<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; Museu Cais do Sertão</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/museu-cais-do-sertao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Exposição &#8220;Japonésia&#8221; entra em cartaz no Museu Cais do Sertão</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-japonesia-entra-em-cartaz-no-museu-cais-do-sertao/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-japonesia-entra-em-cartaz-no-museu-cais-do-sertao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2022 14:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[Japan House]]></category>
		<category><![CDATA[Japonésia]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Cais do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Naoki Ishikawa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=94617</guid>
		<description><![CDATA[Dedicada a apresentar a cultura japonesa no Brasil e América Latina, a Japan House São Paulo desembarca pela primeira vez no Nordeste brasileiro, escolhendo o Recife para estender a itinerância da exposição &#8220;Japonésia&#8221; pelo país. Após passar por São Paulo, Curitiba e Belém, a festejada mostra do jovem fotógrafo japonês Naoki Ishikawa &#8211; que apresenta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/ryusei_093.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94621" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/ryusei_093-592x486.jpg" width="592" height="486" /></a></p>
<p>Dedicada a apresentar a cultura japonesa no Brasil e América Latina, a Japan House São Paulo desembarca pela primeira vez no Nordeste brasileiro, escolhendo o Recife para estender a itinerância da exposição &#8220;Japonésia&#8221; pelo país. Após passar por São Paulo, Curitiba e Belém, a festejada mostra do jovem fotógrafo japonês Naoki Ishikawa &#8211; que apresenta as particularidades e diversidade de paisagens e cultura do Japão &#8211; ganha agenda no museu Cais do Sertão, entre 22 de junho e 28 de agosto. Com apoio do Consulado Geral do Japão em Recife, a realização é uma parceria da Japan House São Paulo com o Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Turismo e Lazer, Empetur e Cais do Sertão. Desde 2021, para ampliar a difusão da cultura japonesa a Japan House São Paulo tem intensificado seu programa de itinerância de exposições por meio de parcerias inéditas com instituições do Brasil e América Latina.</p>
<p>Concebida e apresentada pela Japan House São Paulo pela primeira vez em 2020, a individual de Naoki Ishikawa &#8211; considerado um dos artistas mais relevantes no cenário atual da fotografia no Japão &#8211; reúne 74 fotografias que lançam luzes sobre mais de 20 ilhas do arquipélago japonês, propondo uma verdadeira expedição por um Japão plural e enfatizando a relação intrínseca do país com a natureza, focando em elementos como mar e Monte Fuji. Este último, possui um núcleo exclusivo na mostra com fotografias que são fruto de uma escalada que o artista realizou em 2008. O nome <em>Japonésia</em>, a propósito, deriva de um termo criado pelo escritor japonês Toshio Shimao, com a intenção de enfatizar a configuração de seu país como um arquipélago.</p>
<p>Naoki Ishikawa é conhecido por trazer um olhar singular para a interação entre a natureza e a presença humana e seus traços culturais nesses locais. Ele possui extensa jornada artística, trazendo na bagagem exposições de sucesso pelo continente asiático e pelo Estados Unidos, além de reunir premiações como a da <em>The Photographic Society of Japan</em>, na categoria <em>Lifetime Achievement Award</em>, consolidando sua carreira.</p>
<p><em>“Os trabalhos de Naoki Ishikawa reforçam a forte ligação do Japão com o mar, além de evidenciar a diversidade das paisagens naturais particulares de cada região. É um belíssimo trabalho de um artista que nos faz sentir parte das suas descobertas. Apresentar esta mostra em Recife tem um simbolismo muito especial, pois estamos falando de similaridades, de uma cidade que além de notória efervescência na produção e consumo artístico, tem uma relação peculiar com o objeto central da mostra: a água”</em>, pontua Natasha Barzaghi Geenen, diretora Cultural da Japan House São Paulo e curadora da exposição.</p>
<p>As fotografias que compõem a exposição foram impressas no Japão sob o método direto do negativo para o papel, sem passar pela digitalização, o que destaca ainda mais as cores originais das fotografias. A expografia ainda inclui áudios gravados a partir de textos escritos pelo próprio artista, aproximando o público de Naoki Ishikawa, que traz uma dimensão afetiva e geográfica para cada um dos conjuntos de fotografias exibidos.</p>
<p>Para Eric Klug, presidente da Japan House São Paulo, a presença da instituição pela primeira vez no Nordeste, viabilizada pela parceria com o Governo de Pernambuco, via Secretaria de Turismo e Lazer, Empetur e Cais do Sertão, representa um dos passos que a instituição japonesa vem dando para a construção de laços e relações com o Estado e a sua capital. &#8220;A Japan House São Paulo é uma plataforma para difundir a cultura japonesa em inúmeras frentes incluindo as artes, turismo, educação, tecnologia e negócios. Seja em sua sede e<em>m São Paulo, em suas itinerâncias pelo Brasil e América do Sul ou em seu rico conteúdo online. Passar a contar com o Recife para ampliar essa capilaridade, num fluxo de trocas, nos deixa entusiasmados para projetos futuros em nossos variados eixos de atuação&#8221;</em>, declara Klug.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre Naoki Ishikawa</strong></span><br />
Nascido em Tóquio, Japão, em 1977, Naoki Ishikawa é fotógrafo, bacharel em artes plásticas pela Escola de Humanidades e Ciências Sociais da Universidade de Waseda, tendo ainda obtido as titulações de mestre e doutor pela Universidade de Tóquio. Realizou exposições em países como França, Itália, Alemanha e Canadá e reúne uma série de prêmios por suas fotografias, tendo sido laureado pela <em>The Photographic Society of Japan</em> em 2008 na categoria de Artista Emergente e, em 2020, na categoria <em>Lifetime Achievement Award</em>, voltada para profissionais que produziram um notável trabalho fotográfico ao longo do tempo. Suas obras integram coleções públicas de instituições, como <em>Museum of Contemporary Art Tokyo</em> (Tóquio, Japão), <em>Shanghai Institute of Visual Arts</em> (Xangai, China), <em>Cleveland Clinic</em> (Ohio, Estados Unidos), entre outras.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição Japonésia<br />
Quando: de 22 de junho a 26 de agosto<br />
Horário: terça a sexta, das 10h às 16h; sábado, domingo e feriados, das 11h às 17h<br />
Valor: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia entrada). Acesso gratuito às terças-feiras<br />
Onde: Museu Cais do Sertão (Av. Alfredo Lisboa, Armazém 10, Bairro do Recife)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-japonesia-entra-em-cartaz-no-museu-cais-do-sertao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Movimentos emancipadores no país em debate no seminário sobre a Independência</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/movimentos-emancipadores-no-pais-em-debate-no-seminario-sobre-a-independencia/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/movimentos-emancipadores-no-pais-em-debate-no-seminario-sobre-a-independencia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 15:07:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Cais do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Tantos Brasis Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=92399</guid>
		<description><![CDATA[Dois debates de grande importância para o entendimento da Independência do Brasil aconteceram nesta quarta-feira (30), durante o Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira”, promovido pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Às 16h, os participantes puderam participar, no Museu Cais do Sertão, das mesas Escritos e ideias em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_92405" aria-labelledby="figcaption_attachment_92405" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972334678_8990a56f0d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92405" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972334678_8990a56f0d_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das mesas teve como tema Escritos e ideias em movimento: impressos na época da Independência (1817-1824)</p></div>
