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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mulheres de Repente</title>
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		<title>Mulheres de Repente lançam oficina de glosa na Festa de Louro</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 15:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poesia no improviso com coesão e beleza não é para qualquer um e é a especialidade das poetisas Erivoneide Amaral e Elenilda Amaral (ambas de Afogados da Ingazeira-PE), Dayane Rocha (Brejinho de Tabira-PE), Milene Augusto (Solidão-PE), Francisca Araújo (Iguaracy-PE) e Thaynnara Queiróz (Carnaíba-PE). As sertanejas comandam o projeto Mulheres de Repente e levam para o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107462" aria-labelledby="figcaption_attachment_107462" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/mulheres_de_repente_em_brasilia.jpeg"><img class="size-medium wp-image-107462" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/mulheres_de_repente_em_brasilia-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mulheres de Repente durante evento em Brasília, em 2023: poesia matuta das artistas já visitou diversos Estados brasileiros</p></div>
<p>Poesia no improviso com coesão e beleza não é para qualquer um e é a especialidade das poetisas Erivoneide Amaral e Elenilda Amaral (ambas de Afogados da Ingazeira-PE), Dayane Rocha (Brejinho de Tabira-PE), Milene Augusto (Solidão-PE), Francisca Araújo (Iguaracy-PE) e Thaynnara Queiróz (Carnaíba-PE). As sertanejas comandam o projeto Mulheres de Repente e levam para o mundo o incrível talento da poesias em glosa.<br />
Junto com a multiartista Luna Vitrolira, poetisa que faz a mediação das apresentações, as Mulheres de Repente lançam em São José do Egito (PE) a primeira etapa do projeto Glosa: Nuances da Oralidade e da Escrita, que tem o apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), dentro da programação da Festa de Louro 2024. A produtora executiva Taciana Enes completa o time de supermulheres na poesia.<br />
Glosa: Nuances da Oralidade e da Escrita é composto de oficinas e apresentações gratuitas (culminância) e visita as cidades de Tabira e Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú pernambucano.<br />
Para a primeira etapa, no município de São José do Egito (PE), as oficinas gratuitas têm duração de três dias, sendo realizadas pela manhã e à tarde, desta terça-feira (3) até sexta-feira (5), das 8h às 12h. São abordados: a origem da glosa e da mesa de glosas e oralidade e identidade pajeúnica; produção literária de mulheres no improviso e na declamação e performance; métrica, rima e oração e estratégias e técnicas de criação do improviso. As aulas são ministradas no Centro de Cultura Professor Bernardo Jucá (Rua Governador Walfredo Siqueira, Centro, São José do Egito).<br />
Também é criada a <em>Cartilha da Glosa</em>, nos formatos impresso e e-book, sendo a culminância do projeto a realização da Mesa de Glosas, na sexta-feira (5), a partir das 15h, com disponibilidade de intérprete de libras junto ao grupo para fomentar a acessibilidade e inclusão.<br />
As inscrições para a etapa de São José do Egito podem ser feitas por meio do <a title="Oficina de Glosas - Nuances da Oralidade e da Escrita" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScKHjUx7RXXoJT8CuNYBDxcnKEHkcqpNB-xeeu9mvwrpfOJUA/viewform?pli=1" target="_blank">formulário</a>. Serão selecionadas 15 alunas.<br />
“A formação de mulheres na glosa representa um forte e estratégico movimento como uma forma de fortalecer o cenário da poesia de repente feita por mulheres fomentando a cultura do improviso da poesia popular”, destacam as organizadoras.<br />
“Nesta oficina as poetas glosadoras da nova geração, junto com a coordenadora de Mesa de Glosas, Luna Vitrolira, pesquisadora da modalidade e mestra em teoria da literatura, estão juntas incentivando o surgimento de novas vozes femininas no improviso, que darão continuidade a essa tradição”, destaca Taciana Enes, produtora executiva.</p>
