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	<title>Portal Cultura PE &#187; museu da parteira</title>
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		<title>Museu da Parteira promove ação aberta e gratuita na Oficina Brennand</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2022 13:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu da Parteira marca presença na ação Ocupa Oficina, neste domingo (15), a partir das 14h, na Oficina Brennand, localizada no bairro da Várzea, no Recife. “A Oficina Brennand tem trabalhado com três eixos norteadores &#8211; territórios, naturezas e cosmologias. O Ocupa Oficina é uma ação no eixo das territorialidades, que visa a abertura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Exposição-Parteiras_Um-Mundo-pelas-Mãos_Foto-divulgação1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93558" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Exposição-Parteiras_Um-Mundo-pelas-Mãos_Foto-divulgação1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Museu da Parteira marca presença na ação Ocupa Oficina, neste domingo (15), a partir das 14h, na Oficina Brennand, localizada no bairro da Várzea, no Recife. “A Oficina Brennand tem trabalhado com três eixos norteadores &#8211; territórios, naturezas e cosmologias. O Ocupa Oficina é uma ação no eixo das territorialidades, que visa a abertura do espaço do museu para projetos diversos. No mês de maio, comemoramos tanto o Dia Internacional da parteira (5), como o do museu (18), daí a pertinência da ocupação pelo Museu da Parteira”, afirma Júlia Morim, antropóloga e integrante da equipe do Museu da Parteira.</p>
<p>No encontro, que conta com a presença de parteiras de Recife, Jaboatão dos Guararapes, e Caruaru e do povo Pankararu, será exibida a série de curtas documentário “Saber de Parteira”, com seis episódios: Ser parteira, Beleza do ofício, Dom e aprendizado, Parteiras e plantas, Transmissão e continuidade e Relação com a comunidade. Também será veiculado o curta Zefinha Parteira, com direção e roteiro de Bruna Leite, Cecília da Fonte e Júlia Machado.</p>
<p>Além disso, no evento, será realizada uma roda de conversa e uma homenagem à Dona Zefinha, parteira de Caruaru, que foi reconhecida como Patrimônio Vivo do município em dezembro de 2021 e faleceu em fevereiro de 2022. A ação é aberta ao público, com inscrições gratuitas através do Instagram da Oficina Cerâmica Francisco Brennand (<strong><a href="https://instagram.com/oficinabrennand?igshid=YmMyMTA2M2Y=" target="_blank">@ficinabrennand</a></strong>).</p>
<p>Também no mês de maio, o Museu da Parteira lançou seu site oficial. O lançamento foi realizado no Dia Internacional das Parteiras, comemorado em 5 de maio, com o propósito de homenagear as mulheres parteiras, cujo o papel milenar é fundamental para concretizar o ato de nascer. O site oficial do Museu da Parteira pode ser acesso através do link: <strong><a href="https://museudaparteira.org.br/" target="_blank">museudaparteira.org.br</a></strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Espaço virtual</strong></span><br />
O site do Museu da Parteira, desenvolvido com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), é um espaço virtual, tal qual um centro de referência sobre o partejar tradicional, no qual é possível conhecer as ações realizadas pelo museu, bem como acessar a produção escrita e audiovisual sobre esse universo por meio da seção denominada biblioteca. Uma galeria de imagens nos mostra visualmente quem são essas mulheres, suas casas, suas comunidades, e a aba Troca de Saberes, é voltada para parteiras e aqueles que atuem junto a elas compartilhem suas experiências e pontos de vista.</p>
<p>“Além da publicização de dados, informações e memória sobre o partejar tradicional, o site é um espaço de articulação, um modo de chegar a mais pessoas cuja atividade/trabalho/vida una as temáticas do patrimônio e do universo das parteiras tradicionais. Será, ainda, um instrumento de coleta de informações, documentação, dados sobre a temática, uma vez que abriremos espaço para que os internautas enviem material para publicação. Dessa forma, o site busca organizar em um único espaço virtual documentos, publicações, vídeos, enfim, difundir informações e promover a salvaguarda do ofício de parteira tradicional”, diz Júlia Morim, que está coordenando a implementação do site.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Museu da Parteira</strong></span><br />
