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	<title>Portal Cultura PE &#187; mulheres</title>
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		<title>Projeto resgata histórias de mulheres perseguidas pela DOPS em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 12:59:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O projeto de pesquisa “Mulheres e Resistências – caminhos de insubmissão nos arquivos da Delegacia de Ordem Política e Social de Pernambuco” será lançado hoje (16), das 10h às 11h30, no auditório do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano (APEJE), no Recife. O lançamento apresenta um e-book gratuito que reúne os resultados de uma pesquisa sobre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de pesquisa “Mulheres e Resistências – caminhos de insubmissão nos arquivos da Delegacia de Ordem Política e Social de Pernambuco” será lançado hoje (16), das 10h às 11h30, no auditório do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano (APEJE), no Recife. O lançamento apresenta um e-book gratuito que reúne os resultados de uma pesquisa sobre mulheres fichadas pela extinta DOPS/PE durante o Estado Novo. O projeto foi contemplado no Edital de Ações Criativas – Lei Paulo Gustavo (LPG) e conta com o apoio do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano, além do incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco, do Ministério da Cultura e do Governo Federal.</p>
<p>O acervo da Delegacia de Ordem Política e Social de Pernambuco, órgão repressivo criado com a instauração do Estado Novo, reúne milhares de prontuários policiais produzidos entre 1935 e 1946. A maioria desses registros refere-se a homens, mas cerca de 400 prontuários dizem respeito a mulheres. A pesquisa parte de uma pergunta central: quem eram essas mulheres e por que foram perseguidas pelo Estado?</p>
<p>Desenvolvido ao longo de 2025, o projeto resultou em uma revista eletrônica que sistematiza e amplia o acesso a informações sobre esse recorte específico do acervo da antiga DOPS-PE. A publicação reúne ensaios das sociólogas Anita Pequeno e Sophia Branco, autoras dos textos que compõem o e-book. Também participam da conversa a jornalista e produtora cultural Clarice Hoffmann, idealizadora do projeto e responsável pela sistematização dos dados dos prontuários analisados, e Marcos Dornelas, coordenador de acervos digitais do APEJE.</p>
<p>O lançamento será marcado por uma roda de diálogo, mediada por Maria Betânia Ávila, uma das fundadoras do SOS Corpo – Instituto Feminista para a Democracia. Durante o encontro, o público poderá conhecer trajetórias de mulheres negras e brancas, jovens e idosas, intelectuais e operárias, classificadas nos registros policiais como comunistas, anarquistas ou sindicalistas.</p>
<p>Além da roda de diálogo, prontuários sistematizados ao longo da pesquisa estarão em exibição no espaço do Arquivo Público. O acervo da extinta DOPS-PE é uma fonte central para estudos sobre o estado de suspeição, vigilância e repressão que marcou períodos ditatoriais do Brasil republicano, oferecendo subsídios para a reflexão sobre democracia, direitos humanos e cidadania.</p>
<p>Para democratizar o acesso aos resultados da pesquisa, o e-book será disponibilizado gratuitamente por meio de links nos perfis @mulhereseresistencias e @arquivopublicodepernambuco, no Instagram. Todas as imagens do livro eletrônico contam com audiodescrição, garantindo o acesso de pessoas com deficiência visual. A roda de diálogo contará ainda com intérpretes de Libras, assegurando a participação de pessoas com deficiência auditiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Seminário dá voz a mulheres na defesa do patrimônio cultural da Mata Norte</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 15:29:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120447" aria-labelledby="figcaption_attachment_120447" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Foto_-Salatiel-Cícero_Podcast-resgata-e-difunde-a-memória-das-mulheres-da-cultura-na-Zona-da-Mata1.jpg"><img class="size-medium wp-image-120447" alt="Foto: Salatiel Cícero/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Foto_-Salatiel-Cícero_Podcast-resgata-e-difunde-a-memória-das-mulheres-da-cultura-na-Zona-da-Mata1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Salatiel Cícero/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Ao longo da série “Nossa História, Nossa Memória – Temporada Mulheres na Cultura” – incentivada pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE e Fundarpe –  as vozes das mulheres que transformam a memória em arte e a tradição em resistência ecoaram em podcasts, revelando a força do protagonismo feminino na cultura patrimonial da Zona da Mata. Agora, esse universo sai do campo digital para ganhar presença física no Seminário Mulheres na Cultura, que será realizado nesta quarta-feira, dia 24 de setembro, às 13h, no Museu do Mamulengo de Glória do Goitá.</p>
<p dir="ltr">Na ocasião, o público irá se debruçar sobre a pesquisa audiovisual que documentou 15 histórias de mulheres da região canavieira, registradas e produzidas pela equipe do projeto. Sob a direção do jornalista e produtor cultural Gedson Pontes, que também assina o roteiro, as entrevistas ganharam corpo em áudio e vídeo.</p>
