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	<title>Portal Cultura PE &#187; Multicultural</title>
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		<title>Três oficinas acontecem em Caruaru neste domingo, encerrando País das Artes Cênicas</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 22:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma oficina de dança, coordenada por Marcela Felipe e com três horas de duração, aconteceu na área central de Caruaru, ao longo da manhã deste domingo (11), durante a programação do Festival Pernambuco Meu País. Outras duas reforçaram a agenda multicultural do País das Artes Cênicas durante o último dia do evento no município. A primeira [...]]]></description>
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<p dir="ltr">
<div id="attachment_112078" aria-labelledby="figcaption_attachment_112078" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Cunha</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-19.54.18.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112078" alt="Eduardo Cunha" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-19.54.18-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">País das Artes Cênicas, em Caruaru</p></div>
<p dir="ltr">Uma oficina de dança, coordenada por Marcela Felipe e com três horas de duração, aconteceu na área central de Caruaru, ao longo da manhã deste domingo (11), durante a programação do Festival Pernambuco Meu País. Outras duas reforçaram a agenda multicultural do País das Artes Cênicas durante o último dia do evento no município.</p>
<p dir="ltr">A primeira movimentação artística, chamada “Serpenteia Brinquedos e Brincadeiras”, aconteceu na Escola de Referência em Ensino Médio Professor Vicente Monteiro, tendo como campo de atuação o universo cultural.</p>
<p dir="ltr">Na visão de Marcela Felipe, o corpo é o autor e protagonista de memórias e representações, podendo ser exaltado também por meio da dança.</p>
<p dir="ltr">“O corpo é quem produz esses movimentos performáticos, que é o recorte que eu trago. São movimentos e passos. A partir do corpo, criamos memórias e representatividades, criando força. Tento trazer o canto, a música, e não só na voz cantando, lidando com instrumentos, que é uma extensão do nosso fazer. O corpo cria identidade e representatividade, além de coletividade. A importância é completa”, detalhou.</p>
<p dir="ltr">Mais tarde, no mesmo local, Hellaynne Sampaio esteve à frente de uma oficina de dança voltada ao campo de conscientização religiosa e combate ao racismo. Ela é yalaxé do Terreiro de Mãe Amara, coreógrafa, bailarina e diretora de dança do Afoxé Oyá Alaxé.</p>
<p dir="ltr">A oficina Ajô Nagô &#8211; Ijó dos Orixás tem como premissa central exaltar a importância e a beleza dos orixás dentro de um processo de visibilizar e valorizar as divindades africanas como elementos representativos das forças divinas propulsoras da história africana no Brasil.</p>
<p dir="ltr">“A nossa oficina circula com o objetivo de somar as forças do movimento negro em combate ao racismo. É uma forma de potencializar os corpos sagrados que existem e resistem aqui. Estamos vivos e queremos ser valorizados e respeitados. Estou muito feliz e me sentindo também honrada por estar nesse festival potente”, disse.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a grade de compromissos do País das Artes Cênicas em Caruaru em um momento de muita emoção, o Teatro Rui Limeira Rosal, localizado no bairro de Petrópolis, acolheu “Zenaide Bezerra, um espetáculo para eternizar”, da Cia Fazendo Arte, do Recife.</p>
<p dir="ltr">Coreógrafo do grupo, Rodrigo Gomes assegurou que um aprendizado pôde ser tirado da apresentação deste fim de semana, apontando a necessidade de um aprofundado estudo sobre a personagem, que é um Patrimônio Vivo do Recife. “Eu tive que me aproximar dela para conhecer quem foi, quem passou a ser e quem é agora. Foi um trabalho incrível para mim. Levo esse espetáculo como uma conquista em estar aprendendo cada dia mais. Toda vez que nos apresentamos, aprendemos”, concluiu.</p>
