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	<title>Portal Cultura PE &#187; musical</title>
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		<title>Musical negro tem trilha sonora ao vivo do Grupo Bongar em sessão gratuita neste sábado (4) no Centro Cultural Bongar</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2023 15:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O espetáculo O Irôko, a Pedra e o Sol, do Grupo O Poste Soluções Luminosas, com músicas do Grupo Bongar e o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), é apresentado no Centro Cultural Bongar &#8211; Nação Xambá, n este sábado (4), às 18h30, em sessão gratuita. O elenco é formado inteiramente por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106202" aria-labelledby="figcaption_attachment_106202" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">@ga_olho</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/GAO044811.jpg"><img class="size-medium wp-image-106202" alt="@ga_olho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/GAO044811-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Elenco do espetáculo O Irôko, a Pedra e o Sol</p></div>
<p>O espetáculo <em>O Irôko, a Pedra e o Sol</em>, do Grupo O Poste Soluções Luminosas, com músicas do Grupo Bongar e o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), é apresentado no Centro Cultural Bongar &#8211; Nação Xambá, n este sábado (4), às 18h30, em sessão gratuita. O elenco é formado inteiramente por artistas negros e o musical tem trilha sonora composta por Thúlio Xambá e Beto da Xambá, tocada ao vivo pelo Grupo Bongar, explorando temas como racismo, intolerância religiosa, violência, homofobia e o amor.<br />
<em>O Irôko, a Pedra e o Sol</em> é uma encenação que integra a pesquisa O Corpo Ancestral dentro da Cena Contemporânea do Grupo O Poste. Reúne referências da cultura de matriz afrodiásporicas e afroindígena pelo viés artístico-teatral-vocal para contar a história de amor dos jovens Severino e Sebastião, que moram em uma pequena comunidade quilombola evangelizada do Sertão. Um espetáculo que fala de amor, intolerância religiosa e da catequização dos quilombos no Brasil descaracterizando assim a ancestralidade dos povos quilombolas.</p>
<p><strong>AS MÚSICAS -</strong> Com letras do próprio autor Samuel Santos, as 15 músicas foram exclusivamente criadas por Beto da Xambá e Thúlio Xambá para o espetáculo do Grupo Bongar que ainda tem Meme Bongar, Paulo Henrique da Xambá, Yngrid da Xambá. São ritmos que perpassam por músicas de terreiro de matriz africana, blues, coco, aboios e toadas.<br />
O Grupo Bongar nasceu em 2001 com a proposta de revelar toda a musicalidade tradicional que permeia o universo da Comunidade Quilombola Xambá. O Bongar é formado por integrantes da Nação de candomblé Xambá, único Terreiro dessa linhagem africana que se tem conhecimento no Brasil, localizado, desde 1930, em Pernambuco.<br />
A peça, que circulou com apresentações únicas pelo Estado, passando pelos municípios de Garanhuns, Jaboatão dos Guararapes e Arcoverde, em 2022 foi vencedora do Prêmio Nacional Sesc de Artes Cênicas e agora encerra as apresentações pelo Funcultura no Centro Cultural Bongar &#8211; Nação Xambá levando a obra a espaços ancestrais e assim contemplando todos os públicos.</p>
<p><strong>O POSTE -</strong> O grupo O Poste Soluções Luminosas é um grupo de artistas pretos cujas produções artísticas e pesquisas teatrais são construídas no resgate da matriz africana com base em uma ancestralidade corporal e vocal. Com a linha da antropologia teatral, que referencia a cultura africana, afro-brasileira, com fortes referências dos povos de terreiro, o grupo trabalha dentro da pesquisa que desenvolveram, intitulada O Corpo Ancestral Dentro da Cena Contemporânea, traçando um paralelo entre as representações dos Orixás nos terreiros de candomblé e umbanda pelo viés artístico-teatral.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficha técnica:</strong></span></p>
<p>Texto, direção, letras, cenário, iluminação: Samuel Santos<br />
Composições musicais: Beto da Xambá e Thúlio Xambá<br />
Grupo Bongar: Meme Bongar, Paulo Henrique da Xambá, Yngrid da Xambá, Beto Xambá e Thúlio Xambá<br />
Figurino: Agrinez Melo<br />
