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	<title>Portal Cultura PE &#187; o poste</title>
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		<title>&#8220;A Receita&#8221; e as mulheres do fim do mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2016 18:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<description><![CDATA[por Márcio Bastos Algumas obras são tão potentes, que após entrar em contato com elas, é impossível sair sem o estômago e a consciência revirados. A Receita, do Poste Soluções Luminosas, é desse tipo de trabalho. Apresentado na quinta-feira (28), dentro da Mostra de Teatro Alternativo do 26º FIG, na Casa Galeria Galpão, o espetáculo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Márcio Bastos</em></p>
<p style="text-align: left;">Algumas obras são tão potentes, que após entrar em contato com elas, é impossível sair sem o estômago e a consciência revirados. <strong>A Receita</strong>, do Poste Soluções Luminosas, é desse tipo de trabalho. Apresentado na quinta-feira (28), dentro da Mostra de Teatro Alternativo do 26º FIG, na Casa Galeria Galpão, o espetáculo é um retrato cru da realidade de muitas mulheres oprimidas e violentadas física e emocionalmente por seus parceiros.</p>
<div id="attachment_38702" aria-labelledby="figcaption_attachment_38702" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28595485526_724f397764_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38702" alt="Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28595485526_724f397764_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com interpretação visceral, Naná Sodré traz à cena a dor e a angústia de muitas mulheres</p></div>
<p style="text-align: left;">O monólogo interpretado por Naná Sodré e escrito por Samuel Santos retrata a vida de uma mulher oprimida no casamento, que passa os dias na cozinha, preparando as refeições para o companheiro adúltero e violento. Naná, com sua interpretação visceral, construída a partir do teatro físico, é um primor em cena. A atriz transmite toda a dor e angústia daquela mulher através de movimentos corporais que transitam entre o animalesco e o essencialmente delicado.</p>
<p>Na dor da personagem &#8211; que passa grande parte do espetáculo sem ser nomeada &#8211; o público encontra suas próprias. É um trabalho que, infelizmente, toca em uma memória coletiva fruto de uma sociedade machista, misógina, homofóbica. Ao final da obra, quando a personagem encontra sua libertação, é quase como se uma catarse coletiva ocorresse. Nesse contexto, a potência de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Kk9Msq05SRM&amp;list=RDKk9Msq05SRM" target="_blank"><strong>Maria da Vila Matilde</strong></a>, de Elza Soares, tocada nos instantes finais, ganha uma significação ainda maior, ecoando gritos de todas as mulheres do fim do mundo.</p>
<div id="attachment_38703" aria-labelledby="figcaption_attachment_38703" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28628488475_228518f5c7_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-38703" alt="Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28628488475_228518f5c7_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Da resignação à libertação, o público também vivencia o processo de empoderamento da personagem </p></div>
<p><strong>CONVERSA</strong></p>
<p>Assim como tem ocorrido após os espetáculos apresentados na Casa Galeria Galpão, Rodrigo Dourado mediou a conversa com Naná Sodré e Samuel Santos, do Poste Soluções Luminosas. Junto ao público, os artistas refletiram sobre o processo de criação do espetáculo, assim como o trabalho de pesquisa do grupo, voltado para o teatro físico, antropológico e para o resgate de raízes africanas.</p>
<p>Sobre a Mostra de Teatro Alternativo, os artistas enfatizaram a importância de reconhecimento dessas outras formas de fazer e ver teatro, abrindo espaço para novos pensamentos. &#8220;É importante que os artistas, que o público, saibam que é possível encarar outros lugares que não o palco tradicional como potenciais espaços para suas obras&#8221;, ressaltou Samuel.</p>
<p><strong>Confira a programação de artes cênicas desta sexta-feira (29) e sábado (30):</strong></p>