<p dir="ltr">A trilha sonora original é do trio de forró As Januárias, que empresta ao projeto a musicalidade da cultura popular nordestina. A identidade visual foi criada pela professora e especialista em artes gráficas Giselle Araújo, enquanto o web design tem assinatura de Humberto Victor.</p>
<p dir="ltr">A apresentação e produção são da jornalista Josinalda Marinho, com coordenação geral de Salatiel Cícero. Para garantir acessibilidade, o projeto conta ainda com audiodescrição de Crislaine Xavier e tradução em Libras por Hewelyn Kimberly.</p>
<p dir="ltr">Com mediação da jornalista e produtora cultural Josi Marinho, o seminário será um espaço de escuta e diálogo. Mais do que debater, a proposta é aproximar o público das histórias e experiências das mulheres que, com sua arte e seus saberes, moldam o patrimônio da região canavieira.</p>
<p dir="ltr">Gastronomia, artesanato, literatura de cordel, audiovisual, ciranda, coco, maracatu e mamulengo — todas essas expressões, que habitam o cotidiano das mestras e artistas, estarão em pauta como elementos vivos da identidade cultural pernambucana.</p>
<p dir="ltr">Durante o encontro, algumas das personagens ouvidas na série farão participações especiais, trazendo suas impressões e interagindo diretamente com o público. Essa presença reforça a ideia de que o seminário é mais do que um debate: é um encontro entre quem vive a cultura e quem deseja compreendê-la mais de perto.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Seminário dá voz a mulheres na defesa do patrimônio cultural da Mata Norte</strong></p>
<p dir="ltr">Quando: Quarta-feira, dia 24 de Setembro</p>
<p dir="ltr">Onde: Museu do Mamulengo de Glória do Goitá I Rua Cleto Campêlo, s/n, Centro</p>
<p dir="ltr">Horário: 13h</p>
<p dir="ltr">Ingresso: Gratuito</p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a href="instagram.com/podcastnossahistoria">@podcastnossahistoria</a><a href="http://www.instagram.com/podcastnossahistoria"><br />
</a></p>
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		<title>Sétima edição do Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba na Malakoff</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/setima-edicao-do-encontro-nacional-e-internacional-de-mulheres-na-roda-de-samba-e-confirmada-no-recife-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 19:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Considerado o maior evento de mulheres sambistas, o Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba acontece, neste sábado (30),  simultaneamente em 25 cidades do Brasil e do Exterior. No Recife o encontro é na Torre Malakoff, que fica na Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife, com início às 13h. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-29-at-16.24.47.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114810" alt="WhatsApp Image 2024-11-29 at 16.24.47" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-29-at-16.24.47-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Considerado o maior evento de mulheres sambistas, o Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba acontece, neste sábado (30),  simultaneamente em 25 cidades do Brasil e do Exterior. No Recife o encontro é na Torre Malakoff, que fica na Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife, com início às 13h.</p>
<p>O formato prevê que as rodas aconteçam simultaneamente nas diferentes localidades, com músicas da Mulherageada do Ano: Áurea Martins e da Clementina de Jesus, além de compositoras do Brasil. No repertório nacional, músicas como “Não vadeia”, e  “Marinheiro”, de Clementina de Jesus, “Banho de Manjericão” e “Ponto das Caboclas” de Áurea Martins.</p>
<p>No Recife estão confirmadas as cantoras Karynna Spinelli, Kira, Helena Cristina,  Selma do Samba, Surama Rheis, Maria Pagodinho, Alice Fernanda, Keka Villaverde, Elaine Cristina, Angélica Criss, Manu Travassos, Nena Queiroga, Carla Rio, Rafaela Nascimento, Sue, Joana Xeba, Leyde do Banjo e Gracinha do Samba, além da banda formada por mulheres com a coordenação e direção musical de Leila Chaves e Bárbara Regina.</p>
<p>O encontro tem sua equipe técnica e de produção composta por mulheres e em sua abertura conta com um importante diálogo sobre as dificuldades e o espaço das mulheres no samba. Com produção de Paloma Lima, Rhaíssa Ramos, Rita Chaves, Karynna Spinelli, Fernanda Almeida, Bia Chaves e  Suellen Sabrina e a direção técnica de Raynnara Lima.</p>
<p>O encontro conta, ainda, com a Gira de Diálogos: “O batuque delas” com Gabriela Apolônio, Mãe Beth de Oxum, Joaninha Dias, Jadion Santos e Carol Madureira e com acessibilidade de intérprete de libras com Polyana Alves e o Centrae. O encerramento do Encontro será com o show do Coco de Mulheres .</p>
<p>No decorrer do Encontro, o público vai poder curtir delícias da culinária e a beleza do artesanato pernambucano feito por mulheres .</p>
<p>SOBRE O ENCONTRO &#8211; O Encontro Nacional das Mulheres na Roda de Samba é um evento anual, que teve sua primeira edição em 2018. Idealizado pela cantora Dorina, o projeto tem a proposta de unir as rodas de samba femininas, assim como cantoras e instrumentistas de samba, de todo o país, criando uma rede entre as artistas e aumentando as trocas culturais, além de contribuir para fortalecer a divulgação para o público da força feminina do samba.</p>
