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	<title>Portal Cultura PE &#187; Museu do Estado</title>
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		<title>MEPE abre nesta quinta (26) mostra Sobre águas, que discute a memória e o futuro do planeta</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:42:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Unindo força poética à crítica ambiental, a artista visual gaúcha Vera Reichert inaugura nesta quinta (26.03) a mostra Sobre águas no Museu do Estado de Pernambuco, equipamento gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A exposição, inaugurada na semana do Dia Mundial da Água, trabalha essa substância [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Série-Branqueamento-dos-Corais-2022-esculturas-de-polipropileno-reciclado-e-retroiluminado-com-led.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123376" alt="Série Branqueamento dos Corais, 2022, esculturas de polipropileno reciclado e retroiluminado com led" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Série-Branqueamento-dos-Corais-2022-esculturas-de-polipropileno-reciclado-e-retroiluminado-com-led-607x425.jpeg" width="607" height="425" /></a></p>
<p>Unindo força poética à crítica ambiental, a artista visual gaúcha Vera Reichert inaugura nesta quinta (26.03) a mostra <i>Sobre águas </i>no Museu do Estado de Pernambuco, equipamento gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A exposição, inaugurada na semana do Dia Mundial da Água, trabalha essa substância vital como matéria estética, símbolo de memória e de reflexão sobre o futuro do planeta, em uma poética que transita entre fotografia, vídeo, instalação, pintura e escultura. O vernissage, destinado a convidados, ocorre no dia 26, às 19h. A mostra segue aberta para visitação do público de 27 de março a 3 de maio, com entrada gratuita.</p>
<p><span style="color: #222222;">Com curadoria e produção de André Venzon, </span><span style="color: #222222;"><i>Sobre águas</i></span><span style="color: #222222;"> </span><span style="color: #222222;">agrega mais de 100 obras e </span><span style="color: #222222;">propõe um mergulho poético e sensorial nas múltiplas dimensões da água — elemento central na pesquisa de Vera Reichert ao longo de mais de três décadas. </span><span style="color: #222222;">A pesquisa da artista foca </span><span style="color: #222222;">a presença da água na paisagem e na memória. Sua produção articula arte e natureza, ciência e sensibilidade, revelando um olhar atento às transformações ambientais e às relações entre corpo, território e tempo. </span><span style="color: #222222;">A </span><span style="color: #222222;">exposição</span><span style="color: #222222;"> já foi montada em São Paulo, Brasília e Porto Alegre, </span><span style="color: #222222;">e seu catálogo, </span><span style="color: #222222;">impresso pela </span><span style="color: #222222;">Editora Pubblicato, </span><span style="color: #222222;">será </span><span style="color: #222222;">distribu</span><span style="color: #222222;">ído</span><span style="color: #222222;"> <wbr />gratuita</span><span style="color: #222222;">mente </span><span style="color: #222222;">ao público.</span></p>
<p align="justify">Ao receber <i>Sobre </i><i>á</i><i>guas</i>, o Museu do Estado de Pernambuco reforça seu compromisso com exposições que articulam arte contemporânea, reflexão social e sustentabilidade, convidando o público a reconhecer a água não apenas como recurso natural, mas como elemento vital, simbólico e unificador.</p>
<p align="justify">Transitando por diferentes linguagens, Vera Reichert constrói narrativas visuais que capturam a fluidez, a transparência e a força simbólica da água. Sua obra não se limita à representação da paisagem, mas propõe uma experiência imersiva, na qual o espectador é convidado a perceber a água como elemento vital, matéria em constante mutação e metáfora das dinâmicas da própria existência. <span style="color: #222222;">Entre os destaques estão a</span><span style="color: #222222;">s</span><span style="color: #222222;"> instalaç</span><span style="color: #222222;">ões</span><span style="color: #222222;"> “Colunas D’água”, que dialoga com as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, e “Últimas Gotas”, composta por 30 torneiras com gotas de cristal, criando uma metáfora visual sobre a urgência da preservação dos recursos hídricos. Integra ainda a exposição o curta-metragem “Sete mares e uma paixão”, exibido pelo Canal Arte1, além de obras em </span><span style="color: #222222;"><i>backlight</i></span><span style="color: #222222;"> e esculturas espelhadas que ampliam a experiência imersiva do público.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #222222;">“Durante a visitação, o público </span><span style="color: #222222;"><span style="color: #222222;">também </span><span style="color: #222222;">vai encontrar fotografias subaquáticas em universos raros, escotilhas espelhadas, instalações que t</span><span style="color: #222222;">ensionam a</span><span style="color: #222222;"> abundância e </span><span style="color: #222222;">a </span><span style="color: #222222;">escassez, </span><span style="color: #222222;">além de superfícies de lagoas transformadas em composições circulares”, completa o gestor do Museu do Estado, Rinaldo Carvalho.</span></span><b> </b></p>
<p><b>SERVIÇO<br />
</b><span style="color: #222222;">Exposição </span><span style="color: #222222;"><i>Sobre </i></span><span style="color: #222222;"><i>á</i></span><span style="color: #222222;"><i>guas</i></span><span style="color: #222222;">, </span><span style="color: #222222;">de </span><span style="color: #222222;">Vera Reichert<br />
</span><span style="color: #222222;">Curadoria </span><span style="color: #222222;">de</span><span style="color: #222222;"> André Venzon<br />
