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	<title>Portal Cultura PE &#187; Nathalia Queiroz</title>
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		<title>Maju estreia no streaming com lançamento de single</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 17:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114509" aria-labelledby="figcaption_attachment_114509" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cecília Távora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/MAJU-Crédito-da-fotógrafa-Cecília-Távora-17.png"><img class="size-medium wp-image-114509" alt="Cecília Távora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/MAJU-Crédito-da-fotógrafa-Cecília-Távora-17-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A multiartista Maju</p></div>
<p>A artista recifense, poeta, cantora, compositora e pesquisadora do corpo Maju, cuja expressividade se manifesta a partir do diálogo entre diferentes linguagens, especialmente a poesia, a dança, a música, o canto e o teatro, fará a sua estreia nas plataformas de streaming com a canção autoral <em>O Dia que Descobri o Meu Lado do Rio</em>. A canção surge a partir de um poema da artista também recifense Nathalia Queiroz musicado por Maju, que traz um poema incidental de autoria própria nos últimos versos. O single pode ser escutado e assistido com visualizer no canal da artista no YouTube, com Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE), a partir do sábado (23), e no Spotify. Para fazer o pré-save da música basta acessar o <a title="O dia que descobri o meu lado do rio | Maju" href="https://tratore.ffm.to/odiaquedescobriomeuladodorio" target="_blank"><strong>link</strong></a> do single. O lançamento da artista Maju tem incentivo da Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE).</p>
<p>Para celebrar a estreia, há um evento no dia anterior ao lançamento oficial do single nas plataformas de streaming. Na sexta-feira (22), às 20h, na Rua sem Saída (Encruzilhada), o público pode sentir o gostinho do trabalho artístico de Maju em noite que contará com relato do processo de composição e gravação do single, seguido de audição da faixa e do visualizer em primeira mão. Há também uma apresentação de Maju com participações especiais, a exemplo de Hugo Linns, Nathália Queiroz, Larissa Veloso, Oliveira, Isabela Severi e Lua, seguido de sarau aberto para participação dos presentes. São 30 ingressos pelo valor simbólico de R$ 5, com vendas no Sympla.</p>
<p>“A canção fala daquele momento íntimo e ao mesmo tempo comum a todos nós, de quando &#8216;descobrimos o nosso lado do rio&#8217;, ou seja, em que lugares, em que afetos, em que caminho queremos seguir em nossa construção pessoal. Para essa estreia enquanto cantora e compositora, ‘descobrir o lado do rio’ é muito simbólico, pois é um momento de descoberta do lugar da arte como expressão de si e da vida”, expressa Maju.</p>
<p>Para a produção do single, a artista convidou os músicos Hugo Linns como diretor musical e instrumentista, tocando viola dinâmica; a musicista Vitória do Pife, que vem desenvolvendo trabalhos e parcerias tanto com o pife em sua vertente instrumental, quanto em diálogo com a canção e a poesia; e a musicista e produtora musical Aishá Lourenço, na percussão.</p>
<p>A artista nessa canção se conectou a sonoridades e instrumentos localizados na tradição da música pernambucana, como os presentes na viola dinâmica e no pífano, mas o fez com artistas que estão explorando as potencialidades desse instrumento, fazendo uma ponte entre a tradição e a vanguarda, com grande repercussão crítica e artística, acrescidas também pela percussão tão característica da música brasileira. Somasse a isso a voz poética de Maju, que vem se espalhando em diversas linguagens, nas diferentes manifestações da palavra falada, cantada, corporificada em arte, que agora, vai desaguar “neste lado do rio”.</p>
<p><strong>VISUALIZER -</strong> O single é lançado também em vídeo, no formato visualizer. Todas as imagens deste trabalho de Maju foram produzidas pela fotógrafa Cecília Távora em Brejão, município do Agreste pernambucano. Maju escolheu Brejão tendo em vista as relações poéticas estabelecidas com a cidade e artistas que moram lá, como Alefe Passarin, Nathália Tenório e Lua. Foi especialmente em dezembro de 2021, ao visitar esses artistas, que se percebeu possível enquanto compositora e cantora de suas próprias canções, passando então a partilhá-las com outras pessoas. Portanto, trata-se de um lugar bastante simbólico em sua trajetória e que dialoga com a temática do single sobre “descobrir o lado do rio”.</p>