<p align="left">Dois debates de grande importância para o entendimento da Independência do Brasil aconteceram nesta quarta-feira (30), durante o <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/secult-pe-promove-seminario-internacional-sobre-o-bicentenario-da-independencia-do-brasil/" target="_blank"><strong>Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira”</strong></a>, promovido pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Às 16h, os participantes puderam participar, no Museu Cais do Sertão, das mesas Escritos e ideias em movimento: impressos na época da Independência (1817-1824) e As múltiplas independências: Grão-Pará e Maranhão, Espírito Santo e Minas Gerais, com participantes de professores e pesquisadores de todo o país. Os debates também foram transmitidos pelo Youtube da Secult-PE/Fundarpe (<strong><a href="http://www.youtube.com/secultpe">www.youtube.com/secultpe</a></strong>).</p>
<p align="left">No encontro sobre os escritos e ideias em movimento, participaram o professor Luiz Carlos Villalta, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), como mediador do encontro; a professora Gilda Verri, do programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e Lucia Bastos Pereira das Neves, professora titular de História Moderna da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/nwyYISHR_bE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p align="left">Na sua fala, Gilda Verri apresentou uma pesquisa com o tema “Entrada de impressos e circulação de ideias em Pernambuco na época da Independência, em 1817”, no qual falou sobre as informações que circularam em Pernambuco na última metade do século 18 e no começo do 19.</p>
<p align="left">“Nesse momento, começaram a fervilhar as ideias revolucionárias e emancipacionistas por conta dos livros que aqui chegaram. Como os personagens locais tinha uma atuação muito importante na área, é possível que os livros tenham chegado exatamente a eles pois, seria muita &#8216;descoincidência&#8217; se assim não o fosse”, opinou a professora.</p>
<div id="attachment_92404" aria-labelledby="figcaption_attachment_92404" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972334858_89a7dba6fe_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92404" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972334858_89a7dba6fe_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Na sua fala, Gilda Verri apresentou uma pesquisa com o tema “Entrada de impressos e circulação de ideias em Pernambuco na época da Independência, em 1817”,</p></div>
<p align="left">“O movimento revolucionário somente se deflagra com a circulação de ideias e ações efetivas, mas uma informação fora do lugar teria precipitado o movimento de 1817, e isso o escrivão da corte constatou ao dizer que a data para a eclosão do movimento teria sido obra do acaso”, explicou Gilda Verri.</p>
<p align="left">Para ela, se a revolução eclodiu de repente, sem um antecedente preparo, com muitos detidos pelas ideias revolucionárias, isso traz algumas perguntas: Quais e ideias e quanto tempo seriam necessários para tecer e organizar o movimento revolucionário? Quais motivos e objetivos vieram à trama? Haveria livros e autores que identificassem a concepção de movimento revolucionário? Quais temas e palavras suscitaram ideias e formas de pensar, de agir, viver e transformar as práticas sociais e culturais.</p>
<p align="left">Alguns dos textos que circularam na época, e destacados pela professora, são obras como Revolução e Estado Actual de França, de Na of de Simao Thaddeo Ferreira; Mercúrio Histórico Político e Literário de Lisboa; e o Almanaque e a História do Futuro, do Padre Antônio Vieira.</p>
<div id="attachment_92407" aria-labelledby="figcaption_attachment_92407" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972826330_e2f5df2254_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92407" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972826330_e2f5df2254_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A outra mesa tem como tema &#8220;As múltiplas independências: Grão-Pará e Maranhão, Espírito Santo e Minas Gerais&#8221;</p></div>
<p align="left">A outra mesa de debates, sobre as múltiplas independências no Brasil, foi formada por Marcelo Cheche, professor da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), pela professora Adriana Campos, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES); e Renata Fernandes, da Universidade Federal de Goiás.</p>
<p align="left">Neste debate, a noção da multiplicidade das independências se deu a partir de quatro desses espaços: Maranhão, Grão-Pará, Espírito Santo e Minas Gerais.</p>
<p align="left">De acordo com Marcelo Cheche, vem de uma tradição historiográfica a ideia de se pensar as relações sempre a partir dos centros de autoridades. “Pensar a multiplicidade das independências acaba convergindo para centros como Rio de Janeiro e Lisboa. E olhar para os espaços não centrais fica às vezes secundarizado”, avaliou, pontuando a importância de pensar por este caminho tendo como horizonte a independência e os impactos da revolução liberal sobre a poção americana do Reino de Portugal.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/YXUw2B_VpNQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p align="left">“A ideia é partir da possibilidade de se olhar pra multiplicidade das independências no território americana do reino unido português, a partir de espaços que não são necessariamente regionais, porque o composto desse reino não poderia estar na lógica de um futuro país”, ressalta Marcelo Cheche.</p>
<p align="left"><strong>SEMINÁRIO –</strong> Promovida pela Secult-PE, por meio da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil, a iniciativa reúne 38 pesquisadores e docentes de 22 universidades do Brasil, Portugal e Inglaterra, que se dedicam ao estudo do processo de independência a partir de diversas perspectivas metodológicas e teóricas, lançando luz sobre os diversos atores e dinâmicas envolvidos na trama histórica. Ao longo de três dias, os especialistas vão expor suas pesquisas e reflexões em cinco conferências e 11 mesas-redondas.</p>
<p align="left">O Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira” é uma realização da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil, coordenada pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) para celebrar os 200 anos deste momento histórico.</p>
<p align="left">A programação segue até esta quinta-feira (31) e as atividades serão realizadas presencialmente no Museu Cais do Sertão (Bairro do Recife), com transmissão ao vivo pelo Youtube da Secult-PE/Fundarpe (<strong><a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank">www.youtube.com/secultpe</a></strong>).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/movimentos-emancipadores-no-pais-em-debate-no-seminario-sobre-a-independencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seminário promove mesa sobre a influência internacional na Independência do Brasil</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/seminario-promove-mesa-de-debate-sobre-a-influencia-internacional-na-independencia-do-brasileira/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/seminario-promove-mesa-de-debate-sobre-a-influencia-internacional-na-independencia-do-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 15:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Cais do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Tantos Brasis Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=92346</guid>
		<description><![CDATA[Promovido pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), o Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira” teve, nesta terça-feira (29), uma importante mesa de debate sobre as influências internacionais no processo de independência do país, intitulada “Dimensões constitucionais e Direito Internacional na Independência”. A mesa contou com a presença da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_92348" aria-labelledby="figcaption_attachment_92348" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51969125252_83cc61c0b5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92348" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51969125252_83cc61c0b5_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A atividade foi realizada no Museu Cais do Sertão e transmitida ao vivo pelo Youtube da Secult-PE/Fundarpe (www.youtube.com/secultpe)</p></div>
