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	<title>Portal Cultura PE &#187; Nordeste</title>
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		<title>Palco Pernambuco Meu País se despede de Salgueiro em noite de celebração ao forró e suas raízes</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 15:25:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com a Praça da Bomba completamente lotada, a terceira e última noite do palco Pernambuco Meu País, em Salgueiro, foi marcada por emoção, reencontros e a força da cultura nordestina expressa através do forró em suas mais diversas vertentes. A noite consagrou a música popular do Sertão com apresentações de nomes históricos e ícones da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119338" aria-labelledby="figcaption_attachment_119338" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119338" alt="Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Com a Praça da Bomba completamente lotada, a terceira e última noite do palco Pernambuco Meu País, em Salgueiro, foi marcada por emoção, reencontros e a força da cultura nordestina expressa através do forró em suas mais diversas vertentes. A noite consagrou a música popular do Sertão com apresentações de nomes históricos e ícones da região, encerrando a passagem do festival pela cidade em grande estilo.</p>
<p dir="ltr">A programação teve início com o Coral Aboios de Serrita, que trouxe ao palco a tradição do aboio e a memória viva do vaqueiro nordestino. “Foi uma grande satisfação estarmos aqui, tão perto de casa. Trazer nossa cultura para esse povo acolhedor é uma honra imensa”, destacou o grupo em coletiva à imprensa.</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o público foi conduzido por uma verdadeira aula de história musical com Joquinha Gonzaga, que emocionou ao revisitar os clássicos do forró e baião, mantendo viva a linguagem musical herdada de sua família, sendo sobrinho de Luiz Gonzaga e neto de Januário.</p>
<div id="attachment_119339" aria-labelledby="figcaption_attachment_119339" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-121.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119339" alt="O Coral Aboios de Serrita trouxe ao palco a tradição do aboio e a memória viva do vaqueiro nordestino" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-121-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Coral Aboios de Serrita trouxe ao palco a tradição do aboio e a memória viva do vaqueiro nordestino</p></div>
<p dir="ltr">A noite também foi de celebração para a banda Limão com Mel, que voltou a tocar em casa após um período de ausência. Fundada em Salgueiro há 32 anos, a banda presenteou os fãs com o show “Playlist”, reunindo grandes sucessos como “Toma Conta de Mim”, “E Tome Amor!” e “Não Quero Mais”, esta última com um emocionante solo de guitarra. Em coletiva, os vocalistas Edson Lima e Adma Andrade &#8211; que usava figurino em homenagem à bandeira de Pernambuco &#8211; anunciaram uma prévia do novo projeto “Uma Dose de Limão”, com músicas como “Você Vai Ver”. “É uma alegria imensa voltar a Salgueiro neste evento grandioso. Estamos em casa, e trouxemos o melhor da nossa história”, disseram.</p>
<p dir="ltr">A energia permaneceu alta com Anjo Azul, que levou o público a uma viagem nostálgica por seu repertório romântico e dançante. Débora Ramalho e Gil Lima emocionaram com “Meu Anjo Azul”, além de clássicos como “Como a Lua e o Sol” e “Não Sou de Ninguém”, que encerrou o show em clima de paixão e conexão com os fãs.</p>
<div id="attachment_119340" aria-labelledby="figcaption_attachment_119340" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-111.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119340" alt="A salgueirense Limão com Mel presenteou os fãs com o show “Playlist”, reunindo grandes sucessos como “Toma Conta de Mim”, “E Tome Amor!” e “Não Quero Mais”" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-111-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A salgueirense Limão com Mel presenteou os fãs com o show “Playlist”, reunindo grandes sucessos como “Toma Conta de Mim”, “E Tome Amor!” e “Não Quero Mais”</p></div>
<p dir="ltr">O encerramento da noite ficou por conta da lendária Mastruz com Leite, com 35 anos de estrada e dois pernambucanos em sua formação. A banda fez um passeio por seu vasto repertório com hits como “Explode Coração”, “A Praia” e “Olhinhos de Fogueira”. Um dos momentos mais emocionantes foi a homenagem à compositora Rita de Cássia, com a canção “Meu Vaqueiro, Meu Peão”. O show terminou em clima de festa, com o convite à quadrilha ao som de “Trem do Forró”, marcando o fim da noite com muita animação e alto astral.</p>
