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	<title>Portal Cultura PE &#187; Museu do Estado de Pernambuco</title>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco abre exposição que revisita a efervescência dos anos 1990</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 18:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comprar CD e ouvir no walkman, rebobinar fita VHS antes de devolver na locadora, combinar encontros sem Google Maps, passar horas conversando ao telefone fixo ou na mesa do bar. Movimento Mangue, salões de arte, exposições coletivas improvisadas, crise econômica e explosão criativa. Isso é bem anos 90! — e é justamente esse espírito que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55066480257_dc821c3f56_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122718" alt="Foto: Valentine Herold" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55066480257_dc821c3f56_k-607x439.jpg" width="607" height="439" /></a></p>
<p dir="ltr">
Comprar CD e ouvir no walkman, rebobinar fita VHS antes de devolver na locadora, combinar encontros sem Google Maps, passar horas conversando ao telefone fixo ou na mesa do bar. Movimento Mangue, salões de arte, exposições coletivas improvisadas, crise econômica e explosão criativa. Isso é bem anos 90! — e é justamente esse espírito que o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) convoca o público a revisitar na exposição homônima aberta nesta terça-feira (28), no Hall Cícero Dias.</p>
<p dir="ltr">Com obras que integram o acervo do próprio museu, mas que estão reunidas de forma inédita, a mostra propõe uma viagem pela década de 1990 em Pernambuco, período marcado por paradoxos: instabilidade econômica, transformações políticas no pós-redemocratização e, ao mesmo tempo, uma efervescência cultural que reposicionou o Estado no mapa artístico brasileiro. A exposição tem curadoria do diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, junto ao artista plástico Márcio Almeida, reunindo obras de artistas que já atuavam naquele contexto, muitos deles premiados nos Salões de Arte de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Nas artes visuais, os anos 90 representaram um momento de transição decisiva. Pernambuco ainda dialogava fortemente com seu legado modernista, tendo nomes como Cícero Dias, Lula Cardoso Ayres e Abelardo da Hora como referências estruturantes, enquanto uma nova geração buscava romper com narrativas consagradas e se aproximar de questões contemporâneas como identidade, urbanização, violência e memória. O período marca o início mais consistente da arte contemporânea no Estado, com o surgimento de linguagens híbridas que misturavam pintura, instalação, fotografia e performance.</p>
<p dir="ltr">Instituições como o Mepe tiveram papel fundamental na legitimação e difusão dessas produções, ao mesmo tempo em que iniciativas independentes, ocupações artísticas e exposições coletivas ampliaram o debate estético e político. O Recife começava a se afirmar como um polo de experimentação no Nordeste, articulando tradição regional e discurso contemporâneo.</p>
<p dir="ltr">Esse mesmo impulso de reinvenção atravessava a música e essa forte relação entre as duas linguagens artísticas também se faz presente na exposiação. Nos anos 90, o surgimento do Movimento Manguebeat colocou o Recife no centro da cena musical brasileira e internacional. Liderado por nomes como Chico Science &amp; Nação Zumbi, Mundo Livre S/A e Mestre Ambrósio, o Manguebeat propôs uma fusão ousada entre ritmos tradicionais — maracatu, coco, ciranda, embolada — e influências globais como rock, hip hop, funk e música eletrônica. O mangue, símbolo do ecossistema recifense, tornou-se metáfora de diversidade, fertilidade cultural e resistência.</p>
<p dir="ltr">Ao revisitar esse período, “Isso é bem anos 90!” evidencia um legado que ultrapassa a década. Ao final dos anos 1990, Pernambuco havia consolidado uma identidade cultural mais afirmada, conectada ao mundo e profundamente enraizada em suas tradições. Participam da exposição, entre outros, os artistas José Patrício, Rodrigo Braga, Betânia Corrêa de Araújo, José Paulo, Dantas Suassuna, Romero Andrade, Lorani e Gil Vicente.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço</strong><br />
Exposição: Isso é bem anos 90!<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças)<br />
Em cartaz até 28 de fevereiro<br />
Entrada gratuita<br />
Terça a sexta: 9h às 17h<br />
Sábados e domingos: 14h às 17h</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067634294_94883fedb5_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122728" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067634294_94883fedb5_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067571353_4104a1f2f4_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122722" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067571353_4104a1f2f4_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067742820_38a1af3f57_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122721" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067742820_38a1af3f57_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743395_66646f455f_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122719" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743395_66646f455f_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743310_7b11a26bcd_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122729" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743310_7b11a26bcd_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743430_ec2c7f6be5_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122727" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743430_ec2c7f6be5_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e Cinema São Luiz integram a programação da Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco – ART.PE</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 13:21:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120603" aria-labelledby="figcaption_attachment_120603" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-08-102004.png"><img class="size-medium wp-image-120603" alt="Imagem: Mepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-08-102004-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Mepe/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Traçando um elo entre preservação e modernidade, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e o Cinema São Luiz participam da 4ª edição da Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco – ART.PE, que acontece de 8 a 12 de outubro, no Recife Expo Center. Os equipamentos, geridos pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), apresentam programações especiais que reafirmam o compromisso do Estado com a valorização da arte e da cultura contemporânea.</p>
