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	<title>Portal Cultura PE &#187; mostra</title>
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		<title>Do bairro à tela: Cinema no Ponto mostra que a cultura nasce onde o povo está</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 20:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cinema não se limita às grandes salas nem aos grandes centros. Ele floresce nos bairros, nas ruas, nos espaços onde a vida pulsa. Foi com esse espírito que surgiu o Cinema no Ponto, iniciativa da Casa das Caiporas, em Caruaru, que integrou a programação do País do Cinema dentro do Festival Pernambuco Meu País. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120156" aria-labelledby="figcaption_attachment_120156" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250907-WA0114.jpg"><img class="size-medium wp-image-120156" alt="Imagem: Ronny Colors (Secult-PE/Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250907-WA0114-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Ronny Colors (Secult-PE/Fundarpe).</p></div>
<p>O cinema não se limita às grandes salas nem aos grandes centros. Ele floresce nos bairros, nas ruas, nos espaços onde a vida pulsa. Foi com esse espírito que surgiu o Cinema no Ponto, iniciativa da Casa das Caiporas, em Caruaru, que integrou a programação do País do Cinema dentro do Festival Pernambuco Meu País. Criado em 2025, o projeto leva para o próprio território a força do audiovisual, mostrando que a cultura nasce onde o povo está.</p>
<p>A programação do Cinema no Ponto dentro do festival trouxe uma seleção especial de curtas de terror, exibidos em Caruaru. A escolha rompeu com a predominância de documentários na cena local. Como explica Daniele Leite, “a gente quis quebrar um pouquinho essa lógica, porque aqui a maioria dos filmes produzidos é documental, por ser mais barato e acessível. Então trouxemos uma mostra de gênero, com foco no terror, para mostrar que também temos outras linguagens sendo desenvolvidas”.</p>
<p><b>Encontro entre o boi e a câmera</b></p>
<p>Mais do que um cineclube, o Cinema no Ponto é um gesto de permanência. As sessões semanais acontecem em parceria com o Boi Tira Teima, Patrimônio Vivo de Pernambuco, cuja sede se tornou espaço de encontro para exibições. O resultado é uma simbiose rara: enquanto o audiovisual encontra terreno fértil para se expandir fora dos centros tradicionais, a brincadeira popular ganha registro e visibilidade.</p>
<p>Dessa união nasceu um dos trabalhos mais emocionantes da dupla Daniele Leite e Luca: o curta “Carnaval é de Pelé”, filme que resgata a trajetória de um dos mestres mais antigos do Boi. A obra traz às telas o reencontro de Pelé com a brincadeira, já afastado por questões de saúde, mas convidado a brincar uma última vez diante das câmeras. O gesto virou memória, lágrima e prêmio: o curta foi reconhecido em festivais como o CNPE e exibido na primeira Mostra de Patrimônio e Cinema da Semana do Patrimônio 2025.</p>
<p>O Cinema no Ponto mostra que a produção cultural se sustenta no diálogo entre setores. O boi empresta sua história e sua energia; o cinema retribui com imagens que eternizam e dão novos sentidos à tradição. Nesse entrelace, ambos permanecem vivos — um alimentando o outro.</p>
<p>Não à toa, a presença do projeto no Festival Pernambuco Meu País ressoa com o propósito do evento: fomentar encontros, costurar experiências, fazer nascer novas expressões culturais a partir do território. Do bairro à tela, a cultura segue sua vocação de ser, sobretudo, coletiva.</p>
<p><b>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</b></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma realização da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O evento circula por diferentes cidades do Estado com uma programação gratuita e diversa, reunindo música, audiovisual, cultura popular, literatura, circo, teatro e ações formativas. A proposta é valorizar a produção cultural local, incentivar trocas entre fazedores de cultura e fortalecer a identidade pernambucana em seus múltiplos territórios.<!--/data/user/0/com.samsung.android.app.notes/files/clipdata/clipdata_bodytext_250907_171642_774.sdocx--></p>
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		<title>9ª Mostra Pajeú de Cinema chega a Afogados da Ingazeira</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2025 17:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 9ª edição da Mostra Pajeú de Cinema &#8211; MPC, que teve início em 28 de abril, chega à cidade de Afogados da Ingazeira encerrando sua programação. Com incentivo da Lei Paulo Gustavo, disponibilizada pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), a edição de 2025 percorreu as cidades de Calumbi, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117966" aria-labelledby="figcaption_attachment_117966" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/MPC-Sara-Andrade-3-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-117966" alt="Foto: divulgação / Sara Andrade" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/MPC-Sara-Andrade-3-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: divulgação / Sara Andrade</p></div>
<p dir="ltr">A 9ª edição da Mostra Pajeú de Cinema &#8211; MPC, que teve início em 28 de abril, chega à cidade de Afogados da Ingazeira encerrando sua programação. Com incentivo da Lei Paulo Gustavo, disponibilizada pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), a edição de 2025 percorreu as cidades de Calumbi, Carnaíba, Flores, Iguaracy, Ingazeira, Tabira e Solidão, Sertão do Pajeú. A programação em Afogados conta com palestras e exibições gratuitas. As exibições acontecem no Cine São José, cinema de rua histórico da cidade. Todas as atividades são gratuitas.</p>
<p dir="ltr">Entre os destaques das exibições da programação de Afogados da Ingazeira, estão os longas pernambucanos ‘Criaturas da Mente’ de Marcelo Gomes, e ‘Tijolo por Tijolo’, de Victória Álvares e Quentin Delaroche. O primeiro filme apresenta o sonho como motor da revolução humana, o mote de Sidarta Ribeiro, neurocientista brasileiro que, há 20 anos, estuda os mistérios do sonhar, será exibido na noite de abertura. Já o segundo filme, encerra as exibições da mostra e conta a história de Cris, moradora do Ibura, periferia do Recife. Grávida do quarto filho e em busca de uma laqueadura, ela trabalha como micro-influenciadora digital, enquanto tenta reconstruir a casa e reestruturar a vida.</p>
<p dir="ltr">A curadoria da 9ª edição é composta por Bruna Tavares, diretora de produção da Pajeú Filmes, programadora do Cine São José e produtora cultural; Janaína Oliveira, curadora e pesquisadora de cinema; e André Dib, crítico, pesquisador e curador de cinema. “Estamos muito felizes com o sucesso da etapa de itinerância deste ano, que incluiu as cidades de Calumbi e Flores. Agora, partimos para a última semana de exibições no espaço que é sinônimo de resistência e resiliência, tal qual propomos nesta 9ª edição. Para nós, é sempre um prazer ocupar o Cine São José com filmes nacionais, ainda mais abrir e encerrar a semana de exibições com filmes pernambucanos na tela de um cinema no Sertão do Estado”, explica William Tenório, diretor geral da MPC.</p>