<p dir="ltr">Entre os olhares emocionados do público, estava o da própria Zenaide, que, aos 75 anos, não pensa em se despedir do frevo nem tão cedo.</p>
<p dir="ltr">“Eu fiquei muito emocionada, chorei bastante. Ninguém fica parado lá em casa. Sinto que eu tinha que estar no meio dos meninos, mesmo cansada”, disse.</p>
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		<title>Caruaru inicia jornada multicultural com 19 polos nesta sexta-feira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/caruaru-inicia-jornada-multicultural-com-19-polos-nesta-sexta-feira/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 09:20:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira edição do Festival Pernambuco Meu País chega a Caruaru nesta sexta-feira (9), quando 19 polos tomarão conta do município, oferecendo, gratuitamente, diversas opções ao público, a exemplo de shows, brincadeiras, fóruns, circo, cinema e muito mais. O evento é gratuito e voltado para todas as idades. A partir das 19h, o palco Pernambuco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_111841" style="width: 617px;">
<dt class="wp-caption-dt"></dt>
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<div id="attachment_111855" aria-labelledby="figcaption_attachment_111855" class="wp-caption img-width-499 alignnone" style="width: 499px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cadu Fernandes</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-09-at-06.51.19.jpeg"><img class="size-medium wp-image-111855" alt="Cadu Fernandes" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-09-at-06.51.19-499x486.jpeg" width="499" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Dilsinho subirá ao palco do Festival Pernambuco Meu País a partir das 23h50</p></div>
<p dir="ltr">A primeira edição do Festival Pernambuco Meu País chega a Caruaru nesta sexta-feira (9), quando 19 polos tomarão conta do município, oferecendo, gratuitamente, diversas opções ao público, a exemplo de shows, brincadeiras, fóruns, circo, cinema e muito mais. O evento é gratuito e voltado para todas as idades.</p>
<p dir="ltr">A partir das 19h, o palco Pernambuco Meu País, no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, iniciará a grade de atrações com o espetáculo que leva o mesmo nome que o evento. Às 20h30, Academia da Berlinda sobe ao palco, antecedendo Lenine, que tem show previsto para começar às 22h. O pagodeiro Dilsinho ficará responsável por fechar a noite, a partir das 23h50.</p>
<p dir="ltr">Também a partir das 19h, a Estação Ferroviária da cidade vira palco para três atrações que prometem agitar a galera: Thera Blue, Driko e Romero Ferro.</p>
<p dir="ltr">Pela manhã, a partir das 10h desta sexta-feira (9), o País das Conexões Visuais acontece no Pavilhão da Estação Ferroviária até às 20h. A grade de atrações se estende entre várias exposições. Confira abaixo.</p>
<p dir="ltr">No mesmo horário, a intervenção Bordados com Sacolas Plásticas por Raphaelle Brito inaugura o País das Conexões Criativas. O espaço terá ainda as exposições Sertão Sagrado por Maria Luisa Magalhães e Coleção Redes por Anderson George.</p>
<p dir="ltr">O cortejo com Bacamarteiros Flor de Lis 19, Bacamarteiros do Município de São João e Bloco Carnavalesco Misto Batutas de São José se concentra na Estação Ferroviária, às 14h. A movimentação terá ainda Grupo Cultural Indígena Fetxha, Dona Del do Coco e Ciranda e Grêmio Recreativo Escola de Samba Preto Velho.</p>
<p dir="ltr">Às 14h, há ainda o Fórum de Mercado em Arte e Cultura, na Estação Ferroviária; enquanto o teatro na Praça Giácomo Mastroianni terá, às 15h, Na Bagagem da Poesia.</p>
<p dir="ltr">O País do Cinema, na ETE Nelson Barbalho, contará com apresentações da Semas, às 15h; do Cine Olar, com Animação Latina, às 16h; e, por fim, MOV Circula, a partir das 17h30.</p>
<p dir="ltr">Às 15h, a Praça da Criança, oficialmente, se transforma em País das Brincadeiras. Lá, Mestre Calú e o Presépio Mamulengo Flor de Jasmin, Arte da Alegria Mestre Bel e Mamulengo Risos das Crianças divertem a criançada. Cada atração terá uma hora para se apresentar.</p>