O Museu da Parteira, caracterizado como experimental, planeja e realiza um conjunto de ações continuadas de salvaguarda, promoção e valorização dos Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais. Coordenado pelas Associações de Parteiras Tradicionais de Jaboatão dos Guararapes e de Caruaru, Departamento de Antropologia e Museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Grupo Curumim, o museu vem desenvolvendo ações em diversas esferas, através de exposições, publicações de livros, produção de filmes, realização de encontros e debates.</p>
<p>“O museu nasceu do desejo de parteiras pernambucanas narrarem suas histórias por si próprias. Por meio de ações e atividades, ele existe sem muros, de forma itinerante, em um lugar de reflexão e articulação de novas ideias e parcerias”, comenta Júlia Morim. “O projeto cresce como um centro de referência sobre o partejar tradicional. O Museu da Parteira ecoa uma série de ações que vêm construindo e propagando narrativas imagéticas, expográficas, documentais e biográficas acerca desse universo das parteiras, ofício que está em processo de ser reconhecido como Patrimônio do Brasil, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)”, ressalta.</p>
<p>Por sua atuação, em 2018, o museu ganhou o Prêmio Ayrton de Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco, na categoria Acervo Documental e Memória. A premiação é uma promoção da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). “Nosso grande foco é entender essas mulheres como detentoras de saberes tradicionais do partejado, que são passados de geração em geração”, explica a antropóloga.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Pelas mãos de Dona Prazeres</strong></span><br />
Aos 80 anos, reconhecida como Patrimônio Vivo de Pernambuco, Maria dos Prazeres de Souza, apelidada carinhosamente como Dona Prazeres, é uma das criadoras e parceiras do Museu da Parteira. Já perdeu as contas de quantas crianças ajudou a nascer. Define o papel da parteira na comunidade como: “Uma liderança. Uma conselheira. Ela é advogada, também é assistente social, ela está em todas. É por isso que eu achei por bem dizer o que ela faz só em uma palavra: simbiose”.</p>
<p>Dona Prazeres é mãe, avó e bisavó. Também é filha e neta de parteiras. A senhora articula e reúne parteiras na Associação de Parteiras Tradicionais e Hospitalares de Jaboatão dos Guararapes, da qual é presidente. Carrega outro título na sua história, o Diploma Mulher-Cidadã Berta Lutz, ofertado pelo Senado Federal. “O primeiro parto que eu atendi sozinha, foi quando vieram chamar minha mãe para ajudar no nascimento de uma criança, mas ela não estava em casa. Então, fui no lugar dela. Cheguei lá, fiz tudo direitinho, do jeito que eu via minha mãe falar e fazer. Eu era muito curiosa. Depois disso, eu apenas continuei”, lembra Dona Prazeres.</p>
<p>A parteira se interessou em saber como era o serviço na maternidade, foi quando começou a fazer o curso de Enfermagem Obstetrícia, na Faculdade de Medicina, concluindo em 1971. “Foi uma complementação. Uma adaptação. Vi que uma prática colabora com a outra, só a linguagem que é diferente”, conta. “A parteira é como se fosse uma mãe. Quando ela pega um menino nos seus braços, fica gravado no coração. Tem pessoas que fiz o parto e, hoje, está com mais de 50 anos, mas ainda liga para mim no Dia das Mães para agradecer”, comenta Dona Prazeres. “É um trabalho de luta. De compromisso. Tem que ter convicção. Não pode viver só pelos interesses financeiros. A gente tem que olhar a necessidade e trabalhar com amor”, conclui.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Ocupação do Museu da Parteira na Oficina Francisco Brennand<br />
Quando: 15 de maio de 2022 (domingo), às 14h<br />
Onde: Oficina Cerâmica Francisco Brennand (Rua Diogo de Vasconcelos, S/N &#8211; Várzea, Recife – PE)<br />
Inscrições: <strong><a href="https://instagram.com/oficinabrennand?igshid=YmMyMTA2M2Y=" target="_blank">@ficinabrennand</a></strong></p>