<p dir="ltr">A Mostra Pajeú de Cinema é uma realização da Pajeú Filmes, produtora audiovisual sediada em Afogados da Ingazeira/PE, em parceria com a Secretaria de Educação Municipal de Iguaracy, Secretaria de Educação Municipal de Ingazeira, Secretaria de Educação Municipal de Carnaíba, Secretaria de Educação Municipal de Solidão, Secretaria de Educação Municipal de Calumbi, Secretaria de Educação Municipal de Flores, Secretaria de Cultura de Tabira e a Secretaria de Educação Municipal de Afogados da Ingazeira.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>&gt; Confira a programação da 9ª MPC em Afogados da Ingazeira: </strong></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>16/05 (sexta-feira) </strong></p>
<p dir="ltr">Auditório da FASP</p>
<p dir="ltr">14h &#8211; Palestra 1: As possibilidades do cinema no sertão, com William Tenório</p>
<p dir="ltr">15h30 &#8211; Palestra 2: Cinema e Comunidade, com Bia Pankararu</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>19/05 (segunda-feira)</strong></p>
<p dir="ltr">8h &#8211; Matinê 1 (49’)</p>
<p dir="ltr">A Cachoeira dos Pássaros (PE, 2023, 8’) de Thiago Pombo &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Eu e o boi, o boi e eu (MG, 2024, 5&#8242;) de Jane Carmen Oliveira  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Malu e a Máquina(DF, 2023, 14&#8242;) de Ana Luíza Meneses  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Vamos em Batalha (ES, 2024, 21&#8242;) de Moradores das Comunidades  &#8211; Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">19h30 &#8211; Noite de abertura</p>
<p dir="ltr">Sertão, América (ES/RS/PI, 2023, 18&#8242;), de Marcela Ilha Bordin &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Criaturas da Mente (PE, 2024, 85’), de Marcelo Gomes &#8211; 12 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>20/05 (terça-feira)</strong></p>
<p dir="ltr">8h &#8211; Matinê 2 (61’)</p>
<p dir="ltr">Os Guerreiros da Rua 2 &#8211; A Missão (PE, 2023,15’) de  Erickson Marinho   &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">A Menina que queria voar (BA, 2024, 20&#8242;) de Tais Amordivino  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Do Outro Lado da Serra (MG, 2024, 26&#8242;) de Amanda Borges de Souza Almeida  &#8211; Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">19h &#8211; Noite 2 (103&#8242;)</p>
<p dir="ltr">A Menina que queria voar (BA, 2024, 20&#8242;) de Tais Amordivino  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">O Sonho de Clarice (DF, 2023, &#8216;) de Fernando Gutiérez e Guto Bicalho  &#8211; Maiores de 10 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>21/05 (quarta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr">8h &#8211; Sessão com acessibilidade</p>
<p dir="ltr">Os Guerreiros da Rua 2 &#8211; A Missão (PE, 2023,15’) de  Erickson Marinho</p>
<p dir="ltr">Malu e a Máquina(DF, 2023, 14&#8242;) de Ana Luíza Meneses</p>
<p dir="ltr">Outro Lugar (MT, 2024, 15’)  de  Perseu Azul</p>
<p dir="ltr">Como se Ninguém Estivesse Olhando ( PB, 2024, 13’) de  Gi Ismael</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">19h &#8211; Noite 3 (92’)</p>
<p dir="ltr">Quatro Pontes(PE, 2024,18’) de Tábata Clarissa de Morais  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Ouvidor (SP, 2023, 74’) de Matias Borgström  &#8211; Maiores de 12 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>22/05 (quinta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr">8h &#8211; Matinê 1 (49’)</p>
<p dir="ltr">A Cachoeira dos Pássaros (PE, 2023, 8’) de Thiago Pombo &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Eu e o boi, o boi e eu (MG, 2024, 5&#8242;) de Jane Carmen Oliveira  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Malu e a Máquina(DF, 2023, 14&#8242;) de Ana Luíza Meneses  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Vamos em Batalha (ES, xxxx, 21&#8242;) de Moradores das Comunidades  &#8211; Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">19h30 &#8211; Noite 4 (74’)</p>
<p dir="ltr">Alguma coisa com plutônio (PE, 2024, 11’) de Raonni Assis &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Centro Ilusão (CE, 2024, 82’) de Pedro Diogenes &#8211; Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>23/05 (sexta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr">8h &#8211; Matinê 2 (61’)</p>
<p dir="ltr">Os Guerreiros da Rua 2 &#8211; A Missão (PE, 2023,15’) de  Erickson Marinho   &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">A Menina que queria voar (BA, 2024, 20&#8242;) de Tais Amordivino  &#8211; Livre</p>
<p dir="ltr">Do Outro Lado da Serra (MG, 2024, 26&#8242;) de Amanda Borges de Souza Almeida  &#8211; Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">19h30 &#8211; Noite 3 (102’)</p>
<p dir="ltr">Tijolo por Tijolo (PE, 2024, 103’) de Victória Álvares e Quentin Delaroche &#8211; Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exposição Estados da Arte está com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 18:31:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O galpão da antiga Estação Ferroviária de Caruaru abrigará, durante o São João 2025, a exposição Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade. A intervenção artística reunirá produções de artistas do Sertão, do Agreste e da Zona da Mata pernambucana de diferentes linguagens das artes visuais. As inscrições dos interessados em participar já estão abertas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0008.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116358" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0008-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O galpão da antiga Estação Ferroviária de Caruaru abrigará, durante o São João 2025, a exposição Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade. A intervenção artística reunirá produções de artistas do Sertão, do Agreste e da Zona da Mata pernambucana de diferentes linguagens das artes visuais. As inscrições dos interessados em participar já estão abertas e seguem até o dia 23 de março, exclusivamente pela internet.</p>
<p>Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade é realizada pela Circullus, coordenada por Humberto Botão e produzida por Amanda Nascimento. Tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), além do apoio da Prefeitura de Caruaru, por meio da Fundação de Cultura municipal.</p>
<p>Nesta primeira edição, a exposição Estados da Arte tem como tema Uma Cartografia da Diversidade. Busca chamar a atenção para o fato de que as mudanças entre as três grandes regiões pernambucanas, entre o Sertão e a Zona da Mata, vão muito além das questões geográficas. E refletem a diversidade que compõe o Estado e se espelha nas manifestações artísticas encontradas em cada uma delas.</p>