<p align="left">Promovido pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), o <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/secult-pe-promove-seminario-internacional-sobre-o-bicentenario-da-independencia-do-brasil/" target="_blank"><strong>Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira”</strong></a> teve, nesta terça-feira (29), uma importante mesa de debate sobre as influências internacionais no processo de independência do país, intitulada “Dimensões constitucionais e Direito Internacional na Independência”.</p>
<p align="left">A mesa contou com a presença da professora Margarida Cantarelli, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e presidente do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP); do professor Samuel Barbosa, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), que participou remotamente; e de Marcelo Casseb, professor da Universidade de Pernambuco (UPE) e vice-presidente do IAHGP, mediador do encontro.</p>
<p align="left">A atividade foi realizada no Museu Cais do Sertão e transmitida ao vivo pelo Youtube da Secult-PE/Fundarpe (<strong><a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank">www.youtube.com/secultpe</a></strong>).</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Q92KsvyyQSM" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p align="left">De acordo com Marcelo Casseb, a ideia do grito do Ipiranga configura um quadro belíssimo, mas que não passa de um fato ficcional.</p>
<p align="left">“Foi atribuído a Dom Pedro I o ato heroico de romper com Portugal, quando sabemos que isso fez parte de um longo processo, que teve sua dimensão internacional e interna prévia. A partir dessa imagem presente no quadro que eu quero jogar luz a esse processo, para que possamos analisar a dimensão constitucional do 7 de Setembro e seu impacto na constituição ou na formação da nova ordem jurídica brasileira e do império”, destacou o mediador.</p>
<p align="left">Segundo Margarida Cantarelli, a Independência do Brasil não está dissociada do contexto das relações e do direito internacional, nem se prende a uma data e a um único local.</p>
<p align="left">“O 7 de setembro de 1822 é uma data símbolo, pois muitos fatos a antecederam, e tantos outros posteriores aconteceram para que ela se consolidasse. Ao associar a Independência ao contexto internacional procuro apenas agregar visões, em nada diminuindo a importância dos fatos internos que foram e serão tratados neste seminário, como rebeliões, revoluções, influências de pessoas, grupos e instituições, que ao longo de anos e em várias partes do Brasil se empenharam na causa da Independência do Brasil”.</p>
<p align="left">“Sendo a sociedade internacional do século 19 eminentemente uma sociedade de Estados, todo o processo de um novo ente, através da independência, com o rompimento do vínculo colonial, está também inserido num contexto internacional”, observou a professora.</p>
<div id="attachment_92347" aria-labelledby="figcaption_attachment_92347" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51970415864_4a5ee6f2c0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92347" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51970415864_4a5ee6f2c0_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das participantes do encontro foi a professora Margarida Cantarelli, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e presidente do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP)</p></div>
<p align="left">Até o final do século 18 os EUA era o único país independente das Américas. A Revolução Haitiana, na colônia francesa de São Domingos, levou à sua independência, e em 31 de dezembro de 1803 passou a adotar o nome de Haiti, sendo o único país das Américas a conquistar a independência a partir de uma rebelião de escravizados. Além desses dois casos, todos os movimentos locais eram severamente reprimidos pelas respectivas metrópoles e não tinham êxito.</p>
<p align="left">Nos anos seguintes, a partir de 1810 a 1829, o mapa das Américas se transformaria por completo, com o surgimento de diversos Estados soberanos. “As mudanças no contexto internacional influenciaram os movimentos no continente, acentuando o que eu costumo chamar de &#8216;os ventos da liberdade e o sonho da autodeterminação&#8217;”, avalia Margarida Cantarelli.</p>
<p align="left">Na sua fala, o professor Samuel Barbosa falou sobre o processo de ruptura da antiga constituição brasileira, presente na monarquia, e a formação de uma nova, pós Independência do Brasil e durante o império.</p>
<p align="left">De acordo com o professor da USP, em 1821, foi criada por uma corte constituinte um texto normativo chamado “As bases da constituição da monarquia portuguesa&#8221;, que esboçou um dos poderes e um conjunto de garantias individuais, os tópicos centrais que definem uma constituição em sentido próprio, segundo a Declaração Francesa de 1789.</p>
<div id="attachment_92349" aria-labelledby="figcaption_attachment_92349" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51970126066_c3cc4fab27_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92349" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51970126066_c3cc4fab27_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Inciativa é pomovida pela Secult-PE, por meio da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil</p></div>
<p align="left">“As bases tiveram vigência nas partes da monarquia e continuaria em vigor depois da independência. Sua existência um dos indícios que permite perguntar sobre a crise política de natureza constituinte entre 1821 e 1822, pois a crise instalada em 1820 precipitou movimentos de desconstituição e constitucionalização, no sentido de absorver as experiências dos novos estados, a exemplo dos EUA”, explicou Samuel Barbosa.</p>
<p align="left"><strong>SEMINÁRIO –</strong> Promovida pela Secult-PE, por meio da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil, a iniciativa reúne 38 pesquisadores e docentes de 22 universidades do Brasil, Portugal e Inglaterra, que se dedicam ao estudo do processo de independência a partir de diversas perspectivas metodológicas e teóricas, lançando luz sobre os diversos atores e dinâmicas envolvidos na trama histórica. Ao longo de três dias, os especialistas vão expor suas pesquisas e reflexões em cinco conferências e 11 mesas-redondas.</p>
<p align="left">O Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira” é uma realização da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil, coordenada pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) para celebrar os 200 anos deste momento histórico.</p>
<p align="left">A programação segue até esta quinta-feira (31) e as atividades serão realizadas presencialmente no Museu Cais do Sertão (Bairro do Recife), com transmissão ao vivo pelo Youtube da Secult-PE/Fundarpe (<strong><a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank">www.youtube.com/secultpe</a></strong>).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/seminario-promove-mesa-de-debate-sobre-a-influencia-internacional-na-independencia-do-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Centenário do compositor Zé Dantas, parceiro de Luiz Gonzaga, tem programação especial em Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/centenario-do-compositor-ze-dantas-parceiro-de-luiz-gonzaga-tem-programacao-especial-em-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/centenario-do-compositor-ze-dantas-parceiro-de-luiz-gonzaga-tem-programacao-especial-em-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 23:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centenário]]></category>
		<category><![CDATA[FCCR]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação de Cultura Cidade do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gonzaga.]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Cais do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria de cultura de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria de cultura do recife]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[TV Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Dantas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=82301</guid>
		<description><![CDATA[Há cem anos nascia um dos maiores parceiros de Luiz Gonzaga, o compositor Zé Dantas, que, ao lado de Humberto Teixeira, compôs boa parte do universo da música gonzaguiana &#8211; canções como Xote das meninas e Imbalança. Para celebrar o centenário deste importante artista da música brasileira, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), a Secretaria de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81932" aria-labelledby="figcaption_attachment_81932" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/ze_dantas_e_luiz_gonzaga_2.jpg"><img class="size-medium wp-image-81932" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/ze_dantas_e_luiz_gonzaga_2-607x372.jpg" width="607" height="372" /></a><p class="wp-caption-text">Zé Dantas foi um dos maiores parceiros de Luiz Gonzaga</p></div>