<div data-canvas-width="13.629533333333331">Sexta-feira, 29/7</div>
<div data-canvas-width="13.629533333333331"></div>
<div data-canvas-width="51.3544">CIRCO</div>
<div data-canvas-width="569.2039999999997">16h – A Tradição Centenária do Circo Alves, com música e poesia de Pernambuco</div>
<div data-canvas-width="113.93279999999999">Circo Alves (PE)</div>
<div data-canvas-width="350.22559999999993">Local: Lona de Circo (Parque Euclides Dourado)</div>
<div data-canvas-width="245.9896"></div>
<div data-canvas-width="123.2616">TEATRO DE RUA</div>
<div data-canvas-width="45.282399999999996">16h – Re Te Tei</div>
<div data-canvas-width="190.348">Tropa do Balacobaco (PE)</div>
<div data-canvas-width="121.072">Local: Castainho</div>
<div data-canvas-width="121.072"></div>
<div data-canvas-width="133.0872">TEATRO ADULTO</div>
<div data-canvas-width="190.42160000000004">19h – Avental todo sujo de ovo</div>
<div data-canvas-width="203.87199999999996">Grupo Ninho de Teatro (CE)</div>
<div data-canvas-width="250.23999999999998">Local: Teatro Luiz Souto Dourado</div>
<div data-canvas-width="250.23999999999998"></div>
<div data-canvas-width="172.7392">TEATRO ALTERNATIVO</div>
<div data-canvas-width="39.651999999999994">21h – Na Beira</div>
<div data-canvas-width="177.4864">Teatro de Fronteira (PE)</div>
<div data-canvas-width="204.0744">Local: Casa Galeria Galpão</div>
<div data-canvas-width="204.0744"></div>
<div data-canvas-width="21.343999999999994">Sábado, 30/7</div>
<div data-canvas-width="21.343999999999994"></div>
<div data-canvas-width="51.3544">CIRCO</div>
<div data-canvas-width="231.63759999999994">16h – Mostra de Números Circenses</div>
<div data-canvas-width="56.9112">Acrobacia Aérea(Rhayan Gomes)/ Contorção(Euller Kalebe)/Palhaço (Trupe Circuluz)/ Diabolô e Duo Acrobático (Jonathan Marinho e Eduardo Antônio) /Ilusionismo (Mickael Marvey) / Palhaço (Ronaldo Aguiar)</div>
<div data-canvas-width="350.22559999999993">Local: Lona de Circo (Parque Euclides Dourado)</div>
<div data-canvas-width="350.22559999999993"></div>
<div data-canvas-width="59.873599999999996">DANÇA</div>
<div data-canvas-width="225.12399999999997">16h &#8211; Passo Compassos Cia de Danças (PE)</div>
<div data-canvas-width="238.46399999999997">Local: Parque Euclides Dourado</div>
<div data-canvas-width="238.46399999999997"></div>
<div data-canvas-width="135.88399999999996">TEATRO PARA A INFÂNCIA</div>
<div data-canvas-width="132.48000000000002">10h – Chico Flor contra</div>
<div data-canvas-width="214.01039999999998">os Monstros na Ilha de Fogo</div>
<div data-canvas-width="158.516">Cia Biruta (PE)</div>
<div data-canvas-width="250.23999999999998">Local: Teatro Luiz Souto Dourado</div>
<div data-canvas-width="250.23999999999998"></div>
<div data-canvas-width="133.0872">TEATRO ADULTO</div>
<div data-canvas-width="224.6272">19h – Soledad – A Terra é fogo sob nossos pés</div>
<div data-canvas-width="123.5008">Hilda Torres (PE)</div>
<div data-canvas-width="250.23999999999998">Local: Teatro Luiz Souto Dourado</div>
<div data-canvas-width="172.7392"></div>
<div data-canvas-width="172.7392">TEATRO ALTERNATIVO</div>
<div data-canvas-width="97.3176">21h – (In)Cômodos</div>
<div data-canvas-width="24.1408">Grupo 4 no Ato (PE)</div>
<div data-canvas-width="204.0744">Local: Casa Galeria Galpão</div>
<div data-canvas-width="204.0744">Classificação: 16 anos</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Capoeira de Angola e seus símbolos inspiram performance em dança</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2016 18:14:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[bairro da Boa Vista]]></category>
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		<description><![CDATA[A terceira e última fase de uma pesquisa desenvolvida pela dançarina Gabriela Santana e inspirada no universo da capoeira será apresentada neste sábado (9) e domingo (10), no espaço O Poste, no Recife. Batizado de Erranças: estudos técnico-poéticos em dança e capoeira, a performance conta com execução de música em tempo real, feita pelo baiano [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34575" aria-labelledby="figcaption_attachment_34575" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/FOTO-2-RUA.jpg"><img class="size-medium wp-image-34575" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/FOTO-2-RUA-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">“A ideia deste projeto é trabalhar elementos do jogo e a organização do corpo na capoeira num viés improvisativo”, explica Santana.</p></div>