<p>É o que destaca o coordenador-geral da exposição Humberto Botão. “Diante dessa riqueza de expressões, da pluralidade semiótica que traduz a identidade complexa da produção artística contemporânea do Estado, apresentamos a exposição coletiva de artes visuais Estados da Arte, que procura cartografar e apresentar um mosaico da produção visual do interior de Pernambuco”, explica.</p>
<p>Podem se inscrever artistas que residam em uma das três regiões mencionadas. Os trabalhos também precisam se enquadrar em uma das seguintes categorias: técnicas e suportes tradicionais das artes visuais (desenho, pintura, escultura, talha, gravura, baixo-relevo, alto-relevo e fotografia) e linguagens e correntes da arte contemporânea (ready made, videoarte, instalação, performance, grafite, intervenção urbana, dentre outros).</p>
<p>Cada artista pode inscrever, de forma individual ou coletiva, até três obras. É importante destacar que a exposição abre espaço para diferentes formatos e suportes, desde que eles não gerem nenhum tipo de dano à estrutura do espaço &#8211; que faz parte do patrimônio histórico e passou, recentemente, por um minucioso processo de requalificação -, das pessoas envolvidas ou mesmo à própria exposição Estados da Arte.</p>
<p>Também não são aceitos trabalhos que promovam ou façam apologia, de alguma forma, a: discursos de ódio, qualquer tipo de discriminação, degradação ambiental, sofrimento animal ou mesmo destruição do patrimônio público, e possuem qualificação livre. Outro aspecto importante é que todos os custos de produção, execução e manutenção das obras inscritas e/ou selecionadas para compor a exposição são de responsabilidade do artista/autor.</p>
<p>No entanto, por cada obra selecionada, o artista receberá R$ 400 de subsídio. E, como cada criador pode inscrever até três obras, os selecionados poderão receber até R$ 1.200. O incentivo busca viabilizar a participação de talentos das três grandes regiões pernambucanas contribuindo, por exemplo, com os custos relacionados ao transporte das produções até Caruaru.</p>
<p><strong>INSCRIÇÕES -</strong> As inscrições acontecem exclusivamente pela internet, de 21 de fevereiro e 23 de março de 2025. O artista deve preencher o formulário on-line e anexar três fotografias da obra &#8211; em alta resolução e a partir de ângulos diferentes. O autor também deve encaminhar outras informações sobre a produção, além de cópias digitalizadas e legíveis de RG, CPF e comprovante de residência atualizado.</p>
<p>Sobre o envio das fotografias das obras há algumas exceções. No caso de três suportes artísticos &#8211; grafite, trabalhos de instalação e de performance &#8211; não é obrigatório o envio de imagens. Em linhas gerais é preciso apresentar um projeto/uma proposta que detalhe a intervenção (apontando o espaço a ser utilizado e outras características importantes). Os detalhes constam no Regulamento de Participação, que está disponível no <a title="Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade - Formulário de Inscrição" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf5Y2Doh1mPVRVBQi8pv2j6nsqIyf5toNiU-njNMTfgjuFqqw/viewform" target="_blank"><strong>formulário de inscrição</strong></a>. Mais informações pelo e-mail: expo.estadosdaarte@gmail.com.</p>
<p><strong>ESTADOS DA ARTE -</strong> A exposição é pensada a partir de três eixos centrais: produção artística, educativo e acessibilidade. Por isso conta com uma série de ações que buscam não somente dar visibilidade às produções e aos artistas envolvidos, mas também promover ações formativas, a partir das próprias obras envolvidas e inclusão. Esses dois aspectos recebem atenção especial e contam com ações específicas.</p>
<p>“São esses tantos &#8216;Pernambucos&#8217; que carregam consigo histórias singulares, memórias, temáticas e lutas coletivas fazendo da produção artística pernambucana diversa e potente. Os trabalhos artísticos que são desenvolvidos distantes do eixo metropolitano da Capital são impregnados de sentido e transformam realidades por meio das poéticas que, por sua vez, inauguram modalidades singulares de expressão de vida”, complementa Humberto Botão.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0009.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116359" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0009-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
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		<title>Cine Piaba leva crianças de projetos sociais e escolas públicas para sessões de cinema em Petrolina</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cine-piaba-leva-criancas-de-projetos-sociais-e-escolas-publicas-para-sessoes-de-cinema-em-petrolina/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 19:33:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Cine-Teatro Massangano, no CEU das Águas do município de Petrolina (Sertão), recebe a partir desta segunda-feira (17) a mostra infantil Cine Piaba. O programa conta com sessões diárias, até sexta-feira (21), com seis curtas-metragens pernambucanos para receber crianças de instituições sociais e escolas públicas da cidade. Toda a programação é gratuita. O projeto foi [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116245" aria-labelledby="figcaption_attachment_116245" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-17-at-09.11.41.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116245" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-17-at-09.11.41-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do filme Chico e Flor contra os Monstros da Ilha do Fogo</p></div>
<p>O Cine-Teatro Massangano, no CEU das Águas do município de Petrolina (Sertão), recebe a partir desta segunda-feira (17) a mostra infantil Cine Piaba. O programa conta com sessões diárias, até sexta-feira (21), com seis curtas-metragens pernambucanos para receber crianças de instituições sociais e escolas públicas da cidade. Toda a programação é gratuita.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE) e tem apoio financeiro do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), via Lei Paulo Gustavo (LPG), direcionada pelo Ministério da Cultura (MinC) do governo federal.</p>
<p>“Estamos mais uma vez ocupando esse espaço cultural na periferia de Petrolina para promover ações culturais gratuitas para a população. Nesse projeto o foco é atender crianças de instituições sociais e escolas públicas de vários bairros da cidade, muitas delas chegando pela primeira vez ao cine-teatro”, diz a coordenadora de produção Nilzete Miranda.</p>
<p>A mostra de cinema infantil selecionou curtas-metragens de realizadores pernambucanos para montar um programa de exibições com temas regionais e variados. A curadoria pauta principalmente obras que discutem temas sociais de forma lúdica, como bullying, racismo, questões de sustentabilidade e meio ambiente. Todos os temas também integram as conversas da mediação cultural realizada com o público participante.</p>
