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	<title>Portal Cultura PE &#187; Morro da Conceição</title>
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		<title>Governadora Raquel Lyra reafirma compromisso com conclusão da restauração do Santuário do Morro</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 14:21:02 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115020" aria-labelledby="figcaption_attachment_115020" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hesíodo Góes/Secom</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/HG2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115020" alt="Hesíodo Góes/Secom" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/HG2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Governadora Raquel Lyra e a vice Priscila Krause prestigiaram a 120ª Festa do Morro</p></div>
<p>Neste domingo (8), durante a Missa Solene de Encerramento da 120ª edição da Festa de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, no Morro da Conceição, Zona Norte do Recife, a governadora Raquel Lyra reafirmou o compromisso do Governo de Pernambuco em dar continuidade à requalificação do Santuário do Morro a partir da próxima sexta-feira (13). No dia 30 de agosto, o teto do templo desabou deixando duas vítimas. Aproximadamente 60 dias depois, com o aporte de R$ 1,5 milhão do Estado para os serviços, a cobertura do espaço foi entregue à população totalmente restaurada para a Festa do Morro. A vice-governadora Priscila Krause também participou da cerimônia.</p>
<p>“É sempre um momento de muita felicidade participar das festividades de Nossa Senhora da Conceição. E este ano, devido ao desabamento do teto do Santuário, que acabou ocasionando as mortes de Seu Antônio e de Dona Maria, esta data é ainda mais marcante. O Governo de Pernambuco esteve ao lado da população do Morro nesse momento de dor, cuidando, inclusive, da reconstrução do templo. Agora, com o fim da festa, vamos assinar um segundo termo de fomento para recuperar altar, piso e ar-condicionado, devolvendo o Santuário totalmente requalificado aos recifenses e todos os pernambucanos”, afirmou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A segunda etapa das obras do Santuário do Morro contempla a substituição de esquadrias de vidro, recuperação de acabamentos internos, instalação de um novo forro acústico em gesso, melhorias na iluminação e reorganização da área externa. O investimento total do Governo do Estado é de R$ 3 milhões, considerando as assinaturas dos dois termos de fomento.</p>
<p>O tema da festividade deste ano, 120 Anos de Peregrinação e Esperança com a Imaculada Conceição do Morro, fez uma homenagem à história da comunidade local e antecipou o Jubileu Ordinário da Igreja Católica, que é comemorado em 2025. A chefe do Executivo estadual acompanhou a missa solene na área externa do Santuário do Morro da Conceição, que foi celebrada pelo arcebispo de Olinda e Recife, dom Paulo Jackson, e contou com a presença do reitor do Santuário, padre Emerson Borges.</p>
<p>Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado, em 2024 a Festa do Morro recebeu R$ 360 mil via Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), além de contar com reforço de 200 policiais militares por dia para garantir a segurança dos fiéis, moradores e comerciantes. O Corpo de Bombeiros, por sua vez, contou com um efetivo de 13 militares por dia.</p>
<p>Acompanharam a governadora na solenidade os secretários Carlos Braga (Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas), Alessandro Carvalho (Defesa Social), Túlio Vilaça (Casa Civil), Yanne Teles (Criança e Juventude), Fernando Holanda (Assessoria Especial à Governadora e Relações Internacionais), Rodrigo Ribeiro (Projetos Estratégicos), Joana Figueiredo (Direitos Humanos e Prevenção à Violência) e Eduardo Vieira (Chefia de Gabinete), além do diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), André Teixeira Filho; do diretor-presidente da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), José Anchieta, e dos vereadores do Recife Davi Muniz e Doduel Varela. Também participaram da missa de encerramento o prefeito do Recife, João Campos, e o vereador Hélio Guabiraba.</p>
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		<title>Governadora Raquel Lyra prestigia 120ª Festa do Morro no dia de Nossa Senhora da Conceição</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Dec 2024 16:09:53 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115017" aria-labelledby="figcaption_attachment_115017" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hesíodo Góes/Secom</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/HG5.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115017" alt="Hesíodo Góes/Secom" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/HG5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Governadora Raquel Lyra e a vice Priscila Krause prestigiaram a 120ª Festa do Morro</p></div>
<p>No início da manhã deste domingo (8), a governadora Raquel Lyra prestigiou a 120ª edição da Festa de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, no Morro da Conceição, Zona Norte do Recife. Neste ano, a festividade tem como tema 120 Anos de Peregrinação e Esperança com a Imaculada Conceição do Morro, e o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), apoia o evento com R$ 360 mil.</p>
<p>A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), por sua vez, entregou no dia 26 de novembro a coberta do Santuário totalmente restaurada, ação que recebeu um aporte de R$ 1,5 milhão após o teto do espaço desabar deixando duas vítimas no fim de agosto. A vice-governadora Priscila Krause também participou da visita. À noite, às 18h, a chefe do Executivo estadual retorna ao Morro para participar da Missa Solene de Encerramento da festa.</p>
<p>“Já venho há alguns anos ao Morro celebrar a minha fé junto com as pessoas, professando algo que é maior do que nós. Trabalhamos muito este ano para que este Santuário estivesse de pé. Foram 60 dias de obras para as pessoas professarem sua fé em segurança. Aqui agradeci pelo ano que passou e pela oportunidade de fazer parte da história desse lugar, relembrando a história de Seu Antônio e Dona Maria, falecidos na tragédia de agosto. Também pedi benção e sabedoria para tudo o que vem pela frente”, disse a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A vice-governadora Priscila Krause destacou a importância da tradição das homenagens a Nossa Senhora da Conceição no Recife. “Na Festa do Morro, a Região Metropolitana do Recife e Pernambuco, como um todo, se encontram para expressar sua fé em Deus e em Nossa Senhora. E este ano, depois das dificuldades com o desabamento do teto do Santuário, este encontro tem um significado ainda mais especial. Estamos felizes por contribuir para que esse espaço esteja reerguido, para que a festa possa ocorrer em sua plenitude”, afirmou.</p>
<p>Para que os fiéis, moradores e comerciantes participassem da celebração em segurança, a Polícia Militar reforçou o policiamento no Morro com cerca de 200 homens por dia. O Corpo de Bombeiros, por sua vez, contou com um efetivo de 13 militares por dia, um acréscimo de seis militares em relação ao efetivo empregado em 2023.</p>
<p>A manicure Perla Lemos, moradora do Recife, aproveitou a manhã do domingo para celebrar Nossa Senhora da Conceição. “Eu venho todos os anos à festa e acredito muito em Nossa Senhora. Sou devota de tradição familiar. Fiquei muito feliz com a reconstrução do templo”, declarou.</p>
<p><strong>RECONSTRUÇÃO -</strong> A governadora Raquel Lyra entregou no dia 26 de novembro a obra de reconstrução do Santuário do Morro, aproximadamente 60 dias após o desabamento ocorrido em agosto. A nova cobertura metálica foi finalizada com a estrutura executada em uma parceria entre as Secretarias de Desenvolvimento Urbano e Habitação e Projetos Especiais, além da Fundarpe, com um termo de fomento que teve investimento de R$ 1,5 milhão.</p>
