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	<title>Portal Cultura PE &#187; muafro</title>
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		<title>Exposição reúne acervos afetivos e históricos da identidade negra em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 19:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A designer de moda e pesquisadora Oluyiá França e  a artista e educadora Teresa França apresentam “Entre Linhas e Lutas: Indumentárias de Memórias em Movimento” no MuAfro. A exposição reúne 43 peças que fazem parte de acervos afetivos e históricos das múltiplas expressões da identidade negra em Pernambuco. São vestidos, saias, batas, camisas, bolsas e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Oluyia-Franca-e-Teresa-Franca_foto-Ubira-Machado-1-2-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-120048" alt="Foto: Ubira Machado/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Oluyia-Franca-e-Teresa-Franca_foto-Ubira-Machado-1-2-1-607x404.png" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">A designer de moda e pesquisadora Oluyiá França e  a artista e educadora Teresa França apresentam “Entre Linhas e Lutas: Indumentárias de Memórias em Movimento” no MuAfro. A exposição reúne 43 peças que fazem parte de acervos afetivos e históricos das múltiplas expressões da identidade negra em Pernambuco. São vestidos, saias, batas, camisas, bolsas e boinas, que contam histórias de resistência, afeto e pertencimento. A abertura da exposição acontece nesta quarta-feira (03 de setembro), às 19h, com entrada gratuita. Na ocasião, Oluyiá França também lança <a href=" https://oluyia.com.br" target="_blank">o site</a> com o resultado da pesquisa sobre a indumentária negra nos museus de Pernambuco.  O MuAfro está localizado na Rua Mariz e Barros, 328, no Bairro do Recife, com visitação de quarta a domingo, das 13h às 17h.</p>
<p>A mostra  “Entre Linhas e Lutas: Indumentárias de Memórias em Movimento” propõe um diálogo entre heranças familiares e o legado do movimento negro. A curadoria é de Teresa França e Oluyiá França, mãe e filha que dialogam em torno da arte, da educação e da militância no Movimento Negro. A produção é de Beatriz Arcoverde e a produção executiva é de Daniela Azevedo.</p>
<p>A exposição tem incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) por meio do edital Museus e Memória Social, do Governo de Pernambuco / Secretaria de Cultura / Fundarpe. Já a pesquisa foi desenvolvida com incentivo do Funcultura / Governo de Pernambuco / Secretaria de Cultura / Fundarpe e do SIC Recife /  Prefeitura do Recife.</p>
<p>A exposição conta com núcleos temáticos, iniciando com a exibição de vídeos da pesquisa sobre a indumentária negra nos museus de Pernambuco. Em seguida, a artista visual e designer Oluyiá França apresenta o seu percurso criativo. “É um espaço para compreender como as memórias, as histórias e as tradições visuais se entrelaçam ao meu trabalho, costurando passado, presente e futuro”, explica Oluyiá.</p>
<p>Posteriormente, o visitante é convidado a perceber como a estética negra é política. As peças e imagens expostas revelam que vestir é também um ato de resistência, afirmação e pertencimento. A narrativa destaca a pluralidade de expressões que compõem o “estilo da luta” e como dialogam com diferentes contextos do movimento negro.</p>
<p>Entre as peças expostas na mostra está uma bata de 1981, uma das primeiras vestimentas da Ala do Movimento Negro (MNU) para desfilar no Afoxé Ilê de África, organizado pelo mestre Zumbi Bahia. A peça foi costurada por Amélia Gomes do Nascimento, tia e mãe de criação de Teresa França. O desenho Àṣẹ de Xangô  foi idealizado por Jorge de Morais Barbosa, pai de Oluyiá.</p>
<p dir="ltr">Ao final, a exposição também estimula que o público se reconheça como parte dessa continuidade histórica e cultural. Cada visitante é incentivado a deixar sua marca em mural, escrevendo ou desenhando memórias vestidas.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre Oluyiá França</strong>  &#8211; Técnóloga em design de moda, especialista em modelagem e criação, técnica em figurino, especialista em Antropologia Social e Cultural, pesquisadora e educadora popular. Integrante do grupo de estudos acadêmicos GEPAR/UFPE e da rede de afro empreendedores de Pernambuco. Tem um marca autoral que leva seu nome e apresenta peças únicas, com bordados feitos com influência da cultura afro-latina-americana. Realiza pesquisas, palestras e oficinas sobre moda e identidade negra.</p>
