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	<title>Portal Cultura PE &#187; museologia</title>
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		<title>Projeto Museus Domiciliares promove lançamento de websérie e livro</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 15:37:44 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116293" aria-labelledby="figcaption_attachment_116293" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lúcia Padilha/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Museu-do-Cavalo-Marinho_Glória-do-Goitá_Foto-Lúcia-Padilha-03-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-116293" alt="Lúcia Padilha/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Museu-do-Cavalo-Marinho_Glória-do-Goitá_Foto-Lúcia-Padilha-03-2-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Museu do Cavalo Marinho, no município de Glória do Goitá</p></div>
<p>Fruto de uma pesquisa que mapeou iniciativas museais realizadas em oito residências, localizadas em várias cidades pernambucanas, o projeto Museus Domiciliares é apresentado ao público, na próxima quarta-feira (26), às 15h, em um encontro no Memorial da Democracia de Pernambuco, no Sítio Trindade, no Recife. Na ocasião, são exibidos os oito episódios da websérie, sobre os espaços e suas coleções, e ocorre a distribuição gratuita do livro com os resultados da investigação. O público também pode conhecer mais sobre o processo e as experiências da iniciativa em uma conversa com a equipe.</p>
<p>O projeto Museus Domiciliares tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.</p>
<p>Desenvolvido ao longo de 2023 e 2024, a partir de uma vasta pesquisa bibliográfica e de campo, com uma série de entrevistas realizadas, o projeto nasceu do desejo de entender mais sobre esses espaços pouco ou não reconhecidos por uma ideia convencional de museu. A investigação, conduzida pelos pesquisadores Bruna Rafaella Ferrer, Guilherme Benzaquen e Marcela Lins, conceituou os museus domiciliares como locais dedicados à construção e organização de acervos, que são residências de seus fundadores/gestores e têm uma vocação aberta ao público, de partilha de memória, e com a hospitalidade e o diálogo como práticas fundamentais.</p>
<p>Esses parâmetros, no entanto, não desconsideram a heterogeneidade de cada iniciativa, acolhendo e ressaltando também suas particularidades. O projeto mapeou oito museus domiciliares, por meio de entrevistas e filmagens, da Zona da Mata Norte ao Sertão de Pernambuco: CSA Yvy Porã (Paudalho); Marco Zero (Carpina); Biblioteca José Ayres dos Prazeres (Vitória de Santo Antão); Museu Ivo Lopes e Riso da Terra (Arcoverde); Zé Bezerra (Buíque), Museu do Cavalo Marinho Tira-Teima de Zé de Bibi (Glória do Goitá); e Casa de Seu Chagas (Ilha do Massangano, em Petrolina).</p>
<p>“Alguns dos espaços já estão no processo de incorporação da noção de museu para suas práticas, em diálogo com a museologia, enquanto outros não, porque não abraçam essa definição, por acharem que se trata de uma ideia mais específica, tradicional, histórica, de guardar coisas antigas. Também se busca disputar essa ideia mais tradicional de museu, pensar como essas práticas de musealização, construção de memória, podem ser diversas. Essa é uma contribuição interessante da pesquisa: auxiliar no processo de valorização de práticas que são muito importantes em seus âmbitos locais e conseguem se transformar em centros de diálogo e disseminação”, pontua Guilherme Benzaquen.</p>
<p>A equipe do projeto considera que a pesquisa irá contribuir de forma significativa para revelar e difundir os museus domiciliares como espaços vivos e autônomos de salvaguarda, produção e propagação de conhecimento acerca das manifestações e memória da cultura popular do Estado. As visitas aos museus domiciliares revelaram um aspecto fundamental que une essas iniciativas: a fusão entre práticas cotidianas e o compromisso com a memória e a cultura. Seja na preservação de sementes crioulas no CSA Yvy Porã (Casa das Sementes Temity Jara) e Riso da Terra; na celebração do coco no Museu Ivo Lopes; ou na curadoria de objetos históricos no Marco Zero, esses espaços não apenas guardam acervos, mas também operam como locais vivos de produção cultural em que histórias individuais e coletivas estão em constante diálogo.</p>
<p>“Fomos em busca de espaços fora dos grandes centros urbanos e observamos que são práticas de vida nesses territórios, com diferentes maneiras de organizar, produzir, manter coleções e uma mediação, um contato com o público. Um modo de partilha que borra um pouco as fronteiras entre público e privado. Procuramos observar o que há em comum com a prática museal tradicional, mas o projeto parte do que diferencia. A intenção não é, a partir desse estudo, definir ou classificar essas casas como museus domiciliares. Queremos mais questionar e refletir sobre um conceito eurocêntrico na concepção de museu vigente”, aponta Bruna Rafaella Ferrer.</p>
