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	<title>Portal Cultura PE &#187; Museu de Arte Popular do Recif</title>
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		<title>Conselho de Preservação realiza tombamento do acervo do Mestre Vitalino</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Dec 2017 18:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56796" aria-labelledby="figcaption_attachment_56796" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Aramis Macêdo/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-28-at-12.29.45-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-56796 " alt="Aramis Macêdo/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-28-at-12.29.45-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Participaram da reunião diversos conselheiros do CEPPC, além da mesa-diretora, formada pela presidente Márcia Souto e o vice-presidente Aramis Macêdo, e os relatores Elinildo Marinho de Lima e Claudio Brandão de Oliveira</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p>Por unanimidade, os membros do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) aprovaram, nesta quinta-feira (28), o tombamento do acervo do Mestre Vitalino, considerado um dos maiores artistas da história da arte do barro no Brasil. O processo inclui 232 peças do mestre que fazem parte do acervo de quatro instituições públicas: O Museu do Barro de Caruaru (Mubac), o Centro Cultural Benfica, o Museu de Arte Popular do Recife (MAP) e o Museu do Homem do Nordeste.</p>
<p>Participaram da reunião diversos conselheiros do CEPPC, além da mesa-diretora, formada pela presidente Márcia Souto e o vice-presidente Aramis Macêdo, e os relatores Elinildo Marinho de Lima e Claudio Brandão de Oliveira. Para Márcia Souto, que também é presidente da Fundarpe, a aprovação por unanimidade <em>“ressalta a importância de discutirmos políticas públicas para área de cultura a partir dessa perspectiva patrimonial, uma vez que ela nos permite não só preservar, mas enaltecer e valorizar o riquíssimo patrimônio cultural pernambucano”.</em></p>
<div id="attachment_56795" aria-labelledby="figcaption_attachment_56795" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Mestre-Vitalino-retirantes-cerâmica.-Acervo-Museu-de-Arte-Popular-do-Recife.-Foto-autoria-desconhecida.jpg"><img class="size-medium wp-image-56795 " alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Mestre-Vitalino-retirantes-cerâmica.-Acervo-Museu-de-Arte-Popular-do-Recife.-Foto-autoria-desconhecida-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Ao todo, 232 obras do Mestre Vitalino, espalhadas em quatro centros culturais, fazem parte do pedido de tombamento</p></div>
<p>De acordo com Elinildo Marinho de Lima, suplente da categoria Antropologia, Sociologia e Turismo, o parecer foi favorável diante da significação memorialística, artística e cultural da obra do Mestre Vitalino. <em>“A importância deste mestre e de sua obra é imensamente significativa para a cultura pernambucana, nordestina e brasileira. Sua arte traduziu de forma impar e singular sua terra, sua gente, e sua cultura. Por meio do barro, este homem, único e simples, desenvolveu de forma brilhante, extremamente particular, uma forma de tocar, sensibilizar, e fazer sentir e refletir sobre a vida comum e a vida cultural”,</em> opinou o relator do processo.</p>
<p>Ainda segundo Elinildo Marinho de Lima, o pedido foi feito em 1995, pelo então presidente da Fundarpe, o escritor Raimundo Carrero, encaminhado para o então secretário de Cultura, Ariano Suassuna. O processo teve como base uma análise técnica da Gerência de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, realizada no dia 1º de outubro de 2014, que deu parecer conclusivo.</p>
<p>Agora o processo retorna à Secult-PE e Fundarpe, que o encaminhará para o governador do Estado, responsável pela assinatura do decreto de tombamento. Depois de publicado, o decreto é despachado ao CEPPC, que inscreve os imóveis no seu livro de tombo.</p>
<div id="attachment_56794" aria-labelledby="figcaption_attachment_56794" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Santana/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/8745510248_6d6298b83c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56794 " alt="Chico Santana/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/8745510248_6d6298b83c_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O Museu do Barro de Caruaru (Mubac), um dos equipamentos culturais da SecultPE e Fundarpe, conta com 67 peça do Mestre Vitalino em exposição</p></div>
<p>As obras do Mestre Vitalino que fazem parte deste pedido de tombamento estão divididas da seguinte forma: Museu do Barro de Caruaru (MUBAC), com 67 peças; Centro Cultural Benfica, ligado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFPE, com 73 peças; Museu de Arte Popular do Recife (MAP), com 31 peças; e Museu do Homem do Nordeste, com 61 peças.</p>
<p><strong>Histórico do Mestre Vitalino -</strong> Vitalino Pereira dos Santos (1909-1963), conhecido como Mestre Vitalino, nasceu na cidade de Caruaru, Pernambuco, no dia 10 de julho de 1909. Filho de um lavrador e de uma artesã que fazia panelas de barro para vender na feira, desde seis anos de idade já fazia transparecer seu talento moldando pequenos animais com as sobras do barro.</p>
<p>O barro tirado do Rio Ipojuca, em cujas margens, Vitalino brincava na infância, foi desde cedo a matéria-prima que sem imaginar, mais tarde daria forma a sua arte e o tornaria famoso, produzindo uma arte simples que encantou o mundo, e que os especialistas decidiram batizar como arte figurativa.</p>
<p>O caminho para sair do anonimato foi longo. Do Alto do Moura, onde o artista viveu e contava com a ajuda dos filhos, produzia as peças para vender na feira de Caruaru. Só a partir de 1947 a vida começou a melhorar, com o convite do artista plástico Augusto Rodrigues para uma exposição no Rio de Janeiro, passando a apresentar suas peças na Exposição de Cerâmica Popular Pernambucana.</p>
<p>Em janeiro de 1949, a fama do Mestre Vitalino foi se ampliando com uma exposição no MASP, e em 1955 fez parte de uma exposição de Arte Primitiva e Moderna, em Neuchâtel, na Suíça. Suas obras passaram a ser valorizadas no Sudeste, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo.</p>
<p>Sua arte está exposta não só em grandes museus brasileiros, mas também no Museu de Arte Popular de Viena, na Áustria e no Museu do Louvre, em Paris. No Brasil, grande parte de seu trabalho está nos museus Casa do Pontal e na Chácara do Céu, no Rio de Janeiro, no Acervo Museológico da Universidade Federal de Pernambuco, no Recife, e no Alto do Moura, em Caruaru, onde o artista viveu.</p>
<p>Mestre Vitalino deu vida a sua arte de barro, como “os bois”, “as vacas”, “os cangaceiros”, “a ciranda”, “a banda de pífanos”, “o violeiro”, “o zabumba”, “o cavalo-marinho”, “a casa de farinha”, “os noivos a cavalo”, “Lampião”, “Maria Bonita”, “a vaquejada”, entre outros. Sua produção artística passou a ser iconográfica, influenciando a formação de novas gerações de artistas, principalmente no Alto do Moura. A casa onde o artista viveu foi transformada no Museu Vitalino, e seu entorno é ocupado por oficinas de artesãos.</p>
<p>Mestre Vitalino faleceu em Caruaru, no dia 20 de janeiro de 1963.</p>
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