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	<title>Portal Cultura PE &#187; Natalie Revorêdo</title>
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		<title>Espetáculo Emplumadas: Avuar pelas Sombras estreia no Teatro Marco Camarotti</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 14:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Teatro Marco Camarotti, do Sesc Santo Amaro, é palco do espetáculo Emplumadas: Avuar pelas Sombras, nesta terça (1º) e quarta-feira (2), às 19h30. Com direção de Natalie Revorêdo, a montagem é fruto de um processo artístico-colaborativo desenvolvido a partir do projeto CorpoLuz: Germinar para Florestar – Ramificando Narrativas como Dramaturgia Cênica Coletiva. O elenco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113699" aria-labelledby="figcaption_attachment_113699" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/EMPLUMADAS-Crédito-da-fotógrafa-Morgana-Narjara-6.jpeg"><img class="size-medium wp-image-113699" alt="Morgana Narjara/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/EMPLUMADAS-Crédito-da-fotógrafa-Morgana-Narjara-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Emplumadas: Avuar pelas Sombras</p></div>
<p>O Teatro Marco Camarotti, do Sesc Santo Amaro, é palco do espetáculo <em>Emplumadas: Avuar pelas Sombras</em>, nesta terça (1º) e quarta-feira (2), às 19h30. Com direção de Natalie Revorêdo, a montagem é fruto de um processo artístico-colaborativo desenvolvido a partir do projeto CorpoLuz: Germinar para Florestar – Ramificando Narrativas como Dramaturgia Cênica Coletiva. O elenco, composto por mulheres potentes e criativas, compartilha o desejo de libertação e autodescoberta por meio da arte.</p>
<p>O espetáculo, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), propõe uma jornada sensorial e poética composta por múltiplas facetas da vivência feminina. Com uma fusão de dança, música, performance e rituais simbólicos, <em>Emplumadas</em> utiliza o ato de voar como metáfora para o poder de quebrar amarras e transcender as sombras da própria existência. A obra aborda temas que vão desde as festas populares nordestinas, como a quadrilha, até representações do Sertão e da figura da boiadeira, instigando reflexões profundas sobre a vida e a resistência das mulheres.</p>
<p>A narrativa traz cenas que evocam rituais ancestrais e simbolismos femininos marcantes, como o Ritual das Mulheres Água e a performance das Mulheres Terra. Elementos da cultura popular brasileira também estão presentes, como o canto de proteção inspirado nas tradições do cavalo marinho e a capoeira, propondo uma releitura de nossas raízes culturais, misturadas à contemporaneidade das artistas em cena.</p>
<p>Natalie Revorêdo, diretora do espetáculo, descreve o processo criativo como uma construção coletiva, em que cada integrante do elenco e da produção contribuiu com suas vivências e vozes. “É uma celebração da potência feminina, de como cada uma de nós, com nossas histórias e nossos corpos, compõe um universo rico em nuances e significados”, afirma.</p>
<p>Os encontros artísticos que deram origem a <em>Emplumadas</em> foram conduzidos por Natalie, com a colaboração de artistas convidadas. Briê Silva, Flaira Ferro, Surama Ramos, Sandra Rino e Lau Veríssimo participaram do processo criativo, enriquecendo a construção do espetáculo junto às alunas e ampliando as possibilidades artísticas e colaborativas da obra.</p>
<p>Além da força artística, o espetáculo promove a solidariedade. Os ingressos podem ser adquiridos no local por R$ 10, via pix, ou trocados por absorventes. Toda a renda será destinada a uma instituição que apoia mulheres em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Espetáculo Emplumadas: Avuar pelas Sombras<br />
Processo de criação artístico-colaborativa a partir da vivência no projeto CorpoLuz: Germinar para Florestar – Ramificando Narrativas como Dramaturgia Cênica Coletiva<br />
Direção: Natalie Revorêdo<br />
Produção: Natasha Santiago, Camila Martins Ribeiro<br />
Assistência de produção: Júlia Arruda<br />
Iluminação: Aurora Jamelo<br />
Design: Priscila Avelin<br />
Assistência de direção: Bruna Desirêe<br />
