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	<title>Portal Cultura PE &#187; negro</title>
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		<title>Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda chega à 26ª edição</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 20:02:40 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116266" aria-labelledby="figcaption_attachment_116266" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/53515809740_3cb6824efd_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-116266" alt="Juana Carvalho/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/53515809740_3cb6824efd_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda</p></div>
<p>A Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda chega à 26ª edição, nesta segunda-feira (24), a partir das 20h. A concentração acontece na Praça de São Pedro. Depois, o cortejo com as dez nações de maracatu realizam o percurso que vai da Rua do Amparo até o Largo da Igreja do Rosário dos Homens Pretos. O evento conta com o apoio do Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>Uma noite de fé, tradição e resistência. O encontro dos maracatus de baque virado de Olinda em um grande cortejo pelas ruas do Sítio Histórico, celebrando a cultura afro-brasileira e reverenciando os ancestrais. À meia-noite, a grande saudação no Largo do Rosário encerra esse momento único de conexão entre os maracatus e o sagrado.</p>
<p>Em Olinda, a presença das populações remanescentes do continente africano ocorreu, ainda no século 16, quando foram trazidos escrizavos da Guiné, a pedido de Duarte Coelho, para o trabalho nos engenhos. Esse contingente, que com o passar dos anos só cresceu, no início do século 17 construiu para seu uso a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, em que estabeleceu seu local de reunião para efeito dos cultos da Igreja Católica, convívio da comunidade negra, troca de saberes e para a realização de suas festas profanas.</p>
<p>Com a invasão holandesa veio a debandada e muitos dos escravizados foram para Quilombo dos Palmares ficando tanto a Igreja como a própria Olinda abandonadas. Em 1715 os negros já haviam restaurado seu espaço sendo fundada a Confraria de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos.</p>
<p>Das imposições do poder vigente e da resistência cultural dos negros, veio o sincretismo, que ajustou de maneira crioula os calendários e os ritos de origem africana. O Carnaval, festa do calendário cristão que precede a Quaresma, e que é uma licença, uma pausa, é também um momento de expressão das culturas afrodescendentes.</p>
<p>Segundo a historiadora Aneide Santana, “é da década de 1990 a reativação e o aparecimento em Olinda dos grupos culturais com produções artísticas inspiradas nas raízes de nosso povo. Esse movimento, já conhecido internacionalmente, bebeu muito nas fontes alimentadas pelo amor e pela obstinação dos afrodescendentes por suas culturas, aliados especialmente a sua criatividade e adaptação. Por tudo isso se faz a festa, partilha-se o Largo do Rosário e tocam-se os tambores. A convocação é para todos que de alguma maneira se beneficiam desse acervo, ligados ou não a fundamentos religiosos, mas que fazem parte do movimento”.</p>
<p>Todos os anos, em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, na semana que antecede o Carnaval, acontece a Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda, que se formou a partir de uma obrigação religiosas dos maracatus de Olinda. Contando com a participação dos Maracatus Nação Leão Coroado, Nação Camaleão, Nação Badia, Nação de Luanda, Nação Maracambuco, Nação Pernambuco, Nação Estrela de Olinda, Nação Tigre e Sol Brilhante de Olinda.</p>
<p>A celebração tem início com a concentração de todos os maracatus nos Quatro Cantos, no Sítio Histórico de Olinda, de onde todos seguem em cortejo pela Rua e Largo do Amparo com destino à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Na chegada cada um canta algumas loas, dando espaço para o próximo, até a chegada do último quando se reúnem para a realização do ritual religioso que começa a meia-noite, com cantos africanos entoados pelo zelador de santo.</p>
<p>Durante a cerimônia a frente da igreja é banhada de perfume e, no fim, acontece um dos momentos mais emocionantes da cerimônia, o rufar dos tambores que permanecem em silêncio durante a celebração, acompanhados da já tradicional queima de fogos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda -</strong> <em>concentração na Praça de São Pedro e cortejo até os Quatro Cantos em direção à Igreja do Rosário, segunda-feira (24), a partir das 20h</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Maracatus participantes da AMO</span>:</strong></p>