<p>Para a realização da festividade, o Governo de Pernambuco ainda realizou a instalação de estruturas provisórias de iluminação, sonorização, climatização e cadeiras. Após o encerramento das comemorações, o governo iniciará a segunda etapa do projeto, que inclui substituição de esquadrias de vidro, recuperação de acabamentos internos, instalação de um novo forro acústico em gesso, melhorias na iluminação e reorganização da área externa. O investimento total do Governo do Estado será de R$ 3 milhões, considerando também a assinatura do segundo termo de fomento.</p>
<p>Também acompanharam a agenda o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula; os deputados estaduais Débora Almeida e Kaio Maniçoba; os secretários estaduais Hercílio Mamede (Casa Militar), Juliana Gouveia (Mulher), Alexandre Schneider (Educação), Ana Maraíza (Administração), Fernando Holanda (Assessoria Especial à Governadora e Relações Internacionais), Simone Nunes (Desenvolvimento Urbano e Habitação); o diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), André Teixeira; o presidente da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), Eduardo Loyo; e os vereadores do Recife Doduel Varela e Felipe Alecrim.</p>
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		<title>120ª edição da Festa do Morro promove devoção e cultura na Zona Norte do Recife</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 22:15:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114829" aria-labelledby="figcaption_attachment_114829" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/ECC_6794.jpg"><img class="size-medium wp-image-114829" alt="Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/ECC_6794-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">A celebração que marca os 120 anos de devoção, arte e tradição no coração de Pernambuco, a Festa da Imaculada Conceição do Morro, teve início nesta quinta-feira (28) no Morro da Conceição, Zona Norte do Recife. Com o título de Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, o evento tem como tema, neste ano, 120 Anos de Peregrinação e Esperança com a Imaculada Conceição do Morro, homenageando a história da comunidade local e antecipando o Jubileu Ordinário da Igreja Católica, que será comemorado em 2025.</p>
<div id="attachment_114830" aria-labelledby="figcaption_attachment_114830" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/ECC_6778.jpg"><img class="size-medium wp-image-114830" alt="Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/ECC_6778-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">A procissão de abertura contou com a presença da vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause, e da secretária de estadual Cultura, Cacau de Paula, bem como demais autoridades. Durante o evento, Cacau de Paula destacou a importância da festa para a preservação da cultura pernambucana. &#8220;Quando comemoramos os 120 anos do Morro da Conceição celebramos também a força da fé, da arte e da tradição que moldam Pernambuco. A Secretaria de Cultura tem um orgulho imenso de apoiar este evento, que é um patrimônio do nosso Estado, da nossa história&#8221;, declarou Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">A Festa do Morro vai além de uma celebração religiosa; ela é um símbolo de luta, fé e devoção, refletindo a rica identidade cultural do estado. Para apoiar a realização da celebração, o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), investiu R$ 360.000,00 em apoio de produção cultural e contratações de artísticas, incluindo atrações como Almir Rouche, Quinteto Violado e Dudu do Acordeon.</p>
<p dir="ltr">A programação religiosa seguirá com a primeira Santa Missa no Santuário nesta sexta-feira (29), às 7h, após a reabertura do espaço para as festividades. Até o dia 7 de dezembro, as missas solenes ocorrerão às 16h, e o novenário será celebrado às 19h30, com algumas missas dentro do Santuário e outras no palco.</p>
<p dir="ltr">A tradicional Missa do Exército Brasileiro será realizada no dia 5 de dezembro, às 9h30, com a participação de cerca de 800 soldados. Já no domingo, 8 de dezembro, dia da Solenidade da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria, 17 missas serão celebradas, de hora em hora, a partir da 0h.</p>
<p dir="ltr"><strong>HISTÓRICO DA FESTIVIDADE</strong> &#8211; No Recife, as celebrações em homenagem à Nossa Senhora da Conceição no Morro acontecem desde 1904, no antigo Outeiro da Bela Vista, atual Morro da Conceição, situado na Zona Norte da cidade do Recife, com origem nas comemorações do cinquentenário do dogma da Imaculada Conceição no Brasil e com a construção da capela em estilo gótico e da chegada de uma réplica, em ferro, da imagem da Virgem da Conceição vinda de Portugal, inaugurada no dia 8 de dezembro do mesmo ano.</p>
<p dir="ltr">A movimentação para o reconhecimento da festividade como Patrimônio Cultural, Imaterial de Pernambuco teve início em 2017, com o Projeto de Lei nº 1715/2017, de autoria do deputado Isaltino Nascimento, e contou à época com parecer favorável da Gerência de Preservação da Fundarpe e do CEPPC/PE, colegiado ligado à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Com a publicação da <a href="https://legis.alepe.pe.gov.br/texto.aspx?tiponorma=1&amp;numero=16426&amp;complemento=0&amp;ano=2018&amp;tipo=&amp;url=">Lei Estadual de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco</a>, em 2018, o processo de reconhecimento precisou ser adequado aos novos procedimentos instituídos na lei, voltando a ser requerido pela Alepe, em 2020 (Resolução nº 1.674/2020), sendo concluído pela Fundarpe em outubro de 2022.</p>
<p dir="ltr">Nesta etapa, o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural designou as conselheiras Margarida Cantarelli e Cecília Canuto para a relatoria do processo, que foi lido e analisado em conjunto pelo CEPPC/PE, para a deliberação do registro nos respectivos Livros de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr"><strong>Dia 28/11 &#8211; Procissão da abertura &#8211; Bandeira da festa</strong></p>
<p dir="ltr">Concentração &#8211; 17h &#8211; Parque Urbano da Macaxeira</p>
<p dir="ltr">Saída &#8211; 18h &#8211; Parque Urbano da Macaxeira / Avenida Norte Miguel Arraes</p>
<p dir="ltr">/ Largo Dom Luiz / Rua Itacoatiara / Praça do Morro da Conceição</p>
<p dir="ltr">Chegada &#8211; 19h &#8211; Hasteamento da Bandeira e solene celebração de Abertura da 120ª Festa da Imaculada Conceição do Morro &#8211; dom Luiz Gonzaga Silva Pepeu OFMCap &#8211; Bispo Emérito da Arquidiocese de Vitória da Conquista (BA)</p>
<p dir="ltr"><strong>Dias 29 de novembro a 7 de dezembro</strong></p>
<p dir="ltr">Santas Missas dentro do Santuário &#8211; 7h, 9h, 11h e 14h</p>
<p dir="ltr">Santa Missa Solene &#8211; 16h<br />
Momento Mariano &#8211; 18h</p>
<p dir="ltr">Novena Solene &#8211; 19h30</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Dia 5/12 &#8211; Santa Missa do Exército Brasileiro &#8211; 9h30</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Dia 1º</strong><strong>/12 &#8211; Programação Especial (domingo)</strong></p>
<p dir="ltr">Santas Missas Extras no Palco &#8211; 8h, 10h, 11h (palco)</p>
<p dir="ltr"><strong>Dia 7/12 &#8211; Programação Especial (Sábado)</strong></p>
<p dir="ltr">Santas Missas Extras &#8211; 12h e 18h (Santuário)</p>
<p dir="ltr">8h, 10h e 15h (palco)</p>
<p dir="ltr"><strong>Dia 8 de dezembro (Imaculada Conceição)</strong><br />
Santa Missa &#8211; Palco em frente ao Santuário:</p>
<p dir="ltr">0h / 2h / 4h / 6h / 8h / 10h / 12h /14h</p>
<p dir="ltr">Santa Missa dentro do Santuário:</p>
<p dir="ltr">1h / 3h / 5h / 7h / 9h / 11h / 13h / 15h</p>
<p dir="ltr">Procissão de encerramento &#8211; Imagem da Santa</p>
<p dir="ltr">Concentração &#8211; 14h30 &#8211; Cais do Apolo &#8211; Bairro do Recife</p>
<p dir="ltr">Saída &#8211; 15h &#8211; Cais do Apolo / Ponte do Limoeiro / Avenida Norte Miguel</p>
<p dir="ltr">Arraes / Estrada do Morro da Conceição / Praça da Conceição</p>
