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	<title>Portal Cultura PE &#187; Nove tentativas de não sucumbir</title>
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		<title>No Teatro Hermilo Borba Filho, Cia. Devir estreia espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir”</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 12:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_101911" aria-labelledby="figcaption_attachment_101911" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Thais Lima/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Cia-Devir-Crédito-Thais-Lima-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-101911" alt="Thais Lima/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Cia-Devir-Crédito-Thais-Lima-3-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A Cia. Devir é formada pela dupla pernambucana João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima</p></div>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Cia. Devir estreia o espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir”, no próximo dia 7 de junho (quarta-feira), no Teatro Hermilo Borba Filho. Através do circo contemporâneo, a dupla pernambucana formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, sob a direção do francês Jean-Michel Guy, constrói uma obra pulsante sobre como a inadequação atravessa nossos corpos e molda nossas experiências, seja no desejo de fazer parte ou de rejeitar o sistema, assumindo a originalidade como forma de existência.</p>
<p>“Nove tentativas de não sucumbir” é uma peça (termo que tomaram emprestado do teatro) de trapézio. Essa definição revela a maneira multidisciplinar com a qual a Cia Devir desenvolve seus processos e evidencia a forma como os artistas tecem a dramaturgia física e poética da obra. Nela, eles utilizam o trapézio de formas criativas e inusitadas, explorando diferentes alturas, da mais alta permitida pelo espaço cênico até muito próximo do chão, para estudar como seus corpos e movimentos se comportam (e se desorganizam e reorganizam). Em cena, os pernambucanos discorrem, poeticamente, sobre os sentimentos de inadequação, de rejeição social, e também de autoafirmação, de reconhecimento e empoderamento.</p>
<p>A ideia do projeto surgiu em 2016 mas, ao longo dos últimos anos, João Lucas e Vitor enveredaram por diferentes projetos, entre eles um período de formação na Escola Nacional de Circo, no Rio de Janeiro, idealizaram projetos que entrecruzavam diferentes linguagens e capitanearam ações de fomento ao circo, entre eles a abertura da sede da companhia, no Recife. Para auxiliar na construção do trabalho, os artistas convidaram o diretor francês Jean-Michel Guy, uma das maiores referências do circo contemporâneo no mundo, com quem estabeleceram uma instigante dinâmica de trocas poéticas e técnicas.</p>
<p>“Enquanto companhia, sempre tivemos essa inquietação de nos expressar através da linguagem circense, mas para dizer coisas que vão além dela mesmo, do movimento em si, o que, tradicionalmente, não acontece no circo. Foi ótimo trabalhar com Jean-Michel porque ele nos ajuda a colocar no físico as imagens dos temas que queremos trabalhar, respeitando também a nossa forma de criar. Ele traz um universo de ideias, tanto no campo racional quanto na perspectiva das metáforas. É muito intenso e também de expansão do nosso olhar”, explica João Lucas.</p>
<p>Primeira experiência da companhia com um diretor externo (os trabalhos anteriores foram supervisionados pelos próprios intérpretes), o espetáculo traz novos procedimentos artísticos e técnicos para a Devir, sem perder de vista a pesquisa e a poética da dupla. O processo sofreu interrupções por conta da pandemia de Covid-19 e só no início de 2023 foi retomado presencialmente, ganhando novos contornos.</p>
<p>“Para mim, o sentido de um espetáculo de circo só se revela realmente pouco antes da estreia e procede sempre do corpo, da invenção de gestos inéditos: o corpo de um artista de circo é sempre, em si, narrativo e portador de drama. Me interessa entender o que os corpos, sujeitos a restrições técnicas interessantes, e com a ajuda de palavras-chave ou imagens, já estão dizendo por si mesmos. E foi isso que aconteceu: o simples fato de mudar a altura do trapézio sugere um caminho de ascensão, um arranque progressivo das contingências terrestres, e daí, o tema da inadequação social, sempre em segundo plano, tornou-se o esforço artístico para escapar das normas, a busca do significado e da beleza livre”, aponta o diretor Jean-Michel Guy.</p>
<p>O repertório de Jean-Michel Guy, integrante do júri do <em>Circus Next</em>, plataforma europeia que mapeia iniciativas inovadoras no circo, também evidenciou para a dupla a importância do tempo para a criação artística. Se na França, país que mais investe no circo contemporâneo, é comum que artistas se dediquem por cerca de três anos à criação de um espetáculo, no Brasil, com a pouca atenção à área, o cenário é diferente, com pouco tempo e recursos para desenvolver as obras.</p>
<p>“A linguagem circense é baseada em técnicas físicas e, para trazer originalidade para cada obra, é necessário uma pesquisa minuciosa, com o objetivo de encontrar um vocabulário específico, criar universos através desses movimentos. É um processo de encontrar sentido, também fisicamente. O curto tempo para, de fato, conduzir o projeto e construir a dramaturgia física foi um dos desafios para materializar o espetáculo. Nosso desejo é que, no Brasil, o circo contemporâneo tenha mais espaço, estrutura e tempo, por entender que a linguagem necessita desse processo”, reforça Vitor Lima.</p>
<p>Para o diretor francês, a experiência com a Cia Devir foi igualmente instigante e deixou evidente o esforço dos brasileiros em criar um espetáculo pujante e robusto, a despeito de qualquer dificuldade.</p>
<p>“Vitor e João são pessoas que lutam com constância e tenacidade pela arte do circo, que não se deixam abater pelos obstáculos de todos os tipos que comprometem a inventividade artística no Brasil, e que, por outro lado, graças à sua formação intelectual anterior à sua aprendizagem do circo, são capazes de manejar os conceitos com alguma segurança”, afirma.</p>
<p><strong>AÇÕES FORMATIVAS -</strong> Dentro do projeto e da sua missão de fomentar a formação em circo contemporâneo em Pernambuco, a Cia Devir oferece duas ações gratuitas com Jean-Michel Guy. No dia 5 de junho, às 19h30, na Aliança Francesa, acontece a palestra “História e estética do circo contemporâneo na Europa”. O artista francês também conduz a oficina “Exploração prática da responsabilidade dramatúrgica”, na sede da Cia Devir. Todas as atividades são gratuitas.</p>
<p>O espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir” conta com o incentivo do Funcultura Geral 2018, apoio do Consulado Francês em Recife e parcerias da Aliança Francesa em Recife e do Centro Cultural Apolo-Hermilo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span></p>
<p>Palestra “História e estética do circo contemporâneo na Europa”, com Jean-Michel Guy<br />
Quando: 5 de junho (segunda-feira), às 19h30<br />
Local: Aliança Francesa Derby (Rua Amaro Bezerra, 466, Derby)<br />
Entrada gratuita<br />
Acessibilidade em Libras</p>
<p>Espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir”, da Cia Devir<br />
Quando: Dias 7, 8 (com audiodescrição), 15, 16 (com tradução em libras) e 18 de junho<br />
Horário: às 19h30<br />
Local: Teatro Hermilo Borba Filho (Av. Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife)<br />
Gratuito, com distribuição dos ingressos 1h antes da apresentação</p>
<p>Oficina “Exploração prática da responsabilidade dramatúrgica”, com Jean-Michel Guy<br />
Quando: Dias 10, das 17h às 20h, e 11 de junho, das 15h às 18h<br />
Local: Espaço Devir (Rua Olga, 71, Encruzilhada).<br />
Gratuito<br />
Inscrições: no Instagram da Cia Devir (@CiaDevir), a partir de 31 de maio [vagas limitadas]</p>
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