<p dir="ltr">Às 16h, o País da Música segue o mesmo ritmo e também oferece shows gratuitos. Será na Igreja do Coração Eucarístico de Jesus, com apresentações de Duo Mônica e Jetro e Luís Felipe Oliveira. No Teatro Rui Limeira Rosal, o País das Artes Cênicas desta sexta-feira contará com Sopro D&#8217;águal, às 16h30. No mesmo horário, começa o espetáculo Na Onda Do Passo, da Cia de Frevo do Recife, na Praça Giácomo Mastroianni.</p>
<p dir="ltr">O Marco Zero de Caruaru, por sua vez, será contemplado com apresentações multiculturais às 15h, 16h e 18h, respectivamente, com Maracatu Carneiro da Serra, Maracatu Baque Virado Nação de Luanda e Boi Milagroso.</p>
<p dir="ltr">Outra opção infantil disponível é o País do Circo, onde a Lona Alakazam estará montada na Estação Ferroviária. Lá, terão sessões às 15h e 17h, respectivamente, por conta do Circo Itinerante Puma com o Espetáculo: Rastros da Alegria. Às 17h, a Praça da Criança terá todas as atenções voltadas para Luanda Ruanda, de Stephany Metódio</p>
<p dir="ltr">A atração circense se amplia até a Praça Giácomo Mastroianni, onde, às 17h30, o público vai conferir a Turma do Biribinha com o Espetáculo: &#8221;APALHASSADAMUZIKADA”.</p>
<p dir="ltr">O País das Culturas Populares terá um cortejo que seguirá da Estação Ferroviária até o Pátio, com Nação Maracatu Porto Rico, Caboclinho Canindé de Goiana, Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira, Boi Maracatu, Urso Vira Mundo e Os Bonecandos. Será às 18h.</p>
<p dir="ltr">E para quem curte teatro pelo período da noite, a pedida, a partir das 19h, é no Teatro Experimental de Arte, palco para Fábio Vital com o espetáculo Seu Bonfim.</p>
<p dir="ltr"><strong>Abaixo, confira a programação completa por cada polo desta sexta-feira (9):</strong></p>
<p dir="ltr">Pernambuco Meu País &#8211; Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga</p>
<p dir="ltr">19h &#8211; Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p dir="ltr">20h30 &#8211; Academia da Berlinda</p>
<p dir="ltr">22h &#8211; Lenine</p>
<p dir="ltr">23h50 &#8211; Dilsinho</p>
<p dir="ltr">País da Música &#8211; Estação Ferroviária</p>
<p dir="ltr">19h &#8211; Thera Blue</p>
<p dir="ltr">20h20 &#8211; Driko</p>
<p dir="ltr">21h40 &#8211; Romero Ferro</p>
<p dir="ltr">País da Música &#8211; Instrumental &#8211; Igreja do Coração Eucarístico de Jesus (Praça Dom Vital, 289, Divinópolis)</p>
<p dir="ltr">16h  &#8211; Duo Mônica e Jetro</p>
<p dir="ltr">20h &#8211; Luís Felipe Oliveira</p>
<p dir="ltr">País das Brincadeiras &#8211; Praça da Criança</p>
<p dir="ltr">15h &#8211; Mestre Calú e o Presépio Mamulengo Flor de Jasmin</p>
<p dir="ltr">16h -  Arte da Alegria Mestre Bel</p>
<p dir="ltr">17h &#8211; Mamulengo Risos das Crianças</p>
<p dir="ltr">País das Culturas Populares &#8211; Cortejo Bricantes Abertura &#8211; Estação Ferroviária até o Pátio</p>
<p dir="ltr">18h &#8211; Nação Maracatu Porto Rico, Caboclinho Canindé de Goiana, Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira, Boi Maracatu, Urso Vira Mundo, Os Bonecandos</p>
<p dir="ltr">País das Culturas Populares &#8211; Cortejo Bricantes &#8211; Estação Ferroviária</p>
<p dir="ltr">14h &#8211; Bacamarteiros Flor de Lis 19</p>
<p dir="ltr">17h &#8211; Bacamarteiros do Município de São João</p>
<p dir="ltr">19h &#8211; Bloco Carnavalesco Misto Batutas de São José</p>
<p dir="ltr">País das Culturas Populares &#8211; Cortejo Bricantes &#8211; Marco Zero</p>
<p dir="ltr">15h &#8211; Maracatu Carneiro da Serra</p>
<p dir="ltr">16h &#8211; Maracatu Baque Virado Nação de Luanda</p>
<p dir="ltr">18h &#8211; Boi Milagroso</p>
<p dir="ltr">País das Culturas Populares &#8211; Estação Ferroviária</p>
<p dir="ltr">14h &#8211; Grupo Cultural Indígena Fetxha</p>
<p dir="ltr">15h &#8211; Dona Del do Coco e Ciranda</p>
<p dir="ltr">16h &#8211; Grêmio Recreativo Escola de Samba Preto Velho</p>
<p dir="ltr">País do Circo &#8211; Lona Alakazam &#8211; Estação Ferroviária<br />
