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	<title>Portal Cultura PE &#187; Música</title>
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		<title>Projeto mapeia ateliês percussivos de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2026 19:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[percussão]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto Ẹbu Lùlù mergulha no universo dos ateliês percussivos de Pernambuco para revelar os corpos, os gestos e as sonoridades dos instrumentos que dão vida à cultura popular do Estado. Entre cabaças, madeiras, ferragens, miçangas, ferramentas e poeira, o projeto apresenta o cotidiano de artesãs e artesãos que dedicam suas vidas à criação de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="left">
<div id="attachment_124048" aria-labelledby="figcaption_attachment_124048" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Ebu-Lulu_Iran-Silva_Crédito.HassanSantos.jpg"><img class="size-medium wp-image-124048" alt="Hassan Santos/Divulgação Ebu Lulu" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Ebu-Lulu_Iran-Silva_Crédito.HassanSantos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A obra do artista percussivo Iran Silva está entre as mapeadas pelo projeto</p></div>
<p align="left"><span style="font-size: small; font-family: Arial, sans-serif; color: #000000;">O projeto </span><i style="font-size: small; font-family: Arial, sans-serif; color: #000000;">Ẹbu Lùlù</i><span style="font-size: small; font-family: Arial, sans-serif; color: #000000;"> mergulha no universo dos ateliês percussivos de Pernambuco para revelar os corpos, os gestos e as sonoridades dos instrumentos que dão vida à cultura popular do Estado. Entre cabaças, madeiras, ferragens, miçangas, ferramentas e poeira, o projeto apresenta o cotidiano de artesãs e artesãos que dedicam suas vidas à criação de instrumentos percussivos utilizados em manifestações como maracatu, coco, samba, capoeira, frevo e forró. Mais do que fabricantes de instrumentos, são mestres e mestras que transformam matéria em movimento, som e memória.</span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Lançado nesta quarta (20), <i>Ẹbu Lùlù</i> é fruto de pesquisa conduzida por Hassan Santos e está disponível em site (<a href="https://atelies.pernambucopercussivo.com.br/" target="_blank">atelies.pernambucopercussivo.com.br</a>) e no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/ebu.lulu/" target="_blank"><i>@ebu.lulu</i></a>). O projeto recebeu incentivo do Funcultura.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A pesquisa fotográfica percorreu os ateliês de Diane Agbês, Flávia Foguinho, Abílio Sobral, Biano Pajeú, Chico Nunes, Cristiano Castanho, Charles Lemos, Iran Silva, Heverton Lima (Bolinho), Mestre Jó Percussivo, Mano Black e Mestre Mau — Maureliano Ribeiro, homenageado em memória por sua contribuição fundamental à cultura percussiva pernambucana. Em cada espaço visitado, o projeto revela não apenas técnicas de fabricação, mas modos de vida, espiritualidades, invenções e relações profundas entre corpo e instrumento. </span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Esta pesquisa é o início de um registro dedicado a pessoas que consagram suas vidas aos sons da percussão”, afirma Hassan Santos. “Foi um privilégio conhecer a intimidade de lugares onde nascem os instrumentos e onde diferentes gerações mantêm vivos saberes raramente escritos”, completa o idealizador.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Inspirado na língua Yorùbá, o nome do projeto carrega em si a própria essência dessa experiência: “Ẹbu” remete ao espaço de criação, ao ateliê, ao lugar do fazer; “Lù” significa tocar, bater, produzir som; e “Lùlù” intensifica essa ação, evocando ritmo, vibração e musicalidade. “O próprio nome já soa como percussão. É um convite sensorial à escuta e ao encantamento”, explica Marconi Bispo, consultor do projetor e sacerdote do candomblé.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os retratos e ambientes fotografados mostram oficinas onde o tempo parece obedecer a outro compasso — distante da lógica acelerada dos aplicativos e da produtividade imediata. Em </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><i>Ẹbu Lùlù</i></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">, percebemos que fabricar uma alfaia, um agbê ou um pandeiro é também um gesto de resistência: um trabalho artesanal que exige escuta, paciência, precisão e vínculo afetivo com o som. O projeto evidencia também como esses instrumentos são extensões dos próprios corpos de seus criadores — obras de arte vivas que seguem pulsando nas mãos de percussionistas, nas ruas, nos terreiros, nos palcos e nas brincadeiras populares.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mais do que documentar instrumentos, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><i>Ẹbu Lùlù </i></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">propõe uma travessia poética pelos sons, silêncios e movimentos que sustentam uma tradição coletiva. É um convite para entrar nos ateliês, ouvir suas pulsações e perceber que cada tambor carrega também um mundo inteiro em vibração.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><b>A</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><b>ÇÃO DE LANÇAMENTO – </b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Desde a semana passada, cartazes estão sendo colados como lambe-lambe em vários pontos de cultura, ateliês de artesãs e artesãos visitados. As artes também estão sendo distribuídas para o público no ateliê Só Instrumentos de Abílio Sobral, no Vasco da Gama, Recife.</span></span></span></p>
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		<title>Revoredo Lança “Fino Fio”, uma novela musical sobre o risco de amar</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2026 19:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Paulo Gustavo]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revoredo]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: José de Holanda/Divulgação Fino Fio, novo lançamento do artista pernambucano Revoredo, está disponível em todas as plataformas digitais. Apresentada pelo artista como “novela musical”, a obra expande as possibilidades da canção unindo música, poesia, performance e dramaturgia sonora em uma única experiência narrativa. O projeto tem incentivo público, com o financiamento do edital da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/revoredo.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-123879" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/revoredo-607x402.png" width="607" height="402" /></a><br />
Foto: José de Holanda/Divulgação</p>