</span>Local: Museu do Estado de Pernambuco | Avenida Rui Barbosa, 960; Graças, Recife-PE<br />
Abertura para convidados: 26 de março de 2026, às 19h<br />
<span style="color: #222222;">Visitação: 27 de março a 3 de maio </span><span style="color: #222222;">| Terça a sexta, de 9h às 17h; Sábados e domingos, das 14h às 17h<br />
</span>Entrada gratuita</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Instalação_Última-Gota_3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123377" alt="Instalação_Última Gota_3" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Instalação_Última-Gota_3-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div></div>
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		<title>Cepe e Editora UFPE lançam no Mepe a 3ª edição de obra rara de Osman Lins</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 18:39:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No centenário de nascimento de Osman Lins (1924-1978) duas editoras públicas se unem para lançar a terceira edição de Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social, depois de 50 anos da última tiragem, em 1974. O livro, com selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e da Editora da Universidade Federal [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115592" aria-labelledby="figcaption_attachment_115592" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13.jpg"><img class="size-medium wp-image-115592" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Osman Lins</p></div>
<p>No centenário de nascimento de Osman Lins (1924-1978) duas editoras públicas se unem para lançar a terceira edição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em>, depois de 50 anos da última tiragem, em 1974. O livro, com selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e da Editora da Universidade Federal de Pernambuco, é um ensaio profundo, irônico e ousado, com recursos do campo da ficção, sobre o ofício de escrever e a relação do escritor (e da escrita) com o mundo &#8211; dos editores e leitores aos censores. Produzido no fim da década de 1960, e atualmente uma raridade, o título é apresentado nesta sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), nas Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>&#8220;A reedição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> é de enorme contribuição para o debate público sobre a literatura na atualidade. Como intelectual latino-americano, Osman Lins sempre insistiu na necessidade do escritor engajar-se no enfrentamento dos problemas e desafios de seu país. É um escritor combativo, muito mais do que polemista&#8221;, declara o professor e organizador do livro, Fábio Andrade. Nascido no município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, Osman Lins morreu precocemente, na cidade de São Paulo, em 8 de julho, três dias depois de completar 54 anos.</p>
<p>Com 332 páginas e capa de Ildembergue Leite, a nova edição tem uma pequena iconografia (imagens em preto e branco) que remete ao período de elaboração do livro e a sua repercussão, e um índice onomástico com pensadores, escritores e artistas citados pelo autor. &#8220;Fiz a apresentação, que busca assinalar certos aspectos do livro sintonizados com nosso tempo, e acrescentei notas que têm como principal objetivo ressaltar certos diálogos do pensamento crítico de Osman Lins com sua própria produção literária&#8221;, informa Fábio Andrade.</p>
<p>Osman Lins é autor de romances (<em>Avalovara</em>, <em>O Visitante</em>, <em>O Fiel e a Pedra</em>), contos (<em>Os Gestos</em>), narrativas (<em>Nove</em>, <em>Novena</em>), relatos de viagem (<em>Marinheiro de Primeira Viagem</em>), obra para teatro (<em>Lisbela e o Prisioneiro</em>) e ensaios. &#8220;Poucas, sabe-se, as possibilidades de alcançarmos, neste ofício, a recompensa de um livro duradouro. Por mais que cerremos o espírito aos desvios, destinam-se os escritos literários, em grande maioria, à existência curta: 80% desaparecem em um ano, 99% em 20 anos. Um massacre em que poucos sobrevivem&#8221;, escreveu o autor em <em>Guerra sem Testemunhas</em>.</p>
<p>No livro ele faz a defesa da escrita como ofício: &#8220;O profissional é aquele que professa &#8211; e professar, mais do que exercer, é abraçar, seguir. A ideia, portanto, deve envolver uma noção de entrega, de responsabilidade e de fé&#8221;. Traz reflexões sobre o trabalho criativo, a crítica literária, a circulação de livros, os leitores, o mercado editorial, as dificuldades para publicação de livros, a demora na análise de originais por parte das editoras e os espaços na mídia. Também reage à remuneração do escritor baseada no número de livros vendidos e não pela quantidade de exemplares impresso e à falta de republicação de obras esgotadas de autores novatos.</p>
<div id="attachment_115594" aria-labelledby="figcaption_attachment_115594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-115594" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritro Fábio Andrade</p></div>
<p>&#8220;<em>Guerra sem Testemunhas</em> é uma obra que merece ser mais reconhecida. Ensaio preciso, profundo e criativo. É, como aponta o organizador Fábio Andrade, um livro quase solitário na produção brasileira do século 20, com um olhar provocante sobre o ofício — e a solidão — do escritor diante do sistema literário e da sociedade. Nesta terceira edição, com notas e nova apresentação, a Cepe Editora e a Editora UFPE se unem para trazer de volta às prateleiras um título que estava se tornando uma raridade e que merece novas e renovadas leituras&#8221;, afirma o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Para Fábio Andrade, com a republicação do título &#8220;a maior conquista é justamente dar visibilidade, 50 anos depois, a um livro que ainda recende a pura pólvora, num país cheio de problemas estruturais graves e com certos setores elogiando nostalgicamente a opressão que Osman Lins tanto combateu&#8221;.</p>