<p>Há cem anos nascia um dos maiores parceiros de Luiz Gonzaga, o compositor Zé Dantas, que, ao lado de Humberto Teixeira, compôs boa parte do universo da música gonzaguiana &#8211; canções como <em>Xote das meninas</em> e <em>Imbalança</em>. Para celebrar o centenário deste importante artista da música brasileira, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), a Secretaria de Cultura do Recife, a Fundação de Cultura Cidade do Recife, o Memorial Luiz Gonzaga, o Museu Cais do Sertão, a TV Pernambuco e a Rádio Frei Caneca se uniram para realizar ações em torno da obra do compositor ao longo de 2021.</p>
<p>Para começar, essas instituições estão lançando uma programação inicial, de 26 de fevereiro a 6 de março, na qual se destaca produções audiovisuais e fonográficas sobre o “Dotô do Baião”. A programação será realizada durante os 10 dias com transmissões na TV Pernambuco, Rádio Frei Caneca, e nos canais no Youtube do Museu Cais do Sertão (<strong><a href="http://www.youtube.com/caisdosertao" target="_blank">www.youtube.com/caisdosertao</a></strong>) e Secult-PE (<strong><a href="http://www.youtube.com/secultpe">www.youtube.com/secultpe</a></strong>).</p>
<p>O centenário também será festejado no Instagram do Memorial Luz Gonzaga (@memorialluizgonzaga), com a divulgação, durante todo o mês de março, de conteúdos sobre a vida e obra do compositor, poeta e folclorista, que ajudou a apresentar o Nordeste ao Brasil, celebrando raízes profundas da cultura sertaneja.</p>
<p>“Quando tivemos essa ideia de homenagear Zé Dantas, pensamos em possíveis parceiros como o Museu Cais do Sertão, que, como o próprio nome já anuncia, tem seu acervo voltado para o universo de Zé Dantas. A Fundação de Cultura Cidade do Recife seria uma parceria natural, tendo em vista possuir o Memorial Luiz Gonzaga. No caso da TV Pernambuco e da Rádio Frei Caneca, a parceria se consolidou na proposta de divulgação de produções audiovisuais e fonográficas que envolvem a obra de Zé Dantas”, explica Roberto Azoubel, coordenador de Literatura da Secult-PE e um dos responsáveis pela programação.</p>
<div id="attachment_82319" aria-labelledby="figcaption_attachment_82319" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/1_ze_dantas___materia_2020_1-16231500.jpg"><img class="size-medium wp-image-82319" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/1_ze_dantas___materia_2020_1-16231500-607x333.jpg" width="607" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">José de Sousa Dantas Filho, compositor e poeta, nasceu no município pernambucano de Carnaíba (27/2/1921)</p></div>
<p>Para o presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife, José Manoel Sobrinho, homenagear Zé Dantas é uma forma de confirmar a força de um modo nordestino de existir e resistir no mundo pela arte. &#8220;A arte sobrevive ao tempo e ultrapassa qualquer limite da geografia humana. Zé Dantas fez de sua arte o seu modo de falar com o mundo. Comemorar os 100 anos de seu nascimento é motivo de orgulho para qualquer povo. Carnaíba deu ao mundo a voz potente deste mestre da poesia sertaneja, pernambucana. Para o Recife, é uma honra festejar sua existência. Um poeta que escreve A Volta da Asa Branca, Acauã, Sabiá, Riacho do Navio conhece com  profundidade a alma humana. Zé Dantas é  um artista de infinitas dimensões&#8221;, celebra.</p>
<p>“Desde que fomos procurados pela Secult-PE nos engajamos no projeto, até porque divulgar a cultura pernambucana é uma das missões da TVPE. Zé Dantas foi um compositor que marcou toda uma geração musical. Diante de um artista tão grande e que contribuiu tanto para a música nordestina e brasileira, precisamos passar o ano de 2021 destacando o trabalho deste grande parceiro de Luiz Gonzaga”, destaca Ivan Júnior, diretor de Programação e Produção da TV Pernambuco.</p>
<p>“O Cais do Sertão produziu, neste mês de fevereiro, uma série de conteúdos que foram veiculados nas nossas redes socais com o objetivo de divulgar a música e o legado de Zé Dantas. Desde o começo do mês, publicamos pelo Instagram, Facebook e Spotify uma série de homenagens para ele. E chegamos agora com uma grande comemoração conjunta, com a Secult-PE, Rádio Frei Caneca e TV Pernambuco, que vão vincular, a partir do dia 26, uma extensa programação webnários e  produtos audiovisuais e fonográficos”, ressalta Maria Rosa, gerente do Museu Cais do Sertão.</p>
<p>A programação conta com a transmissão de dois webnários gravados e editados pela TV Pernambuco, com debates sobre o legado artístico de Zé Dantas: O primeiro é o “Um Dedo de Prosa &#8211; 100 Anos de ZéDantas”, com a participação de Lêda Dias, gerente de Políticas Culturais da Secult-PE; José Dantas, filho de Zé Dantas; Paulo Vanderley, pesquisador e colecionador da obra do Rei do Baião; e Anselmo Alves, documentarista, colecionador e pesquisador.</p>
<p>O segundo, “Um Dedo de Prosa &#8211; A Poética de Zé Dantas” tem a presença de Diviol Lira, assistente de Música da Secult-PE. Padre Luiz Marques Ferreira, pároco de Carnaíba; Cacá Malaquias, músico e educador musica; e Daniel Bueno, cantor, compositor e escritor.</p>
<p>Dentre outros destaques da programação, haverá também a exibição do show Duetos, de Marina Elali, neta de Zé Dantas, que fará uma homenagem ao legado do avô. Já a partir de sábado (27), e ao longo de todo o ano, serão exibidos os programas “Pílulas do Zé”, na TV Pernambuco, Rádio Frei Caneca e redes sociais da Secult-PE e Cais do Sertão, contando um pouco sobre a vida e obra deste artista.</p>
<p>Também está prevista, no sábado (27), uma sessão do curta-documentário pernambucano “Psiu!”, trabalho autobiográfico sobre Zé Dantas dirigido por Antonio Carrilho, e com produção e codireção de Juliana Lima. O filme será exibido na TV Pernambuco, às 18h.</p>
<p>Com duração de 20 minutos, “Psiu!” retrata a vida e a obra de José de Souza Dantas Filho, nascido em Carnaíba, no Sertão do Pajeú pernambucano. No documentário, a trajetória dele é revista e conta com o suporte de imagens e gravações inéditas com a voz do compositor, além de depoimentos de nome como Ariano Suassuna, Marina Elali, Yolanda Dantas (viúva), Geraldo Azevedo e demais parentes.</p>
<p>Ainda neste sábado (27), das 11h às 12h30, um debate ao vivo na Rádio Jornal, conduzido pelo comunicador Wagner Gomes e organizado em parceria com a Fundação de Cultura Cidade do Recife e o Memorial Luiz Gonzaga, reunirá especialistas para tratar sobre a importância e perpetuidade da obra de Zé Dantas, que tão bem retratou toda beleza e dureza da vida no Sertão Nordestino.</p>
<p><b>QUEM FOI? -</b> José de Sousa Dantas Filho, compositor e poeta, nasceu no município pernambucano de Carnaíba (27/2/1921) e faleceu no Rio de Janeiro (RJ) (11/3/1962). Em 1947, conheceu Luiz Gonzaga, de quem se tornou um dos principais parceiros musicais, ao lado do também compositor Humberto Teixeira. Três anos depois, em 1950, Luiz Gonzaga gravou algumas de suas composições, como Vem, Morena, A Dança da Moda, o xote Cintura Fina, entre outros, dando início a uma das parceiras musicais mais exitosas da música brasileira.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">PROGRAMAÇÃO DO CENTENÁRIO ZÉ DANTAS</span></b></p>
<p>(De 26 de fevereiro a 6 de março)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sexta-feira (26/02)<br />
</span></b>15h &#8211; Quadro Poética &#8211; Salada Pop / Especial ZéDantas<br />
(O poética é um quadro veiculado diariamente no programa Salada Pop, apresentando um(a) poeta e alguma de suas obras declamadas na Rádio Frei Caneca).<br />
Rádio Frei (101.5 FM, <a href="http://www.freicanecafm.org"><strong>www.freicanecafm.org</strong></a> ou pelo app)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado (27/02)<br />
</span></b>10h – Lançamento dos webnários ‘Um Dedo de Prosa – 100 anos de ZéDantas’ e “Um Dedo de Prosa &#8211; A Poética de ZéDantas”<br />
YouTube da Secult-PE (<a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>www.youtube.com/secultpe</strong></a>)</p>
<p>11h – Mesa de Bar,  programa de rádio conduzido pelo comunicador Wagner Gomes e organizado pela Fundação de Cultura da Cidade do Recife/Memorial Luiz Gonzaga, com pesquisadores/especialistas da obra de ZeDantas.<br />
Rádio Jornal (90.3 FM, <a href="http://www.radiojornal.ne10.uol.com.br/ao-vivo/recife " target="_blank"><strong>www.radiojornal.ne10.uol.com.br/ao-vivo/recife</strong></a> ou pelo app)</p>