<p dir="ltr"><em>Fino Fio</em>, novo lançamento do artista pernambucano Revoredo, está disponível em todas as plataformas digitais. Apresentada pelo artista como “novela musical”, a obra expande as possibilidades da canção unindo música, poesia, performance e dramaturgia sonora em uma única experiência narrativa.</p>
<p dir="ltr">O projeto tem incentivo público, com o financiamento do edital da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE); e Ministério da Cultura e Governo Federal.</p>
<p dir="ltr">O lançamento aconteceu em um momento simbólico para Revoredo, que completa 30 anos de trajetória artística em 2026, marco celebrado em show especial que realizou no Centro Cultural Sesc Garanhuns, onde também fez o pré-lançamento ao vivo de “Fino Fio”, antecipando ao público a travessia sensível de seu novo trabalho artístico.</p>
<p>“Fino Fio é uma obra sobre equilíbrio — ou sobre a impossibilidade dele. Trazendo reflexões sobre o amor e a paixão enquanto contrapontos ou complementos. Eu quis criar uma narrativa onde o ouvinte caminha junto, sente junto, e tente se equilibrar junto comigo”, descreve o artista.</p>
<p dir="ltr"><strong>Uma novela musical: entre o amor e a paixão, o abismo.</strong></p>
<p dir="ltr">“Fino Fio” nasce como um gesto artístico que desloca o formato tradicional de álbum para um território narrativo. “Cada faixa não é apenas uma canção, mas um capítulo de uma história maior, onde amor e paixão são investigados como forças simultâneas, instáveis e profundamente humanas. Entre a escuta, existe a reflexão, a beleza, o desconforto. Uma narrativa que propõe riscos”, explica Revoredo.</p>
<p dir="ltr">O roteiro dessa novela propõe ao ouvinte um caminhar sobre esse “fio” simbólico — delicado, tensionado &#8211; onde qualquer movimento pode ser decisivo. Amor e paixão não são tratados como opostos, mas como estados que se atravessam, se confundem, se constroem e, por vezes, se destroem.</p>
<p>“Não é apenas um álbum. É uma obra que exige escuta atenta, disponibilidade e entrega. Uma narrativa que não se resolve facilmente, mas que permanece reverberando — como toda experiência que atravessa”, adverte o artista.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260427-WA0064.jpg.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123880" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260427-WA0064.jpg-486x486.jpeg" width="486" height="486" /><br />
</a>Foto: José de Holanda/Divulgação</p>
<p><strong>Uma construção em tempo: a novela que foi sendo revelada</strong></p>
<p dir="ltr">O lançamento de “Fino Fio” não aconteceu de repente. Ele é resultado de um processo contínuo iniciado ainda em novembro de 2025, quando Revoredo começou a revelar, mês a mês, os primeiros fragmentos dessa narrativa, com o lançamento de três singles.</p>
<p>Foram ao ar, nesta ordem, “Poema Ingênuo” (novembro/2025) &#8211; em parceria com Kleber Albuquerque, inaugura a obra com delicadeza e abertura emocional, “Romance Épico” (dezembro/2025) &#8211; que amplia a escala dramática da narrativa e, por fim, “A Paixão” (janeiro/2026), parceria com Zé Manoel, que mergulha no excesso, na vertigem e na intensidade do sentir.</p>
<p dir="ltr">“Esse movimento gradual não apenas construiu expectativa, mas também permitiu ao público acompanhar a formação da obra como quem acompanha capítulos de uma história em curso”, detalha o artista.</p>
<p>Revoredo entrega ao público uma obra que não busca respostas, mas propõe uma pergunta essencial: até onde é possível caminhar entre o amor e a paixão sem cair?</p>
<p dir="ltr">Na versão integral, “Fino Fio” se revela como uma peça híbrida, onde a música se entrelaça com a palavra falada. Entre as canções, surgem recitações poéticas inéditas, interpretadas por vozes femininas fundamentais da cena musical e literária contemporânea: Babi Jaques, Eliza Morenno, Luna Vitrolira e Mariana Guimarães.</p>
<p dir="ltr">Essas intervenções não funcionam como interlúdios decorativos, mas como expansões da narrativa, aprofundando a dimensão sensível da obra e reforçando sua natureza de novela musical.</p>
<p dir="ltr">“Breve Prelúdio”, com participação de Babi Jaques, abre o universo sonoro da obra e “Fino Fio”, faixa-título em parceria com Zeh Lucas, sintetiza o conceito central do trabalho. O resultado é uma obra que não se organiza apenas por faixas, mas por fluxos — uma escuta contínua, quase cinematográfica.</p>
<p>O lançamento de “Fino Fio” marca não apenas uma nova obra, mas um momento de síntese na carreira de Revoredo. Além de Fino fio, o artista apresenta, ao longo do ano, diferentes desdobramentos de sua pesquisa, entre eles, o show 30 anos de carreira, e os projetos “Encruzilhada Agreste”, ao lado de Gabi da Pele Preta”,  “Te Canto a Canção”, com o Mestre Zezinho da Sanfona, além do show “Fino Fio”, concebido como experiência intimista e imersiva”</p>
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		<title>Vinícius Tavares lança videoclipe e single &#8220;Música de Bailinho&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Virgínia Guimarães/Divulgação Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura &#8211; Funcultura, do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, o cantor Vinícius Tavares desloca o gênero embolada no clipe e single de estreia, MÚSICA DE BAILINHO, lançados nesta quarta-feira (22). A faixa, de 2min9s, abre caminhos e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-22-at-09.45.05.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123596" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-22-at-09.45.05-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><br />
Foto: Virgínia Guimarães/Divulgação</p>
<p>Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura &#8211; Funcultura, do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, o cantor Vinícius Tavares desloca o gênero embolada no clipe e single de estreia, <em>MÚSICA DE BAILINHO,</em> lançados nesta quarta-feira (22).</p>
<p>A faixa, de 2min9s, abre caminhos e integra o EP <em>ZÉ DO CÃO &#8211; CAP. 01 (Facção de Arte)</em>, que reúne, ao todo, sete faixas e será lançado no próximo dia 1º de maio, em todas as plataformas digitais. O trabalho se propõe a experimentar a costura de ritmos nordestinos — a exemplo do repente e do samba de coco — aos beats da música eletrônica e camadas de samples do cinema nacional, tensionando as distinções entre cultura popular e música contemporânea.</p>
<p>Em <em>MÚSICA DE BAILINHO</em>, o artista de Toritama, município do Agreste Setentrional, localizado a 170 km da capital, Recife, inaugura seu universo sonoro e imagético. Considerada por Tavares a faixa mais pop do EP, a embolada não perde o pulso oral, mas ganha grave, síncope e pista. Sobre bases de dancehall, sons circulares e buzinas eletrônicas, os versos correm ligeiros, como se o improviso percussivo encontrasse o paredão. A atmosfera evoca as performances de vogue das cenas de ballroom, mas o chão permanece agrestino.</p>
