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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mulher Território</title>
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		<title>Residência artística abre inscrições para mulheres</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 14:04:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106989" aria-labelledby="figcaption_attachment_106989" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Giovana Monteiro/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Residência-artística-Terra-Mulher.-Crédito-das-fotos-Giovana-Monteiro-23.jpg"><img class="size-medium wp-image-106989" alt="Giovana Monteiro/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Residência-artística-Terra-Mulher.-Crédito-das-fotos-Giovana-Monteiro-23-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">Residência artística Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais</p></div>
<p>Em busca de ampliar vozes, percepções, conhecimentos e sabedorias ancestrais e de experenciar uma relação simbiótica com as pessoas e com a natureza de cada caminho cruzado, Drica Ayub, Isabela Severi e Silvia Góes, mulheres pernambucanas, artistas da dança e pesquisadoras, saíram da capital e pegaram estrada rumo à execução da pesquisa Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais. A proposta é investigar a troca entre mulheres e seus territórios, as tecnologias e as narrativas contra coloniais, sob uma perspectiva corporal. A única certeza era a ideia de se debruçarem em uma análise antropológica de dois lugares especiais do Estado: a Aldeia Agreste de Cima, do território Pankararu, no Sertão; e o Centro Cultural Quilombo do Catucá, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife &#8211; de povos indígenas e negrodescentes.<br />
Foram muitos os encontros e atravessamentos entre pesquisadoras e mulheres nativas de cada local. O conteúdo absorvido por meio das histórias ouvidas, das sensações dançadas e dos costumes vistos é transmitido em uma residência artística em dança, realizada nos dias 15, 16 e 17 de dezembro, na Casa de Xamanismo Centro da Terra, localizada no km 14 de Aldeia, em Camaragibe. As inscrições estão abertas para mulheres acima de 18 anos de idade e podem ser realizadas por meio do link disponibilizado na bio do <a title="Mulher Território" href="https://instagram.com/mulher.territorio" target="_blank">Instagram</a>. As s]ao vagas limitadas. O projeto em dança tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
A pesquisa evidencia as raízes plurais, sendo essas mulheres nascidas com ascendências várias em suas singularidades, indígenas, pretas, árabes, europeias e outras origens apagadas de suas histórias familiares mestiças no processo da invasão/colonização e seus efeitos, que até hoje perduram nos espaços cotidianos. Em cada um dos dois territórios foram realizadas vivências distintas contemplando as realidades diversas. As pesquisadoras fizeram a Escutação entre Elas para ouvir as vozes e observar os gestos dos corpos inseridos naquelas realidades. Registros audiovisuais foram realizados e em breve será lançada uma videodança e também um minidoc resultantes da pesquisa.<br />
A partir dessas vivências e imersões as artistas oferecem a residência artística Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais, apenas para mulheres, com ou sem experiência na área da dança profissional. Partilhas, rodas de conversa, mostra do material artístico colhido, vivências corporais e uma performance final estão na programação da residência.<br />
“Muitas histórias foram ouvidas, muitos gestos testemunhados e muitas relações aprofundadas. Cada corpo pesquisador criou suas próprias dobras e desdobramentos de cunho artístico, mas sobretudo de cunho social, político, ambiental e de modo de viver. Aqui enfatizamos que, mais que uma pesquisa em dança com resultados artísticos, é uma pesquisa a respeito dos modos de viver &#8211; que são sobretudo corporais &#8211; no intuito de fazer serem vistos esses modos tão invisibilizados e apagados na história do País. Mulher Território é um projeto caminhante, que segue se propondo a abarcar mais e mais realidades em continuidades e novos encontros. É sagrado estarmos vivas e juntas e relembrarmos em roda quem somos e quem queremos ser”, expressam as artistas da dança e pesquisadoras Drica Ayub, Isabela Severi e Silva Góes.<br />
