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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mostra de Artes Cênicas</title>
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		<title>GiraDança vê corpos heterogêneos sob prisma da igualdade</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2016 15:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Márcio Bastos É difícil nos depararmos com nossos preconceitos. Porém, é necessário. Em uma sociedade como a nossa, normativa em todos os aspectos, qualquer comportamento ou corpo desviante do &#8220;padrão&#8221; é visto como abjeto. E foi como um tapa na cara dessas concepções falidas que o grupo GiraDança (RN) levou o espetáculo Dança Que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Márcio Bastos</em></p>
<p style="text-align: left;">É difícil nos depararmos com nossos preconceitos. Porém, é necessário. Em uma sociedade como a nossa, normativa em todos os aspectos, qualquer comportamento ou corpo desviante do &#8220;padrão&#8221; é visto como abjeto. E foi como um tapa na cara dessas concepções falidas que o grupo GiraDança (RN) levou o espetáculo <strong>Dança Que Ninguém Quer Ver</strong>, segunda (25), ao Teatro Luiz Souto Dourado, dentro da programação de Artes Cênicas do 26º Festival de Inverno de Garanhuns. A obra é um retrato vigoroso da dança contemporânea feita no Nordeste e um lembrete de que todos os corpos são possíveis, colocando em cena bailarinos com e sem deficiências físicas.</p>
<p style="text-align: left;">Concebido por Alexandre Américo em parceria com os bailarinos-criadores Anderson Leão, Diogo Ricardo, Álvaro Dantas, Jânia Santos, Joselma Soares, Rene Loui e Wilson Macário, o trabalho é uma ode aos corpos não normatizados. Impressiona a forma como o grupo trata todos como iguais em cena, obrigando os espectadores a reverem vários de seus comportamentos e preconceitos relacionados às diferenças físicas. Os artistas estão em cena, em risco, seus corpos funcionando como organismos vivos diferenciados, com suas limitações e potências únicas &#8211; e isso é impressionante.</p>
<div id="attachment_38471" aria-labelledby="figcaption_attachment_38471" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda4.jpg"><img class="size-medium wp-image-38471" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda4-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo leva à cena corpos heterogêneos, complexos, reais</p></div>
<p>Com seus movimentos técnicos mais abertos à experimentação, a dança contemporânea leva também à cena metáforas e metonímias que traduzem muito de quem somos. Enquanto se posicionam como unidade, no início da obra, os corpos dos bailarinos parecem oprimidos, sufocados. Essa sensação se perpetua ao longo do espetáculo com uma espécie de luta pelo seu lugar no mundo, alianças temporárias pela sobrevivência, superação de limites não só físicos, mas emocionais.</p>
<div id="attachment_38472" aria-labelledby="figcaption_attachment_38472" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda5.jpg"><img class="size-medium wp-image-38472" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda5-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Gira Dança leva poesia da contemporaneidade para os palcos</p></div>
<p>O que poderia ser considerado hermético, acaba ganhando contornos universais. O espetáculo não é inclusivo, ele é igualitário, como ressaltam seus próprios criadores. Ele mostra que é possível (e essencial) respeitar os corpos e suas limitações e enxergar também suas potencialidades. O público, impactado, sai do teatro com um outro olhar para o corpo &#8211; o seu e os dos outros.</p>
<p><strong>ALTERNATIVO</strong></p>
<p>A primeira noite da Mostra de Teatro Alternativo, novidade do 26º Festival de Inverno de Garanhuns, atraiu muita gente para a Casa Galeria Galpão. Espaço tradicionalmente ligado às artes visuais e ao design, o local recebeu a encenação do espetáculo <em>Acontece Enquanto Você Não Quer Ver</em>, do Cena Off, criado e estrelado por Daniel Barros e Fábio Calamy.</p>
<div id="attachment_38473" aria-labelledby="figcaption_attachment_38473" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda8.jpg"><img class="size-medium wp-image-38473" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda8-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel Barros e Fábio Calamy levam demônios da sociedade contemporânea para a cena</p></div>