<p>Sob a direção de fotografia de Vinícius, em codireção com a multiartista Virgínia Guimarães, ele passeia entre performances de dança e brincadeiras. Além dos dois, a artesã Maria Laísa completa o elenco. A bandeira do Brasil e a Toyota Bandeirante, ícone recorrente no cotidiano agrestino, não aparecem como ornamento, mas como inscrição geográfica da narrativa. Já o chapéu que veste o palhaço sério — capa do EP inspirada no Mateu do reisado do congo — funciona como síntese visual do projeto: tradição popular convertida em signo pop.</p>
<p>Acesse o single de clipe no link <strong><a href="https://youtu.be/GqRZPMvDaxw?si=kbYpcSlmSrvfuF1Y" target="_blank">www.youtu.be/GqRZPMvDaxw?si=kbYpcSlmSrvfuF1Y</a></strong>.</p>
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		<title>Inscrições do Funcultura Música começam nesta quarta (1º)</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:13:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<category><![CDATA[fomento]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
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		<description><![CDATA[Começam nesta quarta (1º) as inscrições para o edital Funcultura Música, destinado ao fortalecimento da cadeia produtiva da música em Pernambuco. Gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Funcultura Música destinará um total de R$5,070 milhões a projetos em 9 categorias. As inscrições podem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/7022521695_6818b5b109_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123435" alt="Foto: Daniela Nader/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/7022521695_6818b5b109_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="left"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Começam nesta quarta (1º) as inscrições para o edital Funcultura Música, destinado ao fortalecimento da cadeia produtiva da música em Pernambuco. Gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Funcultura Música destinará um total de R$5,070 milhões a projetos em 9 categorias. As inscrições podem ser feitas pelo<a href="mapacultural.pe.gov.br" target="_blank"> site do Mapa Cultural de Pernambucoi </a>até o próximo dia 30 de abril.</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">O edital, seus anexos e outros documentos relacionados ao certame estão disponíveis <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/funcultura-musica-20252026/" target="_blank">aqui</a>. Podem participar do Funcultura Música pessoas físicas e jurídicas com inscrição regular no Cadastro de Produtores Culturais (CPC) e residentes no Estado há, no mínimo, um ano.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">As nove categorias do edital são: Circulação (com valor total de R$ 1,11 milhão); Festivais (R$ 910 mil); Gravação (R$ 800 mil); Produtos e Conteúdos (R$ 530 mil); Economia da Cultura (R$ 190 mil); Manutenção de Bandas de Música (Filarmônicas), Escolas de Bandas de Música e Corais (R$ 300 mil); Difusão da rede de equipamentos do Estado geridos pela Fundarpe/Secult-PE (R$ 360 mil); Formação e capacitação em música (R$ 590 mil); e Pesquisa cultural em música (R$ 280 mil).</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Cada proponente pode inscrever até 4 projetos, mas só poderá ter aprovados apenas 2 projetos, desde que a soma deles não ultrapasse R$ 250 mil. Caso um proponente tenha mais de dois projetos aprovados, serão desclassificados os projetos de menor pontuação. Além disso, considerando todos os editais do Funcultura (Música, Geral, Audiovisual, Microprojeto Cultural e Patrimônio Cultural), o proponente poderá ter até 3 projetos aprovados por ano.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"><b>VAGAS </b><b>PARA MULHERES</b><b>–</b> Reafirmando seu compromisso com políticas afirmativas e com a diversidade cultural que compõe a identidade pernambucana, o Funcultura Música deste ano conta com reserva de vagas para mulheres (cis ou trans) em 5 das 9 categorias.</span></span></p>
<p align="left"> “<span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Notamos uma baixa adesão de mulheres no edital passado do Funcultura Música, e essa reserva de vagas visa a corrigir isso”, explica Clarice Andrade, Diretora de Fomento da Fundarpe e Presidente da Comissão Especial de Editais do Funcultura.</span></span></p>
<p align="left"> <span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">As cinco categorias com reserva de vagas para mulheres são: Festivais, Gravação, Produtos e Conteúdos, Formação e Capacitação e Pesquisa Cultural. Cada uma delas prioriza a participação de mulheres de diferentes formas, conforme descrito na Resolução da Comissão Deliberativa (confira aqui), mas sempre garantindo a aprovação de, no mínimo, 1 projeto em que as participantes estejam em posições de liderança ou visibilidade.</span></span></p>
<p align="left"> <span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"><b>FERNANDO DE NORONHA </b>– Outra novidade do Funcultura Música, bem como de todos os editais do Funcultura deste ano, é a inclusão de cotas de aprovação para projetos oriundos de Fernando de Noronha, como já acontecia com outras regiões do Estado (Zona da Mata, Agreste e Sertão). A proporção das vagas também está descrita na Resolução da Comissão Deliberativa.</span></span></p>
<p align="left"> “<span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Já estávamos atentos à participação de projetos de Fernando Noronha, mas resolvemos desmembrar para fortalecer a regionalização do edital, conforme determinação do Governo do Estado”, pontua Clarice Andrade.</span></span></p>
<p><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">O FUNCULTURA</span></span></strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> – Com um total de <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/governo-de-pernambuco-lanca-conjunto-de-editais-do-funcultura-2026-com-r-39-milhoes-em-investimentos/" target="_blank">R$39 milhões em investimentos neste ano</a></span></span><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">, o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE) é o principal mecanismo de fomento e difusão da produção cultural no Estado. Além do Audiovisual, ele também abrange os editais Funcultura Música, o Funcultura Geral, o Funcultura Patrimônio Cultural e Microprojeto Cultural, cujas inscrições começam em diferentes datas no mês de abril.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Implantado pelo Governo de Pernambuco, a partir do diálogo com a sociedade civil, o Funcultura PE está inserido no Sistema de Incentivo à Cultura (SIC-PE) e permitiu um grande avanço na política cultural pernambucana, tornando-a mais democrática e plural.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">O fundo tem um modelo de gestão compartilhada, que envolve a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), a Fundarpe, instituições culturais e entidades da sociedade civil representativas da classe artística.</span></span></p>
