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	<title>Portal Cultura PE &#187; Museu Murillo La Greca</title>
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		<title>Bruno Fish inaugura a exposição &#8220;Cerâmicatomicamente&#8221; no Museu Murillo La Greca</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 15:43:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Museu Murillo La Greca sedia, entre os dias 4 de abril e 2 de junho de 2023, a primeira exposição individual do multiartista pernambucano Bruno Fish. Intitulada Cerâmicatomicamente, em referência ao processo de fusão e mutação da cerâmica em alta temperatura e também ao alcance sem fronteiras da mente, a mostra apresenta ao público [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/image0.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100130" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/image0-607x361.jpeg" width="607" height="361" /></a></p>
<p>O Museu Murillo La Greca sedia, entre os dias 4 de abril e 2 de junho de 2023, a primeira exposição individual do multiartista pernambucano Bruno Fish. Intitulada <em>Cerâmicatomicamente</em>, em referência ao processo de fusão e mutação da cerâmica em alta temperatura e também ao alcance sem fronteiras da mente, a mostra apresenta ao público um pouco de sua trajetória artística, com 28 obras entre esculturas e pinturas, nas quais o artista trabalhou ao longo dos últimos seis anos. A curadoria é de Felipe Campelo.</p>
<p>Os 14 quadros e as 14 peças em cerâmica da mostra trazem o universo com influências surrealistas e regionais de Fish, um discípulo do mestre Thiago Amorim. Peixes, lobos, primatas (como o mandril e o babuíno) e la ursas fazem parte da criação, com cores vibrantes e a fusão com a forma e os hábitos humanos. A explosão de cores, a energia e o movimento contidos nos quadros, numa associação direta com o Carnaval de Pernambuco, dão-nos a impressão de que as criaturas ganharão vida a qualquer momento.</p>
<p>Artista contemporâneo e urbano, Bruno Fish completará 48 anos no mesmo dia da abertura da mostra. Com trabalhos expostos nos salões da Fenearte do ano passado e obras encomendadas por apreciadores de arte residentes em outros estados do Brasil e também dos EUA, ele é natural do Recife, mas viveu parte de sua infância em Caruaru. &#8220;Foi no Alto do Moura, acompanhando meu pai, um apreciador de arte popular, que tive o primeiro contato com os mestres do barro, como mestre Galdino, Manuel Eudócio, além dos filhos do mestre Vitalino. Também trago como forte referência o maravilhoso trabalho de Francisco Domingos &#8220;Chico&#8221; da Silva (1910-1985)&#8221;, conta.</p>
<p>Serviço<br />
Exposição <em>Cerâmicatomicamente</em> &#8211; Bruno Fish<br />
Abertura: dia 4 de abril (terça-feira), 19h. Exposição segue até 2 de junho de 2023, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h.<br />
Local: Museu Murillo La Greca (Rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 366, Parnamirim &#8211; Recife/PE)</p>
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		<title>Moradores da Comunidade do Vintém, no Recife, recebem residência artística</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 13:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como forma de criar e valorizar diálogos sobre a memória e a preservação da história sociocultural da comunidade do Vintém, situada no bairro do Parnamirim &#8211; Zona Norte do Recife, quarta edição da residência artística Práticas Desviantes vai promover, durante os meses de março e abril, uma série de oficinas e atividades artísticas com os moradores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/vila-do-vintem.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99553" alt="vila-do-vintem" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/vila-do-vintem-607x453.jpg" width="607" height="453" /></a></p>
<p>Como forma de criar e valorizar diálogos sobre a memória e a preservação da história sociocultural da comunidade do Vintém, situada no bairro do Parnamirim &#8211; Zona Norte do Recife, quarta edição da residência artística <em>Práticas Desviantes</em> vai promover, durante os meses de março e abril, uma série de oficinas e atividades artísticas com os moradores locais. O projeto, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, foi criado em março de 2018 e tem o propósito de entender a paisagem e o território a partir da relação entre o Museu Murillo La Greca e a comunidade do Vintém, articulando discussões e propostas visuais relacionadas ao espaço urbano. A inciativa conta com coordenação e a curadoria da artista visual pernambucana Ariana Nuala</p>
<p>Dois artistas foram selecionados para compor a residência artística: Lia Letícia, artista visual que investiga o urbano nas linguagens do vídeo, do corpo e da instalação, produzindo videoarte e filmes experimentais, e Rafael FX, profissional da dança que pesquisa sobre os corpos/corpas submetidos/submetidas ao fenômeno da violência no contexto das cidades e metrópoles. Os artistas serão orientados por Iagor Peres, artista que busca desenvolver práticas híbridas para compor seus processos, criando esculturas, telas, videoinstalações, performances e textos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/vila-do-vintem-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99551" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/vila-do-vintem-1-607x460.jpg" width="607" height="460" /></a></p>
<p>A residência <em>Práticas Desviantes</em>, intitulada nesta terceira edição como <em>Alavanca</em>, propõe desenvolver mais profundamente essas relações entre artistas, museu, moradores do Vintém e público interessado. A escolha dos artistas para ativarem esse espaço de troca e construção com a comunidade foi baseada na própria poética desenvolvida por Lia Letícia e Rafael FX, que constroem, a partir do território e do corpo, métodos, formas e medidas que dialogam diretamente com um projeto decolonial de arte-educação. A Vila do Vintém é um território de cultura ribeirinha que resiste em meio à especulação imobiliária que cresce e contorna a cidade do Recife. A comunidade resistiu territorialmente ao lado do Museu Murillo La Greca, e mantém relações de pertencimento acerca do equipamento cultural público e das propostas artísticas nele existente.</p>