<p dir="ltr">A artista e educadora Teresa França iniciou sua trajetória na escolinha de arte do Recife em 1968. A partir daí nunca mais abandonou o desenho, a pintura e a criatividade. Estudou pedagogia e alfabetizou muitas crianças em escolas e projetos educacionais. É uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado de Pernambuco (MNU &#8211; PE). Atualmente, atua como arte educadora no Instituto Capibaribe e inicia uma nova jornada como arteterapeuta.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Exposição “Entre Linhas e Lutas: Indumentárias de Memórias em Movimento”<br />
Abertura: 03 de setembro, das 19h às 21h<br />
Visitação até 28 de setembro<br />
Horário de visitação: De quarta a domingo, das 13h às 17h<br />
MuAfro: Rua Mariz e Barros, 328, Bairro do Recife<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Cia de Dança Artefolia apresenta resultado do projeto de memória Corpos Inscritos no Tempo</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 19:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cia-Artefolia-_-roda-de-Terreiro-Vanessa-Alcantara-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114807" alt="Foto: Vanessa Alcântara/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cia-Artefolia-_-roda-de-Terreiro-Vanessa-Alcantara-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Em celebração aos 30 anos de existência, a Cia de Dança Artefolia encerra o ano de 2024 com a apresentação do resultado do projeto de memória Corpos inscritos no Tempo: Cia. Artefolia 30 anos, incentivado pelo Funcultura. No dia 03 de dezembro, às 19 horas, no Muafro &#8211; Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro horas, os artistas-pesquisadores da Companhia e equipe do projeto compartilharão com o público a trajetória do extenso e minucioso trabalho realizado sobre as memórias do grupo na organização do próprio acervo.</p>
<p>O primeiro passo para estruturação do acervo foi a formação de 40h/a sobre história, memória e práticas de acervo, com os pesquisadores Marcelo Sena e Luiz Vinícius. A formação foi fundamental não apenas para o desenvolvimento do projeto, mas também para que todos os envolvidos aprendessem a preservar seus próprios acervos pessoais, podendo, a partir de agora, aplicar métodos adequados de organização e preservação de materiais e documentos acerca das suas trajetórias individuais.</p>
<p>Na residência imersiva, foram mais de 300 documentos físicos manuseados e digitalizados, além de 5 HDs de documentos virtuais, categorizados entre Criações, Projetos, Pesquisas e Outras Ações nas quais a Cia. Artefolia participou. Para além do volume do material, debruçar-se sobre os arquivos oportunizou reflexões sobre o momento histórico em que a Cia está inserida, dentre eles sobre as transformações tecnológicas, que provocaram a transição dos registros impressos para os arquivos digitais. Para a Cia, foi possível observar, como essa passagem impactou a forma de lidar com suas criações e registros, especialmente, refletir sobre a prática de preservação realizada de forma autônoma ao longo desses 30 anos.</p>
<p>A compreensão de que a história da Cia. Artefolia, em grande parte, também a história pessoal e artística de cada um dos artistas-pesquisadores que compõem a equipe do Corpos Inscritos no Tempo, e de tantas outras que também fizeram parte do grupo, potencializa o efeito do projeto. Capilariza-se o conhecimento e reflexão crítica sobre a importância da memória e a salvaguarda das obras artísticas produzidas e do legado que a pedagogia de um grupo em atuação por tanto tempo consegue implementar.</p>
<p>A notoriedade e vanguarda desse projeto está no processo da autogestão das memórias. O grupo como detentor de sua própria história, narrativa e identidade artística, preserva e compartilha as memórias de forma autônoma, em busca de garantir a continuidade e o legado da Artefolia. Realizar este projeto é também afirmação da abordagem colaborativa, coletiva e consciente que a Cia. vem se propondo na construção de sua trajetória. A última etapa do projeto foi a curadoria do material organizado para ser disponibilizado no site da Cia Artefolia. Estão inseridos também materiais com recursos acessíveis produzidos pelo grupo: audiodescrição do layout do site, conteúdos com Audiodescrição, PDFs acessíveis, alguns vídeos com tradução em libras e audiodescrição, imagens com legendas descritivas. Além disso, todos os textos disponibilizados terão tradução em inglês e espanhol. Dessa maneira, o site reafirma-se como fonte de pesquisa e o público interessado pode ter amplo acesso à história e ao legado do grupo, que guarda, em certa medida, parte da história recente da dança no Recife.</p>
