<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; Nazaré da Mata</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/nazare-da-mata/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 Jun 2026 21:08:37 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Maracatu de baque solto chega pela primeira vez a aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/maracatu-de-baque-solto-chega-pela-primeira-vez-a-aldeias-indigenas-do-sertao-de-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/maracatu-de-baque-solto-chega-pela-primeira-vez-a-aldeias-indigenas-do-sertao-de-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 19:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu Baque Solto]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=123627</guid>
		<description><![CDATA[Foto: Hugo Muniz/Divulgação Caboclos de lança com golas bordadas, reis e rainhas, damas do paço, baianas, mateus e catita prometem levantar poeira e fazer história em maio. Pela primeira vez, aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco recebem o maracatu de baque solto. O responsável pela circulação é o Maracatu Estrela Brilhante, de Nazaré da Mata, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-16.26.13.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123629" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-16.26.13-607x390.jpeg" width="607" height="390" /></a><br />
Foto: Hugo Muniz/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Caboclos de lança com golas bordadas, reis e rainhas, damas do paço, baianas, mateus e catita prometem levantar poeira e fazer história em maio. Pela primeira vez, aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco recebem o maracatu de baque solto. O responsável pela circulação é o Maracatu Estrela Brilhante, de Nazaré da Mata, um dos mais importantes grupos em atividade na Zona da Mata Norte.</p>
<p dir="ltr">As apresentações acontecem nos dias 5 (terça-feira), 6 (quarta-feira) e 7 de maio (quinta-feira), nos territórios Kapinawá, em Buíque, Fulni-ô, em Águas Belas, e Xukuru, em Pesqueira. A entrada é gratuita.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa faz parte do projeto “Quando uma Estrela Chegar no Seu Terreiro &#8211; Conexão com os Territórios Indígenas”, incentivado pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Governo de Pernambuco. A proposta leva o maracatu rural para além da Zona da Mata Norte e amplia o acesso à manifestação em outras regiões do estado.</p>
<p dir="ltr">Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, o maracatu rural nasce do encontro de matrizes africanas, indígenas e europeias. A tradição se mantém pela oralidade. Mestres ensinam no fazer. Brincantes aprendem no cortejo. As loas, a música e a dança formam o espetáculo.</p>
<p dir="ltr">As apresentações serão realizadas nos terreiros das aldeias, espaços de convivência e transmissão de saberes. Em cena, cerca de 25 brincantes conduzem o cortejo, com a presença de personagens como o caboclo de lança, Mateus e Catita, além da corte real. O público acompanha de perto cada gesto, cada movimento e cada símbolo do maracatu.</p>
<p dir="ltr">“Estamos muito contentes em poder promover esse encontro de culturas intergeracionais. O maracatu tem em seu DNA as tradições indígenas. Mesmo sem a presença dessas comunidades na Zona da Mata Norte, vivenciar esse momento é algo que ficará na história”, disse o presidente da agremiação carnavalesca, Nailson Vieira.</p>
<p dir="ltr">Atualmente, o Estrela Brilhante reúne mais de 150 integrantes. Para essa circulação, o grupo será representado por cerca de 25 brincantes. A formação reduzida mantém os principais elementos estéticos e simbólicos do maracatu de baque solto.</p>
<p dir="ltr">A circulação prevê deslocamentos de até cinco horas por trecho, totalizando mais de 12 horas de viagem ao longo da agenda. O grupo atravessa a Zona da Mata e segue até o Sertão, em um percurso que amplia o alcance da cultura popular pernambucana.</p>
<p dir="ltr">O projeto também valoriza a troca de saberes entre mestres, brincantes e comunidades indígenas. A proposta reforça a cultura como prática viva, que circula entre territórios e fortalece a memória e a identidade dos povos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/maracatu-de-baque-solto-chega-pela-primeira-vez-a-aldeias-indigenas-do-sertao-de-pernambuco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mestre Zeca Cirandeiro leva a força da ciranda da Mata Norte para apresentação em Olinda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mestre-zeca-cirandeiro-leva-a-forca-da-ciranda-da-mata-norte-para-apresentacao-em-olinda/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/mestre-zeca-cirandeiro-leva-a-forca-da-ciranda-da-mata-norte-para-apresentacao-em-olinda/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[PNAB Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[ciranda]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>
		<category><![CDATA[Zeca Cirandeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=123554</guid>
		<description><![CDATA[Mestre Zeca Cirandeiro. Foto: Sérgio Melo/Divulgação Um dos principais nomes da ciranda popular da Zona da Mata Norte pernambucana, Mestre Zeca Cirandeiro se apresenta neste sábado, 18 de abril, em Olinda, levando ao público o repertório de seu primeiro álbum, A Força Cultural da Mata Norte. A apresentação faz parte da circulação estadual do projeto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-15.59.57.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123555" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-15.59.57-574x486.jpeg" width="574" height="486" /></a><br />
Mestre Zeca Cirandeiro. Foto: Sérgio Melo/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Um dos principais nomes da ciranda popular da Zona da Mata Norte pernambucana, Mestre Zeca Cirandeiro se apresenta neste sábado, 18 de abril, em Olinda, levando ao público o repertório de seu primeiro álbum, <em>A Força Cultural da Mata Norte</em>. A apresentação faz parte da circulação estadual do projeto “Zeca Cirandeiro – A Força Cultural da Mata Norte”, produzido pela Terno da Mata Produções e realizado com incentivo do Ministério da Cultura, Governo Federal, Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">O artista é a principal atração da Sambada da Praça do Amaro Branco, que acontece a partir das 21h, na Praça Israel Felix, reunindo diferentes expressões da cultura popular em uma noite dedicada às rodas de ciranda, coco e manifestações tradicionais.</p>