<p>A estreia reuniu diversas cidades como: Belo Horizonte e Juiz de Fora (MG), Brasília (DF), Curitiba e Londrina (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). Além das cidades brasileiras, foi realizado nas cidades vizinhas, La Plata e San Martín de los Andes, na Argentina.</p>
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		<title>Protagonismo feminino e diversidade das tradições pernambucanas marcam o sábado no País das Culturas Populares</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 08:09:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Se um dia a presença feminina na cultura popular já foi proibida, o palco do País das Culturas Populares de hoje provou que essa é uma realidade que ficou presa ao passado.</p>
<p>O protagonismo feminino nas diferentes culturas populares e a potência de tradições pernambucanas foram o destaque deste sábado no palco-caminhão .Teve programação durante todo o dia com representantes da cultura de boi, do bacamarte, afoxé, caboclinhos, pífano e ciranda. A diversidade e a riqueza da cultura pernambucana esteve representada durante todo o dia.</p>
<p>De manhã, o Boi Mimoso de Caruaru e a Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo de Santo Agostinho desfilaram em cortejo representando duas das tradições centenárias do Estado.</p>
<p>&#8220;Fizemos esse cortejo pelas ruas de Caruaru, cidade dos bacamarteiros, e ficamos muito felizes de poder estar nesse lugar onde tudo começou. Foi lindo.”, disse Ivan Marinho, membro da Sobac.</p>
<p>Já Igor Glauco, vice-presidente do Boi Mimoso de Caruaru, destacou a importância da tradição da cultura de boi no Estado. “A tradição do boi aqui vem desde o tempo da escola de samba da minha mãe, que quando acabou o carnaval não tínhamos com o que brincar e criamos o boi para poder brincar o ano todo”, explicou.</p>
<p>De tarde, o Afoxé Oxum Pandá iniciou os trabalhos com beleza e a ancestralidade do ritmo. De origem vinculada ao movimento negro de Olinda, o Afoxé Oxum Pandá nasceu em 1995, por uma iniciativa do babalorixá Genivaldo Barbosa Lemos, após anos de contribuição e militância no Afoxé Alafin Oyó.</p>
<p>Foi de uma consulta através dos búzios aos Orixás que, Oxum Pandá (divindade guerreira da beleza, riqueza e amor) se apresentou como patrona da nova entidade.</p>
<p>Em seguida, o Bloco de Caboclinhos do Sítio Melancia de João Alfredo, tradicional grupo que mantém viva a força dessa cultura indígena do Agreste de Pernambuco.</p>
<p>A terceira atração do dia foi o grupo vocal feminino Encantaria, evocando a força da mulher e a beleza rítmica por meio da voz.</p>
<p>&#8220;É um prazer imenso estar nesse primeiro ano de festival, foi um show lindo com muito axé e esperamos voltar mais vezes pra esse festival que foca no espaço para a artista local”, destacou Marcela Souza, vocalista do Esncantaria.</p>
<p>Vitória do Pife, um dos nomes mais interessantes da nova cena autoral de Pernambuco, encerrou o dia do palco com um show que demonstra o norte de sua carreira: respeita a tradição do pífano, instrumento característico da cidade e que ela escolheu com seu, ao mesmo tempo que aponta para o futuro ao unir elementos pop com regionais.</p>
<p>Desde o primeiro momento em que pisou no País das Culturas Populares, a artista domina o palco com o som do pife e com sua presença bem humorada. Apesar de jovem e de ter uma carreira musical recente, Vitória já conta com um repertório afinado e coeso.</p>
<p>Natural do bairro do Salgado, o mais populoso munícipio de Caruaru, Vitória estava literalmente em casa. Totalmente confortável, a jovem convidou sua irmã para uma participação no show e teve seus pais e avós na plateia. Com uma banda afinada, Vitória demonstrou porque é uma mestra no instrumento com canções autorais, e versões de músicas clássicas do cancioneiro pernambucano.</p>
<p>“Eu tô energizada, fiquei muito feliz de estar na programação desse festival. Precisamos de mais festivais como esse para dar voz ao povo de Pernambuco”, disse a cantora.</p>
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		<title>Chuva no País da Música é só Chuva de Sombrinhas</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 02:30:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A chuva até ensaiou chegar no polo País da Música, neste sábado (3), no município de Pesqueira (Agreste), quarta etapa do itinerante Festival Pernambuco Meu País. Mas o que houve mesmo foi Chuva de Sombrinhas &#8211; aliás, duas vezes. O frevo ditou o ritmo nas apresentações do cantor Kleber Araújo, da Orquestra 100% Mulher e do também cantor Nonô Germano em uma noite de Carnaval fora de época.</p>
<p>Oriundo Arcoverde (Sertão), Kleber Araújo trouxe para Pesqueira seu frevo sanfonado, com uma pitada de forró, da tradição de Sivuca e Dominguinhos, ou o &#8220;frevo do Sertão&#8221;, como também denomina. Além de temas próprios, interpretou canções menos óbvias do gênero, como Noites Olindenses (Carlos Fernando), famosa na voz de Caetano Veloso; De Chapéu de Sol Aberto (Capiba), Sedução (Luiz Bandeira), sucesso com Beth Carvalho; Sou Eu Teu Amor (Alce Valença &amp; Carlos Fernando); Coisa Acesa (Moraes Moreira &amp; Fausto Nilo); Chuva, Suor e Cerveja (Caetano Veloso); Vassourinha Elétrica (Moraes Moreira); Pagode Russo (Luiz Gonzaga &amp; João Silva); e Riacho do Navio (Luiz Gonzaga &amp; Zé Dantas). E, claro, chegando ao clímax com o tradicional Vassourinhas.</p>
