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	<title>Portal Cultura PE &#187; museu</title>
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		<title>Performance “Vórtices Errantes” une poesia e experimentações sonoras em gravação pública</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 14:52:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No próximo sábado, 9 de agosto, a partir das 14h, o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM) recebe Vórtices Errantes, performance de Ana Gábri, artista-pesquisadore e autore do poema homônimo. Concebida inicialmente como forma alternativa de publicação poética, a obra será registrada ao vivo em uma publicação sonora, convidando o público a acompanhar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo sábado, 9 de agosto, a partir das 14h, o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM) recebe Vórtices Errantes, performance de Ana Gábri, artista-pesquisadore e autore do poema homônimo. Concebida inicialmente como forma alternativa de publicação poética, a obra será registrada ao vivo em uma publicação sonora, convidando o público a acompanhar a gravação da performance. O projeto conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da FUNDARPE, através do FUNCULTURA – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura.</p>
<p>Vórtices Errantes é a oralização da palavra a partir da errância sobre o próprio texto, desde diferentes retornos, ênfases, dicções e ritmos. O artista e músico Fernando Remígio é quem tem acompanhado Ana Gábri em performance desde a primeira edição, assinando a sonoplastia entre ruídos, ecos e dissonâncias feitos em uma guitarra tocada de forma não convencional. Fruto da pesquisa de Ana Gábri quanto ao erro e do desejo de experimentar formas não convencionais de publicação, o trabalho tem lançamento previsto para a primeira semana de setembro nas principais plataformas de streaming sob o selo independente Edições Marafas.</p>
<p>“<i>Vórtices Errantes</i> é a celebração do erro a partir da criação de uma imersão forjada pela linguagem em errância, um jogo metalinguístico com a realidadeficção. Primeiro veio o poema que queria ser publicado em algum formato já diferente, mas em papel, depois entendi que poderia publicar com meu corpo, ou seja, publicar como tornar público em performance. A publicação sonora vai vir da 4a edição da performance e isso me anima muito”, explica Ana Gábri.</p>
<p>Proposição estética e política, a ideia de uma publicação sonora passa a se articular à chance de maior acessibilidade do compartilhamento de experiência, paralelamente fazendo repensar os modos de circulação da poesia. Ao adotar o som como suporte, Vórtices Errantes intenciona ampliar seu alcance material ao dialogar com a crescente demanda por conteúdos em formato de áudio, tais como audiobooks e podcasts.</p>
<p>A obra busca conjugar presença e experiência pela potência da poesia vocalizada — processo que será exposto e compartilhado com o público durante a gravação pública no MAMAM, e que ainda contará com tradução simultânea em LIBRAS.</p>
<p>“Uma das coisas que eu mais me encantei dentro desse processo é que a performance começou na própria estrutura de ensaio. Fazer sonoplastia com a guitarra elétrica é utilizar o instrumento no sentido de uma caixa de sons, de uma máquina que produz ecos, sensações, tensões e sons que não seriam esperados. É como entender comigo uma criatura que grunhe e que sente as palavras como se fosse um bicho, eu só sou um condutor de uma criatura perpassada por palavras”, comenta Fernando Remígio.</p>
<p>Vórtices Errantes já teve desdobramentos anteriores em espaços culturais independentes como a Casa Lontra, Ateliê Ex-Libris (Edf. Texas) e a Kaza Ruta, no Recife, reunindo públicos diversos das artes literárias, visuais e experimentais. A gravação pública marca mais um passo na construção de uma peça híbrida, a tomar corpo em um material gravado e disponibilizado de forma gratuita.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><b>Gravação pública — Performance Vórtices Errantes</b></p>
<p>Sábado, 9 de agosto | A partir das 14h<br />
Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Rua da Aurora, 265 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Governo de Pernambuco lança licitação para requalificação do MAC-PE</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 14:12:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado anunciou mais uma requalificação de seus patrimônios culturais. Desta vez, o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), no Sítio Histórico de Olinda, entrará em uma nova fase de suas obras em breve. Através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o governo lançou nesta quarta-feira (9) o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p data-renderer-start-pos="226"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/MAC-PE-Acervo-Fundarpe-Secult-PE.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117170" alt="Acervo Fundarpe/ Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/MAC-PE-Acervo-Fundarpe-Secult-PE-607x449.jpg" width="607" height="449" /></a></p>
<p data-renderer-start-pos="226">O Governo do Estado anunciou mais uma requalificação de seus patrimônios culturais. Desta vez, o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), no Sítio Histórico de Olinda, entrará em uma nova fase de suas obras em breve. Através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o governo lançou nesta quarta-feira (9) o edital de licitação para contratação de empresa de engenharia para a conservação e restauro do museu. As companhias que desejarem concorrer têm até às 10h de 23 de maio para entregarem suas propostas. O edital está disponível no <a href="PE-Integrado - Plataforma Integrada de Contratações Públicas e Gestão de Bens e Materiais de Pernambuco " target="_blank">site do PE Integrado</a>.</p>
<p data-renderer-start-pos="835">“A requalificação do Museu de Arte Contemporânea garante a permanência e a conservação da história, da arte, da cultura em Pernambuco. Estamos trabalhando fortemente na valorização dos nossos equipamentos culturais, e não poderia ser diferente com o MAC. As intervenções vão possibilitar um espaço mais seguro, acessível e bonito para que a população possa desfrutar das obras de grandes nomes das artes plásticas brasileira”, destacou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p data-renderer-start-pos="1299">Elaborado por equipes técnicas da Fundarpe, o projeto do MAC-PE tem como foco a recuperação geral do equipamento cultural, nas áreas interna e externa. As intervenções vão englobar a implantação do sistema de acessibilidade (banheiros, elevador e rampas), restauração de cantarias, assoalho, renovação das instalações elétricas, prevenção de combate a incêndio, instalação do sistema de ar-condicionado, paisagismo na área externa, reforço estrutural do mezanino e recuperação de cobertura da sala de exposição temporária.</p>