<p dir="ltr">A noite contará ainda com apresentações do Grupo Indígena Flishimaya, do Coco do Pneu Mirim e do Mestre Arnaldo do Coco, além de espaço de microfone aberto para participação do público.</p>
<p dir="ltr">Aos 60 anos, Zeca Cirandeiro é considerado um dos principais nomes da ciranda popular de Paudalho, município da Zona da Mata pernambucana, onde construiu sua trajetória artística ligada às tradições locais. O álbum “A Força Cultural da Mata Norte” reúne composições que atravessam diferentes momentos da carreira do artista e reafirmam sua atuação na preservação da cultura da região.</p>
<p dir="ltr">A relação de Zeca com a ciranda começou ainda na infância, nos engenhos de Paudalho, onde as rodas funcionavam como espaços de convivência comunitária. Ele acompanhava a mãe nas festas e se inspirava nas cantorias do padrasto, Severino Cantador. Aos 10 anos, já participava das rodas com os adultos, criando suas primeiras paródias a partir de cirandas tradicionais, especialmente as de Lia de Itamaracá, referência para o artista.</p>
<p dir="ltr">Quatro anos depois, aos 14, compôs uma de suas primeiras músicas: “Sou negrão das correntes amarradas nas pernas, correndo atrás do carro de cana”. A canção era interpretada com amigos utilizando instrumentos improvisados de lata. Desde então, Zeca manteve presença constante na cena cultural da região, criando sua própria ciranda, fundando o Bloco do Camelô e ampliando apresentações por cidades vizinhas e distritos rurais da Zona da Mata.</p>
<p dir="ltr">Além da atuação como músico, o artista também desenvolve atividades como arte-educador e artista plástico. Em 2003, passou a trabalhar com formações percussivas para crianças atendidas pelo Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), levando a ciranda para projetos sociais do município. Suas primeiras apresentações públicas aconteceram nas Festas de São Sebastião, padroeiro de Paudalho.</p>
<p dir="ltr">Com cerca de 160 composições catalogadas, Zeca Cirandeiro segue ativo na criação musical, mantendo forte ligação com as histórias e experiências da comunidade rural onde nasceu. “Minhas músicas retratam o lugar onde nasci e as experiências que vivi na comunidade rural de Paudalho”, afirma o artista.</p>
<p dir="ltr">A apresentação em Amaro Branco faz parte de uma circulação que busca fortalecer e difundir as expressões culturais da Mata Norte pernambucana, reunindo artistas, mestres da cultura popular e novos grupos em torno das tradições da ciranda e do coco.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/mestre-zeca-cirandeiro-leva-a-forca-da-ciranda-da-mata-norte-para-apresentacao-em-olinda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bloco Rural Estrelinha inicia Circulação do Primeiro Álbum almejando difundir o Frevo da Mata Norte Pernambucana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/bloco-rural-estrelinha-inicia-circulacao-do-primeiro-album-almejando-difundir-o-frevo-da-mata-norte-pernambucana/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/bloco-rural-estrelinha-inicia-circulacao-do-primeiro-album-almejando-difundir-o-frevo-da-mata-norte-pernambucana/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Rural Estrelinha]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=123380</guid>
		<description><![CDATA[Foto: Hugo Muniz/Divulgação Um dos últimos representantes de uma brincadeira tradicional da Zona da Mata Norte do Estado, o bloco rural Estrelinha irá circular neste mês de abril com o espetáculo celebrativo &#8220;Cantos do Estrelinha&#8221;, baseado nas composições do álbum homônimo. A turnê começa no próximo sábado (4) na sede do Maracatu de Baque Solto Estrela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_0088.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123381" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_0088.JPG-607x383.jpeg" width="607" height="383" /></a><br />
Foto: Hugo Muniz/Divulgação</p>
<p>Um dos últimos representantes de uma brincadeira tradicional da Zona da Mata Norte do Estado, o bloco rural Estrelinha irá circular neste mês de abril com o espetáculo celebrativo &#8220;Cantos do Estrelinha&#8221;, baseado nas composições do álbum homônimo. A turnê começa no próximo sábado (4) na sede do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante em Nazaré da Mata.</p>
<p>A circulação passará pela Zona da Mata, Agreste e Região Metropolitana de Pernambuco, sempre com cortejos, apresentações e rodas de diálogo com diferentes representantes da cultura popular após as apresentações. Nesta primeira apresentação, a conversa vai ser com os membros do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante. O Bloco circula se encontrando também com o Coco de Mano de Baé em Limoeiro e a Orquestra Henrique Dias em Olinda, em um diálogo com o Frevo de Olinda, o Maracatu e o Coco de Roda.</p>
<p>Fundado em 1962, o Bloco Rural Estrelinha é uma agremiação festiva com uma estrutura que tem referências diversas, com elementos do maracatu rural, do frevo e do congado presentes no cortejo. Manifestação cultural da zona rural que foi criada para incluir a mulher no carnaval da zona da Mata. Com apenas três representantes da manifestação em atividade ( Bloco Rural Caravana Andaluza e Boneca Janaína da Alegria ), o Estrelinha é um verdadeiro testemunho de uma festividade rural que hoje habita o urbano de Nazaré. A ideia da circulação é contribuir para a manutenção da memória e da preservação do folguedo, através da difusão da musicalidade do Bloco Rural.</p>
<p>A Família Vieira é quem está à frente do bloco, o atual mestre de apito é Narciso Vieira, filho de Manoel Vieira (1932-2024). A presidente é Paula Vieira, neta do mestre Manoel e primeira mulher a ocupar a posição. Estrelinha é uma família. Nailson Vieira assina a Direção musical do Disco e do Espetáculo Cantos do Estrelinha, contribuindo com o amor de seu avô e o apego de seu pai a tradição dos blocos rurais.</p>