<p><strong>MAJU -</strong> Autora do livro de poemas <em>Voar É a Ordem</em>, publicado pela Editora Patuá, lançado na Casa Gueto em programação paralela ao Festival de Literatura de Paraty (Flip) de 2023. Realizou, a partir de 2022, apresentações musicais como Maju no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG, PE), Festival Crianciã (Brejão, PE), Festival Palavra Cifrada 2024 (Recife), Festival Pernambuco Meu País (Triunfo, PE), Teatro Hermilo Borba Filho (Recife), Rua sem Saída (Recife), Terra Café Bar (Recife), Casa Jangada (Rio de Janeiro) e Espaço Garganta (São Paulo).</p>
<p>É uma das idealizadoras do espetáculo <em>Na Boca Muitos Nomes</em>, realizado em parceria com o artista carlos gomes oliveira. Projeto que tece diálogo entre voz, corpo, ritmo e som, indo para além da “leitura em voz alta” de poesia, mas propondo arranjos vocais entre os poetas, ora explorando timbres, tonalidades, ora trazendo também melodias e cadências incorporadas pelo uso do violão.</p>
<p>É uma das idealizadoras do trio Na Ponta da Agulha, realizado em parceria com as artistas Nathália Queiroz e Larissa Veloso. Projeto no qual poemas e canções dessas artistas se entrelaçam e emaranham enquanto potencializam vozes, nutrindo terreno fértil para as sementes melódicas das artistas.</p>
<p>Possui poemas publicados no livro <em>Forças Intermoleculares</em>, criado por Aline Bernardi, e na <em>Antologia Virtual da Poesia Brasileira Contemporânea: Edição Emergencial</em>, do site Deus Ateu. Participou da criação da videoarte <em>Mãoebius</em> e da videoperformance <em>Encantografar: Estado de Verbo Desconhecido</em>, sob direção artística de Aline Bernardi e com dramaturgia de Ligia Tourinho.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Single de estreia da poeta, cantora e compositora Maju, <em>O Dia que Descobri o Meu Lado do Rio</em>. A composição é uma parceria com a artista Nathália Queiroz. A canção foi gravada no Recife com produção musical de Hugo Linns e participação dos(as) músicos e músicas Hugo Linns, Vitória do Pife, Aishá Lourenço, Nathália Queiroz, Larissa Veloso e Marcella Andrade, no Estúdio Carranca, no Recife. As fotografias de divulgação, o visualizer e a capa do single foram feitas por Cecília Távora em Brejão (PE). O single é lançado com o incentivo da Lei Paulo Gustavo Pernmabuco (LPG-PE).</p>
<p>Letra: Nathália Queiroz<br />
Música: Maju<br />
Poema incidental: Maju Cavalcanti<br />
Voz: Maju<br />
Coro: Nathália Queiroz, Larissa Veloso, Aishá Lourenço e Marcella Andrade<br />
Violão: Maju<br />
Viola dinâmica: Hugo Linns<br />
Pífano: Vitória do Pife<br />
Percussão: Aishá Lourenço<br />
Produção musical: Hugo Linns<br />
Gravação, edição e mixagem: Marco Melo<br />
Masterização: Carlinhos Borges<br />
Estúdio Carranca Recife/PE<br />
Fotografia, visualizer e capa do single: Cecília Távora<br />
Produção Geral: Carlos Gomes Oliveira<br />
Assessoria de imprensa: Dea Almeida/Alcateia Comunicação e Cultura<br />
Incentivo: Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE)<br />
Agradecimentos: Nathália Queiroz, Carlos Gomes Oliveira, Alefe Passarin, Nathália Tenório, Lua, Marcella Andrade, Larissa Veloso, Hugo Linns, Betania Cavalcanti, Cecília Távora, Vitória do Pife, Aishá Lourenço, Dá Almeida, Estúdio Carranca.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do single e visualizer O Dia que Descobri o Meu Lado do Rio nas plataformas de streaming -</strong> sábado (23), no <a title="O dia que descobri o meu lado do rio | Maju" href="https://tratore.ffm.to/odiaquedescobriomeuladodorio" target="_blank"><strong>link</strong></a> do pré-save; apresentação e sarau na sexta-feira (22), às 20h, na Rua sem Saída (Encruzilhada). Ingresso: R$ 5. Mais informações no <a title="Maju - Lançamento do single + sarau" href="https://www.sympla.com.br/evento/maju-lancamento-do-single-sarau/2714620" target="_blank"><strong>site</strong></a> do evento<br />
<strong>Letra da canção (Nathália Queiroz) + poema incidental (Maju Cavalcanti):</strong></p>
<p>Há um barco do outro lado<br />
Uma margem além desse braço<br />
E do meu lado o que há?</p>
<p>O dia que descobri o meu lado do rio</p>
<p>“meu desejo é<br />
como uma das lendas contadas<br />
pelos pescadores<br />
que cercam aquele rio<br />