<p>Nesse processo as coleções encontradas revelam as inúmeras possibilidades dos museus domiciliares: passam não só por objetos pessoais e/ou sagrados, fotografias, obras de arte, itens que estão nas famílias por gerações, pela dança, música, como também, no caso das sementes, pela ecologia – cujo prefixo vem do grego <em>oikos</em>, que significa casa ou lugar onde se vive.</p>
<p>“São espaços que fazem pensar outras formas de se elaborar uma expografia, uma curadoria, uma mediação. Acho que esses espaços trazem uma força e uma riqueza para o debate da museologia por nos apresentar outras soluções nessas três grandes frentes. Esse movimento de conceber outras formas de museu não é uma novidade; está muito bem sedimentado na própria museologia, mas acho que o grande trunfo desse projeto é trazer esse olhar a partir desses espaços que também são casas. É uma ideia diferente da casa-museu (ou museu-casa), como as de Rui Barbosa ou Getúlio Vargas, por exemplo, que não são mais residências. Nós temos olhado para esses espaços que têm a hospitalidade como traço definidor”, reforça Marcela Lins.</p>
<p>O projeto resultou em uma websérie de oito episódios, com foco em cada um dos museus domiciliares, e um livro – em formato impresso e digital – com as entrevistas e o processo da pesquisa, no intuito de difundir essas iniciativas como espaços vivos e autônomos de salvaguarda, produção e propagação de conhecimento. Tanto a websérie qaunto a publicação (digital) estão disponíveis nas redes sociais do projeto (YouTube e Instagram). O projeto conta ainda com a participação de Leonardo Lacca na direção de fotografia, Isabela Stampanoni na edição dos vídeos e Lúcia Padilha na coordenação de produção.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do projeto Museus Domiciliares, com websérie e livro –</strong> <em>quarta-feira (26), às 15h, no Memorial da Democracia de Pernambuco (Sítio Trindade – Estrada do Arraial, nº 3.259, Casa Amarela, Recife). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Inscrições para eleição dos últimos segmentos do CEPPC-PE terminam nesta segunda-feira (19)</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 18:37:17 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Card_CEPPC-PE_FIM-DAS-INSCRICOES.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-112231" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Card_CEPPC-PE_FIM-DAS-INSCRICOES-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Atenção, muita atenção que o prazo final está chegando. Na próxima segunda-feira (19) acaba o prazo de inscrição da nova eleição dos representantes da sociedade civil que integrarão o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE) nos segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo. No primeiro pleito, cujo resultado final foi divulgado em junho, estes segmentos não obtiveram quórum necessário para a eleição.</p>
<p>Confira <a title="Edital de Convocação - inscrições para os segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/SEI_52966306_GOVPE___Edital.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o edital.</p>
<p>Confira <a title="Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) 2024-2026 – Sociedade Civil" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/conselho-estadual-de-preservacao-do-patrimonio-cultural-ceppc-pe-2024-2026-sociedade-civil/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todos os documentos das eleições do CEPPC-PE 2024-2026.</p>
<p>Há pouco mais de um mês o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), da Casa dos Conselhos (Casacons) e da Comissão Eleitoral das Eleições do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural 2024/2026, tornou pública a abertura de inscrições para nova eleição. O processo eletivo segue os mesmos trânmites da anterior. O pleito ocorrerá a partir da formação de colégio eleitoral em duas etapas: inscrição e habilitação para participação no fórum de eleição de cada segmento; e realização de um fórum de eleição, por segmento, para eleição de um conselheiro titular e respectivo suplente.</p>
<p>As inscrições e as candidaturas são realizadas exclusivamente por meio da plataforma digital on-line <a title="Mapa Cultural de Pernambuco" href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Mapa Cultural de Pernambuco</strong></a>. As inscrições se encerram às 16h59 da próxima segunda-feira (19).</p>