<p>O projeto promove inclusão sociocultural, diálogo com expressões musicais que compõem parte da identidade cultural de Pernambuco, a formação de novas plateias nas diferentes localidades do Estado e a salvaguarda do ritmo do “Bloco Rural Estrelinha”. Toda a circulação será registrada, através de imagens de vídeos e fotografias a fim de compor o acervo do bloco, ficando disponível nas redes sociais do projeto.</p>
<p>O projeto tem incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco, FUNDARPE, FUNCULTURA e Governo do Estado de Pernambuco. A realização é do Bloco Rural Estrelinha, O Maracatu, Azulyne Correntes Culturais e Arruda Conexões Culturais,</p>
<p><strong>Horários:</strong></p>
<p><strong>04 de abril 20h</strong> &#8211; Nazaré da Mata &#8211; Sede do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante &#8211; participação Maracatu Estrela Brilhante</p>
<p><strong>12 de abril 16h -</strong> Limoeiro &#8211; Galpão das Artes &#8211; participação Coco Mano de Bae</p>
<p><strong>18 de Abril 18h -</strong> Olinda &#8211; Grêmio Musical Henrique Dias (saída do cortejo do Bar de Ró) &#8211; participação Orquestra Henrique Dias</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/bloco-rural-estrelinha-inicia-circulacao-do-primeiro-album-almejando-difundir-o-frevo-da-mata-norte-pernambucana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Maracatu Infantil de Baque Solto Sonho de Criança inicia projeto de salvaguarda do patrimônio imaterial</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/maracatu-infantil-de-baque-solto-sonho-de-crianca-inicia-projeto-de-salvaguarda-do-patrimonio-imaterial/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/maracatu-infantil-de-baque-solto-sonho-de-crianca-inicia-projeto-de-salvaguarda-do-patrimonio-imaterial/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 17:23:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>
		<category><![CDATA[zona da mata de pernambuco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=121385</guid>
		<description><![CDATA[O Maracatu Infantil de Baque Solto Sonho de Criança, criado em 1997, e que está em atividade há pelo menos 27 anos em Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte do Estado, deu início a um novo projeto anual de manutenção e salvaguarda que coloca crianças e adolescentes no centro da preservação de uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121386" aria-labelledby="figcaption_attachment_121386" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/maracatu.jpg"><img class="size-medium wp-image-121386" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/maracatu-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Infantil de Baque Solto Sonho de Criança</p></div>
<p>O Maracatu Infantil de Baque Solto Sonho de Criança, criado em 1997, e que está em atividade há pelo menos 27 anos em Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte do Estado, deu início a um novo projeto anual de manutenção e salvaguarda que coloca crianças e adolescentes no centro da preservação de uma das tradições mais antigas do patrimônio cultural imaterial pernambucano. O projeto é realizado pela Coco da Mata Produções Artísticas e pela Azulyne Correntes Culturais, e conta com incentivo da Fundarpe e da Secretaria de Cultura de Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Formado por estudantes do ensino fundamental, o grupo reúne meninos e meninas de 7 a 16 anos que ocupam lugar de protagonismo dentro da brincadeira, aprendendo na prática os saberes que estruturam o maracatu rural, como o toque dos instrumentos, o canto improvisado, a dança, os personagens e a confecção das indumentárias.</p>
<p>O projeto vem sendo realizado na sede provisória da agremiação carnavalesca instalada dentro do Espaço Cultural Mauro Mota, equipamento público da Prefeitura, e prevê a realização de uma série de atividades ao longo de um ano, com o objetivo de fortalecer a continuidade da tradição, garantir a transmissão de saberes e estruturar ações de salvaguarda capazes de documentar, difundir e sustentar a memória do maracatu mirim.</p>
<p>Entre as ações programadas estão uma aula-espetáculo, a formação de mestres mirins, a promoção do Sambadinha Mirim, o restauro completo das indumentárias do grupo e um cortejo no período carnavalesco, momento em que as crianças se apresentam em sua plenitude, reafirmando o elo entre a tradição e as novas gerações.</p>
<p>A manutenção das indumentárias é uma etapa fundamental. Ao longo do ano, serão restauradas golas, chapéus, vestidos das baianas, o sombreiro da corte e o estandarte principal do maracatu. O processo envolve artesãos, bordadeiras e costureiras locais, fortalecendo também a economia criativa ligada ao maracatu rural.</p>
<p>Cada peça recuperada carrega valor estético e simbólico, permitindo que as crianças vivenciem integralmente o ritual da brincadeira e compreendam o significado cultural de cada elemento que vestem. Vestir o maracatu é, para elas, tanto um aprendizado quanto uma forma de pertencimento.</p>
<p>A oficina de formação de mestres possui um significado especial dentro do projeto. O responsável por conduzir as aulas é o mestre Anderson Miguel, um dos primeiros integrantes do próprio Maracatu Sonho de Criança. Ainda criança, ele recebeu sua formação de base dentro da cultura popular expressa no grupo, aprendendo canto, ritmo, improviso e condução de cortejo ao lado de mestres e brincantes mais velhos.</p>
<p>Hoje, retorna ao maracatu mirim como formador, ministrando uma oficina de 12 horas destinada a crianças e adolescentes, na qual ensina técnicas de puxada, afinação, liderança e expressão vocal. Sua presença reforça a dimensão geracional do projeto e evidencia que a salvaguarda do patrimônio imaterial depende da continuidade desses laços entre mestres, aprendizes e comunidade.</p>
<p>A dimensão educativa também se manifesta na realização de uma aula-espetáculo na Universidade de Pernambuco (UPE), ação que aproxima o universo do maracatu mirim de espaços formais de ensino e pesquisa.</p>
<p>Ao apresentar seu trabalho diante de professores, estudantes e público em geral, as crianças ampliam a compreensão sobre o valor cultural da brincadeira e evidenciam a potência educativa da tradição.</p>
