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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mostra de Teatro Alternativo</title>
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		<title>Teatro alternativo toma conta do Recife em outubro</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2016 20:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[OUTUBRO OU NADA - 1º Mostra de Teatro Alternativo do Recife]]></category>

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		<description><![CDATA[por Marina Suassuna Mais de 50 espetáculos teatrais irão movimentar o Recife de 3 a 29 de outubro com ingressos a preços populares. Trata-se do Outubro ou Nada - 1º Mostra de Teatro Alternativo do Recife, que vem pra solidificar um circuito alternativo, à margem dos palcos tradicionais. Catorze espaços vão acolher o público com mais de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Marina Suassuna<br />
</em></p>
<div id="attachment_40531" aria-labelledby="figcaption_attachment_40531" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/plinio.jpg"><img class="size-full wp-image-40531" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/plinio.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Plínio Maciel abre seu baú de memórias afetivas em &#8220;Na Beira&#8221;, espetáculo que inaugura a Mostra no dia 3 de outubro</p></div>
<p>Mais de 50 espetáculos teatrais irão movimentar o Recife de 3 a 29 de outubro com ingressos a preços populares. Trata-se do <strong>Outubro ou Nada - 1º Mostra de Teatro Alternativo do Recife</strong>, que vem pra solidificar um circuito alternativo, à margem dos palcos tradicionais. Catorze espaços vão acolher o público com mais de 24 companhias e coletivos, incluindo performances, ensaios abertos, estreias, rodas de diálogos e oficinas, aproximando mais de sessenta artistas pernambucanos em torno de uma mesma ideia: a questão da representatividade do teatro na nossa sociedade contemporânea.</p>
<p><em>&#8220;Desde 2014, quando nós, artistas de teatro, escoamos nossos espetáculos em casas e apartamentos do Recife, vimos que é possível estarmos juntos, de forma independente, para mostrarmos nosso trabalho. Que não dá para ficar esperando. Este movimento foi tão forte e afetivo que desenvolvemos uma Mostra de Teatro Domiciliar e oferecemos ao Janeiro de Grandes Espetáculos, edição de 2015.  Assim também foi no 26º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG 2016). Levamos propostas de espetáculos para espaços alternativos e conseguimos um diálogo riquíssimo com outros artistas e também com o público que circulou pelo evento. É necessário que, cada vez mais, parcerias como essas sejam feitas&#8221;</em>, avalia Cleyton Cabral, um dos organizadores do evento.</p>
<p>Dentro desse contexto de resistência e mobilização, se observou a construção de uma agenda de apresentações e novos espetáculos. Outros espaços periféricos e edifícios foram sendo ocupados, andares inteiros abrindo suas portas e saudando os espectadores que chegam. Hoje é possível perceber diversos ciclos de valorização do Teatro Alternativo no Recife. Entre os  mais recentes, estão as iniciativas do movimento de teatro de grupo, que vem abrindo corajosamente suas sedes, a exemplo da Cia Fiandeiros, da Cênicas Cia. de Repertório, do Grupo Magiluth e d’O Poste.</p>
<p>Segundo Jorge Clésio, coordenador de Artes Cênicas da Secult-PE, que levou ao 26 º FIG seis apresentações do gênero, é muito instigante <em>&#8220;perceber que o  movimento permanece organizado a ponto de desenvolver uma mostra com mais robustez na cidade do Recife. Essa inciativa foi acolhida no FIG de maneira embrionária. Recebemos 6 espetáculos na Casa Galeria Galpão. Era um pleito antigo da classe artística, que o festival comportasse essa demanda alternativa no teatro e foi possível trazer para o festival mesmo num contexto de contingenciamento. Foi um sucesso não só de público e crítica, mas de apreciação estética, influenciando até outros estados&#8221;</em>, observa.</p>
