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	<title>Portal Cultura PE &#187; novo disco</title>
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		<title>Laura Tamiana lança seu novo disco &#8220;Lunar&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2021 20:15:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma reconexão através da sabedoria cíclica da vida. Essa é a proposta de Lunar, primeiro álbum musical da artista Laura Tamiana, que será lançado nesta quarta-feira (30), no YouTube, e em julho nas principais plataformas musicais. Composto de 13 faixas, &#8220;Lunar&#8221; foi contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco e traz composições próprias, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/Laura-Tamiana_LUNAR_Foto-de-Laís-Domigues_5635.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-85875" alt="Laís Domingues/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/Laura-Tamiana_LUNAR_Foto-de-Laís-Domigues_5635-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>Uma reconexão através da sabedoria cíclica da vida. Essa é a proposta de Lunar, primeiro álbum musical da artista Laura Tamiana, que será lançado nesta quarta-feira (30), no YouTube, e em julho nas principais plataformas musicais. Composto de 13 faixas, &#8220;Lunar&#8221; foi contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco e traz composições próprias, além de parcerias e cantigas tradicionais do Brasil e da África do Oeste, onde Laura tem trabalhado nos últimos anos.</p>
<p>A obra se constitui no desenho de um padrão do movimento cíclico da vida, começando pela coragem de nascer, com a faixa Iniciação, percorrendo diversas nuances, até findar com a morte necessária para renascer, com a faixa Despedida.<em> “Lunar é um convite a recordar a inteligência cíclica da vida. As canções estão diretamente ligadas a uma investigação pessoal e artística em torno dessa energia cíclica que move tudo o que é vivo, do vazio criativo ao brotar, crescer, dar e colher frutos, processar e morrer para renascer”</em>, explica Laura. Também fazem parte do repertório as canções Lunar, Depois do Horizonte, Flecha – composição da artista com sua mãe Conceição Tavares –, Chão Novo, entre outras.</p>
<p>O disco vem marcar a estreia da paulistana radicada em Recife Laura Tamiana como compositora e cantora-intérprete solo. Multiartista, com uma carreira que propõe diálogos entre as artes visuais, as artes da cena, a cultura popular, a música e a palavra, Laura vem compondo canções desde 2014. <em>“Vinha há alguns anos acalentando esse desejo do disco, e com as interrupções das viagens, que normalmente ocupam bastante minha agenda, devido à pandemia, pensei: &#8220;é agora&#8221;. Com os recursos da Lei Aldir Blanc, junto com um chapéu de contribuições, conseguimos viabilizar. Penso que não por acaso ele nasce nesse momento, que nos demanda reflexões tão profundas. Sinto que esse exercício de recordar nossa natureza cíclica é essencial aos nossos processos e às transformações pessoais e coletivas que se mostram urgentes em nosso tempo. É nesse aprendizado que tenho buscado minhas forças”</em>, diz ela.</p>
<p>O álbum completo estará disponível no canal de YouTube de Laura Tamiana, que já conta com os singles das músicas <a href="https://www.youtube.com/watch?v=rMzVdqwYf9E" target="_blank"><strong>‘Flecha’</strong></a> e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Q0H4gNEx5LA&amp;t=43s" target="_blank"><strong>‘Temperança’</strong></a>. O disco também estará disponível, na mesma data, no blog (<a href="http://lauratamiana.tk" target="_blank"><strong>lauratamiana.tk</strong></a>), junto a encarte digital com concepção e obras de Laís Domingues, trazendo fotografias em revelação artesanal, com intervenções bordadas, e o design gráfico de Flávia Tavares. As atividades de lançamento se prolongam pelo mês de julho, com a chegada de Lunar nas principais plataformas de música e diferentes atividades como audições comentadas pela artista e convidados.</p>
<p><strong>Laura Tamiana - </strong> é artista, além de produtora e facilitadora de processos terapêuticos. Cria e desenvolve projetos que envolvem a música, as artes visuais, a palavra, as artes do corpo e as culturas tradicionais, sempre com o propósito de promover o encontro entre pessoas e contextos, a partir de um viés afetivo e de questões em torno de identidade, pertencimento e memória. Tem especialização em Cooperação Artística Internacional pela Universidade Paris VIII, França.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do álbum Lunar, de Laura Tamiana<br />