Preparadora musical: Surama Ramos<br />
Preparadora de dança afro e direção de movimentos: Darana Costa<br />
Operação de luz: André Cordeiro<br />
Contrarregra: O Postinho<br />
Maquinista: Katia Virginia<br />
Fotografias: @ga_olho<br />
Elenco: Agrinez Melo, Naná Sodré, Vanise Souza, Gil Paz, Pedro Félix, Talles Ribeiro, Fernanda Spíndola, Ariel Sobral, Ester Soares, Jully, Lucas Oliveira, Thallis Ítalo</p>
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		<title>Aria Social volta a encenar o musical &#8220;Capiba: pelas ruas eu vou&#8221; no Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 20:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ária Social]]></category>
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		<description><![CDATA[O musical Capiba: pelas ruas eu vou está de volta aos palcos da cidade. O espetáculo marca os 30 anos do projeto Aria Social (@projetoariasocial) e será encenado no Teatro de Santa Isabel, nos dias 25/3 (sábado), às 17h e 20h, e 26/3 (domingo), às 17h. A montagem celebra a versatilidade da obra do músico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-07-at-17.09.39.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99496" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-07-at-17.09.39-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>O musical <em>Capiba: pelas ruas eu vou</em> está de volta aos palcos da cidade. O espetáculo marca os 30 anos do projeto Aria Social (<a href="https://www.instagram.com/projetoariasocial/" target="_blank"><strong>@projetoariasocial</strong></a>) e será encenado no Teatro de Santa Isabel, nos dias 25/3 (sábado), às 17h e 20h, e 26/3 (domingo), às 17h.</p>
<p>A montagem celebra a versatilidade da obra do músico pernambucano, que vai do frevo às canções eruditas, com dança, teatro e música ao vivo. Tudo isso, com a participação de 43 bailarinos, cantores e uma orquestra de câmara.</p>
<p>Os ingressos, que têm renda revertida para o Aria Social, custam R$ 25 (meia-entrada) e R$ 50 (inteira) e podem ser adquiridos antecipadamente pelo <a href="https://www.sympla.com.br/eventos?s=capiba&amp;tab=eventos" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Musical <em>Capiba: pelas ruas eu vou</em> &#8211; Aria Social<br />
Quando: 25 de março (sábado), às 17h e às 20h; 26 de março (domingo), às 17h<br />
Onde: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n &#8211; Santo Antônio, Recife &#8211; PE)<br />
Ingressos: R$ 25 (meia-entrada) e R$ 50 (inteira), disponíveis no <a href="https://www.sympla.com.br/eventos?s=capiba&amp;tab=eventos" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a></p>
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		<title>&#8220;Dorinha, meu amor&#8221; estreia no Teatro Arraial Ariano Suassuna</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 15:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É teatro, mas é show, mas tem história, mas tem música, mas tem personagens, e tem o talento arrebatador de Isadora Melo em performance criada por João Falcão especialmente para ela. Dorinha, meu amor, que estreia nesta quinta-feira (7), às 20h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, é mais uma criação inédita de João criado no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53275" aria-labelledby="figcaption_attachment_53275" class="wp-caption img-width-388 alignright" style="width: 388px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renato Filho/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/musical-dorinha-meu-amor-foto-renato-filho-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-53275 " alt="Renato Filho/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/musical-dorinha-meu-amor-foto-renato-filho-divulgacao-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Isadora Melo divide o palco com os músicos Juliano Holanda e Rafael Marques</p></div>
<p>É teatro, mas é show, mas tem história, mas tem música, mas tem personagens, e tem o talento arrebatador de Isadora Melo em performance criada por João Falcão especialmente para ela. <em>Dorinha, meu amor</em>, que estreia nesta quinta-feira (7), às 20h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, é mais uma criação inédita de João criado no Recife, lugar de onde veio e para onde voltou tantas vezes em busca de gente talentosa, jamais se desapontando.</p>