meu desejo nasce corre e morre dentro do rio</p>
<p>mora na boca dos que contam<br />
nos ouvidos dos que escutam<br />
nos olhares por sobre nuvens</p>
<p>meu desejo é brisa soprando areias na pele<br />
limos se impregnando em pedras</p>
<p>meu desejo não anda com as minhas pernas<br />
está na rede dos pescadores<br />
no alto daquele morro<br />
desejando atirar-se ao enluarar do dia<br />
quando os outros seres do rio<br />
assim como eu<br />
ganham vida</p>
<p>meu desejo é de vida”</p>
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		<title>De autoria coletiva, livro “Crítica de invenção” é lançado em Buíque</title>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2022 03:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/CAPA-Nathalia-Queiroz-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93454" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/CAPA-Nathalia-Queiroz-1-344x486.jpg" width="344" height="486" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, será lançado nesta sexta-feira (6), a partir das 18h, o livro “Crítica de invenção”, na Comunidade do Serrote Preto, em Buíque (PE). Na ocasião, haverá apresentações de Mestre Zé Bezerra &#8211; O JB do Catimbau e da banda Abaixo de Deus a força dos Encantados, de Brejão. O evento também contará com a performance “Me leva até o começo”, criada a partir de um dos textos da publicação. Na próxima segunda-feira (9), haverá também uma ação na Erem Professora Ismênia Lemos Wanderley, escola pública localizada em Brejão. A publicação, que conta com formato digital e versão impressa, está disponível para download gratuito <a href="https://drive.google.com/file/d/1ci7lAFAOAJ6w79PZhmQVhO1iE2ztz-aH/view" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>De autoria coletiva, Carlos Gomes, Géssica Amorim, GG Albuquerque, Mayara Bezerra, orientação do Prof. Fábio Andrade (UFPE) e projeto gráfico de Nathália Queiroz, a publicação é fruto de uma pesquisa que experimenta radicalmente formas de abordagem crítica sobre procedimentos artísticos do campo da música. A palavra invenção vem do latim<em> inventio</em>, expressando um movimento de descoberta, de criação, que desabitua gestos automatizados, uma atitude cognitiva que se liberta da mera representação, o que possibilita a sustentação de uma postura de abertura e de rastreio diante da obra musical.</p>
<p><em>“O livro é resultado de oito meses de investigação que nos possibilitou compreender como se comportam esses espaços porosos criados pelo atrito entre a música e seu potencial crítico”</em>, afirma Carlos Gomes, que na obra assina o texto “Me leva até o começo”, um ensaio de amor (que tudo pode?) a partir do “Disco das horas”, de Romulo Fróes, com letras de Nuno Ramos. Já a jornalista Mayara Bezerra, de Santa Cruz do Capibaribe, assina “Quando há música em todo lugar”, um texto que atenta para a potência inventiva de experimentar o que se ouve. O jornalista GG Albuquerque, de Recife, escreve “Mega embrazamento avançado”, um ensaio denso e lúcido que propõe a ideia do som corporificado como um sistema de pensamento próprio.</p>
<p>Por fim, Géssica Amorim, do distrito Sítio dos Nunes (sertão do Pajeú), participa da publicação com o texto “Propagação”, uma peça sensível e imagética que desvela o inventário sonoro do cotidiano sertanejo que a circunda, mas ao mesmo tempo se universaliza. Neste mesmo ensaio, a autora conversa com Mestre Zé Bezerra, artista natural de Buíque. Essa troca mudou o rumo do “Crítica de invenção”, transferindo o lançamento do livro que seria no Recife para a Comunidade do Serrote Preto, em Buíque, no Vale do Catimbau.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;Crítica de Invenção&#8221;<br />
Quando: 6 de maio de 2022 (sexta-feira), às 18h<br />
Onde: Comunidade do Serrote Preto, Vale do Catimbau, Buíque/PE<br />
Acesso livre</p>
