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	<title>Portal Cultura PE &#187; mulher</title>
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		<title>Mulheres escritoras são homenageadas em agenda da Cepe</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 14:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma agenda com conteúdo literário dedicado às mulheres escritoras, do Brasil e do mundo, acaba de ser lançada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Para cada dia do ano há uma sugestão de leitura de livros feitos por mulheres, num total de 365 obras que contemplam os mais variados gêneros e de gerações diversas. “O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Cartum_03-Liz.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115509" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Cartum_03-Liz-485x486.jpg" width="485" height="486" /></a></p>
<p>Uma agenda com conteúdo literário dedicado às mulheres escritoras, do Brasil e do mundo, acaba de ser lançada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Para cada dia do ano há uma sugestão de leitura de livros feitos por mulheres, num total de 365 obras que contemplam os mais variados gêneros e de gerações diversas. “O critério de escolha foi apenas a qualidade literária”, afirma o jornalista e superintendente de Periódicos e Projetos Especiais da Cepe, Mário Hélio Gomes de Lima, ao apresentar a Pernambuco: Agenda da Literatura, do Livro e da Leitura.</p>
<p>“O número de livros escolhidos é uma gota d’água. Há muitas autoras do Recife, de Pernambuco, do Brasil e do mundo que merecem ser lidas e divulgadas”, diz Mário Hélio, responsável pela pesquisa, tradução e seleção dos volumes. Além do título, da imagem da capa e de um pequeno trecho de uma obra referencial de cada uma delas, a agenda traz ilustrações de rostos de mais de 180 escritoras (capa e páginas internas), criadas pelo designer multimídia dos periódicos da Cepe, Greg Vieira, e cartuns da caricaturista e cartunista Liz França, que remetem às leitoras e marcam o início de cada mês na agenda 2025.</p>
<p>Entre as autoras selecionadas, estão: Virginia Woolf, Angela Davis, Andrea Nunes, Clarice Lispector, Carolina Maria de Jesus, Carol Bensimon, Maria Firmina dos Reis, Nélida Piñon, Luzilá Gonçalves Ferreira, Martha Medeiros, Lily Graham, Colette, Isabel Allende, Conceição Evaristo, Cida Pedrosa, Margaret Atwood, Simone de Beauvoir, Florbela Espanca, Heloísa Buarque de Holanda (Heloísa Teixeira), Jane Jacobs, Toni Morrison, Isabel Lucas, Marileide Alves, Ana Maria Machado, Lygia Fagundes Telles, Jarid Arraes, Vanessa Molnar, Jussara Salazar, Paulina Chiziane e Carla Madeira.</p>
<p>Homenagear as mulheres escritoras, destaca Mário Hélio, é uma ação de grande importância. “Por muito tempo as mulheres foram proibidas de aprender a ler e a escrever, impedidas de exercer livremente a literatura e de mostrar sua capacidade intelectual”, ressalta. “No entanto, o primeiro ser humano a escrever uma obra de arte literária é uma mulher. Quem começou a literatura foi uma mulher, de nome Enheduanna, uma poetisa que viveu 23 séculos antes de Cristo. E isso não é pouca coisa.”</p>
<p>A agenda, com projeto gráfico do superintendente editorial da Cepe, Luiz Arraes, é um subproduto da Pernambuco: Revista de Literatura, do Livro e da Leitura, publicada mensalmente pela Cepe, e pode ser encontrada nas livrarias físicas e virtual da Editora por R$ 50 na venda avulsa. Novos assinantes da Pernambuco e da modalidade sócio de cultura (Pernambuco e revista Continente Multicultural) recebem a agenda de brinde. “A homenagem é também uma forma de incentivar a leitura tendo como porta de entrada a literatura feminina”, acrescenta o jornalista.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Livro do dia (exemplos)</strong></span></p>
<p><strong>15 de janeiro</strong><br />
<strong><em>Folhas novas</em>, de Rosalía de Castro</strong></p>
<p><em>“Que passa ao redor de</em><br />
<em>mim?/ Que passa que eu</em><br />
<em>não sei?/ Tenho medo de</em><br />
<em>uma coisa/ Que vive e que</em><br />
<em>não se vê./ Tenho medo</em><br />
<em>da desgraça traidora/</em><br />
<em>Que vem, e que nunca se</em><br />
<em>sabe de donde vem.”</em></p>
<p><strong>11 de maio</strong><br />
<strong><em>Solidão</em>, de Victor Català (pseudônimo de Caterina Albert)</strong></p>
<p><em>“Muito além de Huerta</em><br />
<em>del Río, encontraram uma</em><br />
<em>carroça que seguia o mesmo</em><br />
<em>caminho que eles e Matías,</em><br />
<em>ansioso por se poupar ao</em><br />
<em>trabalho, perguntou ao</em><br />
<em>carroceiro se queria levá-los</em><br />
<em>para os cerros da serra.”</em></p>
<p><strong>28 de junho</strong><br />
<strong><em>Muito além do corpo</em>, de Luzilá Gonçalves Ferreira</strong></p>
<p><em>“Imagino Penélope</em><br />
<em>verdadeira, relatando,</em><br />
<em>enquanto lavava o</em><br />
<em>corpo do marido, ainda</em><br />
<em>marcado pelas carícias de</em><br />
<em>Circe, o ocorrido em sua</em><br />
<em>ausência, seus amores</em><br />
<em>tão mais extraordinários</em><br />
<em>e reais, posto que</em><br />
<em>passados naquele lugar</em><br />
<em>de nós em que nenhuma</em><br />
<em>censura se processa.”</em></p>
<p><strong>24 de novembro</strong><br />
<strong><em>Motivos para cavar a terra</em>, de Lilian Sais</strong></p>
<p><em>“É segunda-feira, o</em><br />
<em>verão avança./ Vou</em><br />
<em>à janela e observo</em><br />
<em>a fumaça./ Quando</em><br />
<em>ainda menina, via a</em><br />
<em>dança/ de ar cinza</em><br />
<em>que nasce do fogo/</em><br />
<em>e me perguntava</em><br />
<em>logo// onde está a</em><br />
<em>fogueira, quem fez a</em><br />
<em>brincadeira,/ quem</em><br />
<em>brinca com fogo faz</em><br />
<em>xixi na cama.”</em></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/CAPA_AGENDA_PE_2025.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115510" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/CAPA_AGENDA_PE_2025-333x486.jpg" width="333" height="486" /></a></p>
