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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ney Matogrosso</title>
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		<title>Ney e a sensualidade à flor da pele</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jul 2013 18:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ por Leonardo Vila Nova Na última vez que esteve no Festival de Inverno de Garanhuns, em 2008, Ney Matogrosso trouxe ao Palco Guadalajara o elogiado show “Inclassificáveis”, um espetáculo carregado com uma veia rock/pop e todos os superlativos que aquilo exigia: cenário grandioso, repertório de maior peso e uma interpretação potente. Não por acaso, ele [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4439" aria-labelledby="figcaption_attachment_4439" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-67.jpg"><img class="size-medium wp-image-4439" alt="(Foto: Renata Pires)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-67-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Renata Pires)</p></div>
<p style="text-align: right;"> <strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p dir="ltr">Na última vez que esteve no Festival de Inverno de Garanhuns, em 2008, Ney Matogrosso trouxe ao Palco Guadalajara o elogiado show “Inclassificáveis”, um espetáculo carregado com uma veia rock/pop e todos os superlativos que aquilo exigia: cenário grandioso, repertório de maior peso e uma interpretação potente. Não por acaso, ele voltou ao FIG, em 2013, com o show da turnê “Atento aos sinais”. Uma megaprodução que também eleva à enésima potência o artista e todo o seu poder em palco. Ao longo da sua trajetória, Ney costuma alternar álbuns intimistas e trabalhos mais arrojados. E, sem que se perceba, Garanhuns já está se tornando tradicional roteiro desses momentos mais explosivos do cantor. Foi o que se viu na noite desta quinta (18/7), o Ney arrebatador, provocador e sensual/sexual, o inquieto performer que se reinventou criativamente nas últimas quatro décadas.</p>
<p dir="ltr">Uma multidão aguardava, ansiosamente, pela principal atração da noite. Não se falava em outra coisa. E eis que, surpreendentemente, ele irrompe em palco, com sua presença imponente e um olhar penetrante e desafiador, que mergulhou, certeiro e profundo, no olhar de cada uma das milhares de pessoas que estavam à sua espera, abrindo alas para a catarse que viria a seguir. Trajado como uma misteriosa ave negra, Ney já entra em cena impactante, ao som de “Rua da Passagem” (Lenine/Arnaldo Antunes), com sua desenvoltura de fazer a plateia já perder o fôlego e o juízo desde a primeira música.</p>
<p>“Atento aos sinais” foi um show totalmente concebido para potencializar as evoluções que se desenrolam a partir de Ney, o eixo central do espetáculo. A banda, o figurino, o impressionante vídeo-cenário e o repertório. Tudo é feito e pensado para colocar em evidência a persona sensorialmente atraente que se desvela diante dos nossos olhos. Tudo está a serviço, e nas mãos, do artista. Assim como o público, que se esbalda nos momentos mais ousados do show. Cada gesto, cada movimento de Ney – principalmente as danças, rebolados e as insinuações a movimento sexuais – é ovacionando enlouquecidamente. Até mesmo as trocas de roupa em palco, encaradas tranquilamente por ele – “<em>vou ali atrás, tirar uma roupinha, e já volto!</em>“, disse a determinada altura do show – são um show à parte.</p>
<div id="attachment_4440" aria-labelledby="figcaption_attachment_4440" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-68.jpg"><img class="size-medium wp-image-4440" alt="(Foto: Renata Pires)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-68-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Renata Pires)</p></div>
<p dir="ltr">À medida que vai se despindo, “trocando de pele”, Ney parece estar se ofertando para ser desfrutado. É essa sensualidade – inabalável de um enxuto senhor de 71 anos – que atiça a libido de homens e mulheres, e desperta um fascínio incontrolável ao longo de todo o show. Em “Isso não vai ficar assim” (Itamar Assumpção), ele repete, exaustivamente, “<em>beije-me, beije-me, beije-me</em>”, magnetizando ainda mais a plateia, que, involuntariamente, vai se aproximando do palco, disputando o seu lugar mais perto do ídolo, para, quem sabe, arrancar-lhe uma nesga de tal bitoca.</p>
<p dir="ltr">O repertório do show é composto por autores variados, os consagrados e os mais novos compositores, mostrando que Ney está antenado com o que de novo está sendo feito, sem deixar pra trás os medalhões, como Caetano Veloso ou Paulinho da Viola. Em momentos diversos, Ney explora suas possibilidades de interpretação a partir de diversas nuances. Entre os momentos de maior sensualidade, há também as passagens pelo rock, cujo ponto alto se mostra em “Vida louca” (Lobão), os de introspecção, como em “Noite torta” (Silvia Machete), quando a luz é explorada com um apuro tamanho, de forma a realçar a sua silhueta delicadamente desenhada, em que os movimentos concisos de Ney ganham evidência. Assim como os momentos que a interpretação ganha destaque, a exemplo de “Freguês da meia noite” (Criolo), e os mais dançantes, “Samba do Blackberry” e a curiosa e incomum canção “Tupi fusão” (Vitor Pirralho).</p>