<p>O musical reúne no palco a cantora Isadora Melo, Juliano Holanda (Guitarra) e Rafael Marques (Bandolim) e fica em cartaz todas as quintas-feiras de setembro e outubro. Dorinha é uma personagem que conta várias histórias, conta os amores e paixões de todas as mulheres que cabem dentro dela, sempre costurando ao texto músicas populares de compositores brasileiros dos últimos 100 anos. Nomes como Antônio Maria, Accioly Neto, Lupicínio Rodrigues, Alceu Valença, Chico Buarque, Isolda, Roberto Carlos e Juliano Holanda estão entre os compositores que serão cantados no palco do Arraial.</p>
<p>Nascido em Pernambuco e morando no Rio de Janeiro há mais de 20 anos, João Falcão mantém a relação com a terra onde nasceu não só pelos laços afetivos, mas também por identificar aqui uma grande potência artística, sempre encontrando gente talentosa. O <em>Dorinha, meu amor</em> é prova desse encontro. Cada apresentação conta ainda com um convidado especial. Na estreia, quem sobe no palco ao lado de Isadora é Jr. Black e, ao longo da temporada, participam Zé Manoel, Ylana Queiroga, Rafael Cavalcanti, Isaar, Thiago Martins, Almério e Flaira Ferro.</p>
<p>O trabalho ainda carrega uma característica mais intimista em consequência da opção por um formato menor, por uma criação independente, e também pelas parcerias e amizades estabelecidas ao longo do processo com o elenco. Esse caminho influenciou o formato de financiamento (parcial) do trabalho, um crowdfunding, iniciado em julho e finalizado em setembro deste ano.</p>
<p>Os ingressos para a estreia estão esgotados, mas seguem à venda para as outras sessões no <a href="https://www.sympla.com.br/" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br</strong></a>, a partir do dia 8 de setembro e na bilheteria do teatro, 2 horas antes do início do espetáculo. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada). <em>Dorinha, Meu Amor</em> é uma realização da MaquinaMaquina Produções Artísticas e tem apoio do Oma Bistrô, Cidade Jardim, Bar do Neno e Lula, Ilha da Kosta, Monte Festa, Guaiamum Gigante, Farol Ateliê de Luz, Vinho Club e Concha y Toro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Musical <em>Dorinha, meu amor</em><br />
Estreia: quinta-feira (7), às 20h<br />
Em cartaz: 14, 21, 28 de setembro | 5, 12, 19 e 26 de outubro<br />
Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457 – Boa Vista &#8211; Recife/PE)<br />
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)<br />
Mais inforamções (81) 3184-3057 | Facebook e Instagram: @dorinhameuamor</p>
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		<title>Musical &#8220;Presente de Vô&#8221; será encenado no Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2015 15:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O grupo mineiro Ponto de Partida chega ao Recife, junto com o coro Meninos de Araçuaí, do Vale do Jequitinhonha, para apresentar, sábado (28), às 20h30, e domingo (29), às 18h30, o musical Presente de Vô, no Teatro Santa Isabel. A montagem é composta por 50 artistas, em 1h20 de espetáculo, com o repertório assinado pelo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo mineiro Ponto de Partida chega ao Recife, junto com o coro Meninos de Araçuaí, do Vale do Jequitinhonha, para apresentar, sábado (28), às 20h30, e domingo (29), às 18h30, o musical <em>Presente de Vô</em>, no Teatro Santa Isabel. A montagem é composta por 50 artistas, em 1h20 de espetáculo, com o repertório assinado pelo grupo Pau Brasil, numa mistura de cirandas, guaranis, cantigas de ninar africanas, batuques aprendidos com avós do Vale do Jequitinhonha; aleluias misturadas a vozes indígenas, Tom Jobim, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Milton Nascimento; canções do folclore português &#8211; ou recolhidas nas andanças antropológicas de Mário de Andrade &#8211; e músicas compostas originalmente para a trilha sonora de uma história fantasiosa que nos faz olhar, com um carinho muito especial, para a nossa herança cultural.</p>