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		<title>“O Massacre de Angico” retorna a Serra Talhada com espetáculo grandioso sobre a morte de Lampião</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 19:26:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119124" aria-labelledby="figcaption_attachment_119124" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-22.40.591.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119124" alt="Foto: Júnior Telles / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-22.40.591-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Júnior Telles / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Serra Talhada, no sertão do Pajeú, será novamente palco de um dos maiores espetáculos teatrais ao ar livre de Pernambuco. Entre os dias 23 e 27 de julho, sempre às 20h, a Estação do Forró recebe a 12ª edição da peça “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”, que este ano também celebra os 30 anos do grupo cultural Cabras de Lampião. Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o evento é gratuito e aberto ao público.</p>
<p dir="ltr">A montagem revive a epopeia vivenciada pelos cangaceiros liderados por Virgolino Ferreira da Silva, o temido e lendário Lampião, explorando não apenas o embate com as forças policiais que culminou na emboscada de 28 de julho de 1938, na Grota de Angico (SE), como também seus amores, dilemas, medos e paixões. A dramaturgia é assinada por Anildomá Willans de Souza, pesquisador do cangaço e conterrâneo de Lampião.</p>
<p dir="ltr">“O público vai se deparar com um Lampião humano, sensível, afetuoso e apaixonado por poesia. Não se trata apenas do líder temido pelos coronéis, mas de alguém que viveu intensamente sua época”, afirma Anildomá. Segundo ele, toda a equipe envolvida no espetáculo está “energizada de alma para contar essa epopéia nordestina com emoção e verdade”.</p>
<p dir="ltr">A produção mobiliza 30 atores, 70 figurantes e uma equipe de 40 profissionais nas áreas técnica e administrativa, sob a direção do consagrado Izaltino Caetano, nome importante do teatro popular em Pernambuco. No elenco, destaque para o ator e dançarino Karl Marx, que interpreta Lampião, e para a atriz Bruna Florie, de Triunfo, no papel de Maria Bonita.</p>
<p dir="ltr">“A responsabilidade é imensa, porque Lampião é mais do que um personagem: ele é símbolo, mito, memória. Interpretá-lo é um orgulho, principalmente por eu ser de Serra Talhada, terra onde tudo começou”, declara Karl Marx. Para o ator, a peça também cumpre uma função histórica: “É mais do que arte — é missão de vida”.</p>
<p dir="ltr">A cenografia reproduz aspectos do sertão e locais históricos ligados ao cangaço, criando uma imersão visual e emocional para o público. A expectativa é de que milhares de pessoas confiram a montagem ao longo dos cinco dias de apresentação.</p>
<p dir="ltr"><strong>HISTÓRIA</strong> &#8211; “O Massacre de Angico” apresenta a trajetória de Lampião desde os conflitos de sua família com o fazendeiro Zé Saturnino, ainda em Serra Talhada, passando pelo exílio forçado em Alagoas, a morte do pai e a entrada de Virgolino e seus irmãos no cangaço. O espetáculo mostra como, ao lado de Maria Bonita, o Rei do Cangaço virou ícone da resistência sertaneja — temido por autoridades e idolatrado por parte do povo. Os cangaceiros são retratados também como denunciantes das injustiças sociais e da opressão que assolavam o Nordeste nas décadas de 1920 e 1930.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>SERVIÇO:</strong></em></p>
<p dir="ltr"><strong>Espetáculo “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”</strong><br />
Local: Estação do Forró – Serra Talhada (PE)<br />
Datas: De 23 a 27 de julho de 2025<br />
Horário: 20h<br />
Ingresso: Gratuito<br />
Classificação indicativa: Livre<br />
Mais informações: <a href="http://instagram.com/xaxado.cabrasdelampiao">@xaxado.cabrasdelampiao</a></p>
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		<title>Pernambuco no Cena Nordeste de Aracaju</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 15:09:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nos dias 11 e 12 de outubro de 2024, o Cena Nordeste, iniciativa de intercâmbio cultural promovida pelo Consórcio Nordeste em parceria com a Secult-PE e as demais Secretarias de Cultura dos nove Estados da região, encantou as ruas o público sergipano. Essa foi mais uma edição do evento, que trouxe artistas de toda a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/d7SB74qnMqw?si=SVZ_HVPcK3B9MpMj" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Nos dias 11 e 12 de outubro de 2024, o Cena Nordeste, iniciativa de intercâmbio cultural promovida pelo Consórcio Nordeste em parceria com a Secult-PE e as demais Secretarias de Cultura dos nove Estados da região, encantou as ruas o público sergipano.</p>