15h  e 17h- Circo Itinerante Puma com o Espetáculo: Rastros da Alegria &#8211; RASTROS DA ALEGRIA &#8211; CIRCO PUMA</p>
<p dir="ltr">País das Conexões Urbanas (Circo) &#8211; Praça Giácomo Mastroianni</p>
<p dir="ltr">17h30 &#8211; Turma do Biribinha com o Espetáculo: &#8221;APALHASSADAMUZIKADA&#8217;</p>
<p dir="ltr">País das Conexões Visuais &#8211; Pavilhão da Estação Ferroviária</p>
<p dir="ltr">Sexta (9) a domingo (11), das 10h às 20h:</p>
<p dir="ltr">CARUARU NAS TRAMAS DA CULTURA &#8211; Amanda Lima; ENTRE ESPELHOS E ESPINHOS &#8211; Jessica Manuella Ferreira Teixeira; MINHA RAIZ ENCANTADA &#8211; Dalciane Gomes; Circulação da Exposição Luz Quilombola- Iezu Kaeru; Exposição Atotô: Um Processo de Cura- J.Lee Aguiar; Exposição “Caruaru e seus terreiros”- Hugo Weslley; Exposição Caruaru Sensível- Isabelly Ferraz; EXPOSIÇÃO QUEIJO COALHO; EXPOSIÇÃO TAVARES DA GAITA; CASA DOS ARTISTAS &#8211; MESTRE DILA &amp; CORDEL; EXPOSIÇÃO CASA DO BOI TIRA TEIMA; EXPOSIÇÃO CASA DO PIFE ; EXPOSIÇÃO CASA DA CAPOEIRA.</p>
<p dir="ltr">País do Cinema &#8211; ETE Nelson Barbalho (Avenida Dom Bosco, 6961-A, Maurício de Nassau)</p>
<p dir="ltr">15h &#8211; SEMAS</p>
<p dir="ltr">16h &#8211; Cine Olar: Animação Latina (com debate)</p>
<p dir="ltr">17h30 &#8211; MOV Circula (com debate)</p>
<p dir="ltr">País das Conexões Criativas</p>
<p dir="ltr">10h &#8211; Intervenção Bordados com Sacolas Plásticas por Raphaelle Brito</p>
<p dir="ltr">10h &#8211; Exposição Sertão Sagrado por Maria Luisa Magalhães</p>
<p dir="ltr">10h &#8211; Exposição Coleção Redes por Anderson George</p>
<p dir="ltr">País das Artes Cênicas (Dança) &#8211; TEATRO RUI LIMEIRA ROSAL (SESC)</p>
<p dir="ltr">16h30 &#8211; Sopro D&#8217;águal, Gabi Holanda</p>
<p dir="ltr">País das Conexões Urbanas &#8211; Dança &#8211; Praça Giácomo Mastroianni</p>
<p dir="ltr">16h30 &#8211; Espetáculo Na Onda Do Passo, Cia de Frevo do Recife</p>
<p dir="ltr">País das Brincadeiras &#8211; Literatura &#8211; Praça da Criança</p>
<p dir="ltr">17h &#8211; Luanda Ruanda &#8211; Stephany Metódio</p>
<p dir="ltr">País das Conexões Urbanas &#8211; Teatro &#8211; Praça Giácomo Mastroianni</p>
<p dir="ltr">15h &#8211; Na Bagagem da Poesia</p>
<p dir="ltr">País das Artes Cênicas &#8211; Teatro &#8211; Teatro Experimental de Arte</p>
<p dir="ltr">19h &#8211; Fábio Vital com o espetáculo Seu Bonfim</p>
<p dir="ltr">Fóruns de Mercado em Arte e Cultura &#8211; Estação Ferroviária</p>
<p dir="ltr">14h &#8211; Fórum De Mercado Em Arte E Cultura &#8211; A Gastronomia Como Empreendimento Cultural, Com Robson Lustosa, Romildo Albuquerque E Vania Ila</p>
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		<title>Distrito de Mandacaru, em Gravatá, tem noite ao som do forró durante Festival Pernambuco Meu País</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 02:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na noite desta sexta-feira (26), o Distrito de Mandacaru, em Gravatá, se transformou em palco para apresentações de forró que exaltaram o tom multicultural do Festival Pernambuco Meu País, que conta com 80% de artistas locais em sua grade de programação. No local, se apresentaram Humberto Bonny, Fim de Feira e Danilo Henrique e Banda. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na noite desta sexta-feira (26), o Distrito de Mandacaru, em Gravatá, se transformou em palco para apresentações de forró que exaltaram o tom multicultural do Festival Pernambuco Meu País, que conta com 80% de artistas locais em sua grade de programação.</p>
<p>No local, se apresentaram Humberto Bonny, Fim de Feira e Danilo Henrique e Banda. Junto às famílias que formavam o público, havia muitas crianças.</p>
<p>Vocalista da Fim de Feira, que levou ao distrito de Mandacaru uma apresentação voltada aos 20 anos de formação da banda, Bruno Lins compartilhou o recorte que o grupo busca levar em sua trajetória.</p>