<p><strong>FAMÍLIA -</strong> &#8220;Além de romances, contos, peças de teatro, textos para jornais e TV (episódios de <em>Caso Especial</em> da TV Globo), Osman Lins, meu pai, escreveu ensaios. Ora alguns que estudavam outros escritores (como Lima Barreto), ora sobre as dificuldades que enfrentam todos aqueles que se dedicam ao ofício de escrever. Lembro-me de um fato corriqueiro que muito o irritava, quando viajávamos juntos. A cada hotel a pergunta na recepção. Profissão? &#8216;Escritor&#8217;, ele respondia. Porém, o funcionário de plantão sempre indagava: &#8216;Como? Profissão?&#8217;. E ele, irritadíssimo, ratificava quase soletrando: &#8216;Es-cri-tor&#8217;. Isso acontecia até mesmo no exterior&#8221;, recorda a jornalista Letícia Lins.</p>
<p>&#8220;Tal comportamento traduz a forma como ele colocava em primeiro plano o ato de escrever, assim como a sagrada importância da palavra, a ferramenta de seu ofício. &#8216;Uma coisa não existe realmente enquanto não nomeada&#8217;. Para ele, se não pudesse escrever era melhor morrer. E usou de toda a alquimia que encontrou para produzir contos, peças, romances. Porém, apesar da dedicação, ser escritor no Brasil nunca foi fácil. Principalmente no fim dos anos 1960, quando o Brasil vivia uma ditadura e encarava a arte de criar como subversão. E cabia ao criador driblar as limitações políticas e a censura&#8221;, observa.</p>
<p>&#8220;Em <em>Guerra sem Testemunhas</em> há questionamentos que ele fez que ocorrem, ainda com mais intensidade, no século 21. Naqueles tempos, em que nem se sonhava com internet, ele questionava: &#8216;Caminha o livro para a extinção ou está mais vivo do que nunca?. Há pergunta mais atual? Também analisa o papel da literatura frente às comunicações de massa e a realidade política. Há discussão mais necessária hoje do que essa?&#8221;, destaca Letícia Lins.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> e bate-papo com os professores Fábio Andrade e Eduardo César Maia -</strong> <em>sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, Graças, Recife-PE). Preço do livro: R$ 70 (impresso)</em></p>
<div id="attachment_115593" aria-labelledby="figcaption_attachment_115593" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115593" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</p></div>
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		<title>Elas Pintam o 7: 44 obras de arte enriquecem o acervo do Mepe e celebram a criação feminina</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 14:51:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebe nesta quarta-feira (18), das 16h às 19h, um presente inestimável: 44 obras de arte, resultado do projeto Elas Pintam o 7. As obras, que foram cuidadosamente selecionadas e aprovadas recentemente pelo Conselho Curador do Mepe, representam uma diversidade de estilos e técnicas refletindo a rica produção artística [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115168" aria-labelledby="figcaption_attachment_115168" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-17-at-16.41.44-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115168" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-17-at-16.41.44-1-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Expoisção Elas Pintam o 7</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebe nesta quarta-feira (18), das 16h às 19h, um presente inestimável: 44 obras de arte, resultado do projeto Elas Pintam o 7. As obras, que foram cuidadosamente selecionadas e aprovadas recentemente pelo Conselho Curador do Mepe, representam uma diversidade de estilos e técnicas refletindo a rica produção artística feminina em Pernambuco.</p>
<p>Nomes como Tereza Costa Rego, Silvia Pontual, Maria Carmem e Guita Chacrifker, além de novos talentos, compõem esse acervo que promete emocionar e inspirar os visitantes do museu. A última exposição do projeto foi na galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu, em que já havia sinalizado, por parte das artistas, a intenção de doar uma obra de cada participante ao Mepe. Essa iniciativa, abraçada com entusiasmo pela curadora Ana Veloso, resultou nessa doação que enriquece significativamente o patrimônio cultural pernambucano.</p>
<p>Idealizado por Isabella de Roldão, o projeto iniciado com exposições em seu gabinete teve sua culminância na galeria do parque que proporcionou uma plataforma para artistas plásticas, tanto renomadas quanto emergentes, exporem seus trabalhos e, agora, enriquecer o acervo de um dos mais importantes museus de Pernambuco.</p>
<p>Para o diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, essa doação é um marco importante: &#8220;Agradecemos imensamente a todas as artistas participantes do projeto Elas Pintam o 7. Essa doação é um presente que valoriza a produção artística feminina e enriquece significativamente nosso acervo. Nosso objetivo é tornar o Mepe um espaço cada vez mais democrático e inclusivo que celebre a diversidade da cultura pernambucana&#8221;, diz. &#8220;Com essa generosa doação, o Mepe consolida seu papel como um dos principais centros culturais de Pernambuco oferecendo ao público a oportunidade de apreciar obras de arte de alta qualidade e conhecer a rica história da produção artística feminina no Estado”, afirma o gestor.</p>
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		<title>Feira Terra Pernambuco reúne no Mepe produtores artesanais de destaque no Estado</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 14:42:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pernambuco é um Estado que pulsa cultura e sua rica tradição atrai a atenção de todo o Brasil. Com uma vasta diversidade de manifestações artísticas que celebram sua história e suas raízes, a produção artesanal ocupa um lugar de destaque nesse cenário. Aqui há um grande número de pessoas talentosas, capazes de criar e inovar, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115067" aria-labelledby="figcaption_attachment_115067" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Rodrigo-Morcego.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115067" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Rodrigo-Morcego-607x395.jpeg" width="607" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor e guitarrista Rodrigo Morcego</p></div>
