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	<title>Portal Cultura PE &#187; Museu do Homem do Nordeste</title>
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		<title>Alcilia Afonso lança o livro &#8220;Modernidade Arquitetônica Tropical&#8221; no Museu do Homem do Nordeste</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 16:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A arquiteta e produtora cultural Alcilia Afonso lança, sexta-feira (31), às 15h, o livro Modernidade Arquitetônica tropical. O patrimônio moderno em Recife e sua influência no nordeste brasileiro, na Sala Calouste Gulbenkian, que fica localizada que fica no Museu do Homem do Nordeste (Fundaj), em Casa Forte. O livro, que conta com incentivo do Governo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/POST-1-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100015" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/POST-1-02-607x486.jpg" width="607" height="486" /></a></p>
<p>A arquiteta e produtora cultural Alcilia Afonso lança, sexta-feira (31), às 15h, o livro <em>Modernidade Arquitetônica tropical. O patrimônio moderno em Recife e sua influência no nordeste brasileiro</em>, na Sala Calouste Gulbenkian, que fica localizada que fica no Museu do Homem do Nordeste (Fundaj), em Casa Forte.</p>
<p>O livro, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é composto por dezessete capítulos, divididos em duas partes: a primeira, voltada à produção moderna arquitetônica recifense, composta por nove capítulos, enfocando a produção local realizada pelos profissionais precursores que atuaram na cidade, como profissionais liberais ou professores; e a segunda parte, que está direcionada à difusão da modernidade recifense/pernambucana em estados nordestinos, sendo formada por oito capítulos, observa-se a influência da escola pernambucana nos estados da Paraíba, Ceará e Piauí &#8211; através de conexões profissionais.</p>
<p>&#8220;Através da publicação desse livro, desejo realizar um trabalho de educação patrimonial da sociedade em geral, sobre o valor e o papel da arquitetura moderna pernambucana no Nordeste brasileiro. Estados nos quais o discurso teórico e a prática profissional dos profissionais envolvidos produziram um acervo rico, criativo e fundamental para a construção da historiografia da arquitetura brasileira moderna&#8221;, conta a idealizadora do livro.</p>
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		<title>Museus do Recife participam de curso de acessibilidade comunicacional</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 23:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cinco museus do Recife estão se tornando mais acessíveis, graças às atividades do curso &#8220;Formação de Audiodescritores para Museus: construindo acesso para pessoas com deficiência visual&#8221;, promovido pela COM Acessibilidade. Participam da oportunidade, em aulas híbridas ministradas por especialistas da área, os museus Museu do Homem do Nordeste, Cais do Sertão, Museu da Cidade do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/FOTO.png"><img class="alignnone size-full wp-image-91268" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/FOTO.png" width="601" height="336" /></a></p>
<p>Cinco museus do Recife estão se tornando mais acessíveis, graças às atividades do curso &#8220;Formação de Audiodescritores para Museus: construindo acesso para pessoas com deficiência visual&#8221;, promovido pela COM Acessibilidade.</p>
<p>Participam da oportunidade, em aulas híbridas ministradas por especialistas da área, os museus Museu do Homem do Nordeste, Cais do Sertão, Museu da Cidade do Recife, Paço do Frevo e Museu do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Realizada com incentivo do Edital Sérgio Valença Pezão de Formação Técnica &#8211; LAB, promovido pela Secretaria de Cultura/Fundação de Cultura Cidade do Recife por meio da Lei Aldir Blanc, a ação é oferecida pela &#8216;Com Acessibilidade Comunicacional&#8217;. As aulas estão disponíveis gratuitamente no link: <a href="https://www.youtube.com/channel/UCxCY1bG8d3k8pKiBAp5gZdA/featured" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCxCY1bG8d3k8pKiBAp5gZdA/featured</strong></a>.</p>
