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	<title>Portal Cultura PE &#187; modelo vivo</title>
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		<title>Livro sobre Atelier Risco! lança um novo olhar para a prática do modelo vivo</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 19:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118692" aria-labelledby="figcaption_attachment_118692" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/modelo-Iara-foto-Walton-Ribeiro-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-118692" alt="Foto: Walton Ribeiro / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/modelo-Iara-foto-Walton-Ribeiro-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Walton Ribeiro / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Durante séculos, a prática de modelo vivo enxergou como artista apenas a pessoa que desenha um modelo, quer seja homem, mulher ou criança, a quem era exigido posar por horas, desde que calados e estáticos. Seus corpos eram o “objeto” a ser observado e reproduzido com rigor estético. Apesar de ainda fazer parte da tradição no meio acadêmico, a prática do desenho de modelo vivo nesse formato não é mais hegemônica. No Recife, o Risco!, grupo criado em 2013, faz uma revisão desta prática ao promover sessões para pessoas interessadas no estudo do corpo, seja na ação corporal expressiva ou no registro da figura humana. Parte deste trabalho desenvolvido pelo Risco! foi registrado no livro Atelier Risco!, que será lançado nesta sexta-feira (4), na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), na unidade Derby, a partir das 19h.</p>
<p dir="ltr">A programação de lançamento tem início com uma sessão de “modelagem viva” a partir da performance<em> A Menor Mulher do Mundo</em>, uma proposição de Bruna Rafaella Ferrer, coordenadora pedagógica e diretora artística do Risco!. Na performance, a artista propõe reflexões sobre como as mulheres falam e agem sobre suas próprias representações. O termo “modelagem viva” no lugar de “modelo vivo” faz parte do vocabulário e da prática do Risco!, onde os modelos têm uma participação propositiva, diferentemente da prática tradicional. A performance tem 30 minutos de duração e antecede o lançamento do livro. A sessão está aberta à participação de qualquer pessoa interessada em registrar as poses propostas pela performer. No local será disponibilizado material artístico para uso comum. A classificação etária é livre.</p>
<p dir="ltr">A publicação Atelier Risco! tem edição da Editora Inteligência Sensível. Em 48 páginas, ela registra o material produzido em 16 sessões de modelo vivo, entre desenhos, fotografias e demais incursões gráficas, realizadas no Recife entre outubro de 2024 e abril de 2025, período de execução do projeto que dá nome ao livro. O projeto,<strong> realizado via Fundo de Incentivo à Cultura do Governo de Pernambuco – Funcultura</strong>, contou ainda com uma oficina de capacitação profissional de &#8220;Mediação Acessível&#8221; e a exposição &#8220;O lugar do efêmero e do inesgotável”. As atividades foram realizadas em espaços das instituições parceiras: Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, IAC – Centro Cultural Benfica da UFPE, Fundação Joaquim Nabuco e Museu do Homem do Nordeste.</p>
<p dir="ltr"><strong>Pesquisa -</strong> Voltadas a diversos públicos e conduzidas por participantes do Risco!, as ações do projeto integram a pesquisa acadêmica &#8220;Situações Artísticas e Pedagógicas na Prática Criativa com Modelo Vivo&#8221;, desenvolvida por Bruna Rafaella em seu estágio de pós-doutoramento realizado na Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), apoiadora do projeto. “Com a modelagem viva o Risco! promove a formação artística de diversos agentes culturais, enquanto propõe uma pesquisa visual e também performática com modelo vivo, entendendo o corpo como provocador de diálogo criativo e fonte de pesquisa multidisciplinar”, destaca a pesquisadora.</p>