Data: 30 de junho de 2021<br />
Disponível em: <a href="https://www.youtube.com/c/LauraTamiana" target="_blank"><strong>www.youtube.com/LauraTamiana</strong></a></p>
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		<title>Juliano Holanda lança novo disco &#8220;Por onde as casas andam em silêncio&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 18:29:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[2020. Ano de pandemia, de quarentena, de polarizações extremas, de catástrofes no Brasil e no mundo. Uma nova década começando em meio a obscuridades e incertezas. A sensação de impotência diante de um momento histórico tão adverso e a força da canção se unem no novo trabalho do cantor, compositor e musicista pernambucano Juliano Holanda. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59080" aria-labelledby="figcaption_attachment_59080" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Beto Figueiroa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/Juliano-Holanda_fotoBetoFigueiroa.jpg"><img class="size-medium wp-image-59080" alt="Beto Figueiroa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/Juliano-Holanda_fotoBetoFigueiroa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Juliano Holanda compôs todas as oitos canções do novo disco durante a pandemia</p></div>
<p>2020. Ano de pandemia, de quarentena, de polarizações extremas, de catástrofes no Brasil e no mundo. Uma nova década começando em meio a obscuridades e incertezas. A sensação de impotência diante de um momento histórico tão adverso e a força da canção se unem no novo trabalho do cantor, compositor e musicista pernambucano Juliano Holanda. Lançado recentemente, o disco &#8220;Por onde as casas andam em silêncio&#8221;, obra densa na qual relê o contexto atual sob forte lirismo e experimentalismo.</p>
<p>Em oito canções autorais, o artista narra o revés vivido pelo cidadão brasileiro, o amargor do isolamento social, o inconformismo com as controvérsias políticas, a desilusão das expectativas frustradas. Um repertório que questiona e afaga, pelo qual Holanda canta a aspereza dos dias e, ao mesmo tempo, clama por mais humanidade nas relações sociais. Músicas que lamentam, que ruminam a dor, sem perder o vislumbre da esperança e do afeto como instrumento de sobrevivência.</p>
<p>Com direção musical assinada pelo próprio Juliano e por sua companheira, a produtora Mery Lemos, o disco foi idealizado e produzido durante a quarentena. Seis canções foram compostas durante o isolamento, somando-se a outras duas que já figuravam no repertório do compositor, que já escreveu algo em torno de 600 canções. Nos arranjos, a voz de Holanda dialoga apenas com um instrumento &#8211; o contrabaixo -, em alusão ao início de sua trajetória musical nos anos 1990 e 2000, quando começou a tocar com artistas da cena pernambucana.</p>
<p><em>&#8220;Durante 10 anos da minha vida, eu só toquei baixo. No disco inteiro sou apenas eu, na voz e no instrumento&#8221;, detalha o artista, que viu no duo uma forma de se experimentar no fazer musical, unindo suas origens a sua costumeira e potente inventividade poética. &#8220;É um disco baseado na poesia mesmo. Letras grandes com pouca melodia, algo mais próximo da fala, parecido com a linguagem do contrabaixo mesmo&#8221;</em>, explica Juliano.</p>
<p>A canção &#8220;Súmula&#8221; abre o disco revelando diferenças entre o eu-lírico e o outro; &#8220;Haja Terapia&#8221; aborda o cotidiano da quarentena em tom confessional e existencialista &#8211; &#8220;não sei em que altura da estrada a gente perdeu a poesia&#8221;, o artista se indaga na canção, para na faixa seguinte constatar &#8211; &#8220;não há queda maior que Cair Em Si&#8221;. E assim segue o repertório. A sonoridade afiada, crua, somada à sutileza e ao acolhimento da poesia, viram tentativa de transformar solidão e decepção em resiliência e renascimento.</p>
<p>Esse é o primeiro lançamento de Juliano Holanda desde o single &#8220;Eu, Cata-Vento&#8221;, lançado em março de 2020, que abriria caminhos para o disco &#8220;Sobre a Futilidade das Coisas&#8221;. O momento histórico, no entanto, pausou o trabalho em curso e inspirou o projeto do novo disco, que ganhou incentivo através da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. &#8220;Este é um trabalho urgente, que pede para ser lançado agora. Nasceu pela pandemia e para a pandemia&#8221;, comenta o cantor.</p>
