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	<title>Portal Cultura PE &#187; Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães</title>
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		<title>Com nova exposição no Mamam, Jonathas de Andrade celebra 15 anos de carreira</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Mar 2023 19:29:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_99629" aria-labelledby="figcaption_attachment_99629" class="wp-caption img-width-485 alignnone" style="width: 485px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jonathas de Andrade/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/2em1_jonathas.jpg"><img class="size-medium wp-image-99629" alt="Jonathas de Andrade/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/2em1_jonathas-485x486.jpg" width="485" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra 2 em 1 estará presente na mostra, que tem acesso gratuito no Mamam</p></div>
<p>Radicado há duas décadas no Recife, o alagoano Jonathas de Andrade comemora, em 2023, 15 anos de carreira. Artista com um projeto criativo reconhecido nacional e internacionalmente, ele inaugura, no próximo dia 23 de março (quinta-feira), às 19h, a exposição “Na Cidade da Ressaca”, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam). Com curadoria de Moacir dos Anjos, a mostra conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e segue em cartaz até o dia 18 de junho. O acesso é gratuito.</p>
<p>A exposição está dividida nos seguintes eixos: a ligação com Pernambuco (o clima histórico, político e afetivo do território), o poder transformador da educação, a pulsão erótica e a insurreição contra o <em>status quo</em>. A mostra ocupa os três andares do Mamam e propõe uma jornada por esse universo criativo, através de trabalhos produzidos ao longo dos últimos 15 anos e agrupados a partir de afinidades temáticas.</p>
<p>Trabalhos em vídeo, fotografia e instalação convidam o visitante a trabalhar com vários sentidos, através de uma expografia que se constrói, também, a partir de uma sensualidade que emerge da mistura, do encontro dos diferentes. Do coletivo ao íntimo, há caminhos diversos a serem explorados na exposição. Logo na entrada do museu, por exemplo, no lado da Rua da Aurora, o vídeo de <em>O Levante</em> (2012-2014), com imagens de uma corrida de cavalos organizada pelo artista no centro do Recife, promove uma espécie de “entrada” na cidade, ou melhor, de localização no território, ideia complementada pela presença das obras <em>Ressaca Tropical</em> (2009) e <em>Recenseamento moral da cidade do Recife</em> (2008), obras da fase inicial do artista.</p>
<p>Esse movimento fluído entre o público e o privado vai se desenhando ao longo dos andares do museu, com obras que repensam a ideia de pertencimento, do que é o Nordeste e o que ele evoca. São temas pulsantes em trabalhos como Museu do Homem do Nordeste (2013), um questionamento da idealização da memória colonial perpetuada pela coleção da instituição homônima, criada em 1979 por Gilberto Freyre; e <em>Nostalgia</em>, sentimento de classe (2012). A ideia de insurreição e luta se manifesta também nas séries <em>Educação para Adultos</em> (2010) e <em>ABC da Cana</em> (2014), que, a partir do pensamento de Paulo Freire, entendem a emancipação do sujeito através da educação como um ato revolucionário.</p>
<p>Também presente na exposição está <em>Olho da Rua</em> (2022), vídeo que conta com a participação de 100 pessoas em situação de rua e de vulnerabilidade social ligadas a abrigos públicos e iniciativas não governamentais, como o Movimento População de Rua de Pernambuco. Gravado durante dois dias na Praça do Hipódromo, no Recife, o filme propõe exercícios do olhar, a partir do protagonismo de seu elenco, com ações como olhar-se no espelho, improvisar uma assembleia e promover uma festa coletiva no espaço público.</p>
<p>Com forte interesse por processos colaborativos e as questões de autorrepresentação, Jonathas desenvolveu junto às integrantes do Teatro das Heroínas de Tejucupapo, de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, que há 30 anos encenam a famosa batalha que resultou na derrota dos holandeses, no século 17, a partir dos esforços e organização das mulheres locais. A permanência do episódio no imaginário pernambucano enquanto símbolo de força e resistência, mantém-se não só através da história oficial, mas também pelo engajamento das moradoras locais e sua relação com a arte, elementos que fomentaram os projetos Teatro das Heroínas de Tejucupapo e A Batalha de Todo Dia de Tejucupapo (2022), também presentes na exposição.</p>
<p>O desejo, o erotismo &#8211; e o homoerotismo, mais especificamente, se apresentam como chaves para entender, também, a potência dos afetos e do corpo, a exemplo das esculturas de barro queimado, vestidas com sungas, de<em> Achados e Perdidos</em> (2020). O que se reflete, também, no olhar de Jonathas de Andrade para a intimidade, como nas obras <em>Amor e Felicidade no Casamento</em> (2008), que marcou sua estreia artística, e <em>2 em 1</em> (2010), que, cada uma à sua maneira, discutem as dinâmicas das relações, os esforços conjuntos, aproximações e distanciamentos que a vida a dois implica.</p>