<p>A divulgação do resultado de inscrição, habilitação, candidatura de propostas por segmento e área está marcada para o dia 3 de setembro. De 4 a 6 de setembro ocorre o período de recurso à fase de inscrição. Já no dia 12 de setembro a publicação do resultado de recursos e resultado final dos(as) habilitados(as) pós-recurso e a disponibilização da lista dos candidatos inscritos e habilitados. Em seguida, no dia 18 de setembro, estão programados os fóruns setoriais por segmentos e áreas, também pela plataforma Mapa Cultural de Pernambuco.</p>
<p>A publicação da listagem final dos representantes (titulares e suplentes) da sociedade civil, membros do CEPPC-PE para o mandato de 2024 a 2026, dos segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo sai no dia 26 de setembro.</p>
<p>De caráter permanente, o CEPPC será composto, de forma paritária, por 14 representantes do Poder Público e da sociedade civil, sendo designados por ato da governadora do Estado. O Conselho será formado sete segmentos, sendo eleitos um membro titular e um membro suplente para cada segmento. Os Conselheiros serão designados para mandato de dois anos podendo ser reconduzidos uma única vez, por igual período, mediante nova eleição.</p>
<p>Já estão definidos(as) os(as) representantes nos segmentos Arquitetura, Urbanismo, Geografia e Engenharia; Movimentos Sociais de Urbanismo e Meio Ambiente; Centros de Documentação e Memória, Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus; Comunidades Tradicionais e/ou Religiosas, Costumes, Saberes e Formas de Expressão; e Expressões Culturais de Pernambuco Registradas como Patrimônio Cultural e Imaterial.</p>
<p>Para os casos de dúvidas ou problemas de inscrição no Mapa Cultural são prestados suportes exclusivamente por meio do atendimento via WhatsApp (81) 3184-3018 e pelo e-mail contato.mapacultural@secult.pe.gov.br. Os esclarecimentos necessários sobre o processo eleitoral devem ser feitos perante a Comissão Eleitoral pelo e-mail comissaoeleitoralceppc@gmail.com.</p>
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		<title>Objetos etnográficos e patrimônio subaquático são temas de palestras e exposições no Mepe</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 16:28:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue de vento em popa com sua programação. Na tarde desta terça-feira (13), o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebeu o seminário Objetos Etnográficos, Colecionadores e Museus: Debates sobre a Restituição e a Repatriação. Simultanemante acontece a exposição Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos, que fica em cartaz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue de vento em popa com sua programação. Na tarde desta terça-feira (13), o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebeu o seminário Objetos Etnográficos, Colecionadores e Museus: Debates sobre a Restituição e a Repatriação. Simultanemante acontece a exposição Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos, que fica em cartaz até domingo e conta com uma palestra nesta sexta-feira (16). O equipamento está localizado na Avenida Rui Barbosa, nº 960, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>O seminário, ministrado no Auditório do Joaquim Cardoso do Mepe, discutiu os objetos etnográficos musealizados de acordo com os olhares dos colecionadores e as narrativas das coleções. O evento buscou entender o conjunto desses objetos que se encontram em museu e, a partir de uma análise deles objetos, especificamente os da Coleção Etnográfica Carlos Estevão de Oliveira do Mepe, compreender a situação no e do Brasil a fim de aprofundar o entendimento sobre as questões concernentes à restituição e repatriação de bens culturais na atualidade.</p>
<p>A moderação do seminário ficou a cargo de Renato Athias, doutor em antropologia pela Universisade de Paris 10 (Nanterre) e professor de antropologia e museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Renato ciceroneou o palestrante Sarapó Pankararu, liderança da etnia que dá o nome, da Aldeia Brejo dos Padres da Terra Indígena Pankararu e coordenador da Casa de Memória do Tronco Velho Pankararu e da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espirito Santo (Apoinme).</p>
<p>A atividade teve início com uma visita por participantes a outra exposição que já acontece no Mepe, intitulada Pernambuco, Território e Patrimônio de um Povo. Nela o público pôde conferir, com orientação de Sarapó e Renato, exemplos de objetos etnográficos que em seguida foram tratados na palestra. O gestor do Mepe, Rinaldo Carvalho, junto com outros membros do equipamento, tambvém acompanharam a visitação e a conversa.</p>
<p>Já no Auditório do Joaquim Cardoso foram abordados assuntos como a importância do colecionador Carlos Estevão de Oliveira; a luta política dos pankararus, sobretudo para a salvaguarda e preservação de seus objetos e sua memória; o resgate do patrimônio imaterial de sua etnia; e as ações da Apoinme.</p>
