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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mostra de Cinema do FIG</title>
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		<title>Filmes de horror atraem grande público à sala de cinema do FIG</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2015 17:43:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fruto da convocatória da linguagem de audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco para o Festival de Inverno de Garanhuns, a Medonho &#8211; Mostra de Cinema de Horror de Garanhuns aconteceu na noite da última quarta-feira (22) com a exibição de seis curtas-metragens nacionais recentes do gênero. A mostra foi uma realização do Cineclube Toca [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fruto da convocatória da linguagem de audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco para o Festival de Inverno de Garanhuns, a Medonho &#8211; Mostra de Cinema de Horror de Garanhuns aconteceu na noite da última quarta-feira (22) com a exibição de seis curtas-metragens nacionais recentes do gênero. A mostra foi uma realização do Cineclube Toca o Terror, primeiro cineclube do gênero na cidade do Recife.</p>
<div id="attachment_27960" aria-labelledby="figcaption_attachment_27960" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19325815723_ccfc848246_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27960" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19325815723_ccfc848246_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra de Cinema de Horror lotou a sala de exibição</p></div>
<p>De acordo com coordenadora de audiovisual da Secult/PE, Milena Evangelista, a mostra significa a junção de um gênero que nunca fora trabalhado em ações durante o FIG, sendo uma inovação, assim como uma representação de uma produção que vem crescendo também em Pernambuco. Para o realizador da Mostra, Jarmeson de Lima, a ideia de fazer a mostra durante o FIG surgiu dentro do seu cineclube, Toca o Terror, para colaborar com a circulação de filmes nacionais de terror de difícil acesso.</p>
<p>A mostra Medonho teve início às 21h10 e apresentou para o público seis curtas-metragens. Eles foram:<em id="__mceDel"> “<i>Judas&#8221;</i></em>(2014), de Joel Caetano; <em id="__mceDel"><i>&#8220;Ne Pas Projeter</i>”</em> (2015), de Cristian Verardi; <em id="__mceDel"><i>&#8220;O Segredo da Família Urso</i>”</em> (2014), de Cíntia Domit Bittar; <em id="__mceDel"><i>&#8220;Sexta-Feira da Paixão</i>”</em> (2014), de Ivo Costa;<em id="__mceDel"> <i>“Carne</i>” </em>(2013), de Caco Nigro e<em id="__mceDel"> &#8220;<i>O Desejo do Morto</i>” </em>(2013), de Ramon Porto Mota.</p>
<div id="attachment_27961" aria-labelledby="figcaption_attachment_27961" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19758771740_003364473d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27961" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19758771740_003364473d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Idealizadores da mostra debateram com o público após as exibições</p></div>
<p>Com casa cheia, o Cine Eldorado reuniu um público amante de horror e também curiosos. O casal André Gomes e Luar Verlane foi um desses casos.<em id="__mceDel"> “Já havíamos assistido outra sessão da Mostra de Cinema e resolvemos hoje assistir os filmes de horror, mas sinceramente não gostei”</em>, comentou Luar. Mas a realização de um debate ao fim da sessão com o diretor pernambucano Caco Nigro revelou que em Garanhuns há, sim, um público que gosta do gênero e se interessa por essa produção.</p>
<p>O momento do debate mal tinha começado e a professora de engenharia Nelia Lima já levantou a mão para fazer a primeira pergunta,<em id="__mceDel"> “Fiquei curiosa para saber o que motivo o diretor a fazer a história, fiquei com a sensação de que o filme era sobre como nasce um psicopata”</em>, indagou Nelia. O diretor Caco Nigro a respondeu que sua intenção era antes mesmo de saber que gravaria Carne, era de fazer uma produção sobre psicopata, mas com um ponto de vista diferente.<em id="__mceDel"> “Quem é essa pessoa, o que formou esse pensamento, e Carne acabou sendo um trabalho meio que sobre a formação da psicologia da criança”</em>, explicou o cineasta.</p>
<p>Outro espectador da sessão e do debate, Eduardo Holanda, aproveitou a oportunidade de encontro com o diretor para questioná-lo sobre as dificuldades de produção de cinema. O cineasta falou que a produção contou com financiamento de editais estaduais e federais, além apoios de autarquias municipais e particulares.</p>