<p dir="ltr">Chegada -19h &#8211; Solene Celebração de Encerramento da 120ª Festa da</p>
<p dir="ltr">Imaculada Conceição do Morro &#8211; Dom Paulo Jackson &#8211; arcebispo de Olinda</p>
<p dir="ltr">e Recife</p>
<p dir="ltr"><strong>Dia 9/12 &#8211; Missas Pós-Festa</strong></p>
<p dir="ltr">Santas Missas &#8211; 10h30, 16h, 19h30</p>
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		<title>País das Culturas Populares tem se destacado por crossover, salvaguarda e a força do samba-reggae</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 04:59:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em sua primeira edição, o Festival Pernambuco Meu País tem mostrado, como poucos eventos, a tradição e a força que tem o samba-reggae no Estado, sobretudo o produzido na Zona Norte da capital. Uma das inúmeras gratas surpresas da programação, essa tem acontecido à tarde, no polo País das Culturas Populares, sobre o já famoso [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua primeira edição, o Festival Pernambuco Meu País tem mostrado, como poucos eventos, a tradição e a força que tem o samba-reggae no Estado, sobretudo o produzido na Zona Norte da capital. Uma das inúmeras gratas surpresas da programação, essa tem acontecido à tarde, no polo País das Culturas Populares, sobre o já famoso palco-caminhão que percorre as oito cidades programadas para este ano. Neste sábado (27), em Gravatá (Agreste), foi a vez do Bloco Obirin, do Morro da Conceição, ditar o ritmo. A festa continuou até o início da noite com a Ciranda das Flores Amunam (Nazaré da Mata, Zona da Mata Norte), do Coco de Umbigada (Olinda), do forró de Fagner Chagas (Gravatá) e do coral afro Voz Nagô (Recife).</p>
<p>Céu azul, temperatura de 25 °C. Foi nesse clima que o primeiro grupo de samba-reggae de mulheres do Recife subiu ao palco, logo depois da hora do almoço, para mostrar seus repertório composto por temas autorais e standards nacionais, como é comum a grupos do gênero.</p>
<p>Em seguida foi a vez das Flores Amunam, formado por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata, mostrar suas canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, interpretou composições de Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>E esse tem sido outro aspecto curioso na grade de programação de festival: evidenciar o crossover entre os vários gêneros e ritmos, mostrando como artistas bebem das mais diferentes fontes, seja para divertir e/ou se aproximar de gerações e gostos diversos, derrubando muros e (pré)conceitos.</p>
<p>Se a tarde estava quente, com a apresentação do Coco de Umbigada virou brincadeira. Referência em coco de roda no Estado (leia-se: no mundo), o grupo surgido nas cercanias de Olinda e Paulista (Região Metropolitana do Recife) trouxe para o Agreste a força da tradição centenária do gênero sob o comando de Mãe Beth de Oxum, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>E como não poderia deixar de ser, Gravatá foi muito bem representada por um de seus filhos, o forrozeiro Fagner Chagas, que fez o País das Culturas Populares pegar fogo com uma set list bem arrumada misturando forrós tradicionais com estilizados e xotes. No cardápio, sucessos consagrados de Zé Ramalho (frevo, Mastruz com Leite (baião de Dois, de Luiz Fidélio &amp; Jaboty; e Meio-Dia, de Fidélio com Danilo Lopes), Flávio José (Meu Cenário, de Petrúcio Amorim) e Luiz Gonzaga (Numa Casa de Reboco (parceria com Zé Marolino).</p>
<p>Era tudo o que o público queria para dançar agarradinho. Houve até tempo para canções do xará mais famoso, Raimundo Fagner (Espumas ao Vento, de Accioly Neto; Revelação, de Clodô &amp; Clésio; Pedras que Cantam, de Dominguinhos &amp; Fausto Nilo). Sem dúvida uma referência inusitada.</p>
<p>Já à noite, o caminhão-palco encerrou este sábado com chave de ouro: com o septeto de vozes femininas Voz Nagô atuando como headliner. O grupo, acompanhado de uma banda de percussão e cordas, é uma das criações do saudoso músico Naná Vasconcelos, um dos homenageados desta edição do festival (ao lado do artista visual Abelardo da Hora), e surgiu em 2009 para compor a abertura do Carnaval do Recife &#8211; o que faz até hoje.</p>
<p>Mas em se tratando de sete mulheres negras ativistas culturais, o Voz Nagô ganhou vida própria e vem mostrando um talento incrível. Neste sábado, começou prestando uma homenagem ao padrinho, com a canção Juvenal Nagô, de Manu Nascimento, ex-integrante do grupo. Depois fez um set apenas com músicas de Naná rearranjadas especialmente para o septeto. E, claro, não faltaram os supracitados crossovers, em versões de sucesso de Alceu Valença (Anunciação; La Belle de Jour) e Reginaldo Rossi (Recife Minha Cidade).</p>
<p>E como se tudo isso fosse pouco, pode-se afirmar que o País das Culturas Populares tem se mostrado uma síntese das manifestações que são talvez as principais responsáveis pela salvaguarda da cultura popular, sobretudo a de origem ancestral, das matrizes africana e dos povos originários.</p>
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		<title>Fundarpe inicia registro da Festa do Morro da Conceição como Patrimônio Cultural Imaterial</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2021 13:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) concluiu, neste mês de dezembro, a análise técnica preliminar que fundamentou a decisão da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) pelo deferimento e abertura do Processos de Registro da Festa do Morro da Conceição como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco. O pedido de registro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/dez2019conceicaosanta2romeirosFoto_Andrea_Rego_Barros.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89781" alt="dez2019conceicaosanta2romeirosFoto_Andrea_Rego_Barros" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/dez2019conceicaosanta2romeirosFoto_Andrea_Rego_Barros-607x353.jpg" width="607" height="353" /></a></p>
<p align="left">A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) concluiu, neste mês de dezembro, a análise técnica preliminar que fundamentou a decisão da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) pelo deferimento e abertura do Processos de Registro da Festa do Morro da Conceição como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco. O pedido de registro foi apresentado em 2020, pela Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe), por meio do requerimento do deputado Isaltino Nascimento (PSB).</p>
<p>Com a oficialização da abertura do Processo de Registro, a Fundarpe dará início à produção do Inventário com pesquisas sobre o universo cultural da Festa do Morro. Além disso, irá elaborará o dossiê a ser entregue ao Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE) para a deliberação final sobre o Registro da Festa do Morro da Conceição nos respectivos Livros de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado.</p>
<p>A iniciativa teve início ainda em 2018 com a proposição do reconhecimento da Festa do Morro como projeto de Lei, e que precisou ser adequada à nova tramitação em razão da publicação da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018 que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial em Pernambuco.</p>
<p>“Para além de uma celebração católica, a Festa do Morro da Conceição mantém a tradição devocional, mas cumpre igualmente o papel de agregar a comunidade. Os encontros em torno dela servem para construir e preservar as relações entre os sujeitos envolvidos, incluindo aqui a transmissão dos saberes, valores e práticas. Afinal, a celebração não abarca apenas os rituais e cerimônias religiosas, mas envolve também outras dinâmicas culturais” afirma Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.</p>