<p>Criada em 2003 visando preservar, divulgar e fortalecer os ritmos pernambucanos e vencer o preconceito, a Orquestra 100% Mulher, a partir de uma ideia da clarinetista Carmem Pontes e de Elizabete Bezerra, integrantes da Banda Sinfônica Cidade do Recife. Em um universo predominante masculino o conjunto faz uma grande diferença. Em Pesqueira, o repertório escolhido foi dominado pelo frevo.</p>
<p>Começou com o icônico Frevo Mulher (Zé Ramalho) e seguiu com Tropicana (Alceu Valença &amp; Vicente Barreto), Me Segura Senão Eu Caio (J. Michiles), Oh! Bela (Capiba), Madeira que Cupim Não Rói (Capiba), Último Regresso (Getúlio Cavalcanti), Ciranda da Rosa Vermelha (Alceu Valença), Arrea a Lenha, Sombra de Sombrinhas (André Rio, Nena Queiroga &amp; Beto Leal) e&#8230; Vassourinhas!</p>
<p>E para a folia ficar completa, a noite se encerrou com Nonô Germano, herdeiro da tradição da voz das orquestras de frevo imortalizada por seu pai, Claudionor Germano, Patrimônio Vivo de Pernambuco. Aí foi a vez da máquina de clássicos do gênero, com Voltei Recife (Luiz Bandeira), Frevo e Ciranda (Capiba), Ceroula (hino, de Milton Bezerra de Alencar), Tropicana (Alceu Valença &amp; Vicente Barreto), Hino do Elefante de Olinda (Clídio Nigro &amp; Clóvis Vieira), Trombone de Prata (Capiba) e a supracitada Chuva de Sombrinhas.</p>
<p>Versátil, Nonô ainda fez o coco de roda Fica pra Depois, sucesso da banda Versão Brasileira; um medley de cirandas; Não Devo Nada a Ninguém (O Conde do Brega) e Arrea a Lenha. E prestou um tributo a Reginaldo Rossi com a autoral No Reinado do Frevo (parceria com Henrique Effe e Leo Pimentel).</p>
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		<title>País da Música tem vozes femininas que precisam ser melhor ouvidas</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jul 2024 04:27:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma cantora possui 29 anos de carreira; a outra 13 anos. Apesar do tempo de profissão, e da carreira sólida, as pernambucanas Riah e Dani Carmesin ainda lutam pelo reconhecimento merecido. Na segunda etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024, nesta sexta-feira (19), no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste), ambas realizaram apresentações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma cantora possui 29 anos de carreira; a outra 13 anos. Apesar do tempo de profissão, e da carreira sólida, as pernambucanas Riah e Dani Carmesin ainda lutam pelo reconhecimento merecido. Na segunda etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024, nesta sexta-feira (19), no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste), ambas realizaram apresentações no palco País da Música que comprovam o talento e a expertise dessas vozes experientes de nosso Estado. Todas as performances contaram com recursos de libras, a língua brasileira de sinais.</p>
<p>A primeira a subir ao palco foi Riah, com seu show Releitura dos Mestres, em que presta tributo a grandes compositores e intépretes da música popular brasileira mesclado com canções próprias e de outros artistas pernambucanos. Representante do povo originário xucuru de iororubá, a cantora está hoje radicada na cidade de Caruaru, também no Agreste, onde bebe das influências musicais da região.</p>
<p>Autointitulada como artista world pop, Riah revenciou os mestres em canções como Carcará (João do Vale &amp; José Cândido), Espumas ao Vento (Accioly Neto), Cabecilé (Azulão), Emoriô (João Donato &amp; Gilberto Gil), Ai que Saudade de Ocê (Vital Farias), Jogo de Cintura (Nando Cordel) e Dê Um Rolê (Moraes Moreira/Galvão). De sua autoria, cantou temas como Cangibrina (Riah) e Obá Xangô. Ainda incluiu Você Diz, música de Kleber Magrão, vocalista da banda Cascabulho. Todo o repertório com versões personalíssimas, com arranjos e direção de Hugo Linns, que integra sua banda tocando viola.</p>
<p>Já Dani Carmesin fez um show predominantemente rock and roll com canções que fazem parte de seus álbuns, EPS e singles autorais, como O Ciclo, O Cheiro do Medo, Víbora, Libriana, Gelo, Por Essas e Outras, De Dentro pra Fora, Playboy, Enigma de Jards, Loop Infinito e Memória Queijo Coalho.</p>
<p>Dani ainda interpretou Lá, de Karina Buhr, da época da banda Comadre Florzinha (com Isaar de França e Alessandra Leão), lembrando que, após três décadas do movimento mangue, é preciso enfatizar que a cena pernambucana dos anos 1990 para cá tem sim vozes e instrumentistas femininas, além de compositoras, que precisam ter melhor reconhecido seu lugar na história.</p>
<p>Assim o Palco Música do Festival Pernambuco Meu País 2024 teve seu início em Bezerros, nesta sexta-feira: com duas mulheres músicas, talentosas e experientes, que mostram no palco, como há muitos anos, que nada falta, da parte delas, para que recebam o merecido reconhecimento de suas carreiras.</p>