<div id="attachment_31855" aria-labelledby="figcaption_attachment_31855" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Walmir Damasceno/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/Presente-de-Vo-Foto-Walmir-Damasceno.jpeg"><img class="size-medium wp-image-31855" alt="Walmir Damasceno/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/Presente-de-Vo-Foto-Walmir-Damasceno-607x430.jpeg" width="607" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo reúne 50 artistas no palco</p></div>
<p>A encenação dispensa os grandes cenários, efeitos especiais e maquinarias para dar lugar ao faz de conta. Assim, constrói-se basicamente com panos que ora são noivas, arco-íris, recordações e também com singelos elementos de infância. Os figurinos visitaram os baús dos avós para deles acordar rendas, tecidos, crochês e modelagens. A luz dá um tom mágico à obra, levando o público sempre a um lugar onde tudo é possível. Com uma formação de teclado, violão, sopro e bateria, a música é toda executada ao vivo, com arranjos poderosos e uma trilha incidental que deixa tudo muito mais divertido.</p>
<p><strong>Enredo</strong><br />
O espetáculo se passa no “país secreto onde moram os meninos&#8221;. Lá existe a oficina fantástica do velho Cambeva, um restaurador de sonhos e lembranças, onde um Realejo espera ser consertado. Enquanto isso, Temporina, uma doce senhorinha, parte em busca das recordações de sua infância, e a pequena Deolinda, a neta do restaurador, ao lado de Tuzébio, seu ajudante desajeitado, tentam descobrir qual é o <em>Presente de Vô</em> que ela ganhará no seu aniversário.</p>
<p>Além da Oficina de Cambeva, o universo fantástico é habitado pelas <em>Sonhambulantes</em>, três divertidas irmãs que sofrem da doença (ou do dom) de viver no sonho; Zalém e Calunga, nativos do <em>Para Sempre</em>, andam pelo mundo a recolher e catalogar lembranças e há também a Maria Metade e seus Meninos encantados, que são e sempre serão crianças, pois habitam as histórias.</p>
<p>Foi assim que o Ponto de Partida e os Meninos de Araçuaí escolheram celebrar 15 anos de sua parceria: entregando às novas e futuras gerações um legado que lhes pertence e determina e que só pode ser passado de avô para neto através de uma trilha invisível que apenas o afeto sabe percorrer ou a fantasia. As músicas, então, alinhavam uma trama com personagens que vivem situações absurdas e divertidas acerca da perda ou do resgate das lembranças e dos sonhos.</p>
<p><strong>Companhia</strong><br />
Ponto de Partida é um grupo de teatro fundado em Barbacena, em 1980, por artistas que decidiram que não deixariam a cidade, mas também não aceitariam os limites da província. Assim, tornou-se uma companhia de repertório itinerante e independente com 20 profissionais em exercício permanente. Criou e sistematizou métodos e processos de produção e criação e desenvolveu uma linguagem própria e uma dramaturgia brasileira que sustenta seus 35 espetáculos.</p>
<p>Nestes anos, a companhia trabalhou com figuras referenciais da cultura brasileira como Milton Nascimento, Fernanda Montenegro, Sérgio Britto, Paulo Gracindo, Jorge Amado, Manoel de Barros, Álvaro Apocalypse, Adélia Prado, Bartolomeu Campos de Queirós, Dori Caymmi e outros.</p>
<p>Fiel às suas origens de movimento cultural, atualmente o Ponto de Partida é responsável direto pela formação ou o trabalho de 323 pessoas que se dividem e se somam em suas diversas atividades e projetos, como a Bituca: Universidade de Música Popular e os Meninos de Araçuaí. O Grupo acaba de inaugurar a Estação Ponto de Partida, no conjunto arquitetônico que abrigou a Sericícola, segunda fábrica de seda do Brasil, celebrando seus 35 anos.</p>
<p><strong>Meninos de Araçuaí</strong> é um coro criado como ação complementar do trabalho educacional do Projeto Ser Criança, mantido no Vale do Jequitinhonha pelo Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD), uma ONG que, pela excelência do seu trabalho, conquistou o reconhecimento internacional e, entre tantos prêmios, o que nomeou seu Presidente, Tião Rocha, Empreendedor Social Brasileiro, em 2007.</p>