<p data-renderer-start-pos="1823">A presidente da Fundarpe, Renata Borba, ressaltou a prioridade da atual gestão estadual em ações de salvaguarda do patrimônio histórico do Estado. “Mais uma obra que reafirma o compromisso do Governo do Estado com a preservação do patrimônio cultural pernambucano. A restauração e requalificação do edifício do antigo Aljube, que hoje abriga o MAC, permitirá a reabertura desse importante equipamento, com seu precioso acervo de obras modernas e contemporâneas, que contribuirá para a dinamização do Sítio Histórico de Olinda, nossa cidade Patrimônio Mundial”, afirmou a gestora.</p>
<p data-renderer-start-pos="2404">Para a secretária de Cultura, Cacau de Paula, a recuperação do MAC é um importante movimento para as artes plásticas de Pernambuco. “Monumento histórico de Olinda, o espaço tem um dos acervos mais importantes da arte contemporânea brasileira. É um orgulho para nós, pernambucanos, zelar por estas obras e em muito breve devolvê-las à população. A reabertura próxima do MAC irá também fortalecer o turismo no nosso Estado, movimentando ainda mais o setor artístico”, frisou a secretária.</p>
<p data-renderer-start-pos="2892"><strong>PRIMEIRA ETAPA</strong> &#8211; Em 2023, ao assumir o Governo de Pernambuco, a atual gestão, por meio da Fundarpe, recebeu o MAC-PE fechado, com problemas estruturais e de segurança patrimonial. No primeiro momento, foi dada continuidade à obra já em andamento de consolidação com reforço nas fundações e revisão das cobertas, concluída em outubro de 2024. Em paralelo às obras, a Diretoria de Obras e Projetos Especiais da Fundarpe realizou o projeto completo de requalificação, que está agora em fase licitatória.</p>
<p data-renderer-start-pos="3394"><strong>SOBRE O MAC-PE</strong> &#8211; Localizado no sítio histórico de Olinda, o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE) foi inaugurado no dia 23 de dezembro de 1966, com a doação de parte da Coleção do Embaixador Assis Chateaubriand ao Estado. Hoje o museu conta com um acervo de mais de 4 mil obras das mais variadas técnicas, épocas e estilos, indo desde o academicismo francês até a contemporaneidade.</p>
<p>Telas de grandes nomes das artes plásticas brasileira como Portinari, Cícero Dias, Eliseu Visconti, Djanira, Telles Junior, Wellington Virgolino, Di Cavalcanti, João Câmara, Guinard, Adolph Gottielib, Burle Max e Francisco Brennand, entre outros, fazem parte do acervo. As mesmas se encontram armazenadas e cuidadas por um museólogo que faz parte da equipe da Superintendência de Equipamentos Culturais da Fundarpe.</p>
<p>Além de seu rico e único acervo &#8211; que é um dos principais de arte moderna da América Latina -, o MAC-PE está instalado em um prédio tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Datada de 1765, a construção que abriga o museu foi projetado para ser o Aljube da Diocese, tendo sido durante todo o período da Inquisição a única prisão eclesiástica que se tem notícia na história do Brasil.</p>
<div id="attachment_117171" aria-labelledby="figcaption_attachment_117171" class="wp-caption img-width-554 alignnone" style="width: 554px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Aurélio Velho/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/MONTEZ-MAGNO_Colagem-sobre-Eucatex_Foto-de-Aurélio-Velho.jpg"><img class="size-medium wp-image-117171" alt="Foto: Aurélio Velho/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/MONTEZ-MAGNO_Colagem-sobre-Eucatex_Foto-de-Aurélio-Velho-554x486.jpg" width="554" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Obra de Montez Magno do acervo do MAC-PE</p></div>
<div id="attachment_117172" aria-labelledby="figcaption_attachment_117172" class="wp-caption img-width-361 alignnone" style="width: 361px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Aurélio Velho/ Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/BAJADO_Óleo-sobre-Madeira_Foto-de-Aurélio-Velho.jpg"><img class="size-medium wp-image-117172" alt="Foto: Aurélio Velho/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/BAJADO_Óleo-sobre-Madeira_Foto-de-Aurélio-Velho-361x486.jpg" width="361" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Obra de Bajado do acervo do MAC-PE</p></div>
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		<title>Projeto Museus Domiciliares promove lançamento de websérie e livro</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 15:37:44 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116293" aria-labelledby="figcaption_attachment_116293" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lúcia Padilha/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Museu-do-Cavalo-Marinho_Glória-do-Goitá_Foto-Lúcia-Padilha-03-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-116293" alt="Lúcia Padilha/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Museu-do-Cavalo-Marinho_Glória-do-Goitá_Foto-Lúcia-Padilha-03-2-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Museu do Cavalo Marinho, no município de Glória do Goitá</p></div>
<p>Fruto de uma pesquisa que mapeou iniciativas museais realizadas em oito residências, localizadas em várias cidades pernambucanas, o projeto Museus Domiciliares é apresentado ao público, na próxima quarta-feira (26), às 15h, em um encontro no Memorial da Democracia de Pernambuco, no Sítio Trindade, no Recife. Na ocasião, são exibidos os oito episódios da websérie, sobre os espaços e suas coleções, e ocorre a distribuição gratuita do livro com os resultados da investigação. O público também pode conhecer mais sobre o processo e as experiências da iniciativa em uma conversa com a equipe.</p>
<p>O projeto Museus Domiciliares tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.</p>
<p>Desenvolvido ao longo de 2023 e 2024, a partir de uma vasta pesquisa bibliográfica e de campo, com uma série de entrevistas realizadas, o projeto nasceu do desejo de entender mais sobre esses espaços pouco ou não reconhecidos por uma ideia convencional de museu. A investigação, conduzida pelos pesquisadores Bruna Rafaella Ferrer, Guilherme Benzaquen e Marcela Lins, conceituou os museus domiciliares como locais dedicados à construção e organização de acervos, que são residências de seus fundadores/gestores e têm uma vocação aberta ao público, de partilha de memória, e com a hospitalidade e o diálogo como práticas fundamentais.</p>