<div id="attachment_40529" aria-labelledby="figcaption_attachment_40529" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/teatro.jpg"><img class="size-full wp-image-40529" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/teatro.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Teatro alternativo integrou a programação oficial do 26º FIG – Festival de Inverno de Garanhuns</p></div>
<p>Neste sentido, a 1º Mostra de Teatro Alternativo marca o momento atual de como as artes cênicas vêm acontecendo, apontando para o principal objetivo de reelaborar novos diálogos e relações com o público que aprecia e valoriza esta produção. Uma das características da Mostra é a multiplicidade das linguagens, grande parte delas periféricas, como uma forma de ressignificar o mapa cênico e reforçar a ideia de não fazer o teatro acontecer apenas nos espaços oficiais, mas por toda a cidade, até mesmo numa casa privada ou apartamento, como ocorreu na origem desse movimento.</p>
<p>Pela primeira vez, a maior parte da produção dos espetáculos independe dos editais. Não se tratam de ações isoladas de apenas um grupo ou companhia, mas um recorte muito significativo de artistas na sua maturidade de criações.<em> &#8221;A nossa resposta é um diálogo coletivo e ressoa em prol da proliferação e permanência desses espaços alternativos importantíssimos para a vitalidade da cena local, da valorização deste circuito alternativo que faz sustentar e estimular o teatro, nas suas múltiplas funções sociais, do próprio histórico do Movimento Teatro em Casa, que sempre pensou, defendeu e propagou essas questões&#8221;</em>, acredita o artista e produtor Rodrigo Dourado.</p>
<p>Para conferir a programação completa do <strong>Outubro ou Nada - 1º Mostra de Teatro Alternativo do Recife</strong>, clique<strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/PROGRAMAÇÃO-completa-OUTUBRO-OU-NADA.pdf"> aqui. </a></strong></p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
</strong>Outubro ou Nada - 1º Mostra de Teatro Alternativo do Recife<br />
De 3 a 29 de outubro<br />
Consulte locais, horários e valor de ingressos na <strong><a href="http://www.facebook.com/mostraoutubroounada" target="_blank">página do evento</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dança e teatro levam à cena as angústias da contemporaneidade</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2016 19:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Márcio Bastos Chegando à sua reta final, a programação de artes cênicas do FIG começa a apresentar um contorno bem específico para quem conseguiu acompanhá-la. Em cena, estão sendo apresentadas obras que tocam diretamente em questões muito caras à contemporaneidade. A curadoria parece ter tido o especial cuidado de proporcionar ferramentas para que a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Márcio Bastos</em></p>
<p style="text-align: left;">Chegando à sua reta final, a programação de artes cênicas do FIG começa a apresentar um contorno bem específico para quem conseguiu acompanhá-la. Em cena, estão sendo apresentadas obras que tocam diretamente em questões muito caras à contemporaneidade. A curadoria parece ter tido o especial cuidado de proporcionar ferramentas para que a plateia aprofunde seus processos de autoconhecimento e de tomada de ação na transformação social. <strong>Pa(Ideia) &#8211; Pedagogia da Libertação</strong>, do Coletivo Grão Comum, apresentada quarta-feira (27), na Casa Galeria Galpão, foi um ótimo exemplo dessa iniciativa.</p>
<p style="text-align: left;">A obra é a segunda parte da <strong>Trilogia Vermelha</strong>, projeto que leva à cena as ideias de grandes realizadores e pensadores brasileiros, como Glauber Rocha, Dom Helder Câmara e Paulo Freire, este último foco da montagem encenada no FIG. Estrelada por Júnior Aguiar e Daniel Barros, a montagem aborda os dias de cárcere do pedagogo pernambucano durante a Ditadura Militar, assim como seu exílio, que durou 16 anos.</p>
<div id="attachment_38626" aria-labelledby="figcaption_attachment_38626" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28324784470_04f5c9edc0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38626" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28324784470_04f5c9edc0_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel Barros e Junior Aguiar aplicam pensamento de Paulo Freire à cena</p></div>