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		<title>Mostra &#8216;Delas&#8217; ressalta o talento de artistas visuais pernambucanas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mostra-delas-ressalta-o-talento-de-artistas-visuais-pernambucanas/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Mar 2017 19:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na sua quarta edição, a mostra Delas retorna para A Casa do Cachorro Preto, em Olinda, com o trabalho de vinte artistas pernambucanas e uma homenagem à artista olindense Tereza Costa Rêgo. No mês em que se intensificam as mobilizações por igualdade de gênero, a exposição coletiva se coloca como um espaço dedicado a mostrar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_46043" aria-labelledby="figcaption_attachment_46043" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/pecado-original-teresa-costa-rego.jpg"><img class="size-medium wp-image-46043" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/pecado-original-teresa-costa-rego-607x416.jpg" width="607" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">A peça &#8216;Pecado Original&#8217;, de Tereza Costa Rêgo, estará na exposição Delas</p></div>
<p>Na sua quarta edição, a mostra<strong> Delas</strong> retorna para A Casa do Cachorro Preto, em Olinda, com o trabalho de vinte artistas pernambucanas e uma homenagem à artista olindense Tereza Costa Rêgo. No mês em que se intensificam as mobilizações por igualdade de gênero, a exposição coletiva se coloca como um espaço dedicado a mostrar o talento de artistas mulheres da cena local, que ainda hoje esbarram na desigualdade gerada pelo machismo em todas as esferas da sociedade. A mostra abre ao público nesta quinta (9), às 19h, e fica em cartaz até 27 de março.</p>
<p>A visitação pode ser feita de quinta a domingo, das 16h às 22h, e as obras estão disponíveis para aquisição. Participam da mostra artistas pernambucanas ou residentes no estado das mais variadas técnicas e diversos estilos, como Amelia Couto, Barbara Collier, Bia Melo, Carol Huang, Clara Moreira, Clara Nogueira, Clarissa Machado, Conchita, Dani Acioli, Fefa Lins, Gio Simões, Joana Liberal, Juliana Lapa, Kátia Fugita, Laura Costa Rêgo, Luciene Torres, Nathalia Queiroz, Simone Mendes, Tatiana Móes e Valéria Rey Soto.</p>
<p>De acordo com Sheila Oliveira, organizadora da exposição, a ideia surgiu como forma de aproveitar o potencial d’A Casa do Cachorro Preto para falar sobre temas fundamentais para a transformação da sociedade, neste caso a igualdade de gênero.<em> “A gente tem um público e um núcleo de artistas muito jovem, e com o mês de março consideramos que era importante fazer uma mobilização para mostrar que temos muitas mulheres artistas de alta qualidade técnica. A ideia foi dar espaço para que elas pudessem se expressar sobre o tema do feminismo através da sua técnica artística”</em>, explica.</p>
<p>Na primeira edição de <strong>Delas</strong>, em 2014, foram dez participantes. <em>“No segundo esse número subiu para 15. Ano passado tivemos 17 e nesta edição contamos com 20 artistas. Isso mostra que a questão não é inexistência de mulheres talentosas, e sim de espaço para que elas possam expor suas obras”</em>, ressalta Sheila, que há anos namorava a ideia de convidar Tereza Costa Rêgo para ser a homenageada da mostra. <em>“Decidimos escolhê-la este ano, em primeiro lugar, porque Tereza Costa Rêgo é uma mulher que inspira pela trajetória e pela obra. Em segundo, por conta do simbolismo da sua obra, que tem muito a ver com a questão do feminino. E em terceiro porque ela é nossa vizinha, olindense, e sempre foi um sonho nosso fazer algo com essa grande artista. Pra nós d’A Casa do Cachorro Preto este é um importante momento”</em>.</p>
<div id="attachment_46044" aria-labelledby="figcaption_attachment_46044" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/obra-clara-moreiraa.jpg"><img class="size-medium wp-image-46044 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/obra-clara-moreiraa-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Peça &#8216;sem título&#8217; de Clara Moreira, desenho 35x51cm, feito em lápis de cor em papel-algodão</p></div>
<p>A mostra vai contar com uma instalação que retrata o bordel imaginário de Tereza Costa Rêgo e outro ambiente com a obra Pecado Original, que resumem bem a concepção da exposição coletiva. “<em>Neste ano, especialmente, a gente terá algumas referencias de pessoas que têm trabalhos junto a Tereza, como Laura Costa Rêgo, sua filha, e Conchita, cunhada dela”</em>, revela a organizadora da mostra.</p>
<p>Uma das artistas participantes, Clara Moreira, de 33 anos, é autora de uma peça <em>sem título</em>, um desenho 35x51cm, feito em lápis de cor em papel-algodão. A obra ilustra uma espécie de intervenção na paisagem do Parque das Esculturas do Recife, no qual o corpo de uma mulher se sobrepõe ao objeto fálico batizado por Francisco Brennnand de Torre de Cristal.</p>