<p>Compõem a Cia. Artefolia: Marília Rameh, Anne Costa, Jefferson Figueiredo, Marcela Rabelo, Henrique Braz, Daniel SemSobrenome e Gabriela Carvalho.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Lançamento do Acervo Corpos Inscritos no Tempo: Cia Artefolia 30 anos</strong><br />
Dia 03 de dezembro (terça), às 19 horas<br />
Local: Sala Naná Vasconcelos, no MUAFRO &#8211; Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro<br />
Endereço: R. Mariz e Barros &#8211; Bairro do Recife.<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Muafro oferece oficina de &#8220;Música do Corpo&#8221; com Keith Terry</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jan 2020 14:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro, localizado no Recife Antigo, oferece no próximo dia 26 de janeiro (domingo), das 14h às 16h, uma oficina de &#8220;Música do Corpo&#8221;, ministrada pelo pelo músico e pesquisador americano Keith Terry, pioneiro da percussão corporal. O valor do investimento é de R$ 110 (primeiro lote), R$ 130 (segundo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74478" aria-labelledby="figcaption_attachment_74478" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/oficina-musica-do-corpo.jpg"><img class="size-medium wp-image-74478" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/oficina-musica-do-corpo-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A atividade é voltada para músicos, atores, bailarinos, circenses e todas as pessoas interessadas no mundo do ritmo e do movimento</p></div>
<p>O Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro, localizado no Recife Antigo, oferece no próximo dia 26 de janeiro (domingo), das 14h às 16h, uma oficina de &#8220;Música do Corpo&#8221;, ministrada pelo pelo músico e pesquisador americano Keith Terry, pioneiro da percussão corporal. O valor do investimento é de R$ 110 (primeiro lote), R$ 130 (segundo lote) e R$ 150 (terceiro lote), e as inscrições podem ser realizadas pelo <a href="https://www.sympla.com.br/workshop-de-body-music-com-keith-terry__758774" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a>. A atividade, realizada em parceria entre o Body Music Festival, a Estrela Edições e Produções e a Radiante Records, com apoio do Muafro, é voltada para músicos, atores, bailarinos, circenses e todas as pessoas interessadas no mundo do ritmo e do movimento.</p>
<p><strong>Música do Corpo -</strong> A música corporal, também conhecida como percussão corporal e percussão corporal, é a mais antiga música no planeta. Antes que as pessoas estivessem escavando troncos e batendo pedras, eles estavam usando seus corpos para bater, bater palmas, cantar, estalar e grunhir ideias musicais. Existem muitas músicas corporais tradicionais no mundo, desde Hambone e Palmas de Flamenco Afro-Americanos para Sumatran Saman e Música da axila etíope. Desde 1978, Keith Terry desenvolve um projeto contemporâneo estilo de música corporal baseado em sua formação como baterista de jazz, bem como em seus anos de estudo intensivo e colaboração com sistemas rítmicos mundiais.</p>
<p>Usando o instrumento mais antigo do planeta &#8211; o corpo humano &#8211; aplaudimos, dar um tapa, estalar, pisar e vocalizar o nosso caminho através de alguns muito divertido e funky, música rítmica original e tradicional. A &#8220;Música do Corpo&#8221; é uma maneira eficaz de internalizando o trabalho rítmico, que aprimora o desenvolvimento do tempo, do tempo, fraseado, habilidades de escuta, independência, coordenação e conjunto consciência. É uma ferramenta útil para músicos, dançarinos e artistas de todos os tipos, atores, DJ&#8217;s e editores de filmes &#8211; qualquer pessoa interessada em aprofundar suas habilidades rítmicas.</p>
<p><strong>Keith Terry -</strong> Além de diretor do International Body Music Festival e referência mundial em atividades de Música e Movimento, ele é criador de uma metodologia incrível, que torna possível realizar atividades musicais com crianças e adultos, mesmo na falta total de recursos (equipamentos, instrumentos, objetos e etc).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Oficina de Música do Corpo, com Keith Terry<br />
Quando: 26 de janeiro (domingo), das 14h às 16h<br />
Onde: Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro (R. Mariz e Barros, 328 &#8211; Recife/PE)<br />
Investimento: R$ 110 (primeiro lote), R$ 130 (segundo lote) e R$ 150 (terceiro lote). As inscrições vão até o dia 26/1, por meio do <a href="https://www.sympla.com.br/workshop-de-body-music-com-keith-terry__758774" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a></p>