<p><strong>A GLOSA -</strong> Dentre as centenas de atividades oficiais e paralelas da Festa de Louro, tradicional evento no calendário das artes em Pernambuco, a Mesa de Glosas é uma das mais prestigiadas. A modalidade de poesia de improviso, criada no Pajeú pernambucano, apresenta esquema rígido de funcionamento a partir de métrica em que os poemas são improvisados em décimas com motes elaborados pelo mediador da mesa e revelados apenas na hora da glosa para as poetas.<br />
“Essa estrutura de dois versos determina os assuntos, a forma métrica e as rimas a serem usadas no improviso, além de obrigatoriamente encerrar as estrofes”, explica Luna Vitrolira.<br />
Para a Festa de Louro 2024 as poetisas pretendem abordar temáticas relacionadas à contemporaneidade, como educação e igualdade, sem abrir mão de assuntos mais poéticos que exaltem a resistência e importância da arte.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Mote dado por Dayane Rocha: <em>As Mulheres de Repente têm a força do Sertão</em> (glosa: Erivoneide Amaral):</strong></span></p>
<p><em>Nasceu pra Mesa de Glosa</em><br />
<em>A primeira poetisa</em><br />
<em>Elenilda, que é precisa</em><br />
<em>Foi nossa primeira rosa.</em></p>
<p><em>Tem Dayane corajosa</em><br />
<em>Francisca que é explosão</em><br />
<em>Milene é só emoção.</em></p>
<p><em>Thaynnara completa a gente</em><br />
<em>As Mulheres de Repente</em><br />
<em>Têm a força do Sertão.</em></p>
<p><strong>UM 2023 ARRETADO -</strong> As artistas iniciam 2024 ainda em êxtase pelo sucesso do grupo em 2023, com direito a apresentações em São Paulo, na Festa Literária de Paraty (RJ), apresentações em eventos federais em Brasília (DF) e matérias na mídia importantes, com destaque para uma reportagem gravada pela TV Cultura para o programa <em>Metrópolis</em>.<br />
O grupo possui uma série de conteúdos disponível no Instagram <a title="mulheres_de_repente" href="https://www.instagram.com/mulheres_de_repente/" target="_blank">@mulheres_de_repente</a> e um pouco do resumo dos projetos nos últimos anos está disponível nos links <a title="Flup 22 - Mesa de Glosas do Sertão do Pajeú" href="https://www.youtube.com/watch?v=uhJEABdpdNg" target="_blank">Mesa de Glosa na Flup 2022</a> e <a title="Reportagem Mulheres de Repente - Comemoração dos 35 anos do Programa Metrópolis da TV CULTURA" href="https://www.youtube.com/watch?v=Si4vTb4TXB8" target="_blank">Mulheres de Repente: Comemoração dos 35 anos do Programa Metrópolis da TV Cultura</a>.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/card.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107463" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/card-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
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		<title>Mulheres repentistas do Sertão participam da Flip</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 18:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Projeto_Mulheres-Repentistas_-Pernambuco_-FLIP_2022.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97355" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Projeto_Mulheres-Repentistas_-Pernambuco_-FLIP_2022-513x486.jpeg" width="513" height="486" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, um grupo formado por oito jovens repentistas, de cinco cidades do Sertão do Pajeú, em Pernambuco, embarcam nesta quarta-feira (23) rumo à 20ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que acontece no Rio de Janeiro. Essa é a primeira vez que o projeto “Mulheres de Repente”, composto pelas glosadora e idealizadora do grupo, Luna Vitrolira; juntamente com as poetisas Elenilda Amaral, 35, (Afogados da Ingazeira); Francisca Araújo, 27,(Iguaracy); Milene Augusto, 20, (Solidão); e Thaynnara Queiróz, 30, (Afogados da Ingazeira); e Dayane Rocha, 26 (Brejinho de Tabira); participam do evento. Também reforçam o time, as produtoras do projeto, da cidade do Recife, Taciana Enes, 41, e Vick Vitoria, 61.</p>