<p dir="ltr">“A presença do Museu do Estado de Pernambuco e do Cinema São Luiz na ART.PE reforça o papel dos equipamentos culturais do Governo de Pernambuco como espaços de convergência entre a memória e a criação contemporânea. São instituições que dialogam com o passado, mas também olham para o futuro da arte produzida no estado, estimulando novas linguagens, públicos e conexões. Participar da feira é reafirmar o compromisso do Governo com a valorização da arte pernambucana e com o fortalecimento da nossa presença no circuito nacional das artes visuais e audiovisuais”, destaca a gerente de Ações Culturais dos Equipamentos da Fundarpe, Maria Eduarda Belém.</p>
<p dir="ltr">A ART.PE tem como objetivo refletir o desenvolvimento e a consolidação do mercado das artes visuais no estado, que, nos últimos anos, registrou o crescimento de galerias, circulação de artistas e ampliação das vendas de obras. O evento reúne galerias, artistas e agentes do setor, fortalecendo o intercâmbio entre a produção local e o cenário nacional.</p>
<p dir="ltr">Nesse contexto de diálogo entre tradição e contemporaneidade, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) marca presença como um dos pilares da preservação e difusão da arte no estado. Com um perfil voltado para a história e a arte, o museu é um dos mais importantes equipamentos públicos do Governo de Pernambuco e desempenha papel essencial na valorização da produção artística local — acolhendo tanto nomes consagrados quanto novas vozes das artes contemporâneas, que trazem novas linguagens e perspectivas para o cenário cultural.</p>
<p dir="ltr">“Ao se integrar à ART.PE, ao lado de instituições de destaque como o MASP, Inhotim, MAMAM, Instituto Francisco Brennand, e importantes galerias do Nordeste, do Rio de Janeiro e de São Paulo, o MEPE reafirma seu compromisso com o fortalecimento da cena artística regional e sua conexão com os grandes circuitos da arte brasileira”, destaca o gestor do Museu, Rinaldo Carvalho.</p>
<p dir="ltr">Durante a feira, o Mepe apresenta ao público uma seleção de livros e catálogos que documentam exposições e ações realizadas no museu, além de vídeos institucionais sobre os equipamentos culturais da Fundarpe. O estande também contará com a venda de objetos com reproduções das coleções do acervo, elaborados pela Sociedade dos Amigos do Museu do Estado de Pernambuco (Sampe).</p>
<p dir="ltr">A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira.</p>
<p dir="ltr">Dividida em dois blocos, a mostra reúne obras audiovisuais de artistas pernambucanos de diferentes gerações, sob curadoria de Pedro Severien, com trabalhos de Bárbara Wagner (em parceria com Benjamin de Burca), biarritzzz, Bruno Vilela, Dea Ferraz, Juliana Notari, Júlio Cavani, Kalor Pacheco, Lia Letícia, Priscila Nascimento, Renata Pinheiro, Sergio Oliveira e Telephone Colorido.</p>
<p dir="ltr">O segundo bloco é dedicado à Mostra Paulo Bruscky, com curadoria de Yuri Bruscky, filho do artista, apresentando registros de performances e obras audiovisuais do artista, pioneiro na experimentação entre cinema, vídeo e performance. O material foi recentemente digitalizado a partir de mídias originais como super 8, 16mm e VHS, com imagens captadas entre 1971 e 2015 — exibidas agora em conjunto pela primeira vez.</p>
<div id="attachment_120605" aria-labelledby="figcaption_attachment_120605" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54788390307_01f0f50c5b_o-607x404.jpg"><img class="size-full wp-image-120605" alt="A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira. I Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54788390307_01f0f50c5b_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira. I Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">“O que está em operação nesta mostra é a forma livre e inventiva que cineastas e artistas visuais construíram em Pernambuco. Os trabalhos fogem das convenções narrativas para experimentar com as imagens, os sons e os próprios corpos no espaço. O programa &#8216;A imagem e os mundos daqui&#8217; privilegia variações dos gêneros da videoarte e do cinema experimental contemporâneo, enquanto &#8216;Entre os corpos da terra&#8217; explora mais a performance e a intervenção. Mas não há linhas divisórias, tudo se mistura e se contagia”, afirma o curador Pedro Severien.</p>
<p dir="ltr">A programação completa e cobertura das ações podem ser conferidas pelo <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a> e no Instagram oficial da feira, <a href="https://www.instagram.com/art__pe">@art__pe</a>. Aos interessados, os ingressos por dia estão disponíveis através da plataforma <a href="https://www.sympla.com.br/evento/art-pe-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-4a-edicao/2982407?referrer=www.google.com">Sympla</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>MEPE</strong></p>
<p dir="ltr">Gerido pelo Governo de Pernambuco, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), instalado desde 1940 em um palacete do século 19 que pertenceu ao filho do Barão de Beberibe, abriga um acervo com mais de 14 mil peças distribuídas em diversas categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-Brasileira, Ex-Votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max. Além do prédio principal, o museu conta com o Espaço Cícero Dias e uma casa para cursos e oficinas de arte. Recentemente, foi inaugurado o Palacete Estácio Coimbra, um espaço que recria a vivência de um casarão pernambucano do século 19, com mobiliário de época, fotografias e textos distribuídos em sete núcleos conceituais e 12 ambientes, oferecendo aos visitantes uma imersão na história da aristocracia urbana de 200 anos atrás.</p>
<p dir="ltr"><strong>Cinema São Luiz</strong></p>
<p dir="ltr">Inaugurado em 6 de setembro de 1952, às margens do Rio Capibaribe, o Cinema São Luiz é um dos últimos cinemas de rua em atividade no Brasil e um dos mais emblemáticos por preservar, até hoje, o seu projeto original em estilo cine-teatro. Contando com uma rica concepção artística e arquitetônica, o São Luiz representa um marco na história cultural de Pernambuco e segue em melhorias para continuar sendo um espaço de referência.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><em>&gt;Serviço: </em></p>
