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	<title>Portal Cultura PE &#187; Nexto</title>
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		<title>Nexto leva performance sobre salário mínimo e custo de vida para feiras do interior de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 13:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir desta quinta-feira (4), o Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto) circulará pelo Agreste pernambucano com a performance Grande Prêmio Brazil, passando por Toritama, Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru. A ação será realizada nas principais feiras dessas cidades, que presenciarão uma corrida disputada entre o Salário Mínimo e o Custo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta quinta-feira (4), o Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto) circulará pelo Agreste pernambucano com a performance Grande Prêmio Brazil, passando por Toritama, Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru. A ação será realizada nas principais feiras dessas cidades, que presenciarão uma corrida disputada entre o Salário Mínimo e o Custo de Vida enquanto personagens corredores pelas ruas e vielas do comércio local, promovendo reflexões sobre desigualdades sociais em um país que sempre encontra momentos em que o salário mínimo não consegue acompanhar o custo de vida. O Projeto conta com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc Pernambuco (PNAB-PE), por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Governo de Pernambuco e Governo Federal.</p>
<p>A performance foi idealizada por Andréa Veruska e Wagner Montenegro, fundadores do Nexto, inspirada em uma cena da peça “Revolução na América do Sul”, de Augusto Boal, grande idealizador do método Teatro do Oprimido, que carrega em sua essência o caráter de transformação social das artes cênicas, com influências de nomes como Paulo Freire e Bertolt Brecht. Andréa vive o Custo de Vida, disparando em velocidade pelas ruas, enquanto Wagner é o Salário Mínimo, que caminha em marcha atlética tentando alcançar seu oponente, com a população das ruas e feiras como principal público.</p>
<p>“O projeto nasceu em 2022, quando a gente via na TV e nas redes sociais a inflação explodindo, os efeitos da pandemia ainda pesando no dia a dia e gente fazendo fila pra comprar osso. Diante desse cenário, lembramos da peça Revolução da América do Sul, escrita há mais de sessenta anos. A obra conta a história de José da Silva, um operário que vive correndo atrás de uma saída para fome que atinge sua família, revelando que, mesmo décadas depois, a desigualdade segue ditando quem come e quem passa fome”, explica Andréa Veruska.</p>
<p>Grande Prêmio Brazil nasceu como uma videoperformance, atualmente disponível no YouTube do grupo, em 2022, como um projeto do braço audiovisual do Nexto, linguagem artística que o núcleo também vem desenvolvendo atividades há uma década. Na época, o trabalho foi impulsionado por circunstâncias como a recessão econômica e a volta do país ao Mapa da Fome das Nações Unidas. Agora, a obra volta às ruas em um novo momento, em meio aos desafios econômicos, como as tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos ligados à vida no campo e nas feiras, sem perder o fôlego artístico e reflexivo.</p>
<p>“Hoje, mesmo com o país retomando o fôlego econômico e o salário mínimo ganhando força e poder de compra, queremos tensionar as promessas de futuro e sustentabilidade e observar como a política econômica externa realmente está repercutindo nas feiras que sustentam a indústria têxtil em Pernambuco. Se há crescimento, queremos saber quem cresce e a que custo. Queremos discutir o progresso e a sobrevivência de quem está na base da cadeia econômica, afirma Wagner Montenegro.</p>
<p>O Grande Prêmio Brazil começa a circulação nesta quinta-feira (4) em Toritama, no Parque das Feiras, às 9h, e em Santa Cruz do Capibaribe, no Calçadão Miguel Arraes, às 15h. A itinerância se encerra em Caruaru na sexta-feira (5), na Feira da Sulanca, às 9h.</p>
