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	<title>Portal Cultura PE &#187; O Suplício de Frei Caneca</title>
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		<title>Aula-teatro conta para estudantes a história do revolucionário Frei Caneca</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 23:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[O Suplício de Frei Caneca]]></category>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultutra de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Mais do que um espetáculo, uma aula-teatro sobre um dos episódios mais importantes da história do país, a Revolução Pernambucana de 1817, liderada pelo revolucionário Joaquim do Amor Divino Rabelo, o famoso e desconhecido Frei Caneca. Em tempos nos quais a intolerância e a subtração de vários direitos conquistados pela sociedade se fazem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56164" aria-labelledby="figcaption_attachment_56164" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39014638221_421d3795be_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56164 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39014638221_421d3795be_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Montagem pincela de forma sucinta um recorte na biografia do frade, mais precisamente os sete últimos anos de sua vida</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Mais do que um espetáculo, uma aula-teatro sobre um dos episódios mais importantes da história do país, a Revolução Pernambucana de 1817, liderada pelo revolucionário Joaquim do Amor Divino Rabelo, o famoso e desconhecido Frei Caneca. Em tempos nos quais a intolerância e a subtração de vários direitos conquistados pela sociedade se fazem constantes, o viés libertário da montagem <b>O Suplício de Frei Caneca</b> é um estimulante necessário para a mente dos seus espectadores, ainda mais quando são jovens estudantes de duas escolas da rede pública de ensino como os que estavam presentes na apresentação realizada na última segunda-feira (11), em mais uma parceria com o projeto <b>Outras Palavras</b> &#8211; da Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe.</p>
<p>Simbolicamente, talvez não exista lugar tão representativo e cênico para a peça como a Capela Ordem Terceira do Carmo do Recife, localizada ao lado da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, no bairro de São José, onde aconteceu a apresentação. Foi ali, na Igreja do Carmo, que Frei Caneca viveu durante o período da ordenação até sua morte. “<i>Seu corpo, depois de fuzilado, foi jogado na porta da igreja. Os frades recolheram e o enterraram aqui mesmo, neste território. Ninguém sabe até hoje onde exatamente ele foi enterrado, tamanha era a vergonha que se tinha desse herói nacional”,</i> revelou o diretor do espetáculo, José Francisco Filho, em conversa com os estudantes no local.</p>
<div id="attachment_56159" aria-labelledby="figcaption_attachment_56159" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25144036338_156284e3fb_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56159 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25144036338_156284e3fb_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Sessão foi voltada para alunos de duas escolas da rede pública de ensino, uma de Olinda e outra de São Lourenço da Mata</p></div>
<p>Escrita por Cláudio Aguiar, <b>O Suplício de Frei Caneca</b> pincela de forma sucinta um recorte na biografia do carmelita, mais precisamente os sete últimos anos de sua vida. Alguns episódios citadas na montagem são, por exemplo, quando Frei Caneca ficou preso na Bahia por sua participação na Revolução Pernambucana de 1817, ou como ele recebeu o processo de outorga da Constituição de 1824, iniciado pelo Imperador Dom Pedro I, que resultou na Confederação do Equador (1824). O espetáculo é repleto de discursos do frade inspirados pelos ideais iluministas da Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade.</p>
<div id="attachment_56165" aria-labelledby="figcaption_attachment_56165" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39014676551_8d27100f59_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56165 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39014676551_8d27100f59_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Quem passa a vida que eu passo / Não deve a morte temer / Com a morte não se assusta / Quem está sempre a morrer”, diz o personagem em diversos momentos da peça</p></div>
<p>Sensorial, a montagem tem cheiro, textura, som e luz que criam um cenário à parte, uma volta no tempo. Desde o incenso utilizado pelos frades em várias cenas, até a música e sonoridade específicas no momento do fuzilamento do mártir pernambucano, o espectador se envolve na história, como se assistisse ali ao vivo o que aconteceu naquela época fugida da memória de Pernambuco.</p>
<p>Depois da encenação, os cerca de cem alunos das escolas Áurea de Moura Cavalcanti, de Olinda, e D. Leonor Porto, de São Lourenço, puderam conversar com o elenco e o diretor do espetáculo, num bate-papo informal mediado pelo historiador Zélito Passavante. “<i>Na época do Império aqui no Brasil, o imperador era a figura do rei e de Deus na terra. A ideia do Frei Caneca, que curiosamente era da igreja, foi peitar isto que estava posto e dizer que era necessária uma constituição pactuada para que todos fossem felizes. E é esse pacto que é negado, mas o processo é tão forte que fica e que gera um século de revolta no Brasil”,</i> explicou o historiador.</p>