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		<title>Relicárias dá nome, corpo e voz às mulheres negras na dança do frevo</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2024 17:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assim como o dicionário formal da língua portuguesa não reconhece a palavra relicária, a história oficial de um dos principais ritmos de Pernambuco, o frevo, não contempla como deveria as mulheres em sua gênese. Pesquisa inédita realizada em Pernambuco começa a tirar da invisibilidade a história de mulheres negras, entre capoeiristas, trabalhadoras, marginalizadas, que viveram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como o dicionário formal da língua portuguesa não reconhece a palavra relicária, a história oficial de um dos principais ritmos de Pernambuco, o frevo, não contempla como deveria as mulheres em sua gênese. Pesquisa inédita realizada em Pernambuco começa a tirar da invisibilidade a história de mulheres negras, entre capoeiristas, trabalhadoras, marginalizadas, que viveram no Recife na época em que o frevo dava seus primeiros passos e que foram presas simplesmente por dançá-lo na via pública. Os vestígios da presença dessas mulheres emergiram das páginas policiais de jornais do início do século 20 e agora, mais de 100 anos depois, a pesquisa Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo dá nome, corpo e voz a essas mulheres pioneiras, contemplada com o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). A mostra do processo de pesquisa, em formato de apresentação artística, é apresentada este domingo (26), às 15h, no Paço do Frevo, com entrada gratuita, mediante distribuição de senha, e acessibilidade em libras.</p>
<p>À frente da pesquisa estão as dançarinas e pesquisadoras Rebeca Gondim, Marcela Felipe, Ailce Moreira, Bell Puã e Vanessa Marinho. Nos últimos dois anos elas se debruçaram em textos e imagens sobre o frevo dedicadas a dar vida a mulheres como Olindina Olívia da Conceição e Maria da Hora Tavares, Maria Facão, presas supostamente por cometer delitos como jogar capoeira, embriaguez e por “ouvir música em frente a uma festa privada”. A partir desses vestígios encontrados nos jornais da época, as pesquisadoras buscaram recriar de forma poética as biografias das personagens da vida real recheando com dados históricos, elementos visuais da dança, como figurino e o território onde viveram as personagens, a gestualidade e os passos executados na época, e apresentá-las em carne e osso.</p>
<p>“Além de Olindina e Maria Facão, o público vai conhecer Ana Maria Luiza Tavares da Conceição, Neidinha, uma terceira personagem que é uma junção de várias outras mulheres que apareceram na pesquisa, trabalhadoras da rua, como as quitandeiras, sem ter sequer seus nomes citados”, destaca Rebeca Gondim. Segundo a pesquisadora, uma das partes mais difíceis da pesquisa foi levantar a forma de dançar das antepassadas. “Trabalhamos a imaginação tendo como base os movimentos da capoeira e as experiências corporais de cada uma”, conta.</p>
<div id="attachment_109874" aria-labelledby="figcaption_attachment_109874" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Filipe Gondim/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/bailarinas-Ailce-Moreira-Marcela-Felipe-e-Rebeca-Gondim-foto_-Filipe-Gondim-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-109874" alt="Filipe Gondim/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/bailarinas-Ailce-Moreira-Marcela-Felipe-e-Rebeca-Gondim-foto_-Filipe-Gondim-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As bailarinas Ailce Moreira, Marcela Felipe e Rebeca Gondim</p></div>
<p>A pesquisa foi realizada em três etapas nas quais a equipe aprofundou os conhecimentos em laboratórios de criação conduzidos por artistas e pesquisadores convidados/as. A historiadora Vanessa Marinho foi a responsável pela condução da pesquisa historiográfica; a poeta e escritora Bell Puã conduziu um laboratório de poesia e performance (escrita, corpo e voz); o fotógrafo e artista visual Filipe Gondim e a dançarina e figurinista Maria Agrelli conduziram a oficina para levantamento dos elementos visuais da dança, entre fotografias e figurinos. O grupo também realizou entrevistas com dançarinas de frevo contemporâneas, como Zenaide Bezerra, Lucélia Albuquerque, Geciland Monteiro (Landinha), Valéria Vicente, Dadinha Gomes, Renach Reiva, Francis Souza, Marinez Barbosa e Joelma Evaristo.</p>
<p>Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo foi contemplado com o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). Além da mostra pública dos resultados da pesquisa, o projeto deixa como legado um podcast, produzido por Janaína Oliveira, do @negraslinhas, com uma audioconversa sobre o processo da pesquisa e as histórias das mulheres pesquisadas, além de fotocolagens das personagens pesquisadas. Esse material é lançado na próxima sexta-feira (31) no perfil do Instagram (@relicariasdofrevo).</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p>Artistas-pesquisadoras: Ailce Moreira, Bell Puã, Marcela Felipe e Rebeca Gondim<br />
Pesquisadora-historiadora: Vanessa Marinho<br />
Artista, pesquisador-visual e fotógrafo: Filipe Gondim<br />
Produtora e figurinista: Maria Agrelli<br />
Consultora da pesquisa: Ailce Moreira<br />
Gravação e edição do podcast: Janaína Oliveira | podcast Negras Linhas<br />
Intérprete de libras: Joselma Santos e Jéssica Santos<br />
Consultoria de acessibilidade: VouSer Acessibilidade | Andreza Nóbrega<br />