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		<item>
		<title>Inscrições para a 3ª Mostra Mulher de Cinema se encerram nesta sexta-feira (10)</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 17:06:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições de filmes para a 3ª edição da Mostra Mulher de Cinema (MMC), que acontece em março deste ano, no município de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú. Podem se inscrever filmes de realizadoras de todo o Brasil, produzidos em qualquer formato de captação de imagem, de qualquer gênero, realizados a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115351" aria-labelledby="figcaption_attachment_115351" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/IMG_1877-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-115351" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/IMG_1877-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra Mulher de Cinema</p></div>
<p>Estão abertas as inscrições de filmes para a 3ª edição da Mostra Mulher de Cinema (MMC), que acontece em março deste ano, no município de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú. Podem se inscrever filmes de realizadoras de todo o Brasil, produzidos em qualquer formato de captação de imagem, de qualquer gênero, realizados a partir de janeiro de 2022.</p>
<p>A MMC tem incentivo do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de Pernambuco (Funcultura Audiovisual), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco e é uma realização da Pajeú Filmes.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas por meio de formulário on-line disponível neste <a title="Inscrição de Filmes - Mostra Mulher de Cinema" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSegbS8t3ckHQVrtbAmJPZw3LiaqbOAeynJojCIoDVZ17rV-Qw/viewform?pli=1" target="_blank"><strong>link</strong></a> até o dia 10 de janeiro de 2025. Cada realizadora pode inscrever quantos filmes desejar. A lista com as obras selecionadas é divulgada até o dia 25 de fevereiro.</p>
<p>Em sua 3ª edição, a MMC tem uma programação com cinco dias com atividades de exibição e formações em vários pontos de Afogados da Ingazeira. Também há exibições para o público infantil e pessoas com deficiência (PcDs).</p>
<p>A Mostra Mulher de Cinema nasceu em Afogados da Ingazeira com o objetivo de exibir filmes dirigidos e/ou codirigidos por mulheres, cis, trans, travestis e pessoas não binaries amparando o debate sobre a participação e a representação da mulher na sociedade brasileiro. Outras informações estão disponíveis no <a title="@mostramulherdecinema" href="https://www.instagram.com/mostramulherdecinema/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a>.</p>
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		<title>Calendário 2025 da Cepe homenageia mulheres da fotografia pernambucana</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 15:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A luta pelos direitos femininos extrapola fronteiras e une mulheres de todas as raças, crenças, origens e orientações sexuais. Essa peleja, do dia a dia, é traduzida pelo olhar de 13 fotógrafas no calendário 2025 da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). As imagens selecionadas para a folha de abertura e para cada mês do ano [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115172" aria-labelledby="figcaption_attachment_115172" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rhaiza Oliveira/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Janeiro_rhaizaoliveira-redux.jpg"><img class="size-medium wp-image-115172" alt="Rhaiza Oliveira/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Janeiro_rhaizaoliveira-redux-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Janeiro</p></div>
<p>A luta pelos direitos femininos extrapola fronteiras e une mulheres de todas as raças, crenças, origens e orientações sexuais. Essa peleja, do dia a dia, é traduzida pelo olhar de 13 fotógrafas no calendário 2025 da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). As imagens selecionadas para a folha de abertura e para cada mês do ano são um convite a reflexões sobre o tema e um lembrete para a importância da busca pela igualdade e do combate à discriminação de gênero.</p>
<p>Mulheres da Fotografia Pernambucana, o título do calendário Cepe 2025, remete aos 50 anos da 1ª Conferência Mundial Sobre a Mulher, realizada no México, em 1975, pela Organização das Nações Unidas (ONU). Naquele mesmo ano a ONU tornou oficial, para o mundo inteiro, o 8 de Março como Dia Internacional da Mulher. Ao recordar as duas efemérides o calendário celebra a diversidade com registros feitos por fotógrafas de várias gerações e conceitos múltiplos em cada imagem.</p>
<p>O fotojornalismo está presente no mês de setembro com a bordadeira Geisa de Passira, do município do Agreste do Estado, num clique de Hélia Scheppa, fotógrafa com 26 anos de experiência. Priscilla Buhr, fotógrafa desde 2005, que se dedica a trabalhos autorais para explorar sua jornada como mulher e mãe artista, ilustra o mês de fevereiro com a imagem de uma grávida integrante do Caboclinho Tribo Indígena Tapirapé, do Alto José do Pinho, bairro da Zona Norte do Recife.</p>
<div id="attachment_115173" aria-labelledby="figcaption_attachment_115173" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Novembro-Roberta-Guimaraes-redux.jpg"><img class="size-medium wp-image-115173" alt="Roberta Guimarães/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Novembro-Roberta-Guimaraes-redux-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Novembro</p></div>
<p>Aos 30 anos de idade, Rhaiza Oliveira faz da fotografia um instrumento de pesquisa de corpos e texturas. É o que ela mostra na foto do mês de janeiro, na Praia Buraco da Véia, no Recife. Com 30 anos no mercado, Teresa Maia captura a fé católica de Diolinda numa reza do terço mariano para marcar o mês de maio, dedicado a Maria, a mãe de Cristo. E a fotógrafa Roberta Guimarães traz a religiosidade africana para o mês de novembro numa referência ao Dia da Consciência Negra (20).</p>