<p>“Com o projeto Práticas Desviantes, os artistas e a comunidade do Vintém terão a oportunidade de repensar o espaço urbano e suas relações afetivas-sócio-econômicas, ajudando a desconstruir a ideia de que apenas classes sociais mais favorecidas economicamente podem consumir o que os espaços culturais oferecem”, destaca Ariana Nuala, curadora do projeto.</p>
<p>Os ateliês abertos da residência irão intensificar a aproximação do Museu Murillo La Greca (MMLG) com o Vintém, em sua potência artístico educativa como equipamento cultural público voltado para as artes visuais. De 10 a 24 de março, o artista Rafael FX montará seu ateliê aberto na comunidade, com foco no grafite e nas danças urbanas, visando desenvolver provocações históricas e conhecimento corpóreo de motricidade e ação no espaço. Entre 15 e 30 de março, Lia Letícia ocupará também o espaço com o projeto de residência “Doce”, que trata de relações pessoais nascidas a partir da necessidade ancestral de união/partilha/comunhão em comunidades, conhecendo quem são as doceiras e confeiteiras da comunidade, suas estórias e seus processos.</p>
<p>A iniciativa contará também com oficinas que serão desenvolvidas pelos artistas residentes para a comunidade. Durante os dias 11 e 12 de março, Rafael FX irá oferecer duas oficinas sobre vivências em Grafite e vivências em Danças Urbanas, com foco na história e no corpo. E nos dias 18 e 19 de fevereiro, Lia Letícia irá desenvolver um processo de produção de doces e bolos com pessoas da comunidade.</p>
<p>As ações de compartilhamento e imersão serão realizadas dentro do Museu Murillo La Greca e na quadra esportiva da comunidade, estendendo as noções sobre espaço cultural e levando a discussão sobre arte contemporânea e o fazer artístico para além do espaço físicos institucionais. O objetivo é promover a troca de experiências e a construção de novos saberes, levando para dentro do museu as criações feitas a partir dos encontros com a comunidade.</p>
<p>O resultado da residência artística possibilitará trabalhar as dimensões do que seria um território interno/externo para produções visuais, que servem como dispositivos efetivos para comunicar problemas complexos e potencializar modos de investigar a realidade. A culminância do projeto será apresentada publicamente no dia 13 de abril, na comunidade do Vintém. Para mais informações sobre o projeto, acesse o perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/praticasdesviantes/" target="_blank"><strong>@praticasdesviantes</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Práticas Desviantes<br />
</em>De 10 a 30 de março de 2023<br />
Onde: Comunidade do Vintém &#8211; Parnamirim &#8211; Zona Norte do Recife</p>
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		<title>Museu Murillo La Greca inaugura mostra com obras de nove artistas pernambucanos</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 18:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu Murillo La Greca, localizado em Parnamirim, promove nesta quinta-feira (14), às 19h, a exposição Acervo Artístico do BNB em Pernambuco. Os artistas Abrós, Aslan Cabral, Clara Moreira, Elvira Freitas, Fefa Lins, Giovanna Simões, Heitor Dutra, Juliana Lapa e Marcela Dias assinam as obras da mostra (pinturas, esculturas e instalações), que permanece no espaço [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95215" aria-labelledby="figcaption_attachment_95215" class="wp-caption img-width-494 alignnone" style="width: 494px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Abros-Barros-O-segundo-rastejo.jpg"><img class="size-medium wp-image-95215" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Abros-Barros-O-segundo-rastejo-494x486.jpg" width="494" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra &#8220;O segundo rastejo&#8221;, de Abròs Barros, será uma das que ficarão em cartaz no Museu Murillo La Greca</p></div>
<p>O Museu Murillo La Greca, localizado em Parnamirim, promove nesta quinta-feira (14), às 19h, a exposição Acervo Artístico do BNB em Pernambuco. Os artistas Abrós, Aslan Cabral, Clara Moreira, Elvira Freitas, Fefa Lins, Giovanna Simões, Heitor Dutra, Juliana Lapa e Marcela Dias assinam as obras da mostra (pinturas, esculturas e instalações), que permanece no espaço até o dia 10 de setembro, com visitação gratuita.</p>
<p>Além dos artistas selecionados para essa mostra, as obras de Amanda Melo, Cristiano Lenhardith, Bruno Vilela, Carlos Melo e Rodrigo Braga compõem o acervo geral da instituição que conta com mais de 1.200 peças de arte, 85% delas de autores regionais. Ao todo, a exposição no Museu Murillo La Greca terá 25 obras.</p>
<p><em>“Interdisciplinaridade e diversidade são as tônicas das afinidades entre as gerações dos artistas pernambucanos apresentados na exposição onde podemos observar os seus modos e práticas artísticas”</em>, explica Beth da Matta, curadora da exposição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Murais nas agências</strong></span><br />
Para complementar a exposição, oito agências do BNB em Pernambuco receberão painéis de artistas locais. As unidades das cidades Paulista, Goiana, Ouricuri, Cabo de Santo Agostinho, Limoeiro, Garanhuns, Bom Conselho e Surubim começam a receber as pinturas a partir do segundo semestre. O BNB irá realizar um edital para selecionar os artistas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Abertura da Exposição Acervo Artístico do Banco do Nordeste em Pernambuco<br />
Local: Museu Murillo La Greca (R. Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 &#8211; Parnamirim, Recife)<br />
Data: 14 de julho de 2022<br />
Horário: 19h<br />
Duração da exposição: 15 julho a 10 de setembro de 2022<br />
Dias e horário de visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h, e sábados, das 15h às 18h<br />
Entrada franca<br />
Curadoria: Beth da Matta e Jacqueline Medeiros</p>