<p><strong>SOBRE O NEXTO</strong>: O Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto) foi fundado em 2012 pelos atores, arte-educadores e pesquisadores Andréa Veruska e Wagner Montenegro, ambos formados pelo Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro (CTO-Rio), à época sob direção artística do Augusto Boal, fundador do método teatral sobre o qual se debruça o núcleo. Juntos realizam pesquisas, estudos e experimentações sobre o método e desenvolvem trabalhos de arte-educação, formação em Teatro do Oprimido, experimentação estética e criações artísticas em espaços sociais e culturais.</p>
<p>Siga nas redes: @nexto.pe no Instagram e @nextope no YouTube</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p>GRANDE PRÊMIO BRAZIL</p>
<p>Toritama &#8211; quinta-feira (4), às 9h, no Parque das Feiras.</p>
<p>Santa Cruz do Capibaribe &#8211; quinta-feira (4), às 15h, no Calçadão Miguel Arraes. (Com tradução em Libras)</p>
<p>Caruaru &#8211; sexta-feira (5), às 9h, na Feira da Sulanca.</p>
<p>Gratuito</p>
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		<title>Nexto percorre estado com despedida da perfomance “Mulheres que Carregam Homens”</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 19:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto), com mais de uma década de atuações no estado, no país e internacionalmente, faz uma última circulação de um dos trabalhos mais emblemáticos de sua trajetória. Trata-se da performance Mulheres que Carregam Homens, que nasce em 2017 e agora faz um último giro, passando por feiras [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/MULHERESQUECARREGAMHOMENSFoto-Afroh-min.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114744" alt="Foto: Afroh/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/MULHERESQUECARREGAMHOMENSFoto-Afroh-min-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">O Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto), com mais de uma década de atuações no estado, no país e internacionalmente, faz uma última circulação de um dos trabalhos mais emblemáticos de sua trajetória. Trata-se da performance Mulheres que Carregam Homens, que nasce em 2017 e agora faz um último giro, passando por feiras e espaços públicos de cidades da Zona da Mata, Agreste e Região Metropolitana de Recife, finalizando neste próximo fim de semana suas andanças.</p>
<p>O projeto foi idealizado por Andréa Veruska e Wagner Montenegro, fundadores do Nexto-PE, que também participam da performance, ao lado de Domingos Junior e Rebecca França. A proposta da performance é autoexplicativa: mulheres circulam carregando homens em suas costas. Neste último giro, ela passou por Lagoa do Carro, Tracunhaém, Glória do Goitá e Passira. No próximo sábado, ela aporta em Goiana e Itamaracá, encerrando a circulação</p>
<p>O trabalho busca pôr em discussão as raízes socioculturais que fundamentam os estereótipos de gênero sobre a mulher, com a história da humanidade tendo como parâmetro o modelo patriarcal para ser contada. As mulheres acabam invisíveis nesse processo, mas sustentam a vida. E, nem por isso, exercem poder de dominação no mundo. A sujeição feminina acontece no exato momento em que os homens ditam as regras. Mas quem carrega os homens nas costas são as mulheres.</p>
<p>“A performance foi criada em 2017, como resultado da pesquisa Do gênero performativo às performatividades de gênero, na qual convidamos artistas para criar dispositivos artísticos que dialogassem sobre os estereótipos de gênero em ruas e espaços urbanos. As primeiras apresentações aconteceram no mercado público de Afogados e pelas ruas da Boa Vista. A partir das reações e das conversas das pessoas nesses espaços fomos encontramos as imagens simbólicas que traduzissem de forma performativa o peso que as mulheres enfrentam em suas vivências cotidianas&#8221;, explica Andréa Veruska.</p>
<p>Mulheres que Carregam Homens também possui registros audiovisuais no canal do YouTube do Nexto-PE <a href="https://www.youtube.com/watch?v=QI8iym5gYzg">(</a><a href="https://www.youtube.com/@nextope">aqui</a>), sendo também absorvida pela websérie “Ferida”, que mescla performances do grupo com entrevistas para discutir desigualdade de gênero e violência contra a mulher (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=QI8iym5gYzg">aqui</a>). No futuro, essa última circulação deverá ganhar um catálogo.</p>