Assessoria de Imprensa: Ana Nogueira</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo -</strong> <em>domingo (26), às 15h, no Paço do Frevo (Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife). Entrada gratuita (com distribuição de senha) e acessibilidade em libras</em></p>
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		<title>Janeiro é palco para Tempo e Memória em filme e processo de espetáculo, com acesso gratuito, na Caixa Cultural do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 19:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 23 (terça) e 24 (quarta) de janeiro, sempre às 20h, a Caixa Cultural do Recife recebe, com acesso gratuito, a estreia do documentário “Ensaio da memória” e o ensaio aberto do espetáculo documental “Ensaio do agora” que abordam tempo e memória a partir de histórias de mulheres com mais de 60 anos. Os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02580.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107767" alt="DSC02580" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02580-607x432.jpg" width="607" height="432" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;">Nos dias 23 (terça) e 24 (quarta) de janeiro, sempre às 20h, a Caixa Cultural do Recife recebe, com acesso gratuito, a estreia do documentário “Ensaio da memória” e o ensaio aberto do espetáculo documental “Ensaio do agora” que abordam tempo e memória a partir de histórias de mulheres com mais de 60 anos. Os dois trabalhos integram o projeto “Contornos do tempo”, da artista e comunicadora Natali Assunção que, a partir de conversas com nove mulheres da terceira idade sobre o tema indicado, vem realizando quatro obras: um ensaio fotográfico (Ensaio do efêmero), um livro (em construção), o filme e o espetáculo em questão.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), pessoa idosa é toda aquela com mais de 60 anos nos países em desenvolvimento e com mais de 65 nos países desenvolvidos e o Brasil é o sexto país do mundo no que se refere à quantidade de pessoas com mais de 60 anos, sendo o envelhecimento da população a principal característica demográfica do planeta. Ainda assim, é comum que essa parcela da população seja vista como descartável no ocidente, especialmente por estar no limite do que se considera uma pessoa economicamente produtiva em uma sociedade capitalista. Dessa maneira, presenciamos, com frequência, o apagamento direcionado aos idoses por meio do abandono e do recorrente olhar que insiste em dar a vida desse grupo como acabada, ainda que esse comportamento seja um retrocesso já que descarta conhecimento, experiência e vivência de pessoas que atendem por muitos nomes, localidades, sonhos, desejos, tristezas, dores e histórias formando o tecido social e trazendo consigo perspectivas únicas, como todes nós.</span></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02554PH.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107768" alt="DSC02554PH" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02554PH-603x486.jpg" width="603" height="486" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;">O filme “Ensaio da memória”, dirigido por Natali Assunção, apresenta mulheres que falam, sentem e pensam tempo e memória partilhando experiências em um tecer conjunto que aborda questões referentes a vivências, amor, sofrimento, sonhos e sociedade. Esse é um encontro entre a artista e essas mulheres em um processo de fala e escuta em um desvelar de camadas que diz sobre elas, mas também sobre nós.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Já o espetáculo “Ensaio do agora” apresenta três atores que se encontram com as narrativas dessas mulheres e vivem uma experiência com direção e dramaturgia construídas pelo elenco que é composto por Analice Croccia, Domingos Júnior e Natali Assunção. A apresentação na Caixa cultural do Recife possibilita uma abertura de processo propondo a realização de um ensaio aberto dessa construção a fim de estabelecer uma troca entre público e artistas fomentando a formação de público, o debate sobre criação e temáticas abordadas e a partilha de uma pesquisa em diferentes linguagens que vem sendo desenvolvida na cidade. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Para que esse processo de troca se estabeleça o evento conta ainda com uma roda de diálogo após cada apresentação. Na terça, quem media a conversa é a pesquisadora, documentarista e mestra em Educação, Juliana Lima. Ela é realizadora audiovisual desde 2010, integra a Associação dos Profissionais no Audiovisual Negro (APAN) e o coletivo Negritude Audiovisual Pernambuco e, atualmente, trabalha no desenvolvimento de roteiros de longa-metragens e séries para tv e streaming.</span></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02522.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107769" alt="DSC02522" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02522-607x372.jpg" width="607" height="372" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;"> No dia 24, quem media o diálogo é a atriz, pesquisadora, dramaturga e produtora cultural HBlynda Morais, bixa, preta, gorda e não-binária. Mestranda em Educação Contemporânea (UFPE), licenciada em História (UPE), Membro do grupo de Estudos de História e Gênero da UPE e GT de Gênero da Associação Nacional de Pesquisa em História (ANPUH), atuando principalmente nos seguintes temas: Identidades, Gênero e Sexualidades, Teoria Queer, Relações étnico-raciais, Direitos Humanos e Ensino de História.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O documentário se apresenta como uma possibilidade de revisitar memórias e propagar histórias valorizando nossas vivências e bagagens pessoais, além de servir como lupa para a sociedade da qual fazemos parte com suas belezas e feridas expostas, trata-se de um “testemunho de existências”. (SOLER, 2010, p. 10). Este trabalho pretende possibilitar, portanto a propagação de narrativas de mulheres cujas narrativas, muitas vezes, são ignoradas. </span></p>