<p>A terceira e última fase de uma pesquisa desenvolvida pela dançarina Gabriela Santana e inspirada no universo da capoeira será apresentada neste sábado (9) e domingo (10), no espaço O Poste, no Recife. Batizado de <strong>Erranças: estudos técnico-poéticos em dança e capoeira</strong>, a performance conta com execução de música em tempo real, feita pelo baiano Jair Coelho, numa composição cênica aberta ao improviso. Nos dois dias, a apresentação terá início às 19h30 e é gratuita.</p>
<p>O local é limitado a 60 espectadores por sessão e os ingressos deverão ser retirados na bilheteria com uma hora de antecedência. A classificação etária é de 14 anos.</p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura,<em> Erranças</em> é o primeiro trabalho solo de Gabriela Santana, que também é professora do curso de Dança da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e integra o projeto Capoeira no CAC (Centro de Artes e Cultura da UFPE), formado por representantes desta expressão cultural.</p>
<div id="attachment_34598" aria-labelledby="figcaption_attachment_34598" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/2014-03-23-23.02.28.jpg"><img class="size-medium wp-image-34598" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/2014-03-23-23.02.28-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Durante o espetáculo, Gabriela vai desenvolver uma postura expressiva por meio de um corpo que, para improvisar, maneja sensações, percepções, imagens, impulsos, desejos e memórias</p></div>
<p><em>“A ideia deste projeto é trabalhar elementos do jogo e a organização do corpo na capoeira num viés improvisativo”,</em> explica Santana. Ao longo de 30 minutos, a dançarina se rende ao improviso, orientada pelos princípios de movimento da manifestação cultural, bem como pelos códigos pertencentes à fronteira entre a capoeira, o candomblé e o samba.</p>
<p>Durante o espetáculo, Gabriela vai desenvolver uma postura expressiva por meio de um corpo que, para improvisar, maneja sensações, percepções, imagens, impulsos, desejos e memórias. Tudo a partir de uma rede de simbolismos e metáforas tecidas através da relação da capoeirista com esta dança.</p>
<p>Um dos desdobramentos dessa nova etapa diz respeito ao trabalho que a dançarina faz durante uma cena quando fala ao microfone. Houve uma modificação e a fala ganhou um tom mais narrativo, também improvisado para a construção da personagem. O figurino é outro elemento que foi totalmente repaginado, reforçando o viés a que se destina de retratar o universo da mulher guerreira com inspiração em outra temporalidade. <em>“São temporalidades entrepostas onde existe um homem atual, porém prezando um pouco pela rusticidade”</em>, destaca Santana.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Mostra Final Perfomance Erranças</em></strong><br />
Sábado (9) e domingo (10) | 19h30<br />
Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista &#8211; Recife)<br />
Gratuito<br />
Classificação etária: 14 anos<br />
(81) 99815 0285</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong><br />
Dançarina-criadora: Gabriela Santana<br />
Diretora artística: Bárbara Santos<br />
Músico: Jair Coelho<br />
Fotógrafo: Caique Eça<br />
Videartista: Tonling Cheng (do DVD final)<br />
Designer Gráfica: Iara Sales<br />
Figurinista: Gabriela Holanda</p>
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		<title>Oficina de Teatro Antropológico chega a terreiro no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/oficina-de-teatro-antropologico-chega-a-terreiro-no-recife/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2016 20:57:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[o poste]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[teatro antropológico]]></category>

