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	<title>Portal Cultura PE &#187; Noite para os tambores silenciosos</title>
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		<title>Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda chega à 26ª edição</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 20:02:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda chega à 26ª edição, nesta segunda-feira (24), a partir das 20h. A concentração acontece na Praça de São Pedro. Depois, o cortejo com as dez nações de maracatu realizam o percurso que vai da Rua do Amparo até o Largo da Igreja do Rosário dos Homens Pretos. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116266" aria-labelledby="figcaption_attachment_116266" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/53515809740_3cb6824efd_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-116266" alt="Juana Carvalho/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/53515809740_3cb6824efd_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda</p></div>
<p>A Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda chega à 26ª edição, nesta segunda-feira (24), a partir das 20h. A concentração acontece na Praça de São Pedro. Depois, o cortejo com as dez nações de maracatu realizam o percurso que vai da Rua do Amparo até o Largo da Igreja do Rosário dos Homens Pretos. O evento conta com o apoio do Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>Uma noite de fé, tradição e resistência. O encontro dos maracatus de baque virado de Olinda em um grande cortejo pelas ruas do Sítio Histórico, celebrando a cultura afro-brasileira e reverenciando os ancestrais. À meia-noite, a grande saudação no Largo do Rosário encerra esse momento único de conexão entre os maracatus e o sagrado.</p>
<p>Em Olinda, a presença das populações remanescentes do continente africano ocorreu, ainda no século 16, quando foram trazidos escrizavos da Guiné, a pedido de Duarte Coelho, para o trabalho nos engenhos. Esse contingente, que com o passar dos anos só cresceu, no início do século 17 construiu para seu uso a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, em que estabeleceu seu local de reunião para efeito dos cultos da Igreja Católica, convívio da comunidade negra, troca de saberes e para a realização de suas festas profanas.</p>
<p>Com a invasão holandesa veio a debandada e muitos dos escravizados foram para Quilombo dos Palmares ficando tanto a Igreja como a própria Olinda abandonadas. Em 1715 os negros já haviam restaurado seu espaço sendo fundada a Confraria de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos.</p>
<p>Das imposições do poder vigente e da resistência cultural dos negros, veio o sincretismo, que ajustou de maneira crioula os calendários e os ritos de origem africana. O Carnaval, festa do calendário cristão que precede a Quaresma, e que é uma licença, uma pausa, é também um momento de expressão das culturas afrodescendentes.</p>
<p>Segundo a historiadora Aneide Santana, “é da década de 1990 a reativação e o aparecimento em Olinda dos grupos culturais com produções artísticas inspiradas nas raízes de nosso povo. Esse movimento, já conhecido internacionalmente, bebeu muito nas fontes alimentadas pelo amor e pela obstinação dos afrodescendentes por suas culturas, aliados especialmente a sua criatividade e adaptação. Por tudo isso se faz a festa, partilha-se o Largo do Rosário e tocam-se os tambores. A convocação é para todos que de alguma maneira se beneficiam desse acervo, ligados ou não a fundamentos religiosos, mas que fazem parte do movimento”.</p>
<p>Todos os anos, em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, na semana que antecede o Carnaval, acontece a Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda, que se formou a partir de uma obrigação religiosas dos maracatus de Olinda. Contando com a participação dos Maracatus Nação Leão Coroado, Nação Camaleão, Nação Badia, Nação de Luanda, Nação Maracambuco, Nação Pernambuco, Nação Estrela de Olinda, Nação Tigre e Sol Brilhante de Olinda.</p>
<p>A celebração tem início com a concentração de todos os maracatus nos Quatro Cantos, no Sítio Histórico de Olinda, de onde todos seguem em cortejo pela Rua e Largo do Amparo com destino à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Na chegada cada um canta algumas loas, dando espaço para o próximo, até a chegada do último quando se reúnem para a realização do ritual religioso que começa a meia-noite, com cantos africanos entoados pelo zelador de santo.</p>
<p>Durante a cerimônia a frente da igreja é banhada de perfume e, no fim, acontece um dos momentos mais emocionantes da cerimônia, o rufar dos tambores que permanecem em silêncio durante a celebração, acompanhados da já tradicional queima de fogos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda -</strong> <em>concentração na Praça de São Pedro e cortejo até os Quatro Cantos em direção à Igreja do Rosário, segunda-feira (24), a partir das 20h</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Maracatus participantes da AMO</span>:</strong></p>