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		<title>Museus da Prefeitura do Recife reabrem nesta quinta-feira (1º)</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 22:45:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir desta quinta-feira (1º), os museus geridos pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, reabrem portas e retomam atividades presenciais, em cumprimento à determinação do Plano de Convivência com a Covid-19 do Governo de Pernambuco, após cinco meses de atendimento ao público interrompido [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31153" aria-labelledby="figcaption_attachment_31153" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/museu-da-cidade-do-recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-31153" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/museu-da-cidade-do-recife-607x387.jpg" width="607" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">O Museu da Cidade do Recife será um dos equipamentos culturais do Recife que retomarão suas atividades agora em outubro</p></div>
<p>A partir desta quinta-feira (1º), os museus geridos pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, reabrem portas e retomam atividades presenciais, em cumprimento à determinação do Plano de Convivência com a Covid-19 do Governo de Pernambuco, após cinco meses de atendimento ao público interrompido pela pandemia.</p>
<p>Devolvendo à população a possibilidade de viver sua cultura e sua história de perto, para procurar respostas sobre o porvir no âmago do que é produzido e elaborado por meio da arte, o<strong> Museu da Cidade</strong>, o <strong>Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM)</strong> e o <strong>Museu Murillo La Greca</strong> prepararam esquemas e horários de atendimento especiais, com novos e mais rigorosos protocolos de controle de acesso do público.</p>
<p>No <strong>Paço do Frevo</strong>, primeiro museu público de todo o estado a retomar atividades presenciais, desde o último dia 10 de setembro, o novo normal já sedimentou. Expedientes e capacidade de atendimento ao público foram reduzidas, a partir da suspensão de eventos presenciais, da sinalização do prédio com marcação de distanciamento social e da redução de áreas de circulação nos espaços expositivos. Entre as medidas adotadas para garantir a segurança sanitária das instalações, estão ainda a disposição de totens de álcool em gel, o uso obrigatório de máscaras e a medição da temperatura dos visitantes na entrada, além da venda de ingressos online para acesso ao museu, que agora abre de quinta a domingo.</p>
<p><em>&#8220;Desde nossa abertura, temos nos deparado com uma volta gradual do público, que tem colaborado muitíssimo com todos os protocolos. Os visitantes têm vindo de máscara, têm permitido que sua temperatura seja aferida, além de estarem cumprindo os protocolos relativos ao percurso e distanciamento, dispostos em todo o prédio por meio de nossa &#8216;sinalização brincante&#8217;, que traz elementos da cultura carnavalesca para reforçar o cuidado com a vida, nosso maior patrimônio&#8221;</em>, disse Nicole Costa, gerente geral do Paço do Frevo, equipamento cultural da Prefeitura do Recife, gerido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão.</p>
<p>O Paço do Frevo fica na Praça do Arsenal. Está funcionando de 10h às 16h na quinta e na sexta-feira e das 11h às 17h no sábado e no domingo. Ingressos custam R$ 10 e R$ 5 (meia) e podem ser adquiridos no próprio museu ou pela internet, no site <a href="http://www.pacodofrevo.org.br/" target="_blank"><strong>www.pacodofrevo.org.br</strong></a>.</p>
<p><strong>Museu da Cidade -</strong> Adotando todos os cuidados necessários para prevenção da disseminação do coronavírus, como o uso obrigatório de máscaras e o respeito ao distanciamento, o Museu da Cidade receberá o público de terça-feira a sexta-feira, das 10h às 16h nesta fase de reabertura. Já o atendimento presencial no Setor de Pesquisa será de terça a sexta, das 10h às 12h e das 14h às 16h.</p>
<p>A programação em cartaz é a exposição Cinco Pontas, que celebra a indicação do forte a patrimônio cultural mundial da humanidade pela Unesco. A mostra reúne achados arqueológicos, pinturas e documentos ainda inéditos para o público, que comprovam a importância do Forte das Cinco Pontas em diversos momentos históricos da capital pernambucana. O Museu da Cidade fica no Bairro de São José. Tem entrada gratuita.</p>
<p><strong>MAMAM -</strong> Centro de referência da produção moderna e contemporânea das artes visuais nordestina e brasileira, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) também volta a receber o público com horário reduzido. Neste primeiro momento de retomada, os expedientes de visitação serão de quinta a domingo, das 12h as 16h. Só será permitido o acesso com máscara. Para reforçar os protocolos de higiene, o museu firmou uma parceria com a Compesa para instalação de um lavabo no pátio do equipamento. O MAMAM fica na Rua da Aurora, 265, Boa Vista. O acesso é gratuito.</p>
<p><strong>Murillo La Greca -</strong> O La Greca receberá o público de terça a sexta, das 9 às 17h, com a exposição “O que não é desenho?&#8221;. A mostra de longa duração é focada nos desenhos produzidos por La Greca, patrono do museu, reunindo 50 trabalhos do artista pertencentes ao acervo geral, formado por mais de 1400 desenhos. A sala de exposição só pode ser visitada por, no máximo, 4 pessoas simultaneamente, para assegurar o distanciamento social que ainda se faz necessário.</p>
<p>O Museu Murillo La Greca está localizado na Rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 366, Parnamirim. A entrada é gratuita e visitas guiadas podem ser agendadas pelos telefones (81) 3355-3126/3129.</p>
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		<title>Museu Murillo La Greca inaugura a exposição &#8220;Concreto Corpóreo&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jan 2020 15:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pedro Henrique Reinaux]]></category>