<p>A iniciativa fortalece vínculos entre universidade e comunidade, estimulando pesquisas, intercâmbios e novas formas de aproximação entre saberes populares e instituições de ensino.</p>
<p>Com função semelhante, o Sambadinha Mirim promove o encontro entre a comunidade e os jovens brincantes, criando um ambiente de celebração e reafirmação cultural. A atividade ocorre nas imediações do Espaço Cultural Mauro Mota e oferece aos participantes a oportunidade de transformar em performance o que aprenderam durante as oficinas.</p>
<p>A prática reforça laços comunitários, incentiva a participação das famílias e contribui para ampliar o reconhecimento do maracatu mirim como expressão legítima e estruturante do território.</p>
<p>O cortejo de Carnaval, programado para o dia 16 de fevereiro de 2026, no centro de Nazaré da Mata, é a culminância do projeto anual de manutenção. O desfile marca o fortalecimento do maracatu mirim como expressão comunitária e reafirma que a tradição segue viva graças ao empenho das crianças e adolescentes que a conduzem.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Aula-espetáculo</strong><br />
18 de novembro de 2025 – 15h30 às 17h30<br />
Universidade de Pernambuco (UPE) – 1ª Semana da Excelência Negra</p>
<p><strong>Oficina de Formação de Mestres Mirins</strong><br />
27 a 30 de janeiro de 2026 – 9h às 11h30<br />
Com o mestre Anderson Miguel<br />
Espaço Cultural Mauro Mota – Nazaré da Mata</p>
<p><strong>Sambadinha Mirim</strong><br />
31 de janeiro de 2026 – 15h<br />
Espaço Cultural Mauro Mota – Nazaré da Mata</p>
<p><strong>Cortejo de Carnaval</strong><br />
16 de fevereiro de 2026 – Centro de Nazaré da Mata</p>
<p><strong>Realização</strong><br />
Coco da Mata Produções Artísticas, Maracatu Sonho de Criança e Azulyne Correntes Culturais</p>
<p><strong>Incentivo</strong><br />
Funcultura, Fundarpe, Secult-PE e Governo do Estado de Pernambuco</p>
<p><strong>Mais informações:</strong> www.instagram.com/maracatusonhodecriança</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/maracatu-infantil-de-baque-solto-sonho-de-crianca-inicia-projeto-de-salvaguarda-do-patrimonio-imaterial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Encontro dos Maracatus Rurais destaca beleza e história de Nazaré da Mata</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-dos-maracatus-rurais-destaca-beleza-e-historia-de-nazare-da-mata/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-dos-maracatus-rurais-destaca-beleza-e-historia-de-nazare-da-mata/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 14:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu de Baque Solto]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Meu País]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=116436</guid>
		<description><![CDATA[A partir desta segunda-feira (3), a cidade de Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, se transformará no epicentro da cultura raiz pernambucana com a realização do Encontro dos Maracatus Rurais. O evento, que se estende até a madrugada da quarta-feira de Cinzas (5), promete três dias de celebração à beleza, à [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/5ad5cc46-c1b0-47e0-a158-36b921572087.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116437" alt="5ad5cc46-c1b0-47e0-a158-36b921572087" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/5ad5cc46-c1b0-47e0-a158-36b921572087-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><br />
A partir desta segunda-feira (3), a cidade de Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, se transformará no epicentro da cultura raiz pernambucana com a realização do Encontro dos Maracatus Rurais. O evento, que se estende até a madrugada da quarta-feira de Cinzas (5), promete três dias de celebração à beleza, à história e à ancestralidade de uma das cidades mais emblemáticas do Estado.</p>
<p>O ponto alto do evento será o cortejo dos maracatus, com largada às 8h no Parque dos Lanceiros, no bairro do Juá, rumo à Praça João XXIII, a conhecida Praça da Catedral, programado para acontecer a partir das 9h, e que percorrerá as principais vias, passando por patrimônios históricos que contam a trajetória da cidade.</p>
<p>De lá, as 30 agremiações, sendo 18 da cidades, e outras 12 de municípios da região, seguirão em desfile, exibindo toda a riqueza de suas fantasias, adereços e performances, em direção ao palco &#8220;Pernambuco Meu País”.</p>
<p>O desfile da realeza, representado por personagens da cultura afro-indigena, tem, entre os seus integrantes, rei e rainha, figuras centrais que simbolizam a nobreza e a liderança do grupo. Acompanhando-os estão o príncipe e a princesa, representando a continuidade da linhagem real, além de duques e duquesas, que enriquecem a hierarquia da corte.</p>
<p>As damas do paço, responsáveis por carregar as calungas — bonecas confeccionadas em tecido preto, representam entidades espirituais ou ancestrais —, também desempenham papel fundamental no cortejo.</p>
<p>Além disso, os vassalos auxiliam na condução do pálio ou guarda-sol que protege a realeza durante o desfile, enquanto as iabás, também conhecidas como baianas, enriquecem a apresentação com sua presença e dança.</p>
<p>Outros personagens, como os caboclos de lança, embora não façam parte da realeza, são essenciais para a manifestação cultural, representando guerreiros com suas vestes coloridas e lanças enfeitadas.</p>
<p>Cada personagem desempenha um papel específico, contribuindo para a riqueza e a complexidade do maracatu rural.</p>
<p>Ao longo do trajeto, os participantes e espectadores poderão apreciar marcos como a Praça Escrava Ana Rosa, onde um monumento em argila homenageia uma escrava morta em praça pública, lembrando as lutas e resistências do povo negro.</p>
<p>Outro destaque é a Igreja de Santa Terezinha, com sua arquitetura neocolonial que remete ao século XX, e a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, cuja construção data de 1814 e é um símbolo da fé e da história local.</p>