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		<title>Museu da Parteira lança seu novo site nesta quinta-feira (5)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-da-parteira-lanca-seu-novo-site-nesta-quinta-feira-5/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2022 13:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu da Parteira promove, nesta quinta-feira (5), a partir das 19h, o lançamento do seu novo site museudaparteira.org.br, com uma live no YouTube (www.youtube.com/MuseudaParteira), que contará com a participação de idealizadoras da iniciativa e as parteiras que integram o museu. O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Exposição-Parteiras_Um-Mundo-pelas-Mãos_Foto-divulgação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93380" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Exposição-Parteiras_Um-Mundo-pelas-Mãos_Foto-divulgação-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Museu da Parteira promove, nesta quinta-feira (5), a partir das 19h, o lançamento do seu novo site <a href="https://museudaparteira.org.br/" target="_blank"><strong>museudaparteira.org.br</strong></a>, com uma live no YouTube (<strong><a href="https://www.youtube.com/c/MuseudaParteira" target="_blank">www.youtube.com/MuseudaParteira</a>)</strong>, que contará com a participação de idealizadoras da iniciativa e as parteiras que integram o museu. O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Além do lançamento virtual, uma ação presencial também está programada. No domingo, dia 15 de maio, a partir das 14h, o Museu da Parteira vai ocupar a Oficina Brennand, localizada no bairro da Várzea, no Recife. <em>“A Oficina Brennand tem trabalhado com três eixos norteadores &#8211; territórios, naturezas e cosmologias. O Ocupe Oficina é uma ação no eixo das territorialidades, que visa a abertura do espaço do museu para projetos diversos. No mês de maio, comemoramos tanto o Dia Internacional da parteira (5), como o do Museu (18), daí a pertinência da ocupação pelo Museu da Parteira”</em>, afirma Júlia Morim, antropóloga e integrante da equipe do Museu da Parteira.</p>
<p>No encontro, que contará com a presença de parteiras de Recife, Jaboatão dos Guararapes, e Caruaru e do povo Pankararu, será exibida a série de curtas documentário “Saber de Parteira”, com seis episódios: Ser parteira, Beleza do ofício, Dom e aprendizado, Parteiras e plantas, Transmissão e continuidade e Relação com a comunidade. Também será veiculado o curta Zefinha Parteira, com direção e roteiro de Bruna Leite, Cecília da Fonte e Júlia Machado.</p>
<p>Além disso, no evento será realizada uma roda de conversa e uma homenagem à Dona Zefinha, parteira de Caruaru, que foi reconhecida como Patrimônio Vivo do município em dezembro de 2021 e faleceu em fevereiro de 2022. A ação, que faz parte do Ocupe Oficina, é aberta ao público, com inscrições gratuitas através do Instagram da Oficina Cerâmica Francisco Brennand (<a href="https://www.instagram.com/oficinabrennand/" target="_blank"><strong>@oficinabrennand</strong></a>).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Espaço virtual</strong></span><br />
O site do Museu da Parteira, desenvolvido com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), é um espaço virtual, tal qual um centro de referência sobre o partejar tradicional, no qual é possível conhecer as ações realizadas pelo museu, bem como acessar a produção escrita e audiovisual sobre esse universo por meio da seção denominada biblioteca. Uma galeria de imagens nos mostra visualmente quem são essas mulheres, suas casas, suas comunidades, e a aba Troca de Saberes, é voltada para parteiras e aqueles que atuem junto a elas compartilhem suas experiências e pontos de vista.</p>
<p><em>“Além da publicização de dados, informações e memória sobre o partejar tradicional, o site é um espaço de articulação, um modo de chegar a mais pessoas cuja atividade/trabalho/vida una as temáticas do patrimônio e do universo das parteiras tradicionais. Será, ainda, um instrumento de coleta de informações, documentação, dados sobre a temática, uma vez que abriremos espaço para que os internautas enviem material para publicação. Dessa forma, o site busca organizar em um único espaço virtual documentos, publicações, vídeos, enfim, difundir informações e promover a salvaguarda do ofício de parteira tradicional”</em>, diz Júlia Morim, que está coordenando a implementação do site.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Museu da Parteira</strong></span><br />