<p>“Dada a sua diversidade, o santuário da Imaculada Conceição e o próprio Morro da Conceição emergem no cenário cultural do Estado como um lugar de referência para as práticas e saberes tradicionais ligados à devoção popular e também a outras práticas quanto à comercialização de imagens sacras, de velas, doces populares e comidas de rua, entre outros. No território da festa é possível identificar as singularidades das tradições preservadas e das remodelações necessárias em razão da passagem do tempo”, destaca Gilberto Freyre Neto, secretário Estadual de Cultura de Pernambuco.</p>
<p>HISTÓRIA &#8211; No Recife, as celebrações em homenagem à Nossa Senhora da Conceição, no Morro da Conceição, acontecem há 117 anos, e tem origem nas comemorações do cinquentenário do dogma da Imaculada Conceição no Brasil. A ocasião também marcou a construção da capela em estilo gótico e a instalação de uma réplica, em ferro, da imagem da Virgem da Conceição, de 5,5 metros de altura com 1.806 kg, vinda de Portugal, inaugurada no dia 8 de dezembro de 1904 no antigo Outeiro da Bela Vista, situado na Zona Norte do Recife, atual bairro do Morro da Conceição.</p>
<p>A festa, que está na sua 117ª edição em 2021, apresenta características próprias da dinâmica das festas religiosas e também das festas populares em contextos urbanos atraindo pessoas de diferentes regiões do Estado, seja para as missas durante a pré-festa, tríduo pré-festa, hasteamento da bandeira, novenário, procissões, ou para os shows, parques de diversões, bares e festas de rua que acontecem no entorno do Morro da Conceição.</p>
<p>A celebração religiosa está intimamente ligada às festas populares no entorno do bairro e ainda às práticas religiosas afro-brasileiras, especialmente no culto à orixá Iemanjá, cujas celebrações, em Pernambuco, também costumam acontecer no mesmo mês.</p>
<p>As casas religiosas dos cultos afro-brasileiros, principalmente Candomblé, Umbanda e Jurema Sagrada, realizam rituais litúrgicos privados e públicos em celebração à divindade, preparando os tradicionais “presentes”, sendo alguns deles levados primeiro ao Morro da Conceição e depois aos locais de entrega, como as praias. Outros religiosos celebram de forma individual a fé em Maria e em Iemanjá, renovando os votos e consagrando seus próprios amuletos e elementos sagrados.</p>
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		<title>Aos 87 anos, Homem da Meia-Noite sobe o Morro da Conceição</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2019 17:19:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[Homem da meia noite]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Pela primeira vez, o Homem da Meia-Noite vai comemorar o seu aniversário no Recife. No dia 2 de fevereiro, o bloco, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco, vai subir o Morro da Conceição para cantar parabéns pelos seus 87 anos e provar que tem muito fôlego. A concentração começará às 16h, no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66446" aria-labelledby="figcaption_attachment_66446" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/14736048181_738010142b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-66446" alt="Marcelo Soares" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/14736048181_738010142b_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O tema do bloco neste ano é a &#8220;A voz do morro&#8221;.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Pela primeira vez, o Homem da Meia-Noite vai comemorar o seu aniversário no Recife. No dia 2 de fevereiro, o bloco, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco, vai subir o Morro da Conceição para cantar parabéns pelos seus 87 anos e provar que tem muito fôlego. A concentração começará às 16h, no Largo Dom Luiz, em Casa Amarela, onde ficará até às 17h, quando o cortejo será puxado pela orquestra de Lucas dos Prazeres.</p>
<p>O músico é um dos homenageados do bloco neste ano ao lado de Lia de Itamaracá e o grupo Patusco, que também estarão presentes na comemoração. O cortejo também será acompanhado pela orquestra do Maestro Carlos, pelas quadrilhas do Morro da Conceição, pela Galeria do Ritmo e pelos passistas da Cia Brasil por Dança, entre outros. Ao chegar no topo, a banda do CERVAC, composta por crianças com deficiência, cantará os parabéns. Nesse momento, o calunga receberá o seu figurino de 2019, que foi elaborado por três estilistas dos morros de Olinda, sendo elas Rafaela Mendes, Maria Alice e Jéssica Alves.</p>
<p>A escolha do Morro da Conceição para a festa tem ligação como tema “A voz do morro”, que guia o bloco neste ano. “O Homem tem uma relação muito forte com a religiosidade, porque ele nasceu no dia de Iemanjá e por ser o homem do Carnaval. Pensamos que o Morro da Conceição era o lugar ideal para representar a fé que precisamos para reagir a esses tempos difíceis”, observa o presidente do clube, Luís Adolfo, ao adiantar que o evento também contar com a Som na Rural no alto do Morro. Vários shows surpresas devem acontecer, já que muitos artistas, como o Maestro Forró e André Rio, também confirmaram presença no evento.</p>
<div id="attachment_66447" aria-labelledby="figcaption_attachment_66447" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/9340509730_ee8c47bb2a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-66447" alt="Ricardo Moura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/9340509730_ee8c47bb2a_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A orquestra de Lucas do Prazeres puxará o cortejo. O músico é um dos homenageados do bloco neste ano, ao lado de Lia de Itamaracá e do grupo Patusco, que também estarão presentes.</p></div>
<p>O carnavalesco destaca que o tema não faz alusão a nenhum morro específico, mas usa o termo como símbolo do povo. “Acho que o Homem, mais uma vez, mostra sua força e compromisso com a cidade e com as pessoas. Esse projeto representa o que desejamos: que as pessoas escutem mais umas as outras e que a força do povo esteja acima de tudo. Nesse momento, teria que ser isso, porque o Homem tem uma grande ligação com o povo e não poderia deixar de lado sua essência”, completa o presidente.</p>
<p>O projeto “A voz do morro”, que celebra os 87 anos do Homem da Meia-Noite, envolveu também a instalação de seis esculturas inspiradas no bloco em pontos estratégicos do Recife e de Olinda. A última delas, de autoria do artista Silvio Botelho, foi inaugurada na quinta-feira (24), na Praça do Carmo, em Olinda. As demais são de Dido Pereira, no Alto da Sé (Olinda); do grupo Bongar, na Comunidade de Xambá (Recife); de Sérgio Vila Nova, em frente a sede do Homem da Meia-Noite (Olinda); de Thiago Amorim, no Alto da Mina (Olinda); e de João Andrade, em frente a prefeitura de Olinda. Essa última foi a que abriu o circuito, no dia 20 de novembro, mesmo data em que se celebra o Dia da Consciência Negra.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
<strong>Comemoração dos 87 anos do Homem da Meia-Noite</strong><br />
Quando: 2 de fevereiro, a partir das 16h<br />
Onde: Concentração no Largo Dom Luiz, em Casa Amarela<br />
Gratuito</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Coletivo Lugar Comum ganha ruas do Recife com &#8216;Motim&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2016 11:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo Lugar Comum]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Estado de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Morro da Conceição]]></category>
		<category><![CDATA[Motim]]></category>
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		<category><![CDATA[SESC Santo Amaro]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a proposta de fazer do riso uma ação política, um ato de protesto e de rebeldia, o Coletivo Lugar Comum inicia no Recife uma nova temporada do espetáculo Motim. As sessões iniciam nesta quinta-feira (1º), na Praça de Santo Amaro, e seguem nos dias 3, 9 e 10 de dezembro, sempre às 17h. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42666" aria-labelledby="figcaption_attachment_42666" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22369526429_2c110c1876_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-42666 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22369526429_2c110c1876_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante o espetáculo, os performers criadores do Coletivo riem sem parar diante dos transeuntes</p></div>