<p>Durante os dias 25, 26 e 27, as jovens realizam apresentação da Mesa de Glosas &#8211; uma das importantes modalidades poéticas da tradição do improviso que representa a riqueza e a diversidade do sistema literário popular nordestino, presente, principalmente, na identidade cultural das cidades da região do Sertão do Pajeú, interior de Pernambuco. A proposta da atividade é transmitir, para os participantes da FLIP, uma vivência imersiva e prática da cultura literária pernambucana, como construção de poesias e versos a partir do olhar para fatos, experiências e vivências do dia a dia das mulheres. O espaço também tem como objetivo contribuir para o incentivo ao intercâmbio cultural entre artistas do Nordeste e do Sul do Brasil.</p>
<p><em>“Quando pensamos no universo da literatura popular e, mais especificamente o Repente, durante muito tempo, foi reproduzido o discurso de que não existiam mulheres improvisadoras, cantadoras e glosadoras. Porém, o que se sabe é que, nós, nordestinas, sempre lutamos por sair dessa invisibilidade. Isso foi um comportamento criado por homens machistas, que violavam o poder que nós, mulheres, sempre tivemos de ser poetas e glosadoras. Agora, chegou a hora de mostrar nossa liderança, força e arte, para além das questões de gênero. É preciso reconhecer o talento de todas nós, mulheres de raça, talento, coragem e donas de si, sobretudo de nossas palavras que ecoam o mundo. Queremos ser porta-voz do amor, do carinho, da solidariedade e, principalmente, da justiça social”</em>, diz Luna Vitrolira.</p>
<p>Além da Mesa de Glosas, as integrantes do projeto “Mulheres de Repente” comandam o workshop: “Glosa: nuances da oralidade e da escrita”, cuja ideia é repassar conhecimentos sobre os processos criativos e cognitivos para criação de versos, como técnica, métrica, escrita, memorização, agilidade, repertório, e questões de gênero que trazem para luz debates importantes sobre as mudanças na modalidade a partir do protagonismo feminino. Ao todo, serão quatro horas-aulas, com direito a certificado de participação.</p>
<p>“Dada a importância desse gênero para literatura oral, identidade poética pernambucana e, também, para a cena artística nacional, o projeto se apresenta como uma prática de resistência, manutenção e valorização da memória cultural e poética do sertão do Pajeú. Queremos ser cada vez mais reconhecidas e valorizadas no País”, finaliza Vitrolira.</p>
<p><strong>HISTÓRICO -</strong> O projeto “Mulheres de Repente” começou em 2018. De lá para cá, já percorreu eventos espalhados por todo o Brasil, como a Balada Literária (São Paulo), realizada no Centro Cultura Grajaú (SP); Festipoa Literária (Rio Grande do Sul), Festival de Inverno de Garanhuns (Pernambuco); Museu de Arte moderna de Salvador (Bahia); Pré &#8211; Balada Literária em Teresina (Piauí); Festa Literária das Periferias &#8211; FLUP (Rio de Janeiro), entre outros espaços e festivais locais e regionais.</p>
<p>Ainda dentro da agenda de trabalhos, com vistas para 2023, o projeto “Mulheres de Repente”, vai lançar um documentário. A obra, inédita, é pautada em um roteiro que chama atenção para o papel das mulheres dentro da cultura popular na construção de repentes e poesias.</p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, mulheres repentistas do Sertão do Pajeú apresentam-se no RJ</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 13:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60277" aria-labelledby="figcaption_attachment_60277" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-68-cópia-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-60277" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-68-cópia-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto será mediado pela escritora pernambucana Luna Vitrolira</p></div>
<p>Nesta segunda-feira (14), a partir das 16h, o Rio de Janeiro, através da FLUP (Festa Literária das periferias&#8221;, recebe o espetáculo “Mulheres de Repente”. A apresentação acontece no Museu de Arte do Rio, localizado no centro, próximo à praça Mauá, com participação e mediação da multiartista pernambucana Luna Vitrolira. As glosadoras, como são chamadas as artistas dessa modalidade que estarão no evento, trarão uma parte do Sertão do Pajeú para a capital carioca, destacando o protagonismo da nova geração de mulheres improvisadoras. A circulação do espetáculo conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>A programação da FLUP acontece entre os dias 11 e 18 de fevereiro, em homenagem à Semana de 22. Na segunda-feira (14), às 16h o espaço recebe a Mesa de Glosas: Mulheres de Repente, que contará com a participação de Elenilda Amaral (Afogados da Ingazeira), Francisca Araújo (Iguaracy), Milene Augusto (Solidão) e Thaynnara Queiróz (Afogados da Ingazeira), Todas sob coordenação de Luna Vitrolira e produção executiva de Taciana Enes.</p>