<p><em>“O curso está formando pessoas que já atuam em museus ou exposições para compreender e aprender a fazer audiodescrição. A audiodescrição é a tradução de imagens para pessoas com deficiência visual e, desta forma, a gente aproxima este público do mundo imagético”</em>, afirma explica Liliana Tavares, produtora executiva e coordenadora pedagógica do projeto.</p>
<p><em>“A audiodescrição realiza a mediação para a pessoa que não enxerga ou tem baixa visão, mas também nas que enxergam pode despertar outro olhar, outra narrativa sobre a obra”</em>, acrescenta Tavares.</p>
<p>As aulas tiveram início no dia 22 de janeiro e seguem até 22 de março, com carga horária de 60h, com técnicos dos museus estão sendo formados em audiodescrição, com o objetivo de aplicar o conhecimento aos ambientes.</p>
<p>Ao todo, 20 alunos e todos participantes foram contemplados com uma bolsa de estudo no valor de R$ 5 mil. O processo do curso dialoga com a ideia de ambientes mais acessíveis para receber o público, que devem ser implantados pelos museus. A equipe de professores é formada por especialistas da capital pernambucana e de outros estados, com reconhecimento nacional na área como André Aquino, Bell Machado, Felipe Monteiro, Elizabeth Sá, Maurício Santana, Desirré Nobre, dentre outros.  Saiba mais pelo perfil do Instagram: <a href="https://instagram.com/comacessibilidades" target="_blank"><strong>@comacessibilidades</strong></a>.</p>
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		<title>Maspe realiza ação educativa voltada para crianças</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2020 13:27:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Realizado pelo Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe), em parceria com o Museu do Homem do Nordeste (Muhne) o primeiro Domingo dos Pequenos de 2020 será realizado no Maspe, neste domingo (26), a partir das 9h, com uma programação voltada para adultos e crianças. Esta edição será uma extensão da exposição “Rogai por Nós”, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74775" aria-labelledby="figcaption_attachment_74775" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Malu Didier/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/3470.jpg"><img class="size-medium wp-image-74775" alt="Malu Didier/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/3470-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição &#8216;Rogai por nós&#8217; conta com bibelôs de anjinhos, crucifixos, terços de madeira, imagens antigas e até saquinhos de São Cosme e São Damião</p></div>
<p>Realizado pelo Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe), em parceria com o Museu do Homem do Nordeste (Muhne) o primeiro Domingo dos Pequenos de 2020 será realizado no Maspe, neste domingo (26), a partir das 9h, com uma programação voltada para adultos e crianças. Esta edição será uma extensão da exposição “Rogai por Nós”, lançada no ano passado pelo Museu de Arte Sacra, Muhne e Arquidiocese de Olinda e Recife.</p>
<p>Os participantes farão uma visita guiada pela mostra, acompanhados pelos educadores dos museus. Segundo Frei Rinaldo, gestor do Maspe, “enquanto o Muhne faz uma abordagem antropológica, nós mostrando o sentido da religiosidade do nosso povo. Essa será nossa primeira atividade educativa do ano”.</p>
<div id="attachment_17623" aria-labelledby="figcaption_attachment_17623" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/MUSEU-DE-ARTE-SACRA-DE-PE-VAL-LIMA-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-17623" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/MUSEU-DE-ARTE-SACRA-DE-PE-VAL-LIMA-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Museu de Arte Sacra de Pernambuco fica na Rua Bispo Coutinho, número 726, no Alto da Sé de Olinda</p></div>
<p>Frei Rinaldo ressalta que a mostra foi viabilizada graças ao trabalho da Associação dos Amigos do Maspe, criada há dois anos. “A ideia é construir, através da associação, mais parcerias com outras instituições com o objetivo de trazer para Olinda a riqueza de outros equipamentos culturais”, comenta o gestor.</p>