<p>Com a proposta de fazer do riso uma ação política, um ato de protesto e de rebeldia, <strong><a href="https://www.coletivolugarcomum.com" target="_blank">o Coletivo Lugar Comum</a></strong> inicia no Recife uma nova temporada do espetáculo <strong>Motim</strong>. As sessões iniciam nesta quinta-feira (1º), na Praça de Santo Amaro, e seguem nos dias 3, 9 e 10 de dezembro, sempre às 17h. A montagem em seguida irá para o Morro da Conceição, onde será apresentada nos dias 11, 15, 16 e 17 de dezembro, também às 17h. A entrada é gratuita.</p>
<p>O projeto, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, é uma pesquisa cuja estreia aconteceu em 2015 e que traz à tona uma política de valorização da importância do riso. Sobretudo, pela sua capacidade de estabelecer laços sociais baseados no compartilhamento afetivo, na dimensão lúdica das relações e nas experiências de prazer e de alegria.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/5KaRiD2_XiI" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>“Não é uma atitude resignada, mas sim rebelde, frente à vida. É um rumor alto provocado não só por vozes, mas por grandes gargalhadas, o prazer do corpo em estado de riso. No entanto, a arma dessa rebeldia é a capacidade de reconhecer ou instaurar situações de humor em circunstâncias em que o que se espera é uma atitude séria”</em>, opina Roberta Ramos, dramaturga e artista performer responsável pela concepção do espetáculo e que é também professora do curso de dança da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<div id="attachment_42668" aria-labelledby="figcaption_attachment_42668" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22542789592_cb33b90fe2_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-42668" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22542789592_cb33b90fe2_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto traz à tona a importância do riso no cotidiano</p></div>
<p>Segundo Roberta, os espaços públicos escolhidos para a encenação de <strong>Motim</strong> também atendem ao viés político da iniciativa. <em>“Era um desejo coletivo essa possibilidade de dar acesso às pessoas, que por inúmeros motivos, não conseguem ir até um determinado espaço para assistir a um espetáculo. Com essa intervenção nas vias públicas conseguimos possibilitar essas novas sensações e extrair do riso a potência para lidar subversivamente com as pressões do dia a dia”</em>, considera Ramos.</p>
<p>Durante o espetáculo, os performers criadores do Coletivo, Adriana Ayub, Conrado Falbo, Cyro Morais, Gabriela Santana, Iara Sales, Letícia Damasceno, Liana Gesteira, Maria Agrelli, Roberta Ramos, Silvia Góes, Priscilla Figueiroa e Renata Muniz, riem sem parar diante dos transeuntes que caminham pelas vias onde estarão encenando.</p>
<div id="attachment_42669" aria-labelledby="figcaption_attachment_42669" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22530373306_cb8cc05256_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-42669" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22530373306_cb8cc05256_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nesta nova temporada, o espetáculo será exibido em Santo Amaro e Morro da Conceição</p></div>
<p><strong>Coletivo Lugar Comum -</strong> O grupo recifense atua desde agosto de 2007, reunindo artistas de diferentes linguagens (dança, teatro, música, artes visuais, literatura). Hoje agrega 14 artistas, que se revezam, dando aulas uns para os outros, colaborando nas criações, na produção de projetos, na discussão de textos e ideias, entre outras atividades artístico-culturais.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Temporada do espetáculo Motim</em><br />
1°, 3, 9 e 10 de dezembro | 17h<br />
Praça de Santo Amaro (próximo ao SESC Santo Amaro)<br />
11, 15, 16 e 17 de dezembro | 17h<br />
Praça do Morro da Conceição<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Ficha técnica do espetáculo Motim</strong><br />
Concepção e dramaturgia: Roberta Ramos<br />
Performers criadores: Adriana Ayub, Conrado Falbo, Cyro Morais, Gabriela Santana, Iara Sales, Letícia Damasceno, Liana Gesteira, Maria Agrelli, Roberta Ramos, Silvia Góes, Priscilla Figueiroa e Renata Muniz<br />
Preparação corporal: Giordani Gorki (Kiran)<br />
Oficina Percepção e criação de trilha e das paisagens sonoras: Caio Lima<br />
Colaboração com paisagens sonoras: Thelmo Cristovam<br />
Gravação: Estúdio Base<br />
Técnico de gravação: Carlinhos Carvalho<br />
Oficina Corpo Cômico: Arilson Lopes<br />
Oficina Riso/cômico/humor: Joice Aglae<br />
Figurino: Juliana Beltrão<br />
Criação e Operação de luz: Luciana Raposo e performers criadores<br />
Operador de som: Almir Negreiros<br />
Produção executiva da temporada 2015: Paloma Granjeiro<br />
Assistente de produção da temporada 2015: Maria Clara Camarotti<br />
Projeto gráfico: Daniela Brilhante<br />
Textos: Conrado Falbo e Roberta Ramos<br />
Organização do Caderno de Criação: Conrado Falbo e Roberta Ramos<br />
Assessora de imprensa: Ana Paula Rocha<br />
Fotografia: Ju Brainer<br />
Produção do vídeo: Produtora Jacaré<br />
Realização: Coletivo Lugar Comum<br />
Duração da performance: 60 min</p>
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		<item>
		<title>&#8220;Morro de Fé&#8221; ganha publicação</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/morro-de-fe-ganha-publicacao/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/morro-de-fe-ganha-publicacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2015 14:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[beto figueiroa]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Morro da Conceição]]></category>
		<category><![CDATA[Morro de Fé]]></category>
		<category><![CDATA[publicação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=31850</guid>
		<description><![CDATA[*Com informações da assessoria Os moradores do Morro da Conceição terão um novo encontro com o projeto Morro de Fé. Um ano depois de ter ocupado muros, fachadas e telhados de casas da comunidade na Zona Norte do Recife, a prestigiada exposição​/ intervenção urbana​ do fotógrafo Beto Figueiroa virou livro. Com design gráfico ​de ​Sebba [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>*Com informações da assessoria</strong></em></p>
<div id="attachment_31851" aria-labelledby="figcaption_attachment_31851" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Beto Figueiroa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/Morro_De_Fe_exposicao1_Credito_Beto_Figueiroa.jpeg"><img class="size-medium wp-image-31851" alt="Beto Figueiroa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/Morro_De_Fe_exposicao1_Credito_Beto_Figueiroa-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Um anos após intervenção urbana no Morro da Conceição, com imagens a céu aberto e em grandes proporções, fixadas nas fachadas e muros das casas, <em>Morro de Fé</em>, do fotógrafo Beto Figueiroa, será publicado em livro</p></div>
<p>Os moradores do Morro da Conceição terão um novo encontro com o projeto <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/morro-de-fe-morro-da-conceicao-exposicao-retrata-devocao-do-povo-recifense/" target="_blank"><strong><em>Morro de Fé</em></strong></a>. Um ano depois de ter ocupado muros, fachadas e telhados de casas da comunidade na Zona Norte do Recife, a prestigiada exposição​/ intervenção urbana​ do fotógrafo Beto Figueiroa virou livro. Com design gráfico ​de ​Sebba Cavalcante, incentivo do Funcultura e apoio da Prefeitura do Recife e da gráfica Facform, o lançamento da publicação será quinta-feira (26), às 19h, no Conselho de Moradores do Morro da Conceição. A noite de autógrafos é aberta ao público, e o livro será vendido por R$ 20.</p>