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		<description><![CDATA[O corpo, a casa e o território como marcos fundamentais para a compreensão dos movimentos urbanos. Essa é a narrativa central da exposição &#8220;Concreto Corpóreo&#8221;, que entra em cartaz nesta terça-feira (14), no Museu Murillo La Greca. A mostra, uma atividade vinculada ao Expolab (Laboratório de Expografia do curso de Museologia da Universidade Federal de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74487" aria-labelledby="figcaption_attachment_74487" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Arte-Concreto-Corporeo-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-74487" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Arte-Concreto-Corporeo-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição &#8220;Concretos Corpóreos&#8221; reúne trabalhos de diversos fotógrafos pernambucanos, dentre eles, o ensaio de Pedro Henrique Reinaux, &#8220;Sonhos Não Roubados&#8221;</p></div>
<p>O corpo, a casa e o território como marcos fundamentais para a compreensão dos movimentos urbanos. Essa é a narrativa central da exposição &#8220;Concreto Corpóreo&#8221;, que entra em cartaz nesta terça-feira (14), no Museu Murillo La Greca. A mostra, uma atividade vinculada ao Expolab (Laboratório de Expografia do curso de Museologia da Universidade Federal de Pernambuco &#8211; UFPE), será aberta ao público a partir das 19h e conta com diversas expressões artísticas vivenciadas na capital pernambucana.</p>
<p>A seleção dos trabalhos que compõem o evento foi feita por meio de chamada pública. Entre os selecionados, está o ensaio documental “Sonhos Não Roubados”, realizado pelo fotógrafo Pedro Henrique Reinaux na comunidade Palha de Arroz, localizada nas proximidades do bairro do Arruda, na Zona Norte do Recife.</p>
<p>Em uma cidade que fica abaixo do nível do mar, Pedro decidiu mergulhar nos espelhos formados pelas poças de água de uma comunidade popular. <em>“Eu escolhi questionar alguns estereótipos. Através da fotografia podemos reafirmar e reavaliar nossas referências. Quais corpos e quais interesses sociais desabitam para que outros corpos habitem e desfrutem de determinado território?”</em>, pergunta o fotógrafo e um dos expositores selecionados da mostra.</p>
<p>A proposta de “Sonhos Não Roubados” é traçar um contraponto aos estereótipos criados sobre moradores das mais diversas comunidades das periferias, locais que geralmente são associados à violência urbana. Lá, muitos de seus moradores são vistos como responsáveis pela violência, quando na grande maioria das vezes são vítimas da guerra de expansão territorial, tão atual no Brasil. O ensaio foi resultado da oficina de Fotografia Documental ministrada pelo fotógrafo documental João Roberto Ripper no Museu da Abolição, durante sua exposição “Uma deliciosa teimosia em ser feliz”, realizada pela ONG Centro Sabiá, em 2017.</p>
<div id="attachment_74488" aria-labelledby="figcaption_attachment_74488" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Foto-PH-Reinaux.jpg"><img class=" wp-image-74488   " alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Foto-PH-Reinaux-387x486.jpg" width="163" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">O fotógrafo Pedro Henrique Reinaux integra a equipe de Comunicação da Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Fotógrafo</strong></span><br />
Atualmente fotógrafo da Secult-PE/Fundarpe, PH Reinaux é bacharel em Comunicação Social, com especialidade em Fotografia pela AESO Barros Melo. Já atuou como estagiário do Jornal Brasil de Fato PE entre 2016 e 2017, e na CUT- PE em 2018, participou da Oficina de Fotografia Documental com João Ripper. Exposição Multifacetadas realizada na galeria de São Bento da AESO Barros Melo. Exposição “Engenho Xixaim Ocupação, terra, desapropriação e resistência” realizada no salão de entrada da FDRPE. STILL (registro fotográfico e documental de produção audiovisual) no videoclipe Útero: Direção de Olivia Godoy. Fotografia “Útero” selecionado para o INTERCOM &#8211; NE 2019, Direção de Fotografia do curta Passivo &#8211; Direção de João Pedro Ferreira; Assistente de Direção de Fotografia do curta O preço &#8211; Direção de Renan Andrade; Ensaio Fotoetnográfico “Ocupar, resistir e produzir” selecionado para o CIRKULA 2019 com exposição na Biblioteca central da UFPE.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição Concreto Corpóreo<br />
Quando: 14 de janeiro (terça-feira), às 19h<br />
Onde: Museu Murillo La Greca (R. Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 &#8211; Parnamirim, Recife &#8211; PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Exposição “Glossário Fluvial” encerra ciclo no Museu Murillo La Greca</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 19:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Glossário Fluvial]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Murillo La Greca]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a proposta de reforçar o diálogo com o Rio Capibaribe, na próxima quinta-feira (27), às 18h30, a exposição “Glossário Fluvial” realiza uma série de atividades no Museu Murillo La Greca. As ações pretendem marcar o encerramento da exposição, que foi produzida com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. A entrada é gratuita. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69593" aria-labelledby="figcaption_attachment_69593" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/20181207151837197459i.jpg"><img class="size-medium wp-image-69593 " alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/20181207151837197459i-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na ocasião, serão exibidos os filmes “Recife de Dentro pra Fora”, de Kátia Mesel, e “Á Margem da Cidade, o Rio”, de Gabriel Furtado</p></div>
<p>Com a proposta de reforçar o diálogo com o Rio Capibaribe, na próxima quinta-feira (27), às 18h30, a exposição “Glossário Fluvial” realiza uma série de atividades no Museu Murillo La Greca. As ações pretendem marcar o encerramento da exposição, que foi produzida com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. A entrada é gratuita.</p>
<p>Na ocasião, serão exibidos os filmes “Recife de Dentro pra Fora”, de Kátia Mesel, e “Á Margem da Cidade, o Rio”, de Gabriel Furtado. Haverá ainda recital de poesia com Lula Terra e performance musical do coletivo “A Terceira Margem do Rio”.</p>