<p>Essa foi mais uma edição do evento, que trouxe artistas de toda a região nas mais diferentes linguagens. Pernambuco marcou presença e levou o cantor, compositor, ator e dançarino Helder Vasconcelos.</p>
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		<title>Comunidade do coco legitima processo de registro como patrimônio imaterial nacional</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Oct 2024 19:09:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Expressão afro-indígena, o coco do Nordeste vive, com sua comunidade, a retomada de seu processo de registro, abrangendo suas variações nos nove Estados da região. Neste sábado (19), Pernambuco foi o primeiro a sediar uma reunião de mobilização dos detentores dos cocos. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Expressão afro-indígena, o coco do Nordeste vive, com sua comunidade, a retomada de seu processo de registro, abrangendo suas variações nos nove Estados da região. Neste sábado (19), Pernambuco foi o primeiro a sediar uma reunião de mobilização dos detentores dos cocos. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil (Processo Iphan/SEI: 01408.000146/2023-30).</p>
<p>A inscrição do coco no Livro de Registro das Formas de Expressão tem sido uma demanda de mestres e grupos detentores. O evento tem como objetivos tornar público o processo de registro, bem como promover a discussão e a participação dos detentores desse bem cultural sobre o tema. Por meio de um Termo de Colaboração, o Coletivo Jaraguá, da Paraíba, está à frente da instrução técnica do processo de registro após seleção em chamamento público em 2023.</p>
<p>Em Pernambuco, o encontro aconteceu na Escola Técnica Estadual Porto Digital, no Bairro do Recife, na manhã e tarde deste sábado (19), com produção do Coletivo Jaraguá e realização do governo federal, por meio do Ministério da Cultura (MinC) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e com apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>A reunião foi conduzida pela coordenadora geral do Coletivo Jaraguá, Marcela de Oliveira Muccillo e pela antropóloga Nina Vincent Lannes, técnica do Iphan na Superintendência da Paraíba. Também participaram Laetitia Valadares Jourdan, consultora técnica do Coletivo Jaraguá; o antropólogo Thiago Santos, responsável pela pesquisa em Pernambuco; a historiadora Thamires Neves, do Iphan-PE; Wanessa Santos, gerente de Política Cultural da Secult-PE; e Marcelo Renan, gerente de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe.</p>
<p>Com recursos do Iphan, a pesquisa para a elaboração do dossiê dos cocos do Nordeste inclui coleta de material fotográfico e audiovisual para realização de um documentário. O estudo faz um levantamento histórico sobre o coco na região, além de pesquisa de campo para mapeamento de grupos e comunidades, nos nove Estados, com a mobilização de uma equipe interdisciplinar de áreas como antropologia, etnomusicologia e história e a participação fundamental de mestres e mestras, músicos, dançarinos e outros membros de comunidades que realizam rodas de coco.</p>
<p>Após a finalização, prevista para junho de 2025, o dossiê e o documentário serão apresentados ao Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural (CCPC), que avaliará a possibilidade de efetuar o registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil. O CCPC é o órgão colegiado de decisão máxima do Iphan para as questões relativas ao patrimônio brasileiro, material e imaterial, criado pela Lei nº 378, de 13 de janeiro de 1937, a mesma que instituiu o então Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan), atual Iphan.</p>
<p>Os cocos do Nordeste compreendem encontros e grupos tradicionais, constituídos de elementos como música tocada e cantada, instrumentos de percussão, dança, improviso, corporalidade, sendo incluído na família do samba, ao lado do samba-de-roda, do caxambu, da umbigada e da embolada, entre outros. A manifestação é uma forma de expressão de ludicidade e religiosidade, com muitos de seus cantos sendo entoados como pontos na jurema, religião de origem indígena com forte presença no Nordeste e que se aproximou da umbanda.</p>
<p>&#8220;Estamos falando de uma questão burocrática, mas com objetivo prático, de manter uma prática cultural viva&#8221;, lembrou Marcela Muccillo. &#8220;Quando começamos a pesquisa parecia que alguns Estados não tinham a brincadeira. Hoje podemos afirmar que o coco está presente em todos os Estados do Nordeste&#8221;, confirmou. Ainda segundo a coordenadora, mais importante do que a elaboração do dossiê é conseguir do Estado uma política nacional que se coloque responsável pela salvaguarda do coco; e, dos fazedores dessa expressão, manter a mobilização.</p>