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		<title>Abertura do Pernambuco Meu País no Jardim do Cais do Sertão celebra a potência da cultura popular no Carnaval de Pernambuco 2026</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 02:47:40 +0000</pubDate>
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<dt class="wp-caption-dt"></dt>
</dl>
<div id="attachment_122906" aria-labelledby="figcaption_attachment_122906" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Artur Freire</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122906" alt="Foto: Artur Freire" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto1-607x450.jpeg" width="607" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Boi Maracatu</p></div>
<p>O &#8220;sextou&#8221; do bom folião pernambucano é cair no passo onde quer que tenha frevo e, no coração do Recife, o Jardim do Cais do Sertão abrigou um dia de abertura oficial do Carnaval de Pernambuco 2026, na capital, à altura da cultura popular do Estado. Nesta sexta-feira, 13 de fevereiro, o que se viu à beira do Rio Capibaribe foi a ancestralidade pedindo passagem para desfilar o que há de mais belo das tradições pernambucanas, aquelas sabedorias transmitidas com encantamento e afinco, de geração a geração. O palco Pernambuco Meu País no Carnaval, promovido pelo Governo do Estado de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur), consolida-se como celeiro, laboratório vivo que convida a experimentar, viver e sentir na alma as mais diversas formas de expressão das raízes culturais de Pernambuco.</p>
<p>Com o tema “A gente é festa!&#8221;, o Pernambuco Meu País proporcionou ao público uma sequência de apresentações desde o finzinho da tarde entrando pela noitada, reunindo mestres, mestras e agremiações que marcam a história da cultura popular do Estado, em uma grande celebração coletiva. Para a secretária executiva de Cultura do Estado de Pernambuco, Yasmim Neves, a abertura do palco no cenário simbólico do Recife reafirma o papel do Carnaval como política pública estruturante. “O palco Pernambuco Meu País no Cais do Sertão simboliza o compromisso do Governo de Pernambuco com a valorização da cultura popular, com o reconhecimento e protagonismo dos nossos mestres e das nossas mestras, além de promover a ocupação qualificada dos espaços públicos do Estado&#8221;, ressaltou.</p>
<div id="attachment_122901" aria-labelledby="figcaption_attachment_122901" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Artur Freire</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto8.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122901" alt="Foto: Artur Freire" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto8-607x447.jpeg" width="607" height="447" /></a><p class="wp-caption-text">Afoxé Alafin Oyó com Mãe Beth de Oxum e o Coco da Umbigada</p></div>
<p>Abrindo a programação, um encontro de Patrimônios Vivos: o Afoxé Alafin Oyó convidou Mãe Meth de Oxum com o Coco de Umbigada para uma troca potente de tradições, religiosidades e resistência cultural. Os atabaques e os cânticos embalaram o público em uma experiência que conectou passado e presente, celebrando as matrizes africanas que estruturam a cultura pernambucana. Em seguida, no chão do Jardim do Cais do Sertão, foi a vez das cores e dos movimentos do Boi Maracatu encantarem os foliões na brincadeira.</p>
<div id="attachment_122902" aria-labelledby="figcaption_attachment_122902" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Artur Freire</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto4.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122902" alt="Foto: Artur Freire" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto4-607x446.jpeg" width="607" height="446" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre João Limoeiro</p></div>
<p>O Mestre João Limoeiro, também Patrimônio Vivo do Estado, levou ao Cais do Sertão a poesia cantada e a musicalidade da ciranda, em apresentação marcada pela oralidade e sabedoria popular. Ao convidar o Mestre Josivaldo Caboclo, o encontro reforçou o papel fundamental da transmissão de saberes e da valorização dos fazedores de cultura como guardiões da memória coletiva.</p>
<div id="attachment_122903" aria-labelledby="figcaption_attachment_122903" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Artur Freire</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122903" alt="Foto: Artur Freire" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto3-607x441.jpeg" width="607" height="441" /></a><p class="wp-caption-text">Bloco Carnavalesco Misto da Saudade</p></div>
<p>Em clima de lirismo e saudade, Getúlio Cavalcanti emocionou o público ao interpretar clássicos que atravessam décadas do Carnaval pernambucano. Acompanhado pelo Bloco Carnavalesco Misto da Saudade, o artista transformou o Jardim do Cais do Sertão em coro uníssono, reafirmando a força dos blocos líricos como expressão afetiva e identitária da folia no Estado.</p>
<div id="attachment_122904" aria-labelledby="figcaption_attachment_122904" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Artur Freire</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto6.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122904" alt="Foto: Artur Freire" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto6-607x448.jpeg" width="607" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra Malassombro</p></div>
<p>A Orquestra Malassombro trouxe ao palco uma leitura contemporânea das sonoridades pernambucanas, misturando frevo, música instrumental e experimentações que dialogam com a tradição sem abrir mão da inovação. A apresentação reforçou o caráter plural da programação, que valoriza tanto as raízes quanto os novos arranjos estéticos da música produzida em Pernambuco.</p>
<div id="attachment_122905" aria-labelledby="figcaption_attachment_122905" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Artur Freire</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122905" alt="Foto: Artur Freire" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto2-607x452.jpeg" width="607" height="452" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra Popular do Recife, sob regência do maestro Ademir Araújo</p></div>
<p>Encerrando o primeiro dia, a Orquestra Popular do Recife, sob regência do maestro Ademir Araújo, elevou a energia da noite, com participações especiais de Mônica Feijó e Josildo Sá. Em um repertório vibrante, marcado pelo frevo e pela música popular pernambucana, a apresentação celebrou o espírito do Carnaval como espaço de encontro entre gerações, estilos e histórias, coroando a abertura do palco com energia e excelência musical.</p>