<p>&#8220;Por onde as casas andam em silêncio&#8221; é uma realização da Anilina Produções e chega a todas as plataformas digitais pelo selo Dubas. Um disco de apelo ao sensível que ainda existe na humanidade, uma provocação para manter-se alerta e são, e um alento poético para atravessar a quarentena.</p>
<p><strong>SOBRE O ARTISTA -</strong> Juliano Holanda é natural de Goiana-PE e iniciou na trajetória artística em fins dos anos 1990. Atuou como músico ao lado de artistas como Zeh Rocha, Alessandra Leão, Erasto Vasconcelos e a Orquestra Contemporânea de Olinda, da qual faz parte até hoje. Nos anos 2010, iniciou carreira solo lançando dois discos em 2013 &#8211; “A Arte de Ser Invisível” e “Pra saber ser nuvem de cimento quando o céu for de concreto”. Dois anos depois, Holanda brilhou nacionalmente com a trilha autoral da série “Amorteamo”, levada ao ar pela TV Globo, em 2015. De lá pra cá, atua também em produção musical, tendo produzido mais de 50 discos, entre eles os de Ave Sangria, Bongar, Almério, Isadora Melo, Lucas Torres, Joana Terra e Alexandre Revoredo. Já compôs cerca de 600 canções, tendo algo em torno de 200 gravadas por vozes de todo o Brasil, como Zélia Duncan, Elba Ramalho, Filipe Catto e Raíssa Bittar.</p>
<p>Ouça agora “Por onde as casas andam em silêncio”, de Juliano Holanda: <strong><a href="https://orcd.co/porondeascasas" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">orcd.co/porondeascasas</a></strong><br />
Disponível em Spotify, Deezer, iTunes, Amazon Music e Tidal</p>
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		<title>Casas Populares da BR 232 lança seu primeiro álbum com uma série de shows gratuitos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/casas-populares-da-br-232-lanca-seu-primeiro-album-com-uma-serie-de-shows-gratuitos/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jul 2019 16:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após 15 anos de trajetória, a banda Casas Populares da BR 232 lança o seu primeiro álbum. O grupo faz os primeiros shows de “Negraíndia”, na Terça Negra (23/7, terça-feira, 22h), no Festival do Coco de Umbigada (25/7, quinta-feira, 21h) e Festival R.U.A. (28/7, domingo, 17h). As entradas dos eventos são gratuitas. Sob a direção [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70184" aria-labelledby="figcaption_attachment_70184" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Vládia Lima/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Casas-Populares-da-BR-232-Vládia-Lima-04.jpg"><img class="size-medium wp-image-70184" alt="Vládia Lima/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Casas-Populares-da-BR-232-Vládia-Lima-04-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O lançamento contará com o projeto de itinerância por várias cidades do Brasil</p></div>
<p>Após 15 anos de trajetória, a banda Casas Populares da BR 232 lança o seu primeiro álbum. O grupo faz os primeiros shows de “Negraíndia”, na Terça Negra (23/7, terça-feira, 22h), no Festival do Coco de Umbigada (25/7, quinta-feira, 21h) e Festival R.U.A. (28/7, domingo, 17h). As entradas dos eventos são gratuitas. Sob a direção da produtora, cantora e compositora Isaar, o trabalho traz uma mensagem de solidariedade e amor, com canções de protesto e liberdade, passeando pelas tradições musicais do Nordeste e Norte do Brasil, pensando ainda nas expressões musicais de Matriz Africana e indígena da América Latina. “Negraíndia” já está disponível para audição nas principais plataformas digitais. Com Incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), além destes shows, a banda vai circular por João Pessoa/PB, Brasília/DF e São Paulo/SP.</p>
<p>Formado por Carol Lopes, Joaninha Xeba, Natália Lopes, Raquel Santana, Eric Caldas e Josy Caldas, o Casas Populares da BR 232 exalta a tradição guardada com as mulheres do Brasil. “Negraíndia é o nome de nosso primeiro álbum porque esta é uma oportunidade de mostrarmos um trabalho musical de força para todos. Principalmente, para todas as mulheres negrasíndias, como nós, que fazem da música afro-brasileira uma fonte de conexão com a natureza e a ancestralidade”, explica Natália Lopes.</p>
<p>O novo álbum das Casinhas vem com uma mistura de vários ritmos, que ilustram a multiculturalidade de Pernambuco. “Possui cirandas, representando a Mata Norte; afoxés, representando nossa raiz negra; samba e ciranda; e coco, que é o ritmo chefe da banda, que foi formada nas sambadas de coco da Região Metropolitana”, conta Joaninha Xeba.</p>