<p><strong>PATRIMÔNIO SUBAQUÁTICO -</strong> No hall do Espaço Cícero Dias do Museu do Estado de Pernambuco está montada a exposição Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos, que tem como foco o acervo pertencente à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha do Brasil, composta por 14 banners com dados e fotografias de naufrágios de importância histórica para o País. De Pernambuco, constam dois naufrágios: o Alfama de Lisboa e o galeão São Paulo. A mostra se tornou possível por meio de uma parceria com Fundação Paranã-buc, representada pelo professor Carlos Rios, da UFPE.</p>
<p>Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos fica em cartaz até o dia 18 de agosto, até sexta-feira (16), das 9h às 17h; e, no sábado e domingo, das 14h às 17h. Ainda sobre o tema, nesta sexta (16), das 15h às 16h, ocorre a palestra Patrimônio Cultural Subaquático Brasileiro: Conceito, Legislação e Desafios para Proteção. A conversa é ministrada por Ricardo Guimarães, que é licenciado em história pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), mestre em arqueologia pela Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP) e doutorando em arqueologia na UFPE.</p>
<p><strong>A SEMANA -</strong> A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco é um evento promovido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com a colaboração de diversos parceiros. Com o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico (17 de agosto) ao longo dos anos, tem-se estabelecido como um espaço de debates, interdisciplinar e interinstitucional, sobre questões essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais, a partir de ações previstas em quatro eixos: pensar, interpretar, brincar e experimentar o patrimônio.</p>
<p>Este ano, em sua 17ª edição, com o tema Educação, Território e Participação Social, tem por objetivo destacar a relevância dos diferentes processos educativos, da participação social e gestão compartilhada na proteção e salvaguarda dos patrimônios culturais em diversos territórios pernambucanos. Em seu escopo traz para a discussão a emergência da valorização (no campo do patrimônio) dos saberes das comunidades tradicionais, das tradições orais, dos saberes de artífices, de mestres e mestras, da relação das religiosidades e ofícios com o meio ambiente e natureza; bem como elucidar experiências acadêmicas de entes representativos e de arranjos coletivos de participação social no mapeamento e na gestão, zeladoria e continuidade dos bens culturais.</p>
<p>Com uma extensa programação, a Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue com ações o dia 28 de agosto. Confira <a title="17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.even3.com.br/17-semana-estadual-do-patrimonio-cultural-pe/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a agenda completa.</p>
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		<title>CEPPC-PE realiza nova eleição em dois segmentos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 20:16:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), da Casa dos Conselhos (Casacons) e da Comissão Eleitoral das Eleições do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) 2024/2026, tornou pública a abertura de inscrições para nova eleição dos representantes da sociedade civil que integrarão o Conselho nos segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/CEPPC-PE-nova-eleição.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-110585" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/CEPPC-PE-nova-eleição-497x486.jpeg" width="497" height="486" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), da Casa dos Conselhos (Casacons) e da Comissão Eleitoral das Eleições do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) 2024/2026, tornou pública a abertura de inscrições para nova eleição dos representantes da sociedade civil que integrarão o Conselho nos segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo. No primeiro pleito, cujo resultado final foi divulgado no mês passado, os mesmos segmentos não obtiveram quórum necessário para a eleição.</p>
<p>Confira <a title="Edital de Convocação - inscrições para os segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/SEI_52966306_GOVPE___Edital.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o edital.</p>
<p>Confira <a title="Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) 2024-2026 – Sociedade Civil" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/conselho-estadual-de-preservacao-do-patrimonio-cultural-ceppc-pe-2024-2026-sociedade-civil/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todos os documentos das eleições do CEPPC-PE 2024-2026.</p>