<p>“A performance abriu diversas oportunidades para dialogarmos com outras artistas sobre o tema e possibilitou que a gente investigasse novos formatos de criação artística. Com Mulheres que Carregam Homens, produzimos um filme de nanometragem, que foi exibido em inúmeros festivais de cinema nacionais e internacionais. O filme conquistou dois prêmios e recebeu várias indicações, o que também consolidou a nossa presença no campo do cinema”, destaca Wagner.</p>
<p>O projeto conta com incentivo da Fundarpe/Secult-PE, por meio do Funcultura Geral.</p>
<p><strong>SOBRE O NEXTO:</strong> O Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto) foi fundado em 2012 pelos atores, arte-educadores e pesquisadores Andréa Veruska e Wagner Montenegro, ambos formados pelo Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro (CTO-Rio), à época sob direção artística do Augusto Boal, fundador do método teatral sobre o qual se debruça o núcleo. Juntos realizam pesquisas, estudos e experimentações sobre o método e desenvolvem trabalhos de arte-educação, formação em Teatro do Oprimido, experimentação estética e criações artísticas em espaços sociais e culturais.</p>
<p>Siga nas redes: @nexto.pe no Instagram e @nextope no YouTube</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Inscrições abertas para oficina de &#8220;Teatro Imagem: do Real ao Decolonial&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/inscricoes-abertas-para-oficina-de-teatro-imagem-do-real-ao-decolonial/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2022 21:33:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a oficina &#8220;Teatro Imagem: do Real ao Decolonial&#8221;, que os atores Andréa Veruska e Wagner Montenegro (Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido – NEXTO) vão comandar gratuitamente entre os dias 21 e 25 de fevereiro, por meio de uma plataforma virtual de reuniões on-line (o link vai ser enviado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90977" aria-labelledby="figcaption_attachment_90977" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/wagner-montenegro-e-andrea-veruska.jpg"><img class="size-medium wp-image-90977" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/wagner-montenegro-e-andrea-veruska-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Wagner Montenegro e Andréa Veruska serão os facilitadores da oficina virtual</p></div>
<p>Estão abertas as inscrições para a oficina &#8220;Teatro Imagem: do Real ao Decolonial&#8221;, que os atores Andréa Veruska e Wagner Montenegro (Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido – NEXTO) vão comandar gratuitamente entre os dias 21 e 25 de fevereiro, por meio de uma plataforma virtual de reuniões on-line (o link vai ser enviado por e-mail aos participantes durante a formação). O curso é gratuito e os interessados poderão se inscrever até o próximo dia 15 de fevereiro (terça-feira), através deste formulário disponível no Google Forms: <a href="https://forms.gle/8jFBqxbYmgUP9EGx7" target="_blank"><strong>forms.gle/8jFBqxbYmgUP9EGx7</strong></a>. A lista dos selecionados será enviada por e-mail, no dia 17/2 (quinta-feira).</p>
<p>A oficina integra o prêmio &#8220;Oficinas Culturais&#8221;, fruto de um convênio firmado entre a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Secretaria de Patrimônio, Cultura e Turismo de Olinda, e tem como objetivo de investigar as possibilidades estéticas do &#8220;Teatro Imagem&#8221; para a construção de dispositivos artísticos que discutam as opressões que enfrentam os corpos negros, pretos, indígenas, quilombolas, LGBTQIAP+, mulheres, migrantes e todas as pessoas que experienciam a opressão da colonialidade e do patriarcado.</p>
<p><em>&#8220;O &#8216;Teatro Imagem&#8217; é uma das sete técnicas do método do Teatro do Oprimido e, em linhas gerais, permite o estudo, a análise e o trabalho sobre as imagens para ampliar as formas de expressão e comunicação de oprimidos e oprimidas&#8221;</em>, contam os facilitadores da oficina sobre sua proposta. Podem participar artistas, estudantes, profissionais da educação e demais pessoas interessadas no Teatro do Oprimido como proposta estética de análise e intervenção na sociedade, com idade superior a 18 anos e que tenham disponibilidade para participar de todos os dias de formação. Mais informações: Instagram <a href="https://www.instagram.com/nexto.pe/" target="_blank"><strong>@nexto.pe</strong></a> | E-mail <strong>contato@nextope.com</strong> | Site <a href="https://www.nextope.com/" target="_blank"><strong>www.nextope.com</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>NEXTO</strong></span><br />
O Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido – NEXTO, é formado por Andréa Veruska e Wagner Montenegro, que estudam o método do Teatro do Oprimido desde 2003. No NEXTO, desenvolvem trabalhos com oficinas, laboratórios, pesquisas, criações artísticas e intercâmbios.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Oficina &#8220;Teatro Imagem: Do Real ao Decolonial&#8221;<br />
Inscrições gratuitas até o dia 15 de fevereiro (terça-feira), por meio do formulário <a href="https://forms.gle/8jFBqxbYmgUP9EGx7" target="_blank"><strong>forms.gle/8jFBqxbYmgUP9EGx7</strong></a><br />
Datas da oficina: 21 a 25 fevereiro, das 19h às 22h<br />
O link dos encontros será disponibilizado via e-mail aos participantes</p>
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		<title>Videoarte &#8220;Sethico&#8221; discute racismo nos espaços públicos recifenses</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 21:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrando pelo Capibaribe, uma figura com uma máscara africana da etnia Fang, que era utilizada em rituais de julgamento, começa a visitar alguns pontos do Recife. Lugares como um mercado construído sobre um cemitério de pessoas escravizadas; um ponto de desova de africanos que não sobreviveram à travessia nos navios negreiros e uma antiga casa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83720" aria-labelledby="figcaption_attachment_83720" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Camila Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/SETHICOMARCOZEROcreditoCamilaSilva.jpg"><img class="size-medium wp-image-83720" alt="Camila Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/SETHICOMARCOZEROcreditoCamilaSilva-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A performance passa por espaços públicos da cidade, como Cruz do Patrão, Ponte de Ferro, Igreja do Rosário dos Homens Pretos, Praça do Carmo do Recife, Casa da Cultura, Mercado da Boa Vista e Marco Zero</p></div>
<p>Entrando pelo Capibaribe, uma figura com uma máscara africana da etnia Fang, que era utilizada em rituais de julgamento, começa a visitar alguns pontos do Recife. Lugares como um mercado construído sobre um cemitério de pessoas escravizadas; um ponto de desova de africanos que não sobreviveram à travessia nos navios negreiros e uma antiga casa de detenção construída por mãos pretas e que aprisionou negras e negros escravizados e “criminosos livres”. Em cada um desses pontos, ele cola um lambe-lambe que evidencia os tentáculos do racismo em Pernambuco, da colônia e a escravização à covid-19, com 72% das mortes pela doença sendo de pessoas pretas e pardas. Essa é a proposta da videoarte Sethico, realizada pelo Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto), que estreia no sábado (24), às 19h, no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/channel/UC-NQOQY_7-zvXQdIKoPwvXQ" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UC-NQOQY_7-zvXQdIKoPwvXQ</strong></a>) do grupo e em seu site (<a href="www.nextope.com" target="_blank"><strong>www.nextope.com</strong></a>).</p>
<p>Sethico é dirigido e protagonizado por Wagner Montenegro, nascendo a partir de reflexões sobre si e sobre o estar no mundo enquanto um corpo negro. O processo de criação contou com uma intensa pesquisa, realizada ao lado de Andréa Veruska (também roteirista e fundadora do Nexto) e orientada pela cineasta Danielle Valentim, engatilhada pela peça Revolução na América do Sul, de Augusto Boal, fundador do Teatro do Oprimido, passando também por leituras de nomes como Grada Kilomba, Frantz Fanon, Abdias do Nascimento, Kênia Freitas, Jared Sexton e David Le Breton, em textos sobre afrofuturismo, afropessimismo, performance e cultura visual. Tudo acaba sendo amarrado à filosofia que orbita o deus egípcio Seth, que inspira a entidade protagonista do projeto e seu título.</p>
<p><em>“No Antigo Egito, Seth é o deus do caos. Não o caos que estamos vivendo, de massacre da vida negra, indígena, diaspórica e dissidente. Não o caos da opressão e da exploração, mas o caos primordial que põe a vida em ordem. É Seth quem protege e quem destrói o mal. Ele é capaz de criar e controlar as tempestades; de secar a terra e criar oásis no deserto. É Seth o condutor da barca solar do deus Rá, que é o símbolo da própria vida na Terra. Seth também tem o trabalho de ajudar as almas a caminho do céu e, todas as noites, luta contra a serpente Apóphis – o próprio caos. É por conseguir matar Apóphis todas as noites que o mundo ainda não foi devorado pelo caos”</em>, explica Wagner.</p>