<p>Durante o evento será divulgado o catálogo digital da mostra, <strong><a href=" https://issuu.com/hassansantos/docs/glossario_fluvial  " target="_blank">disponível para consulta na internet</a></strong>. A exposição segue aberta para visitação até o dia 29 de julho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span>:<br />
Poéticas para o Capibaribe &#8211; Ações de encerramento da exposição “Glossário Fluvial”<br />
Quinta-feira (27) | 18h30 às 21h<br />
Museu Murillo La Greca (Rua Leonardo Bezerra Cavalcanti, 366, Parnamirim)<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Confira a sinopse dos filmes selecionados:</strong></p>
<p><strong>“Recife de Dentro pra Fora”</strong><br />
Sinopse: Documentário poético sobre o rio Capibaribe, com duração de 15 minutos, realizado em 1997, dirigido por Kátia Mesel. Inspirado no poema “O Cão sem Plumas”, traz depoimento de João Cabral de Melo Neto, onde ele expõe as diversas faces do rio, do mar, do mangue e da sua ligação com a cidade e com a miséria. De caráter crítico e denunciador, o documentário mostra o que a sociedade tenta esconder e encobrir.</p>
<p><strong>“À Margem da Cidade, o Rio”</strong><br />
Sinopse: O Documentário, dirigido pelo artista multimídia Gabriel Furtado, aborda as relações entre o cidadão recifense e o rio Capibaribe. Realizado em 2013, o filme se debruça sobre a situação deste rio urbano tão presente no imaginário pernambucano, mas tão pouco vivenciado pelo cidadão. Quem vivencia o rio Capibaribe? Quem vive do rio Capibaribe? Quem quer nadar no Capibaribe? Depoimentos sobre o passado, o presente e os possíveis futuros do rio Capibaribe.</p>
<p><strong>&#8220;Música e Poesia&#8221;</strong><br />
Sinopse: Lula Terra, ator e poeta pernambucano, irá recitar poesias criadas para o “Glossário Fluvial” e outros poemas de sua autoria. O poeta será acompanhado pelo coletivo “A Terceira Margem do Rio”. Formado por Davi Oliveira, Marcelo Campello, Hassan Santos, Diogo Andrade e Danilo Oliveira, o coletivo também fará uma performance sonora com interpretações de músicas temáticas sobre os rios. “A Terceira Margem do Rio” é um coletivo que se auto define como “flutuante” e foi criado especialmente para essa ação.</p>
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		<title>Grupo Risco inaugura nova exposição no Museu Murillo la Greca</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2019 20:54:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Murillo La Greca]]></category>
		<category><![CDATA[Risco! Atelier Aberto: A Eduardo Souza (in memorian)]]></category>

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		<description><![CDATA[O Museu Murillo la Greca inaugura sábado (27), às 16h, a exposição Risco! Atelier Aberto: A Eduardo Souza (in memorian). A ação homenageia o artista, pesquisador e agitador cultural Eduardo Souza, falecido ano passado, e apresenta uma culminância do Risco! Atelier Aberto, projeto de artes visuais desenvolvido nos últimos meses pelo grupo Risco!, com incentivo do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68233" aria-labelledby="figcaption_attachment_68233" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Nino Bomp/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/Imagem_Nino-Bomp-9.jpg"><img class="size-medium wp-image-68233" alt="Nino Bomp/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/Imagem_Nino-Bomp-9-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Risco! é um grupo de desenho e performance que se reúne semanalmente em sessões de modelo vivo. É um coletivo aberto, que já passou por espaços públicos como o Mamam, Murillo la Greca e ateliês como Peligro, Sexto Andar, Nona e Pangeia</p></div>
<p>O Museu Murillo la Greca inaugura sábado (27), às 16h, a exposição <strong><i>Risco! Atelier Aberto: A Eduardo Souza (in memorian)</i></strong>. A ação homenageia o artista, pesquisador e agitador cultural Eduardo Souza, falecido ano passado, e apresenta uma culminância do <i>Risco! Atelier Aberto</i>, projeto de artes visuais desenvolvido nos últimos meses pelo grupo Risco!, com incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do <strong>Funcultura</strong>. Durante a abertura, haverá sessão de desenho de modelo vivo e conversa com os participantes da ação. O evento é gratuito e tem classificação livre.</p>
<p>A exposição contará com a exibição de desenhos, esculturas, livros e pinturas desenvolvidos ao longo das oito oficinas realizadas pelo <i>Risco! Atelier Aberto</i>. Também serão apresentados registros das ações e relatos dos participantes.<em> “É um momento de celebrar o Risco!, compartilhar resultados e, especialmente, processos”</em>, comenta Bruna Rafaella Ferrer, coordenadora-geral do projeto. Ao longo do mês, também serão realizadas sessões abertas de desenho de modelo vivo e debates no espaço expositivo.</p>
<p>O <i>Risco! Atelier Aberto</i> foi um projeto que ofertou oito formações gratuitas em artes visuais que tinham como eixo central a performática do corpo e o registro gráfico. As ações foram ministradas pelos artistas Demetrio Albuquerque, Heitor Dutra, Ianah Maia, Nathália Queiroz, Rinaldo Silva, Sabrina Carvalho, Valeria Rey Soto e Vi Brasil. <em>“O projeto tem sido um sucesso e conseguiu reunir um público bastante heterogêneo. Tivemos participantes que eram artistas e tivemos participantes que nunca tinham trabalhado com desenho ou com prática de modelo vivo”, completa Bruna. Para Vi Brasil, que atuou como modelo vivo e facilitou uma das oficinas, um ganho do projeto foi a integração da prática da modelagem nas ações formativas: “Acredito que a modelagem viva foi exercida como um estímulo criativo importante, o que reverberou nas minhas reflexões e na de todos que participaram e frequentaram o projeto”</em>, argumenta.</p>