<p>Nazaré da Mata, emancipada em 17 de maio de 1833, carrega consigo um legado que vai muito além dos seus limites geográficos. O município de mais de 31 mil habitantes foi, historicamente, um importante polo da economia açucareira, com engenhos de cana-de-açúcar que impulsionaram o desenvolvimento regional, e esteve na rota internacional de importação de sapatos de couro e do algodão, considerado o &#8220;ouro branco&#8221; da época.</p>
<p>Hoje, a cidade é reconhecida nacionalmente e mundialmente como a Capital Estadual do Maracatu Rural, uma manifestação cultural datada dos séculos XVII e XVIII, que mistura influências afro, indígenas e europeias.</p>
<p>Em 2014, essa tradição ganhou ainda mais destaque quando o Maracatu de Baque Solto foi reconhecido pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Esse título não apenas valoriza a cultura local, mas também atrai turistas e pesquisadores de todo o país, interessados em conhecer de perto essa expressão única da identidade pernambucana.</p>
<p>Além do cortejo, o evento contará com feiras de artesanato, comidas típicas e exposições que celebram a cultura local. A Praça João XXIII, palco da apoteose do evento, será um ponto de encontro para moradores e turistas, que poderão desfrutar de uma programação repleta de música, dança e tradição.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>O quê: Encontro dos Maracatus Rurais destaca beleza e história de Nazaré da Mata</p>
<p>Quando: Segunda-feira, 3</p>
<p>Onde: Parque dos Lanceiros, em Nazaré da Mata</p>
<p>Horário:  a partir das 8h</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-dos-maracatus-rurais-destaca-beleza-e-historia-de-nazare-da-mata/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Encontro dos Maracatus de Baque Solto celebra cultura, história e ancestralidade</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-dos-maracatus-de-baque-solto-celebra-cultura-historia-e-ancestralidade/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-dos-maracatus-de-baque-solto-celebra-cultura-historia-e-ancestralidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 16:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[baque solto]]></category>
		<category><![CDATA[Barachinha]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[empetur]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro dos Maracatus]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Mestra Gil]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[setur-pe]]></category>
		<category><![CDATA[Zona da mata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=116379</guid>
		<description><![CDATA[A Prefeitura de Nazaré da Mata (Zona da Mata Norte) divulgou todos os detalhes da programação oficial do Encontro dos Maracatus de Baque Solto, tradição que acontece sempre na segunda-feira e na Terças-Feira de Carnaval. A iniciativa, que conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116380" aria-labelledby="figcaption_attachment_116380" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-08.27.27.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116380" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-08.27.27-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu</p></div>
<p>A Prefeitura de Nazaré da Mata (Zona da Mata Norte) divulgou todos os detalhes da programação oficial do Encontro dos Maracatus de Baque Solto, tradição que acontece sempre na segunda-feira e na Terças-Feira de Carnaval. A iniciativa, que conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE) e Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), reúne mais de 30 grupos culturais.</p>
<p>Em 2025 a festa, que tem como tema O Som do Maracatu É o Coração de Nazaré, é realizada nos dias 3 e 4 de março. Destaque desta edição é o retorno do evento, após muitos anos, para Praça João XXII, conhecida como Praça da Catedral. A programação é gratuita e aberta ao público.</p>
<p>O evento, que é tradição no calendário estadual de cultura, homenageia este ano o mestre Barachinha, do Maracatu Estrela Brilhante de Buenos Aires; e a mestra Gil, primeira poeta popular de versos de improviso, que ocupou, por décadas, o papel de mestra no Maracatu Feminino Coração Nazareno, da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam).</p>
<p>No Encontro dos Maracatus de Baque Solto 2025 participam mais de 30 grupos de diferentes cidades da região. Além de Nazaré da Mata, integram a programação maracatus rurais dos municípios de Vitória de Santo Antão, Tracunhaém, Timbaúba, Carpina, Aliança, Condado, Lagoa de Itaenga, Buenos Aires, Chã de Alegria, Itambé, Ferreiros, Glória do Goitá, Araçoiaba, Lagoa do Carro e Itaquitinga.</p>
<p>A cultura popular do maracatu rural, segundo relatos históricos, surgiu na região canavieira, em meados do século 19, nos engenhos de cana-de-açúcar da região, pelos povos africanos trazidos à força para o Brasil e que trabalhavam escravizados.</p>
<p>Com a Abolição da Escravatura, em 1888, muitas dessas pessoas foram para a cidade grande. As que ficaram no interior e nas localidades rurais ganharam pequenos pedaços de terra para construírem sua casa, porém, continuaram trabalhando na lavoura de cana-de-açúcar. Os negros, após libertados, passaram a ser, juntamente com índios, caboclos e brancos pobres, protagonistas criadores da história e da cultura brasileiras.</p>
<p>Apesar de todo o sofrimento causado pelas péssimas condições de trabalho e moradia que estão ligadas à escravidão, a população negra contribuiu muito para o desenvolvimento do Brasil e ajudou na formação de nossa cultura, através das suas danças, músicas e costumes, como fazem os bricantes dos grupos de maracatus de baque solto, que resistem até os dias atuais, atravessando várias gerações.</p>
<p>Em Nazaré da Mata há 19 grupos. A brincadeira popular, que surgiu no terreiros dos canais, tem em sua representação figuras e personagens que remetem à cultura africana, indigena e europeia, a exemplo da Corte. Caterina (ou Catita), Mateus e a Burra são os abre-alas da brincadeira.</p>
<p>Em seguida entram em cena dois cordões de Caboclos de Lança, que são comandados pelo Mestre de Caboclaria, juntamente com dois cordões de Baianas (baianal) e os Caboclos a Reamar (também chamados de Caboclo de Pena). Integram o grupo o Estandarte, o Porte-Estandarte e os componentes da Corte. A Dama do Buquê, Rainha e Rei, Escravo com o Palio, Menino da Boneca (ou Dama do Passo) e a Boneca de Pano Preta.</p>