<p>De acordo com o editor da Cepe, Diogo Guedes, as imagens foram escolhidas entre as já existentes no portfólio de cada uma delas. “Criamos uma mostra de fotografias pernambucanas feitas por mulheres, com fotojornalismo, obra conceitual, registro contemplativo e ensaio artístico de fotógrafas pernambucanas ou com trajetória no Estado”, diz ele. A seleção se completa com as profissionais Alcione Ferreira, Alexandra Dias, Brenda Alcântara, Thaisa Figueiredo, Aline Mariz, Juana Carvalho, Mariana Oliveira e Renata Pires-Sola.</p>
<div id="attachment_115174" aria-labelledby="figcaption_attachment_115174" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hélia Scheppa/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Setembro-helia-scheppa-redux.jpg"><img class="size-medium wp-image-115174" alt="Hélia Scheppa/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Setembro-helia-scheppa-redux-607x367.jpg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">Setembro</p></div>
<p>“É um calendário que convida a pensar sobre essas duas datas marcantes, os 50 anos da conferência da ONU, que estabeleceu metas a serem cumpridas, e a internacionalização do Dia da Mulher, e principalmente sobre os direitos conquistados e os caminhos que ainda estão sendo pavimentados na luta pelos direitos das mulheres”, destaca Diogo Guedes. “O calendário reflete o universo feminino, as lutas históricas, as ações por igualdade, suas vivências, pela perspectiva de 13 fotógrafas, em cada página há mulheres representadas por mulheres”, ressalta Eduarda Campello, diretora de Produção Gráfica da Cepe.</p>
<p>Confeccionado em papel couché, o calendário pode ser adquirido nas lojas da Cepe Editora, no Recife e em Olinda, ou pelo site <a title="Livraria Cepe" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/" target="_blank"><strong>Livraria Cepe</strong></a> e custa R$ 30 na venda avulsa. Também é oferecido como brinde nas compras de livros ou das revistas Continente e Pernambuco, a partir de R$ 80, apenas nas lojas físicas. O anuário foi publicado pela primeira vez em 1995 (a edição de 2025 corresponde ao número 31) já prestou homenagens à cultura pernambucana (2020), ao educador Paulo Freire (2021), ao pintor Vicente do Rego Monteiro (2022), ao gravurista Gilvan Samico (2023) e ao projeto Galeria Reciclada da Cepe (2024).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Endereços das lojas</span>:</strong></p>
<p>Livraria Cepe Editora Paulo Freire (Sede)<br />
Rua Coelho Leite, nº 530, bairro Santo Amaro, Recife-PE<br />
Segunda a sexta-feira, das 8h às 16h30<br />
(81) 3183-2700</p>
<p>Livraria Cepe Editora Tarcísio Pereira (Centro de Artesanato de Pernambuco)<br />
Avenida Alfredo Lisboa, Bairro do Recife, Praça do Marco Zero, Recife-PE<br />
Segunda-feira a sábado, das 9h às 19h; domingo, das 9h às 17h<br />
(81) 99488-3731</p>
<p>Livraria Cepe Editora Germano Coelho (Centro Cultural Eufrásio Barbosa)<br />
Avenida Doutor Joaquim Nabuco, bairro Varadouro, Olinda-PE<br />
Terça-feira a domingo, das 9h às 17h<br />
(81) 99488-3730</p>
<p>Livraria Cepe Editora Ramires Teixeira (Museu do Estado de Pernambuco)<br />
Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro Graças, Recife-PE<br />
Terça a sexta-feira, das 11h às 17h; sábado, das 14h às 17h<br />
(81) 99488-3732</p>
<div id="attachment_115175" aria-labelledby="figcaption_attachment_115175" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Calendário-CEPE-2025.jpg"><img class="size-medium wp-image-115175" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Calendário-CEPE-2025-607x448.jpg" width="607" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do Calendário Cepe 2025</p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Elas Pintam o 7: 44 obras de arte enriquecem o acervo do Mepe e celebram a criação feminina</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/elas-pintam-o-7-44-obras-de-arte-enriquecem-o-acervo-do-mepe-e-celebram-a-criacao-feminina/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 14:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115168" aria-labelledby="figcaption_attachment_115168" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-17-at-16.41.44-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115168" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-17-at-16.41.44-1-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Expoisção Elas Pintam o 7</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebe nesta quarta-feira (18), das 16h às 19h, um presente inestimável: 44 obras de arte, resultado do projeto Elas Pintam o 7. As obras, que foram cuidadosamente selecionadas e aprovadas recentemente pelo Conselho Curador do Mepe, representam uma diversidade de estilos e técnicas refletindo a rica produção artística feminina em Pernambuco.</p>
<p>Nomes como Tereza Costa Rego, Silvia Pontual, Maria Carmem e Guita Chacrifker, além de novos talentos, compõem esse acervo que promete emocionar e inspirar os visitantes do museu. A última exposição do projeto foi na galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu, em que já havia sinalizado, por parte das artistas, a intenção de doar uma obra de cada participante ao Mepe. Essa iniciativa, abraçada com entusiasmo pela curadora Ana Veloso, resultou nessa doação que enriquece significativamente o patrimônio cultural pernambucano.</p>
<p>Idealizado por Isabella de Roldão, o projeto iniciado com exposições em seu gabinete teve sua culminância na galeria do parque que proporcionou uma plataforma para artistas plásticas, tanto renomadas quanto emergentes, exporem seus trabalhos e, agora, enriquecer o acervo de um dos mais importantes museus de Pernambuco.</p>