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		<description><![CDATA[O grupo O Poste Soluções Luminosas ministra neste sábado, 30/4, a Oficina de Teatro Antropológico no terreiro Ilê Obá Aganju Okoloyá, Terreiro de mãe Amara (Dois Unidos, Recife). A Oficina é gratuita e esta dentro do projeto de pesquisa &#8220;O Corpo Ancestral Dentro da Cena Contemporânea&#8221;. O terreiro de mãe Amara é parceiro do grupo teatral [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo<em> O Poste Soluções Luminosas</em> ministra neste sábado, 30/4, a Oficina de Teatro Antropológico no terreiro Ilê Obá Aganju Okoloyá, Terreiro de mãe Amara (Dois Unidos, Recife).</p>
<p>A Oficina é gratuita e esta dentro do projeto de pesquisa <strong>&#8220;O Corpo Ancestral Dentro da Cena Contemporânea&#8221;</strong>. O terreiro de mãe Amara é parceiro do grupo teatral nessa pesquisa. Interessados que moram na vizinhança também podem se inscrever, pois a oficina é para a comunidade do terreiro e demais interessados em mergulhar na matriz africana e ancestral do teatro antropológico. <em>Informações pelo email: <strong>oposte@gmail.com<br />
</strong></em></p>
<div id="attachment_35920" aria-labelledby="figcaption_attachment_35920" class="wp-caption img-width-480 aligncenter" style="width: 480px"><p class="wp-image-credit alignleft">arte/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/cartaz-o-corpo-ancestral.jpg"><img class="size-full wp-image-35920" alt="arte/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/cartaz-o-corpo-ancestral.jpg" width="480" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Moradores do bairro também podem participar da vivência</p></div>
<p>O Corpo Ancestral Dentro da Cena Contemporânea consiste na sistematização do primeiro projeto de pesquisa do grupo O Poste Soluções Luminosas, onde a busca pela descoberta de uma ancestralidade teatral levou à investigação do teatro através do ritual da matriz africana. E é essa investigação que norteia as ações de pesquisa do grupo, composto por Agrinez Melo, Naná Sodré e Samuel Santos.</p>
<p><strong>SOBRE O PROJETO</strong> &#8211; O Grupo O Poste caracteriza-se pela Investigação teatral, e tem em seus estudos iniciais, teóricos como o diretor polonês Jerzy Grotowski, que direcionou sua pesquisa com artistas ligados á tradição de ritos sagrados. Além de Eugenio Barba, na sua antropologia teatral, onde destaca a importância da anatomia para o ator e sua construção e reconstrução corporal á partir da observação cultural e ritualística, entre outros.</p>
<p>Com a pesquisa, O Poste Soluções Luminosas cria meios de aprofundar os estudos e vivenciar de forma pratica os rituais de matriz africana, e examinar os vetores de energias dos orixás no corpo e como a ativação dessa energia pode ser levada para a cena teatral, onde o sagrado seja preservado e a essência venha à cena. Com esta ação, será ampliada a averiguação da ancestralidade corporal e vocal pelo viés artístico teatral, onde o corpo norteará as ações, traçando paralelo entre as incorporações dos orixás no terreiro de Candomblé, e o corpo e a voz dos atores através das ações físicas.</p>
<p>O trabalho visa não só o aprimoramento de suas técnicas, mas também uma parceria com terreiros de Mariz africana onde estabelece a troca de conhecimentos. Como principal parceiro da pesquisa, temos o terreiro Ilê Obá Aganju Okoloyá (terreiro de mãe Amara) e ao longo do projeto, outros importantes terreiros serão incluídos nos estudos e se tornarão parceiros.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Espetáculo A Receita cumpre temporada no Espaço Poste</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-a-receita-cumpre-temporada-no-espaco-poste/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2014 19:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Receita]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[naná sodre]]></category>