<p>Pernambuco é um Estado que pulsa cultura e sua rica tradição atrai a atenção de todo o Brasil. Com uma vasta diversidade de manifestações artísticas que celebram sua história e suas raízes, a produção artesanal ocupa um lugar de destaque nesse cenário. Aqui há um grande número de pessoas talentosas, capazes de criar e inovar, mas que frequentemente precisam de uma vitrine para mostrar seu trabalho. Pensando nisso, nasce a Feira Terra Pernambuco: Feira de Inovação, Arte e Gastronomia.</p>
<p>A abertura do evento ocorre nesta sexta-feira (13) com oficinas de capacitação no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). No sábado (14) e no domingo (15) a feira é realizada nos jardins do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), localizado no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife. Essa primeira edição é marcada por uma homenagem ao ceramista Zezinho Muriçoca, um dos grandes ícones da arte pernambucana.</p>
<p>A inscrição para expositores ainda está aberta, podendo ser realizada por meio do perfil da feira no <a title="@feiraterrape" href="https://www.instagram.com/feiraterrape/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a>. A entrada para o público é gratuita nos três dias de evento.</p>
<p><strong>OPORTUNIDADES –</strong> Durante os três dias de evento o público e os expositores têm a chance de participar de rodas de conversa com produtores locais das mais diversas áreas: artesanato, artes visuais, moda e gastronomia. É uma imersão na cultura e no empreendedorismo local com foco na divulgação da produção artesanal e na valorização do trabalho manual. Além disso, a feira oferece palestras, atividades sensoriais e apresentações musicais criando um ambiente interativo e enriquecedor.</p>
<p>A Feira Terra Pernambuco surge como mais um impulsionador da arte e do empreendedorismo no Estado promovendo não apenas a comercialização dos trabalhos, mas também a troca de experiências entre os produtores e a conexão direta com o público consumidor. Segundo a gestora cultural Luciana Ourique, que idealizou o evento, a feira é uma oportunidade para dar visibilidade a quem não para de criar. “A Terra Pernambuco vem para ser mais uma vitrine para essas pessoas que fortalecem nossa cultura”, afirma.</p>
<p><strong>OFICINAS E GASTRÔ –</strong> O primeiro dia é dedicado às oficinas de capacitação oferecidas pelo Sebrae, que acontecem na sede da entidade. A programação começa, às 9h, com a palestra Planeje e Conquiste Construindo seu Negócio do Zero, ministrada por Jáuvaro Carneiro Leão, e segue com a palestra Transformando Negócios com Marketing Digital, com Silva Souza, às 15h30.</p>
<p>Nos dias seguintes, a Feira Terra Pernambuco abre as portas para um mix de exposições e atividades gastronômicas. São apresentados produtos artesanais como cerâmicas, argilas e joias feitas à mão, além de deliciosos pratos típicos da gastronomia local, como embutidos, geleias, doces, queijos e cachaças, com destaque para a Associação Pernambucana de Produtores de Aguardente de Cana e Rapadura (Apar), que realiza uma palestra sobre a cachaça e a rapadura como patrimônios culturais de Pernambuco, comandada pelo especialista Gilberto Freyre Neto.</p>
<p>O universo dos cafés também tem seu espaço, com a presença dos baristas Lidiane Santos e Eudes Santana, da Kaffe Café, que fazem uma atividade de harmonização de café com comidas regionais. Outra atração é o Instituto Ceres de Educação e Consultoria Cervejeira, que proporciona a experiência sensorial Volta ao Mundo em 4 Copos, guiada por especialistas em cerveja, cachaça, vinho e café.</p>
<p><strong>ARTES VISUAIS E DESIGN –</strong> A feira também é vitrine para as artes visuais, com destaque para pinturas, esculturas, gravuras, fotografia, design gráfico e artesanato contemporâneo. O evento busca proporcionar aos artistas uma divulgação direta de seus trabalhos para o público consumidor, com preços diferenciados, o que fortalece a valorização dos produtos artesanais e exclusivos.</p>
<p>Entre os expositores destacam-se nomes como a ceramista Guida Marques, as artistas plásticas Jane Lima e Ana Santiago, o artesão Marcos de Sertânia e a designer Luciana Mafra, além de representantes da gastronomia, como Kaffe Café e Chocolates Massapê. “É uma felicidade imensa estar presente na primeira edição da Terra Pernambuco&#8221;, celebra Marcos de Sertânia. &#8220;Estamos fazendo história, pois é importante ter mais um espaço para os artistas da terra.”</p>
<p><strong>CENÁRIO PERFEITO –</strong> O Museu do Estado de Pernambuco é o cenário que dá ainda mais charme ao evento. Durante o período da Feira Terra Pernambuco, o público pode conferir também as exposições de longa duração Pernambuco, Território e Patrimônio de um Povo e O Casarão e a Cidade: Uso e Costumes, além das exposições temporárias Histórias para os Reis e Pintura para Rainhas, de J. Moura, e O Retábulo de Lins.</p>
<p>Rinaldo Carvalho, diretor do Museu, destaca que a Feira Terra Pernambuco é uma oportunidade para fortalecer a cultura local: “É excelente que o Mepe esteja tão envolvido, pois a troca de experiências e o incentivo à inovação são essenciais para o crescimento cultural e econômico de nosso Estado”, afirma.</p>