<p>Para o diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, essa doação é um marco importante: &#8220;Agradecemos imensamente a todas as artistas participantes do projeto Elas Pintam o 7. Essa doação é um presente que valoriza a produção artística feminina e enriquece significativamente nosso acervo. Nosso objetivo é tornar o Mepe um espaço cada vez mais democrático e inclusivo que celebre a diversidade da cultura pernambucana&#8221;, diz. &#8220;Com essa generosa doação, o Mepe consolida seu papel como um dos principais centros culturais de Pernambuco oferecendo ao público a oportunidade de apreciar obras de arte de alta qualidade e conhecer a rica história da produção artística feminina no Estado”, afirma o gestor.</p>
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		<title>Feira de artesanato têxtil reúne mulheres artesãs de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 18:01:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De sexta-feira (20) a domingo (22), o município de Olinda é palco da 1ª Feira Mulheres que Tecem Pernambuco: Fios que Conectam e Transformam. Realizada no Mercado Eufrásio Barbosa, com início às 14h da sexta, e aberta ao público, a feira celebra o protagonismo feminino no artesanato têxtil reunindo mais de 20 artesãs de diversas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115119" aria-labelledby="figcaption_attachment_115119" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/1-Risolange-Rodrigues-Crédito_-Laís-Domingues.jpg"><img class="size-medium wp-image-115119" alt="Laís Domingues/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/1-Risolange-Rodrigues-Crédito_-Laís-Domingues-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A artesã Risolange Rodrigues</p></div>
<p>De sexta-feira (20) a domingo (22), o município de Olinda é palco da 1ª Feira Mulheres que Tecem Pernambuco: Fios que Conectam e Transformam. Realizada no Mercado Eufrásio Barbosa, com início às 14h da sexta, e aberta ao público, a feira celebra o protagonismo feminino no artesanato têxtil reunindo mais de 20 artesãs de diversas regiões do Estado. A homenageada desta edição é dona Albanita Lima de Oliveira, que passou a vida bordando manualmente estandartes de Carnaval para muitos blocos e muitas agremiações.</p>
<p>Projeto de realização da Linhas de Fuga e Experimento Produções, com parceria da Azú Curadoria, Lu.Az, Barco Verde e Ogunté, a feira conta com apoio de Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), Espaço Brennand e Palete em Casa, além de incentivo do Governo do Estado de Pernambuco por meio do edital Funcultura Geral.</p>
<p>Com uma proposta de abrir uma interlocução do público com o trabalho das mulheres, mas também com seus saberes e vivências, a programação da feira inclui, além da comercialização de produtos, rodas de conversa e oficinas com participação das artesãs como debatedoras e oficineiras. As mesas promovem diálogos sobre políticas públicas para o artesanato em Pernambuco; sobre as relações entre moda e arte têxtil; e sobre as pedagogias culturais e saberes entre gerações. Já as oficinas, com práticas de renda renascença, bordado, crochê e tapeçaria complementam as atividades.</p>
<p>“Nosso intuito é concretizar a feira como um dos eventos relevantes do mercado nacional do artesanato do Nordeste e do Brasil atraindo artistas e pesquisadores. O evento é uma oportunidade para socialização, comercialização e reflexão do fazer, do trabalho e da criatividade mobilizada por essas mulheres&#8221;, explica Rose Lima, produtora executiva da pesquisa e da feira.</p>
<p>Com uma rica diversidade de tipologias têxteis, a feira tem representantes de trabalhos individuais e coletivos dos municípios de Passira, Recife, Macaparana, Lagoa do Carro, Tacaratu, Olinda, Orobó, São Lourenço, Ibimirim e Pesqueira. A artesã Risolange Rodrigues, que trabalha com tapeçaria desde menina, é uma das participantes da feira e uma das oficineiras da programação.</p>
<p>“A expectativa em participar da feira é grande, porque nunca existiu aqui um evento voltado especificamente para a questão têxtil. Geralmente esses eventos têm artesanatos bem generalizados e, a partir do momento em que você segmenta, além de dar visibilidade abre o olhar das pessoas, do público, para entenderem como funciona o mundo têxtil”, explica Risolange, que vem de Lagoa do Carro e também é turismóloga.</p>
<p>Na feira também é lançada a terceira edição da pesquisa Mulheres que Tecem Pernambuco, proposta que desde 2017 mapeia iniciativas de mulheres que trabalham com materiais têxteis no Estado com a intenção de dar visibilidade e protagonismo a essas mulheres. Foi dessa iniciativa que nasceu a proposta da feira.</p>
<p>Nesta terceira edição, a pesquisa mergulhou no núcleo Região Metropolitana do Recife conhecendo o trabalho de mulheres dos municípios de Recife, Olinda e Camaragibe. “Foram 16 mulheres mapeadas. Além da pesquisa documentar eventos, associações e grupos que atuam nas cidades, acrescentamos à pesquisa cinco tipologias artesanais: tingimento, estamparia, patchwork, fuxico e macramê. Nas técnicas anteriormente mapeadas foram adicionadas novos modos de fazer, como o bordado em estandartes e o crochê na moda&#8221;, explica Clara Nogueira, coordenadora-geral da pesquisa e da feira.</p>
<p>Além de dar visibilidade às histórias e tradições das artesãs, o evento apresenta o artesanato como um vetor de transformação cultural e econômica destacando como essas mulheres unem tradição e inovação na criação de produtos únicos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><em><strong>Sexta-feira, 20</strong></em></p>
<p>14h às 20h &#8211; Feira Expositiva<br />
14h às 18h &#8211; Oficina Renda Renascença<br />
17h às 18h &#8211; Abertura oficial da feira e lançamento da 3ª edição da Pesquisa Mulheres que Tecem Pernambuco.<br />
18h às 20h &#8211; Mesa de debate Política Pública: Artesanato em Pernambuco</p>
<p><em><strong>Sábado, 21</strong></em></p>
<p>9h às 21h &#8211; Feira Expositiva<br />
9h às 13h &#8211; Oficina Bordado<br />
14h às 18h &#8211; Oficina Crochê<br />