<p><strong>ARTISTA -</strong> Jonathas de Andrade é considerado um dos principais nomes da arte contemporânea no Brasil. Natural de Alagoas, reside e produz no Recife há cerca de 15 anos. Com trabalhos apresentados em vários países, recentemente representou o Brasil na 59ª Bienal de Arte de Veneza, na Itália. Ao longo de sua carreira, já participou das bienais de São Paulo (2016 e 2010), Istambul (2019 e 2011), Lyon (2013), Sharjah, nos Emirados Árabes (2017 e 2011), entre outras.</p>
<p>Seu trabalho está presente em importantes coleções privadas e públicas, entre elas: Centre Georges Pompidou, em Paris; Museo del Barrio, Museum of Modern Art (Moma) e Solomon R. Guggenheim Museum, em Nova York; Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia (MNCARS), Madri, Espanha; Tate Modern, em Londres; e na Pinacoteca do Estado de São Paulo, espaço onde, no final de 2022, ganhou uma mostra retrospectiva por seus 15 anos de trajetória artística.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição “Na Cidade da Ressaca”, de Jonathas de Andrade<br />
Abertura: 23 de março de 2023 (quinta-feira), às 19h<br />
Visitação: de 24 a 18 de junho, de quarta a sexta-feira, das 10h às 17h; sábados e domingos, das 10h às 16h, no Mamam (Rua da Aurora, 265, Boa Vista, Recife/PE)<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Mostra “Completely Knocked Down” será inaugurada no Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2021 18:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_87924" aria-labelledby="figcaption_attachment_87924" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/CKD_Foto_Roberta_Guimaraes_6C5A9562.jpg"><img class="size-medium wp-image-87924" alt="Roberta Guimarães/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/CKD_Foto_Roberta_Guimaraes_6C5A9562-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">“Completely Knocked Down” reúne obras de artistas do Recife e de Bremen (Alemanha)</p></div>
<p>O Mamam (Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães) inaugura, nesta quinta-feira (23), a exposição “Completely Knocked Down”, que conta com obras de cinco artistas recifenses e quatro artistas alemães em uma realização colaborativa. Entre os participantes, estão: Paulo Bruscky, Marcio Almeida, Maria do Carmo Nino, Christian Haake, Wolfgang Hainke, Silvio Hansen, Tobias Heine, e os idealizadores do projeto Francisco Valença Vaz e Rebekka Kronsteiner.</p>
<p>Organizada pelo Relicário Produções Culturais, “Completely Knocked Down” tinha planos de ser iniciada em março de 2020, quando todos os artistas estiveram juntos na cidade para a concepção da exposição no MAMAM. Com a chegada da pandemia no Brasil e o início das medidas restritivas, todos os planos foram afetados e não só o cronograma mudou, mas também a forma de realização do projeto.</p>
<p><em>&#8220;Tivemos que mudar muita coisa já que o tempo de 21 dias para montar a exposição e ter essa colaboração entre artistas internacionais foi encurtado para uma semana, quando tivemos que voltar às pressas no último voo do Recife para a Europa&#8221;</em>, conta Francisco Vaz, artista e idealizador do projeto que atualmente mora na Alemanha. Na ocasião, os artistas ficaram sete dias confinados no museu trabalhando conceitos, discutindo as obras e montando toda exposição sem entender o que iria acontecer dali adiante.</p>
<p>O conceito da “Completely Knocked Down” (CKD) consistia em uma realização bilateral, sendo programada para acontecer de 23 de setembro a 11 de dezembro de 2021 no Recife e em setembro de 2022 em Bremen (Alemanha). O título se refere a um termo técnico que define um conjunto de partes completamente desmontadas de um único produto. <em>“A ideia é a de juntar gerações diferentes. Como todos os artistas também são curadores, vamos desconstruir um pouco a estrutura de uma exposição”</em>, explica Francisco Vaz. <em>&#8220;A exposição é uma construção coletiva com obras dos artistas locais e fragmentos de obras dos artistas alemães que vieram em um container da Alemanha&#8221;</em>, complementa ele.</p>
<p>A exposição que vai entrar em cartaz no MAMAM é fruto da colaboração de todos os artistas envolvidos. <em>&#8220;Assumindo a exaustão, começamos a trabalhar pensando em formas de refletir essa situação e construímos um paredão de frases com a estrutura de conversas repartidas de SMS e que não propõem uma narrativa ou leitura dinâmica. Procuramos expor a descomunicação e a quebra de negociações ocasionadas pelo momento que estávamos vivendo&#8221;</em>, revela.</p>
<p>Seguindo o protocolo CKD, as obras foram desmontadas e acondicionadas em caixas que correspondem a um décimo de um contêiner de vinte pés. Nesta curadoria compartilhada, até os objetos que transportaram as obras também fazem parte da exposição. As caixas utilizadas para o deslocamento dentro do contêiner são apresentadas para amplificar ou refutar as nove diferentes posições dos/das artistas, buscando assim, tecer um leque aberto de proposições.</p>
<p>O processo de transporte entre Bremen e Recife tornou-se assim, uma metáfora para a estreita colaboração entre artistas de ambas as cidades, misturando suas propostas individuais em um trabalho de exposição conjunta. Além disso, “Completely Knocked Down” se refere diretamente ao impacto físico de um mundo globalizado e que dentro de processos cada vez mais virtuais, uma coexistência política e artística, acaba por se tornar mais fragmentada.</p>