<p>Ainda sobre as condições de produção da obra, a coordenadora de audiovisual da Secult/PE, Milena Evangelista, questionou o diretor sobre o processo de encontrar equipe para fazer o filme. “<em>Mesmo o filme sendo forte, o clima de trabalho foi bem tranquilo, não tive muita dificuldade. Por ser um drama que flerta com horror, a equipe gostou e ficou curiosa para trabalhar numa produção diferente</em>”, finalizou o diretor.</p>
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		<title>Primeiro debate da Mostra de Cinema do FIG 2015 surpreende diretor e plateia</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2015 04:19:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Exibido pela primeira vez no interior pernambucano, o longa-metragem ‘Permanência’, do diretor Leonardo Lacca garantiu a sessão cheia na segunda noite na 11ª Mostra de Cinema do FIG no Cine Eldorado. Após a sessão, parte do público participou do primeiro debate realizado pela mostra, oportunidade na qual o diretor revelou curiosidades sobre o filme e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Exibido pela primeira vez no interior pernambucano, o longa-metragem ‘Permanência’, do diretor Leonardo Lacca garantiu a sessão cheia na segunda noite na 11ª Mostra de Cinema do FIG no Cine Eldorado. Após a sessão, parte do público participou do primeiro debate realizado pela mostra, oportunidade na qual o diretor revelou curiosidades sobre o filme e recebeu críticas.</p>
<div id="attachment_27634" aria-labelledby="figcaption_attachment_27634" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/2015-07-19_01-55-50.jpg"><img class="size-medium wp-image-27634" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/2015-07-19_01-55-50-607x375.jpg" width="607" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">O diretor pernambucano Leo Lacca conversou com o público do festival</p></div>
<p>‘Permanências’ narra a história do reencontro de Ivo e Rita. Anos após a separação, a aproximação dos personagens acontece em São Paulo, atual moradia de Rita e local onde acontecerá a primeira exposição fotográfica de Ivo. As questões trazidas no filme, como relações entre a convivência com o passado e presente foram as bases das maiorias das intervenções do público durante o debate. No entanto, foi a revelação da pernambucana Laudenice Ramos que surpreendeu o público. A história trazida pelo longa-metragem ‘Permanência’ saiu da tela de certa forma. <em>“Ficamos 26 anos separados e estamos juntos há uma semana. Essa emoção da presença do tempo foi o que mais me chamou a atenção no filme. Passado, presente e, hoje, um futuro indefinido. Isso é minha vida”</em>, revelou Laudenice. <em>“Isso é para mim um déjà vu”</em>, complementou o companheiro de Laudenice, Jaelson Batista.</p>
<p>O filme, segundo o diretor, desperta o espectador para ir além das imagens fílmicas, complementado seus sentidos. <em>“Acho que o filme deve despertar leituras de sensações. Entendemos mais da gente ao final, do que do filme”</em>, disse Lacca. A fala do diretor foi o gancho para que estudante Rayssa Umbelino elogiasse o diretor por sua obra e o questionasse pela forma escolhida por ele para trabalhar a permanência do sentimento através do tempo. Para Lacca, <em>“as fotos presentes no filme condensam bastante o tempo. O passado vem pelo presente, pelo reencontro, pelo que se enxergar noutro momento, pela lembrança da vida que um dia foi compartilhada com o outro”</em>, esclareceu o diretor.</p>
<p>O longa-metragem que surgiu da ideia lançada pelo curta-metragem “Décimo Segundo”, realizado em 2007 pelo diretor, optou pela continuidade da participação dos protagonistas. <em>“Eles, assim como o filme, também tem um passado juntos (referindo-se ao curta). Isso deu uma verdade do longa”</em>, disse Lacca que comentou também que a ideia do longa foi uma coisa paralela à produção do curta. “Eu tinha a noção que queria continuar. O longa é uma expansão do curta, mas eles são bem diferentes”, comentou. O fato de filmar a continuação de uma história já filmada foi um desafio para o diretor, que revelou sentir-se motivado para a refilmar uma sequência presente no seu curta “Décimo Segundo”. “Refilmar uma cena já gravada anos atrás foi um grande desafio, pela própria intimidade que a sequencia já tinha, pela proximidade dos atores com a cena”, explicou. E foi a distância entre o período da realização das produções que tornava a continuidade da história uma empreitada delicada para o cineasta. <em>“Tinha medo que a história perdesse sua validade. Escrevi o roteiro pensando nos atores, mas como o filme demorou muito para ser rodado. Por isso, eu fiz muitas modificações no roteiro, tentei dar um gás e com me empolguei bastante para filmar”</em>, explicou o cineasta.</p>