16h às 18h &#8211; Mesa de debate Pedagogias Culturais: O Repasse do Saber-Fazer</p>
<p><em><strong>Domingo, 22</strong></em></p>
<p>10h às 20h &#8211; Feira Expositiva<br />
14h às 18h &#8211; Oficina Tapeçaria<br />
15h às 17h &#8211; Mesa de debate Relações entre Moda e Arte Têxtil</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>1ª Feira Mulheres que Tecem Pernambuco: Fios que Conectam e Transformam -</strong> <em>de sexta-feira (20) a domingo (22), no Mercado Eufrásio Barbosa (Largo do Varadouro, s/nº, Varadouro, Olinda-PE. Entrada gratuita</em></p>
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		<title>A vida e a obra das mulheres da fotografia no Recife são registradas em livro</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 17:57:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115098" aria-labelledby="figcaption_attachment_115098" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Isabella-Valle2-divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115098" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Isabella-Valle2-divulgação-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A fotógrafa Isabella Valle</p></div>
<p>A história da fotografia no Recife pela perspectiva de mais de 40 mulheres foi documentada pela professora Isabella Valle e transformada em livro, a ser lançado pela Cepe Editora. <em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em> é composto de textos com reflexões críticas ancoradas na questão de gênero e imagens das profissionais em autorretratos e retratadas uma pela outra. Isabella conversa sobre essa produção com a diagramadora do livro, Isabella Alves, em uma live de pré-venda, às 19h30 da próxima terça-feira (17), transmitida pelo canal da Cepe no <strong><a title="@cepeeditora" href="https://www.youtube.com/@cepeeditora" target="_blank">YouTube</a></strong>. A mediação é da editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<p><em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em> tem origem na tese de doutorado de Isabella Valle, defendida em 2017 no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (PPGCOM-UFPE). “O livro não é uma cópia da tese. A linguagem foi adaptada ao formato de uma grande reportagem”, informa a autora. A edição é da jornalista Fabiana Moraes, o prefácio é assinado pela renomada fotógrafa Nair Benedicto e o design é de Isabella Alves. A publicação tem financiamento do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p>De acordo com a autora, a proposta é abraçar diferentes gerações de fotógrafas do Recife, da década de 1970 até os anos 2010, período no qual ela também está incluída. “Nem todas são do Recife, mas todas fazem parte da história da fotografia na cidade. Minha ideia é apresentar uma narrativa diferente da oficial, na perspectiva de gênero”, declara. Vida pessoal, maternidade, sexualidade, violência, articulações e redes de solidariedade são assuntos abordados no livro. “A conclusão é positiva, com um lugar de força e esperança. Mostra para onde está indo a profissão de fotógrafa”, comenta Isabella Valle.</p>
<p>Participam do título, com entrevista, respondendo a perguntas em questionário ou na ciranda de fotos, Gleide Selma, Yêda Bezerra de Mello, Roberta Guimarães, Mariana Guerra, Hélia Scheppa, Priscila Buhr, Alcione Ferreira, Tuca Siqueira, Joana Carvalho e Carol de Andrade, entre outras. São profissionais que atuam em mercados de trabalho diversos, de fotojornalismo a foto de casamento. Ainda segundo Isabella Valle, a ciranda de fotos (o autorretrato e uma fotografada pela outra) possibilitou mais interação entre elas, inclusive para conhecer o trabalho das colegas. “É um livro de memória que, pela abordagem, acaba não sendo restrito às fotógrafas, mas a todas as mulheres”, observa.</p>
<p><strong>A AUTORA -</strong> Isabella Valle é fotógrafa, pesquisadora e organizadora do livro Fotografias e Culturas Midiáticas Contemporâneas da Universidade Federal da Paraíba (Editora CCTA-UFPB, 2023). É professora de fotografia no Departamento de Comunicação e no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPB, além de coordenadora do Laboratório de Pesquisas em Imagens, Corpos e Afecções (Tato) na mesma instituição.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Live de pré-venda do livro <em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em>, com bate-papo entre a autora Isabella Valle e a diagramadora Isabella Alves e mediação de Gianni Gianni -</strong> <em>terça-feira (17), às 19h30, transmitida pelo canal da Cepe no <a title="@cepeeditora" href="https://www.youtube.com/@cepeeditora" target="_blank">YouTube</a>. Preço do livro: R$ 50, de 17 de dezembro de 2024 a 20 de janeiro de 2025, na <a title="Livraria Cepe" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/" target="_blank">loja virtual</a> da Cepe</em></p>
<div id="attachment_115099" aria-labelledby="figcaption_attachment_115099" class="wp-caption img-width-371 alignnone" style="width: 371px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/CAPA-Fotografas_umacirandanoRecife_capa_prevenda_CAPA.png"><img class="size-medium wp-image-115099" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/CAPA-Fotografas_umacirandanoRecife_capa_prevenda_CAPA-371x486.png" width="371" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</p></div>
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		<title>Chuva no País da Música é só Chuva de Sombrinhas</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 02:30:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A chuva até ensaiou chegar no polo País da Música, neste sábado (3), no município de Pesqueira (Agreste), quarta etapa do itinerante Festival Pernambuco Meu País. Mas o que houve mesmo foi Chuva de Sombrinhas &#8211; aliás, duas vezes. O frevo ditou o ritmo nas apresentações do cantor Kleber Araújo, da Orquestra 100% Mulher e do também cantor Nonô Germano em uma noite de Carnaval fora de época.</p>