<p><em>“No momento eu não quero dar palavras sobre o desenho. Eu como artista tenho mais interesse em saber o que as pessoas estão formulando sobre ele e quero curtir esse momento dos retornos. Por isso que não tem título. Qualquer um que eu colocasse iria delimitar o campo das interpretações. Acho que o eco a ser ouvido é mais importante que só o meu. O significado quem dá é quem viu. E como artista estou muito nesse lugar. Foram muitas reações, e a principio até pensei que pudesse haver controvérsias. Mas incrível que as pessoas estão enxergando como uma intervenção na paisagem”,</em> explica Clara Moreira, que vê muita importância na realização da mostra.<em> “Não tem como negar que a gente vive essa desigualdade estrutural. Acho que essas ações afirmativas que dão voz aos grupos abafados são bem vindas. Espero que as pessoas aproveitem pra conhecer um pouco do trabalho de todas essas artistas mulheres”,</em> opina.</p>
<div id="attachment_46042" aria-labelledby="figcaption_attachment_46042" class="wp-caption img-width-390 aligncenter" style="width: 390px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/nathalia-belicas1-40x70-1.jpg"><img class=" wp-image-46042 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/nathalia-belicas1-40x70-1-487x486.jpg" width="390" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração &#8216;Bélicas&#8217;, feita com nanquim em papel, da artista Nathalia Queiroz</p></div>
<p>Já a ilustradora Nathalia Queiroz, de 31 anos, participa pela terceira vez da mostra <strong>Delas</strong>, desta vez, com a peça &#8216;Bélica&#8217;, um desenho feito com nanquim sobre papel, produzida por ela no ano passado. <em>“Essa ilustração mostra duas mulheres abraçadas, como se fossem um casal, mas que seguram armas. O que me inspirou a criar este desenho foi uma situação recorrente que acontecia quando eu namorava uma menina e a gente se abraçava publicamente como um casal normal. Era comum alguém soltar uma gracinha, como se as duas juntas fossem um combo e não um casal que quisesse estar junto, e aquilo muito me irritava. Mulheres que se amam, mas que precisam andar armadas o tempo todo”.</em></p>
<p>Nathalia Queiroz também comemora as conquistas que a exposição trouxe às participantes nos últimos anos. <em>“É uma mostra que está cada dia mais madura. Eu mesma quando faço um comparativo com os outros anos reconheço um amadurecimento de todas as artistas que já passaram por lá, e as que estão chegando agora trazem trabalhos muito fortes em termos de conteúdo e posicionamento político”</em>.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Abertura da exposição Delas &#8211; A Mostra das Mulheres</em></strong><br />
Quinta (9) | 19h<br />
A Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99, Cidade Alta – Olinda)<br />
Gratuito</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Ilustrações e fotografias de mulheres ocupam a Caverna Lunar</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2016 20:32:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[caverna lunar]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[lais domingues]]></category>
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		<description><![CDATA[Novo espaço cultural no Recife, o ateliê criativo Caverna Lunar renova sua sala de exposições no próximo domingo (10), com a Mostra NUA, reunindo fotografias de Bruna Valença e ilustrações de Nathalia Queiroz. No quarto de instalações, uma curadoria afetiva, que buscou apresentar ao público os cruzamentos possíveis nas trajetórias das duas artistas recifenses. &#8220;A gente retrata mulheres [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37673" aria-labelledby="figcaption_attachment_37673" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Arte/Nathalia Queiroz</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/belicas_-nathalia-queiroz.png"><img class="size-medium wp-image-37673" alt="Arte/Nathalia Queiroz" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/belicas_-nathalia-queiroz-252x486.png" width="252" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Bélicas&#8217;, ilustração em nanquim, é uma das obras em exposição</p></div>
<p>Novo espaço cultural no Recife, o ateliê criativo Caverna Lunar renova sua sala de exposições no próximo domingo (10), com a <strong>Mostra NUA</strong>, reunindo fotografias de Bruna Valença e ilustrações de Nathalia Queiroz.</p>