<p><b><span style="font-size: medium;"><br />
</span></b><b><span style="font-size: medium;">SERVIÇO  – CONTORNOS DO TEMPO</span></b></p>
<p><b><span style="font-size: medium;">FILME &#8211; Ensaio da memória<br />
</span></b><span style="font-size: medium;">Mediação: Juliana Lima<br />
</span><span style="font-size: medium;">Data: 23.01</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><b>TEATRO &#8211; Ensaio</b> <b>do </b><b>agora<br />
</b></span>Mediação: HBlynda Morais<br />
<em id="__mceDel"><span style="font-size: medium;">Data: 24.01</span></em></p>
<p><span style="font-size: medium;"><b>Sempre</b> às 20h &#8211; Entrada gratuita – Retirada dos ingressos no local, uma hora antes de cada apresentação<br />
</span><em id="__mceDel"><span style="font-size: medium;">Local: Caixa Cultural do Recif<wbr />e - Av. Alfredo Lisboa, 505, R<wbr />ecife Antigo<br />
</span></em><em id="__mceDel"><span style="font-size: medium;">Realização: Memória em chamas (@memoriaemchamas)</span></em></p>
<div>
<p><b><span style="font-size: medium;">Folder online:</span></b></p>
<p><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1YXmfLRi22GDCwX4n1DaKC5vIJHF_lN_5" target="_blank" rel="nofollow" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://drive.google.com/drive/folders/1YXmfLRi22GDCwX4n1DaKC5vIJHF_lN_5&amp;source=gmail&amp;ust=1705432687481000&amp;usg=AOvVaw1-WE61tCYVFeDU4hzMDXLz"><span style="font-size: medium;">CONTORNOS DO TEMPO &#8211; FOLDER ONLINE &#8211; Google Drive</span></a></p>
</div>
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		<title>Recife é uma das cidades confirmadas no 6º Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 13:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Considerado o maior evento de mulheres sambistas, o Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba acontece, neste sábado (25), simultaneamente em 25 cidades do Brasil e do Exterior. No Recife o encontro é na Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife), com início às 13h. O acesso é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106515" aria-labelledby="figcaption_attachment_106515" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-15.01.51.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106515" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-15.01.51-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba</p></div>
<p>Considerado o maior evento de mulheres sambistas, o Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba acontece, neste sábado (25), simultaneamente em 25 cidades do Brasil e do Exterior. No Recife o encontro é na Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife), com início às 13h. O acesso é um quilo de alimento não perecível, que será doado à Comunidade do Pilar, e tem o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) com realização da Mulucum Produções.<br />
O formato prevê que as rodas aconteçam simultaneamente nas diferentes localidades, com músicas da Mulherageada do Ano: Tereza Cristina e canções de compositoras do Brasil. No repertório nacional são cantadas por todas as mulheres as músicas <em>Candeeiro</em>, <em>Cantar</em> e <em>Pagode da Tia Surica</em>.<br />
No Recife estão confirmadas as cantoras Karynna Spinelli, Carla Rio, Elaine Cristina, Helena Cristina, Manu Travassos, Luana Tavares, Amanda Ganimo, Keka Villaverde, Dona Selma do Samba, Mônica Feijó, Nena Queiroga, Surama Rheis, Gabi do Carmo, Pandora, Sofia Souza, Gerlane Lops, Kïra Spinelli, Sue, Joannah Flor e Angélica Cris, além da banda formada por mulheres com a coordenação e direção musical de Leila Chaves e Bárbara Regina.<br />
O encontro tem sua equipe técnica e de produção composta por mulheres e em sua abertura conta com um importante diálogo sobre as dificuldades e o espaço das mulheres no samba. O evento traz ainda show de Karynna Spinelli e Helena Cristina, além de feira de empreendedorismo.</p>
<p><strong>SOBRE O ENCONTRO -</strong> O Encontro Nacional das Mulheres na Roda de Samba é um evento anual que teve sua primeira edição em 24 de novembro de 2018. Idealizado pela cantora Dorina, do Rio de Janeiro, o projeto tem a proposta de unir as rodas de samba femininas, assim como cantoras e instrumentistas de samba de todo o País, criando uma rede entre as artistas e aumentando as trocas culturais, além de contribuir para fortalecer a divulgação para o público da força feminina do samba.<br />
