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	<title>Portal Cultura PE &#187; modernismo</title>
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		<title>Secult-PE abre inscrições para o Curso de Formação em Políticas Culturais</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 15:52:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) está com inscrições abertas para o Curso de Formação em Políticas Públicas Culturais do Estado de Pernambuco. A iniciativa, que tem objetivo de promover a formação de produtores, fazedores e gestores de cultura, acontece de 21 a 25 de novembro, na Faculdade Alpha (Rua Gervásio Pires, 826, Santo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_97138" aria-labelledby="figcaption_attachment_97138" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/52490433639_2bea25cbfc_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-97138" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/52490433639_2bea25cbfc_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O lançamento do curso foi feito nesta quarta-feira (9), na sede da Secult-PE</p></div>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) está com inscrições abertas para o Curso de Formação em Políticas Públicas Culturais do Estado de Pernambuco. A iniciativa, que tem objetivo de promover a formação de produtores, fazedores e gestores de cultura, acontece de 21 a 25 de novembro, na Faculdade Alpha (Rua Gervásio Pires, 826, Santo Amaro, Recife/PE). Os interessados em participar poderão se inscrever gratuitamente até o dia 15 de novembro, por meio da plataforma do Mapa Cultural de Pernambuco (<a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/959/" target="_blank"><strong>www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/959</strong></a>). O proponente deverá estar cadastrado no Mapa Cultural, com perfil atualizado.</p>
<p>O curso será ofertado a três turmas, com até 30 alunos cada, com aulas pela manhã e a tarde. As vagas ofertadas serão disponibilizadas respeitando a paridade de gênero, 30% para pessoas pretas, pardas e indígenas, 20% para pessoas com deficiência e 20% para LGBTQIA+. Todos os participantes que obtiverem mais de 75% de frequência, receberão certificação de participação do Curso de Formação em Políticas Públicas Culturais do Estado de Pernambuco, que tem carga horária de 12h.</p>
<p>Com exposição teórica e dialogada, e apresentação de materiais complementares, o curso tem como objetivo: conhecer as políticas culturais no estado de Pernambuco e compreender as Leis Aldir Blanc e a Lei Paulo Gustavo. Nesse sentido, será composto por quatro módulos/aulas: &#8220;Cultura, como direito e como política pública: o que são políticas públicas culturais&#8221;; &#8220;Governo de Pernambuco e as políticas culturais: Secult-PE/Fundarpe&#8221;; &#8220;Plano Estadual de Cultura, Mapa Cultural e Cadastro Único&#8221;; e &#8220;Lei Aldir Blanc (Lei n° 14.017, de 29 de junho de 2020) e Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022)&#8221;.</p>
<p><em>&#8220;O curso é parte de uma série de estratégias que a Secult-PE e a Fundarpe têm preparado há alguns meses para capacitar os gestores culturais pernambucanos a acessarem os recursos da Lei Paulo Gustavo. A ideia da formação é esmiuçar os dispositivos previstos na legislação e, mais do que isso, apontar os caminhos para construção de políticas públicas sólidas e efetivas em todo o Estado&#8221;</em>, diz a secretária-executiva de Cultura de Pernambuco, Suely Oliveira.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Curso de Formação em Políticas Públicas Culturais do Estado de Pernambuco<br />
Inscrição: de 4 a 15 de novembro de 2022, por meio da plataforma Mapa Cultural (<a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/959/" target="_blank"><strong>www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/959</strong></a>)<br />
Período e localização do curso: de 21 a 25 de novembro de 2022 (segunda a sexta-feira), na Faculdade Alpha (Rua Gervásio Pires, 826, Santo Amaro, Recife/PE)</p>