O Museu da Parteira, caracterizado como experimental, planeja e realiza um conjunto de ações continuadas de salvaguarda, promoção e valorização dos Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais. Coordenado pelas Associações de Parteiras Tradicionais de Jaboatão dos Guararapes e de Caruaru, Departamento de Antropologia e Museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Grupo Curumim, o museu vem desenvolvendo ações em diversas esferas, através de exposições, publicações de livros, produção de filmes, realização de encontros e debates.</p>
<p><em>“O museu nasceu do desejo de parteiras pernambucanas narrarem suas histórias por si próprias. Por meio de ações e atividades, ele existe sem muros, de forma itinerante, em um lugar de reflexão e articulação de novas ideias e parcerias”, comenta Júlia Morim. “O projeto cresce como um centro de referência sobre o partejar tradicional. O Museu da Parteira ecoa uma série de ações que vêm construindo e propagando narrativas imagéticas, expográficas, documentais e biográficas acerca desse universo das parteiras, ofício que está em processo de ser reconhecido como Patrimônio do Brasil, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)”</em>, ressalta.</p>
<p>Por sua atuação, em 2018, o museu ganhou o Prêmio Ayrton de Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco, na categoria Acervo Documental e Memória. A premiação é uma promoção da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).<em> “Nosso grande foco é entender essas mulheres como detentoras de saberes tradicionais do partejado, que são passados de geração em geração”</em>, explica a antropóloga.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Pelas mãos de Dona Prazeres</strong></span><br />
Aos 80 anos, reconhecida como Patrimônio Vivo de Pernambuco, Maria dos Prazeres de Souza, apelidada carinhosamente como Dona Prazeres, é uma das criadoras e parceiras do Museu da Parteira. Já perdeu as contas de quantas crianças ajudou a nascer. Define o papel da parteira na comunidade como: <em>“Uma liderança. Uma conselheira. Ela é advogada, também é assistente social, ela está em todas. É por isso que eu achei por bem dizer o que ela faz só em uma palavra: simbiose”</em>.</p>
<p>Dona Prazeres é mãe, avó e bisavó. Também é filha e neta de parteiras. A senhora articula e reúne parteiras na Associação de Parteiras Tradicionais e Hospitalares de Jaboatão dos Guararapes, da qual é presidente. Carrega outro título na sua história, o Diploma Mulher-Cidadã Berta Lutz, ofertado pelo Senado Federal. <em>“O primeiro parto que eu atendi sozinha, foi quando vieram chamar minha mãe para ajudar no nascimento de uma criança, mas ela não estava em casa. Então, fui no lugar dela. Cheguei lá, fiz tudo direitinho, do jeito que eu via minha mãe falar e fazer. Eu era muito curiosa. Depois disso, eu apenas continuei”</em>, lembra Dona Prazeres.</p>
<p>A parteira se interessou em saber como era o serviço na maternidade, foi quando começou a fazer o curso de Enfermagem Obstetrícia, na Faculdade de Medicina, concluindo em 1971. <em>“Foi uma complementação. Uma adaptação. Vi que uma prática colabora com a outra, só a linguagem que é diferente”</em>, conta. <em>“A parteira é como se fosse uma mãe. Quando ela pega um menino nos seus braços, fica gravado no coração. Tem pessoas que fiz o parto e, hoje, está com mais de 50 anos, mas ainda liga para mim no Dia das Mães para agradecer”</em>, comenta Dona Prazeres. <em>“É um trabalho de luta. De compromisso. Tem que ter convicção. Não pode viver só pelos interesses financeiros. A gente tem que olhar a necessidade e trabalhar com amor”</em>, conclui.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento virtual do site oficial do Museu da Parteira<br />
Quando: 5 de maio de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Transmissão canal do YouTube do Museu da Parteira: <strong><a href="https://www.youtube.com/c/MuseudaParteira" target="_blank">www.youtube.com/MuseudaParteira</a></strong></p>
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		<title>Projeto busca dar visibilidade à parteiras indígenas de três etnias de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-busca-dar-visibilidade-a-parteiras-indigenas-de-tres-etnias-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2021 15:23:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Cartografia de Parteiras Indígenas em Pernambuco]]></category>