Elenco, produção e roteiro: Babi Jácome, Brenda Lima, Briza Morais, Chell Moriim, Cléo Lima, Daiane Rebelo, Diana Cardona Guillén, Duda Gomes, Dulce Araújo, Ellen Salez, Evellyn Lima, Gabi do Carmo, Gal Conti, Lane Luz, Letícia Lima, Lu Tognon, Lucinha Tavares, Maduh Luz, Marial, Marina Mar, Mayara Narin, Mayra Clara, Natali Assunção, Nathalia Queiroz, Olga Valença, Priscila Nunes, Ruana Fontinelly, Sindy Mason, Vívian Marvel.<br />
Assessoria de imprensa: Dea Almeida (Alcateia Comunicação e Cultura)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></strong></p>
<p><strong>Espetáculo <em>Emplumadas: Avuar pelas Sombras</em> &#8211; terça (1º) e quarta-feira (2), às 19h30, no Teatro Marco Camarotti (Sesc Santo Amaro -</strong> <em>Praça do Campo Santo, 1-101, Santo Amaro, Recife-PE). Ingressos: R$ 10,00 (pix) ou absorventes (renda revertida para uma instituição de apoio a mulheres). Mais informações: (81) 98236-3777</em></p>
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		<title>Oficina gratuita para mulheres propõe integrar iluminação cênica e movimento</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2022 14:10:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CorpoLuz – Semente de Criação]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Moveres do CorpoLuz]]></category>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a oficina “CorpoLuz – Semente de Criação”, desdobramento da pesquisa “Moveres do CorpoLuz”, processo investigativo e integrativo do corpo na cena, da idealizadora, iluminadora cênica e artista da dança Natalie Revorêdo. As aulas são um convite a fazedoras de arte, em especial coreógrafas, bailarinas, atrizes e técnicas, para um olhar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_96594" aria-labelledby="figcaption_attachment_96594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/Oficina-CorpoLuz-Semente-de-Criação.-Fotógrafa-Morgana-Narjara-91.jpg"><img class="size-medium wp-image-96594" alt="Morgana Narjara/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/Oficina-CorpoLuz-Semente-de-Criação.-Fotógrafa-Morgana-Narjara-91-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As aulas são um convite a fazedoras de arte, em especial coreógrafas, bailarinas, atrizes e técnicas, para um olhar mais sensível e aguçado sobre como o corpo artístico se movimenta</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">Estão abertas as inscrições para a oficina “CorpoLuz – Semente de Criação”, desdobramento da pesquisa “Moveres do CorpoLuz”, processo investigativo e integrativo do corpo na cena, da idealizadora, iluminadora cênica e artista da dança Natalie Revorêdo. As aulas são um convite a fazedoras de arte, em especial coreógrafas, bailarinas, atrizes e técnicas, para um olhar mais sensível e aguçado sobre como o corpo artístico se movimenta em harmonia e consciência com a iluminação em cena, e como essa luz dança junto ao corpo. A proposta é oferecer gratuitamente uma vivência de práticas, experimentos e partilhas para 30 mulheres, apresentando a iluminação como um elemento vivo, em movimento e essencial na composição de uma obra cênica, tornando-se semente de criação. Para além disso a dança, a escrita e as narrativas pessoais, práticas de corpo, dialogam por entre os caminhos criativos desta jornada pessoal e coletiva.</p>
<p style="text-align: left;">As vivências serão guiadas por Natalie Revorêdo e por mais cinco artistas da dança convidadas, são elas: Isabela Severi, Lane Luna Luz, Brie Silva, Gabi Holanda e Silvia Góes. As inscrições gratuitas estão abertas no <strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeV2ze7hRgzzWn9WWquc0ufumAf87N37aIKZJqO0ybJMS28Lg/viewform" target="_blank">Google Forms</a></strong>, com link na bio do Instagram <a href="https://www.instagram.com/natalierevoredo/" target="_blank"><strong>@natalierevoredo</strong></a>. O projeto tem incentivo do Fundo Pernambuco de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo de Pernambuco, o maior programa de fomento à cultura do estado, que anualmente investe cerca de R$ 32 milhões na produção cultural, através dos seus editais: Geral, do Audiovisual, da Música e Microprojeto Cultural.</p>