<p>Há dezesseis anos, o Ponto de Partida assumiu o trabalho e a direção artística desse coro. Desde então, os Meninos de Araçuaí se exercitam num processo de formação permanente com o Grupo. Têm aulas de música, percussão, voz, dança e interpretação e trabalham com grandes artistas mineiros. Montaram, com o Ponto de Partida, cinco espetáculos que lotaram plateias por esse mundo afora, apresentaram-se nos espaços mais significativos do Brasil e na França, gravaram seis CDs e dois DVDs. Já dividiram palcos com Gilberto Gil e Milton Nascimento que, desde <em>Ser Minas tão Gerais</em>, está sempre misturado às suas vidas e ao seu trabalho.</p>
<div dir="ltr"><span style="color: #000000;"><b>Serviço<br />
</b>Espetáculo Presente de Vô, da cia Ponto de Partida, de Barbacena (MG)</span></div>
<div dir="ltr"><span style="color: #000000;">Quando: sábado (28), às 20h30, e domingo (29), às 18h30<br />
</span></div>
<div dir="ltr"><span style="color: #000000;">Local: Teatro Santa Isabel (Praça da República s/n – Centro – Recife PE)<br />
</span></div>
<div dir="ltr"><span style="color: #000000;">Ingressos: R$ 10 (inteira) | R$ 5 (meia)<b><br />
</b>Informações:<b> </b>(81) 3355-3322 | 3355-3324</span></div>
<div dir="ltr"><span style="color: #000000;">Bilheteria:<b> </b>Venda no teatro a partir das 9h da manhã nos dias das apresentações</span></div>
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		<title>Pernambucanas dirigem musical com canções de Milton Nascimento e Liz Valente</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambucanas-dirigem-musical-com-cancoes-de-milton-nascimento-e-liz-valente/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2015 12:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruno Souza Em meio ao boom de espetáculos musicais que tem atraído uma legião de espectadores aos palcos dos grandes teatros pelo Brasil, Recife desponta, no cenário nacional, como uma das capitais que mais recebem montagens do gênero no Nordeste. Aliando música, dança e diálogos falados, o musical parece ter caído de vez no gosto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26350" aria-labelledby="figcaption_attachment_26350" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernanda Acioly/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/ABRACO-2-por-Fernanda-Acioly-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-26350" alt="Fernanda Acioly/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/ABRACO-2-por-Fernanda-Acioly-1-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">No elenco, oito atores-cantores vivem os personagens Paulinha, Bebeto, Téo, Sacola, Soninha, Miguel, Maria e Gabi</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Em meio ao <em>boom</em> de espetáculos musicais que tem atraído uma legião de espectadores aos palcos dos grandes teatros pelo Brasil, Recife desponta, no cenário nacional, como uma das capitais que mais recebem montagens do gênero no Nordeste. Aliando música, dança e diálogos falados, o musical parece ter caído de vez no gosto dos pernambucanos. Para se ter ideia, só neste primeiro semestre, já passaram por aqui produções como: <em>Rita Lee mora ao lado</em>, <em>Viva Raul &#8211; o tributo</em> e <em>Noviças Rebeldes</em>. Entusiasmadas com a quantidade de montagens que desembarcaram na capital pernambucana nos últimos tempos, as atrizes/diretoras Duda Martins e Lívia Lins, da <a href="https://www.facebook.com/dispersosciadeteatro?fref=ts" target="_blank"><strong>Dispersos Companhia de Teatro</strong></a>, decidiram produzir seu próprio musical: <em>Abraço &#8211; Nunca estaremos sós</em>.</p>
<p>Com sotaque tipicamente nordestino e canções de Milton Nascimento e Liz Valente, além de composições autorais, o espetáculo narra a saga de oito jovens amigos que resolvem se aventurar no universo do teatro. Tendo como pano de fundo a década de 90 e todas as suas cores, modismos, figurinos, gírias e até os hits musicais que mais fizeram sucesso na época, a peça possui uma abordagem metalinguística, uma vez que, no desenrolar da história, os personagem tentam montar um musical. &#8220;É a paixão em comum pela música que move os jovens da nossa montagem. Mesmo que aconteçam alguns atropelos e desencontros nesse percusso, eles mostram que a arte é um caminho possível&#8221;, disse Duda Martins sobre o enredo.</p>