<p dir="ltr"><strong>ART.PE | Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco</strong></p>
<p dir="ltr">Quando: 8 a 12/10</p>
<p dir="ltr">Local: Recife Expo Center (Cais Santa Rita, 156 &#8211; São José, Recife &#8211; PE)</p>
<p dir="ltr">Horários de funcionamento: 8 de outubro &#8211; só para convidados / 9 a 11 de outubro &#8211; 13h às 20h, aberto ao público / 12 de outubro &#8211; 13h às 18h, aberto ao público</p>
<p dir="ltr">Ingressos: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/art-pe-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-4a-edicao/2982407?referrer=www.google.com">Sympla</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mepe recebe lançamento do primeiro romance de Fábio Andrade no dia 10</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mepe-recebe-lancamento-do-primeiro-romance-de-fabio-andrade-no-proximo-dia-16/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 18:49:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um jornalista de luto pela morte da companheira vai a uma ilha perdida no Atlântico para fazer uma reportagem sobre aparições de discos voadores. Lá, ele enfrenta o desafio de viver acuado por uma ausência permanente, traumática e repentina. É a partir desse enredo que o escritor conduz seu primeiro romance, Coisas Distantes, da Companhia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120043" alt="Foto: Leopoldo Conrado Nunes/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Um jornalista de luto pela morte da companheira vai a uma ilha perdida no Atlântico para fazer uma reportagem sobre aparições de discos voadores. Lá, ele enfrenta o desafio de viver acuado por uma ausência permanente, traumática e repentina. É a partir desse enredo que o escritor conduz seu primeiro romance, Coisas Distantes, da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). O livro será lançado em 10 de setembro (quarta-feira), às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco, localizado nas Graças, bairro da Zona Norte do Recife, e em 16 de setembro (terça-feira), na Livraria Ponta de Lança, em São Paulo, às 19h.</p>
<p>Nas 172 páginas de Coisas Distantes o leitor acompanha o jornalista numa ilha sem nome, de pouco mais de nove quilômetros quadrados, na costa do Espírito Santo. No local, onde funciona uma base militar, há relatos frequentes de desaparecimentos de pessoas e fenômenos inexplicáveis, como luzes e estranhos objetos avistados por marinheiros e visitantes. O protagonista, sem nome em quase todo o livro, só é apresentado como Adriano quando não está mais presente na história.</p>
<p>“Há um sentido na ausência dos nomes dele e da ilha na maior parte do livro. É como se eles estivessem sintonizados, e se fundissem, gradativamente. Os nomes, na ficção, nunca são gratuitos. Além dos significados que podem evocar, eles definem, fixam. Adriano é um ser em trânsito, na passagem para algo que desconhece e que, ao mesmo tempo, o atrai. Como a ilha, ele é um lugar de passagem. Apenas quando desaparece, seu nome aparece. Sugerindo assim que só se pode falar da vida de alguém, dizer quem foi ele, quando não está mais entre os seus”, declara Fábio Andrade.</p>
<p>Enquanto investiga os acontecimentos misteriosos na ilha, Adriano se envolve com Olívia, universitária que realiza trabalho de mestrado sobre isolamento em regiões distantes. Mas não consegue esquecer Eduarda, com quem tinha construído uma relação sólida. “Toda a minha mente está ocupada por Duda, por sua ausência”, ressalta. Num caderno, ele descreve seu luto, a depressão e as crises de ansiedade. “Meus dias são reféns de uma matemática enlouquecedora. Calculando horas, minutos, decisões, faltas, ausências; buscando de maneira absurda um caminho paralelo, um desvio no tempo irreversível, como se pudesse alterar o que aconteceu”, pontua o jornalista em suas anotações.</p>
<p>“O protagonista está aclimatado à nossa época. Sofre das mazelas que um tempo pós pandêmico oferece aos sobreviventes. Eu mesmo fui vítima da forma grave da covid 19, com complicações que poderiam ter me matado. A morte de Eduarda, a companheira do protagonista, passou a ser por covid numa das últimas versões do romance, versão concluída enquanto eu mesmo me recuperava em casa, fazendo fisioterapia pulmonar e tendo que lidar com os efeitos da chamada ‘covid longa’”, afirma Fábio Andrade.</p>
<p>De acordo com o escritor, um texto literário espelha direta ou indiretamente a sua época. “A ficção tem essa capacidade de testemunhar um momento sem abandonar sua potência imaginativa, inventiva. Em todo personagem colocamos muito de nós, misturando, porém, com a vida de tantos outros, conhecidos ou inventados. Como dizia Milan Kundera, nossos personagens são versões de nós que não foram vividas. Eu sou esse indivíduo, obrigado a viajar, sofrendo de uma imaginação indomesticável, e seduzido pelas distâncias das coisas grandiosas.”</p>
<p>“Já com uma sólida trajetória nos ensaios e na poesia, Fábio Andrade faz sua estreia nos romances com uma narrativa que propõe deslocamentos para o leitor: o principal, mas não o único, é o da viagem do seu personagem principal para uma ilha brasileira pouco conhecida. Por meio dos diários de Adriano, o leitor de alguma forma vai penetrando em um ritmo singular, que é calmo e espesso em suas reflexões e observações &#8211; a trama externa, com desaparecimentos e segredos, se une a uma investigação interior densa. Assim, em Coisas Distantes, Fábio transforma a sua prosa, de forma sutil e hábil, em um atributo desse deslocamento interno e externo do seu protagonista”, destaca o editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Sobre o autor &#8211; Fábio Andrade, recifense, é professor de literatura brasileira e portuguesa. Pela Cepe Editora, publicou a coletânea O fauno nos trópicos: um panorama da poesia decadente e simbolista em Pernambuco (2014). É autor dos livros de poesia Luminar presença &amp; outros poemas (2005) e A transparência do tempo (2009), vencedor do Prêmio Literário Cidade do Recife na categoria Poesia.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Coisas-distantes.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120044" alt="coisasdistantes_CAPA.indd" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Coisas-distantes-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco recebe a exposição “ORIXAMBÁ” do fotógrafo Paulinho Filizola</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 14:52:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No ano em que o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) celebra seus 95 anos, homenageia uma das mais importantes e resistentes expressões da cultura afro-brasileira em nosso Estado, o Terreiro de Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que neste 7 de junho de 2025 também completa 95 anos de existência. Para comemorar a data, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp_Image_2025-05-31_at_08.39.57.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118211" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp_Image_2025-05-31_at_08.39.57-607x466.jpeg" width="607" height="466" /></a></p>