<p>Ao ser questionado se a história de ‘Permanência’ teria uma continuação, o cineasta não teve uma certeza. “Esse é um universo que me interessa, mas não sei dizer se esses encontros e reencontros terão uma nova história”, contou.</p>
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		<title>Cinema ao alcance dos olhos, mãos e imaginação</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2014 20:57:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova O cinema é uma arte essencialmente visual. Porém, não recorre apenas aos olhos do espectador para se comunicar com ele. Uma profusão de códigos sensoriais são mediados para dar vida a uma obra cinematográfica. Por isso, é possível, sim, ir além da tela grande e também fazer cinema para se ouvir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19893" aria-labelledby="figcaption_attachment_19893" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Amor-plástico-e-barulho.jpg"><img class="size-medium wp-image-19893" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Amor-plástico-e-barulho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Amor, Plástico e Barulho&#8221;, de Renata Pinheiro, está na Mostra de Cinema do FIG deste ano</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>O cinema é uma arte essencialmente visual. Porém, não recorre apenas aos olhos do espectador para se comunicar com ele. Uma profusão de códigos sensoriais são mediados para dar vida a uma obra cinematográfica. Por isso, é possível, sim, ir além da tela grande e também fazer cinema para se ouvir ou para se tocar. Seguindo esta tendência, o 24º Festival de Inverno de Garanhuns, apresenta, este ano, a inédita mostra Sonhos Acessíveis, com filmes que apresentam os recursos de audiodescrição, Libras e prototipagem 3D, promovendo acessibilidade para todos os tipos de público. Além disso, compondo a grade deste ano, a tradicional Mostra de Cinema do FIG chega à sua 10ª edição, com filmes locais, nacionais e estrangeiros. E o Cinema na Estrada levará produções cinematográficas às mais longínquas comunidades da região. Todas as atividades acontecem, gratuitamente, no período de 18 a 25 de julho.</p>
<p>Abrindo a programação de audiovisual no festival, está a <b>10ª Mostra de Cinema do FIG</b>, que acontecerá de 18 a 24 de julho, no Cine Eldorado 2, com a exibição de 11 longas inéditos em Garanhuns. As sessões acontecerão sempre em três horários: 17h, 19h e 21h. O destaque vai para duas importantes produções pernambucanas: &#8220;Tatuagem&#8221;, de Hilton Lacerda (19/7, às 21h), e &#8220;Amor, plástico e barulho&#8221;, de Renata Pinheiro (20/7, às 21h). Após a exibição desses filmes, os diretores participarão de um debate com o público. Além dos pernambucanos, outros filmes brasileiros estão na programação, como &#8220;Getúlio&#8221; , que traz Tony Ramos no papel do ex-presidente brasileiro, e o documentário &#8220;Dominguinhos&#8221;, sobre o sanfoneiro, natural de Garanhuns. Representando o cinema estrangeiro, compõem a grade produções de vários países. Entre eles, o francês &#8220;Azul é a cor mais quente&#8221;, a produção chilena &#8220;Gloria&#8221; e o filme indiano &#8220;Lunchbox&#8221;.</p>
<p>&#8220;<i>A nossa meta foi de comemorar esses 10 anos da mostra resgatando as características que ela teve desde o seu início, que é de trazer filmes de alta qualidade e mostrando a diversidade da produção atual, com representantes de várias cinematografias do mundo. Além disso, trazendo as produções da atual safra de longas-metragens pernambucanos, incorporados à mostra há três anos</i>&#8220;, diz Carla Francine, Coordenadora do Audiovisual da Secult-PE. Para o público infantil, a mostra traz o filme &#8220;Minhocas&#8221;, primeiro longa metragem brasileiro feito em animação stop-motion, e o norte-americano &#8220;As aventuras de Peabody e Sherman&#8221;. A 10ª Mostra de Cinema do FIG é uma parceria do Governo de Pernambuco, através da Secult-PE/Fundarpe, com a Fundaj e a PMC Cinemas, que mantém dois cinemas em funcionamento na cidade de Garanhuns durante todo o ano.</p>
<p>A grande novidade na programação de cinema deste 24º FIG é a mostra <b>&#8220;Sonhos Acessíveis&#8221;</b>, que acontece nos dias 23 de 24 de julho, às 11h. Serão duas mostras de animação, uma voltada para o público adulto, outra para o infantil. A ideia é utilizar a tecnologia para promover a acessibilidade de espectadores diversos ao universo do cinema.  Pessoas com deficiência visual ou auditiva, cegos, downs e autistas são o público alvo das mostras, que trazem filmes brasileiros com recursos de audiodescrição, Libras (Linguagem Brasileira dos Sinais) e prototipagem 3D, o que permite que essas pessoas compreendam o filme mesmo apresentando dificuldades de visualização, audição ou de entendimento.</p>