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		<title>3ª Mostra Rural de Cinema leva cultura audiovisual às comunidades rurais de Vicência</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 15:06:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os distritos rurais do município de Vicência, na Zona da Mata Norte pernambucana, recebem esta semana a 3ª Mostra Rural de Cinema. Com o objetivo de aproximar o público da Sétima Arte, a iniciativa leva ao ar livre, de forma gratuita, exibições de curtas-metragens produzidos por cineastas pernambucanos, além de uma oficina voltada para a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115588" aria-labelledby="figcaption_attachment_115588" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/3ª-Mostra-Rural-de-Cinema-leva-cultura-audiovisual-às-comunidades-rurais-de-Vicência-em-Pernambuco_.jpg"><img class="size-medium wp-image-115588" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/3ª-Mostra-Rural-de-Cinema-leva-cultura-audiovisual-às-comunidades-rurais-de-Vicência-em-Pernambuco_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">3ª Mostra Rural de Cinema</p></div>
<p>Os distritos rurais do município de Vicência, na Zona da Mata Norte pernambucana, recebem esta semana a 3ª Mostra Rural de Cinema. Com o objetivo de aproximar o público da Sétima Arte, a iniciativa leva ao ar livre, de forma gratuita, exibições de curtas-metragens produzidos por cineastas pernambucanos, além de uma oficina voltada para a formação audiovisual. A programação é realizada nas localidades de Borracha, Angélicas, Murupé e Trigueiros, sempre às 19h.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE) e tem apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura (MinC) do governo federal.</p>
<p>A Mostra Rural de Cinema tem como propósito democratizar o acesso à cultura, incentivar a criatividade local e celebrar a rica diversidade da produção audiovisual pernambucana. A proposta busca ainda fortalecer a expressão artística nas comunidades rurais ampliando a visibilidade das histórias e talentos dessas localidades.</p>
<p>Durante os dias de evento o público tem a chance de assistir a oito curtas-metragens selecionados pelo curador Caio Dornelas, cineasta e idealizador de projetos como a Mostra Canavial de Cinema e o Curso Engenho de Imagens. Caio é um dos principais nomes do audiovisual na Zona da Mata Norte de Pernambuco, com uma carreira marcada pela direção e produção de obras que circulam em festivais no Brasil e no exterior.</p>
<p>Além das sessões de cinema, a mostra promove, durante o dia, a oficina teórico-prática O Mundo e o Minuto, conduzida pela cineasta Mila Nascimento. A oficina é direcionada a jovens e adultos interessados em explorar a linguagem audiovisual com dispositivos móveis. Formada em cinema e audiovisual pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ela traz sua experiência como videomaker e educadora para capacitar os participantes a criarem suas próprias produções. A formação é realizada no Núcleo de Assistência Social de cada distrito.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Dia 20:</strong> Borracha – em frente à Igreja Nossa Senhora de Fátima<br />
<strong>Dia 21:</strong> Angélicas – Rua José Francisco Melo, em frente ao campo<br />
<strong>Dia 22:</strong> Murupé – Rua do Cruzeiro<br />
<strong>Dia 23:</strong> Trigueiros – Praça Central</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Curtas selecionados</span>:</strong></p>
<p><em>O Homem da Mata</em>, de Antônio Carrilho (Condado)<br />
<em>Ciranda Feiticeira</em>, de Lula Gonzaga e Tiago Delácio (Itamaracá)<br />
<em>O Crochê que Me Deu</em>, de João Oliveira (Macaparana)<br />
<em>Na Boca da Noite à Barra do Dia</em>, de Tiago Delácio (Condado)<br />
<em>Rei da Ciranda Pesada</em>, de Cíntia Lima (Carpina)<br />
<em>Pedro e Inácio</em>, de Caio Dornelas (Nazaré da Mata)<br />
<em>Quebra Panela</em>, de Rafael Anaroli (Condado)<br />
<em>Noé da Ciranda</em>, de João Marcelo (Surubim)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Coordenação geral: Juliana Queiroga<br />
Coordenação técnico e design: Lucas Diz<br />
Produção: Manoel Felipe<br />
Produção executiva: Amata Produção<br />
Curadoria: Caio Dornela<br />
Ministração da oficina: Mila Nascimento<br />
Assistência de produção: Franklin Júnior<br />
Social mídia: Viviane Albuquerque<br />
Assessoria de imprensa: Salatiel Cícero<br />
Assistência administrativa: Juçara Queiroga</p>
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		<item>
		<title>Inscrições para a 3ª Mostra Mulher de Cinema se encerram nesta sexta-feira (10)</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 17:06:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições de filmes para a 3ª edição da Mostra Mulher de Cinema (MMC), que acontece em março deste ano, no município de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú. Podem se inscrever filmes de realizadoras de todo o Brasil, produzidos em qualquer formato de captação de imagem, de qualquer gênero, realizados a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115351" aria-labelledby="figcaption_attachment_115351" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/IMG_1877-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-115351" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/IMG_1877-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra Mulher de Cinema</p></div>
<p>Estão abertas as inscrições de filmes para a 3ª edição da Mostra Mulher de Cinema (MMC), que acontece em março deste ano, no município de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú. Podem se inscrever filmes de realizadoras de todo o Brasil, produzidos em qualquer formato de captação de imagem, de qualquer gênero, realizados a partir de janeiro de 2022.</p>
<p>A MMC tem incentivo do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de Pernambuco (Funcultura Audiovisual), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco e é uma realização da Pajeú Filmes.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas por meio de formulário on-line disponível neste <a title="Inscrição de Filmes - Mostra Mulher de Cinema" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSegbS8t3ckHQVrtbAmJPZw3LiaqbOAeynJojCIoDVZ17rV-Qw/viewform?pli=1" target="_blank"><strong>link</strong></a> até o dia 10 de janeiro de 2025. Cada realizadora pode inscrever quantos filmes desejar. A lista com as obras selecionadas é divulgada até o dia 25 de fevereiro.</p>
<p>Em sua 3ª edição, a MMC tem uma programação com cinco dias com atividades de exibição e formações em vários pontos de Afogados da Ingazeira. Também há exibições para o público infantil e pessoas com deficiência (PcDs).</p>
<p>A Mostra Mulher de Cinema nasceu em Afogados da Ingazeira com o objetivo de exibir filmes dirigidos e/ou codirigidos por mulheres, cis, trans, travestis e pessoas não binaries amparando o debate sobre a participação e a representação da mulher na sociedade brasileiro. Outras informações estão disponíveis no <a title="@mostramulherdecinema" href="https://www.instagram.com/mostramulherdecinema/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a>.</p>