<p>Esses parâmetros, no entanto, não desconsideram a heterogeneidade de cada iniciativa, acolhendo e ressaltando também suas particularidades. O projeto mapeou oito museus domiciliares, por meio de entrevistas e filmagens, da Zona da Mata Norte ao Sertão de Pernambuco: CSA Yvy Porã (Paudalho); Marco Zero (Carpina); Biblioteca José Ayres dos Prazeres (Vitória de Santo Antão); Museu Ivo Lopes e Riso da Terra (Arcoverde); Zé Bezerra (Buíque), Museu do Cavalo Marinho Tira-Teima de Zé de Bibi (Glória do Goitá); e Casa de Seu Chagas (Ilha do Massangano, em Petrolina).</p>
<p>“Alguns dos espaços já estão no processo de incorporação da noção de museu para suas práticas, em diálogo com a museologia, enquanto outros não, porque não abraçam essa definição, por acharem que se trata de uma ideia mais específica, tradicional, histórica, de guardar coisas antigas. Também se busca disputar essa ideia mais tradicional de museu, pensar como essas práticas de musealização, construção de memória, podem ser diversas. Essa é uma contribuição interessante da pesquisa: auxiliar no processo de valorização de práticas que são muito importantes em seus âmbitos locais e conseguem se transformar em centros de diálogo e disseminação”, pontua Guilherme Benzaquen.</p>
<p>A equipe do projeto considera que a pesquisa irá contribuir de forma significativa para revelar e difundir os museus domiciliares como espaços vivos e autônomos de salvaguarda, produção e propagação de conhecimento acerca das manifestações e memória da cultura popular do Estado. As visitas aos museus domiciliares revelaram um aspecto fundamental que une essas iniciativas: a fusão entre práticas cotidianas e o compromisso com a memória e a cultura. Seja na preservação de sementes crioulas no CSA Yvy Porã (Casa das Sementes Temity Jara) e Riso da Terra; na celebração do coco no Museu Ivo Lopes; ou na curadoria de objetos históricos no Marco Zero, esses espaços não apenas guardam acervos, mas também operam como locais vivos de produção cultural em que histórias individuais e coletivas estão em constante diálogo.</p>
<p>“Fomos em busca de espaços fora dos grandes centros urbanos e observamos que são práticas de vida nesses territórios, com diferentes maneiras de organizar, produzir, manter coleções e uma mediação, um contato com o público. Um modo de partilha que borra um pouco as fronteiras entre público e privado. Procuramos observar o que há em comum com a prática museal tradicional, mas o projeto parte do que diferencia. A intenção não é, a partir desse estudo, definir ou classificar essas casas como museus domiciliares. Queremos mais questionar e refletir sobre um conceito eurocêntrico na concepção de museu vigente”, aponta Bruna Rafaella Ferrer.</p>
<p>Nesse processo as coleções encontradas revelam as inúmeras possibilidades dos museus domiciliares: passam não só por objetos pessoais e/ou sagrados, fotografias, obras de arte, itens que estão nas famílias por gerações, pela dança, música, como também, no caso das sementes, pela ecologia – cujo prefixo vem do grego <em>oikos</em>, que significa casa ou lugar onde se vive.</p>
<p>“São espaços que fazem pensar outras formas de se elaborar uma expografia, uma curadoria, uma mediação. Acho que esses espaços trazem uma força e uma riqueza para o debate da museologia por nos apresentar outras soluções nessas três grandes frentes. Esse movimento de conceber outras formas de museu não é uma novidade; está muito bem sedimentado na própria museologia, mas acho que o grande trunfo desse projeto é trazer esse olhar a partir desses espaços que também são casas. É uma ideia diferente da casa-museu (ou museu-casa), como as de Rui Barbosa ou Getúlio Vargas, por exemplo, que não são mais residências. Nós temos olhado para esses espaços que têm a hospitalidade como traço definidor”, reforça Marcela Lins.</p>
<p>O projeto resultou em uma websérie de oito episódios, com foco em cada um dos museus domiciliares, e um livro – em formato impresso e digital – com as entrevistas e o processo da pesquisa, no intuito de difundir essas iniciativas como espaços vivos e autônomos de salvaguarda, produção e propagação de conhecimento. Tanto a websérie qaunto a publicação (digital) estão disponíveis nas redes sociais do projeto (YouTube e Instagram). O projeto conta ainda com a participação de Leonardo Lacca na direção de fotografia, Isabela Stampanoni na edição dos vídeos e Lúcia Padilha na coordenação de produção.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do projeto Museus Domiciliares, com websérie e livro –</strong> <em>quarta-feira (26), às 15h, no Memorial da Democracia de Pernambuco (Sítio Trindade – Estrada do Arraial, nº 3.259, Casa Amarela, Recife). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Elas Pintam o 7: 44 obras de arte enriquecem o acervo do Mepe e celebram a criação feminina</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/elas-pintam-o-7-44-obras-de-arte-enriquecem-o-acervo-do-mepe-e-celebram-a-criacao-feminina/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 14:51:04 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115168" aria-labelledby="figcaption_attachment_115168" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-17-at-16.41.44-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115168" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-17-at-16.41.44-1-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Expoisção Elas Pintam o 7</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebe nesta quarta-feira (18), das 16h às 19h, um presente inestimável: 44 obras de arte, resultado do projeto Elas Pintam o 7. As obras, que foram cuidadosamente selecionadas e aprovadas recentemente pelo Conselho Curador do Mepe, representam uma diversidade de estilos e técnicas refletindo a rica produção artística feminina em Pernambuco.</p>
<p>Nomes como Tereza Costa Rego, Silvia Pontual, Maria Carmem e Guita Chacrifker, além de novos talentos, compõem esse acervo que promete emocionar e inspirar os visitantes do museu. A última exposição do projeto foi na galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu, em que já havia sinalizado, por parte das artistas, a intenção de doar uma obra de cada participante ao Mepe. Essa iniciativa, abraçada com entusiasmo pela curadora Ana Veloso, resultou nessa doação que enriquece significativamente o patrimônio cultural pernambucano.</p>
<p>Idealizado por Isabella de Roldão, o projeto iniciado com exposições em seu gabinete teve sua culminância na galeria do parque que proporcionou uma plataforma para artistas plásticas, tanto renomadas quanto emergentes, exporem seus trabalhos e, agora, enriquecer o acervo de um dos mais importantes museus de Pernambuco.</p>