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		<title>Modernismo, literatura e teatro na pauta do Quintal do Bandeira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/modernismo-e-literatura-na-pauta-do-quintal-do-bandeira/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2022 15:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Espaço Pasárgada, equipamento cultural gerenciado pela Fundarpe, retoma as atividades do Quintal do Bandeira. Com o tema &#8220;Ainda modernismos&#8221;, o encontro ocorre na próxima quinta, 31, às 19h, com transmissão livre e gratuita por meio do canal youtube.com/SecultPE. A apresentação será de Marília Mendes, gestora do Pasárgada, com mediação de Roberto Azoubel, coordenador de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14252781538_aac399da61_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13430" alt="Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14252781538_aac399da61_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/espaco-pasargada/">Espaço Pasárgada</a>, equipamento cultural gerenciado pela Fundarpe, retoma as atividades do Quintal do Bandeira. Com o tema &#8220;Ainda modernismos&#8221;, o encontro ocorre na próxima quinta, 31, às 19h, com transmissão livre e gratuita por meio do canal <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE">youtube.com/SecultPE</a>. A apresentação será de Marília Mendes, gestora do Pasárgada, com mediação de Roberto Azoubel, coordenador de Literatura da Secretaria de Cultura do Estado.</p>
<p>De acordo com Azoubel, o conteúdo abordado será uma extensão de outra conversa online, realizada também pela Secult-PE em fevereiro, sob o título “Pernambuco Moderno: um outro olhar para o centenário da Semana de 22”, a qual teve como foco o mundo das artes visuais.</p>
<p>No encontro do dia 31, as atenções se voltam para os universos da literatura e do teatro, com análises sobre a participação do Estado na centenária semana e dos desdobramentos do modernismo local, independente do histórico e impactante evento realizado em São Paulo, entre os dias 13 e 17 de fevereiro de 1922, no Teatro Municipal daquela cidade.</p>
<p>“Para isso, contaremos com as presenças de dois respeitados intelectuais pernambucanos: Anco Márcio Tenório Vieira, um grande estudioso do período em questão; e Luís Reis, profundo conhecedor da história do teatro realizado aqui e cuja obra ‘TPN &#8211; Teatro Popular do Nordeste: Palco e mundo de Hermilo Borba Filho’ (CEPE) foi finalista do prêmio Jabuti em 2019”, destaca Roberto Azoubel.</p>
<p>“A ideia de trazer esta conversa para o Quintal do Bandeira se dá pela grande contribuição que Manuel Bandeira deu ao movimento, e, segundo o próprio, toda a contribuição que as ideias modernistas trouxeram para a sua obra. O poeta comenta no seu Itinerário de Pasárgada: ‘Pouco me deve o movimento; o que eu devo a ele é enorme&#8221;, expõe Marília Mendes.</p>
<p><strong>Sobre os convidados</strong></p>
<div id="attachment_92005" aria-labelledby="figcaption_attachment_92005" class="wp-caption img-width-462 alignnone" style="width: 462px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/foto-Luís-Reis.jpg"><img class="size-medium wp-image-92005" alt="Luís Reis. Foto: arquivo pessoal" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/foto-Luís-Reis-462x486.jpg" width="462" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Luís Reis. Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p><strong>Luís Reis</strong></p>
<p>É professor, autor e pesquisador vinculado ao Curso de Teatro/Licenciatura da UFPE. Foi finalista do Prêmio Jabuti, na categoria Arte. Como dramaturgo, teve várias peças encenadas, a exemplo de &#8220;A filha do teatro&#8221; (2003), vencedora do Prêmio Funarte de Dramaturgia; &#8220;A morte do artista popular&#8221; (2010); e &#8220;Puro lixo, o espetáculo mais vibrante da cidade&#8221; (2015).</p>
<div id="attachment_92006" aria-labelledby="figcaption_attachment_92006" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/ancomárcio-2016-debateAPE.jpg"><img class="size-medium wp-image-92006" alt="Anco Márcio Tenório Vieira. Foto: arquivo pessoal" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/ancomárcio-2016-debateAPE-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Anco Márcio Tenório Vieira. Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p><strong>Anco Márcio Tenório Vieira</strong></p>
<p>É professor do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) da UFPE. Possui trabalhos em periódicos do Brasil e do exterior e dezenas de ensaios publicados em livros. É autor de &#8220;Luiz Marinho: o sábado que não entardece&#8221; (2004), &#8220;Adultérios, biombos e demônios&#8221; (2009) e &#8220;Dante, a poesia e a sua forma cristã&#8221; (2017). É membro do Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos, da Universidade de Coimbra (Portugal).</p>
<p><strong>Sobre o Quintal da Bandeira</strong></p>
<p>O Quintal do Bandeira é um encontro virtual, transmitido sempre nas últimas quintas-feiras do mês. Nas conversas, convidados e convidadas trocam ideias a respeito de temas literários, realizando interlocuções com outras áreas artísticas, com foco no universo cultural de Pernambuco.</p>