<p>A homenagem a Eduardo Souza se deve ao fato do artista ser o mentor do Risco!, além de ter sido muito importante para o cenário artístico da cidade. <em>“Eduardo foi uma pessoa de energia criativa enorme, que formou muita gente. Era muito preocupado em pensar o fazer artístico para além da produção de uma obra, mas a partir de todos os agenciamentos necessários para tornar a obra pública: seja no ato expositivo, seja no processo de formação técnica e teórica. Uma pessoa muito importante para o Recife e primordial para que o Risco! seja o que é”</em>, conclui a coordenadora-geral.</p>
<p>O Risco! é um grupo de desenho e performance que se reúne semanalmente em sessões de modelo vivo. É um coletivo aberto, que já passou por espaços públicos como o Mamam, Murillo la Greca e ateliês como Peligro, Sexto Andar, Nona e Pangeia. O Risco! atua de maneira independente desde 2012. Para participar dos encontros semanais, não é necessário pré-requisito técnico.</p>
<p><b>Programação</b><br />
27/4 (Sábado, 16h) – Abertura (com sessão aberta e debate com os participantes das oficinas)<br />
29/4 (Segunda, 19h) – Sessão semanal do Risco!<br />
04/5 (Sábado, 16h) – Ação aberta com Ianah Maia: pintura corporal com tintas naturais<br />
06/5 (Segunda, 19h) – Sessão semanal do Risco!<br />
11/5 (Sábado, 16h) – Ação aberta com Vi Brasil: Delírio coletivo, jogos para modelo vivo<br />
13/5 (Segunda, 19h) – Sessão semanal do Risco!<br />
18/5 (Sábado, 16h) – Ação aberta com Nathália Queiroz: Narrativas do corpo<br />
20/5 (Segunda, 19h) – Sessão semanal do Risco!<br />
25/5 (Sábado, 16h) – Encerramento</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
Abertura da exposição Risco! Atelier Aberto: A Eduardo Souza (in memorian)<br />
Onde: Museu Murillo la Greca (R. Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 – Parnamirim, Recife)<br />
Quando: sábado (27), às 16h<br />
Entrada gratuita</p>
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		<item>
		<title>Cecilia Urioste investiga o consumo de remédios em novo livro virtual</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cecilia-urioste-investiga-o-consumo-de-remedios-em-novo-livro-virtual/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Nov 2018 18:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[Cecília Urioste]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Murillo La Greca]]></category>
		<category><![CDATA[Para Levantar as Forças]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (29/11), a fotógrafa, artista visual, professora e pesquisadora independente Cecilia Urioste lança o livro virtual Para Levantar as Forças, a partir das 19h, no Museu Murillo La Greca. O trabalho é fruto de uma pesquisa de dois anos realizada pela artista, e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. Em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64900" aria-labelledby="figcaption_attachment_64900" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cecília Urioste</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Cecilia-Urioste-Dilaceraçåo.jpg"><img class="size-medium wp-image-64900" alt="Cecília Urioste" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Cecilia-Urioste-Dilaceraçåo-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O livro virtual conta com imagens que revelam dores que não podem ser sanadas por remédios.</p></div>
<p><strong>Nesta quinta-feira (29/11)</strong>, a fotógrafa, artista visual, professora e pesquisadora independente <strong>Cecilia Urioste lança o livro virtual <i>Para Levantar as Forças</i>,</strong> <strong>a partir das 19h, no Museu Murillo La Greca</strong>. O trabalho é fruto de uma pesquisa de dois anos realizada pela artista, e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. Em parceria com a Escola Livre de Imagem (Eli), o evento é uma edição especial do debate Caminhos para a Imagem, que tem como foco discutir práticas e processos artísticos na produção fotográfica autoral. Na ocasião do lançamento, além da apresentação da pesquisa e do bate-papo com o público, também estarão à venda edições limitadas da versão física do livro.</p>
<p>Durante os dois anos de pesquisa para esse trabalho, a artista esteve imersa num diário pertencente a sua avó, onde encontrou relatos detalhados sobre dores, consultas médicas e receitas. A relação entre pessoas e medicamentos é um tema recorrente nos trabalhos de Cecilia, e segue como pesquisa contínua através das imagens, vídeos e instalações que vêm sendo produzidos por ela nos últimos anos. O diário de remédios foi o ponto de partida para a criação de imagens que agregam reproduções e interferências nas páginas do diário, fotos do acervo da família e fotografias produzidas em técnica tradicional.</p>
<div id="attachment_64901" aria-labelledby="figcaption_attachment_64901" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cecilia Urioste</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Cecilia-Urioste-Remédios.jpg"><img class="size-medium wp-image-64901" alt="Cecilia Urioste" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Cecilia-Urioste-Remédios-607x444.jpg" width="607" height="444" /></a><p class="wp-caption-text">O trabalho é fruto de dois anos de uma pesquisa motivada por diários da avó de Cecilia, onde havia relatos sobre dores, consultas e receitas.</p></div>
<p>As palavras, ou palavras-imagem,  como se pode chamar as reproduções-interferências no diário, se unem a fotografias que misturam objetos do cotidiano, como uma camisa e um colar de pérolas, e à cenas não tão claras, compondo uma narrativa imagética de opostos. Se num lado há uma aparente objetividade marcada pela palavra, com as consultas e receitas descritas, do outro, surgem imagens cuja potência reside justamente na sutileza. Juntos e intercalados, esses elementos narrativos revelam uma dor que não pode ser sanada através de simples prescrições: a perda de um ente querido, o luto.</p>
<p>“<em>No meu trabalho como um todo, eu falo sobre dor, sobre a questão do corpo e do poder sobre o corpo. Questiono mais especificamente a medicina, fazendo um recorte dessa dor que não é apenas a dor física, mas é também uma dor ‘da alma</em>’”, explica Cecilia. “&#8217;<em>Para Levantar as Forças&#8217; é sobre luto, o foco está nessa intimidade, nas  emoções humanas, mas é de um luto em convivência com os remédios. Hoje, quando se tem uma dor difusa, da alma, as pessoas tomam antidepressivo, ansiolítico. É um paradoxo gigantesco, porque se tenta objetivar coisas que não são ‘objetiváveis</em>’. São feridas que não cicatrizam totalmente. É um processo anestésico, de refúgio”, complementa.</p>
