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	<title>Portal Cultura PE &#187; MPB</title>
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		<title>Revoredo e Gabi da Pele Preta lançam singles no mês de novembro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/revoredo-e-gabi-da-pele-preta-lancam-singles-no-mes-de-novembro/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 19:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A parceria entre Revoredo e Gabi da Pele Preta segue gerando frutos. No mês de novembro, ambos acabam de lançar singles pelo Studio Tear, selo independente do Agreste do estado: “Poema Ingênuo”, de Revoredo e Kleber Albuquerque, saiu no dia 15 de novembro, e “Tumbeiro”, de Gabi da Pele Preta, no Dia da Consciência Negra, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A parceria entre Revoredo e Gabi da Pele Preta segue gerando frutos. No mês de novembro, ambos acabam de lançar singles pelo Studio Tear, selo independente do Agreste do estado: “Poema Ingênuo”, de Revoredo e Kleber Albuquerque, saiu no dia 15 de novembro, e “Tumbeiro”, de Gabi da Pele Preta, no Dia da Consciência Negra, 20 de novembro.</p>
<p>“O Studio Tear nasceu de um desejo de costurar territórios e sonoridades. Somos um selo do interior, mas com o olhar voltado para o mundo. Acreditamos na potência dos artistas agrestinos, na força das narrativas locais e na autonomia criativa. Nosso papel é provocar, sustentar e ecoar essas vozes que brotam da terra, que falam de amor, memória e resistência”, conta Stephany Metódio, produtora, gestora e idealizadora do Studio Tear, que há uma década fortalece a cadeia da música produzida fora dos grandes centros.</p>
<p><strong>Revorêdo</strong></p>
<p>Já está no ar em todas as plataformas digitais o single “Poema Ingênuo”, parceria entre o pernambucano Revoredo e o paulista Kléber Albuquerque, que inaugura o ciclo de canções do projeto “Fino Fio”, previsto para o início de 2026.</p>
<p>Produzida por Revoredo e Webster Santos, a faixa é um encontro entre o lirismo nordestino e a poesia urbana paulista, entre os violões e o cello que conduz a emoção do ouvinte. “Poema Ingênuo” abre uma nova fase de Revoredo como compositor e produtor, mais leve e solar, mas ainda profundo e inventivo. É uma canção que emociona e que amplia o universo poético dele dentro do catálogo do Tear”, diz Stephany Metódio.</p>
<p>“Essa música é sobre o amor em estado de pureza — aquele que se oferece sem pedir nada em troca. Ela fala sobre as pequenas belezas que nos sustentam: o riso de uma criança, o cheiro de flor, o sol que volta. Além de ser o primeiro single de um projeto que chamo de novela musical ‘Fino fio’, a canção é também um poema cantado para lembrar que ainda há doçura no mundo”, detalha Revoredo.</p>
<p>A faixa é um aperitivo de ‘Fino Fio’, uma novela musical de Revoredo que mergulha nas nuances do amor e da paixão. Cada faixa é um capítulo dessa travessia — um equilíbrio delicado entre o sentir e o cair. Entre novembro e janeiro, o artista lançará uma canção por mês até a chegada da novela completa, que trará parcerias com músicos e intérpretes de diferentes regiões do país.</p>
<p><strong>Gabi da Pele Preta</strong></p>
<p>No último Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, Gabi da pele Preta trouxe o single “Tumbeiro”, como um manifesto sonoro pela memória, resistência e espiritualidade afro-brasileira. A canção é um marco na trajetória da artista caruaruense, uma das vozes mais respeitadas da música pernambucana contemporânea.</p>
<p>Composta por Revoredo e Fernanda Limão, “Tumbeiro” é uma travessia entre dor e libertação, um canto que ecoa as vozes ancestrais que resistiram ao Atlântico. Produzida por Revoredo, com arranjos de sopros de William Souza (Sheik), a música reúne uma constelação de artistas negros — Alexandre Rodrigues (sopros), Peu Drums (baixo), Nino Alves (percussão), Issadora Melo, Vinícius Barros e Marcelo Rangel (vocais de coro), além do convidado especial Zé Manoel (piano) — criando uma sonoridade ritualística e cinematográfica.</p>
