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	<title>Portal Cultura PE &#187; Observatório Cultural</title>
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		<title>Torre Malakoff lança terceira edição do edital Observa</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 19:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Observatório Cultural Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco &#8211; Secult-PE e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe, abre inscrições para a terceira chamada do edital de ocupação anual de pautas das salas situadas  no espaço: Alcir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114966" aria-labelledby="figcaption_attachment_114966" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Cunha/Fundape/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/54186189189_3c6740c463_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-114966" alt="Eduardo Cunha/Fundape/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/54186189189_3c6740c463_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição &#8220;Observa&#8221;</p></div>
<p dir="ltr">O Observatório Cultural Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco &#8211; Secult-PE e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe, abre inscrições para a terceira chamada do edital de ocupação anual de pautas das salas situadas  no espaço: Alcir Lacerda, no térreo; e Norte e Sul, no primeiro andar.</p>
<p dir="ltr">Confira <a title="3º Edital do Observatório Cultural Torre Malakoff – Observa – Edital de Concurso nº 001/2025" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/3o-edital-do-observatorio-cultural-torre-malakoff-observa-edital-de-concurso-no-0012025/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o edital e todos seus anexos.</p>
<p dir="ltr">As submissões ao “Observa 3” poderão ser feitas na plataforma do Mapa Cultural de Pernambuco, entre os dias 25 de fevereiro a 16 de abril, através deste <strong><a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2569/#info">link</a></strong>. O resultado final dos aprovados será divulgado no dia 27 de maio.</p>
<p dir="ltr">Editais de ocupação de pautas como o “Observa” contribuem para a valorização das artes e da cultura popular em todo o território pernambucano.</p>
<p dir="ltr">“O principal objetivo dessas ações é diversificar os instrumentos estaduais de fomento e incentivo às áreas culturais, neste caso, com foco específico da área de artes visuais, sonoras e fotografia. Nesta edição, estaremos selecionando propostas para ocupação das salas do Observatório Cultural Torre Malakoff tanto para o primeiro quanto para o segundo semestre”, destaca a Gerente de Ação Cultural da Fundarpe, Maria Eduarda Belém.</p>
<p dir="ltr">Nesta terceira edição da convocatória, o total em prêmio estipulado para os 10 aprovados será de R$150.000,00 (cento e cinquenta mil reais) – R$15.000,00 (quinze mil reais) por cada projeto selecionado. Assim como no edital passado, cuja exposição encerra no dia 28 de fevereiro, a convocatória contemplará projetos individuais ou coletivos adequados às cinco salas expositivas do local.</p>
<p dir="ltr">Podem participar deste concurso artistas e coletivos cujo trabalho contemple os diversos segmentos das artes visuais, sonoras e fotografia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Confira o cronograma do Observa 3:</p>
<p dir="ltr">Período de Inscrições – 25/2/2025 a 16/4/2025;</p>
<p dir="ltr">Divulgação dos projetos habilitados &#8211; 25/4/2025;</p>
<p dir="ltr">Análise de Mérito &#8211; 8/5/2025;</p>
<p dir="ltr">Divulgação da Análise de Mérito &#8211; 27/5/2025</p>
<p dir="ltr">
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		<title>Fotobiografia de Naná Vasconcelos é lançada na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 17:06:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Naná Vasconcelos, o homem que fez do berimbau uma extensão do seu corpo, costumava se definir como “o Brasil que o Brasil não conhece.” Percussionista pernambucano de fama internacional, ele morreu em 9 de março de 2016 e era considerado um gênio da música. A notável trajetória do artista está pronta para ser descoberta pelos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116022" aria-labelledby="figcaption_attachment_116022" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Foto-Monica-Vendramini.jpg"><img class="size-large wp-image-116022" alt="Foto: Monica Vendramini" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Foto-Monica-Vendramini-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Naná Vasconcelos. Foto: Monica Vendramini</p></div>
<p dir="ltr">Naná Vasconcelos, o homem que fez do berimbau uma extensão do seu corpo, costumava se definir como “o Brasil que o Brasil não conhece.” Percussionista pernambucano de fama internacional, ele morreu em 9 de março de 2016 e era considerado um gênio da música. A notável trajetória do artista está pronta para ser descoberta pelos brasileiros na <em>Fotobiografia Naná: Do Recife para o Mundo</em>, organizada pelo designer e jornalista Augusto Lins Soares, que a Cepe Editora lança no dia 14 de fevereiro, às 19h, na Torre Malakoff, localizada no Bairro do Recife, no Centro, com apresentações musicais. É uma homenagem aos seus 80 anos de nascimento, transcorridos em 2 de agosto de 2024.</p>
<p dir="ltr">O livro tem 240 páginas e apresenta Juvenal de Holanda Vasconcelos em mais de 200 fotos de 50 fotógrafos, aproximadamente, numa linha do tempo desde Naná criança até o artista consagrado, vencedor de prêmio Grammy e eleito o melhor percussionista do mundo pela revista norte-americana de jazz Downbeat, por nove vezes consecutivas, de 1983 a 1991. As imagens são intercaladas por textos biográficos com relatos de fases da vida de Naná, a partir das cidades onde ele viveu: Recife (a terra natal), Paris, Nova York e Recife de novo. Obras de arte criadas para o livro por 12 artistas com atuação em Pernambuco, num tributo ao músico, encerram a fotobiografia.</p>