<div id="attachment_26434" aria-labelledby="figcaption_attachment_26434" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernanda Acioly/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/duda-martins-livia-lins.jpg"><img class="size-medium wp-image-26434" alt="Fernanda Acioly/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/duda-martins-livia-lins-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Duda Martins e Lívia Lins atuam e dirigem o musical</p></div>
<p>Ela, que assina a direção do espetáculo com Lívia Lins, contou à equipe do <strong>Portal Cultura.PE</strong> que está surpreendida com a aceitação do público recifense. &#8220;Desde a primeira temporada no Eva Hertz (Livraria Cultura do Shopping RioMar), temos tido casa cheia. É uma grata surpresa, e acho que isso se deve à temática da peça, que gera uma identificação imediata com a plateia&#8221;, afirmou na entrevista que você pode conferir abaixo, na íntegra.</p>
<p><b>1) Esta é a sua primeira incursão na direção de um musical? Quando surgiu a ideia de produzir o espetáculo?</b><br />
Sim. Essa é minha primeira experiência na direção de um espetáculo, bem como de Lívia Lins, que divide comigo a direção do musical e da companhia. Como o gênero ainda está se difundindo por aqui [no Recife], e, principalmente, tem pouca coisa com a nossa cara, a cara do Nordeste, queríamos montar um musical que unisse essas duas vertentes culturais das quais nós, nordestinos, somos feras: teatro e música. Depois disso, pensamos no tema, uma história de amizade que, além de ser excelente para musicar, gera uma identificação imediata no público. Afinal, todos nós temos amigos.</p>
<p><b>2) Embora a <em>Broadway</em> trabalhe há anos com montagens desse gênero, parece que só agora, no Brasil, o público tem criado/despertado interesse pelos musicais. A que se deve isso? E aproveitando o gancho: quais são as especifidades de um espetáculo como esse?</b><br />
O teatro sobrevive da sua reinvenção. Em meados de 60, o teatro brasileiro começou a importar alguns musicais, mas, logo em seguida, seguiu com as próprias pernas com espetáculos memoráveis como <i>Ópera do Malandro</i>, <i>Gota d&#8217;água</i>, <i>Roda Viva</i>, de Chico Buarque, todos brasileiros e bem engajados politicamente. Depois houve um esfriamento e a volta dos <i>broadwayanos</i> adaptados: <i>Hair</i>, <i>Godspell</i>, <i>O Rei Leão</i>, super produções. Às vezes, o público gosta de consumir o que vem de fora, dá pouco valor ao que é daqui. O dinheiro que estas produções têm alavanca o seu sucesso e por aí vai. Nós, da <i>Dispersos</i>, nos inspiramos em grupos que não desistiram de fazer musicais com a nossa cara. O<strong> <a href="http://www.grupopontodepartida.com.br/" target="_blank"><em>Ponto de Partida</em></a></strong>, de Minas Gerais, é uma grande inspiração. Desenvolveu uma linguagem própria, uma dramaturgia musicada, essencialmente brasileira, e hoje tem mais de 30 espetáculos no repertório. O <a href="http://www.grupogalpao.com.br/" target="_blank"><strong><em>Galpão</em></strong></a> (também de MG) é ainda outro exemplo de resistência, qualidade e sucesso. Queremos falar e cantar a nossa língua. Usar os nossos instrumentos, nossos arranjos, falar da gente.</p>
<p><b>3) O <i>Abraço &#8211; Nunca estaremos sós</i> traz em seu repertório canções de Milton Nascimento, Liz Valente e também composições autorais. Você poderia comentar as referências – textos, músicas, etc. – que embasaram o trabalho? Comentamos um pouco mais acima sobre a sinopse, mas de que se trata o enredo do musical? Quem assina a dramaturgia do espetáculo?</b><br />
Tudo foi feito a partir de uma pesquisa sobre o gênero musical. “O que queremos cantar?” &#8220;Que músicas remetem à amizade, à nostalgia de um tempo que não volta, à saudade, sonhos, às relações longe da era tecnológica?” Impossível deixar Milton Nascimento, Clube da Esquina e Lô Borges fora disso. Enquanto outros estavam exilados, estes artistas resistiram falando de esperança. <a href="https://lizvalente.bandcamp.com/" target="_blank"><strong>Liz Valente</strong></a> apresenta também essa raiz mineira, mas é uma voz nova no cenário musical, e seu disco <i>Pipa Amarela</i> caiu como uma luva para pensarmos estas relações. Os temas das músicas foram o mote para compor outras canções e também o nosso texto, construído por Bruno Gueiros e umas pinceladas do grupo. Com o <i>Abraço</i> queremos resistir falando de esperança, embora isso soe um pouco meloso.</p>