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		<title>Isso Foi um Estrondo? volta a ocupar a Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 20:32:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Arte feita em casa, Pernambuco. Profusão em cadeia. Câmara de efusivas discussões de história, tradição e contemporaneidade. A nova mostra Isso Foi um Estrondo? é resultado do Edital de Concurso nº 003/2024 – Ocupação das Salas de Exposições da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus, município do Agreste Central, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107056" aria-labelledby="figcaption_attachment_107056" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Cantarelli/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/ipatrimonio-Brejo-da-Madre-de-Deus-Casa-de-Camara-e-Cadeia-Imagem-Rodrigo-Cantarelli-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-107056" alt="Rodrigo Cantarelli/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/ipatrimonio-Brejo-da-Madre-de-Deus-Casa-de-Camara-e-Cadeia-Imagem-Rodrigo-Cantarelli-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus</p></div>
<p>Arte feita em casa, Pernambuco. Profusão em cadeia. Câmara de efusivas discussões de história, tradição e contemporaneidade. A nova mostra <em>Isso Foi um Estrondo?</em> é resultado do Edital de Concurso nº 003/2024 – Ocupação das Salas de Exposições da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus, município do Agreste Central, a 204 km da capital. O programa, com quatro exposições de artes visuais, entra em cartaz nesta quinta-feira (12). A visitação para o público acontece, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h; e sábado e domingo mediante agendamento.</p>
<p>O concurso é uma promoção do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Nesta segunda edição há quatro propostas contempladas representando diversas cidades do Estado. Videoinstalação, vídeo, instalação, fotografia, performance, bordado, tecelagem e mural coletivo são expressões que retomam a pluralidade de produções artísticas emergentes e a consequente reflexão crítica que as acompanha em busca do fortalecimento da linguagem e do fomento da produção artística. O projeto também visa à ampliação do acesso ao espaço cultural.</p>
<p>“A primeira edição da mostra <em>Isso Foi um Estrondo?</em>, que ocorreu de junho a agosto deste ano, fez mais do que jus ao nome resultando em um grande sucesso”, lembra a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula. “Correspondeu além de nossas expectativas, principalmente nos objetivos de ampliação de recursos para fomento e incentivo das diversas linguagens culturais e na democratização da cultura”, afirma.</p>
<p>“Apesar do perfil emergente, artistas e obras não cansam de nos surpreender com a qualidade de trabalhos que refletem a maturidade de suas autoras e seu autor, além de uma complexidade na elaboração, ao mesmo tempo em que conseguem estabelecer um fácil diálogo com o público”, analisa a presidente da Fundarpe, Renata Borba. “<em>Isso Foi um Estrondo?</em> fecha o ano como um dos cases de sucesso das artes visuais e da cultura pernambucana”, comemora.</p>
<p><strong>O EQUIPAMENTO –</strong> A Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus foi construída em 1847, possivelmente com projeto do engenheiro francês Louis Vauthier, o mesmo responsável pelo projeto do Teatro de Santa Isabel, no Recife. A edificação segue a arquitetura neoclássica da época e o programa de prédios dessa natureza.</p>
<p>Atualmente ainda consegue compreender nos pavimentos as funções de Câmara (1º pavimento) e Cadeia (térreo), inclusive encontrando as camas dos detentos que cumpriam pena no edifício até a década de 1990.</p>
<p>O atual centro cultural dispõe de 18 ambientes que juntos somam 660 m² disponíveis para diversos tipos de atividades culturais. A Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus é um monumento tombado pela Fundarpe.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Exposição de artes visuais Isso Foi um Estrondo? –</strong> <em>Edital de Ocupação de Salas da Casa de Câmara e Cadeia do Brejo da Madre de Deus (Rua Maestro Tomás de Aquino, nº 60, bairro Nossa Senhora do Bom Conselho, Brejo da Madre de Deus-PE). Visitação: aberta ao público de 12 de dezembro de 2024 a 21 de março de 2025, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h; e sábado e domingo mediante agendamento. Entrada gratuita</em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MOSTRAS</strong></span></p>
<div id="attachment_115039" aria-labelledby="figcaption_attachment_115039" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Abre-Caminho-de-Irma-Brown.png"><img class="size-medium wp-image-115039" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Abre-Caminho-de-Irma-Brown-607x340.png" width="607" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Abre Caminho, de Irma Brown</p></div>
<p><strong>Abre Caminho, de Irma Brown.</strong> Nessa videoinstalação, a artista rompe barreiras sugerindo novos caminhos e conceitos existenciais. A partir do gesto literal e simbólico de cortar o ar com uma saia feita de facas, Irma Brown se move pelo espaço-tempo em diversas paisagens que vão da praia à floresta defendendo as lutas das mulheres por igualdade e justiça em meio à opressão patriarcal. Inspirada nas simbologias da planta Justicia gendarussa Burm, também conhecida como quebra-demanda, a obra se conecta tanto ao poder espiritual quanto às propriedades medicinais da planta, usada na medicina popular como anticoncepcional masculino, e com propriedades anti-inflamatórias e analgésicas. Além do vídeo, a exposição conta com a saia de facas, objeto central da obra.</p>
<div id="attachment_115040" aria-labelledby="figcaption_attachment_115040" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Coruja-Espreita-e-Ataque-de-Milena-Travassos.jpg"><img class="size-medium wp-image-115040" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Coruja-Espreita-e-Ataque-de-Milena-Travassos-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Coruja: Espreita e Ataque, de Milena Travassos</p></div>
<p><strong>Coruja: Espreita e Ataque, de Milena Travassos.</strong> Os trabalhos de fotografias e vídeos desta exposição provocam os visitantes com uma experiência inventiva corpórea. O corpo da artista estabelece relações de afinidade com um lugar e um animal, no caso, uma casa abandonada e uma coruja, indagando sobre as possibilidades que a arte nos oferece de criar outros corpos. Neste caso, um corpo impregnado por uma casa em ruína e por uma pulsão animal. Essa mulher-coruja funciona como uma espécie de imagem enigmática, guarda um tempo-espaço anacrônico. Tais imagens alongam uma narrativa, pois não se expõem de todo, guardam segredos. Nelas, o corpo em sua capacidade fabuladora, é uma central de metamorfoses que se transmuta a partir de experiências, memórias, afetos, lugares e animais.</p>