<p><strong>SOBRE O FESTIVAL PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País no Carnaval teve início na semana pré, entre os dias 6 e 8 de fevereiro, no Terminal Marítimo do Recife, reunindo atrações como Mestre Ambrósio, Orquestra Recife de Bambas, Gabi do Carmo, João Gomes, Alcione, Belo, Glória Groove, Nação Zumbi, Priscila Senna, Raphaela Santos, Mundo Livre S/A, entre outros nomes que celebram a diversidade musical local e nacional. Realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), o evento reafirma seu compromisso com a valorização dos artistas da terra e com o acesso democrático à cultura.</p>
<p>No período oficial do Carnaval, o festival acontece na Praça do Carmo, em Olinda, e no Jardim do Cais do Sertão, no Recife, com uma programação extensa de shows. O projeto também marca presença em municípios que já possuem eventos consolidados e recebem a identidade visual do Pernambuco Meu País no Carnaval nos palcos, como Bezerros, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Nazaré da Mata e Triunfo.</p>
<p>Em dezembro, o festival ganhou uma edição especial de Verão, passando por Camaragibe e pelo Terminal Marítimo de Passageiros, no Recife, além de integrar a programação do Réveillon em Jaboatão dos Guararapes. Já em janeiro, a iniciativa esteve em São José da Coroa Grande e na Ilha de Itamaracá, consolidando a estratégia de descentralização das políticas culturais e de estímulo ao desenvolvimento regional a partir da cultura.</p>
<p>Ao levar uma programação cultural gratuita e de grande porte a municípios fora do eixo da capital, o festival materializa a diretriz de democratização do acesso à cultura adotada pela gestão estadual. O projeto impacta diretamente cadeias produtivas como turismo, comércio, serviços, hospedagem e economia criativa, gerando renda, empregos temporários e visibilidade para os territórios.</p>
<p>Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o Pernambuco Meu País reforça seu papel como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social. A edição de inverno do festival, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de geração de renda, emprego e transformação social.</p>
<p><strong>A PROGRAMAÇÃO SEGUE NO JARDIM DO CAIS DO SERTÃO</strong></p>
<p><strong>Palco Pernambuco Meu País no Carnaval</strong></p>
<p><strong>14/02 (sábado)</strong><br />
15h30 &#8211; Maracatu de Baque Solto Águia de Ouro<br />
16h &#8211; Afoxé Tela Oko Ara Ejibó<br />
17h &#8211; O Bonde Bloco Carnavalesco Lírico<br />
18h &#8211; Frevo a dois<br />
19h &#8211; Briê convida Siba Puri<br />
20h30 &#8211; Banca Ave Sangria</p>
<p><strong>15/02 (domingo)</strong><br />
15h30 &#8211; Urso Cangaçá de Água Fria<br />
16h &#8211; Coco Miudinho da Xambá (Patrimônio) convida Cila do Coco<br />
17h &#8211; Cacau e Lulu e Manguebitinho<br />
18h &#8211; Zeca Cirandeiro<br />
19h &#8211; Antúlio Madureira<br />
20h30 &#8211; Renata Rosa convida Caetana</p>
<p><strong>16/02 (segunda-feira)</strong><br />
15h30 &#8211; Maracatu de Baque Solto Estrela da Serra<br />
16h &#8211; Afoxé Povo de Ogunté<br />
17h &#8211; Samba de Coco Raízes de Arcoverde convida Pretinha do Congo (Patrimônios)<br />
18h &#8211; Adiel Luna e Coco Camará convida Poli<br />
19h &#8211; Fabiana Santiago<br />
20h30 &#8211; Cordel do Fogo Encantado</p>
<p><strong>17/02 (terça-feira)</strong><br />
15h30 &#8211; Boi Fantástico<br />
16h &#8211; Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu (Patrimônio)<br />
17h &#8211; Bloco Carnavalesco Misto Flor da Lira de Olinda<br />
18h &#8211; Afoxé Filhos de Dandalunda<br />
19h &#8211; Ciel Santos<br />
20h30 &#8211; Banda Eddie</p>
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		<title>Virgulados lança o terceiro ato de seu novo disco com incentivo do Funcultura</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 17:02:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A banda pernambucana Virgulados lança Autorretrato, o terceiro e último ato de seu novo disco, encerrando a viagem poética iniciada nos trilhos de O Trem de Belo Jardim. Este capítulo final representa o retorno do trem à sua origem — não apenas geográfica, mas simbólica — um movimento de volta a si, à memória e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122760" aria-labelledby="figcaption_attachment_122760" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/capa-4-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-122760" alt="Virgulados" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/capa-4-2-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Virgulados</p></div>
<p>A banda pernambucana Virgulados lança Autorretrato, o terceiro e último ato de seu novo disco, encerrando a viagem poética iniciada nos trilhos de O Trem de Belo Jardim. Este capítulo final representa o retorno do trem à sua origem —<br />
não apenas geográfica, mas simbólica — um movimento de volta a si, à memória e à identidade.</p>
<p>Com três faixas — Autorretrato, Ataques e Diário de bordo — o ato final funciona como uma síntese da jornada apresentada ao longo do projeto. A faixa-título conta com a participação do rapper PRKILLA, cuja presença amplia o diálogo entre poesia falada, música e palavra urbana, adicionando camadas de intensidade e crítica à narrativa.</p>
<p>Produzido por Benke Ferraz e gravado com incentivo do Funcultura-PE, o trabalho reafirma a identidade estética dos Virgulados ao unir rock, MPB e poesia falada em uma linguagem autoral e performática. Se no primeiro ato o trem partia e no segundo cruzava destinos, agora ele retorna ao ponto de partida transformado, carregando as marcas da travessia. O terceiro ato já está disponível em todas as plataformas de música e encerra O Trem de Belo Jardim como um percurso completo de som e palavra, onde o deslocamento externo dá lugar à introspecção e à afirmação de si.</p>
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		<title>Polo Hip Hop movimenta as prévias do Carnaval do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 15:27:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os quatro elementos da cultura Hip Hop se unem ao Frevo em mais um Carnaval do Recife. O encontro acontece no Cais Alfândega, que abriga mais uma edição do Polo Hip Hop, espaço que enaltece a produção de artistas da Região Metropolitana com uma programação gratuita. Neste ano, além de shows de nomes como Mago [...]]]></description>
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<div id="attachment_122757" aria-labelledby="figcaption_attachment_122757" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Faces-do-Subúrbio_DivulgaçãoPoloHipHop.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122757" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Faces-do-Subúrbio_DivulgaçãoPoloHipHop-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Faces do Subúrbio</p></div>