<p>Para além da beleza dos personagens, outra marca registrada é o Mestre, Contramestre e a Orquestra. Essa Orquestra é composta pelo terno, formado pelos instrumentos caixa, ganzá e bombinho, cuíca ou porca, além do gongué.</p>
<p>A Orquestra (ou Terno), também é composta por instrumentos de sopro como saxofone, trompete, trombone, pistão e clarinete.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-dos-maracatus-de-baque-solto-celebra-cultura-historia-e-ancestralidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Praça do Frevo, em Nazaré da Mata, celebra o Carnaval com 30 horas dedicadas ao ritmo Patrimônio da Humanidade</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/praca-do-frevo-em-nazare-da-mata-celebra-o-carnaval-com-30-horas-dedicadas-ao-ritmo-patrimonio-da-humanidade/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/praca-do-frevo-em-nazare-da-mata-celebra-o-carnaval-com-30-horas-dedicadas-ao-ritmo-patrimonio-da-humanidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 15:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[empetur]]></category>
		<category><![CDATA[frevo]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Maestro Forró]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Capa Bode]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Revolta]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Praça do Frevo]]></category>
		<category><![CDATA[Praça Herculano Bandeira]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[setur-pe]]></category>
		<category><![CDATA[Zona da mata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=116375</guid>
		<description><![CDATA[A Praça Herculano Bandeira, conhecida como Praça do Frevo, no Centro do município de Nazaré da Mata (Zona da Mata Norte), é palco de uma celebração única durante o Carnaval 2025. Desde 2010, a Praça do Frevo se consolida como um polo cultural dedicado à preservação e valorização do frevo, ritmo que, junto com a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116376" aria-labelledby="figcaption_attachment_116376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-08.26.29.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116376" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-08.26.29-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Forró</p></div>
<p>A Praça Herculano Bandeira, conhecida como Praça do Frevo, no Centro do município de Nazaré da Mata (Zona da Mata Norte), é palco de uma celebração única durante o Carnaval 2025. Desde 2010, a Praça do Frevo se consolida como um polo cultural dedicado à preservação e valorização do frevo, ritmo que, junto com a cultura centenária do maracatu rural, compõe a identidade cultural da cidade.</p>
<p>Este ano a gestão municipal preparou uma programação especial, que começa no domingo (2) e segue até a terça-feira (4), com atrações que prometem agitar os foliões e celebrar o gênero que é símbolo do Carnaval pernambucano. O polo cultural conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE) e Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur).</p>
<p>Destaque para as orquestras de Frevo Capa Bode e Revoltosa, duas instituições que carregam a história e a alma do frevo. A Orquestra Capa Bode, Patrimônio Vivo e Ponto de Cultura do Estado desde 1888, e a Orquestra Revoltosa, em atividade desde 1915, são verdadeiras guardiãs do gênero, mantendo viva a chama dessa expressão cultural que transcende gerações.</p>
<p>Outro momento aguardado é a estreia do Maestro Forró na programação carnavalesca da Praça do Frevo. Com um repertório que mistura tradição e inovação, o artista promete levar ao público uma apresentação inesquecível marcando sua primeira participação no evento.</p>
<p>Ao todo são 15 atrações ao longo dos três dias de evento somando mais de 30 horas de puro frevo. &#8220;A Praça do Frevo é um espaço que há 14 anos promove a cultura local. Temos muito orgulho de reforçar seu papel como um polo cultural exclusivo para os amantes do ritmo. Enquanto gestão temos o compromisso de preservar e valorizar essa manifestação artística que é orgulho de Nazaré da Mata e de Pernambuco&#8221;, destacou o secretário de Cultura e Turismo municipal, Washington Dário.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/praca-do-frevo-em-nazare-da-mata-celebra-o-carnaval-com-30-horas-dedicadas-ao-ritmo-patrimonio-da-humanidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quilombo de Inhanhum recebe homenagem ao centenário do maestro José Menezes</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/quilombo-de-inhanhum-recebe-homenagem-ao-centenario-do-maestro-jose-menezes/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/quilombo-de-inhanhum-recebe-homenagem-ao-centenario-do-maestro-jose-menezes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 14:32:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[5 de Novembro]]></category>
		<category><![CDATA[Centenário]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[frevo]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura Música]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[homenagem]]></category>
		<category><![CDATA[Inhanhum]]></category>
		<category><![CDATA[José Menezes]]></category>
		<category><![CDATA[Maestro]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>
		<category><![CDATA[orquestra]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[revoltosa]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Maria da Boa Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Zona da mata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=115202</guid>
		<description><![CDATA[Neste sábado (21), às 16h, a Comunidade Quilombola de Inhanhum, localizada às margens do Rio São Francisco, na Zona Rural do município de Santa Maria da Boa Vista, Sertão de Pernambuco, é palco de uma apresentação especial da Orquestra de Frevo Revoltosa em homenagem ao centenário de nascimento do maestro José Menezes. A iniciativa faz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115203" aria-labelledby="figcaption_attachment_115203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/18.jpg"><img class="size-medium wp-image-115203" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/18-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro José Menezes</p></div>