<p dir="ltr">O supervisor da pesquisa de Bruna, Alexandre Zarias, pesquisador da Dipes/Fundaj, comenta sua percepção sobre o grupo Risco!: &#8220;Uma das dimensões que eu mais admiro no Risco! é seu caráter exploratório e investigativo. O projeto toma como ponto de partida o corpo e faz confluir diferentes linguagens: as artes, as ciências humanas, a filosofia e as tecnologias.  Para mim, o Risco! é um exercício de expansão e liberdade de nossas experiências de conhecer o mundo por meio dos nossos corpos e dos corpos dos outros ligados pelo olhar e pela expressão artística”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a performance -</strong> Conectada à investigação da artista e pesquisadora Bruna Rafaella sobre o conceito de “Situação pedagógica” no contexto da modelagem viva, em A menor mulher do mundo, Bruna performa uma figura construída a partir de elementos diversos advindos da representação da mulher na cultura ocidental, da sua própria vivência enquanto artista e educadora e do encontro com o olhar investigativo das participantes da prática de modelo vivo.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>Ficha Técnica – projeto Atelier Risco! </strong></em></p>
<p dir="ltr">Produção, direção artística e coordenação pedagógica: Bruna Rafaella Ferrer</p>
<p dir="ltr">Assistência de produção: Renata Caldas</p>
<p dir="ltr">Registros: Walton Ribeiro</p>
<p dir="ltr">Design gráfico: Filipe Aca e Matheus de Mendonça</p>
<p dir="ltr">Curadoria da exposição: Guilherme Moraes</p>
<p dir="ltr">Ministrantes de oficina: Vanessa Marques (Ferva Acessibilidade), Bruna Rafaella Ferrer e Michell Platini</p>
<p dir="ltr">Modelos vivos: Vi Brasil, Paulo Lima, Luciana Borre com participação de Mariana Gualberto, Silvia Góes, Acre, Iara Izidoro, Jonas Araújo, Brenda Bazante, Izidorio Cavalcanti, Renata Caldas, Rhaiza Oliveira, brumas, Bárbara Collier, Eduardo Romero, Amanda Albuquerque e Fabiana Pirro.</p>
<p dir="ltr">Debatedores: Philipe Sidartha, Vi Brasil, Carlito Person, Renata Caldas, Demetrio Albuquerque, Ju Caldas, Guilherme Moraes e Filipe Corsini.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>SERVIÇO:</strong></em></p>
<p dir="ltr">Lançamento do livro Atelier Risco! + Sessão de modelo vivo A menor mulher do mundo, com Bruna Rafaella</p>
<p dir="ltr">Dia: sexta-feira (04 de JULHO)</p>
<p dir="ltr">Horário: 19h às 21h</p>
<p dir="ltr">Local: Sala de Leitura Nilo Pereira – térreo da Fundaj Derby (rua Henrique Dias, 609 &#8211; Derby)</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p dir="ltr">Valor do livro (oferta de lançamento): R$ 40,00</p>
<p dir="ltr">Classificação etária: LIVRE</p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a href="instagram.com/riscoexperimental">@riscoexperimental</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Modelo Vivo tem primeira sessão no Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 15:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113703" aria-labelledby="figcaption_attachment_113703" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Walton Ribeiro/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/atelier-risco-foto___waltonribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-113703" alt="Walton Ribeiro/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/atelier-risco-foto___waltonribeiro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Modelo Vivo, do Atelier Risco!</p></div>
<p>Está de volta à cena cultural do Recife um projeto artístico que mobiliza artistas de todas as linguagens desde 2013 e que vem mudando o olhar para uma prática tradicional do desenho: o Modelo Vivo. O Atelier Risco! está de volta e a primeira sessão é nesta quarta-feira (2), das 19h às 21h, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), no bairro da Boa Vista (Centro do Recife). Para o primeiro encontro, após uma pausa de um ano, a modelo é a multiartista Vi Brasil com a performance <em>Equilíbrio Precário</em>, com a participação especial, na trilha sonora, de D Mingus. A sessão de estreia é seguida de debate com o desenhista Philipe Sidartha, pesquisador integrante do grupo.</p>
<p>O projeto contempla a realização de 16 sessões, todas gratuitas, das quais dez em 2024 e seis em 2025, com oito debates, processo de formação e uma exposição no fim. Todas as sessões e debates são transmitidos por videoconferência.</p>