<p>Através da audiodescrição, a história do filme, assim como sua percepção em vários aspectos, são narrados através de fones de ouvido, o que possibilita àqueles com problemas visuais e cegos a compreensão exata da história, sem necessariamente ver o que se passa na tela. Já para as pessoas com autismo e Síndrome de Down a prototipagem em 3D permite que eles vivenciem uma experiência perceptiva e táctil, através dos personagens impressos, direcionando a atenção aos detalhes e facilitando o entendimento do filme. O projeto inovador foi idealizado pela produtora gaúcha Luciana Druzina. Ele permite que esses novos dispositivos ampliem as possibilidades de se vivenciar o cinema, abraçando a um público que, comumente, não teria acesso à Sétima Arte. “<i>É importante salientar que a idealização do projeto existia como um sonho e que foi elaborado e tomou forma e força a partir da oportunidade realização junto ao edital de seleção da Fundarpe para Festival Inverno de Garanhuns</i>.” diz Luciana.</p>
<p><b>Itinerante<br />
</b>Outra ação presente na programação do 24º FIG é o <b>Cinema na Estrada</b>, mostra itinerante que percorre várias cidades do estado desde 2011, levando filmes para locais que não possuem salas de cinema, priorizando comunidades rurais e quilombolas. A mostra conta com os realizadores como parceiros dessa inciativa, que cedem seus filmes para as ações. O objetivo é possibilitar o acesso ao cinema a populações que tradicionalmente não usufruem deste bem cultural.</p>
<p>Neste ano, o FIG chegará a três comunidades em dias diferentes. No dia 24, a mostra estará no Logradouro dos Leões, município de Bom Conselho. Em seguida, chega ao Distrito de Imbé, município de Capoeiras, no dia 25. Encerrando a programação, no dia 26, a mostra marca presença na comunidade quilombola de Timbó, em Garanhuns. A programação contará com seis filmes da recente safra de curta metragens pernambucanos, que somam uma hora e quarenta de projeção. As exibições seão gratuitas e abertas ao público e todos os filmes têm classificação livre.</p>
<p>Confira <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-de-inverno-de-garanhuns/destaques/audiovisual-no-fig/" target="_blank">AQUI</a></strong> a programação completa de audiovisual no 24º FIG.</p>
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		<title>“Fazer cinema é uma questão de acreditar” (Leonardo Lacca)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fazer-cinema-e-uma-questao-de-acreditar-leonardo-lacca/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2013 23:46:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por André Dib Há dez anos nascia a Trincheira Filmes. E com ela, um grupo de cineastas responsável por boa parte do prestígio acumulado pelo atual cinema pernambucano. Ao longo da década, a produtora realizou curtas que marcaram época, como “Eisenstein”, “Ventilador” e “Muro”, este último premiado no Festival de Cannes, na França. Em Garanhuns, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4157" aria-labelledby="figcaption_attachment_4157" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-45.jpg"><img class="size-medium wp-image-4157" alt="(Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-45-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p dir="ltr">Por André Dib</p>
<p dir="ltr">Há dez anos nascia a Trincheira Filmes. E com ela, um grupo de cineastas responsável por boa parte do prestígio acumulado pelo atual cinema pernambucano. Ao longo da década, a produtora realizou curtas que marcaram época, como “Eisenstein”, “Ventilador” e “Muro”, este último premiado no Festival de Cannes, na França. Em Garanhuns, a Trincheira participa da 9ª Mostra de Cinema do FIG com dois filmes: “Eles voltam”, de Marcelo Lordello, e “Ela morava na frente do cinema”, de Leonardo Lacca, que é exibido nesta segunda-feira (22/7), às 17h10, em programa especial dedicado a curta-metragens pernambucanos. Reprise na quarta (24/7), às 21h. Em Garanhuns, conversei com Lacca sobre estes e os novos projetos. Nada menos do que sete longas estão a caminho, além de uma coletânea comemorativa com todos curtas da Trincheira. Leia mais na entrevista a seguir.</p>
<p dir="ltr">#fig2013.com – “Eles voltam” teve boa carreira no Brasil e em outros países. Qual o plano para depois de Garanhuns?</p>