<p>Porém, mais do que a transmissão oral, encenada, das ideias de Freire, o espetáculo assume uma potência transformadora ao aplicá-la. Aguiar e Barros, ótimos em cena, convidam o público a assumir papel ativo no que se passa na sua frente. A plateia ganha potencial transformador, afetuoso, se olha, se abraça, se reconhece em suas diferenças e igualdades.</p>
<div id="attachment_38627" aria-labelledby="figcaption_attachment_38627" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/27992749353_37dab61ed0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38627" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/27992749353_37dab61ed0_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Público é convidado a construir afetos e tomar ação no fazer teatral e na vida</p></div>
<p>Em tempos tão sombrios, de golpes e restrições à democracia, o espetáculo se torna ainda mais urgente, por vezes até doloroso. Ao mesmo tempo em que renova a esperança, toca em uma ferida pesada: até quando iremos perpetuar os erros que nos subjugam, que nos separam, que aprofundam injustiças? É hora, mais do que nunca, de sermos livres sem temer.</p>
<p><strong>CONTEMPORÂNEO</strong></p>
<p>A cena de dança contemporânea do Nordeste tem também mostrado fôlego no 26º Festival de Inverno de Garanhuns. Após a passagem do Giradança (RN), na quarta-feira foi a vez do Balé da Cidade de Campina Grande (PB) mostrar que a produção regional desponta como uma das mais pungentes do País. O grupo apresentou <strong>Frestas, Fôlego e Pele</strong>, espetáculo que sugere angústias relacionadas ao contato humano, à posição do indivíduo no mundo.</p>
<div id="attachment_38628" aria-labelledby="figcaption_attachment_38628" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28609163085_e591ebef22_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38628" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28609163085_e591ebef22_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Bailarinos paraibanos articulam as angústias do corpo em espetáculo</p></div>
<p><strong>VIVÊNCIAS</strong></p>
<p>O ator Esio Magalhães, do Barracão Teatro (SP), participou de conversa sobre o processo criativo e as vivências do seu grupo com atores, educadores e espectadores. No encontro, ele expôs suas experiências em espaços como a África Saariana e o norte do Brasil, locais em que conflitos e com pouco acesso à arte. &#8220;É muito tocante quando terminamos os trabalhos nesses lugares e as pessoas perguntam quando vamos voltar. É um momento em que eles ganham importância, que eles sentem que existem e são vistos. E é transformador poder participar dessa troca&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Confira a programação completa de artes cênicas desta quinta-feira (28):</strong></p>
<p>TEATRO DE RUA<br />
16h &#8211; O Espelho da Lua<br />
Tropa do Balacobaco (PE)<br />
Local: Parque Euclides Dourado</p>
<p>DANÇA<br />
18h &#8211; Mundo ao Redor<br />
Adriana Carneiro (PE)</p>
<p>18h30 – A Feira<br />
Associação Amigos do Teatro Municipal Severino Cabral (PB)<br />
Local: Teatro Luiz Souto Dourado</p>
<p>TEATRO ALTERNATIVO<br />
21h – A Receita<br />
O Poste (PE)<br />
Local: Casa Galeria Galpão</p>
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		<title>Espetáculos refletiram cenário político e universo literário de Hilda Hilst</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2016 18:18:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Levar à cena questionamentos políticos, sociais e psicológicos faz parte do DNA do teatro, espelho da humanidade por excelência. Ativar esse potencial transformador da arte é de uma beleza ímpar e, quando atingido com sucesso, tem reverberações incomensuráveis. Dentro da programação de artes cênicas do 26º Festival de Inverno de Garanhuns, duas obras se destacaram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Levar à cena questionamentos políticos, sociais e psicológicos faz parte do DNA do teatro, espelho da humanidade por excelência. Ativar esse potencial transformador da arte é de uma beleza ímpar e, quando atingido com sucesso, tem reverberações incomensuráveis. Dentro da programação de artes cênicas do 26º Festival de Inverno de Garanhuns, duas obras se destacaram neste sentido: <em><strong>WWW Para Freedom</strong></em>, do Barracão Teatro (SP), e <em><strong>4xHilda</strong></em>, da Duas Companhias, apresentadas terça-feira (26), no Teatro Luiz Souto Dourado e na Casa Galeria Galpão, respectivamente.</p>