<p dir="ltr">Ao término do show, os inevitáveis pedidos de bis. E, atendendo ao público, Ney presenteou com “Poema” (Cazuza). E, para surpresa geral, incluiu no show uma música que não está na turnê: “Ex-amor” (Martinho da Vila), onde, mais uma vez, a sensualidade/sexualidade se mostra presente (“… <em>quando a saudade bate forte/é envolvente./Eu me possuo/e é na sua intenção,/com a minha cuca/naqueles momentos quentes/em que se acelerava o meu coração&#8221;</em>).</p>
<p dir="ltr">A noite de abertura mostrou o quanto o tempo apura o vigor e a criatividade do artista. Ney é a prova viva de que a passagem dos anos, na verdade, o rejuvenesce. Em uma das músicas do show, “A ilusão da casa” (Vitor Rammil), ele canta: “<em>O tempo é o meu lugar/o tempo é minha casa</em>&#8220;. Pois é. Ele parece, realmente, estar bem confortável com a passagem do tempo e sempre soube fazer bom proveito disso.</p>
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		<title>Ney volta ao FIG mais exuberante do que nunca</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jul 2013 00:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cantor comemora 40 anos de carreira, com a turnê “Atentos aos sinais”, principal show de abertura do festival, nesta quinta (18/7) por Leonardo Vila Nova Durante quatro décadas, o Brasil vem acompanhando as metamorfoses de um dos artistas mais versáteis e camaleônicos da nossa música. Sempre atento aos sinais do seu tempo e ousando, como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4463" aria-labelledby="figcaption_attachment_4463" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-77.jpg"><img class="size-medium wp-image-4463" alt="Artista chega com  megaprodução (Foto: Marcelo Fasutini/Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-77-607x363.jpg" width="607" height="363" /></a><p class="wp-caption-text">Artista chega com megaprodução (Foto: Marcelo Fasutini/Divulgação)</p></div>
<p dir="ltr"><em>Cantor comemora 40 anos de carreira, com a turnê “Atentos aos sinais”, principal show de abertura do festival, nesta quinta (18/7)</em></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p dir="ltr">Durante quatro décadas, o Brasil vem acompanhando as metamorfoses de um dos artistas mais versáteis e camaleônicos da nossa música. Sempre atento aos sinais do seu tempo e ousando, como sempre, ir além dele, Ney de Souza Pereira é o nome do homem do qual explode o cantor Ney Matogrosso, dono de uma voz marcante e um dos mais inventivos e exuberantes performers da MPB. Em comemoração aos seus 40 anos de carreira, ele vem percorrendo o Brasil com a turnê “Atento aos sinais”, em que se reinventa novamente, trafegando pelo universo pop com arrojo e sofisticação. E Garanhuns terá a oportunidade de conferir esse novíssimo trabalho, na abertura do FIG 2013, quando também se apresentam a Ópera Bajado, Gaiamálgama (de Garanhuns), Caravana Rabequeiros de Pernambuco e Naná Vasconcelos. Ney Matogrosso encerra a primeira noite do festival, nesta quinta (18/7), a partir das 23h40, no Palco Guadalajara, que já recebeu o artista em outras edições do FIG.</p>
<p dir="ltr">Em “Atento aos sinais”, Ney usa e abusa da sensualidade que lhe é característica e da voz peculiar para cerzir canções que ganham uma roupagem pop e de peso. No repertório, escolhido a dedo, ele mescla canções de nomes consagrados e de novos compositores. Estão presentes Paulinho da Viola, Caetano Veloso, Arnaldo Antunes, Lenine, Criolo, Itamar Assumpção, entre outros. Ney dá voz a canções como “Vida louca” (Lobão), “Roendo as unhas” (Paulinho da Viola), “Fico louco” (Itamar Assumpção) e “Oração” (Dani Black), música que inspirou o título da turnê.</p>
<p>O show também traz ao palco, segundo Ney,  a mais grandiosa estrutura já utilizada por ele em suas turnês. Cenários, iluminação e figurino de grande porte emolduram a performance do artista. Com direção musical de Sacha Amback, “Atento aos sinais” contará com vídeo cenário criado por Luiz Stein e Marcus Paulista, e objetos de cena de Milton Cunha. Ocimar Versolato (parceiro de Ney desde 1994) assina mais uma vez o figurino junto a Milton Cunha e Marta Reis. Uma superprodução à altura de um artista que tem na visualidade uma das suas formas de expressão mais marcantes. Dessa vez, o Ney Matogrosso exuberante e provocador ganha a cena, com um arsenal de elementos visuais que destacam sua presença, com o frescor de quem está (re)nascendo artisticamente. Sempre.</p>
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