<p>“Tumbeiro é uma canção que fala de travessia, mas também de retorno. É o grito de quem foi silenciado e agora canta de volta. Eu sinto que essa música me atravessou antes mesmo de eu gravá-la — como se fosse uma herança que eu precisava devolver em forma de canto.”</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Caruaru vibrou ao som dos clássicos da música romântica brasileira em primeira noite do PEMP</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 17:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta sexta marcou a primeira de três noites no palco que leva o nome do Festival Pernambuco Meu País, no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, em Caruaru. Última das dez cidades contempladas pelo evento, a noite teve o tom perfeito de um grandioso início de despedida, reunindo figuras icônicas da música brasileira , como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120123" aria-labelledby="figcaption_attachment_120123" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">San Pereira</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120123" alt="San Pereira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alcione no PEMP em Caruaru</p></div>
<p dir="ltr">Esta sexta marcou a primeira de três noites no palco que leva o nome do Festival Pernambuco Meu País, no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, em Caruaru. Última das dez cidades contempladas pelo evento, a noite teve o tom perfeito de um grandioso início de despedida, reunindo figuras icônicas da música brasileira , como Alcione, Fábio Jr. e José Augusto, num encontro geracional que celebrou passado e presente. Fechando o time de estrelas, o conterrâneo Junio Barreto e o já tradicional espetáculo inaugural do festival também brilharam, pontuando uma abertura de peso.</p>
<p dir="ltr">O espetáculo Pernambuco Meu País abriu a noite com delicadeza e vigor, encerrando sua circulação 2025 justamente em Caruaru, terra de Manuel Eudócio, um dos homenageados desta edição. Dirigido coreograficamente por Maria Paula Costa Rêgo, com direção musical de Maciel Salu e projeções digitais de Gabriel Furtado, o espetáculo entrelaçou dança, música, poesia e figurinos alegóricos celebrando a vida e a obra de Manuel Eudócio, Severina Lopes e Mestre Salustiano. Reunindo artistas pernambucanos de distintas expressões — dançarinos, cantores, músicos e poetas —, a apresentação entregou uma abertura sensorial que falou diretamente à alma de quem já se somava ao público no pátio.</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o filho da terra Junio Barreto trouxe ao palco sua música autoral à flor da pele de letras poéticas, melodias contagiantes e uma apresentação que, apesar da imponência do espaço, manteve-se intimista, olho no olho com a plateia. Reconhecido pela crítica e já indicado ao Grammy Latino, Barreto consolidou sua trajetória com autenticidade e emoção, em um momento de pura conexão com quem estava ali para celebrá-lo em casa.</p>
<div id="attachment_120121" aria-labelledby="figcaption_attachment_120121" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: San Pereira</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120121" alt="Foto: San Pereira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Pernambuco Meu País</p></div>
<p dir="ltr">Coube a José Augusto dar continuidade à noite com a força de uma carreira marcada por sucessos que atravessam gerações. O cantor abriu sua participação com os versos de &#8220;Chuvas de verão&#8221;, embalando uma plateia que cantou em coro desde o primeiro segundo até o acorde final. Emocionado, lembrou que esteve em Caruaru ainda nos anos 1970, no alvorecer de sua carreira, reforçando o vínculo afetivo com a cidade. Entre sucessos queridos, ecoaram trechos de “De que vale ter tudo na vida”, “Amantes” e “A carta”, todos entoados com afeto por uma audiência enfeitiçada pela nostalgia.</p>
<p dir="ltr">Outro ícone da música romântica, Fábio Jr. subiu ao palco com o carisma de sempre e repertório impecável, composto por grandes hits do rádio e da teledramaturgia nacional. Clássicos como “Alma Gêmea”, “Pensando em Você” e “Caça e Caçador”, entre muitos outros, embalaram uma apresentação carregada de emoção. A banda, afinadíssima, deu o tom de sofisticação ao espetáculo, enquanto o Pátio de Eventos, lotado, pulsava na mesma frequência de paixão e entrega.</p>