<p>Pouco tempo depois de se acomodar, o público é convidado a deixar o espaço e entrar por outro caminho. A situação de conforto é logo subvertida, com cada espectador entrando individualmente, luz de lanterna na cara, sendo intimidado pelos atores, que se transformam em espécie de agentes carcerários, funcionários do sistema de opressão e medo. Mais uma vez sentados (mas agora sem nenhuma sensação de conforto emocional) o público é confrontado com imagens fortes em projeção na parede, com cenas de violência que expõem o que todos já sabemos, mas preferimos não ver: vivemos em um mundo caótico.</p>
<div id="attachment_38474" aria-labelledby="figcaption_attachment_38474" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda7.jpg"><img class="size-medium wp-image-38474" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda7-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Público ocupou a Casa Galeria Galpão para conferir a estreia da Mostra de Teatro Alternativo</p></div>
<p>A violência, a psicopatia latente em todos nós, a reprodução de injustiças, tudo isso é levado para a cena através de pequenas histórias opressoras, violentas. É um espetáculo difícil de se ver pois revela muito do que somos.</p>
<p>Após a apresentação, o público se juntou aos atores e ao pesquisador Rodrigo Dourado para debate. As conversas com os realizadores, aliás, é parte das ações da Mostra de Teatro Alternativo, que segue com apresentações até o sábado (30). Confira a programação de Artes Cênicas desta terça-feira (26):</p>
<div data-canvas-width="17.016799999999996"><strong>CIRCO</strong></div>
<div data-canvas-width="32.733599999999996">16h - O Circo Chegou, Alegria Geral</div>
<div data-canvas-width="174.74479999999997">Circo Nawellington (PE)</div>
<div data-canvas-width="350.22559999999993">
<p>Local: Lona de Circo (Parque Euclides Dourado)</p>
</div>
<div data-canvas-width="222.4008"><strong>TEATRO PARA A JUVENTUDE</strong></div>
<div>18h- WWW Para Freedom</div>
<div data-canvas-width="341.4855999999998">Palco Giratório 2016/Circuito Pernambucano</div>
<div data-canvas-width="158.25839999999997">Barracão Teatro (SP)</div>
<div data-canvas-width="250.23999999999998">Local: Teatro Luiz Souto Dourado</div>
<div data-canvas-width="250.23999999999998"></div>
<div data-canvas-width="172.7392"><strong>TEATRO ALTERNATIVO</strong></div>
<div data-canvas-width="32.733599999999996">21h - 4x Hilda</div>
<div data-canvas-width="167.14560000000003">Duas Companhias (PE)</div>
<div data-canvas-width="199.916">Local: Casa Galeria Galpão</div>
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		<title>Companhia GiraDança leva debate sobre acessibilidade aos palcos</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2016 20:01:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Márcio Bastos Abraçar e potencializar a diversidade dos corpos é a força motriz da companhia Gira Dança (RN) desde sua fundação ao longo de pouco mais de uma década de atividades. O grupo potiguar é formado por bailarinos heterogêneos, com e sem deficiências físicas, mas que, enquanto coletivo, funcionam como uma unidade, um corpo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Márcio Bastos</em></p>
<p>Abraçar e potencializar a diversidade dos corpos é a força motriz da companhia Gira Dança (RN) desde sua fundação ao longo de pouco mais de uma década de atividades. O grupo potiguar é formado por bailarinos heterogêneos, com e sem deficiências físicas, mas que, enquanto coletivo, funcionam como uma unidade, um corpo de baile que leva à cena questionamentos instigantes. A companhia é a grande atração da programação de dança desta segunda-feira (25) com a apresentação de <strong>Dança Que Ninguém Quer</strong> <strong>Ver</strong>, às 18h, no Teatro Luiz Souto Dourado, dentro da programação do 26º Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p>Concebido e coreografado por Alexandre Américo, o espetáculo foi criado para a comemoração dos dez anos do grupo, comemorados em 2015. Durante o processo de criação, algumas inquietações foram surgindo para os artistas, como a recepção do trabalho deles frente ao público e o que gostariam de passar enquanto criadores.</p>
<div id="attachment_38426" aria-labelledby="figcaption_attachment_38426" class="wp-caption img-width-331 alignnone" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ravaneli Mesquita/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Dança-que-ninguem-quer-ver-Foto-Ravaneli-Mesquitta-211.jpg"><img class="size-medium wp-image-38426" alt="Ravaneli Mesquita/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Dança-que-ninguem-quer-ver-Foto-Ravaneli-Mesquitta-211-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Gira Dança leva inclusão de corpos diferenciados aos palcos</p></div>