<p>&#8220;As pessoas já sabem que o coco é patrimônio&#8221;, contou Nina Lannes. &#8220;Mas, com o registro, passa a ser dever do Estado proteger, difundir e incentivar a transmissão dessa prática. Permite que as pessoas que trabalham com essa prática sejam respeitadas&#8221;, projetou. A antropóloga explicou ainda que o registro abre caminho para a criação do plano de salvaguarda do coco e desenvolvimento de ações como difusão em escolas, projetos de memória, acervos e criação de um centro de referência, sempre com os fazedores dizendo quais são suas demandas para manter o brinquedo vivo.</p>
<p>Após a rodada de apresentação do processo de registro, foi aberta a rodada de interação com o público na qual mestres e mestras, músicos, dançarinos, produtores e outros membros de comunidades que realizam rodas de coco apresentaram suas demandas. E, como não poderia ser diferente, em se tratando da cultura popular, à tarde, além de discutir questões peculiares de suas comunidades, os fazedores deram diversas demonstrações de sua expressão, com muita música e dança.</p>
<p>&#8220;Conseguimos, num mesmo momento, unir tantos saberes de detentores de vários territórios do Estado de Pernambuco&#8221;, comemorou Wanessa Santos. &#8220;Mestres e mestras, brincantes, coquistas, da Zona da Mata, do Agreste, da Região Metropolitana, em sua grande diversidade de cocos de roda, mestre de Alagoas que também veio presenciar esse importante momento, pontuando em cada fala suas diversidades e singularidades e trazendo os desafios desse segmento para que possa ser levantado, junto ao registro de salvaguarda, e, posteriormente, a construção de um plano para o coco de roda&#8221;, sintetizou a gerente.</p>
<p>&#8220;Momentos como este são importantes para publicizar o papel do Estado na identificação, pesquisa e documentação sobre as tradições culturais&#8221;, avaliou Marcelo Renan. &#8220;E para explicar, tornar público, para os detentores do patrimônio cultural, quais são os efeitos de uma política de registro, que repercute no apoio financeiro, no acompanhamento dos grupos e das comunidades e no fortalecimento daquilo que já é feito pelos próprios detentores tendo o Estado como parceiro&#8221; considerou.</p>
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		<title>Mobilização pelo registro dos cocos do Nordeste como patrimônio nacional tem reunião</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 18:36:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Neste sábado (19), das 9h às 16h, é realizada a reunião de mobilização dos detentores dos cocos do Estado de Pernambuco. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil (Processo Iphan/SEI: 01408.000146/2023-30). O encontro, que acontece na Escola Técnica Estadual Porto Digital (Avenida Rio Branco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-113982" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/1-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Neste sábado (19), das 9h às 16h, é realizada a reunião de mobilização dos detentores dos cocos do Estado de Pernambuco. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil (Processo Iphan/SEI: 01408.000146/2023-30).</p>
<p>O encontro, que acontece na Escola Técnica Estadual Porto Digital (Avenida Rio Branco, nº 193, Bairro do Recife), é produzido pelo Coletivo Jaraguá, em uma realização do governo federal, por meio do Ministério da Cultura (MinC) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>O evento tem como objetivos tornar público o processo de registro, bem como promover a discussão e a participação dos detentores desse bem cultural sobre o tema.</p>
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		<title>Cena Nordeste leva a sensível arte multifacetada de Agda para etapa potiguar</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 20:23:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113372" aria-labelledby="figcaption_attachment_113372" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Agda-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-113372" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Agda-2-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora pernambucana Agda</p></div>
<p>A cantora pernambucana Agda é uma das atrações do Cena Nordeste, que acontece nestes sábado (21) e domingo (22), em Natal, capital do Rio Grande do Norte. O festival itinerante, promovido em parceria com o Consórcio Nordeste, reúne os nove Estados da região com diversas expressões artísticas. Com acesso gratuito, o evento ocorre no Complexo Cultural Rampa (Rua Coronel Flamínio, nº 1, bairro Santos Reis), às margens do Rio Potengi.</p>
<p>Agda cresceu em um ambiente onde a arte e a costura se entrelaçam. Filha, neta e bisneta de costureiras por parte materna e de poetas por parte paterna, desde criança Agda compunha canções de ninar para seu irmão Raimon. Essas experiências sonoras iniciais a levaram a explorar diversas formas de manifestação artística refletindo a geografia e a vida do Agreste.</p>