<p dir="ltr">No ano em que o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) celebra seus 95 anos, homenageia uma das mais importantes e resistentes expressões da cultura afro-brasileira em nosso Estado, o Terreiro de Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que neste 7 de junho de 2025 também completa 95 anos de existência. Para comemorar a data, o MEPE realiza a exposição “ORIXAMBÁ” – de 05 a 29 de junho –, do fotógrafo Paulinho Filizola, com a curadoria do antropólogo Raul Lody e texto crítico do escritor Ronaldo Correia de Brito.</p>
<p dir="ltr">Instalada no Espaço Cícero Dias, a mostra apresenta registros sensíveis e potentes da vida religiosa e cotidiana no Terreiro, revelando não apenas a beleza dos ritos e dos orixás, mas também a humanidade, a devoção e resistência que sustentam essa tradição. Além da exposição, uma série de comemorações estão sendo programadas, como palestras e atividades educativas.</p>
<p dir="ltr">Fundado em 1930, por Maria Oiá na época, à rua da Mangueira, no bairro de Campo Grande, no Recife, o Terreiro de Xambá é símbolo de ancestralidade, fé, resistência e preservação de saberes sagrados de matriz africana. Sua trajetória é marcada por lutas, mas sobretudo por uma profunda dignidade cultural e espiritual, que atravessou gerações até chegar aos dias de hoje, sob a liderança firme e acolhedora do babalorixá Pai Ivo de Xambá.</p>
<p dir="ltr">Ao homenagear o Terreiro de Xambá, o Museu reafirma seu compromisso com a valorização da memória, da diversidade e das heranças africanas que compõem a identidade cultural do nosso povo. Com isso, “ORIXAMBÁ” é mais que uma exposição, é um gesto de reconhecimento e gratidão a uma casa sagrada que, há 95 anos, planta raízes profundas no solo da história pernambucana.</p>
<p dir="ltr">Para o diretor do MEPE, Rinaldo Carvalho, “essa celebração conjunta, do Museu e do Terreiro, fortalece os laços entre cultura, fé e memória, e inspira o respeito às tradições que nos formam”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Palestra e apresentação cultural</strong></p>
<p dir="ltr">Seguindo as atividades comemorativas, no próximo sábado (7), das 14h às 16h, a mostra traz a palestra “Preservando a História – Manutenção dos acervos de Terreiro”. A atividade contará com a participação do Dr. Hildo Leal, Pai Ivo de Xambá e o fotógrafo Paulinho Filizola. Uma apresentação das Yabás, com os Tambores Sagrados do Terreiro de Xambá, encerra a programação especial.</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; SERVIÇO</em></p>
<p dir="ltr"><strong>Exposição &#8220;ORIXAMBÁ&#8221;</strong> – Fotografias de Paulinho Filizola, com curadoria de Raul Lody e texto crítico de Ronaldo Correia de Brito</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Abertura: 05 de junho, às 19h</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Visitação: De 05 a 29 de junho de 2025</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Palestra e apresentação cultural: 07 de junho, a partir das 14h</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Endereço: Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) – Espaço Cícero Dias I Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife &#8211; PE</p>
<p dir="ltr"><strong> </strong></p>
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		<title>Circuito Cultural Museus em Movimento tem programação gratuita neste domingo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2025 14:26:17 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_84815" aria-labelledby="figcaption_attachment_84815" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/museu-do-estado-de-pernambuco-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-84815" alt="Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/museu-do-estado-de-pernambuco-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe-607x259.jpg" width="607" height="259" /></a><p class="wp-caption-text">O Museu do Estado de Pernambuco é um dos equipamentos culturais geridos pela Fundarpe</p></div>
<p style="text-align: left;">O Dia Internacional dos Museus, celebrado neste domingo (18/05), será uma oportunidade para o público desbravar um pouco mais sobre a memória e a preservação da identidade cultural de Pernambuco. Com programação gratuita e descentralizada, em sua primeira edição o projeto &#8220;Circuito Cultural Museus em Movimento&#8221; contemplará três museus do Recife, convidando a população a imergir no universo dos acervos históricos. A ação é realizada pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), através da Coordenação do Núcleo de Museus e em parceria com o Instituto Ricardo Brennand (IRB).</p>
<p style="text-align: left;">As visitações gratuitas serão somadas à programação nacional da 23ª Semana Nacional de Museus, criada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Nesta primeira edição do Circuito, o público conhecerá os acervos do Museu do Estado de Pernambuco, da Fundação Gilberto Freyre e do Instituto Ricardo Brennand, que relacionarão suas programações ao tema proposto pelo Conselho Internacional dos Museus (Icom) para a data comemorativa este ano: &#8220;O futuro dos museus em comunidades em rápida transformação&#8221;.</p>
<p>Para participar do “Circuito Cultural Museus em Movimento”, o público interessado pode efetuar a inscrição por meio do <a href="https://forms.gle/Z2TNvvtSKk3urE2L9">formulário </a>acessível nos canais de comunicação da Secult-PE e das instituições participantes. Serão ofertadas 40 vagas com transporte (ônibus) gratuito disponível para a ação. O roteiro terá início no Museu do Estado de Estado de Pernambuco (ponto de saída e retorno), passando pela Fundação Gilberto Freyre e encerrando no Instituto Ricardo Brennand. As visitas terão, em média, 40 minutos de duração, e serão guiadas pela equipe do educativo de cada instituição.</p>