<p><b>ACESSIBILIDADE</b></p>
<p>A concepção do projeto enquanto livro virtual prioriza a acessibilidade do conteúdo, que além de estar disponível para acesso gratuito em endereço online (https://www.ceciliaurioste.com/Para-Levantar-as-Forcas), conta com recurso de audiodescrição para pessoas com deficiência visual desenvolvido pela COM Acessibilidade Comunicacional. Na equipe de edição estão também Ana Lira e Fabiana Bruno, que acompanharam o processo de criação de Cecilia.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
Caminhos para a Imagem | edição especial de lançamento do livro virtual<i> Para<br />
Levantar as Forças</i>, de Cecília Urioste<br />
Data: Quinta-feira, 29 de novembro<br />
Horário: 19h às 21h<br />
Local: Museu Murillo La Greca (R. Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 &#8211; Parnamirim, Recife &#8211; PE)<br />
Entrada Gratuita</p>
<p><b> </b></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ouvindo e Fazendo Música: Grupo argentino Bourbon Sweethearts apresenta-se no MEPE</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2018 19:24:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bourbon Sweethearts]]></category>
		<category><![CDATA[domingo no museu]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Murillo La Greca]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvindo e Fazendo Música no Museu]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) traz à capital pernambucana, neste sábado (10), o grupo argentino Bourbon Sweethearts. Formado por Mel Muñiz (voz, violão tenor e ukelele), Cecilia Bosso (voz e contrabaixo) e Agustina Ferro (voz e trombone), o trio apresentará no museu, a partir das 17h, um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58350" aria-labelledby="figcaption_attachment_58350" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Flori Pagés/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/BOURBON-SWEETHEARTS_Branco-Producoes.jpg"><img class="size-medium wp-image-58350" alt="Flori Pagés/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/BOURBON-SWEETHEARTS_Branco-Producoes-607x271.jpg" width="607" height="271" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo é formado por Cecilia Bosso (voz e contrabaixo), Mel Muñiz (voz, violão tenor e ukelele) e Agustina Ferro (voz e trombone)</p></div>
<p>O projeto<em> Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco</em> (MEPE) traz à capital pernambucana, neste sábado (10), o grupo argentino<em> Bourbon Sweethearts</em>. Formado por Mel Muñiz (voz, violão tenor e ukelele), Cecilia Bosso (voz e contrabaixo) e Agustina Ferro (voz e trombone), o trio apresentará no museu, a partir das 17h, um repertório composto por músicas de diferentes gêneros musicais populares da primeira metade do século 20, como swing, calipso, blues e jazz, além de composições próprias.</p>
<p>De Buenos Aires, o <em>Bourbon Sweethearts</em> iniciou sua trajetória em 2015. Com influências de <em>The Andrews Sisters</em>, <em>Billie Holiday</em> e<em> The Mills Brothers</em>, as artistas portenhas já se apresentaram em lugares como Konex, Usina del Arte, Bebop Club, Thelonious Jazz Club, Notorious e Café Vinilo. Confira a performance do trio feminino:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9dbYUPFv6Ls" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Domingo no Museu -</strong> Além do show da banda <em>Bourbon Sweethearts</em>, o MEPE contará no domingo (11), a partir 9h da manhã, com uma programação especial para toda família. Trata-se do projeto <a href="https://www.facebook.com/events/1141143239321897/" target="_blank"><strong>Domingo no Museu &#8211; Vai começar o espetáculo!</strong></a> que, sob a batuta da <a href="https://www.facebook.com/CepeEditora/" target="_blank"><strong>Cepe Editora</strong></a>, terá apresentação do mágico Rodrigo Lima, contação de histórias, além de pula-pula e cama elástica. E não para por aí. Todo mundo que marcar presença neste domingo, vai poder garantir livros com 50% de desconto na Cepe Volante. O acesso ao evento é gratuito.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com Bourbon Sweethearts<br />
Quando: 10/3 (sábado), às 17h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE)<br />
Quanto: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Domingo no Museu &#8211; Vai começar o espetáculo!<br />
Quando: 11/3 (domingo), das 9h às 12h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE)<br />
Quanto: Acesso gratuito</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mostra ‘Vitrocerâmicos’ lança catálogo com bate-papo no Murillo La Greca</title>
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		<pubDate>Thu, 04 May 2017 14:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Design e moda]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_48428" aria-labelledby="figcaption_attachment_48428" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Nando-ZV-Daaniel-Araújo-Chico-Ludermir-Hassan-Santos-e-Joelson-Gomes-divulgação-Hassan-Santos.jpg"><img class="size-medium wp-image-48428" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Nando-ZV-Daaniel-Araújo-Chico-Ludermir-Hassan-Santos-e-Joelson-Gomes-divulgação-Hassan-Santos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nando ZV, Daaniel Araújo, Chico Ludermir, Hassan Santos e Joelson Gomes participaram da exposição</p></div>
<p>Está marcado para o próximo sábado (6) o lançamento do catálogo da exposição coletiva <strong>Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística</strong>, projeto que contou com a participação de seis artistas pernambucanos. O evento será realizado no Museu Murillo La Greca (Recife), a partir das 18h, e é aberto ao público. Além disso, a exposição segue aberta para visitação até o dia 26 de maio.</p>
