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	<title>Portal Cultura PE &#187; Multiplicando olhares sobre o corpo que dança</title>
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		<title>Coletivo Lugar Comum e Cia. Etc. discutem acessibilidade nas artes no Instituto de Cegos</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2015 18:04:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<description><![CDATA[O Coletivo Lugar Comum e a Cia. Etc. se encontram no Instituto de Cegos Antônio Pessoa de Queiroz, nesta quarta-feira (25), a partir das 9h da manhã, para a concretização de mais uma etapa do projeto Multiplicando olhares sobre o corpo que dança. No evento, a Cia. Etc. vai apresentar a instalação sonora Audiodança – A Ventura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Coletivo Lugar Comum e a Cia. Etc. se encontram no Instituto de Cegos Antônio Pessoa de Queiroz, nesta quarta-feira (25), a partir das 9h da manhã, para a concretização de mais uma etapa do projeto <em><strong><a href="http://www.coletivolugarcomum.com/multiplicando-olhares-sobre-o-corpo-que-danca/" target="_blank">Multiplicando olhares sobre o corpo que dança</a></strong></em>. No evento, a Cia. Etc. vai apresentar a instalação sonora<em> Audiodança – A Ventura do Corpo no Som que Dança</em>, montada a partir de uma pesquisa de mesmo nome, mantida pelo Funcultura. Os artistas-pesquisadores Caio Lima, Elis Costa, Filipe Marcena, José W Júnior, Marcelo Sena e Renata Vieira investigaram durante um ano as possibilidades de exploração estética entre a dança e o som, dando continuidade a um processo de pesquisa já existente na companhia como metodologia de suas criações. Na programação, haverá também uma roda de conversa sobre a acessibilidade e o pensamento artístico: <em>A sua arte é para todos? Quem são todos?</em> O acesso é gratuito e o evento é aberto a outros artistas interessados no tema.</p>
<div id="attachment_31917" aria-labelledby="figcaption_attachment_31917" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Olga Wanderley/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/ensaio-aberto_foto-de-olga-wanderley4.jpg"><img class="size-medium wp-image-31917 " alt="Olga Wanderley/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/ensaio-aberto_foto-de-olga-wanderley4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O encontro pretende discutir a ideia de acessibilidade nas artes</p></div>
<p>O projeto <em>Multiplicando olhares sobre o corpo que dança</em>, das artistas Renata Muniz, Maria Agrelli e Silvia Góes, do pernambucano Coletivo Lugar Comum, foi criado para acordar sentidos, vastos, muitos, outros e também nossos, compartilhados. Incentivado pelo Funcultura, a ação principal é a realização de uma oficina de iniciação em dança. Ao todo, são quatro meses de aulas práticas, de agosto a dezembro, dedicadas ao desenvolvimento de um trabalho de conscientização pelo movimento em que a sensibilização aconteça também pela troca em sala de aula entre pessoas cegas e outras pessoas sem deficiência aparente interessadas na experiência de compartilhar descobertas corporais a partir deste encontro. O projeto engloba também a realização de eventos artísticos, com ensaios abertos de obras já apresentadas na cidade do Recife, com recursos de audiodescrição, instalações e debates e discussões focadas prioritariamente no público cego, cuja voz é o norte para novas propostas que possam transformar a relação de sua presença nos espetáculos de dança com acessibilidade oferecidos em Pernambuco.</p>
<p>A proposta é que o encontro seja um espaço aberto para troca de saberes entre profissionais das artes cênicas que têm interesse em investir em acessibilidade, profissionais da área de acessibilidade propriamente dita e o público cego da cidade, criando um território onde dar e receber se misturem, proporcionando assim um melhor conhecimento das necessidades e desejos particulares e compartilhados no sentido de impulsionar a presença das pessoas cegas nos espetáculos e teatros locais.</p>
<p>Além de aproximar o público cego da vivência corporal em dança trazendo elementos de técnicas diversificadas, o projeto <em>Multiplicando olhares sobre o corpo que dança</em>, através das discussões presenciais e do blog <a href="https://multiplicandoolhares.wordpress.com/" target="_blank"><strong>multiplicandoolhares.wordpress.com</strong></a>, vai traçar um panorama sobre facilidades e dificuldades, acertos e erros na busca pela garantia da acessibilidade aos espetáculos como direito do público cego e prioridade de investimento dos grupos e artistas. Tudo isso poderá servir de instrumento para qualquer artista, produtor, grupo ou entidade pública ou privada que pretenda ampliar a presença do público cego às obras criadas e apresentadas no Estado, fazendo com que o desejo da troca se realize e os equipamentos de audiodescrição nos espetáculos sejam mais do que recursos silenciosos esperando ansiosamente por um público que não chegou ainda.</p>
<p><strong>Coletivo Lugar Comum</strong><br />
O Coletivo Lugar Comum (Recife, Pernambuco, Brasil) atua desde agosto de 2007, reunindo artistas de diferentes linguagens (dança, teatro, música, artes visuais, literatura). É um espaço para troca de saberes diversos na busca de propostas que tenham a potência de transformar(nos), esteticamente, politicamente, culturalmente e artisticamente. Hoje agrega 14 artistas, que se revezam, dando aulas uns para os outros, colaborando nas criações, na produção de projetos, na discussão de textos e ideias, entre outras atividades artístico-culturais. Lugar Comum, segundo o escritor Edouard Glissant, é quando um “pensamento do mundo” encontra outro “pensamento do mundo”, criando um espaço de reforço a uma compreensão que é assim ratificada. Para ele, é através da identificação dos novos “lugares comuns”, daqueles que emergem conectados a uma realidade multiétnica, plurivocal, não etnocêntrica, que é possível construir novos parâmetros para a arte e para a vida na contemporaneidade.</p>
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