<div id="attachment_115041" aria-labelledby="figcaption_attachment_115041" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Desejo-na-Ponta-da-Língua-de-Luam-Lim.jpg"><img class="size-medium wp-image-115041" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Desejo-na-Ponta-da-Língua-de-Luam-Lim-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Desejo na Ponta da Língua, de Luam Lim</p></div>
<p><strong>Desejo na Ponta da Língua, de Luam Lim.</strong> Oito obras compõem essa mostra que pulsa desejo, sexualidade e desmistificações a partir de bordados e tecelagens. A experiência visual e sensorial é guiada por uma linha de crochê vermelha que se inicia na porta de entrada. Essa mesma linha segue no chão guiando e costurando o começo, meio e fim de toda a exposição. As obras de Luam Lim são feitas a partir da releitura de objetos do cotidiano e que muitas vezes passam despercebidos, interligando a sexualidade e trazendo reflexões, nos quais os sujeitos se reconhecem a si mesmos e transformam-se. Os visitantes são convidados a participar diretamente por meio de um mural coletivo ao longo de todo o período da exposição.</p>
<div id="attachment_115042" aria-labelledby="figcaption_attachment_115042" class="wp-caption img-width-429 alignnone" style="width: 429px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Fundamentos-em-Ruínas-de-Tássio-Melo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115042" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Fundamentos-em-Ruínas-de-Tássio-Melo-429x486.jpeg" width="429" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Fundamentos em Ruínas, de Tássio Melo</p></div>
<p><strong>Fundamentos em Ruínas, de Tássio Melo.</strong> A exposição apresenta três núcleos principais: Série Reflorestar (2024), uma instalação composta por 15 tijolos 8 furos, cujas faces são recortadas no formato do mapa do Brasil, preenchidos com mudas de pau-brasil; Bandeira 1, um objeto feito de ferro trançado, com base em papel folha de ouro e losango central de pedras de concreto revestidas com lambe-lambe de folhas bíblicas; e Bandeira 2, uma instalação/performance composta por três bandeiras nacionais encharcadas de cimento, suspensas em um varal. As obras de Tássio Melo convidam os visitantes a confrontar narrativas históricas e materiais, provocando novas leituras sobre a trajetória do Brasil e seus desdobramentos.</p>
<p><em>* As obras das mostras estão disponíveis para venda diretamente com os artistas.</em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>BIOGRAFIAS</strong></span></p>
<div id="attachment_115043" aria-labelledby="figcaption_attachment_115043" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ruth Steyer/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Irma-Brown-foto-Ruth-Steyer.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115043" alt="Ruth Steyer/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Irma-Brown-foto-Ruth-Steyer-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Irma Brown</p></div>
<p><strong>Irma Brown</strong> é artista multimeios, curadora e produtora cultural. Pesquisadora e educadora de práticas coletivas e convergências artísticas, desde 2009 atua na Galeria Maumau, espaço autônomo de arte localizado em Recife. Trabalha em parceria com trabalhadores da cultura criando projetos educacionais e artísticos que potencializam a experimentação e a intersecção de linguagens na construção de redes colaborativas. Já participou de diversos projetos coletivos, com frequência retomando o corpo como matéria de estudo e criação. Utiliza a fotografia e o vídeo como suporte para muitos de seus trabalhos.</p>
<div id="attachment_115044" aria-labelledby="figcaption_attachment_115044" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Lua-Lim.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115044" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Lua-Lim-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Lua Lim</p></div>
<p><strong>Lua Lim</strong> é cria do bairro de Água Fria, Zona Norte do Recife. Curiosa e entusiasta na descoberta de criar, vem atuando nas artes visuais com suportes e técnicas, como o bordado livre, pintura abstrata texturizada e escrita. Seus trabalhos são frutos de um laboratório livre autobiográfico, alinhavado com a escrita de si através do cotidiano e da recordação, esmiuçando seu repertório composto principalmente por temas como sexualidade, gênero, tempo e ausência. Em julho de 2024 Lua Lim realizou sua primeira exposição individual, O Instinto de Sobrevivência Me Torna a Língua Gentil, na Galeria Janete Costa.</p>
<div id="attachment_115045" aria-labelledby="figcaption_attachment_115045" class="wp-caption img-width-388 alignnone" style="width: 388px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Milena-Travassos.jpg"><img class="size-medium wp-image-115045" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Milena-Travassos-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Milena Travassos</p></div>
<p><strong>Milena Travassos</strong> é artista visual, pesquisadora e professora. Possui formações nas áreas de Artes Visuais, Audiovisual e Filosofia e é doutora em Comunicação e Cultura pela UFRJ. Sua produção envolve fotografia, vídeo, performance, desenho e objetos. A cada nova pesquisa, seu corpo transforma-se em outro. O espaço em que a artista se relaciona é dado importante para a construção desse outro corpo e de seus gestos. O uso de objetos ópticos do pré-cinema, lentes de aumento, vidros, transparências, luzes e sombras têm marcado sua poética. As ideias de linguagens, narração, passado e tempo mobilizam sua atual produção. Realizou diversas exposições individuais e coletivas. Suas obras integram coleções públicas e privadas.</p>
<div id="attachment_115046" aria-labelledby="figcaption_attachment_115046" class="wp-caption img-width-343 alignnone" style="width: 343px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Tássio-Melo.jpg"><img class="size-medium wp-image-115046" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Tássio-Melo-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Tássio Melo</p></div>
<p><strong>Tássio Melo</strong> é artista visual, arte-educador e curador natural do Cabo de Santo Agostinho. Sua pesquisa explora as relações entre paisagens autobiográficas, religiosidade cristã, sexualidade e território. Tássio tem uma prática artística caracterizada pela criação de instalações e objetos de arte a partir da apropriação de materiais cotidianos e deslocamentos simbólicos. Com uma formação artística ampla, ele participou da Residência Artística Único Sesc, 2022) e foi selecionado para a Residência Laboratório Transmissões – aRtivismo Narrar-se É Criar-Se (2017). Entre suas realizações mais recentes estão a curadoria e acessibilidade da exposição Um por Todos e Todos por Um (2024) e a participação na exposição Tramas, Rituais e Resistências, pela Christal Galeria na ArtPE (2024).</p>