<div id="attachment_26400" aria-labelledby="figcaption_attachment_26400" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernanda Acioly/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/ABRACO-por-Fernanda-Acioly.jpg"><img class="size-medium wp-image-26400" alt="Fernanda Acioly/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/ABRACO-por-Fernanda-Acioly-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Atores são acompanhados por um banda, que executa as músicas ao vivo</p></div>
<p><b>4) Deu trabalho colocar os atores para cantarem em cena? Como foi o processo de escolha dos atores para o espetáculo? Vocês são acompanhados por uma banda durante a encenação da montagem?</b><br />
Não deu trabalho porque todos já cantavam. Esse foi o primeiro critério. Alguns estão tendo sua primeira experiência enquanto atores. Sim, dá trabalho, mas é maravilhoso ver um ator nascendo e despertando a paixão pelo teatro, além da música. A banda, que chamamos de “conjunto”, como diziam nos anos 90, é formada por quatro excelentes músicos, dois deles são os nossos diretores musicais: o maestro Victor Bertonny e Leila Chaves.</p>
<p><b>5) Agora falando da parte técnica. Qual a maior dificuldade para produzir um musical?</b><br />
Fazer com que as músicas e as coreografias sejam texto. Que não haja separação entre cantar, dançar e interpretar, o que é difícil, já que cada uma dessas habilidades artísticas exige muito do ator. No nosso caso, é ainda mais difícil porque eu e Lívia dirigimos e estamos em cena.</p>
<p><b>6) Como tem sido a receptividade do público pernambucano? Até quando vocês ficam em cartaz no Teatro Hermilo Borba Filho?</b><br />
Uma grata surpresa. Somos um grupo novo, esse é o nosso primeiro grande trabalho e já fizemos muitos amigos. As pessoas de fato se emocionam com as cenas, com a história da peça, nos escrevem contando suas histórias de amizade, fazem questão de nos abraçar ao final de cada espetáculo. Fizemos uma minitemporada de três dias no Eva Herz, da Livraria Cultura do RioMar, e as três sessões lotaram, com gente voltando para casa. Diante disso, pensamos em uma temporada de um mês no Hermilo e tem sido tão bacana quanto. Ficamos até o dia 28, aos sábados e domingos.</p>
<p><b>7) Há algum plano de viajar com o musical por outros estados do Nordeste? Quais são os próximos projetos da Dispersos Cia. Teatro?</b><br />
Claro. Fizemos o <i>Abraço</i> com nosso suor e dinheiro do nosso bolso. O que é difícil, mas massa, porque não esperamos nada para fazer teatro. Viajar sem grana não é o ideal, mas vamos fazer também, se for preciso. Recebemos alguns convites para o interior, estados próximos e estamos avaliando o que será viável. Os projetos da <i>Dispersos</i> visam, literalmente, dispersar a nossa arte por aí, sempre com teatro e música. Estamos lendo alguns textos, ouvindo alguns compositores, mas acredito que até o meio do próximo ano saia alguma produção nova por aí.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Musical Abraço &#8211; Nunca estaremos sós</em><br />
De 6 a 28 de junho, aos sábados e domingos.<br />
Local: Teatro Hermilo Borba Filho.<br />
Horário: sábados, às 19h | domingos, às 18h.<br />
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia) à venda antecipadamente pelo telefone 9.9574-7657 ou 2h antes, na bilheteria do teatro.</p>
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		<title>Clássicos de Dolores Duran embalam musical na Caixa Cultural</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2014 19:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Cultural Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Dolores Duran]]></category>
		<category><![CDATA[Dolores In Blues - O universo de Dolores Duran]]></category>
		<category><![CDATA[João Leopoldo]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Cavalciuk]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18571" aria-labelledby="figcaption_attachment_18571" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fabrício Vianna</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Dolores-in-Blues-Créditos-Fabrício-Vianna-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-18571" alt="Fabrício Vianna" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Dolores-in-Blues-Créditos-Fabrício-Vianna-1-607x292.jpg" width="607" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">Musical traz principais sucessos da compositora carioca</p></div>