<p>Reunindo e sintetizando os 15 anos de estrada da banda, “Negraíndia” é composto por 10 músicas gravadas em estúdio. Além de produzir o disco, Isaar empresta o seu timbre marcante na faixa “Terra Preta &amp; Negraíndia”. Quem também participa do álbum é o cantor, compositor e rabequeiro Maciel Salú, em “Peleja Ancestral”. Os temas das músicas passam pela força das negras e das índias, pelas histórias não contadas nos livros, pela necessidade de liberdade e tantos outros assuntos difíceis, mas que fazem parte do cotidiano.</p>
<p>“Neste ano, nosso grupo completa 15 anos de trajetória, de música e amizade, de muitos caminhos tomados juntos, outros caminhados por cada uma individualmente, sempre na busca de referências musicais e de composições muito populares, vindas da oralidade, sem negar nossas influências da dita ‘world music’. ‘Negraíndia’ para mim é um presente, mas também um chamado e uma luz levada em nossas vozes e tambores. Uma parte de nossas melhores vibrações”, comenta Natália Lopes, sobre o lançamento do álbum.</p>
<p>Incentivo Funcultura – O projeto “Casas Populares da BR 232 – Itinerância Nacional” consiste na gravação, lançamento, itinerância por Recife/PE, João Pessoa/PB, Brasília/DF e São Paulo/SP, com a realização de duas oficinas e shows cases em duas escolas públicas na Região Metropolitana do Recife. As ações contam com Incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE), através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviços</strong></span><br />
Shows de lançamento de “Negraíndia”, primeiro álbum do Casas Populares da BR 232</p>
<p>Recife: Terça Negra<br />
Quando: 23/07 (terça-feira), 22h<br />
Onde: Pátio de São Pedro<br />
Incentivo: Funcultura<br />
Entrada: gratuita</p>
<p>Olinda: Festival do Coco de Umbigada<br />
Quando: 25/07 (quinta-feira), 21h<br />
Onde: Beco da Macaíba (Rua João de Lima, 42 Guadalupe, Olinda)<br />
Entrada: gratuita</p>
<p>Recife: Festival R.U.A.<br />
Quando: 28/07 (domingo), 17h<br />
Onde: Recife Antigo<br />
Entrada: gratuita</p>
<p>Ouça Negraíndia nas principais plataformas digitais:<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=s8wsMuNE3mw&amp;feature=youtu.be" target="_blank"><strong>youtu.be/s8wsMuNE3mw</strong></a><br />
<strong><a href="https://music.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_kCZouYNYnJ_q7PPtWHe2g4bHA9NUnowOg" target="_blank">bit.ly/Negraindia-YouTube</a></strong><br />
<a href="https://open.spotify.com/album/1kTiNhukhqpRS2J1shiOg0" target="_blank"><strong>bit.ly/Negraindia-Spotify</strong></a><br />
<a href="https://www.deezer.com/br/album/90216662" target="_blank"><strong>bit.ly/Negraindia-Deezer</strong></a></p>
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		<title>Ave Sangria ressurge com novas canções no palco da música psicodélica</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ave-sangria-ressurge-com-novas-musicas-no-palco-da-musica-psicodelica/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Feb 2019 14:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Almir Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Ave Sangria]]></category>
		<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Guaiamum Treloso Rural]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Quarenta e cinco anos depois de ter lançado o intrigante disco homônimo, a Ave Sangria ressurgiu no palco da música psicodélica apresentando canções do novo disco batizado de ‘Vendavais’ . No último sábado (9), durante o Festival Guaiamum Treloso Rural, em Camaragibe, o grupo &#8211; atualmente formado por Marco Polo (vocal), Paulo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66844" aria-labelledby="figcaption_attachment_66844" class="wp-caption img-width-536 aligncenter" style="width: 536px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/marcopolo1.jpg"><img class="size-full wp-image-66844 " alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/marcopolo1.jpg" width="536" height="362" /></a><p class="wp-caption-text">‘O poeta’, ‘Sete minutos’, ‘Ser’, ‘Vendavais’ e o single ‘Dia a dia’ foram as músicas inéditas tocadas no palco do GTR</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcus Iglesias</em></p>
<p>Quarenta e cinco anos depois de ter lançado o intrigante disco homônimo, a Ave Sangria ressurgiu no palco da música psicodélica apresentando canções do novo disco batizado de ‘Vendavais’ . No último sábado (9), durante o Festival Guaiamum Treloso Rural, em Camaragibe, o grupo &#8211; atualmente formado por Marco Polo (vocal), Paulo Rafael (guitarra), Almir Oliveira (violão), Juliano Holanda (baixo), Júnior do Jarro (bateria) e Gilú Amaral (percussão) – cantou e tocou para seus fãs cinco das onze músicas inéditas que estarão no álbum a ser lançado em abril deste ano.</p>