<p>Sendo Agda uma das grandes representantes do atual cenário musical da música pernambucana, lançou, em 2022, seu primeiro álbum, homônimo, com direção musical de Juliano Holanda, renomado nome da Zona da Mata Norte. O disco é um retrato sonoro que narra vivências e universos do Agreste desenhando uma rica fusão de musicalidade e poesia.</p>
<p>O álbum <strong><a title="Agda" href="https://tratore.ffm.to/agda" target="_blank">Agda</a></strong> é dividido em quatro tempos: Apontar, Us Doidus, Ter Sidos e Poeira, cada um contendo quatro canções. Apontar: este tempo guia o ouvinte por uma jornada musical que passa pela feira, pelo Rio Capibaribe e o pelo Agreste; Us Doidus: evoca o sentimento de cortejo e o desmanche do Carnaval. Ter Sidos: apresenta narrativas encantadoras sobre ruas, lavadeiras e horizontes de pano; Poeira: retrata a terra solta e quente do Agreste marcando o fim da cartografia sonora.</p>
<p>O disco é uma mistura de folk cigano com violas acompanhadas por falas polifônicas e sons singelos unidos à poesia singular de Agda. A artista também assina direção de arte, fotografias e desenhos do encarte tornando o projeto uma expressão multifacetada de sua sensibilidade artística.</p>
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		<title>Pernambuco apoia Cena Nordeste em Natal (RN)</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 20:06:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Cena Nordeste, festival itinerante promovido em parceria com o Consórcio Nordeste, reunindo os nove Estados da região com diversas expressões artísticas, desembarca em Natal, capital do Rio Grande do Norte, nos próximos sábado (21) e domingo (22). Com acesso gratuito, o evento acontece no Complexo Cultural Rampa (Rua Coronel Flamínio, nº 1, bairro Santos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113366" aria-labelledby="figcaption_attachment_113366" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/53969113886_1c035f327c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-113366" alt="Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/53969113886_1c035f327c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em Pernambuco, festival Cena Nordeste aconteceu no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda</p></div>
<p>O Cena Nordeste, festival itinerante promovido em parceria com o Consórcio Nordeste, reunindo os nove Estados da região com diversas expressões artísticas, desembarca em Natal, capital do Rio Grande do Norte, nos próximos sábado (21) e domingo (22). Com acesso gratuito, o evento acontece no Complexo Cultural Rampa (Rua Coronel Flamínio, nº 1, bairro Santos Reis), às margens do Rio Potengi, a partir das 14h.</p>
<p>Com o tema Uma Viagem pelo Nordeste, a etapa potiguar celebra a diversidade e promove intercâmbio artístico e cultural entre os Estados vizinhos com espetáculos de música, teatro, dança e circo, mostra audiovisual e grafite, além de atividades de literatura, museus, produção cultural e economia criativa.</p>
<p>O Cena Nordeste Etapa Rio Grande do Norte também conta com multifeira de artesanatos e produtos locais Garajal, espaço gastronômico, estúdio de tatuagem e programação infantil e recebe a segunda edição do Fórum Nordeste de Produção Cultural.</p>
<p>Entre as atrações confirmadas estão a cantora pernambucana Agda; o forrozeiro sergipano Pedro Lua; o piauiense Grupo Harém de Teatro; o poeta repentista cearense Geraldo Amâncio (Ceará); o rupo circense alagoano Turma do Biribinha; e as potiguares banda DuSouto SoundSystem e Roda de Samba Segunda de Vagabundo.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO –</strong> As atividades têm início no sábado (21), às 14h, com uma ação ambiental do Idema em parceria com a Reserva Biológica do Atol das Rocas (ICMBio). O projeto apresenta a biodiversidade e importância da fauna e da flora que compõem a Mata Atlântica da Unidade de Conservação do Parque das Dunas e do ambiente marinho do Atol das Rocas.</p>
<p>Durante todo o dia há oficinas de pintura em canecas, oferecidas pelo Coletivo Aboio; atração circense, com o circo Tropa Trupe; performance de dança Cortejo Couraça, de Leônidas Portella; além de tenda eletrônica com DJ e pintura ao vivo em grafite. Às 17h10, acontece a abertura oficial do evento, seguida pelos shows musicais de Agda e DuSouto e pelo espetáculo teatral Esperando Godot, do Grupo Harém de Teatro.</p>
<p>As oficinas se repetem no domingo (22), que tem também: mostra audiovisual com quatro produções baianas; hip-hop com o Cooperativa de Batalhas (Hip-Hop do CBD); apresentações do violeiro Mestre Geraldo Amâncio e do grupo de Capoeira Mestre Arrepio; o espetáculo circense Apalhassada Musikada, da Cia. do Biribinha; e os shows de Pedro Lua e Roda de Samba Segunda de Vagabundo, que encerra o festival.</p>