<p>Para o diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, essa doação é um marco importante: &#8220;Agradecemos imensamente a todas as artistas participantes do projeto Elas Pintam o 7. Essa doação é um presente que valoriza a produção artística feminina e enriquece significativamente nosso acervo. Nosso objetivo é tornar o Mepe um espaço cada vez mais democrático e inclusivo que celebre a diversidade da cultura pernambucana&#8221;, diz. &#8220;Com essa generosa doação, o Mepe consolida seu papel como um dos principais centros culturais de Pernambuco oferecendo ao público a oportunidade de apreciar obras de arte de alta qualidade e conhecer a rica história da produção artística feminina no Estado”, afirma o gestor.</p>
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		<title>Mepe celebra os 80 anos do mestre José de Moura</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 15:57:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tirem o chapéu para o mestre das artes visuais José de Moura, que nos brinda com uma bela exposição para celebrar seus 80 anos de vida e de valorização da cultura pernambucana. O evento é realizado no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), de 28 de novembro a 31 de dezembro, com abertura marcada para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/card.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114669" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/card-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Tirem o chapéu para o mestre das artes visuais José de Moura, que nos brinda com uma bela exposição para celebrar seus 80 anos de vida e de valorização da cultura pernambucana. O evento é realizado no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), de 28 de novembro a 31 de dezembro, com abertura marcada para as 19h desta quinta-feira.</p>
<p>José de Moura é um artista de relevância para as artes visuais de Pernambuco, pertencendo à mesma geração de ouro de nomes como João Câmara, Marisa Lacerda, Roberto Lúcio, Dellano, José Carlos Viana e tantos outros grandes artistas do Estado. Moura estudou na Escola de Belas Artes e, durante esse período, aprofundou seu conhecimento na técnica do desenho. Inspirado pelo espanhol Pablo Picasso, desenvolveu um estilo próprio, com pinceladas precisas e cores intensas, sem comprometer sua sensibilidade e sutileza. Suas obras são reconhecidas por temas lúdicos e emocionantes e sua contribuição para o cenário artístico pernambucano é vasta e rica.</p>
<p>Artisticamente conhecido como J. Moura, ele afirma: &#8220;Sempre que estou pintando estou contando histórias. E quando estou contando histórias estou pintando. Essa correlação existe desde os primeiros trabalhos. Agora mesmo não sei se estou contando histórias para o Rei ou fazendo pinturas para a Rainha&#8221;. Suas palavras refletem a profundidade com que ele vê o processo criativo, que para ele é um ato solitário e encantador, um momento de criação em que sua arte ganha vida.</p>
<p>Nascido em 21 de agosto de 1944, José Alves de Moura Filho formou-se em desenho arquitetônico &amp; decoração na Escola Técnica Federal de Pernambuco (1962-1965) e continuou sua formação na Escola de Artes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em que estudou pintura e escultura e obteve licenciamento em desenho (1967-1969). Em 1982 realizou uma viagem de estudos à Europa que influenciou profundamente sua arte. Foi também, em 1981, diretor-presidente da Oficina Guaianases de Gravura, em que contribuiu para o desenvolvimento da gravura em Pernambuco.</p>
<p>Weydson Barros, amigo e entusiasta da obra de Moura, descreve a arte do pintor como &#8220;um romance que vive, um poema que grita – é gesto&#8221;. Segundo ele, &#8220;na tela, há uma realidade virtual que se descobre – uma visão sagrada e a missão do artista em fazê-la viva. Pintar é escrever com a luz&#8221;. No catálogo da exposição encontram-se depoimentos inspiradores de amigos e admiradores que celebram a magia e a profundidade do trabalho de J. Moura.</p>
<p>O diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, ressalta a relação duradoura do museu com o artista: &#8220;J. Moura já é de casa. Ele já expôs no Mepe e é sempre um prazer tê-lo novamente aqui. Acreditamos que essa nova exposição será um grande sucesso&#8221;.</p>
<p>Além de celebrar a trajetória de um dos grandes nomes das artes plásticas pernambucanas, exposição é uma oportunidade única para o público conhecer e se encantar com as histórias e a criatividade do mestre José de Moura.</p>
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		<title>Feira afroempreendedora e shows de Larissa Lisboa e Isadora Melo no Dia da Consciência Negra do Mepe</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 14:03:53 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114532" aria-labelledby="figcaption_attachment_114532" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hannah Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Larissa-Lisboa-e-Isadora-Melo.jpg"><img class="size-medium wp-image-114532" alt="Hannah Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Larissa-Lisboa-e-Isadora-Melo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As cantoras Larissa Lisboa e Isadora Melo</p></div>
<p>Em celebração ao Dia da Consciência Negra e ao Mês do Empreendedorismo Feminino, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) preparou uma programação especial para este sábado (23). Com início às 10h, o evento conta com a Feira das Mulheres Pretas-Afroempreendedoras no Feminino Negro, que reúne um coletivo de 15 mulheres negras, com idade de 29 e 75 anos, trazendo ao público uma variedade de produtos e serviços que exaltam a cultura negra e o protagonismo feminino. E, a partir das 17h, as cantoras Larissa Lisboa e Isadora Melo fazem shows gratuitos e abertos ao público.</p>
<p>Das 10h às 17h, a Feira Afroempreendedora fica aberta ao público apresentando um rico acervo de produtos e serviços criados por mulheres negras pernambucanas. O espaço, que vai além do empreendedorismo, atua como uma rede de apoio e valorização reunindo expositoras de diversas áreas como moda afro-autoral, artesanato, literatura, gastronomia, acessórios, roupas, turbantes e artigos religiosos e casuais.</p>