<p><em>“Na ocasião, Chico Ludemir, Daaniel Araújo, Hassan Santos, João Lin, Joelson Gomes e Nando ZV &#8211; participarão de um bate-papo, no Museu Murillo La Greca, para compartilhar com o público os processos criativos, os materiais, as técnicas possíveis em vitrocerâmicos e os desafios da pesquisa artística que durou três meses”,</em> comenta Hassan, idealizador do projeto.</p>
<div id="attachment_48427" aria-labelledby="figcaption_attachment_48427" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-48427" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Visitação no Museu Murillo La Greca pode ser feita de terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h, até o dia 26/05</p></div>
<p><strong>Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística</strong> conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e segundo Hassan, a ideia nasceu quando ele trabalhava na Fábrica Lilou, empresa especializada na impressão digital personalizada em materiais cerâmicos e vítreos.  <em>“Eu era designer da fábrica e o responsável pelo desenho de produtos e experimentações. De repente, me vi cercado de maquinários e profissionais de alta qualidade, especializados na mistura de vidro e cerâmica, com corantes, e os donos de lá sempre foram muito abertos à experimentação. Foi quando tive a ideia de iniciar estes estudos”,</em> explica.</p>
<p>Ao longo de três meses, o projeto levou os seis artistas pernambucanos para conhecer os processos industriais de uma fábrica de vitrocerâmicas do estado. A proposta era realizar um estreitamento da indústria com a arte, na busca por um novo suporte artístico e pelo debate sobre essa relação.</p>
<p>Durante os 90 dias de imersão, os artistas se encontraram semanalmente na Fábrica Lilou e aprenderam a misturar o vidro com a cerâmica, além de adicionar corantes ou imprimir imagens no azulejo.  As matérias primas utilizadas nas pesquisas e peças, como pó de vidro, azulejo cru, corantes, forminhas e caixas de queima, também estarão à vista do público. <em>“Nós, como artistas, devemos viver nosso tempo e fazer uso das novas tecnologias e dos novos suportes. E esse projeto apresenta um novo resultado neste sentido”,</em> opina o idealizador.</p>
<p>Hassan apresenta o trabalho <em>Esquemas</em>, em que expõe gráficos feitos em superfícies de vitrocerâmico e outras peças abstratas. <em>“Passamos por um momento político complicado no ano passado, e isso me inspirou a estudar sobre economia e dominação econômica. A partir daí desenvolvi um gráfico que representa nosso PIB, nossa dívida pública e nosso IDH, em peças diferentes. O trabalho conta também com um poema impresso numa placa sobre a relação piramidal que a gente vive, de exploração”.</em></p>
<div id="attachment_48426" aria-labelledby="figcaption_attachment_48426" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-48426" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura</p></div>
<p>Também presente na exposição, o estudo <em>Revestimentos</em>, do fotógrafo e artista Chico Ludermir, dialoga com outras pesquisas realizadas pelo autor nos últimos anos. <em>“Em 2013, por exemplo, também no Murillo La Greca e durante o Spa das Artes, eu já pesquisava essas interferências entre a cidade e o corpo com a pesquisa Entre Prédios e Entre Corpos. Em 2014, desenvolvi o trabalho De Mãos Dadas, na época do Ocupe Estelita, no qual eu também já pensava em como imprimir as texturas do corpo no concreto”,</em> lembra.<em><br />
</em></p>
<p>Ainda de acordo com Chico, <em>Revestimentos</em> foi uma oportunidade de continuar a pesquisa e usar a fotografia como ponto de partida.<em> “Essa relação mútua, entre o corpo e a cidade é algo que me interessa bastante. Para esse estudo, fotografei com uma lente macro as texturas humanas, o que me permitiu chegar muito perto dos detalhes da pele e das nuances que não são vistas a olho nu. Essas texturas foram passadas para o azulejo, que foi o suporte que eu escolhi, numa tentativa de tatuar esse tecido vivo num suporte que comumente é usado para resistir nas paradas e fachadas”,</em> revela.</p>
<div id="attachment_48425" aria-labelledby="figcaption_attachment_48425" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-48425" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto teve a proposta de realizar um estreitamento da indústria com a arte, na busca de um novo suporte artístico e de uma reflexão sobre essa relação</p></div>
<p>A exposição ainda apresenta trabalhos do ilustrador João Lin, na série <em>Arranhados</em>, que levou ao forno materiais descartados na fábrica por erros de produção, sobrescrevendo, nos pedaços de azulejos quebrados, desenhos de corações feitos à mão livre. Já o artista Joelson Gomes, referência de produção artística em cerâmica, é autor de uma série feita a partir da aplicação da imagem de um pássaro em peças de azulejos revestidas com uma fina camada de vidro.</p>
<p>Daaniel Araújo produziu pinturas de temas cotidianos impressas em azulejos. Uma delas é um grande painel com a imagem de um tubarão e as placas de aviso com a frase <em>“Área sujeita a ataque dos Barão”</em>. Completando a exposição, o ilustrador, grafiteiro e tatuador Nando Zevê apresenta a sua série de tons vivos intitulada <em>Peixe fora d’água</em>, que já foi explorada em adesivos, lambe-lambes e grafites pelo Recife.</p>
<p><strong>SITE</strong><br />
O projeto Vitrocerâmicos ainda conta com um <a href="http://projetovitroceramicos.hotglue.me" target="_blank"><strong>site</strong> </a>no qual estão reunidos todos os processos da pesquisa e os resultados atingidos pelos artistas, com informações sobre o suporte, técnicas e materiais. Através desse espaço, buscam estabelecer contatos com outros artistas que também trabalham com a técnica, com profissionais e com o público interessado em dar novas dimensões ao projeto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong> </span><br />
<strong> Lançamento do catálogo e bate papo com os artistas participantes do projeto Vitrocerâmicos</strong><br />
Sábado (6) | 18h<br />
Museu Murillo La Greca (R. Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 &#8211; Parnamirim, Recife)<br />
Terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h | até o dia 26 de maio de 2017<br />
Gratuito</p>
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