<p>“Uma coisa que nós sempre fazemos é questão de exaltar a poesia, de cordel e dos cantadores de viola, que forjaram a identidade da banda durante todo esse tempo. Acho muito importante que um festival que se chama Pernambuco Meu País exalte e dignifique os artistas que constituíram a nossa identidade pernambucana, tanto no Brasil quanto no mundo”, afirmou.</p>
<p>Ele ainda se voltou ao local da apresentação desta noite, frisando uma forte característica de destaque no âmbito da agricultura.</p>
<p>“Nós tocamos num distrito de Gravatá, que é muito importante para a cidade e que tem destaque na agricultura familiar. O forró nasceu nesses núcleos e é muito importante para a gente estar aqui participando dessa descentralização, tão importante para a cultura da gente”, finalizou.</p>
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		<title>Praça Dominguinhos viveu noite de muito arrasta-pé</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 01:20:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Xote, coco, baião, embolada, enfim, ritmos regionais para todos os gostos animaram o povo nas apresentações de Forró Pesado, Herbert Lucena, Quinteto Violado e Flávio José, no Palco Dominguinhos, ontem, 22/7. Forró Pesado abriu a noite com clássicos de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos, Jorge de Altinho entre outros. A praça começou a se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27964" aria-labelledby="figcaption_attachment_27964" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/multidao-no-forro.jpg"><img class="size-medium wp-image-27964" alt="Leo Caldas." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/multidao-no-forro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Praça e camarotes com pessoas de várias idades e de diversos lugares que vieram prestigiar a festa multicultural do FIG.</p></div>
<p>Xote, coco, baião, embolada, enfim, ritmos regionais para todos os gostos animaram o povo nas apresentações de Forró Pesado, Herbert Lucena, Quinteto Violado e Flávio José, no Palco Dominguinhos, ontem, 22/7.</p>
<p>Forró Pesado abriu a noite com clássicos de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos, Jorge de Altinho entre outros. A praça começou a se transformar em um grande arrasta-pé ao ar livre.</p>
<div id="attachment_27967" aria-labelledby="figcaption_attachment_27967" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/forro-pesado-dominguinhos.jpg"><img class="size-medium wp-image-27967" alt="Léo Caldas." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/forro-pesado-dominguinhos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Forró Pesado encantando o público com belo show</p></div>
<p><em>“O Festival de Inverno é uma oportunidade muito boa para bandas iguais a nossa. Poder tocar em um evento multicultural e grandioso como esse é muito bom. Além de cantar, estou vindo também como público, toda noite, porque tem sempre uma atração cultural”</em>, afirmou Pedrinho Pontes, vocalista do Forró Pesado. E acrescentou: “No final do ano, deveremos lançar nosso quarto CD, comemorando 15 anos de estrada.”</p>
<p><em>“Acho o festival uma ocasião única que atende a diversos gêneros de pessoas e oportunidades culturais. E bom pra Garanhuns e pra toda região”</em>, enfatizou Mônica Erine, 48 anos, de São João.</p>
<div id="attachment_27965" aria-labelledby="figcaption_attachment_27965" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/herbert-no-forro.jpg"><img class="size-medium wp-image-27965" alt="Léo Caldas." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/herbert-no-forro-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Herbert Lucena na pegada do coco, abrindo os braços para os aplausos da multidão.</p></div>
<p>Avançando com os ritmos regionais noite a fora, subiu ao palco, em seguida, Herbert Lucena e banda, com ênfase na pisada do coco. Instrumentos de sopro, acordeom, cordas e percussão harmonizaram a roupagem nova com a qual o cantor envolve a música regional nordestina. Outros ritmos também fizeram o povo balançar, arrastando o pé no chão molhado pela chuva: ciranda, samba de gafieira, maracatu e repente.</p>