<p>As expositoras têm como objetivo não apenas oferecer produtos, mas também compartilhar histórias e inspirar outras mulheres negras. Entre as participantes estão parceiras afroempreendedoras que contribuem com sua diversidade de expressões criando um ambiente de conexão e transformação. A feira, que já se consolidou como uma vitrine da cultura negra em Pernambuco, é uma celebração da identidade e da ancestralidade que oferece ao público uma experiência única de contato com elementos culturais autênticos e autorais.</p>
<p>A partir das 17h, o palco do Mepe recebe a cantora e compositora Larissa Lisboa, um dos grandes nomes da nova geração musical de Pernambuco. Com um estilo que mescla elementos orgânicos e experimentações do pop, Larissa promete envolver o público com um repertório que vai de composições autorais a clássicos de artistas pernambucanos renomados como Anastácia e Accioly Neto, além de canções de contemporâneos como Martins, Isadora Melo e Juliano Holanda.</p>
<p>Acompanhada por uma banda formada por Karol Maciel na sanfona, Joana Xeba e Milla Bigio na percussão, Larissa celebra o protagonismo feminino na música, com direito a músicas inéditas que farão parte de seu primeiro álbum, previsto para 2025. A apresentação de Larissa é uma homenagem à força da palavra e da canção e reforça a importância do espaço das mulheres na arte.</p>
<p>Logo em seguida, o público é encantado pela voz de Isadora Melo, atriz e cantora de talento singular. Com uma trajetória que passa por festivais como o Mimo e apresentações internacionais, Isadora traz ao Mepe um show marcado pela diversidade de seu repertório, que combina forró, frevo e canções autorais.</p>
<p>Com uma carreira que inclui projetos importantes como A Dita Curva e uma turnê recente pelo Estado de São Paulo, Isadora também possui trabalhos de destaque na televisão e teatro. Seu último álbum, Anagrama, indicado ao Prêmio da Música Brasileira 2023 de Melhor Intérprete Regional, é parte do repertório que ela apresenta no evento. A presença de Isadora promete uma celebração musical que reverbera a resistência e o talento da mulher negra.</p>
<p>Para o Museu do Estado de Pernambuco, o Dia da Consciência Negra é uma data de celebração e reflexão. A programação gratuita deste sábado (23) convida o público a mergulhar na cultura afro-brasileira reconhecendo o valor da resistência, do empreendedorismo e do talento artístico das mulheres negras.</p>
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		<title>Juliana Notari revisita seus trabalhos em grande exposição individual no Recife</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 15:04:19 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113989" aria-labelledby="figcaption_attachment_113989" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/SÃO-PAULO_1-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-113989" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/SÃO-PAULO_1-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Spalt-me, em São Paulo</p></div>
<p dir="ltr">Depois de 8 anos desde a sua última exposição individual no Recife, Juliana Notari (Recife, 1975) reúne no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM) um amplo recorte de seus mais de 20 anos de trajetória artística. A mostra, que é a maior exposição já realizada da obra de Notari, tem curadoria de Clarissa Diniz e abre ao público no dia 19 de outubro de 2024, às 15h.</p>
<p dir="ltr">O título da exposição deriva de um dos trabalhos em exibição, a série Spalt-me que,iniciada em 2009, reúne fotografias de paisagens diversas nas quais surge uma grande fenda vermelha. Para nomear esse trabalho, a artista se apropriou do verbo da língua alemã spalten que, de modo semelhante ao inglês to spalt, indica a ação de abrir uma fissura, de separar, de rachar. Ao levar a expressão para o título da mostra, a ideia é abrir fendas que possam ajudar a compreender a poética da artista. “Acompanhado da partícula ‘me’, spalt torna-se um neologismo de caráter reflexivo, uma convocação à ideia de abrir uma fresta em seu próprio corpo, seja ele humano, arquitetônico, histórico, semântico. Spalt-me é, por isso, a imagem que, oriunda do corpo poético de Notari, se torna um convite  a percorrermos as diversas fendas de sua vasta produção”, explica a curadora Clarissa Diniz.</p>
<p dir="ltr">A exposição foi organizada em três núcleos que expõem questões centrais dentro da sua poética: corpo, ferida, gênero, carnalidade, tempo, violência, sexualidade, historicidade, linguagem, trauma, paisagem. “Clarissa acompanha meu trabalho há muitos anos, então ela trouxe essa proposta de dividir a mostra em núcleos diferentes, que abordam o meu olhar para o corpo (inclusive meus projetos em torno dos cabelos), a urbanidade, a alimentação, o risco e o cuidado. A exposição ressalta a centralidade das feridas sociais, dos traumas ligados à urbanidade e à modernidade: uma crítica ao  capitalismo falocêntrico e patriarcal. Tudo isso está na exposição”, resume a artista.</p>
<p dir="ltr">Interlocutoras há mais de dez anos, Juliana Notari e Clarissa Diniz propuseram, na exposição, um olhar ao mesmo tempo retrospectivo e prospectivo: “Fazemos o gesto artístico e curatorial de buscar uma obra antiga e jogá-la para o futuro, repensá-la, atualizá-la desde o agora”, resume a curadora. Exemplos dessa proposição são as obras Parlamento Europeu (2022-2024), Janta (2001-2024) e Spalt-me (2009-2024), que intitula a exposição.</p>
<p dir="ltr">Sobre Parlamento Europeu e Janta, diz a artista: “Em 2022, participei de um evento sobre arte e política no Parlamento Europeu, em Bruxelas. Na ocasião, fiz minha fala e vestida com uma roupa toda branca manchada com uma tinta, simulando sangue. Eu fiquei andando no Parlamento com aquela calça. Dali surgiu essa nova obra, que mostra essa calça numa instalação com um manequim e uma cadeira similar à utilizada no Parlamento. A mesa de cabelo, “Janta”, também é inédita: a que eu fiz em 2001, quando servi um jantar, era retangular. A atual é redonda e, além de cabelos humanos, uso pelos de animais que recolhi em pet shops. Então existe um processo de revisitar, de repensar e reencenar obras de outras formas, num outro tempo, o que é uma maneira de experimentar. Isso está sendo muito legal”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a exposição e suas temáticas</strong></p>
<p dir="ltr">O primeiro núcleo da exposição ocupa o térreo do museu e reúne obras nas quais o corpo é protagonista. São objetos, vídeos, desenhos, fotografias e performances cujas investigações desafiam padrões de beleza, limpeza e erotismo atribuídos historicamente aos corpos das mulheres. Em Soterro, a artista registrou suas percepções com o crescimento dos pelos no seu corpo após interromper o processo de depilação. “O corpo peludo passou a tensionar, na vida cotidiana de Notari, as normatividades de gênero que, numa sociedade cis-heteropatriarcal, a todo tempo enclausuram os corpos não-masculinizados em paradigmas estéticos e de sanidade que historicamente se provaram fontes de adoecimento para mulheridades de épocas e territórios diversos”, detalha Clarissa Diniz.</p>