<p>O <strong>Maracatu Leão Coroado</strong>, fundado em 1863, é um dos mais antigos maracatus em atividade no Brasil. É considerado Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura (MinC) e Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2005.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação de Luanda</strong> foi fundado em 18 de setembro de 1997. O grupo foi fundado por Antônio Roberto Nogueira Barros, conhecido por Roberto, que, antes de fundar o Nação de Luanda, já havia atuado em outros maracatus.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação Pernambuco</strong> foi fundado em 1989. Atuando em teatros tradicionais, palcos de festivais, realizando desfiles nas ruas com até 40 tambores e 300 desfilantes, gravando discos e ministrando oficinas, o Nação Pernambuco nasceu com o objetivo de dar uma amplitude maior ao universo do maracatu, até então restrito ao período carnavalesco.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação Camaleão</strong> foi fundado em 8 de abril de 1990, pelo mestre Márcio Carvalho de Lima, Luís Pernambuco, Alexandre Alves Dias e Plínio Victor, na comunidade do Amaro Branco, em Olinda. Lá ficou por pouco tempo partindo, em seguida, para o Varadouro, na Rua da Boa Hora.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação Maracambuco</strong> foi fundado em 9 de Junho de 1993 com a missão divulgar, preservar e promover a cultura pernambucana, em especial o maracatu de baque virado, utilizando a cultura como ferramenta de transformação social e atividade turística. Em 2013 foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural, prêmio concedido pelo governo federal.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação Badia</strong>, fundado em 4 de outubro de 1995, entidade sem fins lucrativos é destinado à profissionalização sócio, educacional, cultural e recreacional de jovens e adultos tendo como objetivo a divulgação da cultura musical folclórica do maracatu com grupo de percussão pesada e fina.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação Tigre</strong>, fundado dia 6 de janeiro de 1975 por Melquiades de Sena Reis e sua esposa, dona Lourdes, inicialmente localizado no bairro de Campo Grande, após a cheia de 1975 mudou-se para Peixinhos, bairro onde até hoje está localizado. Em 2010 o neto do casal, Fabiano, assumiu o maracatu desfilando pelos principais corredores carnavalescos de Recife e Olinda.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação Estrela de Olinda</strong> foi fundado em 2003 pelo Mestre Ivanildo de Oxossi, percussionista e tirador de loa, e criado pelo projeto Agente Jovem, formado por crianças e adolescentes das comunidades dos bairros olindenses de Guadalupe, V8 e V9 no geral.</p>
<p>O <strong>Maracatu Nação Sol Brilhante de Olinda</strong> foi fundado em 1992 pelo mestre Djair Gomes, junto com seus pais e irmãos, a partir de uma iniciativa familiar. Inicialmente criado como uma nação mirim, suas cores representativas eram o verde e o amarelo e seu orixá patrono era Ibeji. Na Rua do Rotar, no bairro do Varadouro, em Olinda, mestre Leandro Gomes, sobrinho do mestre Djair Gomes, teve a iniciativa de discutir o retorno do Nação Sol Brilhante. O desejo foi concretizado em 29 de setembro de 2017, quando a nação foi refundada, composta pelos integrantes da época mirim, já adultos, mantendo viva a essência do grupo.</p>
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		<title>Olinda recebe a 24ª edição da Noite Para os Tambores Silenciosos</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 17:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tradicional cerimônia que antecede os festejos do Carnaval em Olinda, a Noite Para os Tambores Silenciosos chega à 24ª edição, em 2023. Com um grande cortejo marcado para acontecer na próxima segunda-feira (13), a festividade vai contar neste ano com a participação das agremiações: Leão Coroado (Patrimônio Vivo do Estado), Nação Camaleão, Nação Badia, Nação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_99013" aria-labelledby="figcaption_attachment_99013" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Arquimedes Santos/PMO</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/noite-para-os-tambores-silenciosos-foto-Arquimedes-Santos-PMO.jpg"><img class="size-medium wp-image-99013" alt="Arquimedes Santos/PMO" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/noite-para-os-tambores-silenciosos-foto-Arquimedes-Santos-PMO-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo do Estado, o Maracatu Leão Coroado será uma das agremiação que vão participar da Noite Para os Tambores Silenciosos</p></div>
