagens retratam as condições de trabalho dos profissionais envolvidos na fabricação do jeans, lançando um olhar para questões intrínsecas ao trabalho informal, como o acesso à direitos trabalhistas e a responsabilidade ambiental envolvida nesse tipo de indústria.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-181147.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-118427" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-181147-607x401.png" width="607" height="401" /></a></p>
<p dir="ltr">O livro é de autoria do coletivo homônimo, “Ciano, Cidade”, formado por 5 profissionais das áreas de fotografia, geografia, comunicação e design. Possui um caráter experimental e explora uma narrativa para além da documental, ao passo que transporta o leitor para um mundo, ao mesmo tempo, real e imaginário. Para isso, conta com fotografias de técnicas mistas: digitais, analógicas e impressas em cianotipia. A curadoria é de Daniela Bracchi, professora e pesquisadora do Núcleo de Design e Comunicação da UFPE &#8211; Centro Acadêmico do Agreste, também coordenadora Fotolab-UFPE, Laboratório de Fotografia, que estuda e desenvolve narrativas visuais.</p>
<p dir="ltr">A equipe é composta por Gabriella Ambrósio, comunicóloga de formação e fotógrafa com experiência em fotografia documental de Caruaru; Williams Pereira, Geógrafo e fotógrafo de Recife; Palloma Mendes, designer e fotógrafa de Garanhuns; Ythalla Maraysa, fotógrafa e designer de Caruaru e Dênis Torres, fotógrafo nascido em Toritama. Conta com produção executiva de Ythalla Maraysa, textos e comunicação por Daniela Bracchi e Williams Pereira e projeto gráfico da Oficina Embuá. O acesso ao livro, informações e novidades sobre o projeto podem ser encontradas no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/cianocidade/">@cianocidade</a>.</p>
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