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		<category><![CDATA[marília nepomuceno]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o objetivo de realizar uma pesquisa sobre o mundo das parteiras indígenas a partir de suas histórias de vida, ferramentas, objetos de seu universo e acervos pessoais, surgiu o projeto Cartografia de Parteiras Indígenas em Pernambuco. Incentivada do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, a iniciativa visa mergulhar, mapear e levar ao público [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LqQJgR1S3MA" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Com o objetivo de realizar uma pesquisa sobre o mundo das parteiras indígenas a partir de suas histórias de vida, ferramentas, objetos de seu universo e acervos pessoais, surgiu o projeto Cartografia de Parteiras Indígenas em Pernambuco. Incentivada do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, a iniciativa visa mergulhar, mapear e levar ao público o universo de saberes e práticas de parteiras indígenas de três etnias do estado de Pernambuco: Pankararu (Sertão de Itaparica), Pankará (Agreste Meridional) e Xukuru (Agreste Central).</p>
<p>A pesquisa tem acontecido por meio de entrevistas e conversas gravadas em webinários e produção de podcasts com diálogos entre parteiras, pensando seu processo orgânico de musealização e patrimonialização. Diante do atual contexto, o projeto também dará visibilidade sobre como tem sido o manejo da saúde pública e coletiva proporcionada pelas parteiras indígenas em contexto de pandemia.</p>
<div id="attachment_85309" aria-labelledby="figcaption_attachment_85309" class="wp-caption img-width-476 alignnone" style="width: 476px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-14-at-11.36.53.jpeg"><img class="size-medium wp-image-85309" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-14-at-11.36.53-476x486.jpeg" width="476" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Na foto, Mãe Dôra e Jula, &#8220;duas parteiras atuantes no território e que dificilmente passam uma semana sem atender partos&#8221;, segundo Marília Nepomuceno</p></div>
<p>Alguns resultados da pesquisa estão sendo divulgados no Instagram do projeto, o <a href="http://www.instagram.com/cartografia.parteirasindigenas" target="_blank"><b>@cartografia.parteirasindigenas</b></a>. Também é possível conferir os webnários realizados com as parteiras Pankararu no canal do Youtube do Museu da Parteira (<b><a href="http://www.youtube.com/museudaparteira">www.youtube.com/museudaparteira</a></b>). Já os podcasts estão disponíveis na série do projeto no <a href="https://open.spotify.com/show/0ufROTuLYEA5Qmd5hMJfZy" target="_blank"><strong>Museológicas Podcast</strong></a> em todas as plataformas.</p>
<p>De acordo com Marília Nepomuceno, idealizadora do projeto, foram realizadas até aqui cinco edições dos webinários com parteiras Pankararu, a maior escola de parteiras tradicionais indígenas do Nordeste. <em>“Iremos finalizar o projeto entre julho e agosto, com webinários convidando parteiras das etnias Pankará e Xukuru, onde não há muitas parteiras como é o caso da maioria das etnias de nosso estado”,</em> explica Marília.</p>
<p>O quinto e mais recente episódio da série se deu entre pesquisadoras do parto e parteiras, figuras representativas nos campos da saúde, do direito reprodutivo e da antropologia. Participaram da conversa as pesquisadoras e ativistas Paula Viana, Núbia Melo, Lilian Sampaio, Elaine Müller e Marília Nepomuceno.</p>
<p><em>“O debate teve como mote a pergunta &#8220;o que aprendemos com as parteiras indígenas?&#8221; e, a partir de seus campos de atuação, as convidadas puderam falar sobre como sua relação com parteiras tradicionais lhes afeta e constrói um aprendizado para além das questões técnicas, com impacto em sua perspectiva diante do mundo e suas pautas políticas”,</em> explica Marília Nepomuceno.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/p7Cld6j8-lE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>“O quarto webnário também foi bem importante com o tema “o que é ser mulher indígena nos dias de hoje?”, e contou com a participação de Elisa Urbano Pankararu, uma das maiores pensadoras indígenas da atualidade, e Mãe Dôra, parteira de maior referência da sua etnia”,</em> destaca a idealizadora do projeto.</p>