<p>Editado para ser uma espécie de continuação viva da mostra, um registro perene de uma intervenção efêmera, o livro <em>Morro de Fé</em> reproduz, em suas 114 páginas, uma seleção mais ampla com um acervo de 50 fotografias coloridas e em preto e branco, duas dezenas a mais que a apresentada na exposição ao ar livre, permitindo um mergulho mais profundo e sensível no diálogo entre o sagrado e o profano da Festa do Morro, evento que ​atrai cerca de 800 mil pessoas nos dez dias que antecedem o 8 de dezembro, Dia de Nossa Senhora da Conceição. Em versão bilíngue (inglês e português), o livro também é entremeado por textos do jornalista Bruno Albertim. Nesta primeira tiragem, foram impressos 1 mil exemplares.</p>
<p>“Das cerca de 8 mil imagens, fizemos uma pré-seleção em que separamos mil e depois 50 imagens, até chegar àquelas que iriam para a rua. Agora, o público terá a chance de ver ​essa seleção que não foi para a mostra”, comenta Beto Figueiroa, que produziu as imagens ao longo de 14 anos trabalhando junto à festa. A curadoria de <em>Morro de Fé</em> é assinada pelo fotógrafo Mateus Sá.</p>
<p>Além de fotografias inéditas, incluindo, no final do livro, um recorte especial dedicado ao pescador Amaury, lendário pagador de promessas que decidiu subir o asfalto “a nado” por anos consecutivos, a edição sairá com o encarte gratuito <em>O Morro para o Morro</em>, ilustrado com fotos da exposição ano passado, também pelo olhar de Beto, e com texto do jornalista Jorge Cavalcanti. “Acompanhei a montagem delas. Foram cinco dias. Não raro, pessoas, se aproximavam para puxar conversa, curiosas, encantadas pelo tamanho e beleza das fotos. Muitas delas perguntaram como faziam para ter uma daquelas em seu muro, na sua laje”, diz o trecho do texto, escrito por Jorge.</p>
<p>Longe de trazer um perfil meramente religioso, o trabalho explora as figuras humanas que frequentam a festa, numa analogia entre a fé e o profano. São romeiros, pedintes, bêbados, pagadores de promessas, vendedores ambulantes, prostitutas. A maior romaria urbana do Nordeste, pelas lentes de Beto, representa as misturas sociais e misticismos de um povo genuinamente brasileiro.</p>
<p>&#8220;Assim como a exposição, o lançamento não poderia ser em outro lugar&#8221;, coloca Figueiroa, reiterando a necessidade de &#8220;devolução&#8221; à comunidade em 14 anos consecutivos de captação de imagens. Mais uma vez, a proposta é provocar, nas fotos, o reconhecimento dos moradores e dos visitantes do Morro.</p>
<p><strong>Exposição</strong><br />
Composta por 30 fotografias coloridas e em preto e branco, impressas em grandes formatos, a mostra <em>Morro de Fé</em> ocorreu entre 29 de novembro de 2014 e 6 de janeiro de 2015, ocupando paredes, lajes e telhados com até 14 metros de largura. Durante a noite, as fotos contaram com iluminação instalada pela Emlurb, apoiadora do projeto. A mostra fotográfica foi eleita pelos leitores do Diario de Pernambuco, em dezembro de 2014, como o destaque de artes visuais de Pernambuco naquele ano, na enquete on line Top PE.</p>
<p><strong>Fotógrafo</strong><br />
Beto Figueiroa passou parte da infância na histórica cidade de Goiana, Mata Norte de Pernambuco. Foi criado por uma mulher cega. Mãe Ná, sua avó, morreu em 2009 aos 106 anos e sempre foi uma referência não só na conduta de vida como na arte de enxergar. Para o menino Beto, o sentido da visão jamais foi parte essencial para a alegria. O jeito de ver as coisas se construiu de maneira diferenciada – bem provavelmente pela força dos ensinamentos de Mãe Ná, que jamais o viu, mas o acompanhou de perto, desde o início de sua carreira como fotógrafo.</p>
<p>A afetiva história sobre o olhar especial de Beto Figueiroa, evidente em suas fotos, talvez seja a primeira explicação para o reconhecimento do seu trabalho. Já com larga experiência na cobertura de eventos musicais, atua como fotógrafo oficial do festival MIMO, onde assinou a exposição de 10 anos da mostra em 2013.</p>
<p>Com trabalho reconhecido pelas principais premiações do fotojornalismo nacional, como Vladimir Herzog, Caixa e Ayrton Senna, Beto participou de exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior, além de inúmeras publicações em livros e revistas. Em 2007, esteve entre os dez brasileiros escolhidos pela Fototeca de Cuba e pelo Instituto de Mídia e Arte – Imea (SP) para representar a fotografia brasileira, sendo o mais jovem da seleção na mostra “Mirame – uma ventana da fotografia brasileña”, em Havana.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do livro <em>Morro de Fé</em>, de Beto Figueiroa (117 págs; R$ 20)<br />
Quando: quinta-feira (26), às 19h<br />
Onde: Conselho de Moradores do Morro da Conceição (Praça da Conceição, 462, Morro da Conceição)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Com que roupa eu vou para o arraial que você me convidou?</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 12:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que as quadrilhas trazem beleza, cores e tradição às festas do ciclo junino, todo mundo sabe. Mas é de se imaginar o esforço que dá organizar, produzir e coreografar esse verdadeiro espetáculo que enche de alegria os arraiais pelo Nordeste. Um trabalho coletivo, que envolve centenas de integrantes, repertórios que vão desde o xote ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Que as quadrilhas trazem beleza, cores e tradição às festas do ciclo junino, todo mundo sabe. Mas é de se imaginar o esforço que dá organizar, produzir e coreografar esse verdadeiro espetáculo que enche de alegria os arraiais pelo Nordeste. Um trabalho coletivo, que envolve centenas de integrantes, repertórios que vão desde o xote ao baião, coreografias e figurinos. Este último quesito, então, com o passar dos anos, tem merecido a atenção do público e atraído um olhar especial dos jurados dos maiores festivais do gênero.</p>
<p>Para conhecer mais de perto os processos de criação e produção dos figurinos, assim como os artistas e personagens que mantêm viva esta tradição, o repórter <a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a> mergulhou no universo de uma típica quadrilha junina recifense. A reportagem é a primeira de uma série especial que o <strong>Portal Cultura.PE</strong> vai seguir apresentando neste mês sobre o Ciclo Junino em Pernambuco.</p>
<div id="attachment_26040" aria-labelledby="figcaption_attachment_26040" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andréa Rêgo Barros/PCR</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/arraial_Sao_pedro_recife06102014_0020-1024x682.jpg"><img class="size-medium wp-image-26040" alt="Andréa Rêgo Barros/PCR " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/arraial_Sao_pedro_recife06102014_0020-1024x682-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O <strong>Cultura.PE</strong> conheceu o processo de produção/criação dos figurinos da quadrilha Junina Tradição</p></div>
<p>Seja retratando os típicos personagens do sertão ou trazendo o que há de mais contemporâneo, é o figurino que ajuda a contar a história da quadrilha e que dá vida às apresentações, entrando no imaginário de crianças e adultos de todas as idades. Embora o considere como um elemento importante na composição de uma quadrilha, o pesquisador <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4214321Y0"><b>Mário Ribeiro</b></a> &#8211; que durante anos organizou o Festival Pernambucano de Quadrilhas Juninas, da Prefeitura do Recife, e atualmente é o coordenador de Conteúdo do Cais do Sertão &#8211; ressalta que o figurino deve estar articulado ao tema proposto pela quadrilha e possuir uma funcionalidade.<em> “Ele [o figurino] não fala por si só. Depende do corpo que dará vida a ele no arraial, e depende também da articulação com o tema. O figurino deve ser funcional, literalmente. Ele pode ser luxuosíssimo, mas a dama não consegue executar um passo perfeitamente. Outros, com menos pompa, mas completamente de acordo com o tema, pode contribuir para a conquista do título pelo grupo”</em>, disse.</p>