<p>Tradicional cerimônia que antecede os festejos do Carnaval em Olinda, a Noite Para os Tambores Silenciosos chega à 24ª edição, em 2023. Com um grande cortejo marcado para acontecer na próxima segunda-feira (13), a festividade vai contar neste ano com a participação das agremiações: Leão Coroado (Patrimônio Vivo do Estado), Nação Camaleão, Nação Badia, Nação de Luanda, Nação Maracambuco, Nação Pernambuco, Nação Estrela de Olinda, Nação Tigre e o convidado Estrela Brilhante de Igarassu (Patrimônio Vivo do Estado).</p>
<p>O evento conta com apoio do Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria com a Secult-PE/Fundarpe. A concentração será na Praça da Praça da Igreja de São Pedro (Carmo), a partir das 20h. De lá, os maracatus seguem até os Quatro Cantos e rumam ao local da celebração, na Igreja do Rosário dos Homens Pretos (Bonsucesso).</p>
<div id="attachment_99014" aria-labelledby="figcaption_attachment_99014" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Arquimedes Santos/PMO</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/katia-paz-foto-Arquimedes-Santos-PMO.jpg"><img class="size-medium wp-image-99014" alt="Arquimedes Santos/PMO" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/katia-paz-foto-Arquimedes-Santos-PMO-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Produtora cultural, Kátia Paz é a organizadora do evento</p></div>
<p><em>“A cerimônia para os tambores silenciosos, que é o ápice da noite, ocorre à meia-noite. É neste momento que os tambores de maracatu são silenciados e começam os louvores e pedidos de proteção para um carnaval de paz aos ancestrais africanos”</em>, conta Kátia Paz, produtora e organizadora do evento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
24ª Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda<br />
Quando: 13 de fevereiro de 2023 (segunda-feira), às 20h<br />
Concentração: Praça da Igreja de São Pedro (Carmo)</p>
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		<title>Noite Para os Tambores Silenciosos convoca a paz para o Carnaval</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2020 18:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana que antecede o Carnaval, acontece em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos a Noite Para os Tambores Silenciosos de Olinda. O evento profano e religioso chega à sua 19ª edição este ano e conta com apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66945" aria-labelledby="figcaption_attachment_66945" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Prefeitura de Olinda/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/6882686283_99382fdf76_b.jpg"><img class="size-medium wp-image-66945 " alt="Prefeitura de Olinda/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/6882686283_99382fdf76_b-607x410.jpg" width="607" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Os Maracatus de Baque Solto são Patrimônios Imateriais do Brasil, segundo o Iphan</p></div>
<p>Na semana que antecede o Carnaval, acontece em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos a Noite Para os Tambores Silenciosos de Olinda. O evento profano e religioso chega à sua 19ª edição este ano e conta com apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura e Fundação de Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A celebração irá reunir dez nações de maracatu de baque-virado nesta segunda-feira (17), no Sítio Histórico olindense, a partir das 19h.</p>
<p>“Esta vai ser uma noite que também reforça a força da cultura popular do nosso estado através dos maracatus, Patrimônios Imateriais Culturais do Brasil, segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e representados pelo Maracatu Leão Coroado, Patrimônio Vivo de Pernambuco que realiza a cerimônia”, comenta Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.</p>
<div id="attachment_52042" aria-labelledby="figcaption_attachment_52042" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/leao_coroado.jpg"><img class="size-medium wp-image-52042" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/leao_coroado-607x346.jpg" width="607" height="346" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Maracatu Leão Coroado é responsál pela cerimônia religiosa realizada após os cortejos</p></div>
<p>A Noite Para os Tambores Silenciosos surgiu a partir de uma obrigação religiosa dos maracatus olindenses e terá a participação dos grupos: Maracatu Leão Coroado, Maracatu Nação Camaleão, Maracatu Nação Badia, Maracatu Maracambuco, Maracatu Estrela de Olinda, Maracatu Nação Tigre, Maracatu Nação de Luanda, Maracatu Nação Pernambuco, Maracatu Reis Malunguinho. O Maracatu Sol Brilhante é o convidado especial desta edição.</p>
<p>A organização da 19ª Noite para os Tambores Silenciosos é feita por todos os grupos envolvidos e a celebração tem início com a concentração de dos maracatus nos Quatro Cantos do Sítio Histórico de Olinda, de onde todos seguem em cortejo pela rua e largo Amparo, com destino à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos.</p>