<div id="attachment_56163" aria-labelledby="figcaption_attachment_56163" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39014268001_2459389e49_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56163 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39014268001_2459389e49_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">No final do espetáculo, os estudantes tiveram uma conversa com diretor e elenco para falar melhor sobre quem foi Frei Caneca</p></div>
<p>“Em<i> 1814 e 1815 houve uma grande seca no Nordeste, e quando a corte portuguesa veio ao Brasil eles trouxeram mais de três mil pessoas na comitiva e colocaram a sede da colônia no Rio de Janeiro. Para manter esta corte, começaram a aumentar os impostos, e a província de Pernambuco era uma das que mais rendia. Os impostos aqui começaram a ser maiores, inclusive a iluminação do Rio de Janeiro era paga pelos nossos impostos”,</i> detalhou por sua vez o produtor da montagem, Manoel Constantino, que também integra o elenco.</p>
<p><i>“Os comerciantes e a Igreja, influenciados pelas ideias iluministas da Revolução Francesa, e juntamente com a maçonaria, começaram a se articular para combater este império que só fazia cobrar, e assim começou a Revolução Pernambucana em 1817. Durante setenta dias fomos independentes do império português”,</i> pontuou Manoel.</p>
<div id="attachment_56161" aria-labelledby="figcaption_attachment_56161" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38978647592_6ebcbfb2f4_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56161 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38978647592_6ebcbfb2f4_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">“O melhor presente que vocês podem dar a todos nós que fazemos este trabalho é passar esse conhecimento ao próximo, que outras pessoas possam se aproximar da história desse grande herói pernambucano”, disse o diretor José Francisco Filho</p></div>
<p>Um dos alunos presentes, Leandro Duarte, disse que não conhecia a história de Frei Caneca, e que ficou muito interessado no assunto. <i>“Como arte-educador há bastante tempo, eu sou adepto de uma escola que tenha a prática mais substanciada. Pegando o exemplo do nosso amigo Leandro, é uma coisa maravilhosa podermos fazer aqui o que chamamos de aula-teatro. Porque o que vocês tiveram foi muito mais do que um espetáculo, foi um recorte da história de Pernambuco. Nós conseguimos em 50 minutos colocar aqui sete importantes anos da nossa história”,</i> disse José Francisco Filho.</p>
<p><i>“Ao mesmo tempo em que fico muito contente, me surpreende que um vulto da nossa história seja tão pouco divulgado, e isso não é só um problema da escola. Muita gente da universidade não consegue entender a importância desde frade que está aqui, e quando eu digo aqui é porque foi nesta igreja que ele viveu e propagou suas ideias”,</i> comentou o diretor da peça, para depois fazer um pedido aos estudantes. <i>“O melhor presente que vocês podem dar a todos nós que fazemos este trabalho é passar esse conhecimento ao próximo, que outras pessoas possam se aproximar da história desse grande herói pernambucano”.</i></p>
<div id="attachment_56162" aria-labelledby="figcaption_attachment_56162" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38979294642_ae7ba6e926_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56162 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38979294642_ae7ba6e926_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;O Suplício de Frei Caneca&#8217; conta com a atuação do renomado ator Buarque de Aquino, que interpreta Frei Caneca</p></div>
<p>De acordo com a professora Vera Lúcia Ferreira, da Escola D. Leonor Porto, haviam na plateia muitos alunos do Ensino Fundamental, que ficaram encantados com o tema abordado. “<i>Tiveram vários que chegaram pra mim e disseram: ‘Professora, a gente não sabia nada dele’. Eu acredito que pra eles foi um momento incrível. Quando entrarem agora no Ensino Médio vão chegar com mais conhecimento, saber quem foi Frei Caneca, e talvez até cobrem do professor de História uma abordagem mais aprofundada sobre o tema. Acho que isso deveria se repetir outras vezes, não só para a escola, mas também para a população em geral”,</i> opinou.</p>
<p><strong>O Suplício de Frei Caneca</strong> conta com a atuação do renomado ator Buarque de Aquino, que interpreta Frei Caneca e também participou do debate, além de uma equipe formada por mais de 20 pessoas, entre artistas e técnicos. A trilha é executada ao vivo por Júlio César Brito e Matheus Marques, e alguns poemas de Frei Caneca foram musicados, como <em>“Quem passa a vida que eu passo / Não deve a morte temer / Com a morte não se assusta / Quem está sempre a morrer”,</em> presente no livro: Obras políticas e literárias de Frei Joaquim do Amor Divino Caneca.</p>
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		<title>Peça sobre Frei Caneca conta a história de Pernambuco a alunos da rede pública</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 15:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Cláudio Aguiar]]></category>