<div id="attachment_26041" aria-labelledby="figcaption_attachment_26041" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Clélio Tomaz/ExclusivaBR!</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Mario-Ribeiro-2-foto-de-Clelio-Tomaz-ExclusivaBR.jpg"><img class="size-medium wp-image-26041" alt="Clélio Tomaz/ExclusivaBR!" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Mario-Ribeiro-2-foto-de-Clelio-Tomaz-ExclusivaBR-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pesquisador das tradicionais festas juninas na capital pernambucana, Mário Ribeiro afirma que as quadrilhas passaram por uma série de transformações nos últimos anos</p></div>
<p>Doutor em História pela UFPE, com uma tese sobre as festas juninas no Recife, Ribeiro fez, em 2010, um apanhado histórico de mais de 40 grupos pernambucanos para o livro <em><a href="http://www.recife.pe.gov.br/noticias/arquivos/2590.pdf"><b>Nos Arraiais da Memória</b></a></em>. Nas páginas da publicação, é possível perceber as transformações pelas quais as quadrilhas passaram ao longo dos anos e que, segundo o autor, é um processo natural para manutenção dos grupos. <em>“Como toda forma de expressão, as quadrilhas juninas são bens vivos, dinâmicos, que se transformam para atender às necessidades de quem faz. Neste sentido, os temas e os figurinos se transmutam a fim de dialogar com os contextos específicos que vão surgindo com o passar do tempo. Os jovens que fazem quadrilhas hoje, não são os mesmos jovens que fizeram nos anos 60 e 70. Os grupos transformam-se para sobreviver no tempo. Esse é um processo natural quando tratamos de cultura. A quadrilha é um canal através do qual os quadrilheiros se comunicam com o mundo, fala das suas concepções, de seus valores”</em>, comentou.</p>
<p>Em relação à díade quadrilha tradicional <i>versus</i> quadrilha estilizada, o pesquisador é categórico ao afirmar que, ao menos no Recife, existe espaço e público para as duas modalidades. <em>“A discussão aqui na cidade já avançou bastante sobre isso. Era forte esse debate até o início dos anos 2000, mas depois já passamos para outro ponto. O novo estilo de fazer quadrilha vai englobar uma série de elementos do período anterior. Até mesmo o emprego do adjetivo ‘tradicional’ só vai surgir, justamente, quando as estilizadas começam a conquistar a preferência dos quadrilheiros. Esse novo modo irá trazer mais brilho nas roupas, movimentos mais acelerados, trilha sonora que foge das marchinhas juninas, uma proposta de casamento mais audacioso, não obedecendo ao modelo padrão de família tradicional que estamos acostumados a ver. Apesar de termos essas diferenças, os grupos continuarão comemorando o casamento, continuarão dançando em pares, executando movimentos como anarriê, grande roda, entre outros passos, mas só que agora eles são recriados”</em>, contou.</p>
<p>Essa evolução, tanto no figurino dos dançarinos quanto nos temas das quadrilhas, pode ser observada em grupos, como o da <a href="https://www.facebook.com/juninatradicaope?fref=ts" target="_blank"><strong>Junina Tradição</strong> </a>(JT), do Morro da Conceição. Fruto de uma dissidência da <a href="https://www.facebook.com/quadrilhaorigem.nordestina.7?fref=ts" target="_blank"><strong>Origem Nordestina</strong></a>, pertencente ao mesmo bairro, a Tradição foi criada em 2004 por um grupo de quatro amigos: Fabiano Ferreira, Maurício Francisco, Ademário Ferreira (Xoxo) e Jimmy Glauber. Com o apoio dos primos Joselito Costa (atual presidente da JT) e Perácio Jr., e dos vizinhos Gildo Alencar, Anderson Gomes, Cleyton Santos (Buda), Sandro Sá, Diogo Luís, Adeilda Souza (Tetei) e Maria Lúcia (Nena), e a experiência anterior adquirida na Origem, o grupo, desde então, vem se sagrando como uma das quadrilhas mais premiadas de nosso Estado, graças à sua originalidade e capacidade de ousar.</p>
<div id="attachment_26072" aria-labelledby="figcaption_attachment_26072" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andréa Rêgo Barros/PCR</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/arraial_Sao_pedro_recife06102014_0010-1024x682.jpg"><img class="size-medium wp-image-26072" alt="Andréa Rêgo Barros/PCR" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/arraial_Sao_pedro_recife06102014_0010-1024x682-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Junina Tradição é um dos grupos que mais faturam prêmios em nosso Estado</p></div>
<p><em>&#8220;É possível transformar a apresentação de uma quadrilha em um verdadeiro espetáculo cênico, com inovação e sem ser repetitivo. Gosto de provocar o público que nos assiste. Já tratamos de temas como o casamento <a href="https://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=0CB0QtwIwAGoVChMIy-DktOuHxgIVuCWMCh0_WAuY&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3D6HWb2ZcY8I4&amp;ei=gpl5VcuXBbjLsAS_sK3ACQ&amp;usg=AFQjCNFKSedgEy91SMz_G6h_C8BkPKiQHQ&amp;sig2=IIUuN2RjH7Ddc-otcjFTJQ&amp;bvm=bv.95277229,d.cWc" target="_blank"><strong>homoafetivo</strong></a> e, no ano passado, sobre o abuso sexual que, infelizmente, muitas mulheres sofrem&#8221;</em>, disse Anderson Abreu, projetista da Junina. Ator, dramaturgo e diretor de teatro, Abreu é, desde 2010, o responsável por orquestrar e roteirizar toda a história que o grupo, através do tema, vai contar nos arraiais em que se apresenta.</p>
<div id="attachment_26079" aria-labelledby="figcaption_attachment_26079" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/projetista-junina-tradicao-anderson-abreu.jpg"><img class="size-medium wp-image-26079 " alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/projetista-junina-tradicao-anderson-abreu-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Anderson Abreu é uma espécie de roteirista da quadrilha</p></div>
<p>Como as quadrilhas estão se profissionalizando cada vez mais, e buscam executar suas ações cada vez mais cedo, o trabalho de Anderson se inicia com vários meses de antecedência do ciclo junino. <em>&#8220;Começo a pensar em outubro no tema, para apresentar, já no final de novembro, um esboço à direção da JT do que iremos tratar no ano seguinte”</em>, disse Abreu. Uma vez aprovado, é hora de lançar/mostrar a temática aos quadrilheiros e mobilizar a comunidade em torno dos ensaios, que já acontecem no primeiro domingo de janeiro, e da arrecadação de fundos para os figurinos e cenografia. <em>&#8220;Costumamos realizar uma série de eventos nos espaços culturais daqui do Morro [da Conceição], como bingos e shows, para ter um caixa bacana para nossas despesas, que não são poucas&#8221;</em>, afirmou a costureira Adeilde Souza, mais conhecida como D. Tetei.</p>
<div id="attachment_26100" aria-labelledby="figcaption_attachment_26100" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/dona-tetei-costureira-junina-tradicao.jpg"><img class="size-medium wp-image-26100" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/dona-tetei-costureira-junina-tradicao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Tetei comanda a confecção das roupas e acessórios das damas na quadrilha</p></div>
<p>Responsável pelo figurino da ala feminina da Junina Tradição, Dona Tetei &#8211; que é também mãe do presidente do grupo, Joselito Costa &#8211; transforma sua casa em um ateliê nesta época do ano, a fim de dar conta de todo o serviço que lhe é delegado. <em>&#8220;Desculpe a bagunça, meu filho, mas não tenho tempo nem para dormir quando vai se aproximando o dia da nossa estreia. Sento-me na máquina às 8h30 da manhã e só vou dormir às 4h do dia seguinte. É uma rotina puxada, porém, é muito gratificante ver o nosso trabalho sendo exposto em vários cantos do Estado&#8221;</em>, disse, cuidando dos últimos ajustes dos vestidos. Além dela, a JT conta com uma equipe de sete costureiras fixas, fora a colaboração das auxiliares e dos próprios quadrilheiros, que, vez por outra, ajudam no bordado das pedrarias. <em>&#8220;Temos 112 integrantes &#8211; 56 damas e 56 cavaleiros. Por conta dos atos propostos no tema João: São João, Santo de Fé, Homem de Festa, pelo nosso projetista Anderson, tivemos que confeccionar neste ano 224 looks (um para cada ato). É trabalhoso, mas conseguimos cumprir com nossa missão&#8221;</em>, disse Maria Lúcia, a Dona Nena, que capitaneia a confecção da ala masculina.</p>