<div id="attachment_66957" aria-labelledby="figcaption_attachment_66957" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Prefeitura de Olinda/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/6882569689_407232c757_b1.jpg"><img class="size-medium wp-image-66957" alt="Prefeitura de Olinda/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/6882569689_407232c757_b1-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Todos os maracatus envolvidos na Noite participam da organização do evento</p></div>
<p>Durante a cerimônia, a frente da igreja é banhada de perfume e, em seguida,  às 0h, o rufar dos tambores se transforma em silêncio. Encerrado o ritual, é feita uma queima de fogos e os batuques retornam ao local.</p>
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		<title>Noite para os tambores silenciosos celebra a paz de quem vai brincar o Carnaval</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Feb 2019 17:22:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Todos os anos, na semana que antecede o Carnaval, acontece em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos a Noite para os tambores silenciosos de Olinda, evento profano e religioso que chega à sua 18ª edição este ano. Com apoio da Fundarpe, a celebração irá reunir no próximo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66961" aria-labelledby="figcaption_attachment_66961" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Prefeitura de Olinda/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/6882715169_6b8d640075_b1.jpg"><img class="size-medium wp-image-66961 " alt="Prefeitura de Olinda/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/6882715169_6b8d640075_b1-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a cerimônia, a frente da igreja é banhada de perfume e, em seguida, às 0h, o rufar dos tambores se transforma em silêncio</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcus Iglesias</em></p>
<p>Todos os anos, na semana que antecede o Carnaval, acontece em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos a <a href="https://www.facebook.com/events/1917488964955690/" target="_blank"><strong>Noite para os tambores silenciosos de Olinda</strong></a>, evento profano e religioso que chega à sua 18ª edição este ano. Com apoio da Fundarpe, a celebração irá reunir no próximo dia 25 de fevereiro, no Sítio Histórico olindense, a partir das 19h, dez nações de maracatu de baque-virado.</p>
<p>De uma em uma, as agremiações seguem em cortejo, saindo dos Quatro Cantos, rumo ao ritual religioso que começa às 0h com entoação de cantos africanos em frente à Igreja. Esta será a primeira vez que a cerimônia não será realizada por Mestre Afonso, babalorixá e mestre do Maracatu Leão Coroado (Patrimônio Vivo de Pernambuco) que faleceu no ano passado.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/R_BPWi7NF2g" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Segundo Karen Aguiar, integrante do Leão Coroado, a Noite para os tambores silenciosos deste ano será do mesmo jeito que o mestre fazia, &#8220;porque é uma festa religiosa e segue alguns preceitos. A pessoa que vai guiá-la é o atual zelador dos santos do terreiro, que a fará junto a algumas integrantes do maracatu e filhas de santo do Mestre Afonso”.</p>
<p>“Antes de começar o mestre chamava os eguns do terreiro que conhecia, ancestrais da sua família, como seu pai Luís de França, entre outros. Este ano vamos ter que chamar o egum dele. Pra isso a gente pede uma seriedade na cerimonia. Além de ser profano, é também um momento religioso e temos que estar preparados no sentido de levar boas intenções e energias, porque ali a gente pede nossa proteção”, reforça Karen Aguiar.</p>
<div id="attachment_66960" aria-labelledby="figcaption_attachment_66960" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Prefeitura de Olinda/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/6882686283_99382fdf76_b1.jpg"><img class="size-medium wp-image-66960 " alt="Prefeitura de Olinda/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/6882686283_99382fdf76_b1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Com apoio da Fundarpe, a celebração irá reunir no próximo dia 25 de fevereiro, no Sítio Histórico olindense, a partir das 19h, dez nações de maracatu de baque-virado</p></div>
<p>Durante a cerimônia, a frente da igreja é banhada de perfume e, em seguida,  às 0h, o rufar dos tambores se transforma em silêncio. Encerrado o ritual, é feita uma queima de fogos e os batuques retornam ao local,</p>
<p>A organização da 18ª Noite para os Tambores Silenciosos é feita por todos os grupos envolvidos. Já a Fundação de Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco é responsável pelo pagamento dos cachês das dez nações de maracatu de baque-virado, enquanto a Prefeitura de Olinda oferece a estrutura necessária.</p>