<p>O <strong>Maracatu Leão Coroado</strong>, fundado em 1863, é um dos mais antigos maracatus em atividade no Brasil. É considerado Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura (MinC) e Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2005.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação de Luanda</strong> foi fundado em 18 de setembro de 1997. O grupo foi fundado por Antônio Roberto Nogueira Barros, conhecido por Roberto, que, antes de fundar o Nação de Luanda, já havia atuado em outros maracatus.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação Pernambuco</strong> foi fundado em 1989. Atuando em teatros tradicionais, palcos de festivais, realizando desfiles nas ruas com até 40 tambores e 300 desfilantes, gravando discos e ministrando oficinas, o Nação Pernambuco nasceu com o objetivo de dar uma amplitude maior ao universo do maracatu, até então restrito ao período carnavalesco.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação Camaleão</strong> foi fundado em 8 de abril de 1990, pelo mestre Márcio Carvalho de Lima, Luís Pernambuco, Alexandre Alves Dias e Plínio Victor, na comunidade do Amaro Branco, em Olinda. Lá ficou por pouco tempo partindo, em seguida, para o Varadouro, na Rua da Boa Hora.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação Maracambuco</strong> foi fundado em 9 de Junho de 1993 com a missão divulgar, preservar e promover a cultura pernambucana, em especial o maracatu de baque virado, utilizando a cultura como ferramenta de transformação social e atividade turística. Em 2013 foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural, prêmio concedido pelo governo federal.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação Badia</strong>, fundado em 4 de outubro de 1995, entidade sem fins lucrativos é destinado à profissionalização sócio, educacional, cultural e recreacional de jovens e adultos tendo como objetivo a divulgação da cultura musical folclórica do maracatu com grupo de percussão pesada e fina.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação Tigre</strong>, fundado dia 6 de janeiro de 1975 por Melquiades de Sena Reis e sua esposa, dona Lourdes, inicialmente localizado no bairro de Campo Grande, após a cheia de 1975 mudou-se para Peixinhos, bairro onde até hoje está localizado. Em 2010 o neto do casal, Fabiano, assumiu o maracatu desfilando pelos principais corredores carnavalescos de Recife e Olinda.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação Estrela de Olinda</strong> foi fundado em 2003 pelo Mestre Ivanildo de Oxossi, percussionista e tirador de loa, e criado pelo projeto Agente Jovem, formado por crianças e adolescentes das comunidades dos bairros olindenses de Guadalupe, V8 e V9 no geral.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação Sol Brilhante de Olinda</strong> foi fundado em 1992 pelo mestre Djair Gomes, junto com seus pais e irmãos, a partir de uma iniciativa familiar. Inicialmente criado como uma nação mirim, suas cores representativas eram o verde e o amarelo e seu orixá patrono era Ibeji. Na Rua do Rotar, no bairro do Varadouro, em Olinda, mestre Leandro Gomes, sobrinho do mestre Djair Gomes, teve a iniciativa de discutir o retorno do Nação Sol Brilhante. O desejo foi concretizado em 29 de setembro de 2017, quando a nação foi refundada, composta pelos integrantes da época mirim, já adultos, mantendo viva a essência do grupo.</p>
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		<title>Recife celebra a dança de salão com o espetáculo Negrô</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 17:10:34 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115643" aria-labelledby="figcaption_attachment_115643" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rogério Alves/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/41_Negro_Fts-@rogerioalves423.jpg"><img class="size-medium wp-image-115643" alt="Rogério Alves/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/41_Negro_Fts-@rogerioalves423-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Negrô</p></div>
<p>O espetáculo <em>Negrô</em>, da Uno Companhia de Dança, ganha os palcos de Recife, este mês, trazendo uma fusão vibrante das danças de salão com a rica cultura afro-brasileira. A apresentação, que mergulha em influências, raízes, ritos e danças das matrizes africanas, é encenada, no dia 31 de janeiro, no Teatro de Santa Isabel, no bairro de Santo Antônio. O show faz parte da programação do 31º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos. Os ingressos estão disponíveis para compra no Sympla.</p>
<p>O projeto é uma realização da Uno Espaço Criativo de Dança, com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). Com uma proposta que une ancestralidade e corporeidade negra, <em>Negrô</em> explora a expressividade dos movimentos, das músicas e das danças a dois destacando a importância da herança cultural negra que permanece viva nas manifestações corporais ao longo do tempo. A obra é um verdadeiro tributo à riqueza cultural afro-brasileira.</p>