<p>As parteiras Pankararu que participaram do projeto são: Cássia, Darinha Pankararu, Gilda, Jula, Leda, Lena, Lucienne, Luzânia, Mãe Dôra, Maria de Lurdes, Neide, Jacira, Tia Ana, Tixa e Yramaia. Nos próximos encontros, entrevistadas Comade Judite (Parteira Xukuru) e Cacique Dorinha Pankará (Parteira Pankará).</p>
<p>Além do incentivo do Funcultura, o projeto recebe apoio da plataforma Museológicas Podcast, projeto e programa vinculado ao departamento de Antropologia e Museologia da UFPE, com fomento da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (FACEPE).</p>
<p><b>Sobre a idealizadora -</b> Marília Nepomuceno é pernambucana, tem 30 anos e é mãe de duas filhas. Tem formação como Cientista Social (UFPE), Mestranda em Antropologia (PPGA/UFPE), Técnica em Agroecologia (SERTA), e Produtora Cultural com intensa experiência em produção de projetos culturais e pesquisas.</p>
<div id="attachment_85308" aria-labelledby="figcaption_attachment_85308" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-14-at-11.40.46.jpeg"><img class="size-medium wp-image-85308" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-14-at-11.40.46-607x462.jpeg" width="607" height="462" /></a><p class="wp-caption-text">A pernambucana Marilia Nepomuceno é a idealizadora do projeto &#8220;Cartografia de Parteiras Indígenas em Pernambuco&#8221;</p></div>
<p><b>Ficha Técnica do Projeto:</b><br />
Coordenação Geral, produção e pesquisa: Marília Nepomuceno<br />
Coordenação de Pesquisa: Júlia Morim<br />
Pesquisa e Documentação: Dôra Pankararu e Juliana Pankararu<br />
Comunicação e Manejo de Mídias: Graciela Guarani<br />
Articulação e produção: Gean Ramos Pankararu e Marciene Olegário Xukuru.<br />
Produção Executiva e Produção: Lara Bione<br />
Consultora de Pesquisa: Elaine Müller<br />
Traduções em Libras: Jaks Interpretações<br />
Assistência técnica virtual e Edição de Podcast: Talita Albuquerque<br />
Designer: Joana Pena<br />
Música: &#8220;A Benção&#8221; &#8211; Gean Ramos Pankararu</p>
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		<title>Série &#8220;Saber de Parteira&#8221; estreia na TV Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2020 18:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50787" aria-labelledby="figcaption_attachment_50787" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Maria-dos-Prazeres-_Patrimônio-Vivo.jpg"><img class="size-medium wp-image-50787" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Maria-dos-Prazeres-_Patrimônio-Vivo-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Maria dos Prazeres, Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco e responsável por mais de cinco mil partos, é uma das personagens da série, que estreia nesta terça-feira (5), Dia Internacional da Parteira, na TV Pernambuco</p></div>
<p>&#8220;Ser Parteira&#8221;, &#8220;Beleza do Ofício&#8221;, &#8220;Dom e Aprendizado&#8221;, &#8220;Parteiras e Plantas&#8221;, &#8220;Transmissão e Continuidade&#8221; e &#8220;Relação com a comunidade&#8221; são os títulos e assuntos abordados nos seis filmes que estreiam nesta terça-feira (5), Dia Internacional da Parteira, na TV Pernambuco (Recife e Região Metropolitana &#8211; canal 46.1; Caruaru &#8211; canal 12.1; Petrolina &#8211; 13.1). Em formato de interprogramas, com duração de 2 minutos cada, a campanha será veiculada nos intervalos do canal.</p>
<p><strong>Saber de Parteira</strong> é uma ação do Museu da Parteira, com realização da produtora audiovisual Bebinho Salgado 45, e incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do <strong>Funcultura</strong>, e direção da antropóloga Júlia Morim; e volta-se para a valorização e promoção do ofício de parteira tradicional, trazendo ao público um pouco desse universo, justamente no mês de maio, instituído como o mês de celebração do ofício de parteira.</p>
<p>Nas imagens captadas em 2019, as parteiras Prazeres, de Jaboatão dos Guararapes, Zefinha, Elisabete e Severina, de Caruaru, Dôra, Tia Ana, Juliana, Neide, Darinha, Jacira, Luzânia, Marlene, aprendizes e parteiras Pankararu dão depoimentos sobre a transmissão de saberes, o reconhecimento da comunidade, e o sentimento de satisfação em ajudar uma mulher a dar à luz.</p>