<div id="attachment_96596" aria-labelledby="figcaption_attachment_96596" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/Oficina-CorpoLuz-Semente-de-Criação.-Fotógrafa-Morgana-Narjara-183.jpg"><img class="size-medium wp-image-96596" alt="Morgana Narjara/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/Oficina-CorpoLuz-Semente-de-Criação.-Fotógrafa-Morgana-Narjara-183-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As vivências serão guiadas por Natalie Revorêdo e por mais cinco artistas da dança convidadas, são elas: Isabela Severi, Lane Luna Luz, Brie Silva, Gabi Holanda e Silvia Góes</p></div>
<p style="text-align: left;">No total, serão 14 dias de encontros a serem realizados nos meses de setembro e outubro, entre aulas teóricas e práticas no espaço Lírica no Ar e no Espaço Cênicas (ambos no Recife Antigo), visitas técnicas a teatros da cidade e, ao final, uma culminância de tudo o que foi experienciado no dia 25 de outubro, às 19h, no Teatro Marco Camarotti, que fica no SESC Santo Amaro, com ingressos a R$ 10 &#8211; venda no local ou dois pacotes de absorventes a serem doados para uma instituição voltada para mulheres em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p style="text-align: left;">“A primeira força-motriz dessa oficina é o acolhimento. Tudo começa e culmina em círculo, no olho no olho, na horizontalidade. A oficina é composta também por caminhos técnicos, onde faremos um mapeamento básico estrutural, prático, técnico e estético da iluminação, como refletores, cores, afinação de luz, de mapa de palco, plano de luz, processos criativos e sua diversidade. Em paralelo vivenciaremos dinâmicas corpóreas que irão dialogar com o organismo cênico, com recorte no corpoluz. Tudo atravessa o corpo e, a partir disso, como é que se entende a luz cênica, a criação, como a luz cria um corpo e como um corpo cria a luz. Um dos caminhos é lucidar as participantes a construirmos obras, espetáculos, ou seja lá qual for a ação, onde a dramaturgia, a performance da luz seja criada com consciência, sendo assim a luz uma semente de criação, podendo contribuir no processo investigativo e criativo da cena e visse versa”, destaca Natalie Revorêdo, idealizadora do projeto.</p>
<div id="attachment_96595" aria-labelledby="figcaption_attachment_96595" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/Oficina-CorpoLuz-Semente-de-Criação.-Fotógrafa-Morgana-Narjara-153.jpg"><img class="size-medium wp-image-96595" alt="Morgana Narjara/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/Oficina-CorpoLuz-Semente-de-Criação.-Fotógrafa-Morgana-Narjara-153-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A proposta é oferecer gratuitamente uma vivência de práticas, experimentos e partilhas para 30 mulheres, apresentando a iluminação como um elemento vivo, em movimento e essencial na composição de uma obra cênica</p></div>
<p style="text-align: left;">O primeiro encontro acontecerá na terça-feira (20/09), sempre das 14h às 17h, no espaço Lírica no Ar, com a iluminadora cênica e mentora do projeto Natalie Revorêdo. Na oportunidade, as participantes irão se debruçar sobre o processo de construção da luz e seu poder de atuação, seja como corpo, estética, expressão e dramaturgia, entendendo a correlação dos elementos cênicos em uma construção integrada que visita a forma de fazer holística das artistas.</p>
<p style="text-align: left;">Dando sequência às atividades da primeira semana da oficina, na quarta (21/09), no mesmo horário, acontecerá a vivência de corpo “Coração como território primeiro”, a ser guiada pela facilitadora Isabela Severi, artista da dança e pesquisadora do corpo. Na quinta-feira (22/09), haverá uma visita técnica a um teatro, no Recife, com acompanhamento da iluminadora Natalie Revorêdo.</p>
<p style="text-align: left;">Abrindo a segunda semana, na terça-feira (27/09), Natalie dará continuidade aos ensinamentos sobre a construção da iluminação cênica e experimentos dançantes, e na quarta (28/09), será a vez da facilitadora Lane Cardoso guiar a vivência de corpo intitulada “A caverna: forças que emanam as estrelas de baixo, nosso Taru Andé VulvAr”, no espaço Lírica no Ar. Na quinta-feira (29/09), o encontro acontecerá no Espaço Cênicas.</p>
