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	<title>Portal Cultura PE &#187; O som do barro</title>
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		<title>Das mãos no barro ao som de Mestre Nado</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2015 14:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24116" aria-labelledby="figcaption_attachment_24116" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC02411.jpg"><img class="size-medium wp-image-24116 " title="Mestre Nado" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC02411-273x486.jpg" width="273" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Nado cria instrumentos a partir da cerâmica</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Ele mistura a terra, a água, o fogo ao sopro de inspiração que Deus lhe deu. Dessa alquimia se traduz o som criado por <strong>Mestre Nado</strong>. Homem de múltiplos talentos – ceramista, poeta e músico – o olindense é um habilidoso artista que tem na argila sua matéria-prima. Dela, cria instrumentos e dá vida à música. Música que se materializa em <em>Mestre Nado e o Som do Barro</em>, nome do disco que lança, nesta quarta (29), às 16h30, no Museu do Homem do Nordeste (Casa Forte), no Recife. O CD tem incentivo do <strong>Governo de Pernambuco</strong>, através do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura/" target="_blank"><strong>Funcultura</strong></a>, e traz seis faixas, frutos da vivência de Nado com o manuseio desses elementos que se transformam em arte.</p>
<p>Aos 69 anos, Mestre Nado (cujo nome de batismo é Aguinaldo da Silva) começou produzindo quartinhas de barro, mas, despretensiosamente, viu que daquelas produções era possível chegar a um outro resultado: a ocarina. O instrumento de sopro tornou-se sua principal marca, o que lhe tornou conhecido no universo da cultura popular e da música. &#8220;<em>Fui trabalhar com Francisco Brennand, com Thiago Amorim, mas ainda não tinha a minha marca. Até que lembrei das bolinhas ocas de barro que eu já fazia quando pequeno. Fui fazendo os furos, coloquei o &#8216;dó-ré-mi&#8217;, e fui, com o tempo, aperfeiçoando a prática. Ainda continuo me aperfeiçoando até hoje</em>&#8220;, conta. Já chegou a ter criações suas utilizadas nas bandas de artistas como Milton Nascimento, Ney Matogroso, Antonio Nóbrega, Lula Queiroga e Alceu Valença. Mas outros instrumentos vieram. Os de sopro e de percussão: moringas, flautas “Nado”, maracas, raco-raco e o bum d’água.</p>
<p>Ele já perdeu as contas de quantos instrumentos já fez. &#8220;<em>Só de encomenda, para a França, foram umas 1.200 ocarinas, de uma vez só. O resto, não consigo contabilizar, não. Sai muita coisa!</em>&#8220;. O resultado dessas criações fez de Mestre Nado uma referência na arte do instrumentos de cerâmica, ofício que repassou para os filhos Sara, Micael e Júnior. É esta arte que está presente no CD <em>Mestre Nado e o Som do Barro</em>. &#8220;<em>Eu digo que isso é uma pequena grande conquista. Veja como não é bonito você ouvir todos aqueles instrumentos que você criou, com as suas músicas, suas letras, tudo junto, no disco</em>&#8220;. Na apresentação desta tarde, a família completa fará o barro ressoar. Serão distribuídas, gratuitamente, 200 cópias do disco ao público, que poderá conhecer um pouco dos instrumentos criados pelo Mestre.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Lançamento do CD </em>Mestre Nado e o Som do Barro<br />
Quarta (29), à 16h30<br />
Museu do Homem do Nordeste | Av. 17 de Agosto, 2187, Casa Forte, Recife/PE</p>
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