<p>Oriundo Arcoverde (Sertão), Kleber Araújo trouxe para Pesqueira seu frevo sanfonado, com uma pitada de forró, da tradição de Sivuca e Dominguinhos, ou o &#8220;frevo do Sertão&#8221;, como também denomina. Além de temas próprios, interpretou canções menos óbvias do gênero, como Noites Olindenses (Carlos Fernando), famosa na voz de Caetano Veloso; De Chapéu de Sol Aberto (Capiba), Sedução (Luiz Bandeira), sucesso com Beth Carvalho; Sou Eu Teu Amor (Alce Valença &amp; Carlos Fernando); Coisa Acesa (Moraes Moreira &amp; Fausto Nilo); Chuva, Suor e Cerveja (Caetano Veloso); Vassourinha Elétrica (Moraes Moreira); Pagode Russo (Luiz Gonzaga &amp; João Silva); e Riacho do Navio (Luiz Gonzaga &amp; Zé Dantas). E, claro, chegando ao clímax com o tradicional Vassourinhas.</p>
<p>Criada em 2003 visando preservar, divulgar e fortalecer os ritmos pernambucanos e vencer o preconceito, a Orquestra 100% Mulher, a partir de uma ideia da clarinetista Carmem Pontes e de Elizabete Bezerra, integrantes da Banda Sinfônica Cidade do Recife. Em um universo predominante masculino o conjunto faz uma grande diferença. Em Pesqueira, o repertório escolhido foi dominado pelo frevo.</p>
<p>Começou com o icônico Frevo Mulher (Zé Ramalho) e seguiu com Tropicana (Alceu Valença &amp; Vicente Barreto), Me Segura Senão Eu Caio (J. Michiles), Oh! Bela (Capiba), Madeira que Cupim Não Rói (Capiba), Último Regresso (Getúlio Cavalcanti), Ciranda da Rosa Vermelha (Alceu Valença), Arrea a Lenha, Sombra de Sombrinhas (André Rio, Nena Queiroga &amp; Beto Leal) e&#8230; Vassourinhas!</p>
<p>E para a folia ficar completa, a noite se encerrou com Nonô Germano, herdeiro da tradição da voz das orquestras de frevo imortalizada por seu pai, Claudionor Germano, Patrimônio Vivo de Pernambuco. Aí foi a vez da máquina de clássicos do gênero, com Voltei Recife (Luiz Bandeira), Frevo e Ciranda (Capiba), Ceroula (hino, de Milton Bezerra de Alencar), Tropicana (Alceu Valença &amp; Vicente Barreto), Hino do Elefante de Olinda (Clídio Nigro &amp; Clóvis Vieira), Trombone de Prata (Capiba) e a supracitada Chuva de Sombrinhas.</p>
<p>Versátil, Nonô ainda fez o coco de roda Fica pra Depois, sucesso da banda Versão Brasileira; um medley de cirandas; Não Devo Nada a Ninguém (O Conde do Brega) e Arrea a Lenha. E prestou um tributo a Reginaldo Rossi com a autoral No Reinado do Frevo (parceria com Henrique Effe e Leo Pimentel).</p>
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		<title>País da Música tem vozes femininas que precisam ser melhor ouvidas</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jul 2024 04:27:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma cantora possui 29 anos de carreira; a outra 13 anos. Apesar do tempo de profissão, e da carreira sólida, as pernambucanas Riah e Dani Carmesin ainda lutam pelo reconhecimento merecido. Na segunda etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024, nesta sexta-feira (19), no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste), ambas realizaram apresentações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma cantora possui 29 anos de carreira; a outra 13 anos. Apesar do tempo de profissão, e da carreira sólida, as pernambucanas Riah e Dani Carmesin ainda lutam pelo reconhecimento merecido. Na segunda etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024, nesta sexta-feira (19), no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste), ambas realizaram apresentações no palco País da Música que comprovam o talento e a expertise dessas vozes experientes de nosso Estado. Todas as performances contaram com recursos de libras, a língua brasileira de sinais.</p>
<p>A primeira a subir ao palco foi Riah, com seu show Releitura dos Mestres, em que presta tributo a grandes compositores e intépretes da música popular brasileira mesclado com canções próprias e de outros artistas pernambucanos. Representante do povo originário xucuru de iororubá, a cantora está hoje radicada na cidade de Caruaru, também no Agreste, onde bebe das influências musicais da região.</p>
<p>Autointitulada como artista world pop, Riah revenciou os mestres em canções como Carcará (João do Vale &amp; José Cândido), Espumas ao Vento (Accioly Neto), Cabecilé (Azulão), Emoriô (João Donato &amp; Gilberto Gil), Ai que Saudade de Ocê (Vital Farias), Jogo de Cintura (Nando Cordel) e Dê Um Rolê (Moraes Moreira/Galvão). De sua autoria, cantou temas como Cangibrina (Riah) e Obá Xangô. Ainda incluiu Você Diz, música de Kleber Magrão, vocalista da banda Cascabulho. Todo o repertório com versões personalíssimas, com arranjos e direção de Hugo Linns, que integra sua banda tocando viola.</p>
<p>Já Dani Carmesin fez um show predominantemente rock and roll com canções que fazem parte de seus álbuns, EPS e singles autorais, como O Ciclo, O Cheiro do Medo, Víbora, Libriana, Gelo, Por Essas e Outras, De Dentro pra Fora, Playboy, Enigma de Jards, Loop Infinito e Memória Queijo Coalho.</p>
<p>Dani ainda interpretou Lá, de Karina Buhr, da época da banda Comadre Florzinha (com Isaar de França e Alessandra Leão), lembrando que, após três décadas do movimento mangue, é preciso enfatizar que a cena pernambucana dos anos 1990 para cá tem sim vozes e instrumentistas femininas, além de compositoras, que precisam ter melhor reconhecido seu lugar na história.</p>
<p>Assim o Palco Música do Festival Pernambuco Meu País 2024 teve seu início em Bezerros, nesta sexta-feira: com duas mulheres músicas, talentosas e experientes, que mostram no palco, como há muitos anos, que nada falta, da parte delas, para que recebam o merecido reconhecimento de suas carreiras.</p>