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		<title>Governo de Pernambuco promove master class com o dançarino francês James Carlès</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-promove-master-class-com-o-dancarino-frances-james-carles/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Apr 2019 14:55:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fruto de uma parceria entre o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e Fundarpe, e o Consulado Geral da França para o Nordeste no Recife, a master class Reset, ministrada pelo coreógrafo francês James Carlès, está com inscrições abertas. O encontro será realizado no dia 30 de abril (terça-feira), no Museu de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68065" aria-labelledby="figcaption_attachment_68065" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/MG_7520.jpg"><img class=" wp-image-68065 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/MG_7520-324x486.jpg" width="227" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">James Carlès é coreógrafo e pesquisador, trabalha há 30 anos com o patrimônio da diáspora africana no ocidente, do século XIX aos dias de hoje</p></div>
<p>Fruto de uma parceria entre o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e Fundarpe, e o Consulado Geral da França para o Nordeste no Recife, <strong>a master class Reset</strong>, ministrada pelo coreógrafo francês <strong><a href="http://www.jamescarles.com/" target="_blank">James Carlès</a></strong>, está com inscrições abertas. O encontro será realizado no dia 30 de abril (terça-feira), no Museu de Artes Afro-Brasileira (Muafro), no Recife Antigo, das 10h às 13h, e faz parte de uma série de ações que serão desenvolvidas pela Secult-PE/Fundarpe em comemoração ao Dia Internacional da Dança – celebrado internacionalmente no dia 29 deste mês. A inscrição é gratuita e pode ser feita pela internet, através deste link: <a href="https://docs.google.com/forms/d/1zfwxEEnN-FYI7fu7rHxdhkKcb-g0cOyI4flFqPEgsDM/viewform?edit_requested=true" target="_blank"><strong>bit.ly/2v76DX7</strong></a>.</p>
<p>Os interessados em participar da atividade, que conta com produção da Fervo Projetos, precisam preencher o formulário na internet até o próximo dia 22 de abril. Já o resultado será divulgado no dia 25 deste mês, no Portal Cultura.PE (<strong><a href="www.cultura.pe.gov.br" target="_blank">www.cultura.pe.gov.br</a></strong>).</p>
<p>Essa atividade inicia a cooperação da atual gestão da Secult-PE/Fundarpe com parceiros e instituições internacionais. <em>“A ideia é que possamos cada vez mais firmar parcerias como essa do Consulado Geral da França para o Nordeste no Recife, num formato de troca de saberes, aprendizados e expertises”</em>, ressalta o secretário estadual de Cultura, Gilberto Freyre Neto.</p>
<div id="attachment_68072" aria-labelledby="figcaption_attachment_68072" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/MG_6155.jpg"><img class=" wp-image-68072 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/MG_6155-323x486.jpg" width="226" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Esta atividade é a primeira cooperação internacional da atual gestão da Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p><strong>FACILITADOR -</strong> James Carlès é coreógrafo e pesquisador, trabalha há 30 anos com o patrimônio da diáspora africana no ocidente, do século XIX aos dias de hoje. Professor convidado desde 1989 na Europa, África, EUA, Rússia, Caribe, Oceano Pacífico, James Carlès também intervém em diferentes centros de formação profissional em dança e universidades francesas e estrangeiras, bem como em áreas populares, áreas rurais.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Master class: RESET, com James Carlès (França)<br />
30 de abril | 10h às 13h<br />
Gratuito | Vagas: 25 | Inscrições: <strong>bit.ly/2v76DX7</strong><br />
MUAFRO &#8211; Museu de Artes Afro-Brasileira (Rua Matriz e Barros, 328, Bairro do Recife)<br />
Mais informações: (81) 3097.5268 | info@fervoprojetos.com</p>
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		<title>Pernambuco Criativo promove workshop de dança e música moçambicana</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2018 16:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante o mês de celebração da Consciência Negra, o Programa Pernambuco Criativo, a Secult-PE e a Fundarpe promovem workshop de dança e música moçambicana no Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro (MUAFRO). A atividade acontece na quinta-feira, 22 de novembro. Em passagem por algumas cidades do Brasil, como São Paulo, a dupla de artistas moçambicanos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o mês de celebração da Consciência Negra, o Programa Pernambuco Criativo, a Secult-PE e a Fundarpe promovem workshop de dança e música moçambicana no Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro (MUAFRO). A atividade acontece na quinta-feira, 22 de novembro.</p>