<p><strong>ATRAÇÕES E HOMENAGEADO –</strong> A primeira edição da Feira Terra Pernambuco presta uma homenagem ao ceramista José Lima Gomes, conhecido como Zezinho Muriçoca. Natural de Caruaru, Zezinho é um mestre do barro e tem seu trabalho reconhecido mundialmente. Sua produção inclui panelas, bules e esculturas de personagens do cotidiano nordestino, como Lampião e Maria Bonita. Para ele, o barro é sua vida e felicidade e seu trabalho autoral é uma das maiores expressões culturais de Pernambuco.</p>
<p>A Feira Terra Pernambuco também conta com uma trilha sonora especial. No sábado (14), a Orquestra Giral se apresenta às 16h, seguida por Rodrigo Morcego, que toca standards do blues e rock, às 17h30. No domingo (15), a programação é encerrada com o melhor do choro, com o grupo Roda Infinito, às 17h30.</p>
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		<title>Exposição no Mepe celebra centenário de Osman Lins com diálogo entre literatura e artes visuais</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 15:40:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114855" aria-labelledby="figcaption_attachment_114855" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/exposição-retábulo-de-lins1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114855" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/exposição-retábulo-de-lins1-607x416.jpg" width="607" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">Os artistas plásticos pernambucanos que integram a exposição O Retábulo de Lins</p></div>
<p>De 10 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) apresenta uma exposição especial que celebra o centenário de Osman Lins, um dos maiores nomes da literatura brasileira. Com curadoria de Elizabeth Hazin, a mostra <em>O Retábulo de Lins</em> explora o universo literário do escritor por meio de um diálogo fascinante com as artes visuais, inspirado na obra <em>Retábulo de Santa Joana Carolina</em>, que integra o livro <em>Nove, Novena</em> (1966).</p>
<p>A exposição propõe uma releitura da obra de Osman Lins por meio de 12 artistas plásticos pernambucanos, que interpretaram os 12 mistérios do retábulo da personagem Joana Carolina em pinturas únicas. São eles: Maurício Arraes, Romero Andrade, Roberto Ploeg, Álvaro Caldas, Clériston Andrade, Timóteo, Jéssica Martins, Rikia Amaral, Tereza Pernambucano, Vânia Notaro, Fabiola Pimentel e Antônio Henrique. Cada tela expande o significado literário levando o público a vivenciar a profundidade e as complexidades do texto de Osman Lins em uma experiência visual.</p>
<p>Além de revisitar o legado literário de Osman, a exposição ressalta sua relação com as artes visuais, enriquecida por referências a diversos campos do conhecimento, como geometria, música, matemática, alquimia, astrologia, filosofia e arquitetura. Inspirado, em parte, por sua vivência na França em 1961, Lins integrou esses elementos de forma única em sua obra e a exposição visa celebrar essa riqueza.</p>
<p>A programação inclui uma apresentação da Orquestra de Câmara Criança Cidadã e um desfile da estilista Eliane Mello, com a Coleção Osman Lins, inspirada no universo do autor. Segundo Rinaldo Carvalho, diretor do Mepe, essa é uma oportunidade especial para que o público conheça e revisite o legado literário de Osman Lins: “É uma celebração tanto para aqueles que já conhecem suas obras quanto para aqueles que terão a chance de descobrir a profundidade desse grande escritor. O Mepe se sente honrado em acolher esta homenagem”, afirma o gestor.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Exposição <em>O Retábulo de Lins</em> -</strong> <em>de 10 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe &#8211; Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro das Graças, Recife). Curadoria: Elizabeth Hazin</em></p>
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		<title>Mepe celebra os 80 anos do mestre José de Moura</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 15:57:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/card.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114669" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/card-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Tirem o chapéu para o mestre das artes visuais José de Moura, que nos brinda com uma bela exposição para celebrar seus 80 anos de vida e de valorização da cultura pernambucana. O evento é realizado no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), de 28 de novembro a 31 de dezembro, com abertura marcada para as 19h desta quinta-feira.</p>
<p>José de Moura é um artista de relevância para as artes visuais de Pernambuco, pertencendo à mesma geração de ouro de nomes como João Câmara, Marisa Lacerda, Roberto Lúcio, Dellano, José Carlos Viana e tantos outros grandes artistas do Estado. Moura estudou na Escola de Belas Artes e, durante esse período, aprofundou seu conhecimento na técnica do desenho. Inspirado pelo espanhol Pablo Picasso, desenvolveu um estilo próprio, com pinceladas precisas e cores intensas, sem comprometer sua sensibilidade e sutileza. Suas obras são reconhecidas por temas lúdicos e emocionantes e sua contribuição para o cenário artístico pernambucano é vasta e rica.</p>
<p>Artisticamente conhecido como J. Moura, ele afirma: &#8220;Sempre que estou pintando estou contando histórias. E quando estou contando histórias estou pintando. Essa correlação existe desde os primeiros trabalhos. Agora mesmo não sei se estou contando histórias para o Rei ou fazendo pinturas para a Rainha&#8221;. Suas palavras refletem a profundidade com que ele vê o processo criativo, que para ele é um ato solitário e encantador, um momento de criação em que sua arte ganha vida.</p>
<p>Nascido em 21 de agosto de 1944, José Alves de Moura Filho formou-se em desenho arquitetônico &amp; decoração na Escola Técnica Federal de Pernambuco (1962-1965) e continuou sua formação na Escola de Artes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em que estudou pintura e escultura e obteve licenciamento em desenho (1967-1969). Em 1982 realizou uma viagem de estudos à Europa que influenciou profundamente sua arte. Foi também, em 1981, diretor-presidente da Oficina Guaianases de Gravura, em que contribuiu para o desenvolvimento da gravura em Pernambuco.</p>