<p>Neste sábado (21), às 16h, a Comunidade Quilombola de Inhanhum, localizada às margens do Rio São Francisco, na Zona Rural do município de Santa Maria da Boa Vista, Sertão de Pernambuco, é palco de uma apresentação especial da Orquestra de Frevo Revoltosa em homenagem ao centenário de nascimento do maestro José Menezes. A iniciativa faz parte do projeto Hoje Tem Frevo no Terreiro. A apresentação celebra o legado do compositor pernambucano, que se destaca como um dos maiores nomes do frevo no Brasil. O evento é gratuito e começa às 16h.</p>
<p>José Menezes, falecido em 2013, teve sua iniciação musical na Sociedade Musical 5 de Novembro, a Revoltosa, da qual seu pai também foi integrante. Reconhecido como um dos principais compositores do gênero, o maestro deixou um acervo musical que é lembrado durante o concerto, com mais de 30 obras de sua autoria, e que são interpretadas pela orquestra.</p>
<p>A Orquestra de Frevo Revoltosa, idealizada e coordenada pela Sociedade Musical 5 de Novembro, é formada por jovens músicos, em sua maioria negros, oriundos da periferia de Nazaré da Mata e da região da Zona da Mata Norte de Pernambuco. Filhos de agricultores, cortadores de cana e trabalhadores rurais, esses artistas utilizam a música como ferramenta de valorização cultural, preservação do patrimônio histórico e exercício pleno da cidadania, bem como profissionalização na arte da música instrumental.</p>
<p>Com status de Patrimônio Vivo e Ponto de Cultura de Pernambuco, a Revoltosa promove a salvaguarda e a difusão do frevo como um dos maiores legados culturais do Estado. O projeto Hoje Tem Frevo no Terreiro, que já passou pelo Quilombo de São Lourenço, em Goiana (Mata Norte), chega agora ao Sertão ampliando o alcance da tradição musical que embala o Carnaval, a vida e alegria dos pernambucanos.</p>
<p>A apresentação conta com tradução em libras e é gravada, com transmissão e registro disponibilizado no canal oficial da instituição no YouTube. O projeto tem incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Governo do Estado, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) Música.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Quilombo de Inhanhum recebe homenagem ao centenário do maestro José Menezes -</strong> <em>sábado (21), a partir das 16h, na Comunidade Quilombola de Inhanhum, Zona Rural de Santa Maria da Boa Vista (Sertão), a 18 km da sede do município. Acesso gratuito</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/quilombo-de-inhanhum-recebe-homenagem-ao-centenario-do-maestro-jose-menezes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Coco de Fulô lança EP com som inovador e raízes tradicionais em Nazaré da Mata</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coco-de-fulo-lanca-ep-com-som-inovador-e-raizes-tradicionais-em-nazare-da-mata/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/coco-de-fulo-lanca-ep-com-som-inovador-e-raizes-tradicionais-em-nazare-da-mata/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 17:45:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Coco de Fulô]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=114556</guid>
		<description><![CDATA[O grupo Coco de Fulô lança seu primeiro EP, “Coco de Fulô: O Coco Rural”, com cinco faixas e seu primeiro videoclipe. As músicas &#8220;Cana de Santa Fé&#8221;, &#8220;O Trem&#8221;, &#8220;Canoeiro&#8221;, &#8220;Cadê Mariquinha?&#8221; e &#8220;Cana Adubada&#8221; formam a essência do projeto, que celebra a alegria do coco rural com uma sonoridade única e inovadora, misturando [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114557" aria-labelledby="figcaption_attachment_114557" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-19-at-13.47.09.jpeg"><img class="size-medium wp-image-114557" alt="Foto: Hugo Muniz/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-19-at-13.47.09-607x428.jpeg" width="607" height="428" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Hugo Muniz/Divulgação</p></div>
<p>O grupo Coco de Fulô lança seu primeiro EP, “Coco de Fulô: O Coco Rural”, com cinco faixas e seu primeiro videoclipe. As músicas &#8220;Cana de Santa Fé&#8221;, &#8220;O Trem&#8221;, &#8220;Canoeiro&#8221;, &#8220;Cadê Mariquinha?&#8221; e &#8220;Cana Adubada&#8221; formam a essência do projeto, que celebra a alegria do coco rural com uma sonoridade única e inovadora, misturando raízes tradicionais com uma estética distorcida. Trabalho original e envolvente que merece ser escutado em todo o Brasil.</p>
<p>Coco de Fulô mantém viva a tradição da Mata Norte de Pernambuco. Expressa a cultura do trabalhador do campo e dos canaviais da região inspirado no cenário rural. O grupo traz a musicalidade dos terreiros e engenhos de cana-de-açúcar, onde a ancestralidade se revela nos ritmos e poesias da cultura canavieira.</p>
<p>O EP é encabeçado por Ricco Serafim, mestre brincante, músico e pesquisador com mais de 20 anos de atuação nas manifestações culturais da Mata Norte pernambucana. O videoclipe, “Cana de Santa Fé”, foi gravado no Engenho Santa Fé e valoriza a tradição do coco rural da Zona da Mata Norte de Pernambuco, com versos, rimas e um visual vibrante que traduz a riqueza da região, além da utilização de instrumentos típicos do coco de roda.</p>
<p>Neste trabalho, o público é convidado a ouvir a fusão do coco rural com uma sonoridade distorcida, criando uma identidade musical inédita. Trombone, trompete e saxofone dialogam com o bombinho, caixa e mineiro, misturando-se às cores e à alegria do coco rural.</p>
<p>A quinta faixa do EP, &#8220;Cana Adubada&#8221;, conta com a participação especial de Buguinha Dub, um dos principais produtores da música independente no Brasil, conhecido pela arte do dub. Com arranjos que destacam a oralidade e poesia, essa faixa expressa a essência do Coco de Fulô.</p>
<p>Produzido com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), através da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, o EP busca eternizar não só a imagem, mas também a história e as tradições do coco rural. Coco de Fulô transcende as fronteiras da Mata Norte e mostra ao Brasil e ao mundo uma expressão sincera da região, que é berço de grandes cantadores e poesia, indo além do maracatu e da ciranda.</p>