<p>Nesse intervalo de um ano de pandemia e de reformulação da CKD, o projeto sofreu uma grande perda. O artista plástico e poeta visual Silvio Hansen faleceu depois de lutar contra um câncer. Silvio foi uma das lideranças ativas da Mail Art (Arte Postal), uma prática artística corrente e intensa nas décadas de 70 e 80, antes da propagação da internet como meio de comunicação. <em>“Silvio foi o fio condutor para o projeto no Recife, iniciando nossas primeiras comunicações com o MAMAM e com a nossa produção. Ele oferece aqui uma interpretação onde a troca de postais e seu conteúdo artístico se transformou em uma das bases desta exposição”</em>, lembra Vaz.</p>
<p><strong>Catálogo -</strong> Ao final do período de exposição, será lançado um livro como resultado adicional da colaboração entre os artistas brasileiros e alemães, contendo textos de teóricos da arte de ambos os países. Este nível analítico-artístico é importante para dissecar em detalhe as semelhanças e diferenças das posições dos artistas. Além disso, o livro proporcionará a oportunidade de criação de um conteúdo independente do material exposto.</p>
<p>Além destes textos, o catálogo apresentará fotografias da exposição junto com fotografias do processo de montagem tiradas pela brasileira Roberta Guimarães e da Alemanha, Hannah Wolf. Na Alemanha, a fotógrafa Hannah Wolf registrou a entrada do container no porto e o empacotamento das caixas com as obras. Em Recife, a fotógrafa Roberta Guimarães registrou a chegada das caixas no MAMAM. Esse material será usado também com a documentação do conteúdo apresentado na exposição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
EXPOSIÇÃO “CKD &#8211; COMPLETELY KNOCKED DOWN”<br />
Artistas participantes: Márcio Almeida, Paulo Bruscky, Christian Haake, Wolfgang Hainke, Sílvio Hansen (in memorian), Tobias Heine, Rebekka Kronsteiner, Maria do Carmo Nino e Francisco Valença Vaz<br />
Fotógrafas: Hannah Wolf e Roberta Guimarães<br />
Local: MAMAM – Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – Rua da Aurora, 265 &#8211; Boa Vista – Recife – PE<br />
Início da exposição: de 23 de setembro a 11 de dezembro de 2021<br />
Visitação: terça&#8211;feira a sábado, das 12h às 17h</p>
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		<title>Mamam lança a exposição virtual &#8220;Inquietudes-Vagalumes&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2021 18:38:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para marcar o lançamento da exposição virtual &#8220;Inquietudes-Vagalumes&#8221;, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam) promove uma roda de diálogo nesta quinta-feira (15), a partir das 19h, com sua equipe a fim de mostrar o processo de execução da mostra e as principais questões abordadas no decorrer da sua criação. O evento é on-line [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/Inquietudesvagalumes.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-86247" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/Inquietudesvagalumes-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Para marcar o lançamento da exposição virtual &#8220;Inquietudes-Vagalumes&#8221;, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam) promove uma roda de diálogo nesta quinta-feira (15), a partir das 19h, com sua equipe a fim de mostrar o processo de execução da mostra e as principais questões abordadas no decorrer da sua criação. O evento é on-line e gratuito. Para participar, é preciso realizar a inscrição através do link: <a href="https://www.sympla.com.br/roda-de-dialogo---lancamento-exposicao-inquietudes-vagalumes__1277367" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/roda-de-dialogo&#8212;lancamento-exposicao-inquietudes-vagalumes__1277367</strong></a>. A iniciativa conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>O projeto, fruto de uma parceria de curadores, reúne trabalhos presentes no catálogo da instituição museológica e realiza conexões com a produção de outros artistas, considerando que o acervo da instituição está em diálogo com outras referências, que não necessariamente integram o conjunto de obras presentes nele. A exposição se divide em três núcleos: Invenção-Espelho, Corpo-Continente e Passagem-Encontro.  Saiba mais no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/mamamrecife/" target="_blank"><strong>@mamamrecife</strong></a>.</p>
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		<title>MAMAM recebe Prêmio ABCA 2019/2020</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 22:52:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) é um dos vencedores do Prêmio ABCA 2019/2020, concedido pela Associação Brasileira de Críticos de Arte, que celebra anualmente os destaques do cenário das artes visuais que mais contribuíram para a cultura nacional. Único museu nordestino a participar por três anos consecutivos da SP-Arte e único representante [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72925" aria-labelledby="figcaption_attachment_72925" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/Reprodução.Internet.jpg"><img class="size-medium wp-image-72925" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/Reprodução.Internet-607x385.jpg" width="607" height="385" /></a><p class="wp-caption-text">O prêmio da ABCA celebra anualmente os destaques do cenário das artes visuais que mais contribuíram para a cultura nacional</p></div>