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		<title>Relicárias dá nome, corpo e voz às mulheres negras na dança do frevo</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2024 17:37:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Assim como o dicionário formal da língua portuguesa não reconhece a palavra relicária, a história oficial de um dos principais ritmos de Pernambuco, o frevo, não contempla como deveria as mulheres em sua gênese. Pesquisa inédita realizada em Pernambuco começa a tirar da invisibilidade a história de mulheres negras, entre capoeiristas, trabalhadoras, marginalizadas, que viveram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como o dicionário formal da língua portuguesa não reconhece a palavra relicária, a história oficial de um dos principais ritmos de Pernambuco, o frevo, não contempla como deveria as mulheres em sua gênese. Pesquisa inédita realizada em Pernambuco começa a tirar da invisibilidade a história de mulheres negras, entre capoeiristas, trabalhadoras, marginalizadas, que viveram no Recife na época em que o frevo dava seus primeiros passos e que foram presas simplesmente por dançá-lo na via pública. Os vestígios da presença dessas mulheres emergiram das páginas policiais de jornais do início do século 20 e agora, mais de 100 anos depois, a pesquisa Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo dá nome, corpo e voz a essas mulheres pioneiras, contemplada com o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). A mostra do processo de pesquisa, em formato de apresentação artística, é apresentada este domingo (26), às 15h, no Paço do Frevo, com entrada gratuita, mediante distribuição de senha, e acessibilidade em libras.</p>
<p>À frente da pesquisa estão as dançarinas e pesquisadoras Rebeca Gondim, Marcela Felipe, Ailce Moreira, Bell Puã e Vanessa Marinho. Nos últimos dois anos elas se debruçaram em textos e imagens sobre o frevo dedicadas a dar vida a mulheres como Olindina Olívia da Conceição e Maria da Hora Tavares, Maria Facão, presas supostamente por cometer delitos como jogar capoeira, embriaguez e por “ouvir música em frente a uma festa privada”. A partir desses vestígios encontrados nos jornais da época, as pesquisadoras buscaram recriar de forma poética as biografias das personagens da vida real recheando com dados históricos, elementos visuais da dança, como figurino e o território onde viveram as personagens, a gestualidade e os passos executados na época, e apresentá-las em carne e osso.</p>
<p>“Além de Olindina e Maria Facão, o público vai conhecer Ana Maria Luiza Tavares da Conceição, Neidinha, uma terceira personagem que é uma junção de várias outras mulheres que apareceram na pesquisa, trabalhadoras da rua, como as quitandeiras, sem ter sequer seus nomes citados”, destaca Rebeca Gondim. Segundo a pesquisadora, uma das partes mais difíceis da pesquisa foi levantar a forma de dançar das antepassadas. “Trabalhamos a imaginação tendo como base os movimentos da capoeira e as experiências corporais de cada uma”, conta.</p>
<div id="attachment_109874" aria-labelledby="figcaption_attachment_109874" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Filipe Gondim/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/bailarinas-Ailce-Moreira-Marcela-Felipe-e-Rebeca-Gondim-foto_-Filipe-Gondim-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-109874" alt="Filipe Gondim/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/bailarinas-Ailce-Moreira-Marcela-Felipe-e-Rebeca-Gondim-foto_-Filipe-Gondim-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As bailarinas Ailce Moreira, Marcela Felipe e Rebeca Gondim</p></div>
<p>A pesquisa foi realizada em três etapas nas quais a equipe aprofundou os conhecimentos em laboratórios de criação conduzidos por artistas e pesquisadores convidados/as. A historiadora Vanessa Marinho foi a responsável pela condução da pesquisa historiográfica; a poeta e escritora Bell Puã conduziu um laboratório de poesia e performance (escrita, corpo e voz); o fotógrafo e artista visual Filipe Gondim e a dançarina e figurinista Maria Agrelli conduziram a oficina para levantamento dos elementos visuais da dança, entre fotografias e figurinos. O grupo também realizou entrevistas com dançarinas de frevo contemporâneas, como Zenaide Bezerra, Lucélia Albuquerque, Geciland Monteiro (Landinha), Valéria Vicente, Dadinha Gomes, Renach Reiva, Francis Souza, Marinez Barbosa e Joelma Evaristo.</p>
<p>Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo foi contemplado com o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). Além da mostra pública dos resultados da pesquisa, o projeto deixa como legado um podcast, produzido por Janaína Oliveira, do @negraslinhas, com uma audioconversa sobre o processo da pesquisa e as histórias das mulheres pesquisadas, além de fotocolagens das personagens pesquisadas. Esse material é lançado na próxima sexta-feira (31) no perfil do Instagram (@relicariasdofrevo).</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p>Artistas-pesquisadoras: Ailce Moreira, Bell Puã, Marcela Felipe e Rebeca Gondim<br />
Pesquisadora-historiadora: Vanessa Marinho<br />
Artista, pesquisador-visual e fotógrafo: Filipe Gondim<br />
Produtora e figurinista: Maria Agrelli<br />
Consultora da pesquisa: Ailce Moreira<br />
Gravação e edição do podcast: Janaína Oliveira | podcast Negras Linhas<br />
Intérprete de libras: Joselma Santos e Jéssica Santos<br />
Consultoria de acessibilidade: VouSer Acessibilidade | Andreza Nóbrega<br />
Assessoria de Imprensa: Ana Nogueira</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo -</strong> <em>domingo (26), às 15h, no Paço do Frevo (Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife). Entrada gratuita (com distribuição de senha) e acessibilidade em libras</em></p>
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		<title>Dia da Mulher: as pernambucanas da Cultura</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 20:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O dia 8 de março é dedicado à memória e à reflexão sobre as conquistas políticas, sociais e econômicas das mulheres. A data reforça o processo de luta dos direitos conquistados pela equidade de gênero, bem como rememora o combate às desigualdades. Por exemplo, você já parou para pensar o que seria da cultura pernambucana [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O dia 8 de março é dedicado à memória e à reflexão sobre as conquistas políticas, sociais e econômicas das mulheres. A data reforça o processo de luta dos direitos conquistados pela equidade de gênero, bem como rememora o combate às desigualdades.<br />