<p>O trabalho do Barracão utiliza a arte do palhaço para tratar de temas fortes como golpes de estado, a situação política brasileira, o recrudescimento do totalitarismo e da violência no mundo, e a necessidade de se combater tudo isso em busca da verdadeira liberdade, aquela que respeita as diferenças e o valor da vida de cada indivíduo.</p>
<div id="attachment_38546" aria-labelledby="figcaption_attachment_38546" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/www.jpg"><img class="size-medium wp-image-38546" alt="Esio Magalhães divertiu e emocionou o público com história potente" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/www-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Esio Magalhães divertiu e emocionou o público com história potente</p></div>
<p>A obra é concebida e dirigida por Esio Magalhães, que também atua como o personagem central da obra. Inocente e disposto a viver em liberdade e pela liberdade, ele se questiona o tempo todo sobre seu papel naquela guerra que para ele não diz nada. Afiado, o ator inseriu pontuações políticas no texto, clamando pelo fim de golpes de Estado e da imposição de governos ilegítimos. Mesclando drama e muito humor (afiado), WWW Para Freedom é um espetáculo atemporal, urgente em tempos sombrios como os nossos e necessário como um lembrete eterno de que não se pode sucumbir à opressão, ao preconceito e à intolerância. O espetáculo cumpre o Circuito Pernambucano do Palco Giratório 2016 &#8211; SESC, importante parceiro do FIG.</p>
<p><strong>PROFANA</strong></p>
<p>No segundo dia da Mostra de Teatro Alternativo, a Casa Galeria Galpão recebeu o espetáculo<em><strong> 4xHilda,</strong></em> da Duas Companhias. O espetáculo costura pontos da obra de Hilda Hilst a partir de leituras dramatizadas. Em cena, Fabiana Pirro, Silvinha Góes, Nínive Caldas e Cláudio Ferrário levam para a cena um universo permeado pelo erotismo, subversão e perversão.</p>
<div id="attachment_38569" aria-labelledby="figcaption_attachment_38569" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28307223050_602aef3587_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38569" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28307223050_602aef3587_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;O Caderno Rosa de Lori Lamby&#8217; é uma das obras de Hilda visitadas pelo espetáculo</p></div>
<p>A atmosfera é carregada. O público, muitas vezes, se pegava rindo de situações absurdas, como uma criança relatando o abuso e exploração sexual que sofria. Talvez fosse um mecanismo de defesa da plateia diante de tamanho horror. Ou do amante que assassina sua companheira com toques de crueldade devido aos ciúmes. A poética de Hilst é permeada por essas situações-limite, na qual muitas vezes o pior da natureza humana vem à tona.</p>
<p>Após a apresentação, o público se reuniu para debater o trabalho. A ideia, inclusive, acontecerá em todos os espetáculos da Mostra Alternativa de Teatro como forma de aproximar o público dessas formas menos convencionais de fazer teatro. As atividades acontecem sempre a partir das 21h, na Casa Galeria Galpão.</p>
<p><strong>Confira o que vai rolar nos próximos dias na Mostra de Teatro Alternativo:</strong></p>
<p><strong>Quarta-feira, 27/7</strong><br />
21h &#8211; Pa(Ideia)<br />
Junior Aguiar (PE)</p>
<p><strong>Quinta-feira, 28/7</strong><br />
21h &#8211; A Receita<br />
O Poste (PE)</p>
<p><strong>Sexta-feira, 29/7</strong><br />
21h &#8211; Na Beira<br />
Teatro de Fronteira (PE)</p>
<p><strong>Sábado, 30/07</strong><br />
21h &#8211; (In)Cômodos<br />
Grupo 4 no Ato (PE)</p>
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