<p>Escrita pelo poeta pernambucano Manuel Bandeira (1886-1968), a crônica “O quintal” (1965) inspirou o nome do projeto. Na obra, o autor descreve sua vivência infantil no quintal da casa dos seus avós maternos &#8211; local onde hoje funciona o <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/espaco-pasargada/">Espaço Pasárgada</a>, na rua da União, centro do Recife.</p>
<p style="text-align: center;"><em>(&#8230;) &#8220;As horas que eu passava no quintal eram de treino para a poesia. Na rua, com os meninos da minha idade eu brincava ginasticamente, turbulentamente; no quintal sonhava na intimidade de mim mesmo. Aquele quintal era o meu pequeno mundo dentro do grande mundo da vida”.</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-22-at-18.09.30.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92071" alt="Card Quintal" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-22-at-18.09.30-607x340.jpeg" width="607" height="340" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O programa o Quintal do Bandeira é uma realização do Espaço Pasárgada (Fundarpe) em parceria com a Coordenadoria de Literatura (Secretaria de Cultura de Pernambuco).</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Quintal do Bandeira – &#8220;Ainda modernimos&#8221;<br />
Quando: 31 de março de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal da Secult-PE/Fundarpe no YouTube: <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE">youtube.com/SecultPE</a></p>
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		<title>Museu do Estado recebe exposição com obras de grandes nomes das artes plásticas brasileiras</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2014 17:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais uma iniciativa de valorização da cultura brasileira e da produção artística local, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) inaugura nesta terça-feira, 26 de agosto, a exposição Narrativas Poéticas – Coleção Santander Brasil. A mostra utiliza como referência a relação entre artes plásticas e poesia, com curadoria de Helena Severo. Além dos artistas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/5_Cicero-Dias_Baile-no-Campo_1937.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12737" alt="Cícero Dias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/5_Cicero-Dias_Baile-no-Campo_1937-580x486.jpg" width="580" height="486" /></a></p>
<p>Em mais uma iniciativa de valorização da cultura brasileira e da produção artística local, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) inaugura nesta terça-feira, 26 de agosto, a exposição Narrativas Poéticas – Coleção Santander Brasil. A mostra utiliza como referência a relação entre artes plásticas e poesia, com curadoria de Helena Severo. Além dos artistas pernambucanos que já integram o acervo do Santander, como Gilvan Samico, Cícero Dias e José Cláudio, trabalhos de outros dois talentos do Estado, Joaquim Cardozo e Carlos Pena Filho, foram especialmente selecionados para compor a narrativa no Recife.</p>
<p>Com percurso livre, a exposição tem como objetivo levar a arte brasileira a um público amplo e oferecer múltiplas possibilidades de leitura para as obras de seu próprio acervo, com o apoio narrativo de fragmentos de poemas selecionados. A Coleção Santander Brasil, formada pelas obras de arte dos bancos que foram sendo integrados ao grupo, reúne um significativo capital da cultura brasileira. A partir da análise deste conjunto, identificou-se um expressivo núcleo de arte moderna brasileira, além de diferentes manifestações culturais, incluindo arte popular e de cartografia dos séculos XVII ao XIX.</p>
<p>“A vinda da exposição Narrativas Poéticas para o Recife, através do Santander, é um grande presente para o pernambucano. Uma experiência artística importante, que só contribui para o enriquecimento do nosso repertório cultural e para a valorização das artes plásticas brasileira”, diz o secretário de Cultura de Pernambuco, Marcelo Canuto. Ele também saúda a parceria que o Santander firmou com o Governo do Estado, através do MEPE, que proporcionou esta exposição, entre outros projetos.</p>
<p>Maria Digna Pessoa de Queiroz, diretora do MEPE, afirma: “Estamos muito felizes em receber Narrativas Poéticas aqui no Museu do Estado. Mais felizes ainda em perceber que nomes pernambucanos como Samico, José Cláudio e Cícero Dias fazem parte da coleção. Sabemos da importância deste acervo para a memória das artes no Brasil”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/10_Gilvan-Samico_O-Enigma_1989.jpg"><img class="size-medium wp-image-12738 alignright" alt="Gilvan Samico" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/10_Gilvan-Samico_O-Enigma_1989-302x486.jpg" width="302" height="486" /></a></p>