<p>O elenco, que conta com dez dançarinos-intérpretes pernambucanos, todos com vasta formação em diversas linguagens da dança, tem participações especiais do percussionista Tiago Ferreira, diretor do Balé de Cultura Negra do Recife (Bcnaré), e do bailarino argentino Javier Velázquez. A direção geral é de Felipe Borges e a direção artística fica por conta de Emmanuel Matheus, ator, diretor e dramaturgo. A produção executiva é assinada por Giselly Andrade.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Espetáculo <em>Negrô</em> no 31º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos –</strong> <em>dia 31 de janeiro, às 18h (com acessibilidade em libras) e às 20h30, no Teatro de Santa Isabel (Praça da República, bairro de Santo Antônio, Recife-PE). Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia-entrada), disponíveis para compra no site Sympla</em></p>
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		<title>Cinema São Luiz recebe a 3ª Semana do Audiovisual Negro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-sao-luiz-recebe-a-3a-semana-do-audiovisual-negro-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 12:45:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Cinema São Luiz vai sediar a 3ª Semana do Audiovisual Negro, com entrada franca ao público que for conferir as exibições na sexta-feira (8) e no sábado (9). A mostra se estende até o próximo dia 12 e está estruturada para acontecer em três locais na cidade do Recife. Além do São Luiz, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_92599" aria-labelledby="figcaption_attachment_92599" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/cabeca_de_nego_1.jpg"><img class="size-medium wp-image-92599" alt="Exibição de Cabeça de Nêgo, de Déo Cardoso, fecha a programação do sábado" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/cabeca_de_nego_1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Exibição de Cabeça de Nêgo, de Déo Cardoso, fecha a programação do sábado</p></div>
<p>O Cinema São Luiz vai sediar a 3ª Semana do Audiovisual Negro, com entrada franca ao público que for conferir as exibições na sexta-feira (8) e no sábado (9). A mostra se estende até o próximo dia 12 e está estruturada para acontecer em três locais na cidade do Recife. Além do São Luiz, o Cine Teatro do Parque e o Cine UFPE também recebem a programação, que se estende até o dia 12.</p>
<p>Na sexta-feira (8), as exibições no equipamento cultural gerido pela Fundape começam às 17h30, com os curtas em 52 polegadas. Em seguida, o público assiste a Sementes &#8211; Mulheres Negras no Poder, de Ethel Oliveira e Julia Mariano. No sábado (9), a programação começa mais cedo, às 15h30, com os curtas-metragens em 72 polegadas. Às 17h30, é a vez da exibição do curta Negritude no audiovisual PE. Fechando a noite, Cabeça de Nêgo, de Déo Cardoso.</p>
<p>A 3ª Semana do Audiovisual Negro aporta no São Luiz logo após a pré-estreia de Medida Provisória, filme dirigido por Lázaro Ramos que fez o público marcar forte presença. O enredo se passa num futuro distópico em que o governo brasileiro decreta a obrigatoriedade da ida de cidadãos negros à África tendo com pretexto o objetivo de reparar os prejuízos da escravidão. O filme debate questões sociais misturando humor, drama e suspense.</p>
<p>Completam a programação da semana de 7 a 13 de abril do Cinema São Luiz a estreia do filme brasileiro Mar de Dentro, a produção local A Força da Paixão e, na Sessão Família, a aventura juvenil Passagem Secreta.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-05-at-09.38.301.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92594" alt="WhatsApp Image 2022-04-05 at 09.38.30" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-05-at-09.38.301-343x486.jpeg" width="343" height="486" /></a></p>
<p>Dirigido por Dainara Toffoli, Mar de Dentro conta a história de Manuela, interpretada por Monica Iozzi, uma profissional de sucesso que, ao se descobrir grávida de uma relação com um colega de trabalho, precisa lidar com a transformação do corpo e da vida. Em meio aos desafios, ela se defronta com uma fatalidade que afetará ainda mais o seu destino. Completam o elenco Rafael Losso, Gilda Nomacce e Fabiana Gugli.</p>
<p>A Força da Paixão mostra o sacrifício por amor ao semelhante e a certeza de fazer o que tem que ser feito para que se cumpra um bem maior. A lição de simplesmente amar gera, mais uma vez, a reflexão do quanto é necessário se doar ao outro. Já Passagem Secreta conta a história de Alice, que é obrigada a se mudar sozinha para uma pequena cidade, onde encontra um novo grupo de amigos. Ao invadir um parque de diversões para resgatar um dos colegas, ela descobre segredos sobre a sua identidade e precisa fazer escolhas.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-06-at-10.26.29.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92603" alt="WhatsApp Image 2022-04-06 at 10.26.29" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-06-at-10.26.29-552x486.jpeg" width="552" height="486" /></a></p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><em id="__mceDel"> Cinema São Luiz<br />
Endereço: Rua da Aurora, 175, Boa Vista – Recife<br />
Entrada: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) | Primeira sessão da segunda: R$ 5 (preço único)<br />
Redes sociais (Instagram, Twitter e Facebook) <strong>@cinesaoluizreal</strong><br />
E-mail: <strong>saoluiz.recife@gmail.com</strong></em></p>
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