<p>A nova eleição segue os mesmos trânmites da anterior. O processo eletivo ocorrerá a partir da formação de colégio eleitoral em duas etapas: inscrição e habilitação para participação no fórum de eleição de cada segmento; e realização de um fórum de eleição, por segmento, para eleição de um conselheiro titular e respectivo suplente.</p>
<p>As inscrições e as candidaturas serão realizadas exclusivamente por meio da plataforma digital on-line <strong><a title="Mapa Cultural de Pernambuco" href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/" target="_blank">Mapa Cultural de Pernambuco</a></strong>. As inscrições vão das 8h da próxima sexta-feira (19) até as 16h59, do dia 19 de agosto.</p>
<p>A divulgação do resultado de inscrição, habilitação, candidatura de propostas por segmento e área está marcada para o dia 3 de setembro. De 4 a 6 de setembro ocorre o período de recurso à fase de inscrição. Já no dia 12 de setembro a publicação do resultado de recursos e resultado final dos(as) habilitados(as) pós-recurso e a disponibilização da lista dos candidatos inscritos e habilitados. Em seguida, no dia 18 de setembro, estão programados os fóruns setoriais por segmentos e áreas, também pela plataforma Mapa Cultural de Pernambuco.</p>
<p>A publicação da listagem final dos representantes (titulares e suplentes) da sociedade civil, membros do CEPPC-PE para o mandato de 2024 a 2026, dos segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo sai no dia 26 de setembro.</p>
<p>De caráter permanente, o CEPPC será composto, de forma paritária, por 14 representantes do Poder Público e da sociedade civil, sendo designados por ato da governadora do Estado. O Conselho será formado sete segmentos, sendo eleitos um membro titular e um membro suplente para cada segmento. Os Conselheiros serão designados para mandato de dois anos podendo ser reconduzidos uma única vez, por igual período, mediante nova eleição.</p>
<p>Já estão definidos(as) os(as) representantes nos segmentos Arquitetura, Urbanismo, Geografia e Engenharia; Movimentos Sociais de Urbanismo e Meio Ambiente; Centros de Documentação e Memória, Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus; Comunidades Tradicionais e/ou Religiosas, Costumes, Saberes e Formas de Expressão; e Expressões Culturais de Pernambuco Registradas como Patrimônio Cultural e Imaterial.</p>
<p>Para os casos de dúvidas ou problemas de inscrição no Mapa Cultural são prestados suportes exclusivamente por meio do atendimento via WhatsApp (81) 3184-3018 e pelo e-mail contato.mapacultural@secult.pe.gov.br. Os esclarecimentos necessários sobre o processo eleitoral devem ser feitos perante a Comissão Eleitoral pelo e-mail comissaoeleitoralceppc@gmail.com.</p>
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		<title>Acervo do Museu de Arte Popular do Recife é reapresentado após trabalho de preservação</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 14:26:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A apresentação final do projeto cultural de higienização mecânica e acondicionamento de 500 obras de arte do acervo do Museu de Arte Popular do Recife, acontence nesta terça-feira (12), às 19h, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas – Departamento de Antropologia e Museologia da (Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O projeto teve como objetivo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A apresentação final do projeto cultural de higienização mecânica e acondicionamento de 500 obras de arte do acervo do Museu de Arte Popular do Recife, acontence nesta terça-feira (12), às 19h, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas – Departamento de Antropologia e Museologia da (Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O projeto teve como objetivo a conservação preventiva e a conferência da documentação museológica de seu acervo a fim de promover a preservação da memória e disseminar a arte, sua estilística e a cultura popular nordestina.<br />
Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo do Estado, o projeto tem idealização do produtor cultural e jornalista Ewerson Luiz e coordenação do professor doutor em museologia e patrimônio Bruno Araújo. A execução do trabalho durou um ano e contou com uma equipe técnica especializada, formada por museólogos e técnicos em restauração e bens móveis.<br />
O acervo que recebeu o tratamento é composto por esculturas em barro e madeira, em predominância, e algumas peças em tecido representando no cenário museológico uma instituição com um acervo não residual, mas representativo autoral e geograficamente da Região Nordeste.<br />