<p>18h &#8211; Transmissão de ‘Um Dedo de Prosa &#8211; 100 Anos de ZéDantas’<br />
Rádio Frei (101.5 FM, <a href="http://www.freicanecafm.org" target="_blank"><strong>www.freicanecafm.org</strong></a> ou pelo app) e Youtube do Cais do Sertão (<strong><a href="http://www.youtube.com/caisdosertao">www.youtube.com/caisdosertao</a></strong>)</p>
<p>18h – Exibições do curta-metragem “PSIU!” e do show Duetos da Marina Elali<br />
TV Pernambuco (RMR: 46.1; Caruaru: 12.1; Petrolina: 13.1)</p>
<p>19h – Programação musical ZéDantas<br />
Rádio Frei Caneca (101.5 FM, <a href="http://www.freicanecafm.org" target="_blank"><strong>www.freicanecafm.org</strong></a> ou pelo app)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Domingo (28/02)</span><br />
</b>Lançamento da playlist ‘ZéDantas’ no Spotify do Cais do Sertão</p>
<p>15h – Exibição de ‘Um Dedo de Prosa &#8211; 100 Anos de ZéDantas’<br />
TV Pernambuco (RMR: 46.1; Caruaru: 12.1; Petrolina: 13.1)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Quarta-feira (3/03)<br />
</span></b>18h &#8211; Exibição de ‘Um Dedo de Prosa – 100 anos de ZéDantas’<br />
Youtube do Cais do Sertão (<a href="http://www.youtube.com/caisdosertao" target="_blank"><strong>www.youtube.com/caisdosertao</strong></a>)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado (6/03)<br />
</span></b>18h &#8211; Transmissão de ‘Um Dedo de Prosa – A Poética de ZéDantas’<br />
Rádio Frei Caneca (101.5 FM, <a href="http://www.freicanecafm.org" target="_blank"><strong>www.freicanecafm.org</strong></a> ou pelo app)</p>
<p>19h – Programação musical ZéDantas<br />
Rádio Frei Caneca (101.5 FM, <a href="http://www.freicanecafm.org" target="_blank"><strong>www.freicanecafm.org</strong></a> ou pelo app)</p>
<p><b>ATIVIDADES EXTRAS<br />
</b>*A partir do dia 27/02 e ao longo do ano: Exibições das Pílulas do Zé, na TV Pernambuco, Rádio Frei Caneca e redes sociais da Secult-PE, Museu Cais do Sertão. Publicações também nas redes do Memorial Luiz Gonzaga, sobre a vida e obra do compositor</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/centenario-do-compositor-ze-dantas-parceiro-de-luiz-gonzaga-tem-programacao-especial-em-pernambuco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conferência de Joaquim Falcão abre a programação da 12ª Semana do Patrimônio Cultural</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/conferencia-de-joaquim-falcao-abre-a-programacao-da-12a-semana-do-patrimonio-cultural/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/conferencia-de-joaquim-falcao-abre-a-programacao-da-12a-semana-do-patrimonio-cultural/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2019 23:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[abertura]]></category>
		<category><![CDATA[conferência]]></category>
		<category><![CDATA[joaquim falcão]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Cais do Sertão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=70826</guid>
		<description><![CDATA[Começou, nesta segunda-feira (12/8), a 12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, com a conferência &#8220;Futuros Possíveis: o Patrimônio Imaterial de Pernambuco&#8221;, comandada pelo professor e membro da Academia Brasileira de Letras Joaquim de Arruda Falcão, uma referência no assunto, no Museu do Cais do Sertão. Com um passeio pela história recente da preservação do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70827" aria-labelledby="figcaption_attachment_70827" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/48523443181_27e4575503_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-70827" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/48523443181_27e4575503_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Antes da conferência, Joaquim de Arruda Falcão recebeu homenagem de Gilberto Freyre Neto e Marcelo Canuto</p></div>
<p>Começou, nesta segunda-feira (12/8), a 12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, com a conferência &#8220;Futuros Possíveis: o Patrimônio Imaterial de Pernambuco&#8221;, comandada pelo professor e membro da Academia Brasileira de Letras Joaquim de Arruda Falcão, uma referência no assunto, no Museu do Cais do Sertão. Com um passeio pela história recente da preservação do legado histórico e cultural do Brasil, o jurista apontou o Estado de Pernambuco como destaque na produção e preservação do patrimônio e sugeriu ainda que os livros &#8220;Morte e Vida Severina&#8221;, de João Cabral de Melo Neto, e &#8220;Casa Grande &amp; Senzala&#8221;, de Gilberto Freyre, lado a lado, fossem os primeiros livros tombados como Patrimônio Imaterial do Brasil. A Semana do Patrimônio continua nesta terça-feira (13) com visitas guiadas, exibição de filme e mesas redondas até a noite. A programação completa pode ser acessada <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/12%C2%AA-Semana-Folder-Geral.pdf" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
<div id="attachment_70828" aria-labelledby="figcaption_attachment_70828" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/48523628952_130c6436f9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-70828" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/48523628952_130c6436f9_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Tribuna de Honra da abertura da 12ª Semana do Patrimônio de Pernambuco</p></div>
<p>“Em matéria de Patrimônio Imaterial, Pernambuco sempre saiu na frente. Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro podem ter se consolidado em patrimônio material. Mas, se tratando de imaterial, Pernambuco sempre esteve na vanguarda”, afirmou o conferencista, que recebeu das mãos do secretário de Cultura do Estado, Gilberto Freyre Neto, e presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, uma placa de homenagem pela participação na abertura da Semana do Patrimônio.</p>
<p>Joaquim de Arruda Falcão, que foi quem propôs o uso dos termos patrimônio material e imaterial durante a elaboração da Constituição Federal de 1988, lembrou da atuação de Aloísio Magalhães e Marco Vilaça e destacou a relevância da sociedade para a preservação dos bens culturais do País, com atenção à natureza miscigenada do Brasil. “A comunidade é quem melhor protege seu patrimônio, dizia Aluísio Magalhães. A cultura do Brasil é somatória, não eliminatória. O saber popular se dá bem com o saber elitista, formal”, lembrou o conferencista.</p>
<p>O secretário também ressaltou o caráter social do patrimônio. “A nossa batalha para preservar o patrimônio não é só para que a gente usufrua do seu legado, mas para que todos os que vão nos suceder também possa desfrutar dele. É uma responsabilidade imensa”, disse. “A sociedade só vai preservar o que interessa. Não adianta investir energia em algo em que não há sentimento de pertença. É por isso que essa discussão é importante. O desafio constante é fazer com que a sociedade participe”, ressaltou o gestor.</p>
<div id="attachment_70829" aria-labelledby="figcaption_attachment_70829" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/48523420326_9e71bef432_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-70829" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/48523420326_9e71bef432_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Confraria do Rosário de Floresta encerrou o evento de abertura</p></div>
<p>Marcelo Canuto chamou a atenção para o aumento significativo de municípios parceiros da Semana do Patrimônio este ano, que mais que dobrou. “Temos em 2019 uma participação expressiva, com 30 municípios. É uma grande vitória e mostra o alcance de nossas políticas de preservação”.</p>
<p>Na tribuna de honra da abertura, estavam ainda a secretária de Cultura do Recife, Leda Alves, a superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Pernambuco (Iphan-PE), Renata Duarte Borba, e o comandante da 7ª Região Militar, o general Pedro Paulo Braga.</p>