<p style="text-align: left;">“O Circuito Cultural Museus em Movimento, pensado de forma colaborativa com os espaços que estão participando da ação, tem como principal objetivo promover o acesso do público aos museus e seus bens culturais ali preservados. Cada instituição vai promover uma visita mediada fazendo essa ponte entre o tema da Semana Nacional dos Museus deste ano e o acervo ali da instituição. É um momento ímpar, é uma visita que vai ser diferenciada em todos os sentidos, então a gente convida aqui a todos a participarem desse momento. E essa é uma primeira edição. A secretaria vem mantendo contato com outras instituições para que a gente possa desdobrar esse encontro em outros momentos, em datas comemorativas ou em eventos específicos relacionados aos museus”, expressa Rosélia Adriana Rocha, coordenadora do Núcleo Museus da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Museu do Estado de Pernambuco</strong> &#8211; O Museu do Estado de Pernambuco tem uma trajetória de 95 anos e possui duas exposições de longa duração, sendo elas: &#8220;O casarão e a cidade: usos e costumes&#8221;, presente no palacete Estácio Coimbra com acervo diversificado, narrativa e ambientação do século XIX que contextualizam o cenário urbano da cidade do Recife nos séculos XIX e XX, e a exposição &#8220;Pernambuco Território e Patrimônio de um povo&#8221;, que expõe o acervo que narra, de forma cronológica, a trajetória histórica e cultural de Pernambuco, partindo desde as primeiras ocupações humanas no território até as manifestações contemporâneas das identidades pernambucanas na arte em suas diversas formas.</p>
<p><strong>Fundação Gilberto Freyre</strong> &#8211; Ao visitar a Casa-Museu Magdalena e Gilberto Freyre, o público tem a oportunidade de conhecer de perto o universo pessoal e intelectual de Gilberto Freyre, importante sociólogo brasileiro, e de sua esposa Magdalena. Instalado na antiga residência da família, o espaço preserva ambientes originais, mobiliário, objetos pessoais, fotografias, correspondências e uma vasta biblioteca com obras, manuscritos e anotações do autor. Além disso, os jardins e a arquitetura da casa refletem o estilo de vida nordestino que tanto influenciou sua obra. A visita oferece uma imersão na cultura, nas ideias e no cotidiano de Freyre, permitindo ao visitante compreender melhor suas reflexões sobre a identidade e a formação cultural do Brasil.</p>
<p><strong>Instituto Ricardo Brennand</strong> &#8211; Criado em 13 de agosto de 2001 e aberto ao público em 12 de setembro de 2002, o Instituto Ricardo Brennand é uma instituição privada de utilidade pública, sem fins lucrativos, tendo como objetivo principal a preservação e a difusão da história, da arte e da cultura brasileira, sobretudo no período denominado Brasil Holandês. O IRB é composto de edificações inspiradas em castelos europeus de estilo gótico como: Museu de Armas Castelo São João, Pinacoteca e Biblioteca, Galeria de Eventos e Exposições Temporárias, Capela Nossa Senhora das Graças e Restaurante , além de um parque de esculturas nos jardins. O acervo é dividido em museológico e bibliográfico, abrigando coleções de obras de arte, entre pinturas, estampas, esculturas, tapeçarias, mobiliários, armas brancas e objetos de arte decorativa, provenientes, da Europa, Ásia e Brasil e uma importante coleção de livros e obras raras sobre a presença Neerlandesa no período do Brasil Colonial.</p>
<p>“O Circuito Cultural Museus em Movimento é uma forma concreta de aproximar a população dos museus, garantindo acesso gratuito e desta maneira contribuindo com a democratização da cultura. E no Dia Internacional dos Museus reforçamos a importância dos museus como espaços de memória e transformação através da arte”, enfatiza Nara Galvão, diretora do Instituto Ricardo Brennand.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: left;">Data: 18/05/2025 (domingo)</p>
<p style="text-align: left;">Ponto de partida: Museu do Estado de Pernambuco (Graças)</p>
<p style="text-align: left;">Inicio &#8211; 13h20 visita mediada no Museu do Estado</p>
<p style="text-align: left;">14h &#8211; 14h15 (deslocamento)</p>
<p style="text-align: left;">14h20 &#8211; Visita mediada na Fundação Gilberto Freyre (Apipucos)</p>
<p style="text-align: left;">15h &#8211; 15h20 (deslocamento)</p>
<p style="text-align: left;">15h30 &#8211; Visita mediada no Instituto Ricardo Brennand (Várzea)</p>
<p style="text-align: left;">16h30 &#8211; 16h50 (deslocamento)</p>
<p style="text-align: left;">Final do circuito &#8211; 17h &#8211; Museu do Estado</p>
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		<title>Mepe celebra o Dia dos Povos Indígenas com debate focado na produção das mulheres artistas</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 15:35:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na semana em que se celebra o Dia Nacional dos Povos Indígenas, o Museu do Estado de Pernambuco promove um importante debate sobre o protagonismo feminino na arte e no pensamento crítico indígena. O encontro &#8220;A Mulher Indígena, a Arte e o Museu – Retomadas, Olhares e Saberes&#8221; acontece nesta quarta-feira (16), a partir das [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Captura-de-tela_15-4-2025_123449_www.instagram.com_.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117373" alt="Captura de tela_15-4-2025_123449_www.instagram.com" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Captura-de-tela_15-4-2025_123449_www.instagram.com_-482x486.jpeg" width="482" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">Na semana em que se celebra o Dia Nacional dos Povos Indígenas, o Museu do Estado de Pernambuco promove um importante debate sobre o protagonismo feminino na arte e no pensamento crítico indígena. O encontro &#8220;A Mulher Indígena, a Arte e o Museu – Retomadas, Olhares e Saberes&#8221; acontece nesta quarta-feira (16), a partir das 14h, no auditório do Mepe, reunindo Elisa Pankararu, professora e antropóloga; Juliana Xukuru, artista visual e performer; e Lara Erendira Andrade, antropóloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (NEPE), da UFPE, órgão parceiro da ação.</p>
<p dir="ltr">A conversa é um convite a olhar para as mulheres indígenas no campo das artes, seja nos museus, no espaço virtual e na academia. Essa produção sempre existiu, mas historicamente foi invisibilizada. “Pensar essa presença hoje, na contemporaneidade, é trazer um histórico de que sempre estivemos aqui. No entanto, há um rompimento dessa presença no sentido de dar visibilidade, de dizer que ela existe, e esse rompimento se dá com o viés do racismo que a colonização traz”, explica a pesquisadora Elisa Pankararu</p>