<p>No quarto de instalações, uma curadoria afetiva, que buscou apresentar ao público os cruzamentos possíveis nas trajetórias das duas artistas recifenses. <em>&#8220;A gente retrata mulheres nuas, mas o nome da mostra fala mais do fato de estarmos despidas nessa exposição, olhando para nossas produções, refletindo sobre o trabalho que temos desenvolvido. Não é nada grandioso, mas é muito verdadeiro&#8221;</em>, convida Nathalia.</p>
<p>A ilustradora vai expor oito obras inéditas, que estarão à venda no local. Assim como os dez quadros com fotografias de Bruna Valença.<em> &#8220;É uma feliz coincidência estarmos juntas nessa exposição e fazermos essa grande homenagem às mulheres&#8221;</em>, comenta Bruna. As imagens selecionadas apresentam mulheres na faixa de 20 anos, que se deixaram fotografar pela artista, atualmente interessada em técnicas de expansão da fotografia analógica, como utilização de filmes vencidos, por exemplo.</p>
<p><strong></p>
<p></strong></p>
<div id="attachment_37679" aria-labelledby="figcaption_attachment_37679" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bruna Valença</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/bruna-valenca-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-37679" alt="Bruna Valença" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/bruna-valenca-2-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">Bruna Valença explora técnicas de fotografia analógica</p></div>
<p><strong>Música e Poesia</strong></p>
<p>A abertura da Mostra Nua será marcada ainda pela performance musical de Aninha Martins e por declamações poéticas de Graça Nascimento. De acordo com Laís Domingues, uma das organizadoras do espaço, <em>&#8220;também será lançada no domingo a lojinha online da Caverna, onde todas as obras que já foram expostas na casa também poderão ser adquiridas&#8221;</em>.</p>
<p>Oficinas e sessões de cineclube também estão no leque de atividades ofertadas pela Caverna Lunar. Saiba mais na <a href="https://www.facebook.com/CavernaLunar" target="_blank"><strong>página oficial</strong></a>.</p>
<p><strong><br />
SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Abertura da Mostra NUA &#8211; Bruna Valença e Nathalia Queiroz<br />
</strong>Domingo, 10 de julho | A partir das 16h<br />
<em>Com show de Aninha Martins e recital de Graça Nascimento</em><br />
Entrada: R$ 10,00<br />
Local: Caverna Lunar (Rua Osório de Almeida, 118 &#8211; Campo Grande/Recife)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Música, poesia e intervenções visuais no último ExcentriCidades do ano</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/musica-poesia-e-intervencoes-visuais-no-ultimo-excentricidades-do-ano/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2015 19:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Roger de Renor]]></category>
		<category><![CDATA[Sabiá Sensível]]></category>
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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria O último mês do ano recebe um ExcentriCidades ainda mais diverso e com uma programação cativante e original. O projeto, promovido pelo Coletivo Sexto Andar, tem como proposta a realização de trocas de experiências entre diversas linguagens artísticas. As atrações desta quarta-feira (16) são a banda Sabiá Sensível;  o poeta KCal; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria</em></p>
<p>O último mês do ano recebe um ExcentriCidades ainda mais diverso e com uma programação cativante e original. O projeto, promovido pelo Coletivo Sexto Andar, tem como proposta a realização de trocas de experiências entre diversas linguagens artísticas.</p>
<p>As atrações desta quarta-feira (16) são a banda Sabiá Sensível;  o poeta KCal; Nathalia Queiroz e suas intervenções visuais; Roger de Renor na discotecagem; e ainda, o multiartista Helder Vasconcelos apresentando ao público duas músicas de seu primeiro CD autoral.</p>
<div id="attachment_32490" aria-labelledby="figcaption_attachment_32490" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Sabia-Sensivel-Renata-Pires.jpg"><img class="size-medium wp-image-32490" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Sabia-Sensivel-Renata-Pires-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Performances da banda Sabiá Sensível são marcadas pelo improviso e novas sonoridades</p></div>