<p>‘O poeta’, ‘Sete minutos’, ‘Ser’, ‘Vendavais’ e o single ‘Dia a dia’, segundo Almir, foram as músicas inéditas apresentadas no palco do GTR. Sobre o novo single, que conta com um lyric vídeo disponível na internet, o violonista do Ave Sangria explica que é a primeira vez que a música foi gravada em estúdio, “mas em 1974 tocamos ela no Perfumes y Baratchos, no Teatro de Santa Isabel, e o registro daquele show ficou gravado numa fita k-7, transformado posteriormente em LP e CD, que foi até o Marco da Lata e o pessoal do Anjo Gabriel quem organizou pra gente”. A ilustração do single e da capa é assinada por Neilton Carvalho, ilustrador e guitarrista do Devotos.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/RxNSEBVT1l4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>“Naquela época, em 1974, nos éramos jovens e os mais velhos encarceraram nossa obra musical. Agora, em 2019, nós somos os mais velhos e os jovens nos libertaram desse cárcere. Foram eles que trouxeram a gente de volta. Então o que estamos fazendo é retribuir o que fizeram pela gente. Não houve mídia, empresário, nada disso. Foi a juventude, através da internet, que, fez isso aqui acontecer: um segundo disco, 45 anos depois de lançado o primeiro”, comemora o violonista do Ave.</p>
<p>Depois de anos sem tocar tantas músicas inéditas, havia uma expectativa por parte do público &#8211; e da própria banda &#8211; em relação à aceitação deste novo disco. “Você sempre fica, né? Eu acho que a reação foi muito boa. Lembro que quando a gente cantava uma música nova, as pessoas ficavam paradas, prestando atenção. E aos poucos elas iam começando a repetir vocalmente o que era um refrão de volta. Acho que o Ave Sangria cria um instrumento de conexão entre o público e o palco. Não é uma coisa solta, isolada. É conectada. E isso é muito bom, porque é uma das poucas bandas que quando canta alguma coisa todo mundo canta junto”, opina Marco Polo.</p>
<div id="attachment_66829" aria-labelledby="figcaption_attachment_66829" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marlon Diego/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-231.jpg"><img class="size-medium wp-image-66829 " alt="Marlon Diego/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-231-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Depois de anos sem tocar com frequência músicas inéditas, havia uma expectativa por parte do público &#8211; e da própria banda &#8211; em relação às músicas desse novo disco</p></div>
<p>“Ave Sangria é isso, uma banda que interage com as pessoas ao mesmo tempo em que brinca e critica tudo. A gente está num mundo extremamente reacionário, e a primeira vez que lançamos um disco foi em plena ditadura militar. Agora voltamos com um novo CD em pleno empoderamento da extrema-direita. Parece uma sina, uma necessidade da gente de quebrar o pau e dizer que a gente merece coisa melhor. É isso que o Ave Sangria faz”, filosofa o vocalista da banda, fazendo uma comparação entre os momentos políticos e sociais dos dois discos.</p>
<p>O convite para realizar a produção musical deste novo trabalho, conta Juliano Holanda, surgiu por conta da relação íntima que ele que tem com a banda enquanto músico e pessoa. “Sou amigo deles. Meu pai dividiu casa com Almir e Ana, que é filha de Almir, e minha amiga de infância. Brinco que Almir me cevou durante esse tempo, porque sempre convivi com a música do Ave Sangria. E quando houve convite, a princípio, era pra que eu me apresentasse apenas em um show no Teatro de Santa Isabel pra tocar baixo. Aquilo foi tomando um caminho natural de seguir fazendo as apresentações, mas não era a ideia do início”.</p>
<div id="attachment_66842" aria-labelledby="figcaption_attachment_66842" class="wp-caption img-width-460 aligncenter" style="width: 460px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Instagram</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Almir.jpg"><img class="size-medium wp-image-66842 " alt="Reprodução/Instagram" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Almir-460x486.jpg" width="460" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Há uma identificação musical e pessoal. Assim as coisas fluem de uma maneira muito singular, porque todo mundo participa das ideias que surgem&#8221;, explica Almir, sobre a atual formação da banda</p></div>