<p style="text-align: left;">Na sequência, na terça-feira (04/10), terá mais um encontro sobre iluminação cênica e experimentos dançantes com Natalie e, na quarta (05/10), as participantes irão vivenciar a atividade de corpo “ReoCúpelve: Reocupando a pelve com autonomia e presença”, facilitada por Brie Silva. Ambos os encontros no espaço Lírica no Ar. Na quinta-feira (06/10) haverá visita técnica ao teatro novamente.</p>
<p style="text-align: left;">Na terça-feira (11/10), haverá troca sobre iluminação cênica e experimentos dançantes, no espaço Lírica no Ar, com Natalie Revorêdo. Na quarta (12/10), a facilitadora Gabi Holanda irá guiar a vivência de corpo “(De)composição pela borda”. E na quinta-feira (13/10) o encontro acontecerá no Espaço Cênicas.</p>
<p style="text-align: left;">A última semana da oficina “CorpoLuz – Semente de Criação” terá vivência sobre luz com Natalie, na terça-feira (18/10), e no dia seguinte, quarta (19/10), será a vez da facilitadora Silvia Góes guiar a vivência de corpo e dramaturgia “À flor do corpo &#8211; Voz e movimento na criação de uma dramaturgia de afetos”, no espaço Lírica no Ar. O encontro da quinta-feira (20/10) será no Espaço Cênicas.</p>
<p style="text-align: left;">A culminância do projeto acontecerá na quarta-feira (26/10), às 19h, no Teatro Marco Camarotti, que fica no Sesc de Santo Amaro, com acesso livre e preço único de R$10. Será um momento de celebração entre as mulheres participantes e as mulheres facilitadoras das vivências, onde toda troca de saberes sobre iluminação cênica e moveres do corpo será colocada em cena. Na ocasião, o grupo estará recebendo doações de absorventes para direcionar para uma casa de apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p style="text-align: left;"><b><span style="text-decoration: underline;">PROGRAMAÇÃO</span></b><b><br />
Oficina CorpoLuz – Semente de Criação</b><b><br />
Horário dos encontros da oficina:</b> 14h às 17h<b><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></b><b><span style="text-decoration: underline;">1ª semana:</span></b><b><br />
20/09 (terça) – </b>Encontro de iluminação cênica com Natalie Revorêdo no espaço Lírica no Ar<b><br />
21/09 (quarta) –</b> Vivência de corpo “Coração como território primeiro” com Isabela Severi<b> </b>no espaço Lírica no Ar<b><br />
22/09 (quinta) – </b>Visita técnica a um teatro do Recife<br />
<b><span style="text-decoration: underline;">2ª semana:</span></b><br />
<b>27/09 (terça)</b> - Encontro de iluminação cênica com Natalie Revorêdo no espaço Lírica no Ar<br />
<b>28/09 (quarta)</b> – Vivência de corpo “A caverna: forças que emanam as estrelas de baixo, nosso Taru Andé VulvAr” com Lane Cardoso no espaço Lírica no Ar<br />
<b>29/09 (quinta)</b> – Encontro de iluminação cênica com Natalie Revorêdo no Espaço Cênicas<br />
<b><span style="text-decoration: underline;">3ª semana:</span></b><b><br />
04/10 (terça) – </b>Encontro de iluminação cênica com Natalie Revorêdo no espaço Lírica no Ar<b><br />
05/10 (quarta) – </b>Encontro de corpo “ReoCúpelve: Reocupando a pelve com autonomia e presença” com Brie Silva no espaço Lírica no Ar<b><br />
06/10 (quinta) – </b>Visita técnica a um teatro do Recife</p>
<p style="text-align: left;"><b><span style="text-decoration: underline;">4ª semana:</span></b><b><br />
</b><b>11/10 (terça) – </b>Encontro de iluminação cênica com Natalie Revorêdo no espaço Lírica no Ar<b><br />
12/10 (quarta) – </b>Encontro de corpo “(De)composição pela borda” com Gabi Holanda no espaço Lírica no Ar<b><br />
13/10 (quinta) – </b>Encontro de iluminação cênica com Natalie Revorêdo no Espaço Cênicas<br />
<b><span style="text-decoration: underline;">5ª semana:</span></b><br />
<b>18/10 (terça) – </b>Encontro de iluminação cênica com Natalie Revorêdo no espaço Lírica no Ar<b><br />
19/10 (quarta) – </b>Encontro de corpo “À flor do corpo &#8211; Voz e movimento na criação de uma dramaturgia de afetos”<b> </b>com Silvia Góes no espaço Lírica no Ar<br />
<b>20/10 (quinta) – </b>Encontro de iluminação cênica com Natalie Revorêdo no Espaço Cênicas<br />
<b><span style="text-decoration: underline;">Culminância:<br />
</span></b><b>26/10 (quarta) – </b>Apresentação de espetáculo das participantes da oficina com todos os saberes adquiridos nos encontros, no Sesc de Santo Amaro</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