<p>A banda Sabiá Sensível é uma combinação única de pessoas diferentes, com membros de diversas referências, como Aninha Martins e Germano Rabello. Surgida em 2007 como uma banda de voz em violão, e depois tomando outras formas, o grupo se destaca pela improvisação e performances inusitadas, sempre com um show diferente do outro. Entre os sucessos, &#8216;Magaiver&#8217;, &#8216;Capivara&#8217;, &#8216;Juma Marruá&#8217; e &#8216;Só sei que existe&#8217;.</p>
<p>O público também pode conferir na noite os atentados poéticos do escritor e músico Kcal Gomes. O artista foi um dos idealizadores da Livroteca Brincante do Pina, na comunidade do Bode, no bairro do Pina (Zona Sul do Recife). No ExcentriCidades, vai mostrar um pouco do seu trabalho como escritor.</p>
<p>Atuando de maneira solo no contexto das artes cênicas desde 2004, Helder Vasconcelos volta ao mundo da música de maneira direta com seu primeiro CD Solo. Artista, dançarino e ator, Helder foi por 11 anos membro do grupo musical Mestre Ambrósio. O trabalho foi gravado de forma independente e agora possui uma campanha de financiamento coletivo online para a finalização do disco.</p>
<div id="attachment_32491" aria-labelledby="figcaption_attachment_32491" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/RicardoMoura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/helder-_Renata-Pires-e-Ricardo-Moura.jpg"><img class="size-medium wp-image-32491" alt="Renata Pires/RicardoMoura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/helder-_Renata-Pires-e-Ricardo-Moura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Helder vai apresentar duas faixas de seu primeiro CD autoral</p></div>
<p>Na próxima quarta-feira o público do ExcentriCidades poderá conferir de maneira exclusiva duas faixas do novo álbum, com a presença de Helder Vasconcelos no evento. O disco traz canções compostas, interpretadas e arranjadas por Helder e tem produção de Johann Brehmer e Marco França. Entre as participações especiais, Jr Areia, Renata Rosa, Poliana Savegnano e Laura Tamiana.</p>
<p>Além disso, o evento ainda recebe intervenções visuais com a artista Nathalia Queiroz com seu projeto NamquimParede e discotecagem do DJ Roger de Renor.</p>
<div id="attachment_32493" aria-labelledby="figcaption_attachment_32493" class="wp-caption img-width-453 alignright" style="width: 453px"><p class="wp-image-credit alignleft">Nathalia Queiroz</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Nathalia-Queiroz-1-.jpg"><img class="size-medium wp-image-32493" alt="Nathalia Queiroz" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Nathalia-Queiroz-1--453x486.jpg" width="453" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto NanquimParede, de Nathalia Queiroz, é uma das atrações do evento</p></div>
<p><strong>Artesanal</strong></p>
<p>A criatividade e o talento também se unem também na Lojinha do Sexto Andar, que continua oferecendo itens exclusivos feitos por artistas e designers do estado. Cadernos, ilustrações, cartazes e outros itens estarão à venda durante o evento.</p>
<p>Nesta edição os lanches são da Juju Vegan, empresa que trabalha com produtos veganos de qualidade e um cardápio variado e acessível. O ExcentriCidades continua com a proposta de receber cervejas artesanais e nesta edição o público irá encontrar no evento o chopp Turvalina, produzido no Bairro da Boa Vista e também a cerveja Carranca.</p>
<p>-</p>
<p><strong>Sabiá Sensível:</strong> Banda pernambucana surgida em 2007 e que desde então se apresenta esporadicamente em festivais como A Noite do Desbunde Elétrico. O grupo é formado por Anaíra (Voz), Aninha (Voz), Enio (Guitarra e Voz), Germano (Violão e Voz), Hugo (Teclado e Voz), Vinícius (Baixo), Vicente (Bateria).</p>
<p><strong>Nathalia Queiroz:</strong> Ilustradora, designer e artista, Nathalia desenvolve projetos de intervações urbanas com foto e vídeo. Com seu projeto NamquimParede, ilustra paredes de lares pelo Recife. Além disso, colabora com o blog VacaTussa, além de cinez e publicações independentes.</p>
<p><strong>Helder Vasconcelos:</strong> Cantor, ator e dançarino, Helder volta ao mundo musical depois de 11 anos como vocalista da banda Mestre Ambrósio. O artista prepara seu primeiro CD autoral, trabalho gravado de forma independente e possui uma campanha de financiamento coletiva em ação. Mais detalhes no link: www.benfeitoria.com/heldervasconcelos</p>