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		<title>Cia. Biruta de Teatro comemora 16 anos com mostra artística gratuita</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 17:28:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Cia. Biruta de Teatro promove, de 5 a 8 de dezembro, no CEU das Águas, no município de Petrolina, no Sertão pernambucano, a Mostra Biruta 16 anos: Coletividades Teatrais no Interior de Pernambuco. Com entrada gratuita e interpretação em libras em todas as atividades, o evento reúne apresentações artísticas, trocas, diálogos, encontros e mesas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114782" aria-labelledby="figcaption_attachment_114782" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Silvia Montico/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Odília-Foto-Silvia-Montico.jpg"><img class="size-medium wp-image-114782" alt="Silvia Montico/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Odília-Foto-Silvia-Montico-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Decripolou Totepou (Odilia Nunes – Ingazeira-PE)</p></div>
<p>A Cia. Biruta de Teatro promove, de 5 a 8 de dezembro, no CEU das Águas, no município de Petrolina, no Sertão pernambucano, a Mostra Biruta 16 anos: Coletividades Teatrais no Interior de Pernambuco. Com entrada gratuita e interpretação em libras em todas as atividades, o evento reúne apresentações artísticas, trocas, diálogos, encontros e mesas redondas com artistas do interior de Pernambuco e da Bahia. A ação acontece com apoio da Prefeitura de Petrolina e incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do edital Funcultura Geral 2022/2023.</p>
<p>Além de celebrar os 16 anos da Cia. Biruta, a mostra tem como objetivo incentivar e dar visibilidade às produções teatrais desenvolvidas no interior por grupos, coletivos e artistas independentes. “A mostra carrega esse aspecto celebrativo, em alusão aos 16 anos de existência da Cia. Biruta, mas é mais do que isso. Aproveitamos esse momento festivo para gerar intercâmbios culturais, trocas, encontros, diálogos e registros que se concatenam tanto à trajetória do grupo quanto à resistência em coletividade dos territórios culturais e afetivos gerados pelo teatro”, pontua Camila Rodrigues, uma das produtoras da mostra.</p>
<p>Nessa edição, a curadoria tem como tema Coletividades Teatrais no Interior de Pernambuco, que objetiva valorizar a sustentabilidade cultural e a trajetória de grupos e artistas. “Queremos chamar a atenção para as discussões sobre coletividades, territorialidades, memória e geração de redes de apoio e de afeto que possibilitam a sustentabilidade do fazer teatral localizado às margens dos grandes centros. Preparamos uma programação com a presença de artistas de Exu, Juazeiro, Ingazeira e Petrolina a fim de ampliar essa rede de apoio e de trocas culturais”, explica a também produtora Letícia Rodrigues.</p>
<p>A abertura da mostra ocorre no dia 5 de dezembro, às 14h, com a apresentação do espetáculo <em>Heróis do Maravilhoso</em>, da Cia. de Teatro e Dança Traquejo, de Exu (PE). Depois, às 19h, o público confere o show <em>Brechas</em>, de Moesio Belfort, de Juazeiro (BA).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Quinta-feira, 5</strong></p>
<p>14h | Quadra do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação: 14 anos – interpretação em libras<br />
Espetáculo <em>Heróis do Maravilhoso</em> (Cia. de Teatro e Dança Traquejo – Exu-PE)</p>
<p>19h | Cine-Teatro Massangano do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação livre – interpretação em libras<br />
Show <em>Brechas</em>, com Moesio Belfort (Juazeiro-BA)</p>
<p><strong>Sexta-feira, 6</strong></p>
<p>9h | Cine-Teatro Massangano do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação livre – interpretação em libras<br />
Roda de conversa com Cia. de Teatro e Dança Traquejo (Exu-PE) e Moesio Belfort (Juazeiro-BA), com mediação de Antonio Veronaldo (Petrolina-PE)</p>
<p>19h | Quadra do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação livre – interpretação em libras<br />
Espetáculo <em>Decripolou Totepou</em> (Odilia Nunes – Ingazeira-PE)</p>
<p><strong>Sábado, 7</strong></p>
<p>9h | Cine-Teatro Massangano do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação livre – interpretação em libras<br />
Roda de conversa com Trup Errante (Petrolina-PE) e Odilia Nunes (Ingazeira-PE), com mediação de Camila Rodrigues (Petrolina-PE)</p>
<p>19h | Quadra do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita &#8211; classificação livre &#8211; interpretação em libras<br />
Espetáculo <em>Palavras Andantes</em> (Trup Errante &#8211; Petrolina-PE)</p>
<p><strong>Domingo, 8</strong></p>
<p>9h | Cine-Teatro Massangano do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação livre – interpretação em libras<br />
Roda de conversa Decolonialidades da Cena com Érico José (Olinda-PE/Brasília-DF), José Jackson da Silva (Caruaru-PE/Brasília-DF) e Cia. Biruta de Teatro (Petrolina-PE), com mediação de Leticia Rodrigues (Petrolina-PE)</p>
<p>19h | Cine-Teatro Massangano do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação livre – interpretação em libras<br />
Espetáculo <em>Cadê Menino?</em> (Érico José – Olinda-PE/Brasília-DF; e José Jackson da Silva – Caruaru-PE/Brasília-DF)</p>
<p>20h | Quadra do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação livre – interpretação em libras<br />
Espetáculo <em>História Lacrimogênica de Cordel – Ou A Hora da Estrela</em> (Cia. Biruta de Teatro – Petrolina-PE)</p>
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		<item>
		<title>Sai o resultado da análise artística da Ocupação da Sala Alcir Lacerda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sai-o-resultado-da-analise-artistica-da-ocupacao-da-sala-alcir-lacerda/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 20:05:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Alcir Lacerda]]></category>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), divulgou, nesta sexta-feira (18), o resultado da análise artística do Edital Ocupação da Sala Alcir Lacerda do Observatório Cultural Torre Malakoff. Confira aqui o resultado da análise dos recursos Confira aqui todo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Card-Resultados-Finais-da-Alcir-Lacerda.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-114006" alt="Card - Resultados Finais da Alcir Lacerda" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Card-Resultados-Finais-da-Alcir-Lacerda-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), divulgou, nesta sexta-feira (18), o resultado da análise artística do Edital Ocupação da Sala Alcir Lacerda do Observatório Cultural Torre Malakoff.</p>
<p>Confira <a title="Resultado da análise artística" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/RESULTADO-DA-AN%C3%81LISE-ART%C3%8DSTICA-OCUPA%C3%87%C3%83O-DA-SALA-ALCIR-LACERDA-DO-OBSERVAT%C3%93RIO-CULTURAL-TORRE-MALAKOFF-EDITAL-DE-CONCURSO-N-001-1-Ger%C3%AAncia-A%C3%A7%C3%B5es-e-Equipamentos-Culturais-1.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o resultado da análise dos recursos</p>