<p>Nome por trás de clássicos <em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=BgGZspMGwBQ" target="_blank"><strong>A Noite do Meu Bem</strong></a></em>, <strong><em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=IDUecmi-jPc" target="_blank">Castigo</a></em></strong> e <strong><em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=rOOvsZRfdoU" target="_blank">Fim de Caso</a></em></strong>, a cantora/compositora carioca Dolores Duran (já falecida) é responsável por embalar várias gerações com seus samba-canções e boleros cheios de romantismo e lirismo. Parceira de Billy Blanco, Vinícius de Moraes e Antônio Carlos Jobim, a artista ganha uma homenagem para lá de especial no musical <em>Dolores In Blues &#8211; O universo de Dolores Duran</em>, do pianista João Leopoldo e da cantora Paula Cavalciuk. As apresentações vão acontecer no palco da Caixa Cultural Recife, na sexta-feira (26), às 20h, e no sábado (27), às 17h e 20h. Os ingressos custam R$10.</p>
<p>O espetáculo é fruto da pesquisa empreendida pelo músico João Leopoldo, que, além de assinar a direção da montagem, se aprofundou no estudo da canção brasileira entre as décadas de 1920 e 1950. &#8220;Duran me interessou por não ser só uma intérprete, mas uma compositora. Também há uma relação muito diferente entre esses dois universos: a dor feminina não é tão exposta quanto a dor masculina. O cara, se abandonado, cai na esbórnia, se afunda, quer morrer. Já a mulher se reserva e procura um equilíbrio. A composição de Dolores fala muito do amor, fala de saudade, do cuidado, então, pensei em como seria isso na interpretação de um homem”, disse Leopoldo, que rearranjou canções &#8211; originalmente escritas como samba-canção e bolero &#8211; para o universo do blues. “O repertório foi muito bem estudado para que construíssemos o show nesse molde”, destaca João.</p>
<p><strong>Dolores Duran</strong><br />
Nascida Adiléa da Silva Rocha, em 1930, Dolores Duran foi considerada uma mulher à frente do seu tempo. Iniciou sua carreira artística muito cedo e, aos 10 anos de idade, já recebeu seu primeiro prêmio no programa radiofônico carioca <em>Calouros em Desfile</em>, de Ary Barroso. Autodidata, Dolores Duran, aos 16 anos, cantou músicas em inglês, francês, italiano e espanhol, a ponto de Elza Fitzgerald lhe dizer que foi na voz dela que ouviu a melhor interpretação que já havia ouvido de <em>My Funny Valentine</em>, um grande sucesso da música norte-americana.</p>
<p>No ano de 1956, Dolores Duran fez sucesso com a canção <em>Filha de Chico Brito</em>, composta por Chico Anysio. No ano seguinte, um jovem apresenta à cantora uma composição dele e de Vinícius de Moraes e, em três minutos, Dolores pegou o lápis e compôs a letra da música <em>Por Causa de Você</em>. A partir daí, o talento de Dolores foi revelado, resultando em grandes sucessos como <em>Estrada do Sol</em>, <em>Ideias Erradas</em>, <em>Minha Toada</em> e <em>A Noite do Meu Bem</em>, entre outros.  Suas composições foram interpretadas por grandes cantores da música brasileira, como Sylvia Telles, Elisete Cardoso, Agostinho dos Santos, Nana Caymmi , Ângela Maria, Isaura Garcia, Maria Bethânia, Gal Costa, Lúcio Alves e também por Frank Sinatra e Ella Fritzgerald. Ela compôs apenas 36 canções, metade destas não são conhecidas, mas seu repertório foi e continua a ser muito cantado.</p>
<p>Confira um trecho do espetáculo:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/VF2ifqi3PEs" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Musical <em>Dolores In Blues &#8211; O universo de Dolores Duran</em><br />
Local: Caixa Cultural Recife<br />
Endereço: Avenida Alfredo Lisboa, 505 &#8211; Praça do Marco Zero - Recife Antigo<br />
Dias: 26 e 27/12 (sexta-feira e sábado)<br />
Horário: no primeiro dia, às 20h, e no segundo, às 17h e 20h<br />
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia)</p>
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