<p>Os quatro elementos da cultura Hip Hop se unem ao Frevo em mais um Carnaval do Recife. O encontro acontece no Cais Alfândega, que abriga mais uma edição do Polo Hip Hop, espaço que enaltece a produção de artistas da Região Metropolitana com uma programação gratuita. Neste ano, além de shows de nomes como Mago de Tarso, Cosmus, Faces do Subúrbio e Jornada de MC&#8217;s, pela primeira vez será realizada uma feira de artes visuais. A prévia está marcada para o dia 05 de fevereiro e tem início a partir das 17h.</p>
<p>Com realização da Associação Metropolitana do Hip Hop (AMH2PE), patrocínio da Prefeitura da Cidade do Recife e apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (FUNDARPE), o festival representa uma cultura que impulsiona a economia da arte e promove a inclusão social. Anualmente, o Polo reúne artistas da nova cena e veteranos em uma celebração que contempla todos os fundamentos do movimento Hip Hop: Breaking, DJ, MC e Grafite.</p>
<p>Dom Pablo, coordenador-geral da Associação Metropolitana do Hip Hop, explica que, a cada ano, o Polo busca impulsionar a produção de artistas cujas obras expressam a criatividade juventude periférica. “O Polo Hip Hop já virou tradição no Carnaval do Recife. Em mais um ano, o público vai conhecer mais o trabalho de artistas fundamentais para a ascensão desse movimento, que é tão importante para a formação política e cultural de jovens das periferias”, pontua Pablo. A Associação  atua pelo fortalecimento e difusão da cultura Hip Hop no estado por meio de ações socioculturais.</p>
<p>A programação musical destaca artistas que dialogam com as mais diversas vertentes da música negra e do Rap (Boom-bap, Trap, Drill). A rapper e compositora Cosmus está entre as atrações da edição 2026. A artista tem conquistado público com suas apresentações que unem poesia urbana e temáticas sociais. Representando a cena veterana do Hip Hop local, quem também sobe ao palco do Polo Hip Hop é KBS Marques, que já tem mais de 25 anos de carreira, em uma jornada marcada por prêmios e shows em diversas cidades do Brasil.</p>
<p>Nordestino do Recife, o rapper Mago de Tarso, que iniciou sua carreira nas batalhas de rima, também se apresenta no Polo Hip Hop. O artista, que conquistou projeção nacional, leva para o palco hits como “Carolina Freestyle”, “Magia” e “Nordestino Mesmo”. A programação recebe ainda o rapper Tiger, que apresenta o seu novo projeto “Tiger e a Patota”,  que conecta a velha escola (old school) com a nova geração do Rap em Pernambuco, que reúne nomes como Ébano, Preto SK8, Fuzi MC, Bambo Lima e DJ Marquinhos MK.</p>
<p>Uma das bandas mais representativas do cenário pernambucano e nacional, com mais de 20 anos na estrada, o Faces do Subúrbio apresenta sua música com um híbrido de Rap e Embolada no palco do Polo Hip Hop. O grupo, que tem Zé Brown e Bira nos vocais, apresenta clássicos, mas também músicas do último lançamento “Onde há fumaça há fogo”. Quem assume as pick-ups da noite é o DJ Charles, com seu estilo e performances autênticas e uma trajetória que se confunde com a história da cultura Hip Hop em Pernambuco.</p>
<p><b>Grafite e Batalha de MC&#8217;s</b><br />
Idealizada pelo lendário DJ Big, a Jornada de MC&#8217;s marca presença na programação com o formato Batalha Show, unindo rinhas, DJ set e performances artísticas, reafirmando o Hip Hop como linguagem cultural, educacional e política dentro do Carnaval do Recife. Criada em 2005, a Jornada de MC&#8217;s desenvolve uma trajetória dedicada à formação de base, à valorização da cultura urbana e à criação de oportunidades para adolescentes e jovens das periferias de Pernambuco.</p>
<p>Nadilson Monteiro, o Power 76, é o convidado desta edição para representar o elemento Grafite. Artista visual e plástico, muralista e ilustrador, Power é arte-educador e ministra oficinas formativas, além de ser membro das crews UBI ZULU BAMBAATAA e UNIVERSAL ZULU NATION.</p>
<p>Além do grafiteiro, pela primeira vez, o Polo Hip Hop abre espaço para mais artistas visuais por meio da realização de uma feirinha, que ficará localizada no Cais Alfândega. A curadoria é assinada pelo grafiteiro Galo de Souza.</p>
<p><b>Homenagens</b><br />
O Polo Hip Hop também preparou uma homenagem a três importantes nomes da cultura pernambucana. O rapper Samuel Negão, o DJ Nuno e a produtora cultural Lia Menezes receberão um tributo póstumo durante o festival. Samuel, falecido em dezembro de 2025, participou da formação de diversos grupos pernambucanos e foi vocalista da banda Faces do Subúrbio, que lidera a homenagem ao músico. Já DJ Nuno, que será homenageado pela Cypher Battle , era conhecido por sua atuação precursora na cena Hip Hop do Recife, tendo integrado, na década de 1990, grupos lendários de Breakdance como Rockboys. Uma das fundadoras do Maracatu Nação Pernambuco, a artesã Lia Menezes, falecida em outubro de 2025, receberá um tributo da diretoria da Associação Metropolitana do Hip Hop.</p>
<p><b>SERVIÇO:</b><br />
<b>POLO HIP HOP 2026</b><br />
Data: 05/02, a partir das 17h<br />
Local: Cais Alfândega</p>
<p><b>Programação:</b><br />
KBS Marques<br />
Cosmus<br />
Dj Big/jornada de Mc&#8217;s<br />
Cypher Battle<br />
Tiger e a Patota<br />
Faces do Subúrbio<br />
Mago de Tarso</p>
<p>DJ set: DJ Charles<br />
Feira de Artes Visuais<br />
Homenagens</p>
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		<title>Edital de Multilinguagens da Política Nacional Aldir Blanc cresce 44,5% no número de adesão ao Ciclo II e amplia acesso à cultura em Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/edital-de-multilinguagens-da-politica-nacional-aldir-blanc-cresce-445-no-numero-de-adesao-ao-ciclo-ii-e-amplia-acesso-a-cultura-em-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Edital de Multilinguagens, do Ciclo II da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), registrou aumento de adesão em Pernambuco. Ao todo, foram 3.255 inscrições válidas, um crescimento de 44,5% em comparação ao primeiro ciclo, que registrou 2.252 propostas. Com incentivo do Governo Federal, o resultado traduz o compromisso do Governo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Edital-de-Multilinguagens.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122688" alt="Edital de Multilinguagens" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Edital-de-Multilinguagens-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: left;" align="center">O Edital de Multilinguagens, do Ciclo II da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), registrou aumento de adesão em Pernambuco. Ao todo, foram 3.255 inscrições válidas, um crescimento de 44,5% em comparação ao primeiro ciclo, que registrou 2.252 propostas. Com incentivo do Governo Federal, o resultado traduz o compromisso do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), em ampliar o acesso às políticas culturais e fortalecer a diversidade de expressões artísticas em todo o estado.</p>