<p>Após anos de rigoroso trabalho de catalogação, conservação, restauro e pesquisa, esta é a primeira exposição itinerante com obras da Coleção Santander Brasil. Entre as 59 obras que fazem parte da exposição, destacam-se as de expoentes do Modernismo brasileiro, como Candido Portinari, Emiliano Di Cavalcanti, Alfredo Volpi e Tomie Ohtake, e também alguns trabalhos recentes, de artistas como Tuca Reinés, Fernanda Rappa e Renata de Bonis.</p>
<p>O poeta, filósofo e ensaísta Antonio Cicero, em parceria com Eucanaã Ferraz, é responsável pela seleção de 48 fragmentos de poemas de 24 grandes poetas brasileiros, como João Cabral de Melo Neto, Carlos Drummond de Andrade e Vinicius de Moraes.</p>
<p>Outro diferencial da exposição é a inclusão de quatro obras reproduzidas em alto relevo para vivências táteis de pessoas com deficiência visual. São quatro totens que contêm relevos em resina das telas selecionadas, que poderão ser manipulados. As obras escolhidas foram Baile no Campo, de Cícero Dias; Figura, de Milton da Costa; Paisagem, de Francisco Rebolo; e Série Amazônica, de Ivan Serpa.</p>
<p>Narrativas Poéticas já passou por Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte e São Paulo, com registro de mais de 200 mil visitantes nas quatro capitais. Antes do fim do ano, a exposição ainda seguirá para Fortaleza.</p>
<p><strong>Curiosidades</strong></p>
<p>O primeiro ciclo do movimento Modernista foi marcado pela busca de uma linguagem genuinamente brasileira, capaz de revelar nossa identidade, nosso verdadeiro caráter nacional. Este instante fundacional do movimento assinala o surgimento de uma arte que se quer brasileira, modernamente brasileira.</p>
<p>Expoentes do Modernismo, como Mário e Oswald de Andrade que lutaram contra a concepção de nação atrelada a relações de poder oligárquicas, acreditavam que só sairíamos da pré-modernidade se assumíssemos nosso verdadeiro caráter nacional. Partiram em busca de nossas raízes forjando, em suas obras, uma estética de caráter nativista e regionalista.</p>
<p>É o momento de afirmação de nossa produção artística. Do nacionalismo exacerbado, da busca pela construção de uma arte capaz de se impor no cenário internacional por sua dimensão de brasilidade, o projeto modernista caminhou para um patamar mais universal chegando ao século XXI aberto à diversidade e ao multiculturalismo.</p>
<p>O purismo inicial deu lugar ao entendimento de que a cultura é resultado de uma construção histórica que se faz na dinâmica dos contatos entre povos e visões de mundo diferenciadas. Ninguém possui uma só identidade e a pujança de uma cultura reside, sobretudo, na diversidade buscada e assumida.</p>
<p><strong>Mostra Narrativas Poéticas – Coleção Santander Brasil</strong><br />
27 de agosto até 12 de outubro de 2014 (26 de agosto abertura para convidados)<br />
Museu do Estado de Pernambuco &#8211; MEPE<br />
Avenida Rui Barbosa, 960, Graças, Recife-PE | (81) 3184-3174</p>
<p>Horário de Funcionamento<br />
Terça a sexta-feira, das 9h às 17h;<br />
Sábados e domingos, das 14h às 17h</p>
<p>Ingressos<br />
R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia-entrada para estudantes, professores e idosos acima de 60 anos)</p>
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		<item>
		<title>Debates sobre o Modernismo abrem programação literária do FPNC em Nazaré da Mata</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 12:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC MATA NORTE]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o início do mês de fevereiro de 1922 um grupo de artistas se reuniu em torno de um projeto que daria novos rumos à cultura brasileira – especialmente à literatura. Intitulada Semana de Arte Moderna de 22, a iniciativa propagou no país os conceitos do Modernismo – movimento artístico-cultural influenciado pelas vanguardas europeias e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><img class="  " alt="" src="http://fpnc.org/site/wp-content/uploads/2012/04/6874741756_80517c7f9a_z-e1333997939359.jpg" width="614" height="410" /><p class="wp-caption-text">Mesa Redonda sobre Semana de 22 em Recife: antecedentes e repercussões (Foto: Daniela Nader)</p></div>