<p dir="ltr">Também vão estar reunidos os trabalhos com os quais a artista usou cabelo humano, como a instalação e vídeo Janta (exibidos em sua primeira mostra individual no Museu da Abolição, em 2001). Ainda neste primeiro núcleo, o conjunto de três desenhos &#8220;AR-DOR&#8221;, que reage ao imaginário patriarcal da histeria, e a série Inneresteren, que apresenta bonecos de recém-nascidos nos quais Notari projeta uma fabulada trama de órgãos, fetos, veias, úteros, vértebras, células, que, quando visíveis, sublinham a sensação de corpos em decomposição.</p>
<div id="attachment_113990" aria-labelledby="figcaption_attachment_113990" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Ferida-da-Bienal-14-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-113990" alt="Ferida da Bienal " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Ferida-da-Bienal-14-2-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Ferida da Bienal</p></div>
<p dir="ltr">No primeiro andar, o segundo núcleo apresenta obras que refletem a vivência da artista em várias cidades do Brasil e do mundo, e o seu confronto com a simbologia e a monumentalidade de uma sociedade patriarcal e colonial. Sobre essa seleção de obras, Clarissa Diniz escreve: “Acolhendo e encarando o que há de corpóreo fora de seu próprio corpo, vemos Juliana Notari tocar as feridas de nossas cidades, paisagens e territórios, experimentando a náusea e os traumas de seus fracassados projetos civilizatórios”.</p>
<p dir="ltr">Compõem o segundo núcleo obras como Ferida da Bienal e Spalt-me, que trazem o gesto de abrir fendas, rasgos, em ambientes institucionalizados, formais, arquiteturas que têm um peso histórico, revelando e desnudando seus traumas. A série Spalt-me foi revisitada pela artista especialmente para a mostra. “Spalt-me agora vem num formato de cartão-postal. Vão ser 12 cartões-postais que vão ficar disponíveis para que o público possa levá-los, levar aquela paisagem com aquela ferida”, detalha a artista.</p>
<p> O terceiro núcleo trata das feridas: símbolos de dor e de vulnerabilidade para muitas culturas, e que habitam o imaginário da artista há décadas. “Mesmo quando íntimas e sentidas desde sua pele, elas são fundamentalmente chagas históricas, políticas e de gênero diante das quais nenhum corpo está seguro. Dado o compromisso da artista com as feridas de muitas e muitos de nós, sua sensibilidade para o que há de traumático em nossas vidas e sociedades considera não apenas a denúncia, o revide ou a redistribuição dessas chagas, mas também aponta para práticas terapêuticas, cuidados e curas, como revelam os trabalhos reunidos no terceiro núcleo da exposição”, escreve a curadora.</p>
<p dir="ltr">É neste núcleo que está Diva, trabalho recente da artista que gerou grande repercussão. Em 2020, Juliana Notari cortou o solo marcado pela monocultura da cana-de-açúcar da Usina Santa Terezinha, na Zona da Mata Sul de Pernambuco. São 33 metros de comprimento numa espécie de morro que se transformou na prospecção-buraco-escultura-<wbr />intervenção Diva, certamente a obra de sua autoria que gerou maior repercussão, debate entre campos de pensamento opostos, cancelamentos e até ameaças de cunho misógino.</p>
<p dir="ltr">Como sublinha o último núcleo da exposição, as feridas e fendas estão por toda parte. Em Dra. Diva, série iniciada em 2003, com uma marreta, a artista passou a abrir buracos em paredes de galerias e museus: espaços de brancura historicamente higienista, racista e machista. Essas fendas recebiam sangue e nelas eram colocados espéculos para mantê-las abertas, escancaradas. As feridas também estão em Amuamas, trabalho que nasceu a partir da temporada em que a artista morou em Belém (PA). Neste trabalho, ao invés de escancarar e manter abertas as suas feridas – que, vale sublinhar, não são individuais, mas sim sociais e coletivas –, a artista penetra a floresta amazônica e as leva até a Sumaúma, árvore sagrada por suas funções curativas. Um processo, neste caso, em busca da cura.</p>
<p dir="ltr">Juliana Notari: Spalt-me ficará em cartaz até 1 de dezembro de 2024. A exposição é acessível e contará com ações educativas. Para sua realização, a mostra contou com apoio do Funcultura e da Lei Rouanet, e patrocínio do Banco do Nordeste.</p>
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		<title>Modelo Vivo tem primeira sessão no Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 15:17:14 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113703" aria-labelledby="figcaption_attachment_113703" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Walton Ribeiro/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/atelier-risco-foto___waltonribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-113703" alt="Walton Ribeiro/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/atelier-risco-foto___waltonribeiro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Modelo Vivo, do Atelier Risco!</p></div>
<p>Está de volta à cena cultural do Recife um projeto artístico que mobiliza artistas de todas as linguagens desde 2013 e que vem mudando o olhar para uma prática tradicional do desenho: o Modelo Vivo. O Atelier Risco! está de volta e a primeira sessão é nesta quarta-feira (2), das 19h às 21h, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), no bairro da Boa Vista (Centro do Recife). Para o primeiro encontro, após uma pausa de um ano, a modelo é a multiartista Vi Brasil com a performance <em>Equilíbrio Precário</em>, com a participação especial, na trilha sonora, de D Mingus. A sessão de estreia é seguida de debate com o desenhista Philipe Sidartha, pesquisador integrante do grupo.</p>
<p>O projeto contempla a realização de 16 sessões, todas gratuitas, das quais dez em 2024 e seis em 2025, com oito debates, processo de formação e uma exposição no fim. Todas as sessões e debates são transmitidos por videoconferência.</p>
<p>A retomada do Atelier Risco! foi possível graças ao edital do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo de Pernambuco, tendo sido contemplado na categoria Manutenção de Coletivo de Produção Artística. A proponente do projeto e diretora artística do Risco!, Bruna Rafaella Ferrer, também investiga as ações do grupo no estágio de pós-doutoramento da pesquisa Situações Artísticas e Pedagógicas na Prática Criativa com Modelo Vivo, tendo como instituição base a Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Em uma década de atividades, o grupo vem arriscando passos novos fora da tradicional visão acadêmica para a prática do Modelo Vivo.</p>