<p dir="ltr">Ela ainda ressalta que essa invisibilização tem outro elemento além do racismo, que é o machismo. “Mas no universo sagrado, no universo da tradição indígena, as mulheres têm os seus papéis definidos, a sua produção definida, seja em que campo for, do canto, da dança, da produção manual. A presença feminina é existente desde sempre e para sempre”, pontua Elisa.</p>
<p dir="ltr">O momento de retomada dessa produção tão múltipla, ancestral e de imenso valor estético e histórico há de ser celebrado. Iniciativas como essa do Mepe, um museu de tradição e que nunca deixou de se atualizar dos debates e das questões do nosso tempo, são importantes para a ampliação do debate e do conhecimento das mulheres indígenas artistas para o grande público.</p>
<p dir="ltr">“Esse é o momento para todos termos um olhar com mais cuidado e profundidade para as expressões artísticas e os saberes das mulheres indígenas e refletir como os museus podem e devem abrir espaço para essas vozes, essas memórias, essas histórias. A atividade é gratuita, então convido a todos que venham participar neste dia 16 de abril”, finaliza o gestor do Mepe, Rinaldo Carvalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mepe celebra 95 anos com solenidade e programação especial</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 14:16:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No dia 6 de fevereiro de 2025, a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a  Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) celebram os 95 anos de existência do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A data reafirma o legado do equipamento cultural, considerado um dos mais relevantes do Estado. Fundado em 1929, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24674" aria-labelledby="figcaption_attachment_24674" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MEPE.jpg"><img class="size-medium wp-image-24674" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MEPE-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O Museu do Estado funciona de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h</p></div>
<p dir="ltr">No dia 6 de fevereiro de 2025, a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a  Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) celebram os 95 anos de existência do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A data reafirma o legado do equipamento cultural, considerado um dos mais relevantes do Estado. Fundado em 1929, o museu surgiu em meio a um período de grandes transformações políticas e econômicas no Brasil, consolidando-se ao longo das décadas como referência na preservação da história e da arte pernambucana.</p>
<p dir="ltr">A solenidade, marcada para às 17h, contará também com a comemoração dos 33 anos da Sociedade Pernambucana dos Amigos do Museu (Sampe), entidade civil sem fins lucrativos que tem sido uma parceira fundamental no apoio às iniciativas do MEPE.</p>
<p dir="ltr">Como parte da celebração, será realizado o descerramento da placa comemorativa dos 95 anos do museu, simbolizando quase um século de dedicação à cultura. Além disso, as pessoas que contribuíram ao longo dos anos ,  receberão Certificados de Agradecimento, em reconhecimento ao trabalho desempenhado ao longo dos anos.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação, o público poderá prestigiar a apresentação da Orquestra Sinfônica Cordas e Cordel, que promete emocionar os presentes com um repertório cuidadosamente selecionado para a ocasião.</p>
<p dir="ltr">O Museu do Estado de Pernambuco está  localizado na Avenida Rui Barbosa, no bairro das Graças (Zona Norte do Recife), e abriga um acervo diversificado que contempla desde arte sacra e mobiliário de época até arte contemporânea e coleções etnográficas. Ao longo dos anos, tornou-se um espaço essencial para a valorização da cultura pernambucana e um ponto de encontro entre o passado e o presente.</p>
<p dir="ltr">A celebração dos 95 anos reforça o compromisso do Mepe com a preservação da memória e da identidade de Pernambuco, mantendo-se como um dos mais importantes equipamentos culturais do Brasil.</p>
<p> <strong><span style="text-decoration-line: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>95 anos do Museu do Estado de Pernambuco -</strong>  <em>quinta-feira (6), às Horário: 17h, no Mepe (Avenida Rui Barbosa , nº 960, Graças, Recife-PE). Entrada gratuita</em></p>
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		<item>
		<title>Mepe recebe 1ª turnê da Orquestra de Câmara Meninas e Meninos da Alegria</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 19:55:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O auditório do Museu do Estado de Pernambuco estará reservado no dia 14 de dezembro para as melodias tocadas pelas mãos das crianças e jovens da Orquestra de Câmara Meninas e Meninos da Alegria. Com entrada gratuita, o evento se inicia às 16h, e faz parte da primeira turnê do grupo, iniciada em 18 de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114957" aria-labelledby="figcaption_attachment_114957" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-06-at-15.20.35.jpeg"><img class="size-medium wp-image-114957" alt="Orquestra de Câmara Meninas e Meninos da Alegria durante apresentação no Museu do Estado de Pernambuco. Divulgação / Museu do Estado de Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-06-at-15.20.35-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra de Câmara Meninas e Meninos da Alegria durante apresentação no Museu do Estado de Pernambuco. Divulgação / Museu do Estado de Pernambuco</p></div>
<p dir="ltr">O auditório do Museu do Estado de Pernambuco estará reservado no dia 14 de dezembro para as melodias tocadas pelas mãos das crianças e jovens da Orquestra de Câmara Meninas e Meninos da Alegria. Com entrada gratuita, o evento se inicia às 16h, e faz parte da primeira turnê do grupo, iniciada em 18 de agosto deste, na cidade de Glória de Goitá.</p>
<p dir="ltr">Por meio do espetáculo <em>Aruana: Uma Vida em Canção</em> o grupo conta a história de uma jovem nordestina e de sua jornada que passa do Sertão ao Litoral pernambucano. Além das melodias, a história é dramatizada a partir de cordéis desenvolvidos em colaboração com Ester Franciely (monitora do Projeto) e seu pai Sérgio Ricardo, artista e cordelista do agreste pernambucano.</p>