<p dir="ltr">“Comecei a pesquisa em junho de 2023 e finalizei em outubro de 2024, minhas fontes são o acervo do artista, os bancos de imagens (públicos e privados) e os acervos dos fotógrafos brasileiros e estrangeiros”, declara Augusto Lins Soares. “Há várias imagens pertencentes a acervos privados que nunca foram publicadas ou são pouco divulgadas, como, por exemplo, Naná na Banda Municipal do Recife (atual Banda Sinfônica do Recife) nos anos 1960 e Naná tocando berimbau no Mercado Modelo, em Salvador (BA), na presença de Jorge Amado, nos anos 1980”, observa.</p>
<p dir="ltr">Na faceta americana, ele aparece tocando berimbau em seu “escritório”, o Washington Square Park, em Nova York, e num momento de folga com o gato de estimação. Da fase europeia, em Paris, Naná é flagrado em hora de lazer, brincando de esconde-esconde numa rua e num café com amigos. No Recife, é fotografado nas inesquecíveis e memoráveis noites de abertura do Carnaval, ao congregar batuqueiros de diversas nações de maracatu. O artista aparece ao lado de vários parceiros musicais, mostrando sua diversidade, como os norte-americanos Collin Walcott e Don Cherry (integrantes da banda Codona, com Naná), os brasileiros Egberto Gismonti, Geraldo Azevedo e Gal Costa, e o argentino Agustín Pereyra Lucena; e também em momentos com as filhas.</p>
<div id="attachment_116023" aria-labelledby="figcaption_attachment_116023" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Foto-Roberto-Msotti-Lelli-e-Masotti-Archivio.jpg"><img class="size-medium wp-image-116023" alt="Foto Roberto Msotti - Lelli e Masotti Archivio" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Foto-Roberto-Msotti-Lelli-e-Masotti-Archivio-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Roberto Msotti &#8211; Lelli e Masotti Archivio</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">“Busco selecionar as imagens mais icônicas, impactantes, artísticas, reveladoras, históricas, inéditas, jornalísticas e sedutoras. Ou seja, imagens que contam ao leitor fatos importantes da vida da pessoa fotobiografada”, afirma Augusto Lins Soares, que lançou pela Cepe O Santo Revelado &#8211; Fotobiografia Dom Helder Camara, em 2019, e Sonia em Fotobiografia, dedicada à atriz Sonia Braga, em 2022. Nos textos do livro, ele destaca informações pouco conhecidas do público, como a participação do artista no curta-metragem Berimbau, de Toby Talbot (New Yorker Films, 1971), e a produção do disco Amazonas (Philips, 1973), feita pelo cantor e compositor Raimundo Fagner.</p>
<p dir="ltr">A história de Naná no documentário de Toby Talbot é narrada pelo professor de Etnomusicologia na Tulane University, Daniel B. Sharp, no artigo “Pop Star em Nova York”. O curta, segundo ele, “mostra como Naná transformou o berimbau, expandindo o seu papel tradicional de acompanhamento da capoeira e tornando-o um instrumento solista virtuoso por si só. As imagens de um jovem Naná tocando no filme nos deixam vislumbrar sua considerável habilidade com o berimbau, mesmo no início de sua carreira”, registra Daniel B. Sharp. A produção do disco Amazonas, o segundo álbum autoral de Naná, é detalhada pelo jornalista Renato Contente no texto “Avant-Garde em Paris.”</p>
<p dir="ltr">Para Patrícia Vasconcelos, viúva de Naná e mãe da filha caçula do músico, a fotobiografia é destinada a fãs, estudiosos e pessoas que não conhecem a obra do percussionista. “Achei a ideia fantástica por servir como uma ferramenta de pesquisa sobre a trajetória artística de Naná e necessária para deixar essa história acessível ao público interessado em saber mais sobre esse percurso musical que foi construído com tanto amor à música e muita genialidade. O resultado desse trabalho dará embasamento a outras ações que visem manter a memória e o legado de Naná vivos”, destaca Patrícia, que é curadora do legado do artista. “Presenciei e compartilhei momentos marcantes, como quando ele ganhou o Grammy Latino pelo álbum Sinfonia &amp; batuques”, relata em texto no livro. Ela e a filha, Luz Morena, vieram dos Estados Unidos, onde moram, especialmente para o lançamento do livro.</p>
<p dir="ltr">A dimensão humana e artística de Naná é revelada nas fotos de Deborah Feingold (capa e contra-capa), Lizzie Bravo, Luiz Fernando, Franklin Corrêa, acervo Naná Vasconcelos, acervo Sérgio Kyrillos, acervo Edy Star, Guy le Querrec, Claude Barouh/Acervo Merrie Robin Monroe e outros fotógrafos; nos textos de Augusto Lins Soares (apresentação), dos jornalistas Michelle de Assumpção, Renato Contente e José Teles, do professor Daniel B. Sharp, de Patrícia Vasconcelos e do cantor Milton Nascimento (depoimento publicado pelo Facebook no dia da morte de Naná) e nas obras de arte de Amanda de Souza, Derlon, Heloísa Marques, Jade Matos, Marcelo Silveira, entre outros. O livro tem patrocínio do Banco do Nordeste do Brasil (BNB).</p>
<p> <strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Lançamento da <em>Fotobiografia Naná:  Do Recife para o Mundo</em>, com apresentações do percussionista Gilú Amaral, do flautista e diretor musical César Michiles, da cantora Sumara Ramos e das batuqueiras do grupo olindense Ìyámassé málé -</strong> <em>dia 14 de fevereiro, às 19h, na Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife, Recife-PE). Preço do livro: R$ 100 (impresso). Entrada gratuita</em></p>
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