“Será uma forma de partilhar corporalmente e imageticamente alguns de nossos apanhados durante esse quase um ano de pesquisa. Dois dias é pouco para trazer o que vivemos e estamos aprendendo, reforçando o saber dos corpos, mergulhando em nós e na comunidade. Porém o faremos em forma de partilha por meio de vivências e rodas de conversa. O maior aprendizado é o axé: o olho no olho, a alegria enquanto resistência, a força, fé e luta que une os povos negrodescentes e os povos indígenas. A escuta dessas vozes é a mais importante prática a ser cultivada. Elas falam sobre o respeito à terra, ao território, a ligação e conexão com seu chão e com sua comunidade. Elas falam de histórias reais e que não chegam tão facilmente assim. Os trabalhos cotidianos de forma coletivizada, partilhada, o feitio das festas e comidas. Toda cultura é dança, é música. É corpo. Este que nos foi usurpado e oprimido pela colonização. E assim também o foi o corpo do planeta e hoje vivemos o que vivemos. Este projeto fala de resgate, mas sobretudo sobre o que resistiu e precisa ser visto como forma de se estar diferentemente neste planeta em colapso. Como bem nos diz Krenak: &#8216;O futuro é ancestral&#8217;”, complementam as pesquisadoras.<br />
Mãe, bióloga de formação, artista da dança, pesquisadora, performer, arteterapeuta, percussionista, educadora e produtora, Drica Ayub pesquisa as relações humano-natureza-cultura, há 17 anos, adentrando as construções dos corpos e suas subjetividades. Tece investigações que envolvem a escuta e a percepção do corpo como um canal, sobretudo de experiências, seu imbricamento com a construção das múltiplas sonoridades e a relação com suas comunidades e seus territórios.<br />
Artista da dança, bailarina, arte-educadora, pesquisadora e terapeuta do movimento, Isabela Severi busca em sua pesquisa e prática caminhos para a ressensibilização e retomada do corpo e seus territórios investigando temas relacionados ao saber sensível e ao cuidado como prática relacional, coletiva e política. Transita e olha para a arte-saúde-educação como possibilidade de construção de ecologias e coexistências.<br />
Mulher parda (com sua licença, em crise com a palavra parda desde antes de&#8230;), sendo mestiça de muitos sangues vermelhos-vivos que ficaram pelos chãos do País, Silvia Góes nasceu na cidade de Garanhuns, território onde muitos quilombos remanescentes de Palmares, depois da cruel invasão, estabeleceram-se e até hoje estão, são. Mulher de raízes múltiplas, sendo indígenas as mais antigas nas histórias verbalizadas de mãe e pai, migrou para a terra-mangue, Recife, há mais de 30 anos, com a família inteira, para ter oportunidade de tentar cursar uma universidade. É artista profissional há mais de uma década e foi a ioga também que ancorou toda a mudança de percurso dessa jornalista que foi se profissionalizando bailarina pós-graduada em dança, poeta, atriz, dramaturgista, diretora e palhaça, entre outras atuações no esperançar da lida.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span></p>
<p><strong>Residência Artística Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais -</strong> <em>das 18h da sexta-feira (15) até as 17h de domingo (17), na Casa de Xamanismo Centro da Terra – km 14 de Aldeia, Camaragibe-PE. Bolsas: cinco bolsas integrais para mulheres indígenas, pretas, trans e periféricas. Investimento: R$ 100 (possível), R$ 200 (real) e R$ 300 (abundante). Inscrições e mais informações: no link na bio do <a title="Mulher Território" href="https://instagram.com/mulher.territorio" target="_blank">Instagram</a>, por e-mail (mulher.territorio.sdi@gmail.com) ou pelo telefone: (81) 99811-7770. Público: mulheres acima de 18 anos (crianças acompanhadas pelas mães são acolhidas no espaço e uma pessoa está disponível para cuidá-las)</em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficha técnica:</strong></span></p>
<p>Artistas pesquisadoras e educadoras: Drica Ayub, Isabela Severi, Silvia Góes<br />
Coordenação de projeto e produção geral: Drica Ayub<br />
Produção executiva: Marilia Pinheiro<br />
Produtoras locais nos territórios visitados: Bia Pankararu e Elaine Albuquerque<br />
Filmagem e montagem de videos: Amandine Goisbault<br />
Fotografia: Giovanna Monteiro<br />
Designer: Aurora Jamelo<br />
Preparação corporal: Lau Veríssimo<br />
Consultoria de dramaturgia: Naná Sodré<br />
Trilha sonora: Conrado Falbo<br />
Assessoria de imprensa: Dea Almeida (Alcateia Comunicação e Cultura)<br />
Apoio: Galeria Mau Mau, Casa de Xamanismo Centro da Terra<br />
Incentivo: Funcultura-PE – Governo do Estado de Pernambuco</p>
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