<p>A história de Aruana é inspirada em clássicos da música popular e cada momento do seu caminho é retratado através de canções que vão desde clássicos de Luiz Gonzaga, passando por Mozart e Vivaldi.</p>
<p dir="ltr">Dessa vez a interpretação está a cargo de crianças, adolescentes e jovens integrantes do projeto Meninas e Meninos da Alegria, da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) Giral Desenvolvimento Humano e Local. Através de oficinas com aulas de música e de balé clássico popular, o espetáculo mistura música ao vivo e dança tradicional, vindas diretamente do Agreste e do Sertão pernambucano.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Espetáculo <em>Aruana: Uma Vida em Canção</em> -</strong> <em>sábado (14), às 16h, no hall do Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro das Graças, Recife-PE. Entrada gratuita</em></p>
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		<title>Mepe celebra Dia da Consciência Negra com shows e feirinha neste sábado (23)</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 18:22:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em celebração ao Dia da Consciência Negra e ao Mês do Empreendedorismo Feminino, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) prepara uma programação especial no dia 23 de novembro. Com início às 10h, o evento contará com a Feira das Mulheres Pretas-Afro empreendedoras no Feminino Negro, que reúne um coletivo de 15 mulheres negras, com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/PHOTO-2024-11-19-18-41-19.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114626" alt="PHOTO-2024-11-19-18-41-19" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/PHOTO-2024-11-19-18-41-19-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Em celebração ao Dia da Consciência Negra e ao Mês do Empreendedorismo Feminino, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) prepara uma programação especial no dia 23 de novembro. Com início às 10h, o evento contará com a Feira das Mulheres Pretas-Afro empreendedoras no Feminino Negro, que reúne um coletivo de 15 mulheres negras, com idades entre 29 e 75 anos, trazendo ao público uma variedade de produtos e serviços que exaltam a cultura negra e o protagonismo feminino. Já a partir das 17h, as cantoras Larissa Lisboa e Isadora Melo farão shows gratuitos e abertos ao público, encerrando a programação com muita música e emoção.</p>
<p>Feira das Mulheres Pretas-Afro empreendedoras no Feminino Negro: Redes de Apoio e Representatividade<br />
Das 10h às 17h, a Feira Afro empreendedora estará aberta ao público, apresentando um rico acervo de produtos e serviços criados por mulheres negras pernambucanas. Esse espaço, que vai além do empreendedorismo, atua como uma rede de apoio e valorização, reunindo expositoras de diversas áreas como moda afro autoral, artesanato, literatura, gastronomia, acessórios, roupas, turbantes e artigos religiosos e casuais.</p>
<p>As expositoras têm como objetivo não apenas oferecer produtos, mas também compartilhar histórias e inspirar outras mulheres negras. Entre as participantes, estão parceiras afro empreendedoras que contribuem com sua diversidade de expressões, criando um ambiente de conexão e transformação. A Feira, que já se consolidou como uma vitrine da cultura negra em Pernambuco, é uma celebração da identidade e da ancestralidade, oferecendo ao público uma experiência única de contato com elementos culturais autênticos e autorais.</p>
<p><strong>Shows de Larissa Lisboa e Isadora Melo</strong></p>
<p>A partir das 17h, o palco do MEPE recebe a cantora e compositora Larissa Lisboa, um dos grandes nomes da nova geração musical de Pernambuco. Com um estilo que mescla elementos orgânicos e experimentações do pop, Larissa promete envolver o público com um repertório que vai de composições autorais a clássicos de artistas pernambucanos renomados como Anastácia e Accioly Neto, além de canções de contemporâneos como Martins, Isadora Melo e Juliano Holanda.</p>
<p>Acompanhada por uma banda formada por Karol Maciel na sanfona, Joana Xeba e Milla Bigio na percussão, Larissa celebrará o protagonismo feminino na música, com direito a músicas inéditas que farão parte do seu primeiro álbum, previsto para 2025. A apresentação de Larissa é uma homenagem à força da palavra e da canção, reforçando a importância do espaço das mulheres na arte.</p>
<p>Logo em seguida, o público será encantado pela voz de Isadora Melo, atriz e cantora de talento singular. Com uma trajetória que passa por festivais como MIMO e apresentações internacionais, Isadora traz ao MEPE um show marcado pela diversidade de seu repertório, que combina forró, frevo e canções autorais.</p>
<p>Com uma carreira que inclui projetos importantes como &#8220;A Dita Curva&#8221; e uma turnê recente pelo estado de São Paulo, Isadora também possui trabalhos de destaque na televisão e teatro. Seu último álbum, &#8220;Anagrama&#8221;, indicado ao Prêmio da Música Brasileira 2023 como Melhor Intérprete Regional, será parte do repertório que ela apresentará no evento. A presença de Isadora promete uma celebração musical que reverbera a resistência e o talento da mulher negra.</p>
<div id="attachment_114627" aria-labelledby="figcaption_attachment_114627" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-21-at-14.29.17-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-114627" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-21-at-14.29.17-1-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Isadora Melo</p></div>
<div id="attachment_114628" aria-labelledby="figcaption_attachment_114628" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-21-at-14.29.17.jpeg"><img class="size-medium wp-image-114628" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-21-at-14.29.17-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Larissa Lisboa</p></div>
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		<title>Mepe recebe evento que celebra o centenário de Abelardo da Hora</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 17:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abelardo da hora]]></category>