<b>Inscrições gratuitas via <a href="www.docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeV2ze7hRgzzWn9WWquc0ufumAf87N37aIKZJqO0ybJMS28Lg/viewform)" target="_blank">Google Forms:</a></b><br />
<b>Instagram:</b> <strong><a href="https://www.instagram.com/natalierevoredo/" target="_blank">@natalierevoredo</a> </strong><b><br />
</b><b>Vagas:</b> 30<br />
<b>Público:</b> mulheres diversas<b> </b>fazedoras de arte (bailarinas, coreógrafas e técnicas)<b><br />
</b><b>Faixa etária:</b> acima de 18 anos</p>
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		<title>Espetáculo &#8216;Onze&#8217; revela pesquisa sobre som, corpo e luz do UM Coletivo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-onze-revela-pesquisa-sobre-som-corpo-e-luz-do-um-coletivo/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Mar 2017 15:18:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Tomás Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[UM COLETIVO]]></category>

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		<description><![CDATA[Após uma intensa pesquisa sobre a relação do som, corpo e luz &#8211; que durou mais de seis meses &#8211; o UM Coletivo estreia neste sábado (11), às 20h, seu novo espetáculo Onze, no Teatro Marco Camarotti, em Santo Amaro. Realizado em dois atos, Onze transporta à cena três músicos, sete dançarinos e uma iluminadora, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_46119" aria-labelledby="figcaption_attachment_46119" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Onze-UM-Coletivo.-Crédito-Iuri-Brainer-.jpg"><img class="size-medium wp-image-46119 " alt="Onze - UM Coletivo. Crédito - Iuri Brainer" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Onze-UM-Coletivo.-Crédito-Iuri-Brainer--607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A peça é o resultado da pesquisa que envolveu oficinas, uma instalação no Museu Murillo La Greca e a publicação de um dossiê com discussões sobre o processo</p></div>
<p>Após uma intensa pesquisa sobre a relação do som, corpo e luz &#8211; que durou mais de seis meses &#8211; o <a href="https://www.facebook.com/coletivoumcoletivo/?fref=ts" target="_blank">UM Coletivo</a> estreia neste sábado (11), às 20h, seu novo espetáculo <strong>Onze</strong>, no Teatro Marco Camarotti, em Santo Amaro. Realizado em dois atos,<strong> Onze</strong> transporta à cena três músicos, sete dançarinos e uma iluminadora, que juntos expõem e discutem a construção da cena distante do teatro convencional.</p>
<p>A montagem, que será exibida também no domingo (12), às 19h, encerra a pesquisa Som, Corpo e Notações, realizada pelo grupo com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).</p>
<p>Segundo Daniel de Andrade Lima, diretor da montagem, o espetáculo é a instância de criação em que dança, luz e música aparecem com a mesma importância. <em>“As narrativas são criadas por todo mundo. A nossa iluminadora, por exemplo, Natalie Revorêdo, que entrou por último no projeto, teve autonomia total na criação. Uma detalhe interessante na nossa luz é que ela é pensada como uma experimentação de acessibilidade para surdos. A ideia é relacionar a experiência do espetáculo com a música de forma visual”,</em> revela. Além de Natalie, a montagem é realizada em parceria com o <strong><a href="https://www.facebook.com/PachkaDuo/?fref=ts" target="_blank">duo Pachka</a></strong>, formado pelos músicos Tomás Brandão e Miguel Mendes.</p>
<div id="attachment_46118" aria-labelledby="figcaption_attachment_46118" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Ensaio-UM-Coletivo-crédito-Moema-França-.jpg"><img class="size-medium wp-image-46118" alt="Ensaio UM Coletivo - crédito Moema França" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Ensaio-UM-Coletivo-crédito-Moema-França--607x374.jpg" width="607" height="374" /></a><p class="wp-caption-text">Segundo Daniel de Andrade Lima, diretor da montagem, &#8220;o espetáculo é a instancia de criação em que a dança, luz e música aparecem com a mesma importância&#8221;.</p></div>