<p dir="ltr">A grande estrela da noite, Alcione, surgiu já de madrugada sob os aplausos ansiosos do público. Andando pelo palco, ela escolheu abrir seu show reverenciando a cultura pernambucana e abriu seu show com “Forró do Xenhenhém”, canção que ganhou o Brasil por sua interpretação única no início dos anos 2000. Logo de início, conquistou o público com a intensidade de quem ama, confia, depois desconfia e sofre com profundidade, envolvida pela vibração coletiva de Caruaru.</p>
<p dir="ltr">O espetáculo seguiu exuberante e enérgico, com um setlist afiado que reuniu alguns de seus maiores sucessos. Canções como “Você Me Vira a Cabeça (Me Tira do Sério)”, “Não Deixe o Samba Morrer”, “Sufoco” e “A Loba” reverberaram pela multidão, que respondeu entregue, hipnotizada pelo magnetismo da Marrom. Em uma noite que misturou tradição, romantismo e potência vocal, o público de Caruaru viveu a confirmação de que o Festival Pernambuco Meu País caminha para seu desfecho em grande estilo, celebrando a música como memória, encontro e futuro.</p>
<div id="attachment_120124" aria-labelledby="figcaption_attachment_120124" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: San Pereira</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp4.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120124" alt="Foto: San Pereira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio Júnior</p></div>
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		<title>Em Gravatá, Festival Pernambuco Meu País encerra programação com noite eclética de shows: tradição, rock, reggae, rap e MPB no mesmo palco</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 18:11:48 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119934" aria-labelledby="figcaption_attachment_119934" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150858.png"><img class="size-medium wp-image-119934" alt="Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150858-607x377.png" width="607" height="377" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">A programação do palco Pernambuco Meu País chegou ao fim em grande estilo neste domingo (24), no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, no coração de Gravatá. Com uma sequência eclética de shows, a terceira e última noite surpreendeu o público ao reunir, em um mesmo polo, expressões da tradição popular, experimentações da MPB, a energia do rock, o balanço do reggae e a força do rap, encerrando com intensidade a passagem do festival pelo quinto município-sede desta edição.</p>
<p dir="ltr">A abertura ficou por conta da Família Salustiano e a Rabeca Encantada, que trouxe a cultura popular pernambucana para o palco. Ciranda, maracatu, cavalo-marinho e outras manifestações culturais ecoaram sob o comando dos filhos do Mestre Salustiano – um dos homenageados desta edição do festival – em uma apresentação que uniu música, dança e ancestralidade.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, o cantor Chico Chico deu início ao seu show com “Toada”, faixa que mistura referências do rock com ritmos nordestinos e homenageia o folclore maranhense, evocando a festa do Bumba Meu Boi. A sequência com “O Tempo Nunca Mais Firmou” e outras composições de sonoridade experimental reafirmou sua identidade própria e criativa. O público, já aquecido, acompanhou o show, por diversas vezes, em coro.</p>
<p dir="ltr">O clima de celebração se intensificou com a chegada do pernambucano Lenine, que fez Gravatá cantar junto clássicos como “Hoje Eu Quero Sair Só”, além de emocionar com “Certas Coisas” e surpreender ao apresentar uma versão da canção “Eu Só Quero Um Xodó”, de Dominguinhos. Um dos pontos altos foi a participação especial de Chico Chico, que voltou ao palco para cantar “Candeeiro Encantado” em uma performance embalada pela bandeira de Pernambuco pendurada no fundo do palco. A noite seguiu com hits como “Jack Soul Brasileiro” e terminou com a marcante “Paciência”.</p>
<div id="attachment_119932" aria-labelledby="figcaption_attachment_119932" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150413.png"><img class="size-medium wp-image-119932" alt=" Um dos pontos altos foi a participação especial de Chico Chico, que voltou ao palco para cantar “Candeeiro Encantado” com Lenine" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150413-607x397.png" width="607" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos pontos altos foi a participação especial de Chico Chico, que voltou ao palco para cantar “Candeeiro Encantado” com Lenine</p></div>