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		<category><![CDATA[Museu do Estado de Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[Escultor, ceramista, desenhista, gravador, poeta, professor e militante político. São tantos “Abelardos” da Hora em um único artista, que defini-lo é quase limitar seu potencial. O seminário &#8220;Corpos e Pedras: Artes, Política e Cidades&#8221;, que acontece nos dias 5 e 6 de novembro, no Museu do Estado de Pernambuco, revisita a vida, obra e legado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114270" aria-labelledby="figcaption_attachment_114270" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/abelardodahora.jpeg"><img class="size-medium wp-image-114270" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/abelardodahora-607x390.jpeg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Abelardo da Hora foi escultor, pintor, ceramista, gravador, poeta e desenhista</p></div>
<p>Escultor, ceramista, desenhista, gravador, poeta, professor e militante político. São tantos “Abelardos” da Hora em um único artista, que defini-lo é quase limitar seu potencial. O seminário &#8220;Corpos e Pedras: Artes, Política e Cidades&#8221;, que acontece nos dias 5 e 6 de novembro, no Museu do Estado de Pernambuco, revisita a vida, obra e legado do pernambucano considerado um dos mais importantes artistas plásticos<b> </b>modernos do país.</p>
<p>O evento promove análises críticas das obras, do engajamento político do artista e da sensibilidade de Abelardo ao capturar as cenas da vida cotidiana. Voltado para professores, estudantes, pesquisadores e amantes das artes de um modo geral, o seminário, que é gratuito, terá também intérprete de libras e vai contar com a participação dos representantes da família Clara da Hora, Lenora da Hora e Daniel da Hora. “Participarmos do evento como debatedores é, para mim e minha irmã, motivo de extrema alegria, pois poderemos compartilhar, com o público e com os colegas convidados, experiências e informações a partir de uma visão pessoal e diretamente ligada ao Abelardo da Hora. Estamos honrados com a iniciativa e com o evento”, revelou.</p>
<p>A programação começa dia 5 de novembro, às 13h30, com a solenidade de abertura e homenagem. Em seguida, às 14h, a mesa Corpos e pedras: o imaginário social nas obras de Abelardo da Hora traz uma reflexão sobre a força política e estética contida nos trabalhos do artista e a sua importância na construção pensamento social pernambucano, nordestino e brasileiro. No dia 6, às 9h, o tema da mesa Abelardo da Hora, a paisagem urbana e o contemporâneo nas artes: entre o sensível e o político debate a importância de Abelardo no engajamento de artistas pernambucanos e a sua influência no desenvolvimento da vida artística e política da cidade, avaliando seus desdobramentos nos dias atuais. Por fim, às 14h, acontece a mesa Abelardo e seu legado: os desafios na gestão de patrimônios e acervos artísticos vai discutir como artistas, gestores e herdeiros podem pensar nos acervos com propósitos culturais e refletir sobre outras possibilidades, seja no âmbito educativo, expositivo ou comercial.</p>
<p>Para o colecionador e diretor do REC Cultural, Diogo Cantarelli, correalizador do evento, trazer esse diálogo no ano em que o artista faria 100 anos é uma forma de celebrá-lo e revisita-lo. “Abelardo foi um multiartista, mas, para além de tudo o que ele representa no universo das artes, ele também foi professor e formador de importantes nomes do cenário cultural e artístico da cidade. Seu trabalho transformou a paisagem urbana do Recife, e, de certa forma, democratizou o acesso de sua arte disponibilizando-as nos espaços públicos”, enfatizou.</p>
<p>O evento é uma realização do Ministério da Cultura, Centro de Integração Social e Cultural José Cantarelli e do REC Cultural, em parceria com a família de Abelardo da Hora, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) e a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco &#8211; UFAPE. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas através do preenchimento <a href=" https://encurtador.com.br/US9Yq" target="_blank">deste formulário</a>.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-04-at-12.17.19.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114267" alt="WhatsApp Image 2024-11-04 at 12.17.19" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-04-at-12.17.19-499x486.jpeg" width="499" height="486" /></a></p>
<p><b>ABELARDO DA HORA</b> &#8211; O artista nasceu no dia 31 de julho de 1924, em São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife. Inicialmente, seu desejo era ser mecânico, para depois cursar engenharia mecânica. Porém, no dia da inscrição, não havia vagas no curso desejado. Então, por obras do destino, Abelardo se inscreveu no curso de artes decorativas com seu irmão. Foi onde o talento dele foi descoberto. Criador de mais de 300 obras, Abelardo Germano da Hora é considerado uma das figuras mais importantes das artes plásticas do país. Suas esculturas, desenhos e gravuras dialogam com a cultura popular e têm um forte viés político. As mulheres também tiveram grande influência em suas obras, com a retratação das curvas de corpos femininos.</p>
<p>Abelardo foi um dos criadores da Sociedade de Arte Moderna do Recife, do Atelier Coletivo e do Movimento de Cultura Popular (MCP), além de influenciar e formar uma geração de artistas pernambucanos. Por causa de seu engajamento político, o escultor foi perseguido durante a ditadura militar, sendo preso algumas vezes.</p>
<p>No Recife, é possível ver obras de Abelardo em diversos lugares. Ele promoveu uma verdadeira transformação nos espaços públicos, incorporando suas artes nas paisagens culturais, como é o caso do Monumento aos Retirantes, localizado no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem e o Monumento ao Maracatu, nas proximidades do Forte das Cinco Pontas. Um acervo com 179 obras de Abelardo foi doado para o estado da Paraíba. O artista morreu no dia 23 de setembro de 2014, aos 90 anos.</p>
<p><b>Confira a programação completa do festival:</b></p>
<p><b>DIA &#8211; 05/11</b></p>
<p><b>Abertura </b>- 13h30 às 14h</p>
<p><b>Mesa 1</b>- Corpos e pedras: O imaginário social nas obras de Abelardo da Hora</p>
<p><b>Horário:</b> Das 14h às 17h</p>
<p>Convidados: Moacir dos Anjos, Walter Arcela e José Brito</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>DIA &#8211; 06/11</b></p>
<p><b>Mesa 2:</b> Abelardo da Hora, a paisagem urbana e o contemporâneo nas artes: entre o sensível e o político</p>
<p><b>Horário:</b> Das 9h às 12h<b></b></p>
<p><b>Convidados:</b> Daniel da Hora, Carlos Melo, Gleyce Heitor Kelly</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Mesa 3</b>: Abelardo e seu legado: O desafio da gestão de patrimônios e acervos artísticos</p>
<p><b>Convidados: </b>Clara da Hora, José Patrício, Bruno Fernandes.</p>
<p><b>Horário:</b> Das 14h às 17h</p>
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