<p>O Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) é um dos vencedores do Prêmio ABCA 2019/2020, concedido pela Associação Brasileira de Críticos de Arte, que celebra anualmente os destaques do cenário das artes visuais que mais contribuíram para a cultura nacional. Único museu nordestino a participar por três anos consecutivos da SP-Arte e único representante da região a ter seu acervo disponibilizado na seção de Arte Moderna da plataforma virtual <em>Google Arts and Culture</em>, o equipamento mantido pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura Cidade do Recife, confirma sua projeção no mercado nacional de artes visuais, inserindo o Recife no mapa dos mais importantes e atuantes equipamentos culturais do país.</p>
<p>O MAMAM foi contemplado na categoria Rodrigo Mello Franco de Andrade, pela potência de sua programação e por sua atividade no campo das artes visuais em 2019.</p>
<p>Em função da pandemia, esta edição do prêmio teve votação e apuração virtuais, congraçando pela internet os cerca de 150 associados, com a participação e supervisão da diretoria da ABCA. Também devido à doença, não há definições sobre a data da cerimônia para entrega dos troféus, criados pela artista Maria Bonomi, aos vencedores.</p>
<p>Primeira associação no campo das artes visuais no Brasil, a ABCA pratica e milita a resistência pela arte no Brasil desde 1950, tendo enfrentado anos férteis e anos difíceis, anos pandêmicos e até de chumbo pelo caminho, mantendo-se atuante, pertinente e relevante no cenário artístico nacional. A premiação anual foi instituída em 1978 para celebrar e projetar personalidades e instituições que se destacam na defesa e desenvolvimento das artes visuais no País.</p>
<p>Para a gestora do MAMAM, Mabel Medeiros, a premiação confirma a relevância e urgência do caminho fêmea escolhido para o equipamento nos últimos anos. <em>“Desde novembro de 2018, quando assumi a direção do Museu, venho considerando como norte as políticas que possibilitem a condição de equidade de gênero. Toda a equipe do MAMAM, de maioria feminina, vem desenvolvendo e promovendo ações de pesquisa, debates e oficinas tendo esses públicos como alvo, além da própria pauta de exposições e projetos institucionais. Ao longo do ano passado, contemplado pela premiação, a programação expositiva assegurou foco à produção de artistas mulheres, garantindo exposições individuais e coletivas de grande porte. Realizamos nove exposições, sendo cinco individuais de artistas mulheres. Além disso, negociamos que ações coletivas de produções externas, para as quais cedemos espaço, contemplassem a produção feminina”</em>, conta Mabel, que celebra a diversidade como outra tônica da política curatorial do museu. <em>“Abrimos o MAMAM para ações de outras linguagens: performances em dança, espetáculos de teatro, batalha de MCs. Acreditamos que essa diversidade de ações não se encerra no espaço do Museu, mas tem potencial de reverberar. Ela acontece como estratégia social e simbólica, fazendo nossa atuação mais ampla e plural”</em>, diz a gestora.</p>
<p><strong>Sobre o MAMAM -</strong> O Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) data de 24 de julho de 1997, quando a antiga Galeria Metropolitana de Arte Aloisio Magalhães ganhou status de museu, homenageando o artista plástico, designer e ativista cultural pernambucano. Instalado em um antigo casarão do século XIX, o MAMAM possui sete salas de exposição, invariavelmente ocupadas por artistas de várias gerações e partes do país, que comungam da arte como discurso político para questionar, refletir e mudar o mundo. Subvertendo os limites dos espaços expositivos, o museu oferece uma programação regular de debates, saraus e ativações diversas para transcender os usos, estratégias e linguagens que a arte assume para conversar com os mais variados públicos, chegando a ser palco para espetáculos teatrais.</p>
<p>Em suas paredes e práticas, conjuga a arte em todos os tempos. Com mais de mil trabalhos em sua reversa técnica, que abrangem um período histórico compreendido entre 1920 e 2016, o MAMAM salvaguarda capítulos importantes da história das artes visuais no Nordeste e no país. Deste acervo, fazem parte obras fundamentais para a compreensão da arte moderna e contemporânea brasileira, de renomados artistas, dentre os quais se destacam-se: Tomie Ohtake, João Câmara (com a série “Cenas da Vida Brasileira”), Fédora do Rego Monteiro, Gil Vicente, Abelardo da Hora, Tarsila do Amaral, Juliana Notari, Marienne Peretti , Tereza Costa Rêgo, Gilvan Samico e Paulo Bruscky, além do patrono da casa, Aloisio Magalhães.</p>
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		<title>Secult-PE/Fundarpe e Sebrae iniciam rodada do Papo Empreendedor</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2018 18:25:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secult-PE/Fundarpe, em parceria com o Sebrae, promoverá uma rodada de conversa sobre empreendimentos criativos voltada à gestão e negócios das linguagens culturais. Batizado de Papo Empreendedor, a ação tem como objetivo apresentar mecanismos de investimentos e orientações a empreendedores do segmento cultural, a fim de que eles desenvolvam autonomia na gestão de seus negócios. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secult-PE/Fundarpe, em parceria com o Sebrae, promoverá uma rodada de conversa sobre empreendimentos criativos voltada à gestão e negócios das linguagens culturais. Batizado de <strong>Papo Empreendedor</strong>, a ação tem como objetivo apresentar mecanismos de investimentos e orientações a empreendedores do segmento cultural, a fim de que eles desenvolvam autonomia na gestão de seus negócios.</p>