<p dir="ltr">A noite seguiu com a energia do Biquini, que trouxe o espírito do rock brasileiro dos anos 80. A banda interagiu com a plateia e desceu do palco para cantar no meio do público, visivelmente formado por um encontro comovente de gerações. O repertório recheado de sucessos atemporais incendiou o público.</p>
<p dir="ltr">“Pernambuco tem uma presença marcante na nossa história. Percebemos isso pela quantidade de fã-clubes e pela força das bandeiras pernambucanas que encontramos por todo o Brasil, o que é algo muito bonito para nós. Quando nos dizem que vamos tocar aqui, já sorrimos, pois sabemos que estamos indo para um lugar que nos acolhe e nos abraça”, destacou Bruno Gouveia, vocalista da banda, em coletiva.</p>
<div id="attachment_119933" aria-labelledby="figcaption_attachment_119933" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150342.png"><img class="size-medium wp-image-119933" alt="Biquini trouxe o espírito do rock brasileiro dos anos 80, interagiu com a plateia ao descer do palco para cantar no meio do público, visivelmente formado por um encontro comovente de gerações" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150342-607x403.png" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Biquini trouxe o espírito do rock brasileiro dos anos 80 e interagiu com a plateia ao descer do palco para cantar no meio do público, visivelmente formado por um encontro comovente de gerações</p></div>
<p dir="ltr">Marcelo Falcão foi o responsável por fechar a noite, com um show potente, que mesclou rock, reggae e rap. Antes mesmo de subir ao palco, o DJ Negralha preparou o terreno com beats poderosos. Falcão surgiu puxando o público para cantar “Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero)” e seguiu com uma sequência de sucessos como “Quando Você Olhar Pra Mim” e “Pescador de Ilusões”, ambos acompanhados em coro pela plateia.</p>
<p dir="ltr">O repertório ainda teve espaço para a música tradicional brasileira, com uma versão emocionante de “Súplica Cearense”, composta por Gordurinha e Nelinho, mas eternizada na voz de Luiz Gonzaga, o nosso Rei do Baião. Falcão também celebrou os encontros da música brasileira com uma versão surpreendente de “Oh! Chuva”, do Falamansa, e agitou o público com “Pesadão”, faixa em parceria com a cantora IZA, que se apresentará no último fim de semana do festival, em Caruaru. Um dos momentos mais emocionantes foi a homenagem ao amigo Chorão, do Charlie Brown Jr, com sucessos como “Só os Loucos Sabem” e “Zóio de Lula”, acompanhados de imagens documentais no telão. O encerramento veio com “Rodo Cotidiano” e “Anjos (Pra quem tem fé)”, coroando uma noite histórica.</p>
<div id="attachment_119931" aria-labelledby="figcaption_attachment_119931" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150321.png"><img class="size-medium wp-image-119931" alt="Marcelo Falcão foi o responsável por fechar a noite, com um show potente, que mesclou rock, reggae e rap. No repertório, sucessos como “Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero)”, “Quando Você Olhar Pra Mim” e “Pescador de Ilusões”" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150321-607x401.png" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Falcão foi o responsável por fechar a noite, com um show potente, que mesclou rock, reggae e rap. No repertório, sucessos como “Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero)”, “Quando Você Olhar Pra Mim” e “Pescador de Ilusões”</p></div>
<p dir="ltr">Nesta semana, o Festival Pernambuco Meu País segue para a sua próxima parada, no sexto município-sede, Arcoverde, e se integra ao Festival do Frio do Vitorino, em Riacho das Almas. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/festivalpernambucomeupais/palco-pernambuco-meu-pais-celebra-manifestacoes-afro-brasileiras-em-noite-dedicada-as-culturas-populares-e-ao-samba/instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a>, e no <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/festivalpernambucomeupais/palco-pernambuco-meu-pais-celebra-manifestacoes-afro-brasileiras-em-noite-dedicada-as-culturas-populares-e-ao-samba/instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p dir="ltr">O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
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