<p>A Mesa de Glosas é uma modalidade de poesia de improviso criada no Sertão do Pajeú e apresenta esquema rígido de funcionamento, a partir de métrica<br />
<em>&#8220;Os poemas são improvisados em décimas, a partir de motes elaborados por mim, enquanto mediadora, e revelados apenas na hora da glosa para as poetas. Essa estrutura de dois versos determina os assuntos, a forma métrica e as rimas a serem usadas no improviso, além de obrigatoriamente encerrar as estrofes”</em>, explica Luna Vitrolira.</p>
<p>A ideia é promover, no centro da capital carioca, uma vivência literária com diferentes poetas pernambucanas, valorizando a cadeia criativa local do Sertão do Pajeú, incentivando o intercâmbio de artistas da região para o Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p><em>“Os debates atuais acerca das questões de gênero na literatura brasileira questionam o número de autoras, considerado menor do que de autores que atuam no cenário contemporâneo. Quando pensamos no universo da literatura popular e mais especificamente o repente, durante muito tempo, foi reproduzido o discurso de que não existiam mulheres improvisadoras, cantadoras, glosadoras; na verdade, as poucas eram consideradas exceções, visto que essas eram atividades julgadas como masculinas, por serem realizadas majoritariamente por homens em ambientes noturnos de boemia”</em>, destaca Luna Vitrolira ao falar da idealização do projeto.</p>
<p>Ainda de acordo com ela o caminho em busca de maior espaço no campo literário pelas mulheres é parte do esforço da luta por voz e pelo direito de ocupação de territórios também artísticos. <em>“Esse é o caso das mulheres improvisadoras do Sertão do Pajeú que veem cada vez mais se destacando nas mesas. Mulheres de Repente é um projeto que pretende, portanto, ir de encontro, na prática, aos discursos que tiraram das mulheres, durante muito tempo no sertão, o direito de exercerem sua sensibilidade e criatividade poética no improviso. Nesta edição participarão quatro poetas glosadoras da nova geração que se destacam nessa modalidade, como uma forma de apoiar e incentivar o surgimento de novas vozes no improviso, poetas que darão continuidade a essa tradição”</em>, destacou.</p>
<p>Dada a importância desse gênero da literatura oral para a identidade poética pernambucana e para a cena artística nacional, o projeto se apresenta como uma prática de resistência, manutenção e valorização da memória cultural e poética do sertão do Pajeú, também como uma forma de contribuir para difusão dessa tradição, visando expandir, divulgar e promover a poesia de improviso fora do Estado de Pernambuco para que seja conhecida e valorizada no país.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre Luna Vitrolira</strong></span><br />
Pernambucana, 29 anos, é autora do livro &#8220;Aquenda &#8211; o amor às vezes é isso&#8221;, finalista do prêmio Jabuti 2019, que se transformou em projeto transmídia, com o qual estreou na literatura, na música e no cinema, recebendo destaque na crítica nacional. Luna é escritora, poeta, cantora, performer, apresentadora, palestrante, pesquisadora, licenciada em Letras e Mestra em Teoria da Literatura, pela UFPE. Desenvolve pesquisa acadêmica com ênfase em poética das vozes e poesia de improviso. É também idealizadora dos projetos “Estados em Poesia”, “De repente uma Glosa” e “Mulheres de Repente. Luna Vitrolira está representando o Estado de Pernambuco na Exposição FALARES do Museu da Língua Portuguesa, ao lado de Lia de Itamaracá e Miró da Muribeca.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo &#8220;Mulheres de Repente&#8221;<br />
Quando: 14 de fevereiro de 2022 (segunda-feira), às 16h<br />
Onde: Museu de Arte do Rio, FLUP &#8211; RJ<br />
Endereço: Praça Mauá, 5 &#8211; Centro, Rio de Janeiro &#8211; RJ, 20081-240)<br />
Acesso gratuito</p>
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