<p>Durante o início do mês de fevereiro de 1922 um grupo de artistas se reuniu em torno de um projeto que daria novos rumos à cultura brasileira – especialmente à literatura. Intitulada Semana de Arte Moderna de 22, a iniciativa propagou no país os conceitos do Modernismo – movimento artístico-cultural influenciado pelas vanguardas europeias e que propunha uma quebra com os padrões tradicionais de fazer arte. Foi deste evento, inclusive, que saíram nomes emblemáticos para a cultura nacional como Mário e Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, Vicente do Rego Monteiro e Anita Malfatti. Como forma de celebrar e discutir o evento, que em 2012 completa 90 anos, a Coordenadoria de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco, em parceria com a Universidade de Pernambuco (UPE), realiza uma série de ações dentro da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural da Mata Norte.</p>
<p>Nessa segunda (26), o auditório da UPE ficou lotado para assistir a mesa redonda “Modernismo precursor do Nordeste – Manuel Bandeira e Vicente do Rego Monteiro”. Com as participações da professora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Wilma Martins; do Mestre em Linguística pela UFPB, André Cervinskis e do professor da UPE, Alexandre Furtado, a mesa discutiu a importância dos artistas dentro do movimento. Para Wilma Martins, o legado dos realizadores da Semana de 22, em especial dos escritores, pode ser observado até hoje na produção cultural brasileira. “A literatura nos ajuda a encontrar soluções para nosso País”, comentou.</p>
<p>André Cervinskis apresentou uma análise sobre as particularidades do Modernismo no Nordeste, destacando a presença do movimento na capital pernambucana. “Antes de 1922 já podemos identificar tendências modernistas no Recife”, comentou. O tema, inclusive, foi um dos tópicos da mesa seguinte: “Semana de 22 em Recife: antecedentes e repercussões”, com mediação do próprio Cervinskis e participação dos professores da Universidade Federal de Pernmabuco (UFPE), Antônio Paulo Rezende e Lourival Holanda.</p>
<p>Para Holanda, os princípios do Modernismo difundidos por Mário de Andrade continuam atuais. “O espírito de Mário de Andrade está presente hoje principalmente no direito permanente à pesquisa – seja ela nos meios convencionais ou no Google. O importante é buscar outras formar de fazer literatura”, teorizou. O especialista, contudo, ressaltou a importância de se estabelecer também uma visão crítica sobre o movimento. “Tudo o que dispensa a crítica nos envenena. É muito importante retomar o que dizem os manuais sobre 22, mas é fundamental repensar o que significa esta semana para a cultura. Se vocês não ousam, estão negando 22″, afirmou.</p>
<p>Antônio Paulo Rezende prosseguiu com o debate citando versos do “Poema das Sete Faces”, de Carlos Drummond de Andrade. “É muito importante pensarmos o tempo de uma forma simultânea e não linear, já que presente, passado e futuro estão todo tempo dialogando”, comentou antes dos versos. Para o professor o Modernismo no Recife esteve atrelado ao Regionalismo, em obras de autores como Gilberto Freyre. “Muitos não gostam da obra de Freyre e fazem críticas quanto ao seu elitismo e certo preconceito, mas a forma como ele narrava era profundamente moderna. Poucas pessoas na época escreviam de uma forma tão clara e integrada quanto ele”, destacou.</p>
<p>O debate seguiu com a abertura de perguntas para os estudantes. Carlos Santos, aluno de Letras, comentou a importância da iniciativa. “Eventos como este, que trazem especialistas e professores de outras instituições, é fundamental para o desenvolvimento crítico dos alunos, além de promover um intercâmbio com outras correntes de pensamento”.</p>
<p>Confira mais destaques da programação de literatura em Nazaré da Mata</p>
<p><strong>Oficinas</strong><br />
Data: 27/03, das 15h às 17h<br />
Local: Campus UPE</p>
<p>Leitura, texto e sociedade, Profa. Rosário<br />
Literatura Popular, Prof. Josivaldo<br />
A poesia na escola, Prof. Jacinto<br />
A biblioteca e o leitor, Prof. Alexandre Furtado<br />
A formação do leitor literário, Prof. Cristina Botelho</p>
<p>17h – Recital do Grupo Silêncio Interrompido<br />
Com Philippe Wollney, André Philipe e David Borges. Poeta Convidado: Jorge, o poeta do Improviso.<br />
Local: Campus da UPE</p>
<p>19h – Mesa de Glosa com poetas do Pajeú<br />
Com Caio Menezes, George Alves, Genildo Santana, Alexandre Morais, Dudu Morais, Zé Adalberto. Apresentação: Dedé Monteiro. Convidado: Adiel luna (SECULTE/PE)<br />
Local: Auditório da UPE</p>
<p>19h – Mesa redonda: Encontro de Saberes – O popular e o acadêmico<br />
Com Izabel Guillen, Manoelzinho Salustiano, Carmem Lélis e Guitinho da Xambá.<br />
Local: UPE</p>
<p>20h30 – Mesa redonda: Poesia de Cordel Sociedade<br />
Com Maria Alice Amorim e Prof. Josivaldo<br />
Local: Auditório da UPE</p>
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