<p>Weydson Barros, amigo e entusiasta da obra de Moura, descreve a arte do pintor como &#8220;um romance que vive, um poema que grita – é gesto&#8221;. Segundo ele, &#8220;na tela, há uma realidade virtual que se descobre – uma visão sagrada e a missão do artista em fazê-la viva. Pintar é escrever com a luz&#8221;. No catálogo da exposição encontram-se depoimentos inspiradores de amigos e admiradores que celebram a magia e a profundidade do trabalho de J. Moura.</p>
<p>O diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, ressalta a relação duradoura do museu com o artista: &#8220;J. Moura já é de casa. Ele já expôs no Mepe e é sempre um prazer tê-lo novamente aqui. Acreditamos que essa nova exposição será um grande sucesso&#8221;.</p>
<p>Além de celebrar a trajetória de um dos grandes nomes das artes plásticas pernambucanas, exposição é uma oportunidade única para o público conhecer e se encantar com as histórias e a criatividade do mestre José de Moura.</p>
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		<title>Feira afroempreendedora e shows de Larissa Lisboa e Isadora Melo no Dia da Consciência Negra do Mepe</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 14:03:53 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114532" aria-labelledby="figcaption_attachment_114532" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hannah Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Larissa-Lisboa-e-Isadora-Melo.jpg"><img class="size-medium wp-image-114532" alt="Hannah Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Larissa-Lisboa-e-Isadora-Melo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As cantoras Larissa Lisboa e Isadora Melo</p></div>
<p>Em celebração ao Dia da Consciência Negra e ao Mês do Empreendedorismo Feminino, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) preparou uma programação especial para este sábado (23). Com início às 10h, o evento conta com a Feira das Mulheres Pretas-Afroempreendedoras no Feminino Negro, que reúne um coletivo de 15 mulheres negras, com idade de 29 e 75 anos, trazendo ao público uma variedade de produtos e serviços que exaltam a cultura negra e o protagonismo feminino. E, a partir das 17h, as cantoras Larissa Lisboa e Isadora Melo fazem shows gratuitos e abertos ao público.</p>
<p>Das 10h às 17h, a Feira Afroempreendedora fica aberta ao público apresentando um rico acervo de produtos e serviços criados por mulheres negras pernambucanas. O espaço, que vai além do empreendedorismo, atua como uma rede de apoio e valorização reunindo expositoras de diversas áreas como moda afro-autoral, artesanato, literatura, gastronomia, acessórios, roupas, turbantes e artigos religiosos e casuais.</p>
<p>As expositoras têm como objetivo não apenas oferecer produtos, mas também compartilhar histórias e inspirar outras mulheres negras. Entre as participantes estão parceiras afroempreendedoras que contribuem com sua diversidade de expressões criando um ambiente de conexão e transformação. A feira, que já se consolidou como uma vitrine da cultura negra em Pernambuco, é uma celebração da identidade e da ancestralidade que oferece ao público uma experiência única de contato com elementos culturais autênticos e autorais.</p>
<p>A partir das 17h, o palco do Mepe recebe a cantora e compositora Larissa Lisboa, um dos grandes nomes da nova geração musical de Pernambuco. Com um estilo que mescla elementos orgânicos e experimentações do pop, Larissa promete envolver o público com um repertório que vai de composições autorais a clássicos de artistas pernambucanos renomados como Anastácia e Accioly Neto, além de canções de contemporâneos como Martins, Isadora Melo e Juliano Holanda.</p>
<p>Acompanhada por uma banda formada por Karol Maciel na sanfona, Joana Xeba e Milla Bigio na percussão, Larissa celebra o protagonismo feminino na música, com direito a músicas inéditas que farão parte de seu primeiro álbum, previsto para 2025. A apresentação de Larissa é uma homenagem à força da palavra e da canção e reforça a importância do espaço das mulheres na arte.</p>
<p>Logo em seguida, o público é encantado pela voz de Isadora Melo, atriz e cantora de talento singular. Com uma trajetória que passa por festivais como o Mimo e apresentações internacionais, Isadora traz ao Mepe um show marcado pela diversidade de seu repertório, que combina forró, frevo e canções autorais.</p>
<p>Com uma carreira que inclui projetos importantes como A Dita Curva e uma turnê recente pelo Estado de São Paulo, Isadora também possui trabalhos de destaque na televisão e teatro. Seu último álbum, Anagrama, indicado ao Prêmio da Música Brasileira 2023 de Melhor Intérprete Regional, é parte do repertório que ela apresenta no evento. A presença de Isadora promete uma celebração musical que reverbera a resistência e o talento da mulher negra.</p>
<p>Para o Museu do Estado de Pernambuco, o Dia da Consciência Negra é uma data de celebração e reflexão. A programação gratuita deste sábado (23) convida o público a mergulhar na cultura afro-brasileira reconhecendo o valor da resistência, do empreendedorismo e do talento artístico das mulheres negras.</p>
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		<title>Homenagem a José Cláudio une arte e solidariedade no Mepe</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 18:43:40 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113967" aria-labelledby="figcaption_attachment_113967" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Imip.jpeg"><img class="size-medium wp-image-113967" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Imip-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">23ª Exposição de Artes do Imip no Mepe</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) abre suas portas, no próximo dia 24 de outubro, para receber a 23ª Exposição de Artes do Imip, que promete ser um dos maiores eventos culturais do ano no Estado. Além de reunir mais de cem artistas pernambucanos, a mostra homenageia o lendário artista José Cláudio, falecido em 2023, cuja obra marcou profundamente o cenário artístico brasileiro e internacional.</p>