<p><strong>Kcal Gomes:</strong> O público também pode conferir na noite os atentados poéticos do escritor e músico Kcal Gomes. O artista foi um dos idealizadores da Livroteca Brincante do Pina, na comuniade do Bode, no bairro do Pina (Zona Sul do Recife). Em 2010 foi lançado o documentário &#8216;A Mão e a Luva – A História de um Traficante de Livros&#8217;, que conta a trajetória de Kcal, que foi estimulado a tentar mudar sua situação a partir da leitura.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span></p>
<p><strong>ExcentriCidades Temporada 2015 #9</strong></p>
<p>Com Sabiá Sensível, Kcal, Helder Vasconcelos, Nathalia Queiroz e DJ Roger de Renor<br />
Quarta-feira, 16 de dezembro | 19h<br />
Sexto Andar (Edf. Pernambuco | Av. Dantas Barreto, 324)</p>
<p>Ingressos: R$ 10<br />
Ingressos antecipados: Vendas antecipadas no Sexto Andar dia 15/09 (terça-feira) das 14h às 18hs e no dia do evento a partir das 14h. Sujeito a lotação e com limite de dois ingressos por pessoa.</p>
<p>O Coletivo Sexto Andar é: Anilina Produções e Soluções Criativas,Corujas, Carlota Produções, João Nascimento, Eric Gomes Fotografia, Isadora Melo, Jacaré Video, Ianah Maia, Nathalia Queiroz, Laura Tamiana e Paulo de Andrade.</p>
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		<title>Nathalia Queiroz inaugura nova exposição na Casa do Cachorro Preto</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 17:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Casa do Cachorro Preto]]></category>
		<category><![CDATA[Como Guiar-se em um Não Lugar]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Nathalia Queiroz]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>

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		<description><![CDATA[A artista visual Nathalia Queiroz inaugura, sábado (11), a exposição Como Guiar-se em um Não Lugar, na Casa do Cachorro Preto, em Olinda. Cheia de questionamento às convenções sociais, a mostra apresenta obras que estão sendo produzidas desde 2012. O título da exposição é o mesmo de uma obra desenvolvida conjuntamente com o artista Danilo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27111" aria-labelledby="figcaption_attachment_27111" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/artista-nathalia-queiroz.jpg"><img class="size-medium wp-image-27111" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/artista-nathalia-queiroz-607x432.jpg" width="607" height="432" /></a><p class="wp-caption-text">Nesta nova mostra, a artista desconstrói os territórios geográficos e pessoais</p></div>
<p>A artista visual Nathalia Queiroz inaugura, sábado (11), a exposição <em>Como Guiar-se em um Não Lugar</em>, na Casa do Cachorro Preto, em Olinda. Cheia de questionamento às convenções sociais, a mostra apresenta obras que estão sendo produzidas desde 2012.</p>
<p>O título da exposição é o mesmo de uma obra desenvolvida conjuntamente com o artista Danilo Galvão, que também cedeu as imagens para a obra Dimensões do Horizonte de 2013. Durante a abertura da exposição, Danilo vai também lançar o vídeo <em>LibertAção</em>.</p>
<p>Ainda fazem parte da mostra de Nathalia Queiroz fotografias, ilustrações, colagens e instalações em lambe-lambe e desenhos de parede.</p>
<p>Para Nathalia, se ela precisasse resumir a exposição seria na frase: “para além das fronteiras, o espaço se amplia”. Para além das fronteiras das cidades, das ruas, das limitações geográficas, para além das fronteiras das convenções e expectativas sociais, da intimidade escondida, das representações e validações derivadas da exposição da persona enquanto coletividade e como isso camufla tal intimidade por vezes.</p>
<p><strong>Sobre a artista</strong><br />
Nathália Queiroz tem 29 anos, é artista visual que atua em design gráfico, direção de arte, ilustração, fotografia e vídeo.<br />
Exposições anteriores: Narrativas Íntimas no Café Bogart em 2014. Água: Primeira individual através do agenciamento da Nuvem Produções realizada na Galeria Joana D’Arc em 2014. Delas2: Exposição coletiva de mulheres nA Casa do Cachorro Preto em 2015. Mulheres e Desordem: Evento com exposições de retratos de mulheres autônomas e libertárias realizado em parceria com a marca Seu Mundico e o espaço Risoflora em maio de 2015.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição Como Guiar-se em um Não Lugar, de Nathalia Queiroz, com projeção de vídeos de Danilo Galvão<br />
QUando: abertura no sábado (11/7), às 18h<br />
Onde: A Casa do Cachorro Preto &#8211; Rua 13 de maio, 99 &#8211; Carmo &#8211; Olinda/PE.<br />
Visitação até 02 de agosto, de quinta a domingo<br />
Entrada franca</p>
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