<p>O projeto então une simbolismo, alegorias e discursos diretos em uma experiência sensorial que confere às ruas do Recife uma atmosfera de desconforto, que emana daqueles espaços que carregam as cicatrizes de uma violência que se perpetua desde os primórdios do país e do estado. Eles são: Cruz do Patrão, Ponte de Ferro, Igreja do Rosário dos Homens Pretos, Praça do Carmo do Recife, Casa da Cultura, Mercado da Boa Vista e Marco Zero. Os lambes colados por esses pontos foram produzidos por Filipe Gondim e a performance teve Breno César na direção de fotografia, com trilha sonora original de Rafaella Orneles e Nino Souza. Já o figurino é da dupla senegalesa Ousmane Diop e Abdoulaye Dit Goumb Sow, com a máscara da Coleção Casa Africana. A videoarte é realizada com recursos da Lei Aldir Blanc Pernambuco. No dia 30 de abril, o projeto irá lançar um catálogo com ilustrações criadas por Wagner a partir das reflexões sobre os lugares de memória da escravização no Recife a partir da realização da videoarte.</p>
<p><strong>SOBRE O NEXTO -</strong> O Núcleo foi fundado pelos atores e arte/educadores Andréa Veruska e Wagner Montenegro em 2012, após anos de pesquisas e iniciativas em Teatro do Oprimido, método teatral elaborado por Augusto Boal nos anos 1970. Desde então, o coletivo realiza laboratórios, pesquisas, oficinas, criações artísticas e intercâmbios no Brasil e no exterior. O último trabalho audiovisual do grupo foi a websérie Ferida, permeada por performances e entrevistas que giram em torno das violências de gênero.</p>
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		<title>Websérie pernambucana &#8220;Ferida&#8221; discute violência contra a mulher e machismo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/webserie-pernambucana-ferida-discute-violencia-contra-a-mulher-e-machismo/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2020 20:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Discutir a desigualdade de gênero e a violência contra a mulher se faz ainda mais urgente diante da pandemia que atravessamos, com o alarmante aumento do número de casos de violência doméstica. Segundo o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), durante as medidas de isolamento social, haverá crescimento médio de cerca de 20% dos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_77081" aria-labelledby="figcaption_attachment_77081" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Camila Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/05/Perseguida2-Foto-Camila-Silva.jpg"><img class="size-medium wp-image-77081" alt="Camila Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/05/Perseguida2-Foto-Camila-Silva-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Os três capítulos da <em>websérie</em> surgem a partir de performances que se mesclam a entrevistas com pessoas que têm histórias relacionadas aos temas</p></div>
<p>Discutir a desigualdade de gênero e a violência contra a mulher se faz ainda mais urgente diante da pandemia que atravessamos, com o alarmante aumento do número de casos de violência doméstica. Segundo o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), durante as medidas de isolamento social, haverá crescimento médio de cerca de 20% dos casos em todo o mundo. Neste cenário, o Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto) lança a <em>websérie</em> &#8221;Ferida&#8221;, com o intuito de reforçar a discussão de temas relacionados ao machismo e suas consequências, como a violência e desigualdade de gênero e assédio sexual, trazendo reflexões e provocações a respeito do que é ser mulher e sua vulnerabilidade na sociedade moderna.</p>
<p>Os três capítulos da <em>websérie</em> surgem a partir de performances que se mesclam a entrevistas com pessoas que têm histórias relacionadas aos temas. Eles serão lançados a partir do próximo sábado (23) e nos dois seguintes (30/5 e 6/6) e podem ser assistidos pelo site do Nexto (<strong><a href="http://www.nextope.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.nextope.com&amp;source=gmail&amp;ust=1590004414179000&amp;usg=AFQjCNFGESJoT6zkCZebjO-6a4cY5dfEAA">www.nextope.com</a></strong>). Os vídeos também contarão com Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSE).</p>