O Museu de Arte Popular do Recife foi criado em junho de 1986, por ocasião do Decreto Municipal nº 13.652, desmembrado da então Galeria Metropolitana do Recife (atual Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães &#8211; Mamam). Seu acervo começou a ser constituído a partir de 1979, com a aquisição de obras de arte da Galeria Nega Fulô, da pesquisadora Sílvia Coimbra, sendo ampliado, em 1983, com um conjunto de obras do Mestre Vitalino por doação do Bandepe Clube.<br />
O Museu de Arte Popular do Recife está localizado no bairro de São José, no encontro da Rua Felipe Camarão com o Pátio de São Pedro e ocupa as casas de número 45 e 49.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Coordenação: Bruno Araújo<br />
Supervisão: Deborah Evelyn<br />
Técnico em restauração e bens móveis: Jonathan Gama<br />
Apoio técnico: Marcilio Lisboa<br />
Produção geral: Ewerson Luiz</p>
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		<title>Encontro reuniu Secult-PE, Fundarpe e Remupe em grande debate nesta terça (9)</title>
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		<pubDate>Tue, 09 May 2023 22:10:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em tempos de diluição de fronteiras e novas formas de fruição a partir dos dispositivos digitais, como pensar e planejar os museus? Este questionamento comum aos museólogos, historiadores, produtores culturais, artistas e tantos outros profissionais que atuam no segmento foi o ponto de partida do 1º Encontro da Rede de Museus de Pernambuco, com a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_101207" aria-labelledby="figcaption_attachment_101207" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior - SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/redemuseus.jpg"><img class="size-medium wp-image-101207" alt="Felipe Souto Maior - SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/redemuseus-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foi entregue pela Rede de Museus de Pernambuco (Remupe) um documento basilar com demandas e proposições do setor museológico para a Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco e a Fundarpe</p></div>
<p>Em tempos de diluição de fronteiras e novas formas de fruição a partir dos dispositivos digitais, como pensar e planejar os museus? Este questionamento comum aos museólogos, historiadores, produtores culturais, artistas e tantos outros profissionais que atuam no segmento foi o ponto de partida do 1º Encontro da Rede de Museus de Pernambuco, com a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundarpe. Ocorrido nesta terça-feira (9) no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), o evento marcou a retomada do diálogo entre os órgãos governamentais e a rede museal pernambucana, representada por gestores de todas as regiões do Estado.</p>
<p>Como destacou o secretário de Cultura, Silvério Pessoa, a participação da Secult-PE nesta rede reafirma a missão pedagógica e de troca de conhecimento da instituição. “Uma secretaria de Cultura aberta, em movimento é necessária para o campo da museologia. O dia de hoje marca essa nossa proposta reafirmando questões como a ancestralidade, a memória oral e visual, os registros em suas formas mais variadas”, pontuou. “Nossa gestão está com dois grandes eixos baseados em uma política cultural e de um sonho que estão relacionados com o subúrbio e com essa urbanidade que está em constante diálogo com a tecnologia. Dentro da realidade do mundo de hoje, como ficam os novos tempos de contemplação?”</p>
<p>O secretário-executivo de Cultura, Leo Salazar, ratificou o compromisso da governadora Raquel Lyra com o fortalecimento das políticas públicas na área da museologia e com a interiorização das ações. Uma escuta ativa da classe vem sendo realizada através dos programas SECULT-PE de ANDADA e Fala, Periferia!, experiências que, para Leo, só têm a somar com a Rede de Museus de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_101208" aria-labelledby="figcaption_attachment_101208" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior - SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/redemuseus2.jpg"><img class="size-medium wp-image-101208" alt="Felipe Souto Maior - SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/redemuseus2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em tempos de diluição de fronteiras e novas formas de fruição a partir dos dispositivos digitais, como pensar e planejar os museus</p></div>
<p>Na ocasião, foi entregue pela Rede de Museus de Pernambuco (Remupe) um documento basilar com demandas e proposições do setor museológico para a Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco e a Fundarpe. Assinada pelas instituições representadas na Remupe e por profissionais e agentes culturais, a carta destaca a diversidade cultural e patrimonial presentes nos mais de 150 museus no Estado e propõe propostas, soluções e ações práticas divididas em nove eixos.</p>