<p>Quando comenta a novidade que o projeto Atelier Risco! promove, Bruna pontua: ​“Desde o início da trajetória do Risco! entendemos que existia uma demanda de investigação do corpo, que não estava só no desenho, na pintura e na fotografia, mas na performance do corpo que traz consigo uma investigação ilimitada de estar no mundo, ligada também a outras linguagens e outras formas de se colocar no mundo. Transformações no corpo como lugar de investigação estética passaram a ser objetos de estudo da prática do Modelo Vivo. Essa é a única novidade possível”.</p>
<p>ORIGENS &#8211; Criado por professores do curso de artes visuais da faculdade Aeso, entre os quais a própria Bruna Rafaella Ferrer, além de Eduardo Souza e André Aquino, o Atelier Risco! também está de volta ao primeiro equipamento cultural que o acolheu após se tornar independente de instituições acadêmicas. O grande instigador e mentor do grupo foi Eduardo Souza, artista que faleceu em 2018. O Risco! surgiu na academia, mas migrou para o Atelier Peligro, de Eduardo, e depois para o Mamam.</p>
<p>A diretora do museu, Mabel Medeiros, comemora a volta do Risco!, que considera uma etapa importante na formação dos jovens artistas e dos que já estão num caminho longo de sua trajetória. “Há mais de uma década, o Risco! vem movimentando o pensamento sobre o desenho e sobre o performar para o desenho em modelo vivo no Recife. E também promovendo discussões enriquecedoras para as artes visuais, sobretudo o desenho. Somos um museu que trabalha com arte contemporânea e, como todo museu, tem interesse em formação, discussões e debates acerca das artes visuais de forma ampla”, enfatiza.</p>
<p>Diferentemente do que muita gente pensa, não há pré-requisitos técnicos nem necessidade de inscrição prévia para participar de uma sessão de desenho com modelo vivo, mas cada participante tem que levar seu material artístico. Os encontros são gratuitos e abertos ao público, a partir do dia 2 de outubro, todas as quartas-feiras, das 19h às 21h, no jardim do Mamam (entrada pela Rua da União, nº 88, Boa Vista).</p>
<p><strong>OBSERVAÇÃO -</strong> Modelo vivo é a prática e o estudo da representação artística da figura humana por meio de exercícios com desenho de observação. Esse é um método de aprendizado artístico formalizado em academias de arte europeias, a partir da segunda metade do século 17, que perdura no ensino de arte no Brasil desde as primeiras décadas do século 19, com a implementação da Academia Imperial de Belas Artes. Atualmente, com o surgimento de uma série de grupos de modelo vivo como o Atelier Risco!, sem vínculo institucional ou acadêmico, observa-se o avanço desse campo de estudos para além do desenho como mero registro criativo, levando em conta também os aspectos poéticos e autorais contidos nas performances dos modelos.</p>
<p><strong>ATELIER RISCO! -</strong> Surgiu em 2013 para democratizar a prática criativa com modelo vivo fora de um programa estritamente acadêmico. O Risco! acolhe semanalmente diferentes modelos valorizando seus repertórios como base para a produção artística e discussão. Acredita-se que todos podem usar suas subjetividades nas sessões, o que enriquece a criação coletiva de imagens, celebrando a diversidade e o potencial criativo de cada participante e reforçando que todos são capazes de desenhar e/ou atuar como modelo vivo.</p>
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		<title>João Câmara atemporal no Mepe</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 18:48:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco realiza, nesta quarta-feira (12), às 19h, um evento duplo com a inauguração da mostra João Câmara: 80 anos e o lançamento do livro A Caminho do Querétaro e do catálogo com as obras digitais do artista, sobre um dos artistas visuais mais aclamados de Pernambuco. A exposição, que comemora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110120" aria-labelledby="figcaption_attachment_110120" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110120" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25-1-607x414.jpeg" width="607" height="414" /></a><p class="wp-caption-text">Obra do artista visual João Câmara</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco realiza, nesta quarta-feira (12), às 19h, um evento duplo com a inauguração da mostra João Câmara: 80 anos e o lançamento do livro <em>A Caminho do Querétaro</em> e do catálogo com as obras digitais do artista, sobre um dos artistas visuais mais aclamados de Pernambuco.</p>
<p>A exposição, que comemora os 80 anos de idade do artista, reúne 85 pinturas digitais em grande formato realizadas ao longo de uma década. O acervo também apresenta pinturas em óleo sobre tela, antigas e inéditas. A curadoria da mostra é assinada por Weydson Barros Leal e a produção por Vera Magalhães e Beth Marinho.</p>
<p>Além da exposição, são lançados nacionalmente o segundo livro de contos de Câmara, <em>A Caminho Querétaro</em>, da Topbooks Editora, e o catálogo com as obras digitais do artista, da DG Design Gráfico, que tem texto de Weydson Barros Leal.</p>
<div id="attachment_110122" aria-labelledby="figcaption_attachment_110122" class="wp-caption img-width-380 alignnone" style="width: 380px"><p class="wp-image-credit alignleft">DG Design Gráfico/Divulgção</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.26.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110122" alt="DG Design Gráfico/Divulgção" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.26-380x486.jpeg" width="380" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do catálogo com as obras digitais do artista visual João Câmara</p></div>
<p><strong>DO ÓLEO EM TELA PARA O DIGITAL -</strong> Paralelamente a suas pinturas em óleo, João Câmara vem desenvolvendo obras digitais desde os anos 1990, com grande apreço popular e circulação em território nacional. As obras digitais são pintadas com programas de pintura eletrônica e processadas fisicamente em tela com tintas de pigmento.</p>
<p><strong>FICÇÃO -</strong> Além de artista visual, João Câmara também se dedicou à ficção. O artista publicou os títulos <em>Originais, Modelos, Réplicas</em> (1972), <em>Abishag, Hóspede Inevitável</em> (2012) e <em>Lidando com o Passado e Outros Lugares</em> (2022).</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Inauguração da exposição João Câmara: 80 anos e lançamento do livro <em>A Caminho do Querétaro</em> e do catálogo com as obras digitais do artista -</strong> <em>quarta-feira (12), às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, 960, bairro Graças, Recife-PE). Período de visitação: de 13 de junho a 14 de julho, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 14h às 17h. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia)</em></p>