<p>Leda Alves apontou o caráter político da cultura. “Devemos nos preocupar com nossas crianças e entregar a elas o nosso patrimônio cultural e histórico”. Renata Duarte Borba falou que “para falar sobre o patrimônio, é preciso lidar com uma imensa variedade de pessoas. Aqui eu vejo padre, militares, representantes do patrimônio material e imaterial, por exemplo”. O general pontuou imóveis militares que são patrimônio do Estado e a importância dele para nossa sociedade. “Temos o Forte do Brum, por exemplo, que é um espaço importante para Pernambuco”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/conferencia-de-joaquim-falcao-abre-a-programacao-da-12a-semana-do-patrimonio-cultural/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Joaquim Falcão será o conferencista da abertura da 12ª Semana do Patrimônio Cultural</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/joaquim-falcao-sera-o-conferencista-da-abertura-da-12a-semana-do-patrimonio-cultural/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/joaquim-falcao-sera-o-conferencista-da-abertura-da-12a-semana-do-patrimonio-cultural/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 14:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[abertura]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[joaquim falcão]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo canuto]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Cais do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Secult]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=68720</guid>
		<description><![CDATA[Ex-diretor da Fundação Roberto Marinho e membro da Academia Brasileira de Letras, o advogado e escritor Joaquim Falcão comandará, na próxima segunda-feira (12), às 15h, a conferência “Futuros possíveis: O patrimônio imaterial de Pernambuco”, no Auditório do Museu Cais do Sertão. A palestra marca a abertura da 12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, evento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68721" aria-labelledby="figcaption_attachment_68721" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Joaquim-Falcão-e-Marcelo-Canuto-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-68721" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Joaquim-Falcão-e-Marcelo-Canuto-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A convite do presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, Joaquim Falcão visitou a sede da Secult-PE/Fundarpe no último mês de maio</p></div>
<p>Ex-diretor da Fundação Roberto Marinho e membro da Academia Brasileira de Letras, o advogado e escritor Joaquim Falcão comandará, na próxima segunda-feira (12), às 15h, a conferência “Futuros possíveis: O patrimônio imaterial de Pernambuco”, no Auditório do Museu Cais do Sertão. A palestra marca a abertura da 12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, evento comandado pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secult-PE/Fundarpe, que tem como objetivo comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico, celebrado em todo território nacional no dia 17 de agosto.</p>
<p>O convite para realizar a conferência de abertura do evento aconteceu no último mês de maio, quando Joaquim Falcão visitou o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, e se deu pela participação do jurista, em 1988, na ampliação do conceito de patrimônio cultural na Constituição Federal, que estendeu ao tradicional patrimônio material, de pedra e cal, o patrimônio imaterial, dos saberes e fazeres.</p>
<p>Neste ano, o evento terá como tema &#8220;Territórios Educativos e Culturais: Diálogos Possíveis&#8221; e tem como objetivo um amplo e qualificado debate sobre as relações entre os territórios educativos e culturais e suas potencialidades para o Patrimônio Cultura. A 12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco será realizada entre os dias 12 e 17 de agosto.</p>
<p><strong>Biografia de Joaquim Falcão - </strong>Sexto ocupante da Cadeira nº 3, eleito em 19 de abril de 2018, na sucessão de Carlos Heitor Cony e recebido em 23 de novembro de 2018 pela Acadêmica Rosiska Darcy de Oliveira.</p>
<p>Joaquim de Arruda Falcão Neto nasceu em 10 de setembro de 1943, no Rio de Janeiro. Filho de Maria de Lourdes Saldanha de Arruda Falcão e Corintho de Arruda Falcão.</p>
<p>Joaquim Falcão é Doutor em Educação pela University of Génève (1981), LLM pela Harvard Law School (1968), graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1966). Foi pesquisador visitante na Harvard Law School (1991).</p>
<p>Atualmente, é professor titular de Direito Constitucional na Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas (RJ) onde também foi fundador e diretor. É membro da Academia Brasileira de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. É vice-diretor do Itaú Cultural. Membro dos Instituto dos Advogados do Brasil. Editor da Revista de Direito Administrativo.</p>
<p>É autor de diversos livros, capítulos e artigos em periódicos e na imprensa onde aborda, principalmente, os seguintes temas: o pensamento e as instituições democráticas; cultura e cidadania; política e direito. Dentro os livros mais recentes estão: “Raymundo Faoro. A República em Transição”; “O Supremo”; “Mensalão &#8211; diário de um julgamento”.</p>
<p><strong>ATIVIDADES ANTERIORES (SELEÇÃO):</strong><br />
Ex-Diretor da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getúlio Vargas – RJ;<br />
Membro do Conselho Nacional de Justiça (2005-2009);<br />
Membro do Conselho do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN);<br />
Secretário-Geral da Fundação Roberto Marinho (1987 – 2000);<br />
Responsável pela criação do Telecurso 2000, Globo Ecologia e Canal Futura;<br />
Professor titular de Direito Constitucional da Universidade Federal do Rio de Janeiro –UFRJ (1984-2000);<br />
Professor associado da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE;<br />
Presidente da Fundação Nacional Pró-Memória (Patrimônio Cultural Brasileiro) (1986 – 1987);<br />
Chefe de Gabinete do Ministério da Justiça (1985 – 1986);<br />
Membro da Comissão Constitucional Affonso Arinos;<br />
Fundador do Departamento de Ciência Política e depois Superintendente da Fundação Joaquim Nabuco (1980 – 1984);<br />
Vice-presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro;<br />
Membro de comissões de redação de Marcos Legais nas áreas de: Patrimônio Histórico Nacional, Nova Legislação Eleitoral, Patrimônio Imaterial, e Regulação do Terceiro Setor.<br />
Presidente Instituto Ricardo Brennand.</p>
<p><strong>PARTICIPAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E CONSELHOS CONSULTIVOS:</strong><br />
Conselho da Bienal de SP;<br />
Associação Comercial do Rio de Janeiro;<br />
Instituto dos Advogados do Brasil;<br />
Fundação Itaú Cultural;<br />
Academia Brasileira de Direito Constitucional;<br />
Conselho do CEBRI<br />
Presidente do Conselho Estratégico da Casa Firjan;<br />
Fundação do Câncer;<br />
Conselho do Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem;<br />
Conselho da Revista Interessa Nacional;<br />
Fundação Joaquim Nabuco;<br />
Conselho da Transparência Internacional;<br />
Conselho Editorial do Centro de Estudos Judiciários.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/joaquim-falcao-sera-o-conferencista-da-abertura-da-12a-semana-do-patrimonio-cultural/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exposição “Tengo Lengo Tengo” homenageia o sertão de Luiz Gonzaga</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-tengo-lengo-tengo-homenageia-o-sertao-de-luiz-gonzaga/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-tengo-lengo-tengo-homenageia-o-sertao-de-luiz-gonzaga/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2019 18:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição “Tengo Lengo Tengo”]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gonzaga.]]></category>
		<category><![CDATA[Missa do Vaqueiro de Serrita]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Cais do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[padre João Câncio]]></category>
		<category><![CDATA[Sala São Francisco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=69398</guid>
		<description><![CDATA[O Museu Cais do Sertão inaugurou no último domingo (16) a exposição “Tengo Lengo Tengo”, uma homenagem ao universo sertanejo e a Luiz Gonzaga e o padre João Câncio – falecidos há 30 anos e responsáveis pela criação da Missa do Vaqueiro de Serrita. As fotos, projeções de vídeos e outras peças estão divididas em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69400" aria-labelledby="figcaption_attachment_69400" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Andrade/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-17-at-11.38.47.jpeg"><img class="size-medium wp-image-69400 " alt="Chico Andrade/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-17-at-11.38.47-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encerramento da exposição será no dia 27 de agosto quando se comemora o Dia Nacional do Vaqueiro</p></div>
<p>O Museu Cais do Sertão inaugurou no último domingo (16) a exposição “Tengo Lengo Tengo”, uma homenagem ao universo sertanejo e a Luiz Gonzaga e o padre João Câncio – falecidos há 30 anos e responsáveis pela criação da Missa do Vaqueiro de Serrita. As fotos, projeções de vídeos e outras peças estão divididas em três seções na Sala São Francisco. A visitação é gratuita.</p>