<p style="text-align: left;">Com investimento total de R$ 19,5 milhões, a iniciativa visa apoiar projetos individuais e coletivos que movimentem cadeias produtivas, impulsionem economias locais e ampliem o acesso da população às artes, da tradição à contemporaneidade. Em Pernambuco, o aumento no quantitativo de propostas demonstra a confiança do setor cultural nas políticas públicas e na capacidade do edital de alcançar diferentes territórios, linguagens e públicos.</p>
<p>“O crescimento na adesão ao Multilinguagens mostra que a política cultural está chegando onde precisa chegar. São mais artistas, produtores e coletivos confiando nos nossos editais, participando, acessando e movimentando a cultura nos seus territórios. Isso é resultado da gestão Raquel Lyra, que aposta na democratização, na escuta e no retorno concreto para quem faz cultura no dia a dia. A Política Nacional Aldir Blanc, em Pernambuco, tem ampliado alcance, fortalecido redes e reafirmado a cultura como direito, trabalho e desenvolvimento para o nosso estado”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p>As propostas inscritas contemplam uma ampla diversidade de segmentos artístico-culturais, como Audiovisual, Artesanato, Artes Circenses, Artes Visuais, Cultura Popular e Tradicional, Cultura LGBTQIAPN+, Cultura Periférica, Dança, Design, Fotografia, Gastronomia, Literatura, Moda, Música, Ópera, Patrimônio e Teatro, reafirmando o caráter plural do edital.</p>
<p>Com esse avanço, a Secult-PE consolida uma política de fomento orientada pela inclusão, pela descentralização e pelo reconhecimento da cultura como direito e vetor de desenvolvimento para Pernambuco. Mais informações sobre o Edital de Multilinguagens estão disponíveis no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a> e no <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2819#info">Mapa Cultural de Pernambuco</a>.</p>
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		<title>Pernambuco Meu País Verão chega a São José da Coroa Grande e reforça a cultura como política pública de desenvolvimento regional</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 12:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[Litoral sul]]></category>
		<category><![CDATA[pernambuco é meu país]]></category>
		<category><![CDATA[São José da Coroa Grande]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), com apoio da Prefeitura de São José da Coroa Grande, realiza, nos dias 16, 17 e 18 de janeiro, a edição de verão do Pernambuco Meu País, na Praça Constantino Gomes, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Dani-Pedrosa-Secult-PE-Divulgação.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122589" alt="Dani Pedrosa - Secult-PE-Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Dani-Pedrosa-Secult-PE-Divulgação-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), com apoio da Prefeitura de São José da Coroa Grande, realiza, nos dias 16, 17 e 18 de janeiro, a edição de verão do <strong>Pernambuco Meu País</strong>, na Praça Constantino Gomes, área central do município do Litoral Sul do estado. A iniciativa integra uma política estruturada de valorização da cultura como instrumento de desenvolvimento regional, inclusão social e fortalecimento das economias locais.</p>
<p dir="ltr">Ao levar uma programação cultural gratuita e de grande porte a um município fora do eixo da capital, o festival materializa a diretriz de democratização do acesso à cultura adotada pela gestão da governadora Raquel Lyra, ampliando o alcance das políticas culturais e promovendo a interiorização das ações públicas. O projeto impacta diretamente cadeias produtivas como turismo, comércio, serviços, hospedagem e economia criativa, gerando renda, empregos temporários e visibilidade para os territórios.</p>
<p dir="ltr">A edição de verão do Pernambuco Meu País está inserida em um calendário contínuo de ocupação cultural do estado. Em dezembro, o festival passou por Camaragibe e pelo Terminal Marítimo de Passageiros, no Recife, além de integrar a programação do Réveillon em Jaboatão dos Guararapes. Agora em janeiro, a iniciativa avança para São José da Coroa Grande e Ilha de Itamaracá, consolidando uma estratégia de descentralização das políticas culturais e de estímulo ao desenvolvimento regional a partir da cultura.</p>
<p dir="ltr">Para a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, a chegada do festival ao Litoral Sul marca a abertura do calendário de grandes shows de 2026 e reafirma o papel da cultura como eixo estratégico das políticas públicas estaduais. &#8220;O Pernambuco Meu País reafirma, a cada edição, sua força como espaço de encontro entre o público e a diversidade da nossa produção cultural. Iniciar 2026 em São José da Coroa Grande, no Litoral Sul, com um line-up que reúne artistas consagrados e novas expressões da música brasileira, é também impulsionar a economia criativa. É nesse diálogo entre tradição, inovação e diversidade que a cultura se consolida como um eixo estratégico para o desenvolvimento do Estado”, afirma a gestora, ressaltando ainda que toda a programação é gratuita.</p>
<p dir="ltr">Sob a perspectiva do turismo como indutor do desenvolvimento regional, o secretário estadual de Turismo e Lazer, Kaio Maniçoba, destaca que o festival fortalece o fluxo turístico interno e regional. &#8220;O Festival Pernambuco Meu País vem fomentando o turismo em todo o nosso estado. É um evento que movimenta a economia e beneficia tanto o turista quanto o povo de São José da Coroa Grande e das cidades vizinhas, que podem participar de um evento multicultural com artistas nacionais e locais”. O secretário acrescenta que se trata de “um trabalho coletivo do Governo Raquel Lyra”, com foco em apresentar as belezas naturais e culturais de Pernambuco, estimulando o retorno dos visitantes e a geração contínua de emprego e renda.</p>
<p dir="ltr">O presidente da Empetur, Eduardo Loyo, ressalta que a inclusão de São José da Coroa Grande no circuito do Pernambuco Meu País fortalece a estratégia de diversificação dos destinos turísticos do estado. “São José da Coroa Grande passa a integrar o Pernambuco Meu País com protagonismo. O festival ativa a economia, gera visibilidade e reafirma a vocação do município para receber grandes eventos”, caracterizando a iniciativa como “uma ação estruturada, que valoriza a região e transforma o turismo e cultura em desenvolvimento econômico e social”.</p>