<div id="attachment_64429" aria-labelledby="figcaption_attachment_64429" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/mocambique2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-64429" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/mocambique2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Artistas moçambicanos realizam workshop gratuito no Recife</p></div>
<p>Em passagem por algumas cidades do Brasil, como São Paulo, a dupla de artistas moçambicanos Xixel Langa e Cheny Wa Gune chegam ao Recife para apresentação no <em>Concerto Sons do Índico</em>, que acontecerá também no dia 22, no Teatro Arraial; e conta com a participação especial dos artistas Lucas dos Prazeres e Manuel Castomo. A convite do Programa Pernambuco Criativo, por meio da articulação da Assessoria de Dança da Secult-PE, os artistas vão ministrar a oficina de ritmos, melodias, cantos, instrumentos e danças de Moçambique. Também será aberta uma roda de conversas para interação com os participantes sobre a origem dos instrumentos Timbila, Xitende e Mbira, típicos do Moçambique e região do Zimbábue. Cantorias nas línguas do sul, centro e norte do país com temas que ressaltam o nascimento, amor, colheita, superação e espiritualidade também estão programadas.</p>
<p>Maria Paula Costa Rêgo, assessora de Dança da Secult-PE, considera de suma importância a iniciativa. <em>&#8220;É uma oportunidade para enriquecer o repertório da dança local, pois possibilita a expansão do vocabulário do artista, levando-o a ampliar possibilidades estéticas e profissionais, principalmente aqueles devotados ao estudo da estética afro&#8221;</em>, afirma.  Para além do tradicional estudo sobre o ritmo da capoeira e orixás que já existe na cidade, para Maria Paula, <em>&#8220;é preciso expandir e trocar experiências com outros ritmos e culturas do continente africano, bem como abrir perspectivas de intercâmbio com Moçambique e outro países que integram a CPLP &#8211; Comunidade de Países de Língua Portuguesa&#8221;</em>.</p>
<p>O workshop é uma realização do Pernambuco Criativo e conta com o apoio do Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro. A participação no evento é gratuita e deve ser feita através do e-mail: dancaformacao@gmail.com</p>
<p><strong>Cheny Wa Gune</strong><br />
Músico muito respeitado em Moçambique. É especialista em Mbira e Timbila, começou a tocar o instrumento quando tinha apenas 5 anos de idade. A timbila é um instrumento de percussão tradicional moçambicano considerado Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO.</p>
<p><strong>Xixel Langa</strong><br />
Cantora e dançarina renomada, é filha do grande mestre da guitarra Hortêncio Langa. Lançou um DVD chamado “Inside me”, que mescla músicas tradicionais moçambicanas a um repertório mais estilizado e eletrônico.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Público-alvo:</strong> </span><br />
Músicos, Dançarinas(os), bailarinas(os), estudiosas(os) e qualquer pessoa interessada pelo ritmo e estéticas negra ou de matriz africana. Para os músicos, é pedido que levem seu próprio instrumento para enriquecer a troca de experiências no dia.</p>
<p><strong>PERNAMBUCO CRIATIVO</strong> &#8211; O Programa tem origem no convênio assinado em 2012 entre a Fundação de Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e o Ministério da Cultura (MinC), através da Secretaria de Economia Criativa. Foi criado com a finalidade de promover ações de formação para o desenvolvimento e fortalecimento da Economia da Cultura no Estado.</p>
<p><strong>SERVIÇOS </strong><br />
<strong>OFICINA DE MÚSICA E DANÇA MOÇAMBICANA COM CHENY WA GUNE E XIXEL LANGA</strong><br />
Local de realização: Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro &#8211; MUAFRO<br />
R. Mariz e Barros, 328 &#8211; Recife<br />
Data: dia 22 de novembro de 2018<br />
Oficina de Dança, das 9h às 12h<br />
Oficina de Música, das 14h às 17h</p>
<p>As oficinas são abertas ao público e gratuitas. Interessadas(os) devem encaminhar sua inscrição por e-mail: dancaformacao@gmail.com</p>
<p>Programa Pernambuco Criativo<br />
Assessoria de Dança &#8211; Gerência de Política Cultural<br />
dancaformacao@gmail.com<br />
81 3184 3077</p>
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