<p>Quem visitar o Maspe vai se deparar com bibelôs de anjinhos, crucifixos, terços de madeira, imagens antigas e até saquinhos de São Cosme e São Damião. Ricos ou pobres, antigos ou atuais, todos representam a ligação com o Divino e estão expostos lado a lado.</p>
<p>Após a visita guiada pela exposição, as crianças irão montar sua própria mostra e contarão com um painel no exterior do museu onde serão ministradas três oficinas: confecção de anjinhos, confecção de andor e confecção de ex-votos. A faixa etária é a partir dos seis anos e a participação é gratuita, com credenciamento realizado no local.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Domingo dos Pequenos de 2020<br />
Domingo (26) | 9h<br />
Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Rua Bispo Coutinho, 726, Alto da Sé – Olinda)<br />
Gratuito</p>
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		<title>Conselho de Preservação realiza tombamento do acervo do Mestre Vitalino</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Dec 2017 18:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Por unanimidade, os membros do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) aprovaram, nesta quinta-feira (28), o tombamento do acervo do Mestre Vitalino, considerado um dos maiores artistas da história da arte do barro no Brasil. O processo inclui 232 peças do mestre que fazem parte do acervo de quatro instituições [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56796" aria-labelledby="figcaption_attachment_56796" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Aramis Macêdo/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-28-at-12.29.45-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-56796 " alt="Aramis Macêdo/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-28-at-12.29.45-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Participaram da reunião diversos conselheiros do CEPPC, além da mesa-diretora, formada pela presidente Márcia Souto e o vice-presidente Aramis Macêdo, e os relatores Elinildo Marinho de Lima e Claudio Brandão de Oliveira</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p>Por unanimidade, os membros do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) aprovaram, nesta quinta-feira (28), o tombamento do acervo do Mestre Vitalino, considerado um dos maiores artistas da história da arte do barro no Brasil. O processo inclui 232 peças do mestre que fazem parte do acervo de quatro instituições públicas: O Museu do Barro de Caruaru (Mubac), o Centro Cultural Benfica, o Museu de Arte Popular do Recife (MAP) e o Museu do Homem do Nordeste.</p>
<p>Participaram da reunião diversos conselheiros do CEPPC, além da mesa-diretora, formada pela presidente Márcia Souto e o vice-presidente Aramis Macêdo, e os relatores Elinildo Marinho de Lima e Claudio Brandão de Oliveira. Para Márcia Souto, que também é presidente da Fundarpe, a aprovação por unanimidade <em>“ressalta a importância de discutirmos políticas públicas para área de cultura a partir dessa perspectiva patrimonial, uma vez que ela nos permite não só preservar, mas enaltecer e valorizar o riquíssimo patrimônio cultural pernambucano”.</em></p>
<div id="attachment_56795" aria-labelledby="figcaption_attachment_56795" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Mestre-Vitalino-retirantes-cerâmica.-Acervo-Museu-de-Arte-Popular-do-Recife.-Foto-autoria-desconhecida.jpg"><img class="size-medium wp-image-56795 " alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Mestre-Vitalino-retirantes-cerâmica.-Acervo-Museu-de-Arte-Popular-do-Recife.-Foto-autoria-desconhecida-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Ao todo, 232 obras do Mestre Vitalino, espalhadas em quatro centros culturais, fazem parte do pedido de tombamento</p></div>