<p>O primeiro encontro será voltado aos produtores de design e moda e acontecerá na próxima quinta-feira (5), às 14h, no Auditório do Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam). Para a assessora da linguagem, Janaína Branco, a ação será um momento de trocas e fortalecimento da cadeia produtiva de artefatos de moda e design. <em>&#8220;É uma oportunidade dos empreendedores dessa área descobrirem as potencialidades dos seus projetos e também novas formas de captação de recursos&#8221;</em>, conta Branco.</p>
<p>O acesso é gratuito, e os interessados terão que confirmar presença através do e-mail: <strong>designemodape@gmail.com</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Papo Empreendedor &#8211; Design e Moda<br />
Quando: 5/4 (quinta-feira), às 14h<br />
Onde: Auditório do Mamam (R. da Aurora, 265 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Inscrições gratuitas, através do e-mail: <strong>designemodape@gmail.com</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mulheres são protagonistas no livro de poesias &#8216;Jesus Cristo, mon amour&#8217;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mulheres-sao-protagonistas-no-livro-de-poesias-jesus-cristo-mon-amour/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Oct 2017 13:05:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo mon amour]]></category>
		<category><![CDATA[Mamam]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães]]></category>
		<category><![CDATA[Raimundo de Moraes]]></category>

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		<description><![CDATA[Quatro poemas longos &#8211; Confiteor, Relicário de Nossa Senhora, Veronik e A pitonisa do bueiro cósmico – compõem Jesus Cristo, mon amour, novo livro do poeta-escritor pernambucano Raimundo de Moraes. O lançamento da obra está marcado para esta quarta-feira (25), a partir das 18h30, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM), com performance da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54520" aria-labelledby="figcaption_attachment_54520" class="wp-caption img-width-342 aligncenter" style="width: 342px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Capa do livro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/capa_livro.png"><img class="size-medium wp-image-54520" alt="Reprodução/Capa do livro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/capa_livro-342x486.png" width="342" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Jesus Cristo, mon amour&#8217; contou com incentivo do Governo de Pernambuco, através do por meio do Funcultura</p></div>
<p>Quatro poemas longos &#8211; Confiteor, Relicário de Nossa Senhora, Veronik e A pitonisa do bueiro cósmico – compõem <b>Jesus Cristo, mon amour</b>, novo livro do poeta-escritor pernambucano <a href="https://br.linkedin.com/in/raimundo-de-moraes-2801198/pt" target="_blank">Raimundo de Moraes</a>. O lançamento da obra está marcado para esta quarta-feira (25), a partir das 18h30, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM), com performance da atriz Hilda Torres interpretando um dos textos e a entrada é gratuita.</p>
<p>A publicação contou com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e apresenta personagens femininas a partir de uma ótica transgressora e moderna.  A presença das mulheres se repetiu em outros processos da produção de <b>Jesus Cristo, mon amour, </b>como no<b> </b>design assinado por Andréa Aguiar, que usou como referência em seu projeto os antigos missais, livros de orações que as mulheres usavam nas igrejas. A edição também traz um posfácio assinado pelas escritoras Júlia Larré, Jussara Salazar e Silvana Guimarães.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ELuZugFq9Eo" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>No <em>Relicário de Nossa Senhora</em> (poema que será interpretado por Hilda Torres durante o lançamento), a mãe de Jesus surge como uma mulher de carne e osso, atormentada por desejos incestuosos. Em <em>Veronik,</em> Santa Verônica é retratada como uma mulher trans. Já <em>A pitonisa do bueiro cósmico</em> foi inspirada nas famosas profetizas da Grécia mitológica, dos tempos de Homero.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em> Lançamento do livro &#8220;Jesus Cristo, mon amour&#8221;, de Raimundo de Moraes</em><br />
Quarta (25) | 18h30<br />
Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães &#8211; MAMAM (<a href="https://maps.google.com/?q=Rua+da+Aurora,+265,+Boa+Vista&amp;entry=gmail&amp;source=g" target="_blank">Rua da Aurora, 265, Boa Vista</a>)<br />
R$ 20 (valor do livro)</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Clássico ‘A Grande Testemunha’ ganha exibição no Cine Cabíria</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/classico-a-grande-testemunha-ganha-exibicao-no-cine-cabiria/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2016 15:10:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cine cabíria]]></category>