<div id="attachment_26114" aria-labelledby="figcaption_attachment_26114" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/dona-nena-costureira-junina-tradição.jpg"><img class="size-medium wp-image-26114" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/dona-nena-costureira-junina-tradição-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Nena costura as roupas dos cavaleiros do grupo</p></div>
<p>Assim como na casa de D. Tetei, a residência de D. Nena fica tomada de tecidos, aviamentos e adereços nesse período que antecede o ciclo junino. <em>&#8220;Ao contrário das agremiações carnavalescas, não reaproveitamos os nossos figurinos &#8211; costumamos vendê-los para quadrilhas de outros estados. Então, todos os anos começamos do zero: o estilista manda os croquis entre o final de março/início de abril, criamos o piloto e, quando aprovado, corremos contra o tempo para entregar tudo&#8221;</em>, diz ela que já terminou o figurino dos cavaleiros e, para agilizar a entrega das roupas, está ajudando a finalizar os looks das damas, com o apoio da sua fiel escudeira Nidete Cristina. Juntas, as duas costuram há 11 anos para Junina Tradição, e, entre um botão e outro, ainda encontram fôlego para enfrentar a maratona de apresentações do grupo pelos arraiais de Pernambuco. <em>&#8220;Assistimos a todas [as apresentações], que já começam sábado (13), com o festival da Globo, no Sesc Goiana. Somos da retaguarda. E sempre levamos linha e agulha na bolsa para qualquer eventualidade&#8221;</em>, contou Nidete.</p>
<div id="attachment_26121" aria-labelledby="figcaption_attachment_26121" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/nidete-cristina-costureira-junina-tradição.jpg"><img class="size-medium wp-image-26121" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/nidete-cristina-costureira-junina-tradição-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nidete auxilia D. Nena na produção das roupas</p></div>
<p>Recém-chegado à JT, o designer e estudante de arquitetura Felipe Lopes, de 27 anos, foi convidado por Anderson Abreu para assinar o figurino e a cenografia do grupo em 2015.  Filho de costureira, o figurinista não esconde que ficou receoso com a proposta no começo. <em>&#8220;Essa é a primeira vez que produzo o figurino de uma quadrilha. Nunca tinha vindo aqui no Morro, mas vou confessar: no primeiro ensaio que assisti, eu já me senti, de cara, parte da Junina. O contato e a colaboração dos quadrilheiros foram fundamentais à minha adaptação e, hoje, estou muito mais à vontade com todos eles&#8221;</em>, disse.</p>
<div id="attachment_26126" aria-labelledby="figcaption_attachment_26126" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/felipe-lopes-figurinista-junina-tradicao.jpg"><img class="size-medium wp-image-26126" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/felipe-lopes-figurinista-junina-tradicao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Essa é a estreia de Felipe Lopes no universo das quadrilhas juninas</p></div>
<p>Como lida diretamente com as expectativas e, porque não, a identidade/auto-estima dos quadrilheiros &#8211; que vestem literalmente os figurinos da JT para vencer os festivais, Lopes ressaltou que seu trabalho, além da plasticidade e beleza, tem que ter funcionalidade. <em>&#8220;Não adianta ter um corpo bem marcado, no caso das damas, se as meninas não conseguirem realizar os passos da coreografia. As cores, os tecidos, os acessórios precisam conversar entre si e devem ajudar os quadrilheiros a contar a história proposta no tema&#8221;</em>, contou. Para um estreante, o figurinista já entendeu que a perenidade e a beleza da cultura popular residem, justamente, no empenho dos grupos em se manterem ativos/atuantes nos seus territórios, e que é o esforço coletivo da comunidade que a transforma verdadeiramente em campeã.</p>
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		<title>Morro de Fé, Morro da Conceição: exposição retrata devoção do povo recifense</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2014 21:56:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A paisagem do Morro da Conceição ganhará, a partir de sábado (29), uma e intervenção artística que demonstrará, através de 30 fotografias, a relação entre a fé e o profano na Festa do Morro, que completa 110 anos de história em 2014 e atrai cerca de 800 mil pessoas nos dez dias que antecedem o 8 de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/EdicaoMorroRobson2014029_1.jpg"><img class="size-medium wp-image-17604 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/EdicaoMorroRobson2014029_1-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>A paisagem do Morro da Conceição ganhará, a partir de sábado (29), uma e intervenção artística que demonstrará, através de 30 fotografias, a relação entre a fé e o profano na Festa do Morro, que completa 110 anos de história em 2014 e atrai cerca de 800 mil pessoas nos dez dias que antecedem o 8 de dezembro, Dia de Nossa Senhora da Conceição. Trata-se da exposição “Morro de Fé”, do fotógrafo pernambucano Beto Figueiroa. Com incentivo do Funcultura e curadoria de Mateus Sá, o trabalho explora as figuras humanas que frequentam o evento, considerado como maior romaria urbana do Nordeste.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/EdicaoMorroRobson2014009_1.jpg"><img class="size-medium wp-image-17603 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/EdicaoMorroRobson2014009_1-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>O projeto é composto por imagens coloridas e em preto e branco, impressas em grandes formatos, ocupando paredes e telhados com até 14 metros de largura. Durante a noite, as fotos contarão com iluminação instalada pela Emlurb, apoiadora do projeto. &#8220;A mostra não poderia ser em outro lugar&#8221;, coloca Figueiroa, reiterando a necessidade de &#8220;devolução&#8221; à comunidade em 14 anos consecutivos de captação de imagens. A proposta é provocar, nas fotos, o reconhecimento dos moradores e dos visitantes do Morro.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/EdicaoMorroRobson2014007_1.jpg"><img class="size-medium wp-image-17602 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/EdicaoMorroRobson2014007_1-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p><strong>Publicação</strong><br />
A exposição “Morro de Fé” resultará, ainda, em um livro composto por 50 fotografias, que será lançado logo após o Carnaval 2015. O design gráfico da publicação é assinado por <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/designemoda/historia-das-artes-grafica-pernambucana-e-revisitada-em-publicacao/" target="_blank">Sebba Cavalcante</a></strong>. A mostra é realizada pela empresa Trago Boa Notícia com incentivo do Governo do Estado, por meio Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura. Também conta com o apoio da Prefeitura do Recife e da gráfica Fac Form.<em id="__mceDel"><br />
<em id="__mceDel"><br />
</em></em><strong>Fotógrafo</strong><em id="__mceDel"><br />
</em>Com trabalho reconhecido pelas principais premiações do fotojornalismo nacional, como Vladimir Herzog, Caixa e Ayrton Senna, Beto Figueiroa participou de exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior, além de inúmeras publicações em livros e revistas. Em 2007, esteve entre os dez brasileiros escolhidos pela Fototeca de Cuba e pelo Instituto de Mídia e Arte – Imea (SP) para representar a fotografia brasileira, sendo o mais jovem da seleção na mostra <em>Mirame &#8211; uma ventana da fotografia brasileña</em>, em Havana.</p>
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