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	<title>Portal Cultura PE &#187; “O que tenho a oferecer”</title>
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		<title>Sobre sede, poder e palhaços</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 10:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5347" aria-labelledby="figcaption_attachment_5347" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984014970_37a4267c27_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5347" alt="A estética do clown se alia ao teatro crítico de Beckett na montagem do Magiluth (Foto:Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984014970_37a4267c27_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A estética do clown se alia ao teatro crítico de Beckett na montagem do Magiluth (Foto:Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Grupo leva montagem premiada à Praça 10 de Novembro, e encanta o público em Gravatá</em></p>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Um palhaço usa uma cartola, empunha um jornal diário e traz pesadas malas de viagem a tiracolo. Um outro veste roupas bem menores que seu corpo, não tem qualquer coisa que seja sua e é sujeitado a todo tipo de humilhação. Um terceiro se mantém todo o tempo sentado em cima de um andaime, orquestrando os jogos de poder. O quarto palhaço, carente e sedento, acompanha a todos os jogos com um ar penoso de ignorância.</p>
<p>Sem dizerem uma única palavra durante todo o espetáculo, os quatro personagens da peça “Ato”, do Grupo Magiluth, vão sendo construídos através de um trabalho minucioso de linguagem corporal. Baseada no texto “Ato sem Palavras”, do dramaturgo irlandês Samuel Beckett, a peça traz situações que envolvem poder, dominação, exploração e carência dentro de um ambiente inóspito e quente, onde a água é preciosa e nem todos podem tê-la.</p>
<p>“Ato” é basicamente um embuste para o espectador que vê a “trupe” entrando em cena com rostos pintados e gestos desajeitados. Não se enganem, pois esse seres sem nome, meio desbotados e de narizes vermelhos são muito mais que palhaços. São homens, são fracos e muitas vezes sádicos e cruéis quando detêm o poder.</p>
<p>A peça foi levada ontem, às 17h, para a Praça 10 de Novembro, em Gravatá, dentro da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural. Os atores chegaram ao cenário depois de caminhar pela ruas da cidade e um bom público, interessado, composto sobretudo por alunos das escolas próximas, acompanhou o espetáculo.</p>
<div id="attachment_5348" aria-labelledby="figcaption_attachment_5348" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984025015_4be4e281c4_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5348" alt="Os personagens andam pelas ruas de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984025015_4be4e281c4_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os personagens andam pelas ruas de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Hoje tem mais artes cênicas rua! Confira abaixo a programação, que está acontecendo sempre na Praça 10, gratuitamente:</p>
<p><strong>Sexta-feira, 14/9</strong><br />
17h – Dança – Mostra Coreográfica<br />
“O que tenho a oferecer” (Orunmillá Santanna/Recife)<br />
Coreografia João do Esfregão | “Malena”| “Sambalé” (Rogério Alves/Recife)<br />
Balé clássico | Dança de salão | Dança contemporânea (Wanderson José/Gravatá)<br />
Maracatu | Caboclinho | Frevo (Cia de Dança Gravatá Art)</p>
<p><strong>Sábado, 15/9</strong><br />
17h – Teatro de Rua<br />
Polo Marginal (Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel)</p>
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