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	<title>Portal Cultura PE &#187; novo álbum</title>
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		<title>Lulu Araújo lança seu novo disco &#8220;Lululoops&#8221; nas plataformas digitais</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2022 10:50:57 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_92192" aria-labelledby="figcaption_attachment_92192" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/lulu-araujo.jpg"><img class="size-medium wp-image-92192" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/lulu-araujo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O disco conta com 10 faixas e foi produzido por Missionário José, um dos integrantes da banda Mombojó</p></div>
<p>Conhecida como uma das integrantes do grupo &#8220;Fadas Magrinhas&#8221;, Lulu Araújo lança, na próxima quarta-feira (30), seu novo álbum &#8220;Lululoops&#8221;, nas principais plataformas digitais de áudio. Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o disco conta com 10 faixas, fortemente marcadas pelas misturas de bases eletrônicas com música regional, Tom Zé com ciranda, letras autorais e afetivas com o cancioneiro popular do Congo.</p>
<p><em>“Esse disco me devolveu a possibilidade de viver referências eletrônicas que neguei, por causa da geografia da minha formação musical. Fui criada no Sertão, não me identificava com nada que não soasse nordestino”</em>, afirma Lulu, que já tocou com grandes mestres, como Naná Vasconcelos e Alceu Valença e, desde 2006, tem como foco as crianças, com quem atua também em sala de aula.</p>
<p>Quem assina a produção e direção musical do álbum é Missionário José, doutor em Música pela USP, professor e integrante do grupo Mombojó. <em>“Ter Zé como parceiro foi fundamental para poder implementar as mudanças que tanto quis”</em>, conta Lulu. Ela explica que foi o produtor quem conspirou, com diversos parceiros, as bases eletrônicas que definiram os rumos do disco, pautando, inclusive, a identidade visual do projeto. A arte gráfica do álbum, assinada por Dani Hasse, traduz essa mistura de pop com cultura popular, instigando e convidando o público à interação com a obra.</p>
<p><strong>Parcerias e participações -</strong> Para trazer ao álbum um efeito de mosaico, apresentando uma sonoridade diferente a cada música, o projeto conta com parceiros de várias escolas e diferentes estilos musicais. Participam do disco desde Marley no Beat, um dos responsáveis pelo sucesso do Brega Funk no país, até as bandas pernambucanas Diversitrônica e Estesia, com direito ao luxuoso vocal de Carlos Filho na faixa “Salva a Humanidade”, além dos músicos e produtores Ricardo Fraga, Pedro Itan e do renomado produtor Kassin. Gilú Amaral assina todas as percussões e arranjos percussivos.</p>
<p><em>“No fundo, acho que a identidade desse disco é a identidade de Lulu enquanto artista, que está buscando novos caminhos e sonoridades. Cunhamos até uma classificação de gênero para ele: ‘Björk Família Pancadão’”</em>, brinca Missionário José, que, nessa rara incursão pelo universo infantil, escolheu a dedo cada parceiro que se encaixava na estética que ele e Lulu sonharam e soaram juntos.<em> “O disco conta ainda com Leo D na mixagem, teclados e sintetizadores. E eu aproveitei a oportunidade de estarmos trabalhando com o Kassin pra realizar um sonho: gravar Pedal Steel com Rick Ferreira”</em>, acrescenta José.</p>
<p><strong>Repertório -</strong> Outra participação que Lulu faz questão de ressaltar é a de Fernanda, filha única da cantora, que compôs e canta com ela a faixa “ Um Dia Perfeito”. Foi Fernanda, aliás, quem inventou o nome do disco, dando o empurrão que faltava para Lulu explorar novas rotas musicais, para além da Fada Magrinha. <em>“Quando comecei a sonhar com esse disco, lembrei de Naná Vasconcelos e de suas referências eletrônicas desconstruídas em sonoridades orgânicas. Enxerguei nesse loop um caminho pra mim também”</em>, conta Lulu, que destaca outra trilha afetiva do disco: a música “Sentidos”, que compôs com Mariana D’Oliveira, grande amiga da artista.</p>
<p>Já “Lululoops”, música de trabalho do álbum, ela explica que surgiu no trânsito, enquanto brincava de cantar para os males espantar.<em> “A música saiu de vez, como se já tivesse pronta em algum lugar. Apresentei pra Zé, que, de cara, disse que rendia um brega funk massa”</em>. Para “Rappy”, Lulu contou com duas lapas de reforços na composição e interpretação, dando as mãos a Mariane Bigio e Claudia Soul para celebrar a infância. Outra participação especial é a de Chinaina, na faixa “Trava língua”, que propõe uma versão contemporânea e ousada para as tradicionais pelejas fonéticas da língua portuguesa.</p>
<p>Para além do autoral, o disco segue num passeio comprido, de Pernambuco à África, honrando nomes como Naná, Moreno Veloso e Tom Zé, celebrados nas músicas “Forró do Antero”, “How Beautiful” e “Salva a Humanidade”, respectivamente. Tem até “Tubarão” no repertório. A música de Alessandra Leão ganhou uma versão que mergulha nas águas profundas das sonoridades pernambucanas, misturando ciranda, coco e brega. Para espalhar acordes ainda mais ancestrais, Lulu escolheu a música “Banaha”, domínio público do Congo, para gravar acompanhada por um coro infantil, que canta &#8211; e encanta &#8211; a esperança.</p>
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