<div id="attachment_66963" aria-labelledby="figcaption_attachment_66963" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Prefeitura de Olinda/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/12761340815_0267d73391_h1.jpg"><img class="size-medium wp-image-66963 " alt="Prefeitura de Olinda/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/12761340815_0267d73391_h1-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Esta será a primeira vez que a cerimônia não será realizada por Mestre Afonso, babalorixá e mestre do Maracatu Leão Coroado (Patrimônio Vivo de Pernambuco) que faleceu no ano passado</p></div>
<p>“Ano passado perdemos o Mestre Afonso, babalorixá representante do Maracatu Leão Coroado e que, desde a primeira edição da Noite para os tambores silenciosos de Olinda, realizava a cerimônia religiosa durante o evento. Esta vai ser uma noite de saudades, mas que também reforça a força da cultura popular do nosso estado através dos maracatus, Patrimônios Imateriais Culturais do Brasil, segundo o Iphan”, comenta Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.</p>
<p>A Noite para os tambores silencioso de Olinda surgiu a partir de uma obrigação religiosa dos maracatus olindenses e terá, além do Maracambuco e Maracatu Leão Coroado, a participação do Maracatu Nação Camaleão, Maracatu Nação Badia, Maracatu Nação de Luanda, Maracatu Nação Pernambuco, Maracatu Nação Estrela de Olinda, Maracatu Nação Tigre e Maracatu Nação Sol Brilhante.</p>
<div id="attachment_66957" aria-labelledby="figcaption_attachment_66957" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Prefeitura de Olinda/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/6882569689_407232c757_b1.jpg"><img class="size-medium wp-image-66957 " alt="Prefeitura de Olinda/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/6882569689_407232c757_b1-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Alguns grupos vão sair de branco, que é a cor do luto nas regiões afro-brasileiras, numa demonstração de respeito ao Mestre Afonso</p></div>
<p>Segundo Nilo Oliveira, presidente do Maracambuco, há uma preparação especial por parte dos maracatus para esta festa. “Cada agremiação está nos seus preparativos próprios para a Noite. No dia 21 de fevereiro, o Maracambuco, por exemplo, se reúne só pra isso. Porque a Noite não é apenas uma manifestação de Carnaval, é uma cerimonia religiosa de muita importância e não pode ter nada que fuja dos conformes. Além disso, estamos de luto com a perda do mestre. A ficha de muita gente ainda não caiu que será a primeira vez sem ele”, lamenta.</p>
<p>A diferença entre a Noite realizada em Olinda e no Recife, segundo Nilo, vai além dos fatos óbvios como o local, o nome e a data da realização &#8211; No primeiro caso acontece na segunda anterior ao Carnaval, enquanto na capital pernambucana é realizado na segunda-feira da folia. “Além disso, em Olinda a festa é organizada pelas próprias agremiações, e ai temos o apoio da Fundarpe e da Prefeitura de Olinda. No segundo, é um evento promovido pela Prefeitura do Recife”.</p>
<div id="attachment_66962" aria-labelledby="figcaption_attachment_66962" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Prefeitura de Olinda/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/8447114917_fc4bce0f7a_k1.jpg"><img class="size-medium wp-image-66962 " alt="Prefeitura de Olinda/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/8447114917_fc4bce0f7a_k1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A Noite terá a participação dos grupos Maracatu Leão Coroado, Maracatu Nação Camaleão, Maracatu Nação Badia, Maracatu Nação de Luanda, Maracatu Nação Maracambuco, Maracatu Nação Pernambuco, Maracatu Nação Estrela de Olinda, Maracatu Nação Tigre e Maracatu Nação Sol Brilhante.</p></div>
<p>Nilo explica que assim que o Carnaval acaba os grupos já começam a sentar para discutir os assuntos da Noite do próximo ano. “Os encontros são realizados nas segundas e terças-feiras, na sede do Maracambuco, a depender dos pedidos dos grupos. Neste momento a gente avalia o que pode melhorar no ano seguinte, de infraestrutura e produção. Como somos uma cooperativa, isso é algo que demanda muita responsabilidade dos grupos”.</p>
<p>Este ano, assim como nos outros, a 18ª Noite para os tambores silenciosos de Olinda não terá tema por conta do cunho religioso. “Tanto é que não vai ter nem reverência ao Mestre Afonso, porque ele não gostava dessas coisas. Mas alguns grupos vão sair de branco, que é a cor do luto nas regiões afro-brasileiras, numa demonstração de respeito ao que ele representa”, ressalta Nilo.</p>
<p>Nos últimos anos a Noite cresceu de uma forma tão grande que sua 16ª edição foi premiada com o IberCultura Viva, programa intergovernamental de cooperação técnica e financeira voltado para o fortalecimento das políticas culturais de base comunitária dos países ibero-americanos. Em 2017, o evento olindense foi a única iniciativa brasileira a receber este prêmio.</p>
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