<p>Outras atrações acontecem paralelamente durante os dois dias de festival, caso da multifeira Garajal, que traz uma ampla gama de artesanatos produtos potiguares, e dos tatuadores Bia Rocha e Lon Alcaniz, que montam um estúdio em uma das salas do complexo para atender ao público do evento.</p>
<p><strong>O FESTIVAL –</strong> O Cena Nordeste é uma iniciativa artístico-cultural do Consórcio Nordeste que tem mobilizado toda a região e ao longo deste ano em encontros voltados para o intercâmbio cultural, para a promoção da produção popular, a formação de plateia da região e o incentivo à economia criativa. O projeto começou a ser planejado e articulado em 2023 pela Câmara Temática da Cultura da entidade. Este ano o festival começou pela Paraíba e já passou por Alagoas, Maranhão, Piauí e Pernambuco.</p>
<p>Em Pernambuco, o projeto foi promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Agência de Empreendimento de Pernambuco (AGE), Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco (Semobi-PE), Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco (Setur-PE) e pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PE). Contou ainda com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Secretaria de Cultura da Bahia, Secretaria de Cultura do Ceará, Secretaria de Cultura do Piauí, Secretaria de Cultura da Paraíba, Secretaria de Cultura do Maranhão, Secretaria de Educação e Cultura de Sergipe, Secretaria de Cultura e Economia Criativa de Alagoa e da Secretaria Extraordinária de Cultura do Rio Grande do Norte.</p>
<p>O evento aportou no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, com programação 100% gratuita e ampla grade de lazer e entretenimento para todas as idades. Entre as mais de 50 atividades e atrações, contou com shows de Gerlane Lops, Quadrilha Junina Raio de Sol e Gabi do Carmo; Feira na Laje; arena gastronômica Pernambuco Bom de Mesa; e o Fórum Nordeste de Produção Cultural. Houve ainda apresentações circenses e teatrais, desfile de moda, exibições de filmes, imersões culturais, lançamento de livro infantil, entre outras atividades.</p>
<p>Depois do Rio Grande do Norte, o Cena Nordeste segue para Sergipe (11 e 12 de outubro), Ceará (16 e 17 de novembro) e Bahia (7 e 8 de dezembro).</p>
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		<title>Pernambuco no Cena Nordeste de Alagoas</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 19:40:12 +0000</pubDate>
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		<title>Secretária Cacau de Paula representa Pernambuco no IPHAN para preservar o Forró como Patrimônio da Humanidade</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 20:21:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (8), a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, representou o estado durante a entrega do pedido de inclusão das Matrizes Tradicionais do Forró na Lista Representativa do Patrimônio da Humanidade da Unesco. O pedido foi formalizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), localizado no Rio de Janeiro, com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-08-at-17.04.58.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-111805" alt="WhatsApp Image 2024-08-08 at 17.04.58" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-08-at-17.04.58-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">Nesta quinta-feira (8), a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, representou o estado durante a entrega do pedido de inclusão das Matrizes Tradicionais do Forró na Lista Representativa do Patrimônio da Humanidade da Unesco. O pedido foi formalizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), localizado no Rio de Janeiro, com a presença das Secretarias de Cultura do Nordeste e da sociedade civil.</p>
<p>O Forró, uma manifestação cultural que surgiu no Nordeste e se espalhou por todo o Brasil, foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial Nacional pelo IPHAN em 2021. A força e o carinho pelo Forró são evidentes tanto no Brasil quanto no exterior, destacando-se como uma das tradições mais apreciadas pelo nosso povo. Por tanto, é crucial que essa cultura seja preservada e passada adiante para as futuras gerações.</p>
<p>&#8220;O Forró, uma verdadeira joia da nossa cultura nordestina. Mais do que uma dança; é uma expressão viva da nossa identidade cultural. Por isso, é nossa responsabilidade garantir que essa herança seja preservada e transmitida às próximas gerações para que o Forró continue a encantar e unir pessoas ao redor do mundo por muitos anos”, afirmou a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pernambuco no Cena Nordeste do Maranhão</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 15:35:28 +0000</pubDate>
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