<p>Ao longo da mostra, serão realizadas várias atividades, como mesas-redondas, sendo a primeira delas nesta terça (18), às 14h30, quando os fotógrafos Fred Jordão, Geyson Magno, João Rogério Filho e Joana Calazans conversam com o público sobre fotografias no Sertão. Haverá ainda oficinas de zabumba, de costura do couro, apresentações culturais sertanejas e leituras dramáticas.</p>
<div id="attachment_69399" aria-labelledby="figcaption_attachment_69399" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Andrade/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-17-at-11.38.47-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-69399 " alt="Chico Andrade/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-17-at-11.38.47-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As fotos, projeções de vídeos e outras peças estão divididas em três seções na Sala São Francisco</p></div>
<p style="text-align: left;">O projeto Tengo Lengo Tengo conta ainda com o apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Prefeitura do Recife, Fundação Padre Câncio, e da Janela Gestão de Projetos, de Dida Maia e Fernanda Ferrário.</p>
<p>O encerramento da exposição será no dia 27 de agosto, quando se comemora o Dia Nacional do Vaqueiro, contará com festa comandada pelo Som da Rural.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Exposição “Tengo Lengo Tengo”<br />
Museu Cais do Sertão (Av. Alfredo Lisboa, S/N, Bairro do Recife)<br />
Visitação até 27 de agosto: Terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábado e domingo, das 13h às 17h (última entrada às 16h30)<br />
Gratuito</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-tengo-lengo-tengo-homenageia-o-sertao-de-luiz-gonzaga/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os carnavais de Joana Lira ocupam o Museu Cais do Sertão</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/os-carnavais-de-joana-lira-ocupam-o-museu-cais-do-sertao/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/os-carnavais-de-joana-lira-ocupam-o-museu-cais-do-sertao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jan 2019 21:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Lira]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Cais do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Quando a vida é uma euforia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=66159</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Criada na cidade alta de Olinda, a designer gráfica recifense Joana Lira lembra com carinho as fantasias que ocupavam pelo menos duas gavetas do seu guarda-roupa quando criança. Mesmo quando acabava o Carnaval, a folia era presença constante na vida da artista e estava sempre ali, entre saias e blusas, esperando o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66160" aria-labelledby="figcaption_attachment_66160" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paulo Fridman</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/JOANA-LIRA_foto-Paulo-Fridman_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-66160" alt="Paulo Fridman" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/JOANA-LIRA_foto-Paulo-Fridman_Easy-Resize.com_-607x396.jpg" width="607" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Designer gráfica recifense radicada em São Paulo há 20 anos, Joana Lira assinou a identidade visual da cenografia do Carnaval do Recife entre 2001 e 2011.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Camila Estephania</em></strong></p>
<p>Criada na cidade alta de Olinda, a designer gráfica recifense Joana Lira lembra com carinho as fantasias que ocupavam pelo menos duas gavetas do seu guarda-roupa quando criança. Mesmo quando acabava o Carnaval, a folia era presença constante na vida da artista e estava sempre ali, entre saias e blusas, esperando o próximo ano pra tomar forma novamente. Seu rico imaginário carnavalesco construído desde a infância se concretizou ainda mais quando, entre os anos de 2001 e 2011, Joana assinou a identidade visual da cenografia do Carnaval do Recife que faz parte da memória afetiva de diferentes gerações de foliões.</p>
<p>Para relembrar suas obras desenvolvidas para esse período, a exposição “Quando a vida é uma euforia” entra em cartaz na Sala Umbuzeiro, do Museu Cais do Sertão, nesta terça-feira (15) até o dia 17 de março. Com curadoria e direção artística de Mamé Shimabukuro, a mostra chega à capital pernambucana em versão estendida depois de ter passado pelo Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. “<em>Aqui ela vem um pouco mais consistente por questões de verba e do tamanho do espaço. Não é uma exposição só contemplativa, ela tem animação, tem ambientes interativos, tem uma parte mais imersiva na Sala São Francisco e tem o núcleo fantasia, que é dos homenageados do carnaval. É uma exposição para criar emoção no visitante</em>”, comenta ela, ao explicar que as obras não são ligadas por uma ordem cronológica nem estão presas a uma linha narrativa.</p>
<div id="attachment_66161" aria-labelledby="figcaption_attachment_66161" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Everton Ballardin</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/5_Everton-Ballardin.jpg"><img class="size-medium wp-image-66161" alt="Everton Ballardin" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/5_Everton-Ballardin-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As peças foram recriadas em dimensões adaptadas para o Museu Cais do Sertão.</p></div>
<p>Apesar de abranger dez Carnavais diferentes, as peças se completam e dão unidade à mostra por apresentarem a mesma estética, mas ganham temas diferentes, de acordo com o ano. “<em>Em 2001, Recife passou a ter os polos descentralizados e havia a ideia de oferecer mais estrutura ao folião para ele não ficar só no Marco Zero. Roberto Peixe (Secretario de Cultura do Recife na época) convidou o escritório do meu pai (o arquiteto Carlos Augusto Lira) e ele me chamou para trabalhar com ele pela primeira vez. Foi uma experiência bem imersiva, porque fizemos esse primeiro projeto em 15 dias. Cada polo tinha que ter uma linguagem, então, acabava sendo uma homenagem a essa diversidade do nosso Carnaval, por isso foi muito gostoso também</em>”, relembra Joana que, nos anos seguintes, sempre explorava novos personagens para o material não ficar repetitivo.</p>
<p>“<em>O número de personagens que representava cada polo foi crescendo, de modo que, começamos com quatro e no último ano que fiz tínhamos nove. A partir de 2006, a gente pediu à Prefeitura um tema, que vinha com os homenageados, e pedimos para incluir um artista plástico entre os homenageados. Todos eles e as famílias deles me deixavam muito livre para fazer a minha interpretação. Tiveram artistas em que mergulhei na história, outros explorei mais graficamente, foi um trabalho muito bom</em>”, diz ela, que, a partir de 2006, desenvolveu obras inspiradas nos trabalhos de mestres como Ariano Suassuna, Lula Cardoso Ayres, Abelardo da Hora, Cícero Dias, Vicente do Rego Monteiro e Tereza Costa Rêgo.</p>
<div id="attachment_66162" aria-labelledby="figcaption_attachment_66162" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Everton Ballardin</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/6_Everton-Ballardin.jpg"><img class="size-medium wp-image-66162" alt="Everton Ballardin" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/6_Everton-Ballardin-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição explora várias ferramentas para proporcionar uma experiência imersiva e interativa ao visitante.</p></div>
<p>Até 2005, as criações de Joana para o Carnaval foram mais pictóricas e serviram também para testar materiais, volumes e tecnologias que funcionassem nas ruas desde a manhã, sob a luz do sol, até a noite, com iluminação artificial. “<em>Nasci em uma família de artistas. Meus pais são arquitetos, minha mãe também trabalhava com design têxtil e foi casada com o artista plástico Petrônio Cunha. Tive uma convivência muito doméstica com ele e o via trabalhando diferentes materiais. Diria que os três formaram o tripé que deu base às minhas criações</em>”, revela Joana, ao falar de suas inspirações.</p>
<p>Para a exposição, as peças foram recriadas para se adaptarem ao Museu. “<em>Os desenhos sempre foram digitais, o que a gente fez foi pensar a ambiência, porque as peças de rua não caberiam aqui. Nem teve como elas serem conservadas, nem a dimensão delas caberiam no Museu</em>”, observa ela.</p>