<p>A retomada do Atelier Risco! foi possível graças ao edital do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo de Pernambuco, tendo sido contemplado na categoria Manutenção de Coletivo de Produção Artística. A proponente do projeto e diretora artística do Risco!, Bruna Rafaella Ferrer, também investiga as ações do grupo no estágio de pós-doutoramento da pesquisa Situações Artísticas e Pedagógicas na Prática Criativa com Modelo Vivo, tendo como instituição base a Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Em uma década de atividades, o grupo vem arriscando passos novos fora da tradicional visão acadêmica para a prática do Modelo Vivo.</p>
<p>Quando comenta a novidade que o projeto Atelier Risco! promove, Bruna pontua: ​“Desde o início da trajetória do Risco! entendemos que existia uma demanda de investigação do corpo, que não estava só no desenho, na pintura e na fotografia, mas na performance do corpo que traz consigo uma investigação ilimitada de estar no mundo, ligada também a outras linguagens e outras formas de se colocar no mundo. Transformações no corpo como lugar de investigação estética passaram a ser objetos de estudo da prática do Modelo Vivo. Essa é a única novidade possível”.</p>
<p>ORIGENS &#8211; Criado por professores do curso de artes visuais da faculdade Aeso, entre os quais a própria Bruna Rafaella Ferrer, além de Eduardo Souza e André Aquino, o Atelier Risco! também está de volta ao primeiro equipamento cultural que o acolheu após se tornar independente de instituições acadêmicas. O grande instigador e mentor do grupo foi Eduardo Souza, artista que faleceu em 2018. O Risco! surgiu na academia, mas migrou para o Atelier Peligro, de Eduardo, e depois para o Mamam.</p>
<p>A diretora do museu, Mabel Medeiros, comemora a volta do Risco!, que considera uma etapa importante na formação dos jovens artistas e dos que já estão num caminho longo de sua trajetória. “Há mais de uma década, o Risco! vem movimentando o pensamento sobre o desenho e sobre o performar para o desenho em modelo vivo no Recife. E também promovendo discussões enriquecedoras para as artes visuais, sobretudo o desenho. Somos um museu que trabalha com arte contemporânea e, como todo museu, tem interesse em formação, discussões e debates acerca das artes visuais de forma ampla”, enfatiza.</p>
<p>Diferentemente do que muita gente pensa, não há pré-requisitos técnicos nem necessidade de inscrição prévia para participar de uma sessão de desenho com modelo vivo, mas cada participante tem que levar seu material artístico. Os encontros são gratuitos e abertos ao público, a partir do dia 2 de outubro, todas as quartas-feiras, das 19h às 21h, no jardim do Mamam (entrada pela Rua da União, nº 88, Boa Vista).</p>
<p><strong>OBSERVAÇÃO -</strong> Modelo vivo é a prática e o estudo da representação artística da figura humana por meio de exercícios com desenho de observação. Esse é um método de aprendizado artístico formalizado em academias de arte europeias, a partir da segunda metade do século 17, que perdura no ensino de arte no Brasil desde as primeiras décadas do século 19, com a implementação da Academia Imperial de Belas Artes. Atualmente, com o surgimento de uma série de grupos de modelo vivo como o Atelier Risco!, sem vínculo institucional ou acadêmico, observa-se o avanço desse campo de estudos para além do desenho como mero registro criativo, levando em conta também os aspectos poéticos e autorais contidos nas performances dos modelos.</p>
<p><strong>ATELIER RISCO! -</strong> Surgiu em 2013 para democratizar a prática criativa com modelo vivo fora de um programa estritamente acadêmico. O Risco! acolhe semanalmente diferentes modelos valorizando seus repertórios como base para a produção artística e discussão. Acredita-se que todos podem usar suas subjetividades nas sessões, o que enriquece a criação coletiva de imagens, celebrando a diversidade e o potencial criativo de cada participante e reforçando que todos são capazes de desenhar e/ou atuar como modelo vivo.</p>
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