<p>A formação atual, com três músicos da expoente cena pernambucana (Juliano Holanda, Júnior do Jarro e Gilú Amaral) também foi se constituindo de forma natural. “(Júnior) Do Jarro já tocava bateria com eles, quando o Anjo Gabriel se apresentava antes do Paulinho voltar para a banda. Na verdade, era uma formação com o Anjo Gabriel, Almir e Marco Polo. E foi natural manter Júnior do Jarro na história. Gilú tem uma história bem diversa e conhecia bem o som deles. No final são três fãs que dão o sangue em cima do palco”.</p>
<p>Hoje, além de ter produzido o novo álbum, Juliano Holanda conta que, assim como Jarro e Gilú, também se sente parte da banda. ”Não é aquela coisa de músicos contratados. Todo mundo interage, e há uma cumplicidade e respeito e admiração mútua. Acho que esse show e o disco são muito fruto disso”. A mesma opinião é compartilhada pelo músico Almir. “Somos a mesma banda. O entrosamento é fundamental, tanto fora do palco com dentro. Há uma sintonia e felicidade muito grande. É na cozinha que está o tempero e a sustância”.</p>
<div id="attachment_66830" aria-labelledby="figcaption_attachment_66830" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marlon Diego/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-283.jpg"><img class="size-medium wp-image-66830" alt="Marlon Diego/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-283-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Acho que o Ave Sangria cria um instrumento de conexão entre o público e o palco. Não é uma coisa solta, isolada. É conectada&#8221;, opina Marco Polo, vocalista do Ave</p></div>
<p>Almir detalha que não foram realizados tantos ensaios antes do show no Guaiamum Treloso Rural porque reunir a banda é uma verdadeira engenharia. E que o entrosamento visto entre os seis músicos no palco se dá simplesmente por conta da sintonia entre eles. “Há uma identificação musical e pessoal. Assim as coisas fluem de uma maneira muito singular, porque todo mundo participa das ideias que surgem. Uns tem mais experiência, outros estão vindo como novo gás e novas ideias. A mola propulsora está mais vibrante”, ressalta Almir.</p>
<p>Sobre o disco, Juliano explica que ele surgiu a partir de dois caminhos espontâneos: uma necessidade criativa dos artistas e também uma demanda do mercado fonográfico. “Quando a gente começou a se apresentar havia sempre o interesse de tocar músicas novas. E depois que estabelecemos uma parceria com a Sunset Produções, tivemos que ter um disco novo para justificar uma nova turnê”. Ainda segundo ele, o selo de lançamento está em negociação, mas a produção do novo CD foi feita de forma independente.</p>
<p>Na pré-produção, o Ave Sangria não sabia por onde começar. Havia em mãos um material de composições dos anos 80 e 90, e em paralelo o problema dos universos pós Ave Sangria: os antigos integrantes evoluíram para lugares muito distintos. “Ficamos um mês tentando harmonizar os três artistas até chegar numa opção. Depois de feito, parece que foi fácil, mas não foi. Descobrimos que eles tinham musicas inéditas não gravadas da época que eram uma banda e ensaiavam juntos na década de 70. Principalmente umas composições conjuntas de Almir e Marco Polo. Fomos atrás delas, e Marco tinha várias gravadas em k-7”, lembra Juliano Holanda.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ddDmEKE8ADU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Depois de um tempo discutindo sobre quais trilhas percorrer, a banda entendeu que seria interessante que o novo disco tivesse uma estrutura parecida com a do primeiro. “Criei então um processo que chamamos de Leis e Diretrizes, e a diretriz básica era que só teria no segundo disco o que tivesse no primeiro. Como se estivéssemos em 1974. E quando a gente viu o material era muito bom. Podia ter gravado um disco com 30 músicas, se quisesse”, brinca Holanda.</p>
<p>O disco foi gravado no Rio de Janeiro, no estúdio de Carlos Trilha, para criar uma situação que fosse semelhante a do primeiro. As músicas foram gravadas e mixadas de forma analógica, usando uma mesa SSL, no estúdio que foi do Legião Urbana. Todos os músicos gravaram as músicas juntos, cada um numa sala, e em dez dias o álbum estava pronto. “Acho que tem uma tônica muito forte em relação à produção do primeiro para esse, porque o anterior não teve muito tempo pra ser produzido, nem tanto cuidado e carinho como esse”, avalia o produtor musical. “Gravamos, na verdade, 13 músicas, e duas serão lançadas posteriormente como outros singles”, conclui Juliano Holanda.</p>
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