<p>“<em>O Carnaval já é parte da minha alma</em><em>, temos uma cultura muito arraigada, porque é muito rico o que a gente consegue viver aqui. Isso me influencia até hoje, mesmo morando longe. Quando você sai do Recife e tem uma cultura tão forte, acontecem duas coisas: você está sempre se reafirmando; e o que você tem de mais universal é o que você tem de mais único, que é a sua raiz</em>”, conclui ela, ao explicar que a festa, onde tantas manifestações culturais do Estado se encontram, é até hoje uma de suas principais inspirações.</p>
<p><b>SERVIÇO:<br />
</b>Exposição “Quando a vida é uma euforia”, de Joana Lira<br />
Quando: Abertura nesta terça-feira (15), a partir das 19h<br />
Onde: Museu Cais do Sertão (Av. Alfredo Lisboa S/N – Recife Antigo)</p>
<p>Visitação de 15 de janeiro a 17 de março de 2019<br />
Terça a sexta &#8211; 09 às 17h<br />
Sábado e domingo &#8211; 13 às 17h</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/os-carnavais-de-joana-lira-ocupam-o-museu-cais-do-sertao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bordados de Passira ganham mostra multissensorial no Cais do Sertão</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/bordados-de-passira-ganham-mostra-multissensorial-no-cais-do-sertao/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/bordados-de-passira-ganham-mostra-multissensorial-no-cais-do-sertao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2017 20:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bordados de Passira]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Cais do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[passira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=50290</guid>
		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria  Em meio à potência da indústria de confecção no Agreste pernambucano, o município de Passira ainda exprime sua identidade na moda sem pressa nem grandes volumes. Conhecida naquela região como a “Terra dos Bordados”, a cidade faz jus à alcunha e resiste à sedução industrial em busca da manutenção da sua [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria </em></p>
<p>Em meio à potência da indústria de confecção no Agreste pernambucano, o município de Passira ainda exprime sua identidade na moda sem pressa nem grandes volumes. Conhecida naquela região como a “Terra dos Bordados”, a cidade faz jus à alcunha e resiste à sedução industrial em busca da manutenção da sua mais reconhecida expressão cultural, o bordado. As cores, os traços estéticos identitários e, sobretudo, as mulheres que mantêm viva a tradição ganham espaço no Museu Cais do Sertão, entre os dias 5 de julho e 5 de agosto, com a exposição “Bordados de Passira”. O projeto é uma realização da Alumia Produção e Conteúdo e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/thumbnail_IMG_8459_menor.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-50291" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/thumbnail_IMG_8459_menor-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Com apoio do Museu Cais do Sertão, a mostra será instalada no 1º andar do equipamento cultural com uma perspectiva multissensorial. Em um primeiro momento, serão expostos trabalhos em tela de 40 bordadeiras do município, retratando a resistência e a força da tradição secular repassada entre gerações.</p>
<p>A propósito, em atenção à necessidade de preservação dessa expressão cultural, também será montada no espaço uma oficina de produção na qual o público visitante poderá aprender e desenvolver tais habilidades com as próprias artesãs.  O workshop tem carga horária de nove horas e acontecerá nos dias 25, 26 e 27 de julho, sempre das 14h às 17h. São 15 vagas disponíveis e as inscrições que são gratuitas (será cobrada apenas a taxa de entrada do Museu) deverão ser realizadas pelo <a href="https://www.facebook.com/CaisdoSertao/" target="_blank"><strong>Facebook</strong></a> do Cais do Sertão</p>
<p>As bordadeiras também protagonizam uma instalação sonora na qual narram suas histórias em torno da tradição do bordado e a importância dele dentro de uma perspectiva cultural. No âmbito visual, a exposição ainda conta com um ensaio fotográfico assinado pela fotógrafa Hélia Scheppa com registros do cotidiano de trabalho dessas mulheres. Ainda compõe a mostra uma feira com os produtos para os visitantes que desejarem adquirir peças produzidas pelas passirenses.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/thumbnail_IMG_8602_menor.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-50292" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/thumbnail_IMG_8602_menor-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><b>Serviço:</b></p>
<p><b>Bordados de Passira</b><br />
Período: de 5 de julho a 5 de agosto<br />
Local: Museu Cais do Sertão<br />
Endereço: av. Alfredo Lisboa, s/n – Bairro do Recife<br />
Horários: de terça a sexta, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 13h às 17h.<br />
Preços: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada para estudantes e idosos).<br />
Gratuidade: quintas-feiras</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/bordados-de-passira-ganham-mostra-multissensorial-no-cais-do-sertao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cais do Sertão promove semana de meia-entrada para todos os visitantes</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cais-do-sertao-promove-semana-de-meia-entrada-para-todos-os-visitantes/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/cais-do-sertao-promove-semana-de-meia-entrada-para-todos-os-visitantes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 17:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bairro do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Gilberto Freyre]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Cais do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Paranambuca]]></category>
		<category><![CDATA[Praça do Juazeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=33361</guid>
		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Visando estimular a visitação de turistas e pernambucanos nesta temporada pré-carnavalesca e de férias escolares, o Museu Cais do Sertão, no Bairro do Recife, estará possibilitando que a meia-entrada ao local, no valor de R$ 5, seja aderida para todos os visitantes a partir desta terça-feira (26). A promoção, que é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_33362" aria-labelledby="figcaption_attachment_33362" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fred Jordão/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Museu-Cais-do-Sertao-Fred-Jornal-divulgacao.png"><img class="size-medium wp-image-33362" alt="Foto: Fred Jordão/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Museu-Cais-do-Sertao-Fred-Jornal-divulgacao-607x257.png" width="607" height="257" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição permanente &#8216;Jóias da Coroa&#8217;, na entrada do espaço cultural.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Visando estimular a visitação de turistas e pernambucanos nesta temporada pré-carnavalesca e de férias escolares, o Museu Cais do Sertão, no Bairro do Recife, estará possibilitando que a meia-entrada ao local, no valor de R$ 5, seja aderida para todos os visitantes a partir desta terça-feira (26). A promoção, que é a segunda medida adotada pelo espaço cultural, sob gestão temporária da Fundação Gilberto Freyre, também garante a continuação da gratuidade de acesso às quintas-feiras.</p>
<p style="text-align: justify;">O museu funciona de terça a domingo, no horário das 11h às 17h. E no próximo domingo (31), a programação cultural Cais do Sertão estará proporcionando o ensaio gratuito do grupo de percussão Paranambuca, na Praça do Juazeiro, localizada na parte externa do local. A apresentação, que começa às 15h, estará envolvendo ritmos como caboclinho, maracatu, coco, samba, frevo e afoxé.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Meia-entrada para todos no Cais do Sertão</strong></em><br />
<strong>Período:</strong> de 26 a 31 de janeiro (com entrada gratuita às quintas-feiras)<br />
<strong>Horário de funcionamento:</strong> das 11h às 17h<br />
<strong>Local:</strong>  Museu Cais do Sertão (Av. Alfredo Lisboa, s/nº, Bairro do Recife)<br />
<strong>Valor: </strong>R$ 5 (cinco reais)<strong><br />
Informações:</strong> (81) 3089-2974</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/cais-do-sertao-promove-semana-de-meia-entrada-para-todos-os-visitantes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