		<category><![CDATA[cineclube]]></category>
		<category><![CDATA[Mamam]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[‘A Grande Testemunha’]]></category>

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		<description><![CDATA[Proporcionando sessões gratuitas envolvendo gêneros cults e clássicos, o cineclube Cine Cabíria exibe no próximo sábado (2/7), no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), o filme ‘A Grande Testemunha’ (Au Hasard Balthazar, França/Suécia, 1966), de Robert Bresson. Com entrada gratuita, a sessão começa às 15h, contando com a presença de Luiz Joaquim, crítico e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37504" aria-labelledby="figcaption_attachment_37504" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/A-Grande-Testemunha-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-37504" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/A-Grande-Testemunha-divulgacao-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Filme se diferencia por trazer como personagem principal um burro de carga.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Proporcionando sessões gratuitas envolvendo gêneros cults e clássicos, o cineclube Cine Cabíria exibe no próximo sábado (2/7), no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), o filme ‘A Grande Testemunha’ (Au Hasard Balthazar, França/Suécia, 1966), de Robert Bresson. Com entrada gratuita, a sessão começa às 15h, contando com a presença de Luiz Joaquim, crítico e curador do Cinema da Fundação, que estará participando de um debate com o público após a exibição.</p>
<p style="text-align: justify;">No filme, que traz como protagonista o burro de carga Balthazar, são demonstradas as vivências do animal desde a sua infância até a fase adulta, focando a dura exploração desencadeada pelos vários donos. O triste Balthazar, que passa a testemunhar características boas e ruins no convívio com os humanos, encontra em Marie (Anna Wiazemsky), sua primeira dona, pontos em comum em suas perspectivas de vida. Caracterizada pelo jeito ingênuo e reservado, a jovem termina se envolvendo com o sádico e cruel Gérard (François Lafarge), o qual possui um mal temperamento e judia tanto de Marie, quanto de Balthazar.</p>
<p style="text-align: justify;">‘A Grande Testemunha’ é considerado o auge das produções de Robert Bresson, especialmente por envolver a plateia em sentimentos como fúria, compaixão e pena. O Mamam localizado na Rua da Aurora, nº 265, no bairro da Boa Vista, centro do Recife.</p>
<p><strong>Serviço: </strong><br />
<em><strong>Cine Cabíria &#8211; ‘A Grande Testemunha’</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 2 de julho<br />
<strong>Horário:</strong> às 15h<br />
<strong>Local:</strong> Mamam (Rua da Aurora, nº 265, Boa Vista – Recife)<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Exposição no Mamam traça histórico da Poesia Visual Brasileira</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2016 20:36:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Adolfo Montejo Navas]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Estado de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Mamam]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Bruscky]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Yuri Bruscky]]></category>

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		<description><![CDATA[O Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam), localizado no Recife, abre para visitação a partir desta quarta-feira (1º/06), às 19h, a exposição coletiva História da Poesia Visual Brasileira. A mostra, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, traça um panorama sobre uma das principais formas de expressão utilizada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/13247959_995515837193291_6497922334838805663_o.png"><img class="size-medium wp-image-36650 aligncenter" alt="13247959_995515837193291_6497922334838805663_o" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/13247959_995515837193291_6497922334838805663_o-607x224.png" width="607" height="224" /></a></p>
<p>O Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam), localizado no Recife, abre para visitação a partir desta quarta-feira (1º/06), às 19h, a exposição coletiva <strong>História da Poesia Visual Brasileira</strong>. A mostra, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, traça um panorama sobre uma das principais formas de expressão utilizada pelos artistas de vanguarda a partir da segunda metade dos anos 1950.</p>
<p>Durante a abertura da exposição, que conta com curadoria do consagrado artista plástico pernambucano Paulo Bruscky, haverá um debate entre ele e o escritor e crítico de arte espanhol Adolfo Montejo Navas. A entrada é gratuita e contará com a mediação de Yuri Bruscky, que também assina a curadoria da mostra.</p>
<p><em>“A iniciativa é inédita no país, já que até hoje as poucas exposições realizadas abrangeram vertentes isoladas e esta traça um panorama da diversificada produção da poesia visual brasileira de 1950 até os dias atuais”</em>, comenta Paulo Bruscky. Apesar de ter sido bastante utilizado em meados do século passado, a Poesia Visual Brasileira ainda é pouco conhecida e discutida pelo grande público no país, inclusive em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, onde há uma oferta bem maior de exposições de arte.</p>