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		<category><![CDATA[Revolução Pernambucana]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53117" aria-labelledby="figcaption_attachment_53117" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">João Paulo Seixas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/DSCF3362.jpg"><img class="size-medium wp-image-53117 " alt="João Paulo Seixas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/DSCF3362-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Escrita por Cláudio Aguiar e com direção de José Francisco Filho, a peça pincela de forma precisa um recorte na biografia do carmelita</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>O legado deixado pelo revolucionário Frei Caneca é de fundamental importância para quem quer entender a história de Pernambuco. Em tempos de crescente difusão da intolerância, conhecer a fundo o movimento de contestação ao autoritarismo defendido pelo religioso é um alento na construção de uma consciência política mais justa na sociedade. Essa é a proposta do espetáculo <strong>O Suplício de Frei Caneca</strong>, que numa parceria com a Fundarpe – através do<strong> Outras Palavras</strong> – foi realizada na última sexta-feira (1º/09), na Igreja Santa Tereza D’Avila da Ordem Terceira do Carmo, para um público formado por dezenas de estudantes de sete escolas públicas do Recife.</p>
<p>Escrita por Cláudio Aguiar e com direção de José Francisco Filho, a peça pincela de forma precisa um recorte na biografia do carmelita, focando no período entre sua ordenação até sua sentença de morte. Alguns episódios citadas na montagem são, por exemplo, quando Joaquim do Amor Divino Rabelo ficou preso na Bahia por sua participação na Revolução Pernambucana de 1817, ou como ele recebeu o processo de outorga da Constituição de 1824, iniciado pelo Imperador Dom Pedro I, que resultou na Confederação do Equador (1824). O espetáculo é repleto de discursos de Frei Caneca, que inspirado pela Revolução Francesa pregava ideias revolucionárias como a mudança no regime monárquico e a independência do Brasil.</p>
<div id="attachment_53113" aria-labelledby="figcaption_attachment_53113" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">João Paulo Seixas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/DSCF3347.jpg"><img class="size-medium wp-image-53113  " alt="João Paulo Seixas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/DSCF3347-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O ator Buarque de Aquino retorna ao teatro pernambucano com o papel de protagonista</p></div>
<p>A encenação conta com a atuação do renomado ator Buarque de Aquino, que retorna ao teatro pernambucano com o papel de protagonista, além de uma equipe formada por mais de 20 pessoas, entre artistas e técnicos. A trilha é executada ao vivo por Júlio César Brito e Matheus Marques, e alguns poemas de Frei Caneca foram musicados, como o que diz <em>“Quem passa a vida que eu passo / Não deve a morte temer / Com a morte não se assusta / Quem está sempre a morrer”, </em>um dos momentos mais emocionantes da apresentação.</p>
<p>Para o diretor José Francisco Filho, os jovens que assistiram ao espetáculo são privilegiadas pela oportunidade. <em>“Temos aqui no estado milhares de jovens que precisam saber da história deste que é um mártir da Revolução Pernambucana. Uma figura que foi importante para o Brasil talvez mais que o próprio Tiradentes, tão cultuado nos livros de história”,</em> opinou.</p>
<div id="attachment_53116" aria-labelledby="figcaption_attachment_53116" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">João Paulo Seixas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/DSCF3350.jpg"><img class="size-medium wp-image-53116 " alt="João Paulo Seixas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/DSCF3350-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Participaram da sessão estudantes de sete escolas da rede pública estadual que ficam na Região Metropolitana do Recife</p></div>
<p><strong>O Suplício de Frei Caneca</strong> foi produzido nos últimos seis meses quando três produtores se envolveram a finco na pesquisa e criação. <em>“Mas fazer isso só foi possível porque conseguimos um patrocínio da Copergás. Estamos agora em busca de captação de recursos através da Lei Rouanet porque a peça é um projeto grande e queremos construir uma temporada com ela”,</em> revelou Manoel Constantino, um dos produtores da montagem. Ainda dentro da parceria com a Fundarpe, o espetáculo segue para o Engenho Massangana, no próximo dia 23 de setembro.</p>
<p>Eurico Jorge, professor de filosofia e sociologia do EREM Joaquim Nabuco, uma das escolas que participou da sessão, acredita que conhecer Frei Caneca é fundamental para entender outros momentos da história que repetem os mesmos modelos de exclusão que aconteceram naquele período. <em>“Se quisermos cobrar das pessoas procedimentos éticos e uma vida justa, temos que sair da religiosidade fechada de só a agradecer a Deus e perceber que esse agradecimento começa quando nos preocupamos com o nosso semelhante. Creio que foi essa a mensagem que Frei Caneca quis passar, que não é um discurso propriamente religioso, e sim político, apesar de em momento algum ele negar sua religiosidade. Muito pelo contrário, foi ela quem o levou a uma militância numa sociedade mais justa”,</em> comentou o professor, que revela que pretende na escola provocar os alunos a fazer um debate sobre o assunto.</p>
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