<p>A <em>websérie</em> &#8221;Ferida&#8221; derivou da pesquisa &#8220;Do gênero performativo às perfomatividades de gênero&#8221;, incentivada pelo <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do <strong>Funcultura</strong>, e que permitiu a continuidade e o aprofundamento da pesquisa teatral desenvolvida pelo Nexto sobre o universo da violência de gênero. A pesquisa criou performances inspiradas na relação das artistas envolvidas com seus corpos, suas sexualidades, seus gêneros. A ideia de performar o seu próprio gênero levou os artistas a criarem cinco performances individuais, uma fotoperformance e um Manifesto do Gênero Performativo. Estes dispositivos foram apresentados nas ruas do Recife, Olinda, Caruaru e São Lourenço da Mata. Em 2019, Mulheres que carregam homens, participou do 2º Festival Feminista de Lisboa, em Portugal.</p>
<p>Algumas questões guiam os diálogos, como o motivo pelo qual o homem se sente no &#8220;direito&#8221; de abusar do corpo de uma mulher, o que faz alguém se caracterizar como homem ou mulher e até que ponto estamos presos às identidades de gênero.<em> &#8220;Achamos importante ressaltar que a violência contra a mulher não acontece apenas com a presença do homem, mas também se manifesta entre as próprias mulheres quando reproduzem ideias machistas. Foi através do contato com a arte performática que passamos a pensar sobre como a gente performava nosso gênero, sinalizamos situações que nos inquietavam e tentamos desconstruir essa valorização das diferenças de gêneros&#8221;</em>, ressalta Andréa Veruska, atriz, arte-educadora e uma das idealizadoras do projeto.</p>
<p>Os capítulos &#8220;Perseguida&#8221;, &#8220;Mulheres que carregam homens&#8221; e &#8220;Devir animal&#8221; foram gravados entre 2018 e 2019 em diferentes locações, que também reforçam a discussão que cada um traz. Antes de tratar o assédio sexual, por exemplo, as mulheres entrevistadas participaram de uma aula de boxe; o bate-papo com uma mulher e um homem trans foi gravado em um ambiente religioso; e a roda de conversa sobre igualdade de gênero foi registrada em um bar no mercado público, onde a presença de homens é predominante.</p>
<p><strong>Sobre o Nexto</strong><br />
O Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto) foi fundado em 2012 pelos atores e arte-educadores Andréa Veruska e Wagner Montenegro, ambos formados pelo Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro (CTO-Rio), à época sob direção artística do Augusto Boal. Juntos realizam pesquisas, os estudos e as experimentações sobre o método e desenvolvem trabalhos de arte-educação, formação em Teatro do Oprimido, experimentação estética e criações artísticas em espaços sociais e culturais.</p>
<p>Entre as ações já realizadas pelo Nexto, o projeto Descobrindo a Estética do Oprimido que, em 2014 e 2017, formaram e capacitaram professores da rede pública de ensino e educadores populares na linguagem do Teatro do Oprimido em 13 cidades  do Agreste, Zona da Mata, Sertão e Região Metropolitana do Recife. O primeiro espetáculo do grupo foi Las Mariposas que surgiu a partir do desejo de retratar a situação de violência contra as mulheres em Pernambuco.</p>
<p>Em 2016, o Nexto realizou o projeto Teatro na Prisão: Conexão Brasil e Estados Unidos que proporcionou o intercâmbio o de teatro formado por detentos na Prisão de Segurança Máxima de Auburn (Auburn Maximum Security Prison), uma das mais antigas prisões do Estado de Nova York e facilitado por professores de teatro da Universidade de Cornell e da Ithaca College, em Ithaca, NY, Estados Unidos.  No ano de 2018, o espetáculo Las Mariposas fez sua primeira itinerância internacional na República Dominicana. Em 2019,  realizaram um laboratório de Teatro do Oprimido para Homens, com 21 homens dispostos a encarar processos criativos de desconstrução de suas ações machistas e patriarcais. Este processo foi documentado e se transformará em um filme-dispositivo que terá o Teatro do Oprimido como ferramenta de diálogo. E recentemente o grupo foi contemplado com o 2º Prêmio Roberto França (Pernalonga) de Teatro na Categoria Iniciativa Coletiva, com o projeto de formação em Teatro do Oprimido.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Site: <strong><a href="http://www.nextope.com/">www.nextope.com</a></strong><br />