<p>São eles: Mecanismos e Gestão, Incentivo e Fomento, Estruturação de Espaços Museais e de Memória Social, Museus e Patrimônio, o Valorização Profissional e Formação, Museus e Educação, Política de Combate ao Preconceito, Produção e Pesquisa e Museus e Turismo. <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Documento-para-Secult-e-Fundarpe.docx.pdf"><strong>Confira aqui o documento na íntegra</strong>.</a></p>
<p>A gerente de Equipamentos Culturais da Fundarpe, Maria Rosa Maia, que esteve representando a presidente da instituição, Renata Borba, destacou a importância deste documento para o fortalecimento da rede e para a construção de ações futuras. A mesa também foi composta pela coordenadora-geral do Funcultura, Clarice Andrade, e, pela Rede de Museus, a mesa também contou Elinildo Marinho, do Museu das Tradições do Cavalo Marinho Boi Pintado, e Fabiana Salles, do Museu da Abolição.</p>
<p>Após as considerações dos representantes do Governo do Estado e da Remupe sobre as propostas do documento, houve um segundo momento marcado pelas contribuições dos presentes. Além do Recife da das cidades da Região Metropolitana, museus de Bom Jardim, Vitória de Santo Antão, Jatobá, Afrânio, Escada, Igarassu e tantos outros municípios de todas as regiões de Pernambuco estiveram representados. Uma construção coletiva que vive agora um novo momento marcado pela retomada das discussões e pela vontade política de colocar as ações em prática.</p>
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		<title>Exposição Arquivo Corpo entra em cartaz no Memorial da Medicina de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2015 14:03:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Fotografias que apresentam o corpo como lugar de memória, como um arquivo de vivências e experiências&#8221;. Essa é a proposta da exposição Arquivo Corpo, que será inaugurada nesta sexta-feira (27), às 19h, no Memorial da Medicina de Pernambuco. Capitaneada pelos estudantes do curso de Museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a mostra fotográfica traz em seu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_21641" aria-labelledby="figcaption_attachment_21641" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/arquivocorpo.jpg"><img class="size-medium wp-image-21641" alt="Arquivo Corpo segue à mostra até o dia 31 de março" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/arquivocorpo-607x309.jpg" width="607" height="309" /></a><p class="wp-caption-text">Arquivo Corpo segue à mostra até o dia 31 de março</p></div>
<p>&#8220;Fotografias que apresentam o corpo como lugar de memória, como um arquivo de vivências e experiências&#8221;. Essa é a proposta da exposição <em>Arquivo Corpo</em>, que será inaugurada nesta sexta-feira (27), às 19h, no Memorial da Medicina de Pernambuco. Capitaneada pelos estudantes do curso de Museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a mostra fotográfica traz em seu catálogo imagens selecionadas através de um edital, que permitiu a fotógrafos profissionais, amadores e estudantes enviassem/participassem do projeto. A mostra ficará aberta ao público até 31 de março, de segunda à sexta, das 9h às 17h. A entrada é gratuita.</p>
<p>Uma das artistas em exposição, Renata Alves, explica um pouco da sua obra, “Constituindo um novo corpo para a sociedade”: “O corpo tatuado registra para a sociedade a identidade que se deseja passar diferente dos demais. A tatuagem difere as pessoas e as torna parte de uma tribo em grande desenvolvimento nos dias atuais. A quebra de tabu e estigma sobre a tatuagem é percebida quando deixa de ser escondida e passa a ser ‘adereço’ principal do corpo”, explica a estudante de fotografia.</p>
<p>Entre os artistas que vão participar da Arquivo Corpo, estão: Dayanne (Mergulha Evoa) (obra “Marcado e aprisionado”), Gabriel Santana (“O corpo enquanto refúgio”), Leonardo Buggy (“Tipo que cala”), Mitsy Queiroz (“Maçã”), Polly Cavalcanti (“A natureza em nós”), Priscila Siqueira e Manuela Dias (“Comum de dois: o uso político do corpo”), Rayanne Albuquerque (“Entre//linhas”), Renata Alves (“Constituindo o novo corpo para a sociedade”) e Renata Lopes e Sílvia Rodrigues (“Crepúsculo da vida”).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição Arquivo Corpo<br />
De 27/2 ao dia 31/3 | Visitação de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h<br />
Local: Memorial da Medicina de Pernambuco (Rua Amauri de Medeiros, 206 – Derby)<br />
Entrada Gratuita</p>
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