<p><em>“Pra mim é a melhor coisa do mundo é eu ver uma criança nascendo. Nascer e você ter certeza que deu tudo certo. Não tem como você explicar! É inexplicável”</em>, testemunha Neide, aprendiz de parteira. Já Prazeres, 80 anos, parteira agraciada com o Prêmio de Patrimônio Vivo de Pernambuco, e protagonista do curta-metragem “Simbiose”, ressalta o papel da parteira na comunidade: <em>“É uma liderança. É uma conselheira. Ela é advogada, ela é assistente social, ela está em todas. É por isso que eu achei por bem dizer o que ela faz só numa palavra: ela faz simbiose”</em>.</p>
<p>Entre os instrumentos de trabalho, as mãos ganham destaque, como diz Dôra, parteira Pankararu: <em>“As mãos é o que Deus deixou pra gente. A mão é sagrada”</em>. As mulheres entrevistadas representam muitas outras do Brasil que tiram seu sustento de outras ocupações, comungam da mesma realidade sociocultural das mulheres assistidas e costumam considerar seu ofício de parteira como mais uma de suas atribuições. Conferem a iniciação no ofício ao acaso, “destino divino”, ou necessidade, e o aprendizado ocorre na prática e/ou com parteiras mais experientes. Parteiras são mulheres dedicadas, que, dia ou noite, ajudam outras mulheres que dão à luz. Figuras de liderança e referências de saúde nos grupos em que atuam, exercem múltiplos papéis em suas comunidades (parteiras, agentes de saúde, mediadoras de conflitos). São detentoras de conhecimentos acerca de costumes, técnicas e saberes “da arte de botar gente no mundo”, repassados entre gerações, continuam praticando e transmitindo esse saber coletivo que reforça a identidade de um povo.</p>
<p>Enquanto campanha, Saber de Parteira alinha-se com a Política Nacional do Patrimônio Imaterial e pretende fortalecer o processo de reconhecimento dos saberes e das práticas das parteiras tradicionais enquanto Patrimônio Cultural do Brasil, o qual encontra-se em andamento no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A Instrução de Registro, que envolve pesquisa e elaboração de dossiê escrito, dossiê fotográfico e vídeo de apresentação, está sendo executada pela Departamento de Antropologia e Museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sob coordenação dos professores Elaine Müller e Hugo Menezes.</p>
<p>O projeto configura-se também como a concretização de uma das ações do Museu da Parteira, um projeto em construção, que planeja e realiza um conjunto de ações continuadas de salvaguarda, promoção e valorização dos Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais, que vem sendo executado em etapas as quais abarcam a transversalidade das práticas de preservação do patrimônio cultural. Coordenado pelos Grupo Curumim, Grupo de Pesquisa Narrativas do Nascer (DAM/UFPE) e pelas Associações de Parteiras Tradicionais de Jaboatão dos Guararapes e de Caruaru, o museu configura-se principalmente como um espaço de ativismo, reflexão e articulação de novas ideias e parcerias. Em 2018, a iniciativa recebeu o <strong>Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural</strong>, ofertado pela <strong>Secult-PE/Fundarpe</strong>, na categoria Acervo Documental e Memória.</p>
<p><em>“Saber de Parteira insere-se em uma proposta maior de documentação, valorização e salvaguarda dos saberes e práticas das parteiras tradicionais que teve início com a realização de inventários de referências culturais (INRC), ainda em 2008, os quais se desdobraram em diversas ações como exposições fotográficas, publicações de livros e produção de curta-metragem. A escolha pelo audiovisual para a campanha se deu pelo fato desses registros serem documentos de grande importância que integram e fomentam a salvaguarda do patrimônio na medida em que são um meio de promoção e reconhecimento de ampla e fácil difusão”</em>, afirma Júlia Morim. A diretora é mestre em Antropologia, militante dos direitos da mulher e atua no audiovisual, tendo realizado dois filmes: Simbiose, de 2017, premiado em diversos festivais, e Evitável, 2019, contemplado pelo terceiro Edital VídeoSaúde da Fiocruz.</p>
<p>Os filmes já estão disponíveis na internet, confira:</p>
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