Facebook: <strong><a href="https://www.facebook.com/nexto.pe/">www.facebook.com/nexto.pe</a></strong><br />
Instagram: <strong><a href="https://www.instagram.com/nexto.pe/">@nexto.pe</a></strong></p>
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		<title>Museu do Trem recebe performance sobre violência de gênero</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Oct 2018 22:11:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma performance criada pelo NEXTO (Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido) acontece neste sábado (6), no Museu do Trem. Nessa intervenção, uma atriz estará andando pelas estações de metrô utilizando uma roupa fabricada com pregos em algumas áreas do seu corpo. Esse dispositivo faz parte de um projeto de pesquisa iniciado em 2017 e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma performance criada pelo NEXTO (Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido) acontece neste sábado (6), no Museu do Trem. Nessa intervenção, uma atriz estará andando pelas estações de metrô utilizando uma roupa fabricada com pregos em algumas áreas do seu corpo. Esse dispositivo faz parte de um projeto de pesquisa iniciado em 2017 e denominado “Do gênero performativo às performatividades de gênero no teatro de rua&#8221;. Desde 2013, o grupo desenvolve investigação acerca da violência de gênero e contra a mulher.</p>
<div id="attachment_18536" aria-labelledby="figcaption_attachment_18536" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/museu-do-trem-externa-baixa.jpg"><img class="size-medium wp-image-18536" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/museu-do-trem-externa-baixa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Estação Central Capiba &#8211; Museu do Trem fica na rua Floriano Peixoto, S/N &#8211; São José, Recife</p></div>
<p>A proposta da performance é provocar uma reflexão com homens e mulheres sobre o tema do assédio sexual sofrido por mulheres nos transportes públicos das cidades. A roupa usada nesta performance faz uma alusão a uma armadura, pois foi a forma encontrada pela artista para tentar circular no metrô sem sofrer assédio físico.</p>
<p>A programação artística acontece das 10h às 12h e o acesso é gratuito.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Oficinas gratuitas sobre o Teatro do Oprimido chegam ao município de Goiana</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jun 2017 14:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro do Oprimido]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner Montenegro]]></category>

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		<description><![CDATA[Criado pelo dramaturgo brasileiro Augusto Boal (1931-2009) na década de 1970, o Teatro do Oprimido tem como metodologia didatica a utilização da arte como dispositivo de transformação da realidade. Acredita-se que através do fazer artístico é possível estimular a participação popular na discussão dos problemas políticos e sociais. É com este pensamento que o Núcleo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50089" aria-labelledby="figcaption_attachment_50089" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Camila Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_0257.jpg"><img class="size-medium wp-image-50089 " alt="Camila Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_0257-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Somos todos melhores do que pensamos ser, capazes de fazer mais do que realizamos: todo ser humano é expansivo”, disse o pensador Augusto Boal sobre a técnica do Teatro do Oprimido</p></div>
<p>Criado pelo dramaturgo brasileiro Augusto Boal (1931-2009) na década de 1970, o Teatro do Oprimido tem como metodologia didatica a utilização da arte como dispositivo de transformação da realidade. Acredita-se que através do fazer artístico é possível estimular a participação popular na discussão dos problemas políticos e sociais. É com este pensamento que o Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (NEXTO) promove o projeto <strong>Descobrindo a Estética do Oprimido &#8211; Ano II</strong>, que tem levado a diversas cidades de Pernambuco oficinas de formação e capacitação gratuitas sobre a Estética do Oprimido e voltadas para profissionais de escolas públicas e graduandos que atuam no campo da pedagogia.</p>