<p><em>“O Festival de Inverno tem uma pitada de tudo, é a cara de Pernambuco: rico e diversificado. Quero, ainda, avisar ao público que já finalizei o repertório e os arranjos do próximo disco. Agora tô na batalha das leis de incentivo pra gravá-lo”</em>, ressaltou Herbert Lucena.</p>
<p><em>“É um festival multicultural, atrai muito turista, é bom pra o comércio e legal pra quem quer curtir porque a gente se diverte com muitas opções”</em>, Eduardo Vicente, 24 anos, de Garanhuns.</p>
<p>O pano se abriu na frente do palco pela terceira vez, descortinando o Quinteto violado. Ritmos regionais com a química de arranjos que têm influências de músicas do mundo, como o jazz, deram o tom da apresentação. Mistura apurada em mais de 40 anos de trajetória nacional e internacional para a alegria da plateia. Gente de muitos lugares que curtiu músicas de Luiz Gonzaga, Dominguinhos e outros mestres nordestinos. Diversidade sonora dentro da matriz regional para pessoas de gostos diferentes. E elas cantaram, acompanhando o Quinteto, &#8220;Não diga que fiquei sozinho&#8230; Quem me levará sou eu, quem regressará sou eu”.</p>
<div id="attachment_27966" aria-labelledby="figcaption_attachment_27966" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/quinteto-no-palco-forro.jpg"><img class="size-medium wp-image-27966" alt="Léo Caldas." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/quinteto-no-palco-forro-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Quinteto Violado cativando a plateia na terra de Dominguinhos.</p></div>
<p><em>&#8220;A multiculturalidade do FIG está afinada com a multissonoridade do Quinteto Violado, desde a primeira edição do festival; e ficou mais evidente quando, lá nos primeiros anos, começou o Palco Instrumental que iniciou com a gente”</em>, relembrou Marcelo Melo, cantor e compositor do grupo.</p>
<p>A última atração da noite deixou o público em clima de expectativa, com a banda fazendo versões instrumentais de suas músicas mais marcantes, antes de subir ao palco. O locutor anunciou Flávio José. Daí para frente, o cantor abriu a porteira de sucessos até a madrugada. Destaque para o momento em que, junto com o povo, cantou, <em>&#8220;Ô, xalalalalá, coisa boa é namorar&#8230;&#8221;</em> E o público dançando, nem ligou para chuva. Foi cúmplice da alegria com Flávio José, esticando o final do show, traduzindo na praça outro verso popular de seu cancioneiro, <em>&#8220;Se avexe não&#8230;&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Vejo o Festival de Inverno como grande oportunidade para todos os artistas, porque vi muita gente de talento jogar a toalha e desistir por não ter uma chance como esta para mostrar seu trabalho. E a juventude gosta disso que toca aqui, gosta do que é bom, falta oportunidade pra ela ouvir música boa, como a que se escuta nesse festival”</em>, ressalta Flávio José.</p>
<p><em>“Tá sendo ótimo porque aqui sempre tem forró, brega e muita variedade de música Isso é diversão garantida”</em>, declarou Roberta Fidelis, 16 anos, de Garanhuns.</p>
<p><em>“Hoje vim curtir um forrozinho, mas gostei muito também dos shows do Pau-Pombo e os que vi no Parque Euclides Dourado”</em>, revelou Valdemir Simões, 55 anos, Jaboatão dos Guararapes.</p>
<div id="attachment_27970" aria-labelledby="figcaption_attachment_27970" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19942332175_365d30c071_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27970" alt="Léo Caldas." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19942332175_365d30c071_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Flávio José agraciou a multidão com repertório de clássicos nordestinos.</p></div>
<p><em>“Eu acho o festival maravilhoso, muita coisa em um lugar só. Curti a Praça da Palavra, que tem literatura, ouvi acordeom no Virtuosi; e no Polo de Cultura Popular, no Centro da cidade, achei massa, tem cultura pra gente feito eu e pra as pessoas mais simples também”</em>, destacou Joana melo, 30 anos, Olinda.</p>
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