<p>&#8220;Buscamos sempre as possibilidades que esses corpos podem ter quando eles interagem através da dança. Fazemos trabalho de contato e improvisação, de conhecer melhor o corpo do outro e o seu para que a gente possa entender como esses corpos reagem entre si. Nós temos bailarinos com nanismo, uma bailarina que é cega, síndrome de down, paralisia cerebral, sem deficiência física e a gente vai descobrindo quais são as possibilidades de enfrentarmos essas limitações. Estamos em cena para criar um espaço igualitário&#8221;, pontua Alexandre.</p>
<p>Para ele, um festival como o FIG, cuja programação é totalmente gratuita e leva à cidade trabalhos de diferentes linguagens, é de extrema importância. &#8220;Abrir esse acesso facilita, por exemplo, para que levemos essa dança contemporânea e suas reflexões para as pessoas. Ainda que seja uma cena difícil, acho que a situação para a dança contemporânea hoje é mais aberta, com mais público&#8221;, conclui.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Dança Que Ninguém Quer Ver</strong><br />
Segunda-feira, 25/07<br />
Às 18h<br />
Teatro Luiz Souto Dourado</p>
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		<title>Teatro Alternativo ganha mostra na Casa Galeria Galpão</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2016 19:41:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Márcio Bastos Já faz algum tempo, o teatro pernambucano tem se direcionado para um caminho mais alternativo ao esquema da produção tradicional. Nascido a partir da necessidade de políticas públicas mais efetivas e de uma forte pulsão experimental, esse movimento tem atraído cada vez mais artistas e grupos locais. Percebendo a importância de privilegiar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Márcio Bastos</em></p>
<p style="text-align: left;">Já faz algum tempo, o teatro pernambucano tem se direcionado para um caminho mais alternativo ao esquema da produção tradicional. Nascido a partir da necessidade de políticas públicas mais efetivas e de uma forte pulsão experimental, esse movimento tem atraído cada vez mais artistas e grupos locais. Percebendo a importância de privilegiar essa cena, o 26º Festival de Inverno de Garanhuns promove, pela primeira vez, a Mostra de Teatro Alternativo, com apresentações na Casa Galeria Galpão. A programação começa nesta segunda-feira (25), às 21h, com <strong>Acontece Enquanto Você Não Quer Ver</strong>, do Cena Off.</p>
<p style="text-align: left;">Idealizado a partir de um diálogo entre a classe artística e o sistema Secult/Fundarpe, a Mostra contempla trabalhos que foram pensados para espaços diferenciados em relação ao tradicional palco à italiana. &#8220;Além disso, são espetáculos que quebram com convenções narrativas, dramáticas e com noções prévias das diretrizes de personagem, por exemplo&#8221;, aponta o diretor Rodrigo Dourado, um dos principais articuladores do movimento de teatro alternativo no Estado e que vai mediar os debates após as apresentações.</p>
<p>Segundo Dourado, o festival já havia recebido ações de cunho alternativo, mas sempre de forma pontual. Desta forma, ele encara a Mostra como uma ação pioneira, pois organizada e dá visibilidade a um formato específico de cênicas. &#8220;O público de Garanhuns gosta e conhece muito de teatro. Há uma espera anual para ter esse contato com outras linguagens, sobretudo com o que está acontecendo no Recife&#8221;, reforça.</p>
<p>O espetáculo que abre a programação, <em><strong>Acontece Enquanto Você Não Quer Ver</strong></em>, do Cena Off, obra que discute as contradições da contemporaneidade, expondo os entraves éticos e morais que a sociedade enfrenta, em especial a naturalização de opressões diárias.</p>
<div id="attachment_38404" aria-labelledby="figcaption_attachment_38404" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Maciel/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Acontece-Enquanto-Voce-Nao-Quer-Ver-Foto-Ricardo-Maciel1.jpg"><img class="size-medium wp-image-38404" alt="Ricardo Maciel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Acontece-Enquanto-Voce-Nao-Quer-Ver-Foto-Ricardo-Maciel1-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Acontece Enquanto Você Não Quer Ver abre a programação</p></div>
<p>Além dele, estão entre os destaques <em><strong>4xHilda</strong></em>, da Duas Companhias, que revisita a obra e o universo de Hilda Hilst, terça-feira (26); <em><strong>pa(IDEIA)</strong></em>, espetáculo que discute as ideias do sociólogo Paulo Freire; <strong>Na Beira</strong>, do Teatro de Fronteira; e <em><strong>(In)Cômodos</strong></em>, baseada nos contos de Cícero Belmar e estrelada pelo ator e dramaturgo Cleyton Cabral, Hilda Torres e Luciana Pontual.</p>