<p>Confira <a title="Ocupação da Sala Alcir Lacerda do Observatório Cultural Torre Malakoff – Edital Concurso nº 001/2024" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/ocupacao-da-sala-alcir-lacerda-do-observatorio-cultural-torre-malakoff-edital-concurso-no-0012024/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todo o histórico do edital</p>
<p>Também nesta sexta (18) começou o prazo para o envio de documentação para o pagamento, que dura uma semana, até 25 de outubro.</p>
<p>O objetivo do edital é premiar artistas pernambucanos da área de imagem com a finalidade de divulgar a produção fotográfica consolidando a linguagem e ampliando o acesso do público à Torre Malakoff.</p>
<p>São selecionados dois projetos adequáveis ao espaço expositivo, podendo ser de exposição coletiva ou individual, a ocupar a sala nas datas previamente estipuladas no edital.</p>
<p>Os proponentes contemplados têm de 25 de outubro de 2024 a 10 de fevereiro de 2025 para executar todo o processo das exposições, que inclui montagem, abertura, visitação e desmontagem. A abertura oficial das exposições e o pagamento da premiação está agendada para o dia 7 de novembro.</p>
<p><strong>HOMENAGEADO –</strong> Mestre da fotografia em preto e branco, o pernambucano Alcir Lacerda deixa saudade desde 2021, quando faleceu, aos 84 anos de idade. Como forma de homenagem, a Torre Malakoff possui uma sala em seu nome e lançpou o edital de ocupação desse espaço que reverbera a memória e o legado de Alcir Lacerda.</p>
<p><strong>TORRE MALAKOFF –</strong> O equipamento cultural é um importante monumento tombado pela Fundarpe, localizado no Bairro do Recife, área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan). Foi construído no século 19, com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus, para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da obra está presente em sua fachada e na simetria de sua planta lembrando também mesquitas do Oriente.</p>
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		<title>Homenagem a José Cláudio une arte e solidariedade no Mepe</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/homenagem-a-jose-claudio-une-arte-e-solidariedade-no-mepe/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 18:43:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) abre suas portas, no próximo dia 24 de outubro, para receber a 23ª Exposição de Artes do Imip, que promete ser um dos maiores eventos culturais do ano no Estado. Além de reunir mais de cem artistas pernambucanos, a mostra homenageia o lendário artista José Cláudio, falecido em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113967" aria-labelledby="figcaption_attachment_113967" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Imip.jpeg"><img class="size-medium wp-image-113967" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Imip-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">23ª Exposição de Artes do Imip no Mepe</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) abre suas portas, no próximo dia 24 de outubro, para receber a 23ª Exposição de Artes do Imip, que promete ser um dos maiores eventos culturais do ano no Estado. Além de reunir mais de cem artistas pernambucanos, a mostra homenageia o lendário artista José Cláudio, falecido em 2023, cuja obra marcou profundamente o cenário artístico brasileiro e internacional.</p>
<p>Com a curadoria do diretor do Mepe, o artista plástico Rinaldo Carvalho, a exposição oferece ao público uma experiência artística imersiva integrando diversas formas de arte e tecnologia. A obra de José Cláudio, reconhecida pela combinação vibrante de cores e pela expressão visual do Nordeste, é o destaque da mostra, que inclui projeções em vídeo mapping permitindo uma nova forma de interação com suas criações.</p>
<p>Nascido no município de Ipojuca (Litoral Norte), José Cláudio foi um dos grandes nomes da arte moderna brasileira e influenciou gerações de artistas ao longo da carreira. Um dos fundadores do Ateliê Coletivo da Sociedade de Arte Moderna do Recife, sua atuação foi essencial para o desenvolvimento da arte no Estado. Para Rinaldo Carvalho, “homenagear José Cláudio é mais que celebrar sua trajetória: é reconhecer sua inestimável contribuição para a cultura pernambucana e brasileira&#8221;. Ainda mais quando se trata de ação tão nobre.</p>
<p><strong>SOLIDARIEDADE –</strong> Além de sua relevância artística, a 23ª Exposição de Artes do Imip tem um forte componente social. Parte das vendas das obras expostas será destinada ao Setor de Oncologia do Imip, uma iniciativa que destaca a importância da cultura como veículo de solidariedade. Elizabeth Veiga, presidente da Fundação Alice Figueira de Apoio ao Imip, reforça a conexão entre arte e saúde: “É emocionante ver como esses artistas se engajam em causas sociais tão importantes contribuindo para o atendimento de centenas de pacientes oncológicos atendidos pelo SUS”.</p>
<p>A abertura oficial da exposição é realizada no dia 24 de outubro, às 19h, para artistas e convidados. A partir do dia 25 de outubro, o público pode visitar a exposição gratuitamente. Além da mostra de arte, a programação inclui rodas de conversa com a participação de especialistas e artistas, além de oficinas voltadas ao público infantil, ampliando o acesso e a interação com a arte pernambucana.</p>
<p>Para os visitantes, a 23ª Exposição de Artes do Imip representa uma oportunidade única de conhecer e adquirir obras de artistas locais ao mesmo tempo em que colaboram para uma causa nobre. Entre os participantes estão tanto artistas consagrados quanto novos talentos garantindo uma diversidade de estilos e abordagens artísticas.</p>
<p>Com uma tradição de mais de duas décadas, a Exposição de Artes do Imip se consolidou como um evento essencial no calendário cultural de Pernambuco promovendo a interação entre arte, saúde e comunidade. Este ano o evento promete ser ainda mais significativo ao prestar homenagem a José Cláudio, um dos maiores nomes da cultura pernambucana.</p>
<p>O escritor Mário Hélio, membro da Academia Pernambucana de Letras e editor da Revista Continente, escreveu um texto homenageando o amigo, pintor e escritor José Cláudio lembrando suas alquimias, ressaltando que toda pintura é química que e ambas estão ligadas à alquimia, que implica na transformação da matéria.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span></p>
<p><strong>Exposição 23ª Exposição de Artes do Imip no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe – Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro das Graças, Recife-PE) –</strong> <em>Abertura: 24 de outubro, às 19h. Visitação: de 25 de outubro a 10 de novembro, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 14h às 17h. Entrada gratuita</em></p>
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