<p dir="ltr">Do ponto de vista das políticas culturais, a diretora-geral do Festival Pernambuco Meu País, Carla Pereira, destaca a importância da interiorização das ações e da valorização da diversidade cultural. &#8220;Expandir o Pernambuco Meu País para diferentes regiões do estado é fortalecer os territórios e reconhecer a pluralidade cultural de Pernambuco, e a edição de verão amplia esse movimento ao chegar ao Litoral Sul, estimulando a economia criativa e promovendo um encontro direto entre artistas, tradições e públicos diversos”.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Timbalada-Divulgação.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122591" alt="Timbalada - Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Timbalada-Divulgação-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">A programação em São José da Coroa Grande tem início na sexta-feira (16), na Praça Constantino Gomes, com uma celebração da música produzida no estado. A partir das 18h, o Bloco Carnavalesco Lírico Cordas e Retalhos abre os shows na cidade, seguido por  Ed Carlos, às 19h. Nena Queiroga assume o comando às 20h30, e aquece o palco para a apresentação de O Grande Encontro, com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença, às 22h20, com José Augusto encerrando a partir das 0h30. A discotecagem da noite fica por conta do DJ Bobe.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/O-Grande-Encontro-reune-Alceu-Valenca-Elba-Ramalho-e-Geraldo-Azevedo-no-BeFly-Hall-antigo-Chevrolet-Hall.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122590" alt="O-Grande-Encontro-reune-Alceu-Valenca-Elba-Ramalho-e-Geraldo-Azevedo-no-BeFly-Hall-antigo-Chevrolet-Hall" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/O-Grande-Encontro-reune-Alceu-Valenca-Elba-Ramalho-e-Geraldo-Azevedo-no-BeFly-Hall-antigo-Chevrolet-Hall-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">No sábado (17), a festa começa às 18h com o Maracatu Nação Camaleão, seguido por Juarez, às 19h. A artista Nathália Calasans vem em seguida às 20h30, entendendo o fenômeno Zezo, às 22h30, com encerramento ficando por conta de Timbalada, às 0h30. A discotecagem é comandada pelo DJ Baloo.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação, o domingo (18) traz um esquenta para o Carnaval, com a Troça Carnavalesca Pitombeira dos Quatro Cantos, a partir das 18h, seguida pela cantora Helena Cristina, às 19h. Na sequência, o palco será comandado pelo pagode, com o Grupo Revelação, às 20h30, Alexandre Pires, às 22h30, e Ferrugem, que fecha a noite à 0h30. A discotecagem do último dia fica a cargo do DJ Salvador.</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação Pernambuco Meu País Verão &#8211; São José da Coroa Grande:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>16/01 – Sexta-feira</strong></p>
<p dir="ltr">18h &#8211; Bloco Carnavalesco Lírico Cordas e Retalhos</p>
<p dir="ltr">19h -  Ed Carlos</p>
<p dir="ltr">20h30 &#8211; Nena Queiroga</p>
<p dir="ltr">22h20 &#8211; O Grande Encontro, com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença</p>
<p dir="ltr">00h30 &#8211; José Augusto</p>
<p dir="ltr">DJ Bobe nos intervalos</p>
<p dir="ltr"><strong>17/01 – Sábado</strong></p>
<p dir="ltr">18h &#8211; Maracatu Nação Camaleão</p>
<p dir="ltr">19h &#8211; Juarez</p>
<p dir="ltr">20h30 &#8211; Nathália Calasans</p>
<p dir="ltr">22h30 &#8211; Zezo</p>
<p dir="ltr">00h30 &#8211; Timbalada</p>
<p dir="ltr">DJ Baloo nos intervalos</p>
<p dir="ltr"><strong>18/01 – Domingo</strong></p>
<p dir="ltr">18h &#8211; Troça Carnavalesca Pitombeira dos Quatro Cantos</p>
<p dir="ltr">19h &#8211; Helena Cristina</p>
<p dir="ltr">20h30 &#8211; Grupo Revelação</p>
<p dir="ltr">22h30 &#8211; Alexandre Pires</p>
<p dir="ltr">00h30 &#8211; Ferrugem</p>
<p dir="ltr">DJ Salvador nos intervalos</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mestre Anderson Miguel segue com turnê de lançamento em janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 13:06:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ciranda]]></category>
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		<category><![CDATA[Maracatu]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Anderson Miguel]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois do lançamento oficial do seu novo álbum, Encanto e Poesia, o cirandeiro e mestre de maracatu Anderson Miguel segue em turnê de divulgação, com uma agenda de shows movimentada em Pernambuco e em outros estados. Assim, no dia 10 de janeiro, Mestre Anderson se apresenta no terreiro do Engenho Cumbe, em Nazaré da Mata, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do lançamento oficial do seu novo álbum, Encanto e Poesia, o cirandeiro e mestre de maracatu Anderson Miguel segue em turnê de divulgação, com uma agenda de shows movimentada em Pernambuco e em outros estados. Assim, no dia 10 de janeiro, Mestre Anderson se apresenta no terreiro do Engenho Cumbe, em Nazaré da Mata, como parte da celebração dos 108 anos do Maracatu Cambinda Brasileira, o maracatu rural (de baque solto) mais antigo em atividade no país, do qual, inclusive, ele é mestre.</p>
<p>O disco foi lançado pelo selo Terno da Mata e incentivado pelo Funcultura, Lei Paulo Gustavo, Fundarpe, Secretaria de Cultura de Pernambuco, Ministério da Cultura e Governo Federal. Na obra, o artista explora temas que dialogam com experiências humanas, cotidiano e vivências que ultrapassam a Zona da Mata, sempre com a ciranda como linguagem central.</p>
<p>A festa também contará com a presença do Cavalo Marinho Boi Estrela, a Ciranda Raiz da Mata Norte e ticiqueiros. A realização é da Terno da Mata Produções, com incentivo do Funcultura, Fundarpe e Ministério da Cultura, por meio do Governo do Estado de Pernambuco.</p>
<p>A agenda movimentada vem na esteira de uma circulação que começou no Sudeste e seguiu por Pernambuco. No início de dezembro, Anderson se apresentou no Sesc Vila Mariana (dias 4 e 6) e no Sesc Bauru (dia 7), levando o maracatu rural para o público paulista. De volta ao estado natal, o mestre cirandeiro participou da Festa da Padroeira, em Ferreiros, no dia 8, dos festejos natalinos da Avenida Rio Branco, no dia 12, se apresentou em Murupé, em Vicência, no dia 13, e ainda marcou presença, no dia 14, em shows realizados nos municípios de Nazaré da Mata e Lagoa do Carro.</p>
<p>Com apenas 30 anos, Anderson Miguel vive um momento de destaque, reafirmando-se como um dos grandes nomes de sua geração na cultura popular. O novo álbum, Encanto e Poesia, já disponível nas principais plataformas de streaming, reforça essa fase. O trabalho reúne participações de Lia de Itamaracá, Mestre Canarinho e Laís de Assis, com direção musical de Guilherme Otávio e Jorge Klebeson — professores e músicos de sopro da Ciranda Raiz da Mata Norte.</p>
<p>&nbsp;</p>
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