<p>Com a curadoria do diretor do Mepe, o artista plástico Rinaldo Carvalho, a exposição oferece ao público uma experiência artística imersiva integrando diversas formas de arte e tecnologia. A obra de José Cláudio, reconhecida pela combinação vibrante de cores e pela expressão visual do Nordeste, é o destaque da mostra, que inclui projeções em vídeo mapping permitindo uma nova forma de interação com suas criações.</p>
<p>Nascido no município de Ipojuca (Litoral Norte), José Cláudio foi um dos grandes nomes da arte moderna brasileira e influenciou gerações de artistas ao longo da carreira. Um dos fundadores do Ateliê Coletivo da Sociedade de Arte Moderna do Recife, sua atuação foi essencial para o desenvolvimento da arte no Estado. Para Rinaldo Carvalho, “homenagear José Cláudio é mais que celebrar sua trajetória: é reconhecer sua inestimável contribuição para a cultura pernambucana e brasileira&#8221;. Ainda mais quando se trata de ação tão nobre.</p>
<p><strong>SOLIDARIEDADE –</strong> Além de sua relevância artística, a 23ª Exposição de Artes do Imip tem um forte componente social. Parte das vendas das obras expostas será destinada ao Setor de Oncologia do Imip, uma iniciativa que destaca a importância da cultura como veículo de solidariedade. Elizabeth Veiga, presidente da Fundação Alice Figueira de Apoio ao Imip, reforça a conexão entre arte e saúde: “É emocionante ver como esses artistas se engajam em causas sociais tão importantes contribuindo para o atendimento de centenas de pacientes oncológicos atendidos pelo SUS”.</p>
<p>A abertura oficial da exposição é realizada no dia 24 de outubro, às 19h, para artistas e convidados. A partir do dia 25 de outubro, o público pode visitar a exposição gratuitamente. Além da mostra de arte, a programação inclui rodas de conversa com a participação de especialistas e artistas, além de oficinas voltadas ao público infantil, ampliando o acesso e a interação com a arte pernambucana.</p>
<p>Para os visitantes, a 23ª Exposição de Artes do Imip representa uma oportunidade única de conhecer e adquirir obras de artistas locais ao mesmo tempo em que colaboram para uma causa nobre. Entre os participantes estão tanto artistas consagrados quanto novos talentos garantindo uma diversidade de estilos e abordagens artísticas.</p>
<p>Com uma tradição de mais de duas décadas, a Exposição de Artes do Imip se consolidou como um evento essencial no calendário cultural de Pernambuco promovendo a interação entre arte, saúde e comunidade. Este ano o evento promete ser ainda mais significativo ao prestar homenagem a José Cláudio, um dos maiores nomes da cultura pernambucana.</p>
<p>O escritor Mário Hélio, membro da Academia Pernambucana de Letras e editor da Revista Continente, escreveu um texto homenageando o amigo, pintor e escritor José Cláudio lembrando suas alquimias, ressaltando que toda pintura é química que e ambas estão ligadas à alquimia, que implica na transformação da matéria.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span></p>
<p><strong>Exposição 23ª Exposição de Artes do Imip no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe – Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro das Graças, Recife-PE) –</strong> <em>Abertura: 24 de outubro, às 19h. Visitação: de 25 de outubro a 10 de novembro, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 14h às 17h. Entrada gratuita</em></p>
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		<title>Trinta Tons de Azul revisita três décadas de arte em porcelana no Mepe</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 18:21:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e a Sociedade dos Amigos do Museu, apresentam a exposição Trinta Tons de Azul, em celebração aos 30 anos do curso de pintura em porcelana, sob a orientação da professora Marisa Varella. Com inauguração no dia 19 de novembro, a exposição fica aberta ao público de 20 a 24 de novembro.</p>
<p>Todos os anos, o Mepe e a Sampe oferecem aos alunos do curso um espaço para expor suas criações. Em 2024 o tema escolhido, Trinta Tons de Azul, faz alusão à primeira cor utilizada na arte da porcelana. Esta tradição secular, que remonta às origens da porcelana oriental, encontra novas formas de expressão nas mãos habilidosas dos alunos, que reinterpretam técnicas clássicas com uma perspectiva contemporânea.</p>
<p>O curso, iniciado há três décadas, é um marco na história do Mepe e sua relevância vai além da técnica. Ao longo dos anos as turmas de pintura em porcelana têm promovido a preservação desse legado artístico mantendo viva a tradição e fomentando a criatividade dos participantes.</p>
<p>A escolha do azul como tema é carregada de simbolismo. Além de ser a primeira cor a adornar a porcelana, evoca serenidade, profundidade e ao mesmo tempo representa um universo vasto de possibilidades. Cada obra exposta traduz a dedicação, a paciência e o esmero dos alunos que, sob a tutela de Marisa Varella, têm cultivado um olhar artístico singular e uma habilidade técnica refinada.</p>
<p>Marisa, que está à frente do curso desde sua criação, é uma figura essencial no cenário artístico de Pernambuco. Ao longo de mais de 30 anos sua paixão pela arte e seu compromisso com o ensino têm sido fundamentais para a formação de novas gerações de artistas. Aos 83 anos de idade, Marisa segue inspirando e compartilhando seu conhecimento com entusiasmo e maestria, sempre fiel a seu amor pela porcelana.</p>
