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	<title>Portal Cultura PE &#187; O Tempo perguntou ao tempo</title>
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		<title>&#8216;O Tempo Perguntou ao Tempo&#8217; é destaque da programação cênica no Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 21:47:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<description><![CDATA[O Teatro Marco Camarotti, no Sesc Santo Amaro (Recife), recebe durante este mês de junho o espetáculo de dança &#8216;O Tempo Perguntou ao Tempo&#8217;.  O espetáculo, convite para um mergulho nas lembranças da infância, conta com incentivo do Governo de Pernambuco e tem ingressos populares: R$ 10,00 (inteira) e  R$ 5,00 (meia). Das brincadeiras populares [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Teatro Marco Camarotti, no Sesc Santo Amaro (Recife), recebe durante este mês de junho o espetáculo de dança &#8216;O Tempo Perguntou ao Tempo&#8217;.  O espetáculo, convite para um mergulho nas lembranças da infância, conta com incentivo do Governo de Pernambuco e tem ingressos populares: R$ 10,00 (inteira) e  R$ 5,00 (meia).</p>
<div id="attachment_36936" aria-labelledby="figcaption_attachment_36936" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/o-tempo-perguntou.jpg"><img class="size-medium wp-image-36936" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/o-tempo-perguntou-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Montagem  para o público infantil fica em cartaz até 19 de junho</p></div>
<p>Das brincadeiras populares à comida de vó, doces e cantigas de roda, a montagem sugere uma viagem pelo imaginário infantil a partir da contação de pequenas histórias de bichos e de gente, com uma trilha sonora que dá novos ares às canções populares já conhecidas do público. As apresentações acontecem de quinta a domingo (09, 10,11, 12 e 16,17,18 e 19) com dois horários/dia nos fins de semana.</p>
<p>Lançada em 2013, a montagem é resultado de uma residência artística do Grupo Acaso em Portugal e foi realizada em conjunto com artistas locais, numa troca entre os dois países. A residência trouxe à tona as semelhanças musicais entre as duas culturas e a trilha sonora se tornou o ponto forte desse encontro. <em>“Fizemos uma pesquisa baseada nas parlendas portuguesas (rimas infantis) e nas brincadeiras de roda. Procuramos levar nossas influências regionais, enquanto Narciso Fernandes &#8211; que montou a trilha junto com a gente – trouxe os ritmos portugueses, foi mesclando tudo. Nossa maior preocupação era fazer algo novo com essas músicas tradicionais, então trouxemos novos elementos, como as batidas eletrônicas, pra chamar mais atenção das crianças”</em>, explica Bárbara Aguiar, diretora do grupo.</p>
<div id="attachment_36937" aria-labelledby="figcaption_attachment_36937" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/13350544_1115687005155279_4230362300642821084_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-36937" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/13350544_1115687005155279_4230362300642821084_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Brincadeiras da infância ganham o palco</p></div>
<p>A pesquisa envolveu também a memória dos bailarinos-criadores, já que lembranças particulares da infância de cada um ganharam os corpos e formaram as coreografias. Alguns personagens surgem para costurar as cenas carregadas também de uma linguagem teatral dramática e bem-humorada, como o sapo – uma figura caricata e malandra que aparece a todo instante -, as lesmas – sempre tentando ganhar os holofotes – e uma criança que se diverte perdida nas roupas da mãe.<br />
A iluminação cheia de cor e ludicidade, além dos recursos de audiodescrição e tradução em libras em todas as apresentações, contribui para tornar o espetáculo divertido e envolvente para todos os públicos, adultos e crianças, resgatando, inovando e reconhecendo a função cultural do universo das parlendas.</p>
<p><strong>Trajetória</strong><br />
O Grupo Acaso foi fundado no Recife em 2009 e desde então vem estudando as artes cênicas, montando coreografias e espetáculos que já participaram dos mais importantes festivais da capital pernambucana, já estiveram em circulação pelo Estado ou em turnê de residência artística (Portugal e Galícia). Dentre suas produções estão Echos (2009), 8,5 mb (2010), Para Josefina (2012), O Tempo Perguntou ao Tempo {2013), Pangéia (2014), La Plage (2015), Prece (2015). O grupo desenvolve suas pesquisas com base nas diversas experiências corporais dos bailarinos integrantes em dança contemporânea, danças urbanas (Popping, waving e animation), popular e clássica.<br />
<em></em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong> O Tempo Perguntou ao Tempo</strong><br />
Sesc Santo Amaro – Teatro Marco Camarotti (Rua Treze de Maio, 445 – Santo Amaro/Recife)<br />
De quinta à domingo: 09, 10, 11 e 12 | 16, 17, 18 e 19 de junho<br />
Horários: Quintas: 10h | Sextas: 16h |Sábados: 11h e 16h | Domingos: 11h e 16h<br />
Ingressos**: R$10 e R$ 5 (meia)<br />
**À venda na bilheteria do teatro a partir da quinta-feira.<br />
Mais informações <a href="http://www.facebook.com/grupoacaso" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a></p>
<p>Ficha Técnica<br />
Direção: Bárbara Aguiar<br />
Coreografia e Cenário: Grupo Acaso<br />
Iluminação: Cleison Ramos<br />
Trilha Sonora: Narciso Fernandes<br />
Figurinos: Marília Martins e Bárbara Aguiar<br />
Produção Geral: Paulo de Castro<br />
Produção Executiva: Íris Macêdo<br />
Elenco: Ayrton Tavares, Anderson Dimas, Fernando Oliveira, Hayla Cavalcanti, Hulli Cavalcanti e Janaína Gomes</p>
<p>Audiodescrição: COM Acessibilidade Comunicacional<br />
Roteiro: Silvia Albuquerque<br />
Revisão: Liliana Tavares<br />
Consultoria: Michelle Alheiros<br />
Técnico dos aparelhos de audiodescrição: Eduardo Eugênio<br />
Tradução e interpretação da Libras: Tafnes Oliveira<br />
Consultoria: Thiago Albuquerque</p>
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