<div id="attachment_110121" aria-labelledby="figcaption_attachment_110121" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110121" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25-607x450.jpeg" width="607" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Obra do artista visual João Câmara</p></div>
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		<title>Programa (re)CONEXÕES chega a Pernambuco nesta terça (4)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/programa-reconexoes-chega-a-pernambuco-nesta-terca-4/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 17:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) promoverá no Recife (PE) o primeiro evento do Programa (re)CONEXÕES na região Nordeste. A iniciativa será realizada em parceria com a Secretaria de Cultura de Pernambuco e a Secretaria Estadual de Turismo e Lazer. O evento acontecerá no próximo dia 4 de junho, no Centro Cultural Cais do Sertão, localizado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Card_re-CONEXOES_INSCRICOES_FEED.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-109985" alt="Card_re-CONEXOES_INSCRICOES_FEED" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Card_re-CONEXOES_INSCRICOES_FEED-485x486.png" width="485" height="486" /></a></p>
<p>O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) promoverá no Recife (PE) o primeiro evento do Programa (re)CONEXÕES na região Nordeste. A iniciativa será realizada em parceria com a Secretaria de Cultura de Pernambuco e a Secretaria Estadual de Turismo e Lazer. O evento acontecerá no próximo dia 4 de junho, no Centro Cultural Cais do Sertão, localizado no Armazém 10, Avenida Alfredo Lisboa, s/n, Bairro do Recife, das 9h às 18h.</p>
<p>O (re)CONEXÕES visa a elaboração de relatórios de sistematização e análises de conteúdos referentes ao processo de construção do Plano Nacional Setorial de Museus 2025-2035. Profissionais de museus, coletivos, pontos de memória e grupos sociais poderão participar do evento presencialmente.</p>
<p>“Pensar o futuro do segmento museal brasileiro exige muitas trocas e diálogos para a criação de políticas sólidas e efetivas. Pernambuco tem muito a acrescentar nessa construção coletiva, com toda sua tradição e expertise em museus, capaz de trazer contribuições que certamente fortalecerão o setor nos próximos anos”, afirma a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p>As inscrições serão realizadas através do site pelo link (https://forum.museus.gov.br/inscricao-individual/). Atenção: ao inserir os seus dados de cadastro, quando enviar a inscrição, você será direcionado para outra página, onde deverá escolher em qual região deseja participar do evento (re)CONEXÕES.</p>
<p><a href="https://drive.google.com/file/d/13wg2Hv9DIehugei6CKy62WyjqHsMY38J/view">Confira aqui também o Caderno de Orientações do Plano Nacional Setorial de Museus 2025-2035.</a></p>
<p><strong>Sobre o (re)CONEXÕES</strong></p>
<p>Lançado em janeiro deste ano, o (re)CONEXÕES é uma retomada do Programa Conexões, lançado pelo Ibram em 2012. Nesta edição de 2024, essa atividade tem como objetivo realizar uma consulta ampla, democrática e potente, visando coletar contribuições para a construção do Plano Nacional Setorial de Museus 2025-2035, um documento de planejamento global e de longo prazo voltado ao setor museológico no Brasil.</p>
<p>Para a presidenta do Ibram, Fernanda Castro, &#8220;O Programa (re)CONEXÕES é central para restabelecer os laços entre os entes federativos e, principalmente, para discutir coletivamente a revisão da PNSM. É uma ação estruturante do Instituto, de fortalecimento do Sistema Brasileiro de Museus (SBM) e, especialmente, do setor museal, que se encontrará em novembro no 8º Fórum Nacional de Museus, em Fortaleza.&#8221;</p>
<p>Todas as contribuições resultantes das discussões serão sistematizadas e encaminhadas para votação e aprovação no 8º Fórum Nacional de Museus.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Manhã</strong></p>
<p dir="ltr">08h30 &#8211; Credenciamento</p>
<p dir="ltr">09h &#8211; Abertura</p>
<p dir="ltr">09h10 &#8211; Coordenação do Núcleo de Museus &#8211; Roselia Rocha</p>
<p dir="ltr">09h20 &#8211; Fundarpe &#8211; Renata Borba</p>
<p dir="ltr">09h30h &#8211; Escola Livre de Museologia &#8211; Alexandre Gomes</p>
<p dir="ltr">09h45 &#8211; Presidenta do Ibram &#8211; Fernanda Castro</p>
<p dir="ltr">10h &#8211; Secretaria de Cultura &#8211; Cacau de Paula</p>
<p dir="ltr">10h10 &#8211; Assinatura do Termo de Cooperação Técnica &#8211; Cacau de Paula  e Fernanda Castro</p>
<p dir="ltr">10h15 &#8211; Apresentação Cultural &#8211; Manifesto Cultura Popular</p>
<p>12h &#8211; 13h20 &#8211; Almoço</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tarde</strong></p>
<p dir="ltr"><em id="__mceDel">13h30 &#8211; Apresentação das propostas dos GT’s, diretrizes, metodologia e divisão dos grupos &#8211; Luiz Renato (vídeo)  e Fernanda Castro</em></p>
<p dir="ltr">14h &#8211; Debate dos GT’s</p>
<p dir="ltr"><strong>GT 1 &#8211; Democratização, participação social e institucionalização do campo museal</strong></p>
<p dir="ltr">Mediadores: Rinaldo Carvalho &#8211; Fundarpe e Alexandre Gomes &#8211; IBRAM</p>
<p dir="ltr">Relatoria: Wellington Santos e Maria Rosa Brito</p>
<p dir="ltr"><strong>GT 2 &#8211; Identidade, patrimônio, memória e educação </strong></p>
<p dir="ltr">Mediadores: Elaine Müller &#8211; UFPE e Fabiana Sales &#8211; IBRAM</p>
<p dir="ltr">Relatoria: Priscila Barbosa e Tauana Uchôa</p>
<p dir="ltr"><strong>GT 3 &#8211; Diversidade cultural e transversalidades de gênero, raça e acessibilidade na  política museal</strong></p>
<p dir="ltr">Mediadores: Elinildo Marinho &#8211; Remupe e Daiane Santos &#8211; IBRAM</p>
<p dir="ltr">Relatoria: Liliane Gobetti e Karen Santos</p>
<p dir="ltr"><strong>GT 4 &#8211; Fomento, sustentabilidade e economia dos museus</strong></p>
<p dir="ltr">Mediadores: Eduardo Sarmento e Nara Sarmento &#8211; ICOM Brasil</p>
<p dir="ltr">Relatoria: Elaine Santana e Júlia  Morim</p>
<p>16h30 &#8211; Coffee Break</p>
<p dir="ltr">17h &#8211; Plenária &#8211; para apresentação de cada mediador</p>
<p dir="ltr">18h &#8211; encerramento</p>
<p>&nbsp;</p>
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