<p>A exposição Trinta Tons de Azul é um convite para explorar a beleza e a complexidade dessa forma de arte ao mesmo tempo que celebra a trajetória de sucesso do curso e o legado inspirado por Marisa Varella no Museu do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Fazem parte do curso 14 participantes: Ada Magalhães, Alzi Amorim, Arlete Pedrosa, Celina Aguiar, Clara Gaia, Daise Barreto, Geruza Araújo, Goretti Magalhães, Iranilde Brissant, Karina Lisboa, Maisa Duarte, Marise B. Rêgo, Patricia Arruda.</p>
<p>Os admiradores dessa arte milenar estão convidados a visitar a exposição e ter a oportunidade de levar consigo um pouco desses trinta tons dessa arte.</p>
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		<title>Comemorações do Dia Estadual do Choro João Pernambuco de 2024 têm início pelo Mepe</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 20:09:34 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113891" aria-labelledby="figcaption_attachment_113891" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Guinné/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Foto2-Conjunto-Sapucaia-Crédito-Guinné.jpg"><img class="size-medium wp-image-113891" alt="Guinné/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Foto2-Conjunto-Sapucaia-Crédito-Guinné-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Conjunto Sapucaia</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) é palco, neste domingo (13), às 16hs, da abertura das comemorações do Dia Estadual do Choro João Pernambuco de 2024, com o lançamento do livro Personagens do Choro Pernambucano: Canhoto da Paraíba e João Pernambuco, da escritora Teresa Sales, e da apresentação musical do Conjunto Sapucaia. As comemorações se estendem por todo o mês de outubro e início de novembro, percorrendo várias cidades.</p>
<p>A programação começa, às 16h, com o lançamento do livro da professora e socióloga Teresa Sales, nascida em Garanhuns (Agreste), intitulado Personagens do Choro: Canhoto da Paraíba e João Pernambuco. Doutora pela Universidade de São Paulo (USP) e professora livre-docente pela Universidade de Campinas (Unicamp) até 2005, a autora traz em seu livro uma biografia sociológica dos dois músicos focando na vida e no contexto social em que viveram e não nas especificidades de suas produções musicais.</p>
<p>Às 17h, o Conjunto Sapucaia se apresenta para o público tocando um repertório com clássicos do choro e composições autorais. O Sapucaia se destaca por sua formação típica dos primórdios do choro, com a flauta transversal atuando como solista e o violão, o cavaquinho e o pandeiro como base principal. O grupo é formado pelo flautista Fábio Santos, o violonista Wellington Nascimento, o cavaquinista Maxwell Bernardo e o pandeirista Danilo César.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação nos demais municípios:</strong></span></p>
<p><strong>Dia 19/10 -</strong> roda de Choro em praça pública em Pesqueira (Agreste);</p>
<p><strong>Dia 26/10 -</strong> Apresentação dos grupos Chorões do Pajeú e Camerata Petronilo Malaquias em Carnaíba (Sertão);</p>
<p><strong>Dia 1º/11 -</strong> 5º Festival do Choro João Pernambuco, em Tacaratu (Sertão), com apresentações de José Arimatea e Kelly Rosa na Praça do Santuário.</p>
<p><strong>Dia 2/11 -</strong> na data de nascimento de João Pernambuco, acontece o segundo dia do 5º Festival do Choro João Pernambuco, em Petrolândia (Sertão), com apresentações de Betto do Bandolim e Bozó 7 Cordas no Instituto de Arte Popular João Pernambuco.</p>
<p>Segundo Betto do Bandolim, um dos diretores do Instituto Isto É Choro!, “a maior satisfação é ver o choro retomando seu protagonismo no cenário cultural e toda uma garotada da nova geração renovando e dando uma cara nova para o nosso querido chorinho”.</p>
<p>A realização das comemorações do Dia Estadual do Choro João Pernambuco é uma iniciativa do Instituto Cultural Brasileiro Isto É Choro!, com o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>O Instituto Cultural Brasileiro Isto É Choro! é uma organização cultural de músicos e promotores do choro criado para divulgar, promover e salvaguardar o gênero. Enquanto coletivo, Isto É Choro, foi responsável pela iniciativa da instituição do Dia Estadual do Choro João Pernambuco, do Dia Municipal do Choro Luperce Miranda. Entre outras ações estão o Festival do Choro João Pernambuco, Circuito Pernambucano de Choro e Recife Carinhoso.</p>
<p>Segundo Wagner Staden, coordenador do Instituto, “a iniciativa de realizar as comemorações em várias cidades no interior do Estado tem o objetivo principal de descentralizar as comemorações e eventos que geralmente são realizadas na Região Metropolitana do Recife, fortalecer o choro e o movimento cultural no interior aumentando o pertencimento da população local com a produção cultural e proporcionar o intercâmbio entre os músicos e artistas participantes”.</p>
<p>O Dia Estadual do Choro João Pernambuco foi instituído por meio da Lei nº 14.178/2021, de autoria do deputado estadual Waldemar Borges, por iniciativa do Coletivo Isto É Choro!, que depois se tornou o Instituto Cultural Brasileiro Isto É Choro!. Este ano as comemorações têm um significado a mais por conta do choro haver recebido o título de Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, registrado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>“A criação da data é um marco importante para o reconhecimento da importância do choro em Pernambuco possibilitando a realização de uma comemoração anual que proporciona a difusão de obras, divulgação dos artistas e formação de público para o gênero, além da geração de renda para músicos, grupos musicais, técnicos, serviços culturais e comércio local”, afirma Wagner Staden, também diretor e produtor das comemorações.</p>
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