<div id="attachment_36651" aria-labelledby="figcaption_attachment_36651" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rafael Roncato/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/10Paulo-Bruscky_Foto-Rafael-Roncato.jpg"><img class="size-medium wp-image-36651" alt="Rafael Roncato/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/10Paulo-Bruscky_Foto-Rafael-Roncato-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição contou com a curadoria do consagrado artista plástico pernambucano Paulo Bruscky</p></div>
<p>Bruscky escolheu a partir do seu acervo – que tem mais de 70 mil obras &#8211; cerca de 600 trabalhos de grandes nomes como Vicente do Rêgo Monteiro, Joaquim Cardoso, Jorge de Lima, Manuel Bandeira, Jorge Fernandes e Da Costa e Silva, entre outros. Movimentos artísticos como a Arte Correio, Poesia Concreta, Poesia Práxis, Poema/Processo, Poesia visual/experimental e Poesia sonora estão representados nesta mostra.</p>
<p><em>“O público vai poder conhecer a história e evolução da poesia visual de forma otimizada e didática”</em>, completa o curador, ao lembrar que além das obras será exposto um farto material documental, composto por fotografias, cartazes, catálogos, livros, jornais, revistas, cartas e filmes coletados por ele ao longo de mais de quatro décadas e que fazem parte do Arquivo Paulo Bruscky, atualmente o maior acervo particular de arte contemporânea/multimeios da América Latina.</p>
<p><strong>História da Poesia Visual Brasileira</strong> oferece ainda serviços de audiodescrição e braile durante a visita guiada.<em> “Tornar esta exposição acessível às pessoas com deficiência visual é uma tarefa instigante e quase irônica”</em>, explica Liliana Tavares, da COM Acessibilidade Comunicacional, consultoria responsável pelo desafio de a exposição acessível às pessoas com deficiência visual.</p>
<p>Dentro da programação estão ainda ações educativas &#8211; oficinas de poesia visual para alunos da rede pública &#8211; e a edição de um livro-catálogo bilíngue de 300 páginas que, além de fotos e textos sobre a mostra, trará também um completo glossário que permitirá ao leitor conhecer e identificar os vários movimentos e termos que caracterizam a poesia visual. A exposição é uma realização da Tangram Cultural, produzida por Germana Pereira e Ludmila Portela, e estará aberta à visitação até o dia 25 de julho deste ano.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Abertura da exposição História da Poesia Visual Brasileira</em><br />
Quarta (1°/06) | 19h<br />
Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Rua da Aurora, 265, Boa Vista)<br />
Visitação até o dia 25 de julho<br />
Gratuito</p>
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		<item>
		<title>Mamam recebe nova temporada do Cineclube Toca o Terror</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mamam-recebe-nova-temporada-do-cineclube-toca-o-terror/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2016 18:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cineclube Toca o Terror]]></category>
		<category><![CDATA[Lula Magalhães]]></category>
		<category><![CDATA[Mamam]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacho Cerdà]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[“Aftermath”]]></category>
		<category><![CDATA[“Invasor”]]></category>
		<category><![CDATA[“Mandala Night Club”]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Para apreciadores de filmes que retratam o horror ao extremo, o Cineclube Toca o Terror retorna neste sábado (27), no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), com a nova temporada para 2016. Nesta primeira edição, que começa às 16h, as sessões contarão com a presença do diretor, roteirista e cineasta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34156" aria-labelledby="figcaption_attachment_34156" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/Mandala-Night-Club-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-34156" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/Mandala-Night-Club-divulgacao-607x335.jpg" width="607" height="335" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Mandala Night Club&#8221; (2014), de Lula Magalhães, é um dos três curtas nesta retomada da atividade.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Para apreciadores de filmes que retratam o horror ao extremo, o Cineclube Toca o Terror retorna neste sábado (27), no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), com a nova temporada para 2016. Nesta primeira edição, que começa às 16h, as sessões contarão com a presença do diretor, roteirista e cineasta pernambucano Lula Magalhães.</p>
<p style="text-align: justify;">Após as exibições, Lula estará batendo papo com o público presente, sobre os seus dois curtas “Mandala Night Club” (2014) e “Invasor” (2015). A tarde dedicada ao gênero também contará com a exibição do curta “Aftermath” (Direção: Nacho Cerdà, 1994).</p>
<p style="text-align: justify;">O Cineclube Toca o Terror é o primeiro cineclube do gênero no Recife com edições mensais com entrada gratuita ao público. As sessões, que acontecem há quatro anos, já contaram com a participação de convidados como o cineasta Petter Baiestorf, o pesquisador Rodrigo Carreiro e o crítico Carlos Primati. O Mamam fica na Rua da Aurora, nº 265, no bairro da Boa Vista, centro do Recife.</p>