<div id="attachment_38406" aria-labelledby="figcaption_attachment_38406" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/incomodos1.jpg"><img class="size-medium wp-image-38406" alt="(In)Cômodos, de Cleyton Cabral, foi idealizada para o ambiente residencial" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/incomodos1-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">(In)Cômodos, com Cleyton Cabral, baseada nos contos de Cícero Belmar, foi idealizada para o ambiente residencial</p></div>
<div id="attachment_38408" aria-labelledby="figcaption_attachment_38408" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Diego Di Niglio/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/paulo_freire_Diego_Di_Niglio-620x390.jpg"><img class="size-medium wp-image-38408" alt="Diego Di Niglio/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/paulo_freire_Diego_Di_Niglio-620x390-607x381.jpg" width="607" height="381" /></a><p class="wp-caption-text">pa(IDEIA) leva à cena as ideias do sociólogo Paulo Freire</p></div>
<p>Confira a programação completa da Mostra de Teatro Alternativo do 26º FIG:</p>
<p><strong>Segunda-feira, 25/07<br />
</strong>21h - <strong>Acontece enquanto você não quer ver<br />
</strong>Cena Off (PE)</p>
<div data-canvas-width="62.67039999999999"><strong>Terça-feira, 26/07</strong></div>
<div data-canvas-width="32.733599999999996">21h - 4x Hilda</div>
<div data-canvas-width="167.14560000000003">Duas Companhias (PE)</div>
<div data-canvas-width="199.916"></div>
<div data-canvas-width="17.4168"><strong>Quarta-feira, 27/7</strong></div>
<div data-canvas-width="13.87753333333333">21h - Pa(Ideia)</div>
<div data-canvas-width="131.9096">Junior Aguiar (PE)</div>
<div data-canvas-width="47.32479999999999"></div>
<div data-canvas-width="21.343999999999994"><strong>Quinta-feira, 28/7</strong></div>
<div data-canvas-width="32.733599999999996">21h - A Receita</div>
<div data-canvas-width="90.87759999999997">O Poste (PE)</div>
<div data-canvas-width="204.0744"></div>
<div data-canvas-width="13.629533333333331"><strong>Sexta-feira, 29/7</strong></div>
<div data-canvas-width="32.733599999999996">21h - Na Beira</div>
<div data-canvas-width="177.4864">Teatro de Fronteira (PE)</div>
<div data-canvas-width="204.0744"><strong>Sábado, 30/07<br />
</strong>21h - (In)Cômodos</div>
<div data-canvas-width="146.7216">Grupo 4 no Ato (PE)</div>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Joelma&#8221; leva vivência trans ao FIG e é ovacionada</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2016 14:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fábio Vidal]]></category>
		<category><![CDATA[FIG 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Joelma]]></category>
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		<category><![CDATA[Território Sirius Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Na música Dom de Iludir, Gal Costa canta que &#8220;cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é&#8221;. Não por acaso, esses é um dos trechos preferidos de Joelma, personagem que dá título à peça que o Território Sirius Teatro (BA) apresentou sexta-feira (22), no Teatro Luiz Souto Dourado, dentro da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na música <strong><em>Dom de</em><em> Iludir</em></strong>, Gal Costa canta que &#8220;cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é&#8221;. Não por acaso, esses é um dos trechos preferidos de <em><strong>Joelma</strong></em>, personagem que dá título à peça que o Território Sirius Teatro (BA) apresentou sexta-feira (22), no Teatro Luiz Souto Dourado, dentro da programação de cênicas do 26º Festival de Inverno de Garanhuns. Transexual, negra, nordestina, pobre, ela contrariou todas as expectativas de um Brasil ainda transfóbico, racista e classicista. Joelma sobreviveu. E sua história é poeticamente levada aos palcos pela interpretação vigorosa de Fábio Vidal, que encantou o público do FIG.<strong> </strong></p>
<div id="attachment_38279" aria-labelledby="figcaption_attachment_38279" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Joelma.jpg"><img class="size-medium wp-image-38279" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Joelma-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio Vidal dá vida à Joelma e potencializa, nos palcos, vozes de pessoas socialmente excluídas</p></div>