<p>De acordo com Elinildo Marinho de Lima, suplente da categoria Antropologia, Sociologia e Turismo, o parecer foi favorável diante da significação memorialística, artística e cultural da obra do Mestre Vitalino. <em>“A importância deste mestre e de sua obra é imensamente significativa para a cultura pernambucana, nordestina e brasileira. Sua arte traduziu de forma impar e singular sua terra, sua gente, e sua cultura. Por meio do barro, este homem, único e simples, desenvolveu de forma brilhante, extremamente particular, uma forma de tocar, sensibilizar, e fazer sentir e refletir sobre a vida comum e a vida cultural”,</em> opinou o relator do processo.</p>
<p>Ainda segundo Elinildo Marinho de Lima, o pedido foi feito em 1995, pelo então presidente da Fundarpe, o escritor Raimundo Carrero, encaminhado para o então secretário de Cultura, Ariano Suassuna. O processo teve como base uma análise técnica da Gerência de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, realizada no dia 1º de outubro de 2014, que deu parecer conclusivo.</p>
<p>Agora o processo retorna à Secult-PE e Fundarpe, que o encaminhará para o governador do Estado, responsável pela assinatura do decreto de tombamento. Depois de publicado, o decreto é despachado ao CEPPC, que inscreve os imóveis no seu livro de tombo.</p>
<div id="attachment_56794" aria-labelledby="figcaption_attachment_56794" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Santana/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/8745510248_6d6298b83c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56794 " alt="Chico Santana/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/8745510248_6d6298b83c_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O Museu do Barro de Caruaru (Mubac), um dos equipamentos culturais da SecultPE e Fundarpe, conta com 67 peça do Mestre Vitalino em exposição</p></div>
<p>As obras do Mestre Vitalino que fazem parte deste pedido de tombamento estão divididas da seguinte forma: Museu do Barro de Caruaru (MUBAC), com 67 peças; Centro Cultural Benfica, ligado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFPE, com 73 peças; Museu de Arte Popular do Recife (MAP), com 31 peças; e Museu do Homem do Nordeste, com 61 peças.</p>
<p><strong>Histórico do Mestre Vitalino -</strong> Vitalino Pereira dos Santos (1909-1963), conhecido como Mestre Vitalino, nasceu na cidade de Caruaru, Pernambuco, no dia 10 de julho de 1909. Filho de um lavrador e de uma artesã que fazia panelas de barro para vender na feira, desde seis anos de idade já fazia transparecer seu talento moldando pequenos animais com as sobras do barro.</p>
<p>O barro tirado do Rio Ipojuca, em cujas margens, Vitalino brincava na infância, foi desde cedo a matéria-prima que sem imaginar, mais tarde daria forma a sua arte e o tornaria famoso, produzindo uma arte simples que encantou o mundo, e que os especialistas decidiram batizar como arte figurativa.</p>
<p>O caminho para sair do anonimato foi longo. Do Alto do Moura, onde o artista viveu e contava com a ajuda dos filhos, produzia as peças para vender na feira de Caruaru. Só a partir de 1947 a vida começou a melhorar, com o convite do artista plástico Augusto Rodrigues para uma exposição no Rio de Janeiro, passando a apresentar suas peças na Exposição de Cerâmica Popular Pernambucana.</p>
<p>Em janeiro de 1949, a fama do Mestre Vitalino foi se ampliando com uma exposição no MASP, e em 1955 fez parte de uma exposição de Arte Primitiva e Moderna, em Neuchâtel, na Suíça. Suas obras passaram a ser valorizadas no Sudeste, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo.</p>
<p>Sua arte está exposta não só em grandes museus brasileiros, mas também no Museu de Arte Popular de Viena, na Áustria e no Museu do Louvre, em Paris. No Brasil, grande parte de seu trabalho está nos museus Casa do Pontal e na Chácara do Céu, no Rio de Janeiro, no Acervo Museológico da Universidade Federal de Pernambuco, no Recife, e no Alto do Moura, em Caruaru, onde o artista viveu.</p>
<p>Mestre Vitalino deu vida a sua arte de barro, como “os bois”, “as vacas”, “os cangaceiros”, “a ciranda”, “a banda de pífanos”, “o violeiro”, “o zabumba”, “o cavalo-marinho”, “a casa de farinha”, “os noivos a cavalo”, “Lampião”, “Maria Bonita”, “a vaquejada”, entre outros. Sua produção artística passou a ser iconográfica, influenciando a formação de novas gerações de artistas, principalmente no Alto do Moura. A casa onde o artista viveu foi transformada no Museu Vitalino, e seu entorno é ocupado por oficinas de artesãos.</p>