Por exemplo, você já parou para pensar o que seria da cultura pernambucana sem as mulheres? Se você refletir, historicamente, foram as mãos masculinas que escreveram, registraram, e contaram o fazer cultural nas mais diferentes sociedades e comunidades de brincantes.</p>
<p>O protagonismo e a trajetória das mulheres na cultura popular, assim como em toda a sociedade, por muitas vezes foi silenciado e até apagado. Com muita luta, as mulheres foram quebrando inúmeros paradigmas e buscando conquistar seus devidos espaços dentro das manifestações culturais.</p>
<p>Mestra Joana, 46 anos, nasceu em um Terreiro de Candomblé, fui educada nesse meio cultural que o Estado carrega e essa trajetória a influenciou a ser a única Mestra de Maracatu de Baque Virado que se tem notícia, claro que ela também enfrentou e ainda enfrenta diversas formas de resistência à sua posição</p>
<p>“Primeiro um quebrando um balaio cheio de tabus, onde os homens até hoje xingam, ignoram, desvaloriza a presença das mulheres no baque. E depois fui seguindo minha intuição e as lutas das feministas para se manter firme”, disse a Mestra da Nação do Maracatu Encanto do Pina.<br />
Apesar de ser bastante respeitada como mestra, ela confessa que ainda sofre com críticas. “Em vários lugares sou considerada, e em outros não. E até fico sabendo de alguns relatos que minha participação em alguns eventos é inútil, os sem grande valor porque sou mulher”, desabafou.</p>
<p>Segundo Joana, as mulheres sempre estiveram presentes dentro da cultura, porém nunca receberam o devido destaque devido ao machismo estrutural. “Somos nós mulheres que sempre estivermos por trás, fazendo todo espetáculo aparecer, e hoje nós somos protagonistas”, disse.<br />
Mãe Dora é parteira indígena do povo Pankararu, liderança comunitária e espiritual, técnica de enfermagem, matriarca do cuidado e Patrimônio Vivo de Pernambuco. Para ela, ser mulher fazedora de cultura em Pernambuco é ser herdeira de uma força ancestral. “É carregar no sangue a bravura de minha mãe e de minhas tias, que repassaram tudo o que sei sobre a minha cultura”, afirmou a representante das mulheres que atuam em suas comunidades realizando partos domiciliares em suas comunidades.</p>
<p>Parteira há mais de 60 anos com mais de 5 mil partos e nenhum óbito no currículo, Dona Prazeres já pôs muitas mulheres no mundo e destaca o valor que elas representam para a nossa cultura. “A qualificação da mulher e sua importância no mundo é enorme. E não é diferente na cultura, são as mulheres que sempre zelaram por todos e nunca fizeram questão de serem reconhecidas”, garantiu.</p>
<p>Lutar pela valorização da cultura, tradição, e do patrimônio imaterial é a missão da vida da chef Cris Barros. Para a doceira, o bolo de noiva é coisa séria. Porém, não se trata de qualquer bolo de noiva. Estamos falando da iguaria de sabor único nascida em Pernambuco: Um bolo escuro, sem recheio e de massa encorpada, com a presença de vinho, passas, ameixas e frutas cristalizadas. “Representar as vozes muitas vezes invisibilizadas das boleiras, que alimentam a economia e a cultura com uma iguaria tão pernambucana como é o bolo de noiva. Portanto, salvaguardar essa cultura é fundamental”, contou.</p>
<p>“Ser mulher na cultura pernambucana é ter garra, é ser forte, persistente, lutar por seus ideais e manter suas manifestações vivas”, completou Cris que tomou para si a importante missão de tornar o bolo de noiva um Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, assegurando assim a valorização e perpetuação da iguaria na história do Brasil.</p>
<p>A cantora Isaar compara o próprio fazer artístico com o papel da mulher. “A arte por si só parece que já é feminina, né? Porque ela chega buscando quebrar, questionar, transformar, e é isso que as mulheres fazem o tempo todo em várias instâncias da sociedade”, refletiu.</p>
<p>Já Larissa Lisboa, cantora e compositora, ser mulher e fazedora de cultura por si só é uma atividade de resistência. “Admitindo a dominação masculina na cultura, é uma sobrevivência diária. Nesse ponto eu digo que é preciso muita coragem, e note que eu não digo força porque às vezes a gente não tem força e mesmo assim executamos, então eu acho que é preciso coragem, ousadia e muita coragem”, afirmou.</p>
<p>Apesar de todas as lutas, e de já haver um avanço considerável pelo reconhecimento feminino em todas as camadas da sociedade, as mulheres da cultura ainda estão longe da sonhada igualdade de gênero. “Vivo na pele o apagamento, o índice de mestres de diversas manifestações culturais é incontável, e as mestras a gente conta no dedo a quantidade, e não é por falta de mulher fazendo cultura, é o machismo mesmo que ainda predomina”, resumiu Mestra Joana. “Mas, o meu legado é justamente manter vivo o sonho das minhas mais velhas, e empoderar as mais novas, e os homens também que acreditam e somam nos meus trabalhos. E através da cultura educar meu povo, trazendo boas condições de vida”, garantiu a maracutuzeira.</p>
<p><strong>Qual o papel da mulher na cultura de Pernambuco?</strong></p>
<p><em id="__mceDel">O meu é manter o legado das minhas mais velhas, e empoderar as mais novas, e os homens também que acreditam e somam nos meus trabalhos. E através da cultura educar meu povo, trazendo boas condições de vida.</em></p>
<p>Acha que na cultura, a mulher já atingiu o patamar de igualdade com o homem? Não! Porque vivo na pele, o apagamento, o índice de mestres , de diversas manifestações culturais, e as mestras a gente conta no dedo a quantidade, e não é por falta de mulher fazendo cultura, é o machismo mesmo que predomina.</p>
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