<p>O lançamento está marcado para o dia 30 de novembro em todas as plataformas digitais. A escolha do mês da Consciência Negra ressoa com o propósito do grupo. O coco, expressão musical nascida nas senzalas pernambucanas, conecta passado e presente em um som que é, ao mesmo tempo, raiz e renovação.</p>
<p><strong>EP COCO RURAL:</strong><br />
Diretor Musical: Ricco Serafim<br />
Produtor Musical: Guilherme Otávio<br />
Direção Artística: Érika Waléria<br />
Mixagem e Masterização: Buguinha Dub<br />
Técnico de Imagens: Paulinho Matos</p>
<p><strong>Músicos:</strong><br />
Ricco Serafim<br />
Voz</p>
<p>Guilherme Otávio<br />
Trompete e Caixa</p>
<p>Karine Alves<br />
Trombone baixo e Trombone tenor</p>
<p>Luciano Ramos<br />
Sax tenor</p>
<p>Alberico Silva<br />
Alfaia e bombinho.</p>
<p>Willinton Gomes<br />
Caixa</p>
<p>Luciel ramos<br />
Ganzar<br />
Guilherme Henrique<br />
Trombone baixo e Trombone tenor</p>
<p>Leandro Gervásio<br />
Tuba</p>
<p>Josias Costa<br />
Trombone tenor e segunda voz trombone</p>
<p>Beck vocal: Guilherme Otavio, Willy Peixe, Ricco Serafim.</p>
<p>Foto: Hugo Muniz</p>
<p><strong>ELENCO:</strong><br />
Ricco Serafim<br />
Guilherme Otávio<br />
Luciano Ramos<br />
Alberico Silva<br />
João Henrique<br />
Alisson Rodrigues<br />
Estefânia Cristina<br />
Girlane Mota<br />
Mharlon Calisto<br />
Mizael Souza</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/coco-de-fulo-lanca-ep-com-som-inovador-e-raizes-tradicionais-em-nazare-da-mata/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bastiões comandam País das Culturas Populares em Pesqueira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/bastioes-comandam-pais-das-culturas-populares-em-pesqueira/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/bastioes-comandam-pais-das-culturas-populares-em-pesqueira/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 02:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[adiel luna]]></category>
		<category><![CDATA[afro reggae]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[AMUNAM]]></category>
		<category><![CDATA[ciranda]]></category>
		<category><![CDATA[Coco]]></category>
		<category><![CDATA[Coco Camará]]></category>
		<category><![CDATA[coco de roda]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[Lamento Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Márcio Fecher]]></category>
		<category><![CDATA[Menestrel]]></category>
		<category><![CDATA[mestres]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>
		<category><![CDATA[Peixinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[PESQUEIRA]]></category>
		<category><![CDATA[São Lourenço da Mata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=111626</guid>
		<description><![CDATA[A segunda tarde do polo País das Culturas Populares no Festival Pernambuco Meu País, no município de Pesqueira (PE), neste sábado (3), foi marcado por apresentações de grupos e artistas que têm como projeto de existência a perpetuação da manifestação cultural a que se dedicam. Subiram ao palco da Praça da Rosa as atrações Mestres [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda tarde do polo País das Culturas Populares no Festival Pernambuco Meu País, no município de Pesqueira (PE), neste sábado (3), foi marcado por apresentações de grupos e artistas que têm como projeto de existência a perpetuação da manifestação cultural a que se dedicam. Subiram ao palco da Praça da Rosa as atrações Mestres do Coco Pernambucano, Ciranda das Flores da Amunam, Bloco Afro Lamento Negro e Adiel Luna e o Coco Camará.</p>
<p>Mestre do Coco Pernambucano, por exemplo, surgiu de uma exposição fotográfica sobre o tema. A partir dessa iniciativa foi formado um conjunto no qual participam três mestres nos vocais e três percussionistas, com os nomes sempre se alternando.</p>
<p>Já a Ciranda Flores Amunam, formada por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata (Zona da Mata Norte), trouxe em seu repertório canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, também interpretou composições de Gilberto Gil (Esperando na Janela), Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>Entre os grupos de afro reggae, ritmo que têm tido grande destaque no Festival Pernambuco Meu País, o Bloco Afro Lamento Negro, do bairro de Peixinhos (Olinda-PE), é um dos mais icônicos. Basta dizer que dele saíram os integrantes que formaram a base rítmica da banda Nação Zumbi, ainda com Chico Science. As origens do movimento mangue tem DNA do Lamento Negro. Em Pesqueira, Felipe Baobá, Fernanda e Marcela entoaram canções que celebram a cultura preta e periférica. Como de praxe, completaram a set list com temas como o Canto das Três Raças (de Mauro Duarte &amp; Paulo César Pinheiro, sucesso na voz Clara Nunes), Samba Makossa (Chico Science) e Computadores Fazem Arte (Fred Zeroquatro).</p>
<p>Natural de São Lourenço da Mata (Região Metropolitana do Recife), Adiel Luna é cantador de viola, coquista, forrozeiro, aboiador, cordelista, ator, mestre de maracatu, mamulengueiro, formador e brincante de cultura popular. Seu espetáculo, com vozes e percussão, reflete toda essa bagagem. Ainda assim, em Pesqueira, Adiel deu mesmo foi um show de humildade, dividindo seu tempo de palco convidando mestres e brincantes da cidade e região. Participaram mestre Luiz Timóteo, Diosmam Avelino e os membros do Flor de Jurema Ednaldo Xucuru, Jaci Nayara Dias, Carol Xucuru e Bibi Xucuru.</p>
<p>Antes transição do País das Culturas Populares para o País da Música, no mesmo palco da Praça da Rosa, ainda contou com o espetáculo O Menestrel. As histórias cantadas pelo ator Márcio Fecher, acompanhado pelo violão de Felipe Baobá e o carrón de Fábio Ypalonã, são uma adaptação de o Guardador de Rebanhos, de Alberto Caeiro (heterônimo de Fernando Pessoa), com foco na cultura de maracatu, coco e toques de terreiro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/bastioes-comandam-pais-das-culturas-populares-em-pesqueira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