<p>Mestre Vitalino faleceu em Caruaru, no dia 20 de janeiro de 1963.</p>
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		<item>
		<title>Das mãos no barro ao som de Mestre Nado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/das-maos-no-barro-ao-som-de-mestre-nado/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2015 14:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; por Leonardo Vila Nova Ele mistura a terra, a água, o fogo ao sopro de inspiração que Deus lhe deu. Dessa alquimia se traduz o som criado por Mestre Nado. Homem de múltiplos talentos – ceramista, poeta e músico – o olindense é um habilidoso artista que tem na argila sua matéria-prima. Dela, cria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24116" aria-labelledby="figcaption_attachment_24116" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC02411.jpg"><img class="size-medium wp-image-24116 " title="Mestre Nado" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC02411-273x486.jpg" width="273" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Nado cria instrumentos a partir da cerâmica</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Ele mistura a terra, a água, o fogo ao sopro de inspiração que Deus lhe deu. Dessa alquimia se traduz o som criado por <strong>Mestre Nado</strong>. Homem de múltiplos talentos – ceramista, poeta e músico – o olindense é um habilidoso artista que tem na argila sua matéria-prima. Dela, cria instrumentos e dá vida à música. Música que se materializa em <em>Mestre Nado e o Som do Barro</em>, nome do disco que lança, nesta quarta (29), às 16h30, no Museu do Homem do Nordeste (Casa Forte), no Recife. O CD tem incentivo do <strong>Governo de Pernambuco</strong>, através do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura/" target="_blank"><strong>Funcultura</strong></a>, e traz seis faixas, frutos da vivência de Nado com o manuseio desses elementos que se transformam em arte.</p>
<p>Aos 69 anos, Mestre Nado (cujo nome de batismo é Aguinaldo da Silva) começou produzindo quartinhas de barro, mas, despretensiosamente, viu que daquelas produções era possível chegar a um outro resultado: a ocarina. O instrumento de sopro tornou-se sua principal marca, o que lhe tornou conhecido no universo da cultura popular e da música. &#8220;<em>Fui trabalhar com Francisco Brennand, com Thiago Amorim, mas ainda não tinha a minha marca. Até que lembrei das bolinhas ocas de barro que eu já fazia quando pequeno. Fui fazendo os furos, coloquei o &#8216;dó-ré-mi&#8217;, e fui, com o tempo, aperfeiçoando a prática. Ainda continuo me aperfeiçoando até hoje</em>&#8220;, conta. Já chegou a ter criações suas utilizadas nas bandas de artistas como Milton Nascimento, Ney Matogroso, Antonio Nóbrega, Lula Queiroga e Alceu Valença. Mas outros instrumentos vieram. Os de sopro e de percussão: moringas, flautas “Nado”, maracas, raco-raco e o bum d’água.</p>
<p>Ele já perdeu as contas de quantos instrumentos já fez. &#8220;<em>Só de encomenda, para a França, foram umas 1.200 ocarinas, de uma vez só. O resto, não consigo contabilizar, não. Sai muita coisa!</em>&#8220;. O resultado dessas criações fez de Mestre Nado uma referência na arte do instrumentos de cerâmica, ofício que repassou para os filhos Sara, Micael e Júnior. É esta arte que está presente no CD <em>Mestre Nado e o Som do Barro</em>. &#8220;<em>Eu digo que isso é uma pequena grande conquista. Veja como não é bonito você ouvir todos aqueles instrumentos que você criou, com as suas músicas, suas letras, tudo junto, no disco</em>&#8220;. Na apresentação desta tarde, a família completa fará o barro ressoar. Serão distribuídas, gratuitamente, 200 cópias do disco ao público, que poderá conhecer um pouco dos instrumentos criados pelo Mestre.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Lançamento do CD </em>Mestre Nado e o Som do Barro<br />
Quarta (29), à 16h30<br />
Museu do Homem do Nordeste | Av. 17 de Agosto, 2187, Casa Forte, Recife/PE</p>
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