		<category><![CDATA[o poste]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma mulher que tempera, a cada ato, as ilusões e as inúmeras intempéries de sua vida com sal, alho, coentro e cebolinha. Assim se caracteriza a peça A Receita, que fica em cartaz até o último sábado de outubro (25/10), na sede do Grupo de Teatro O Poste, localizada na Rua da Aurora. Com direção e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma mulher que tempera, a cada ato, as ilusões e as inúmeras intempéries de sua vida com sal, alho, coentro e cebolinha. Assim se caracteriza a peça <em>A Receita</em>, que fica em cartaz até o último sábado de outubro (25/10), na sede do <em>Grupo de Teatro O Poste</em>, localizada na Rua da Aurora. Com direção e texto de Samuel Santos, o monólogo, protagonizado pela atriz pernambucana Naná Sodré, fala, de forma poética, da solidão feminina, das dificuldades de relacionamento e, por fim, dos equívocos que cometemos em nome do amor.</p>
<div id="attachment_14683" aria-labelledby="figcaption_attachment_14683" class="wp-caption img-width-355 alignright" style="width: 355px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/DSC_7283.jpg"><img class="size-medium wp-image-14683" alt="A atriz Naná Sodré protagoniza o espetáculo (Foto: Fernando Azevedo/Divulgação)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/DSC_7283-355x486.jpg" width="355" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz Naná Sodré protagoniza o espetáculo (Foto: Fernando Azevedo/Divulgação)</p></div>
<p>No palco, uma dona de casa, de aproximadamente 48 anos, mostra a situação de total abandono e dependência emocional que seu marido e filhos lhe impõem. Depois de tanto sofrimento, a personagem, assim como as pessoas comuns, acaba caindo no desespero, e atenta contra a vida do próprio companheiro, provocando uma tragédia inesperada. O espetáculo funciona como um espelho, no qual muitas vezes vemos refletidas nossas atitudes e, a partir daí, questionamos a maneira como nos comportamos diante dos momentos de desatino. &#8220;Essa mulher [anônima e invisível aos olhos da sociedade] se abandona e esquece do seu papel [de mulher] para se tornar apenas uma coisa útil. Resignada, ela lava, passa, cozinha e tempera tudo o que vê pela frente. Na verdade, ela busca dá gosto (sentido) as coisas que lhe cercam, inclusive, a sua angústia&#8221;, disse Naná sobre sua personagem. &#8220;São através das receitas que, funcionam como algo confessional no texto, ela narra a razão por que assassinou o marido&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>A montagem</strong></p>
<p><em>A Receita</em> é fruto de uma residência artística que o <em>Grupo de Teatro O Poste </em>fez no ano passado, em Brasília, com o diretor italiano Eugênio Barba e atriz inglesa Julia Varley. Por lá,  a peça foi apresentada em formato reduzido (5 minutos) para 21 diretores e 18 atores da América Latina. “Este intercâmbio foi de extrema importância para o grupo, pois permitiu a difusão da nossa arte em outros Estados, além de ampliar nossa a experiência&#8221;, disse Sodré.</p>
<p><strong>Sobre o <em>Grupo de Teatro O Poste</em></strong><br />
Fundada em 2009, a companhia é formada atualmente por Agrinez Melo, Naná Sodré e Samuel Santos. Da necessidade de realizar pesquisas, treinamento, formação e apresentação de seus próprios espetáculos, o grupo inaugurou recentemente, às margens do rio Capibaribe, sua sede. Com capacidade para 60 pessoas, o Espaço Poste é de caráter alternativo, sem palco fixo &#8211; um dos pontos caraterísticos do ambiente, pois coloca o artista e o espectador no mesmo plano &#8211; e todo revestido com madeira. Além da encenação de peças, a casa possui uma série de atividades regulares, que inclui oficinas para atores e bailarinos. A próxima empreitada d&#8217;O Poste é a estreia do espetáculo Ombela (chuva, em umbundu), prevista para o dia 1º de novembro.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Peça <em>A Receita</em><br />
Local: Espaço O Poste, localizado Rua da Aurora, 529 (próximo à Secretaria de Defesa Social &#8211; Polícia Civil, esquina da Aurora com Princesa Isabel)<br />
Data: 4, 11, 18 e 25/10.<br />
Horário: 20h<br />
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)</p>
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