<p dir="ltr">#Leonardo Lacca &#8211; O filme de Lordello foi exibido em Brasília, Roterdã, Lisboa, Nova York, Coreia do Sul, San Francisco, Rio de Janeiro, Tiradentes, Londrina e Recife. Depois de Garanhuns, vai ser exibido no Festival de Triunfo e a data de lançamento comercial é 15 de novembro, pela Vitrine Filmes.</p>
<p dir="ltr">#fig2013.com – Qual a importância de exibir seus filmes no FIG?</p>
<p dir="ltr">#Leonardo Lacca &#8211; Todos os meus curtas passaram aqui, mas nunca tinha vindo para o festival. A Mostra de Cinema do FIG é a prova de que Pernambuco está com uma safra de marcada pela abrangência e diversidade. O contexto com filmes estrangeiros amplia a possibilidade de diálogo com o público, tanto turistas quanto moradores.</p>
<p dir="ltr">#fig2013.com – “Eles voltam” é um longa-metragem realizado com dinheiro captado por um edital de curtas. Outros diretores, inclusive Tião, da Trincheira, estão fazendo o mesmo. Qual o lado bom e ruim dessa “migração” de formato?</p>
<p dir="ltr">#Leonardo Lacca &#8211; Os filmes estão sempre em processo. O filme de Marcelo nasceu como curta-metragem, com a história que está no início do filme, tudo bem amarrado para o formato. Mas aí ele se tornou pai e isso influenciou diretamente a sua visão de mundo. Ele não queria que o filme terminasse com a menina abandonada na estrada, mesmo que fosse como um final aberto. Para a equipe, foi uma questão de acreditar. Tem muita coisa em jogo: realizadores querem se expressar, tem a questão dos patrocínios e tem as pessoas que acreditam no projeto, que trabalharam ganhando pouco, e que tiveram uma compensação com o prêmio que ganhamos em Brasília. O lado positivo é que o filme foi rodado com 54 mil reais e isso não transparece no resultado final. E o lado ruim é que a gente penou para fazer. Mas foi um momento de aprendizado e ninguém se arrepende, muito pelo contrário. Participei um pouco de “Vigias” (também de Lordello), vi o processo de “Amigos de risco”, mas no caso do meu primeiro longa, “Permanência”, apesar de ter demorado a ganhar o edital, preferi esperar e fazer com o orçamento de longa, já que o custo foi maior por ter sido rodado em São Paulo.</p>
<p dir="ltr">#fig2013.com – Por falar em duração dos filmes, “Ela morava na frente do cinema” tem 30 minutos de duração. Isso pode ter atrapalhado a circulação?</p>
<p dir="ltr">#Leonardo Lacca &#8211; Ele  me surpreendeu, passou em seis festivais, mas não pude inscrevê-lo em Brasília, Goiania, Rio de Janeiro e no próprio Cine PE por ultrapassar o limite de tempo imposto pelos festivais. Mas era o tempo que ele precisava ter naquele momento, não tinha como mexer no filme, deixar ele “cotó”.</p>
<p dir="ltr">#fig2013.com – Que aproximações “Ela morava…” tem com “Permanência”?</p>
<p dir="ltr">#Leonardo Lacca &#8211; Não há muitas. São filmes que apontam para caminhos diferentes. “Ela morava…” foi uma experiência sem roteiro prévio, feito a partir das visitas à casa onde morei na infância. E “Permanência” segue um roteiro de ficção convencional, passou por script doctor, consultei amigos, tive que fazer sob mais controle, já que estava em outra cidade, com tudo mais caro, filmando por três semanas. O filme deve estar pronto em janeiro.</p>
<p dir="ltr">#fig2013.com – Em “Permanência”, você trabalha com um dos melhores atores do Brasil, o pernambucano Irandhir Santos. Como foi?</p>
<p dir="ltr">#Leonardo Lacca &#8211; Na mesma época, Irandhir também foi protagonista no filme “Obra”,  de Gregorio Graziosi. São duas posturas corporais absolutamente diferentes. Sua capacidade de percepção é grande, não só para trocar ideias sobre o filme. Ele contribui com técnica e sensibilidade, e isso é raro de se ter em um ator.</p>
<p dir="ltr">#fig2013.com – A Trincheira completa dez anos com sete projetos de longa, um de curta-metragem. Que projetos são esses?</p>
<p dir="ltr">#Leonardo Lacca &#8211; Primeiro, os longas. Estão em desenvolvimento de roteiro “O verão está quase acabando”, de Tião, “Edificante”, de Marcelo Lordello e “Grau de parentesco”, que é meu. “Paterno”, de Marcelo, está em pré-produção. E “Animal político”, de Tião, “Permanência” e “Seu Cavalcante”, sobre o meu avô, estão em finalização. O curta-metragem se chama “Sem coração”, de Tião e Nara Normande. Além disso, estamos produzindo um DVD / Blu-Ray comemorativo, com todos os curtas da Trincheira e um livreto com processo criativo, reprodução de e-mails, fotos e xingamentos (risos), como se fosse um inventário artístico.</p>
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