<p>A peça é o resultado da pesquisa realizada pelo grupo ao longo de seis meses, que envolveu oficinas gratuitas, uma instalação no Museu Murillo La Greca e a publicação de um dossiê com ensaios e discussões a respeito do processo. <em>“Para a realização do projeto, pensamos em quatro contrapartidas, algumas mais ligadas à pesquisa e que colocassem em práticas as diferentes linguagens que a gente vinha desenvolvendo. Além da intervenção Arrodeio, no La Greca, e do dossiê, oferecemos quatro oficinas, distribuídas em três meses. A primeira era sobre o improviso de dança e música em conjunto. A segunda foi sobre alguns fatores de dança e música isolados. Já a terceira tratou da criação conjunta, a partir de textos literários, e a quarta foi sobre desenhos expressivos e abstratos pra auxiliar na criação conjunta”,</em> explica.</p>
<p>Depois do período de pesquisa e experimentação, o grupo sentou e conversou sobre qual temática levaria para o espetáculo, previsto como ponto final do projeto. <em>“Nos perguntamos que tipo de corpo iríamos trazer, que tipos de sons e iluminação? O que a gente fez foi escolher como abordar esteticamente o espetáculo. Foi uma criação muito mais rápida que o normal porque o diálogo já estava bem afinado nesse momento. Pra gente ele não é exatamente uma consequência da pesquisa, e sim um produto que conta com a pesquisa internamente”,</em> opina Daniel.</p>
<p>Para Natalie Revorêdo, <em>Onze</em> revela um momento maduro do UM Coletivo, <em>“entendendo que o todo cênico é composto por partículas que formam o organismo, que são as músicas, a trilha sonora, a iluminação, e os bailarinos &#8211; os corpos na cena. Eu sinto que há esse cuidado na integração, tanto que todos os envolvidos no espetáculos estão em cena e com figurino”</em>, destaca.</p>
<p>De acordo com a iluminadora, a luz entra no espetáculo como elo entre os corpos e a música.<em> “Eu entendi, enquanto iluminadora-intérprete-criadora da cena, que a luz entra numa conexão de linguagem. E isso vem de uma observação que eu tenho muito pra luz de show. Como realizar uma luz que seja entendível de diferentes linguagens, que bata com a música? Fazer isso com o teatro é um pouco mais delicado, mas o duo Pachka me deu a observação das sutilizas para trabalhar a luz como um instrumento de comunicação”.</em></p>
<div id="attachment_46120" aria-labelledby="figcaption_attachment_46120" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Onze-UM-Coletivo.-Créditos-Iuri-Brainer-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-46120" alt="Onze - UM Coletivo. Créditos - Iuri Brainer 1" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Onze-UM-Coletivo.-Créditos-Iuri-Brainer-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Realizado em dois atos, Onze transporta à cena três músicos, sete dançarinos e uma iluminadora</p></div>
<p>Surgido com a proposta de realizar trilha sonora para teatro, o Pachka faz um trabalho de improvisação e composição de diálogos artísticos utilizando instrumentos e processos eletrônicos para a criação. Ao longo de toda a pesquisa eles estiveram presentes nas experimentações e ensaios, nos quais Miguel Mendes e Tomás Brandão executam e seguem com a guitarra, baixo, sintetizadores e <em>live eletronics.</em> Uma trilha sonora criada de forma autônoma e livre durante o processo de construção da peça.</p>
<p><em>“Essa questão da autonomia é interessante porque define bem o projeto como um todo. A participação do Pachka apareceu como um convite, e desde o começo o UM Coletivo nos fez sentir autores da pesquisa, não apenas participantes. Muitas das experiências que estão no palco surgiram por conta dessa autonomia e da parceria que tivemos o tempo inteiro. Tem uma cena, por exemplo, que eu como músico vou também fazer um trabalho de corpo”, detalha Miguel Mendes. “Quando os atores estão ensaiando, estamos dentro do processo criativo também. Pra gente que está na posição de criador de trilha e performer é importante estar junto, até por uma questão de apropriação”</em>, ressalta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Estreia do espetáculo Onze</strong><br />
Teatro Marco Camarotti, Sesc Santo Amaro (Rua Treze de Maio, 455, Santo Amaro)<br />
11 de março, às 20h | 12  de março, às 19h<br />
R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)</p>
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