<p><strong>Sobre os filmes que serão exibidos:</strong></p>
<p>- <strong><em>“Mandala Night Club”</em></strong><br />
Escrito, produzido e dirigido por Lula Magalhães<br />
Ano: 2014<br />
Duração: 33 minutos<br />
Sinopse: Uma estranha criatura atormentada contrata o serviço de algumas garotas de programa através de uma veterana cafetina. Paralelo a isto, uma espécie de michê percorre a noite para realizar uma estranha tarefa. Nem tudo é o que parece ser no submundo de Recife.</p>
<p>- <em><strong>“Invasor”</strong></em><br />
Escrito, produzido e dirigido por Lula Magalhães<br />
Ano: 2015<br />
Duração: 19 minutos<br />
Sinopse: Uma mulher é vítima de um estupro seguido de morte. Um médico se apodera do corpo dela para realizar uma experiência tecnológica de ressurreição ao passo que mantém o agressor e assassino sendo torturado na mão de três sádicas que são suas comparsas.</p>
<p>- <em><strong>“Aftermath”</strong> </em><br />
Escrito, produzido e dirigido por Nacho Cerdá<br />
Ano: 1994<br />
Duração: 30 minutos<br />
Sinopse: O filme acompanha a jornada de dois legistas em seus habituais trabalhos num necrotério. Enquanto um encara seu oficio como algo natural, o outro parece enxergar sua rotina como uma missão quase ritualística, onde suas ideias e fantasias mais indigestas podem ser realizadas de forma cirúrgica e sem ninguém para atrapalhá-lo. Com a ausência de diálogos, o filme é regido pela composição “Lacrimosa” de Mozart.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Cineclube Toca o Terror &#8211; temporada 2016</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 27 de fevereiro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 16h<br />
<strong>Local:</strong> Mamam – Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Rua da Aurora, nº 265, Boa Vista – Recife)<br />
<strong>Classificação Indicativa:</strong> 18 anos<br />
<em>Acesso gratuita</em></p>
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		<item>
		<title>Recife recebe encontro sobre o programa Rumos Itaú Cultural</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/recife-recebe-encontro-sobre-o-programa-rumos-itau-cultural/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2015 15:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada Rumos]]></category>
		<category><![CDATA[Mamam]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães]]></category>
		<category><![CDATA[programa Rumos Itaú Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>

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		<description><![CDATA[Visando proporcionar um momento dedicado ao esclarecimento de dúvidas, orientando desde o processo de inscrição de trabalhos artístico-culturais, até os principais critérios de seleção para a edição 2015-2016 do programa Rumos Itaú Cultural, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam), recebe nesta quarta-feira (21), a partir das 19h, a edição da Caminhada Rumos na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/Rumos-Itau-Cultural.png"><img class=" wp-image-31004 alignright" alt="Rumos Itau Cultural" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/Rumos-Itau-Cultural.png" width="283" height="237" /></a>Visando proporcionar um momento dedicado ao esclarecimento de dúvidas, orientando desde o processo de inscrição de trabalhos artístico-culturais, até os principais critérios de seleção para a edição 2015-2016 do programa Rumos Itaú Cultural, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam), recebe nesta quarta-feira (21), a partir das 19h, a edição da Caminhada Rumos na capital pernambucana. A iniciativa, que está percorrendo diversas cidades brasileiras, é aberta ao público e possibilita aos interessados uma roda de diálogos com membros da comissão de seleção do programa.</p>
<p style="text-align: justify;">Para produtores culturais que pretendem inscrever trabalhos no programa, o período de inscrição se encerra no próximo dia 6 de novembro. A inscrição deve ser realizada online, no site: <strong><a title="www.rumositaucultural.org.br" href="https://rumositaucultural.org.br/home" target="_blank">www.rumositaucultural.org.br</a></strong>, onde constam todas as informações necessárias sobre o processo de seleção. Eixos como criação e desenvolvimento, documentação e pesquisa, são os principais conteúdos avaliados como critério para cada trabalho concorrente.</p>
<p style="text-align: justify;">Criado há 18 anos, o Rumos Itaú Cultural já alcançou mais de 5,1 milhões de pessoas, por meio de ações artísticas e culturais desenvolvidas por pesquisadores, produtores e artistas em cada edição realizada. O resultado dos trabalhos selecionados para a edição 2015-2016 do programa, será divulgado no dia 10 de maio do próximo ano.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong><br />
<em><strong>Caminhada Rumos no Recife</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> quarta-feira, 21 de outubro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 19h<br />
<strong>Local:</strong> Pátio interno do Mamam (Rua da União, nº 88, bairro da Boa Vista, no Recife)<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
]]></content:encoded>
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