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	<title>Portal Cultura PE &#187; Museu da Imagem e do Som</title>
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		<title>Série de ficção pernambucana ganha exibição em São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2019 19:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66141" aria-labelledby="figcaption_attachment_66141" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Camila Rodrigues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Foto-3-Camila-Rodrigues.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66141" alt="Camila Rodrigues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Foto-3-Camila-Rodrigues-607x340.jpeg" width="607" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Série de ficção conta a história de uma síndrome que atinge 80% dos seres humanos.</p></div>
<p>A caatinga pernambucana é o cenário de um futuro distópico na série “Atrofia”, onde seres humanos adoecem e perdem seus sentidos. Gravado no entorno de Petrolina, no sertão do Estado, com o incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, o episódio piloto será exibido neste sábado (12), às 16h, no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo.</p>
<p>Composta por oito capítulos, a primeira temporada da série mostra as consequências de uma síndrome desconhecida que afeta o tato, o paladar, o olfato e os membros superiores. Cerca de 80% da população mundial começa a atrofiar, transformando-se em pessoa irracionais, famintas e improdutivas. A narrativa transita entre o suspense, drama e terror e será ambientada totalmente na caatinga, bioma único no mundo, que ajuda a construir o universo pós-apocalíptico de uma maneira jamais retratada, integrando elementos culturais, folclóricos e regionais às histórias.</p>
<p>O mundo inteiro é tomado pelos atrofiados– seres que rivalizam com a população racional nas histórias. “Embora haja semelhança com zumbis – e nós amamos zumbis! – Os atrofiados não estão mortos. Eles são seres humanos doentes e animalizados, ou seja, irracionais, o que aumenta a tensão e o dilema entre os personagens”, expõe o diretor Wllyssys Wolfgang, que dividiu a direção com Geisla Fernandes.</p>
<p>Além de dirigir a série Atrofia, a dupla também assinou a direção do curta-metragem “O Experimento” (terror zumbi, 2016), que foi desenvolvido no 1<sup>o</sup>. Núcleo Experimental de Cinema do MIS-SP. O curta conquistou prêmios e indicações nacionais e internacionais, compondo a lista de Melhores Curtas-metragens Paulistanos em 2016, participando de festivais como “Rio Fantastik”, “Petit Pavê” e “Curt’Arruda” em Portugal.</p>
<p><b>O PILOTO</b></p>
<p>Intitulado “Em Pedaços”, o primeiro episódio contou com elenco pernambucano, como a recifense Cíntia Lima e os petrolinenses Juliene Moura e José Lírio da Costa, que contracenam intensamente num cenário hostil e perigoso. O trabalho de preparação do elenco para a performance dos personagens atrofiados é diretamente influenciado pela dança Butô, originária do Japão pós-guerra.</p>
<p>O próximo passo da produtora WW Filmes é encontrar players que tenham interesse em produzir e exibir a série completa, que inicialmente conta com oito episódios independentes, mas dentro do mesmo contexto. “Todos os episódios já estão roteirizados. Cada um deles traz elementos e questões universais que provocarão identificação, em algum momento, com o telespectador. O bioma caatinga é marcante na tela e assim, transforma a paisagem árida em uma presença importante. A caatinga é como um personagem sempre presente. Imaginar-se neste cenário hostil e pós-apocalíptico, é um desafio interessante.” comenta a co-diretora Geisla Fernandes.</p>
<p><b>SERVIÇO:<br />
</b>Exibição do Piloto da Série ATROFIA<br />
Quando: Neste sábado (12), às 16h<br />
Onde: Auditório do MIS (Av. Europa – 158/ Jardim Europa – SP)<br />
Entrada Gratuita<b></b></p>
<p><b> </b></p>
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