A estreia reuniu diversas cidades como Belo Horizonte e Juiz de Fora (MG), Brasília (DF), Curitiba e Londrina (PR), Florianópolis, Fortaleza, Maceió, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Além das cidades brasileiras foi realizado em La Plata e San Martín de Los Andes, na Argentina. Mais informações no <a title="Mulheres Na Roda de Samba (PE)" href="https://www.instagram.com/mrsrecife/" target="_blank">Instagram</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Espetáculo leva vivências artísticas para mulheres negras, rurais e periféricas do interior do Estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-leva-vivencias-artisticas-para-mulheres-negras-rurais-e-perifericas-do-interior-do-estado/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 13:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Teatro Geraldo Barros]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo recente, apontou, que 45% das mulheres brasileiras apresentaram, no contexto pós-pandemia de covid-19, um quadro de diagnóstico de ansiedade, depressão ou outros tipos de transtornos mentais. Pensando nisso, de 6 a 8 de novembro, o município de Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, recebe pela primeira vez o espetáculo Lua: Uma Imersão no Sentir. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106174" aria-labelledby="figcaption_attachment_106174" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Qorpo/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Projeto-cultural-leva-vivências-artísticas-para-mulheres-negras-rurais-e-periféricas-do-interior-de-Pernambuco-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-106174" alt="Qorpo/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Projeto-cultural-leva-vivências-artísticas-para-mulheres-negras-rurais-e-periféricas-do-interior-de-Pernambuco-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Lua: Uma Imersão no Sentir</p></div>
<p>Um estudo recente, apontou, que 45% das mulheres brasileiras apresentaram, no contexto pós-pandemia de covid-19, um quadro de diagnóstico de ansiedade, depressão ou outros tipos de transtornos mentais. Pensando nisso, de 6 a 8 de novembro, o município de Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, recebe pela primeira vez o espetáculo <em>Lua: Uma Imersão no Sentir</em>. O evento, realizado no Sesc Arcoverde (Rua Capitão Arlindo Pacheco de Albuquerque, nº 364, Centro), tem acesso gratuito e conta com o incentivo da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo do Estado, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
A ação tem ainda como proposta proporcionar às mulheres negras, rurais e periféricas, do município e região, um conjunto de vivências culturais, por meio de música, dança e rodas de diálogo, para uma construção de mais afeto, amor próprio e reflexão para o autocuidado da saúde mental e bem-estar do público feminino.<br />
O espetáculo, dividido em seis blocos e 18 cenas, foi elaborado pela artista pernambucana, bailarina, cantora, compositora, produtora cultural e coordenadora do projeto, Luana Costa, Lua. “Em 2019 me vi com TAG (transtorno de ansiedade generalizada) e, através da percepção e diagnóstico da doença, resolvi desenvolver uma trilha sonora de apreciação e baixas frequências que me levavam para um estado de pausa e meditação”, explica Lua ao transformar a experiência própria em um espetáculo para chegar às outras mulheres pernambucanas. A ação aconteceu graças à aprovação no edital da Lei Aldir Blanc Pernambuco.<br />
Dentro do evento há um encontro imersivo para 60 mulheres diagnosticadas com psicopatologias e que são assistidas pelo Centros de Apoio Psicossocial (Caps) de Arcoverde e seu entorno. “São três dias de oficinas. Em cada dia um grupo de 20 mulheres vai poder experienciar uma oficina de consciência corporal e expressão. Além disso, o projeto proporciona ao público feminino uma roda de conversa com a psicóloga Janaína Cavalcanti”, antecipa Lua.<br />
O ponto alto da programação é o espetáculo <em>Lua: Uma Imersão no Sentir</em>, encenado no Teatro Geraldo Barros do Sesc Arcoverde. O espaço, que tem capacidade para acomodar 154 pessoas, tem três sessões gratuitas: segunda-feira (6), terça-feira (7) e quarta-feira (8), sempre a partir das 11h. A exibição conta com intérprete de libras e é gratuita, bastando retirar os ingressos uma hora antes do início do evento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação</strong></span></p>
<p>Segunda (6), terça (7) e quarta-feira (8)</p>
<p>8h &#8211; Oficina de Consciência Corporal e Expressão com Lua<br />
9h30 &#8211; Roda de conversa com a psicóloga Janaína Cavalcanti<br />
10h30 &#8211; Intervalo<br />
11h &#8211; Espetáculo <em>Lua</em> no Teatro Geraldo Barros</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficha técnica</strong></span></p>
<p>Direção geral, roteiro, performance e voz: Lua<br />
Direção artística e cenografia: Edvaldo Siry<br />
Direção musical, guitarra e violão: Lígia Fernandes<br />
Percussão: Jam da Silva<br />
Programação de beat: Erick Amorim<br />
Iluminação: Natalie Revoredo<br />
Fotografia: Tati Lima<br />
Produção executiva e local (Garanhuns): Carminha Lins<br />
Produção local (Arcoverde): Ney Mendes<br />
Assessoria deiImprensa: Salatiel Cícero<br />
Identidade visual: Alícia Cohim<br />
Intérprete de libras: Maria Cláudia Silva<br />
Psicóloga consultora e palestrante: Janaína Cavalcanti</p>
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