<p>Projeto nascido de um documentário dirigido por Edson Bastos (também responsável pela adaptação para o teatro), <em><strong>Joelma</strong></em> é um espetáculo construído a partir de metonímias. A personagem principal parece estar sempre em um limiar entre o nosso mundo e um outro, inventado por ela, com suas treze almas e santos protetores. Os santos que a protegeram no difícil trajeto de se tornar aquilo que já era por dentro: mulher. Esse entre-lugar habitado pela personagem, que é baseada em uma figura real, é também um reflexo da condição dos LGBTTIs (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, travestis e intersexuais) no mundo. A desorganização ao binarismo de gênero e sexualidade ainda representa perigo para a sociedade machista e homofóbica.</p>
<p>Por isso as Joelmas incomodam, pois representam essa batalha (de vida) de experienciar o mundo tendo como norte sua própria natureza. Essas questões, que ainda são delicadas no País, são tratadas por Fábio Vidal e Edson Bastos sem simplismo e com muita delicadeza. Circulando há mais de três anos, eles percebem que o momento atual é talvez o mais emblemático em termos de abertura para se falar do assunto.</p>
<p>&#8220;Tenho a sensação de que estamos no momento certo. Tenho 42 anos e só agora percebo essa confluência, esse momento pulsante no teatro, música, cinema, na arte em geral, para brigar pela afirmação das diferenças, o respeito ao direito do outro de viver sua verdade. E <em><strong>Joelma</strong></em> é sobre isso, essa busca por ser quem se é. Não queremos reduzir a personagem à sua transexualidade. Queremos que o público se aproxime da pessoa que ela é e perceba a multiplicidade de cada ser humano&#8221;, afirma Fábio.</p>
<div id="attachment_38282" aria-labelledby="figcaption_attachment_38282" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/público.jpg"><img class="size-medium wp-image-38282" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/público-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Público lotou o Teatro Luiz Souto Dourado e ovacionou a história da transexual baiana</p></div>
<p>Ovacionado pelo público garanhuense, que lotou o Teatro, Fábio diz que até hoje só teve uma experiência de &#8220;rejeição&#8221; do espetáculo, mesmo já tendo se apresentado em muitas cidades do interior. &#8220;A única vez em que tivemos algum tipo de resposta negativa foi em Iguatu (CE), quando mais da metade do público deixou o espetáculo. Porém, acho que isso se deve mais ao fato de a peça mexer com símbolos religiosos do que pela questão de gênero e sexualidade em si. Aqui em Garanhuns a resposta foi linda, fiquei muito feliz&#8221;, acredita.</p>
<p>Na plateia do espetáculo, algumas transexuais. Poucas, no entanto. Fábio reconhece que este ainda é um problema decorrente da transfobia que faz do Brasil a nação que mais mata LGBTTIs no mundo. &#8220;As transexuais e travestis ainda são obrigadas a viver em guetos. Seja em uma grande metrópole ou em uma cidade do interior, ainda somos muito provincianos. As pessoas param, olham, comentam, excluem. Conquistamos muito, mas ainda há bastante a ser feito em relação à afirmação desses espaços&#8221;, completa.</p>
<div id="attachment_38284" aria-labelledby="figcaption_attachment_38284" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Joelma2.jpg"><img class="size-medium wp-image-38284" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Joelma2-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Peça aborda a partir de uma leitura poética o difícil universo da personagem</p></div>
<p>A garanhuense Apolo (que ainda se reconhece pelo nome masculino por ser &#8220;o que todo mundo conhece&#8221;) foi uma das transexuais que prestigiaram a apresentação. Com visual exuberante que contrastava com a sobriedade dos que a cercavam, ela afirmou ter se identificado muito com as questões levadas à cena, principalmente com o sentimento de não pertencimento em uma sociedade que insiste em negar sua existência.</p>
<p>&#8220;Sou estudante de Letras e trabalho em uma escola. Lá, não posso ser eu, não posso me vestir como gosto ou me identifico. Isso é muito doloroso, uma pequena morte. Mas, em todas as oportunidades que tenho, seja para ir à padaria ou, como agora, em um momento de festa, de cultura, faço questão de me impor, de não me cercear. Porém o medo existe. Tenho medo constantemente. Estou com medo agora, mas não vou deixar de ser quem eu sou. A gente tem que persistir, ocupar os espaços públicos e privados&#8221;, reforça a estudante.</p>
<p>Por Joelmas, Apolos, Elzas e tantas outras que se reinventam diariamente, o espetáculo levanta a bandeira de que não se pode viver por parcelas, a partir de concessões, quando o que se está em jogo é a sua própria natureza. Viver é um ato de coragem. À luta.</p>
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