<p>A próxima parada deste projeto será no município de Goiana, entre os dias 28 e 30 de junho, no Sesc da cidade, e as inscrições devem ser feitas através do e-mail contatonexto@gmail.com, solicitando a entrada no curso. O único requisito é que os interessados precisam ter 18 anos ou mais.</p>
<div id="attachment_50086" aria-labelledby="figcaption_attachment_50086" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Camila Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_0233-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-50086" alt="Camila Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_0233-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O curso será ministrado pelos arte-educadores Andréa Veruska e Wagner Montenegro, formados pelo Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro (CTO-Rio) e fundadores do NEXTO</p></div>
<p><strong>Descobrindo a Estética do Oprimido &#8211; Ano II</strong> teve início em outubro de 2016 dentro da programação do II Festival Cultural Risadinha, em Camaragibe. Em 2017, já foi realizado em Recife e Limoeiro. Outras cidades ainda serão contempladas, como Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Caruaru, Garanhuns, Palmares e Tamandaré. O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, e do Fundo Nacional de Cultura – Funarte, através do Ministério da Cultura (MinC).</p>
<p>De acordo com o ator Wagner Montenegro, por tratar-se de um grande complexo de técnicas teatrais que une diversas linguagens artísticas e consciência cidadã, o método se provou uma eficiente ferramenta de democratização artística ao oferecer às pessoas o direito de fazer arte. <em>“Ele valoriza os saberes, os conhecimentos e as experiências dos indivíduos no cotidiano das comunidades em suas esferas político-sociais, fortalece a vivência coletiva, as formas de expressões artísticas das comunidades e cria, nos sujeitos, o sentimento de autoestima e pertencimento no mundo em que vivem, o que contribui para a resolução dos problemas individuais e coletivos”,</em> explica ele.</p>
<div id="attachment_50087" aria-labelledby="figcaption_attachment_50087" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Camila Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_0242-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-50087" alt="Camila Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_0242-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A técnica busca assegurar à população o pleno exercício dos seus direitos, de forma a garantir o acesso a fontes culturais e a apropriação dos meios de produção de cultura</p></div>
<p>O curso será ministrado pelos arte-educadores Andréa Veruska e Wagner Montenegro, formados pelo Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro (CTO-Rio) e fundadores do NEXTO. Ao todo serão oferecidas 270 horas-aula de carga horária, com cada cidade recebendo um curso de 30 horas-aula. Os encontros contarão ainda com intérpretes de libras para que pessoas surdas possam ter acesso a esta formação.  <em>&#8220;A ideia é oferecer formação artística, cultural e profissional em locais que têm difícil acesso às oficinas e cursos de formação em Teatro do Oprimido&#8221;,</em> comenta Wagner Montenegro</p>
<p>A técnica da Estética do Oprimido foi escolhida porque se fundamenta na premissa de que <em>“somos todos melhores do que pensamos ser, capazes de fazer mais do que realizamos: todo ser humano é expansivo”,</em> segundo o pensador Augusto Boal. Ainda pouco explorada, o Teatro do Oprimido (TO) busca assegurar à população o pleno exercício dos seus direitos, de forma a garantir o acesso a fontes culturais e a apropriação dos meios de produção de cultura, permitindo ao cidadão comum a sua livre expressão estética e ampliação da capacidade crítica.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Descobrindo a Estética do Oprimido &#8211; Ano II</em><br />
28 a 30 de junho<br />
Sesc Goiana (centro da cidade)<br />
Gratuito | Inscrições pelo e-mail contatonexto@gmail.com<strong></strong></p>
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